A relação dos meus pais chegou a um momento decisivo. Eles finalmente decidiram se separar: as divergências sobre questões de trabalho acabaram prevalecendo. Entre eles, decidiram que meu pai aceitaria a proposta de trabalho que tanto desejava, e minha mãe não queria abrir mão da carreira dela e começar de novo. Como os dois teriam que trabalhar em cidades diferentes e muito distantes, tentaram por alguns meses. Mas não era algo temporário, seria para sempre ou pelo menos por vários anos. Eles acharam que aquilo não teria futuro.
Me consola saber que eles se amavam. Mas com o tempo, se um dos dois tivesse que abrir mão da carreira, certamente a frustração e o conformismo teriam cobrado um preço pior. Quem sabe, talvez um dia eles voltem a ficar juntos! Se as circunstâncias certas surgissem, seria possível. Esse pensamento é o que, de certa forma, me conforta. De qualquer maneira, a relação deles continuou muito cordial até hoje.
Embora essa solução salomônica não tenha sido do meu agrado, no fundo eu respeitei e compreendi. Dentro do que era ruim, era a melhor das soluções. Apesar disso, me senti perdida: não conseguia decidir com qual dos dois iria morar. Eu os amava igualmente, e essa dúvida me matava por dentro e influenciava meu estado de espírito e os estudos.
Foi por essas razões que peguei o caminho mais fácil: pedi ao Pablo para irmos morar juntos, porque me sentia preparada e porque queria ficar com ele o tempo todo. Depois de pensar por algumas semanas, ele disse que concordava e que poderíamos tentar. Não tínhamos trabalho, já que os dois estávamos na universidade. Mas a gente daria um jeito.
A solução veio dos nossos pais. Eles entenderam nossa posição e sabiam do carinho que sentíamos um pelo outro. Depois de conversar conosco, decidiram que nos ajudariam financeiramente; nos dariam dinheiro para o aluguel, para comer, para as despesas da casa, estudos e também para nossas coisinhas.
Eu só... Eu tinha 18 anos e o Pablo, 19. Se a gente se virasse bem, daria pra tocar a vida sem aperto e terminar a faculdade. Minha mãe sabia de um amigo dela que tinha um apartamento vazio; ele só usava de vez em quando, mas principalmente mantinha como investimento. Ela falou com ele e convenceu a nos alugar, que ela se responsabilizava pelo pagamento do aluguel. Argumentou também que, assim, o apartamento ficaria habitável e melhor conservado, limpo e mais apresentável para possíveis compradores, caso um dia ele resolvesse vender.
Já estávamos há quase seis meses morando juntos no nosso ninho. Era lindo, bem localizado na cidade e eu era muito feliz. Adorava arrumar tudo pra parecer um lar de verdade, onde a gente pudesse ser feliz juntos. Nos estudos, a gente se dava super bem e nossos pais estavam bem satisfeitos por terem dado a aprovação: no começo teve umas dúvidas, mas tudo se dissipou.
Durante a semana, a gente estudava pra caramba e vivia a vida de casal, mas nos fins de semana a gente se divertia muito com os amigos e amigas. Costumávamos chamar eles pra jantar, organizávamos uns encontros ou simplesmente convidávamos pra tomar um café ou uma cerveja. Isso não impedia que, durante a semana, ele ou eu convidássemos alguém pra ver o jogo de futebol ou só bater papo ou estudar.
Nossas relações sexuais eram como as de qualquer casal; a gente transava em qualquer canto da casa, de qualquer jeito ou em qualquer posição, éramos jovens e gostávamos de experimentar. Eu tomava a pílula quase desde que começamos nossa vida independente. Isso agradava principalmente ao Pablo — finalmente ele tinha se livrado das camisinhas! É verdade que pra mim também era mais gostoso ou prazeroso fazer "no pelo". Descobri um mundo novo de sensações e prazeres que com a camisinha não eram tão intensos; adorava sentir a porra dentro da buceta, misturando com meus fluidos, quentinha e cremosa, e isso fazia meus orgasmos serem mais intensos e frequentes. Nesses seis... Em alguns meses, fui de ter um ou dois por sessão, até chegar a quatro em alguma ocasião muito especial.
Isso não era algo que me preocupasse nem um pouco, mas mesmo assim decidi consultar a ginecologista, em um dos meus exames de rotina. Ela me disse que provavelmente eu era uma das tantas mulheres multiorgásmicas, que era algo muito comum e natural.
Fazia alguns meses que o Pablo vinha me propondo a ideia de fazer um ménage com outra garota, algo que o excitava muito imaginar. Mas que, de qualquer forma, ele estava disposto a considerar com outro cara, ou seja, dois caras para mim se isso me motivasse mais.
Não era uma ideia que me incomodasse ou preocupasse, pois, depois do que aconteceu com meus pais, eu tinha ficado muito de boa e mais aberta a experimentar: se eles terminaram daquela forma, o mesmo poderia acontecer comigo e o Pablo, então era melhor curtir ao máximo.
Uma sexta-feira, depois do almoço, nenhum de nós tinha aula e decidimos passar a tarde em casa, aproveitando o sol na ampla varanda. Nesse sentido, tivemos sorte, porque a casa tinha uma varanda de uns 20m²… Um luxo para nós! Eu a tinha deixado bem gostosa (bonita); tinha enchido de plantas, tínhamos uma cadeira de balanço para duas pessoas, dois grandes guarda-sóis, várias poltronas de vime, uma mesinha redonda combinando com as poltronas e um vidro que a cobria, uma torneira com mangueira para regar nos dias de calor e, por que não? Nos refrescar também.
Então, saímos para a varanda, tomar um café juntos e conversar sobre nossas coisas. Depois de umas duas horas, a conversa derivou para assuntos sexuais. Mas o Pablo, de forma inteligente, me leva para o terreno dele e puxa o assunto que não sai da cabeça dele: fazer o ménage com outra garota ou cara, o que eu quisesse.
– Olha, Pablo – começo a dizer – em princípio, não é algo que me chame muito a atenção, porque, apesar de pensar friamente, não acho justo que um de nós dois curta o dobro, não sei se me entende – terminei de opinar.
– Te Entendo, Luz, mas é inevitável num ménage a não ser que… responda para frear de vez.
- A não ser que… o quê? – pergunto – Não tô te entendendo, fala o que tem que falar sem rodeios, somos grandinhos – tento fazer ele se soltar.
- Pois olha: tenho um colega na faculdade que tá saindo com uma mina, com certeza vocês se conhecem… – ele começa a explicar de novo mas para outra vez.
- Olha, Pablo, não vou passar a tarde perguntando nem jogando adivinhação… Fala logo o que tem que dizer sem enrolação! – insisto um pouco impaciente.
Depois dessas palavras, ele engata e não para mais de falar. Me conta que esse amigo e a namorada dele são um casal com quem saímos umas duas vezes há mais de um ano e meio. Eu quase não lembro deles e por isso faço cara de indiferença. Ele continua me contando que conversou com o amigo, pois sabe que alguma vez, com a namorada, eles já fizeram swing com outros casais. Nesse momento eu corto ele.
- Não me diga que você quer que a gente faça swing com eles! Tô te vendo chegar… kkkkk… kkkkk… kkkkk – respondo surpresa e com cara de boba sem parar de rir.
- É tão ruim assim? Se for, fala, mas não zoa – ele me responde sem mostrar um sorriso.
- Não, amor, não fica bravo, por favor, não tô rindo de você… é só que seu amigo não me atrai nada e ela me parece uma chata! As duas vezes que saímos, fiquei com vontade de sumir no ar, mas não sabia como te falar sem te chatear – replico tentando suavizar o clima.
- Então não me ocorre mais nada – ele resmunga desiludido e resignado.
- Vamos ver, te conto. Outro dia falei com a Maria, sabe que ela tá saindo com o Tomás?
- É, você me disse há uns dois meses, acho que lembro – responde com cara de não lembrar de nada.
- Não, amor, te falei há cinco, eles começaram logo depois que a gente veio morar junto! É que às vezes você não fica sabendo de nada! – respondo segurando a risada pra não deixar ele puto. tudo.
Ele fica alguns segundos pensando e finalmente acende a lâmpada na cabecinha dele... Nossa, como demorou!
- É verdade, agora lembrei. E como eles estão? – me pergunta meio alheio, dando tiros no escuro.
- Bom, estão bem, você devia ter percebido. Desde então a gente tem ficado com eles e com o resto da galera várias vezes... mas tanto faz, isso é o de menos. A questão é... Você gosta da Maria? – termino perguntando direto.
- Pooois... não sei o que responder, fale o que falar você pode ficar chateada – ele continua perdido e indeciso.
- Só me diz o que pensa, não tenha medo, não fico brava, diga o que disser – respondo num tom conciliador.
- Então sim, gosto muito dela! Ela é uma gostosa! Prefere assim? – termina confessando e me desafiando.
Não consigo evitar rir de novo, mas dessa vez com mais vontade. Vejo ele tão perdido e indeciso por causa do que eu poderia pensar, que não resisto e sento em cima dele e beijo ele pelo rosto todo. Realmente ele me faz rir inconscientemente muitas vezes, e essa em especial. Um cara me fazer rir de forma espontânea é o que mais gosto.
- Bom, como estava dizendo... outro dia falei com a Maria sobre um assunto, acho melhor do que a ideia do ménage. – Começo a explicar – as duas chegamos à conclusão de que seria legal a gente fazer uma troca entre nós quatro. Eu me amarro no Tomás e ela se amarra em você. Nisso a gente concorda. – termino de explicar.
- Ah tá!... Já sei onde quer chegar: Você gosta do Tomás e quer dar pra ele a qualquer custo... Bem quietinha você ficou! – me responde franzindo a testa e muito ciumento.
- Hahahahaha amor, não me diga que está com ciúmes? – pergunto feliz pelo que ele sente – você pode querer comer outra na minha frente ou deixar outro me comer junto com você mas... eu não posso pensar algo parecido? Com alguém de confiança e que eu goste? Por acaso a mina que você escolheria seria uma que não te agradasse? Você gostaria que fôssemos eu e a Maria com você? – jogo uma bateria de perguntas constrangedoras para desarmá-lo.
- Não, não é isso, é só que eu não esperava algo assim. Não imaginava que você e ela falassem desses assuntos – ele responde, se esquivando.
Passamos um bom tempo assim, conversando sobre o assunto e chegando a conclusões. Mas o mais importante é que tomamos decisões: decidimos seguir em frente com o plano e esperar para ver o que eles achariam. Depois de tanto debate e mais um pouco, estou mais do que excitada, fogosa. Pego sua mão, lanço um olhar sugestivo e, sem deixá-lo respirar, o empurro para a sala. Jogo-o no sofá com vontade e, com desejo de guerra, o desnudo completamente.
- O que você tá fazendo, doida? O que deu em você agora? – ele pergunta, sem saber como agir.
Não respondo e começo a tirar minha roupa de forma sexy e lenta, a dois metros dele. Sinto o bonequinho acordando do seu letargo e começando a crescer e crescer. Mal tenho roupa, mas quero que ele aproveite. O coitado não sabe pra onde olhar, com certeza não esperava por isso.
Uma vez completamente nua, me aproximo dele. Ele está sentado, recostado no encosto. Me ajoelho diante do seu membro e, sem pensar duas vezes, o coloco na boca, até o fundo. Começo a chupar com vontade e decisão, não quero deixá-lo respirar, quero que ele me deseje tanto que me foda bem fodida. Me sinto quente e safada como fazia tempo que não acontecia. O tema da conversa foi algo fora do normal.
Seus gemidos e queixumes de prazer não demoram a chegar. Com certeza ele está gostando e começa a colaborar. Com as duas mãos, ele segura minha cabeça, apertando o cabelo contra o crânio, e me ajuda com os movimentos de entrada e saída. Paro para evitar que ele goze… Eu também quero aproveitar!
Me levanto e, me virando, lhe dou as costas, sento no mastro ereto e o enfio até o fundo das minhas entranhas. Entra facilmente e começo a cavalgá-lo de forma ágil e acelerada. Quero senti-lo bem dentro e que me mate de prazer. Tenho uma grande necessidade de apagar o fogo que me queima por dentro. lá dentro, na buceta, no ventre...
Guio as mãos dele para os peitos. Quero que essas mãos firmes os acariciem, os apalpem, os apertem. Ele colabora sem dizer uma palavra, fazendo o que desejo. Ele belisca meus mamilos e nesse momento não consigo evitar...
- UMMMMMMM! Continua assim, machão, não para de beliscar que você sabe que eu adoro! UMMMMMM! – ordeno enquanto ele me faz gozar.
O prazer que ele está me dando faz minha cabeça ir de um lado para o outro sem controle. Como estou gostando!
- Continua, amor, continua! AHHHH! Continua, que eu vou gozar, não para, por favor – a excitação está prestes a me dar um primeiro presente.
Paro bruscamente para começar a cavalgar de novo mais devagar, mais pausada. O orgasmo está me matando e quero aproveitar ao máximo, quero que dure o máximo possível. Ele não para de gemer, também está gostando muito.
- Isso, amor, siiiim! Eu gosto muito! SIIIIII! Não para, por favor, te imploro. – o orgasmo me desorienta e a bocetinha não para de secretar fluidos que me inundam por dentro.
Após alguns momentos incríveis, paro, sem parar de ofegar e tentando recuperar o fôlego. Levanto e corro para o banheiro, com a mão tampando a vagina: não quero que caia uma única gota no parquê ou no estofado do sofá. Após alguns segundos, volto com a toalha pequena do banheiro. Ordeno que ele se levante e estendo a toalha sobre o sofá, ao longo, deixando que uma das laterais fique pendurada um pouquinho.
Deito de bruços, com a perna esquerda pendurada, apoiando o joelho no chão. A direita fica estendida sobre o sofá, abrindo o máximo que posso. Estou tão ansiosa que não consigo esperar mais para senti-lo de novo dentro de mim.
- Amor, me fode bem fodida por trás! Não tenha piedade e faça comigo o que quiser. – suplico com ânsia de gozar de novo.
Pela posição que adotei, ele sabe bem o que quero. Apoia o joelho no chão, junto ao meu, coloca a cabecinha do pau na entrada do ânus, ele cutuca um pouco e sem esperar que eu implore de novo, ele enfia tudo.
Ele se deita sobre minhas costas, me esmagando contra o banco. Começa a me foder com vontade, sabe que eu estou desesperada por isso. O ânus arde um pouquinho, mas logo passa e o prazer vem imediatamente. Solto os primeiros gritos de prazer. Ele acelera a respiração e não para de me destruir por trás, ele gosta da posição e me deixa saber. Ele realmente está me dando um prazer inimaginável.
- AHHHHHHGGGG! – ele grita ao mesmo tempo que inunda meu reto com o sêmen quente.
- Goza, amor! Me enche completamente, não guarda nem uma gota! – eu o incentivo.
Mal consigo me mexer pelo peso do corpo dele. Seus movimentos ficam mais desajeitados e erráticos. Sinto o sêmen se movendo dentro de mim e as últimas enfiadas. Peço para ele sair depois de alguns minutos. Quando ele sai, me sento sobre a toalha para deixar escorrer e o convido para se sentar ao meu lado, à minha esquerda.
Nós dois ficamos recostados no encosto e eu levanto as pernas, dobrando-as. Apoio o pé direito no banco e o outro entre as pernas dele, ficando levemente aberta. Não abro mão de gozar pela segunda vez.
- Amor, vou me masturbar para você, quero que veja como eu gozo quando estou sozinha. – digo, fazendo olhar de viciada.
Ele espera ansioso e eu começo. Esfrego o clitóris com o dedo médio, o mais experiente de todos. Faço círculos cada vez menores para me dedicar a um ponto específico. Deixo a cabeça cair no encosto e não paro de castigar o botãozinho. Não consigo ver o rosto do Pablo porque estou de olhos fechados. Mas imagino, deve ser um espetáculo vê-lo com cara de bobo, de surpresa.
Sem olhar, deslizo a mão esquerda e seguro o pau dele, sei onde está, posso sentir o cheiro e a proximidade. Começo a punhetá-lo enquanto enfio dois dedos na bucetinha. Quase sem tempo para eles trabalharem, sinto meu corpo estremecer, me... Contorneio como posso. Finalmente chega o orgasmo e eu aproveito tanto quanto o anterior. Abro os olhos e vejo que Pablo não para de olhar minha virilha.
- UMMMM!! Que delícia! As meninas sabem como fazer o prazer chegar rápido… UMMM! – explico entre gemidos satisfeitos.
Quando termino de gozar fico muito relaxada e satisfeita. Para algo improvisado, foi mais do que bom. Por alguns minutos ficamos imóveis, de mãos dadas, recuperando o ritmo da respiração. Depois de um tempinho reajo; preciso levantar e me arrumar, pois temos coisas para fazer. Principalmente eu: preciso ligar para María e perguntar o que ela acha do que comentei com Pablo há pouco.
Me inclino sobre seu membro mole e feliz, dou um beijinho e dedico algumas palavras:
- Obrigada, gatinho, você foi fantástico. Quando quiser já sabe onde estão minhas duas entradas, são inteiramente suas… hahahahaha – estou tão cheia de prazer que não consigo evitar brincar.
Pablo ri também e juntos nos levantamos. Foi muito bom e voltamos à vida.
Poucos minutos depois ligo para María pelo telefone e conto tudo. Ela, surpresa e visivelmente chocada, ri mas reage. Diz que em princípio concorda, mas que precisa consultar Tomás. Combinamos que quando nos vermos à noite, entre drink e drink, comentamos, que ela liga para o namorado depois de desligar e conta tudo.
À noite nos encontramos com a galera em uma pizzaria. Jantamos como sempre; conversamos, rimos e nos divertimos. Ao terminar de comer as pizzas, María e eu vamos juntas ao banheiro, de mãos dadas. Intuo que a resposta que ela me der será afirmativa, mas não quero criar muitas expectativas. No fundo não é algo que tenha buscado de forma premeditada, mas prefiro isso a um trio.
- Caralho, Luz! Você me deixou de pedra no telefone, não sabia que tinha levado tão a sério – ela me diz assim que entramos no banheiro e sem pensar se tem alguma mina nos banheiros. -. Bom, o que você quer que eu diga? O Pablo estava insistindo num ménage e me parece algo muito frio e egoísta da parte dele. – Respondo dando minha opinião – prefiro uma troca de casais, assim os dois estão em igualdade. -. Pois é, acho melhor também. O Tomás está mais que animado… Sabe que ele gosta muito de você, sua safadinha? – responde de forma maliciosa, como querendo investigar. Nesse momento entra uma garota nos banheiros e deixamos o assunto. Esperamos um pouco, disfarçando, até a mina ir embora. -. A verdade é que desde o que aconteceu com meus pais, minha mentalidade mudou um pouco, não levo mais tudo tão a sério. – continuo sem saber muito bem onde tínhamos parado a conversa. -. Você não imagina como senti por você, eles eram quase o casal perfeito. É lamentável que por questões de trabalho tudo acabe – tenta me consolar. -. Pois é, mas bom, quase que é melhor assim. Se não tivessem escolhido o caminho que queriam, talvez com o tempo tivesse sido pior – termino dizendo e voltamos para os outros. Durante o resto da noite, Pablo e Tomás conversaram muito. Quando perguntei, disseram: “coisas sem importância”. Mentira! Eu sei bem, mas não quero ficar chata. Por outro lado, Maria e eu continuamos fazendo planos. O resto do grupo não tem nem ideia do que está rolando e não temos intenção de que saibam. Depois de um bom tempo, quando estamos num bar, Tomás se aproxima de mim. -. Como vai tudo, Luz? Imagino que você está certa sobre amanhã… Ou tem dúvidas? – me pergunta de forma direta e com muita confiança. -. Acho que sim, Tomás. A verdade é que me dá um pouco de vergonha, mas prefiro que sejam vocês e não uns desconhecidos. Conheço vocês há muito tempo e não consigo imaginar um casal melhor – respondo mostrando certas reticências, mas decidida. Mudamos de assunto e esquecemos isso pelo resto da noite. Maria e eu planejamos tudo mais ou menos e pouco resta para conversar. Ambas o Então, a gente planejou o seguinte: Os caras toparam o que a gente decidir.
Chega sábado à tarde. O relógio de parede da cozinha marca 19h, a hora marcada para Tomás e Maria virem pra cá. O importante vai ser depois do jantar, mas a gente combinou de se encontrar umas horas antes pra ficar um tempinho juntos e ir aliviando os nervos, ou o que cada um estiver sentindo. Passamos quase o tempo todo na varanda, eu tinha regado meia hora antes pra refrescar.
Por volta das nove, Tomás, vendo que a gente esvaziou as cervejas, vai pra cozinha buscar mais. Na sequência, eu sigo ele, falando que vou ao banheiro. Não é verdade, entro na cozinha e finjo que tô fazendo alguma coisa. Quando Tomás se vira pra sair, pego a mão dele e, sem dar tempo de reagir, beijo ele na boca. Ele, sem saber o que fazer ou pensar, se deixa levar e corresponde. Durante uns segundos intermináveis, a gente se beija de leve.
— Te incomodou que eu fiz isso? É pra ir quebrando o gelo. Não acho que seja pior do que o que vem por aí — digo, justificando minha ação. — Hahaha, você tem um gosto gostoso nos lábios — acrescento pra suavizar o momento.
— Não, não me incomoda, Luz, mas você me surpreendeu, é muito ousada — responde diplomaticamente.
— A gente tinha planejado isso, Maria e eu. Ela tá fazendo a mesma coisa com o Pablo agora — respondo, confessando nosso segredo.
Ele se surpreende, porque não sabia de nada, e eu volto a beijá-lo, mais intensamente. Enquanto a gente se beija, deslizo a mão por baixo e aperto o pau dele por cima da calça. O coitado não sabe onde esconder a cabeça de tanta vergonha que sente. Mesmo assim, continua correspondendo ao beijo longo e, reconheço, muito sensual: ele beija bem mesmo.
Durante uns minutos, a gente continua se beijando enquanto eu vou mais fundo dentro da calça dele e ele por baixo da minha minissaia. Gosto das mãos dele, são grandes e fortes pro meu corpo delicado. A gente decide voltar pro Pablo e a Maria. Quando chegamos na varanda, encontramos Maria sentada no colo do meu cara, se beijando de língua. Quando entro, ela se levanta assustada e um pouco envergonhada.
- Hahahaha Maria, não fica tímida não, pra isso que a gente tá aqui hoje... Esqueceu? – digo, minimizando a situação, mais do que feliz porque: Antes de chegar, já tinha tomado uns shots de tequila.
- Hahaha, não amiga, é só que não tava esperando. A gente tinha combinado que faríamos isso quando estivéssemos a sós com o casal alheio – responde enquanto se recupera do susto.
- Você gosta da Maria, hein safado! – brinco com Pablo, sentando no colo dele – sei que sim, mas tanto faz se você disser que não, eu adoro o Tomás, então pode ir se ligando – termino desafiando, e todos começamos a rir um pouco mais relaxados.
Para aliviar um pouco mais a situação, me aproximo do Tomás e peço pra ele sentar. Uma vez sentado, faço o mesmo, no colo dele, de lado, e voltamos a nos beijar. Maria, já mais calma, me imita e faz o mesmo com o meu boy.
Meia hora depois, Maria e eu vamos juntas pro meu quarto. Lá, seguimos com a segunda parte do plano: esquentá-los e continuar baixando o pouquinho de tensão que possa ter sobrado. A gente se despe e cada uma coloca um biquíni. Assim voltamos pra varanda. Os dois caras ficam de queixo caído, sem saber o que dizer ou fazer.
- Caralho, como você tá gostosa, Maria! – exclama Pablo olhando ela dos pés à cabeça.
Tomás, pra não ficar atrás, me diz uma galanteria parecida, e as duas nos mostramos satisfeitas e agradecemos. Nos olhamos satisfeitas com o bom andamento do plano. Os caras, mais timidamente, tiram as camisetas numa tentativa de dar sua contribuição. Fico pensativa: “O Tomás tá realmente mais gostoso do que eu imaginava! Já vi ele de sunga muitas vezes, mas nessa situação ele ganha muito. Não tem um corpo de modelo, mas sinto que é muito bem feito. Além disso, sempre gostei muito do rosto dele”.
A temperatura do ambiente sobe e já não tem mais como parar. Maria e eu a gente começa a brincar com a mangueira, nos molhando entre brincadeiras e risadas. Quando cansamos, ficamos as duas encharcadas até os ossos. Os mamilos das duas ficam marcando no biquíni, algo que não passa despercebido por eles. Discretamente, arrumam o pacote nas calças. Com certeza foram crescendo e buscando caminho para se expandir.
Maria tira a parte de cima do biquíni e senta sobre Pablo, com as duas pernas abertas e de frente para ele. Beija-o na boca, no pescoço e convida-o a tocar seus peitos. Ele faz isso e isso me deixa excitada e sinto um pouco de ciúmes. Para não ficar atrás, sento na mesma posição sobre Tomás, chegando a me colocar sobre o pau dele. Convido-o a me tirar o sutiã do biquíni e ele faz sem perder um segundo. Aproximo sua cabeça dos meus seios e ele os beija e lambe com vontade. Maria e Pablo estão praticamente fazendo o mesmo. Deslizo um pouco mais sobre o pau de Tomás para senti-lo na bucetinha, através do tecido grosso do jeans. Assim passamos um tempo, sem ir além, até a hora do jantar.
Quando nos levantamos para entrar na sala, Maria fica na entrada e diz:
- Vamos ver, meninos, quem quiser jantar tem que entrar na sala sem calças – ela avisa com cara séria, segurando o riso, e os dois obedecem sem perder tempo.
- Hahahaha! Olha como estão os coitadinhos! – chamo a atenção de Maria para os volumes que, nas cuecas, denotam a excitação dos dois.
Dessa forma, começamos a jantar, os quatro vestidos apenas com o calçado e a roupa íntima que cobre nossas vergonhas. Na mesa, Maria senta ao lado de Pablo de um lado, e eu, junto com Tomás, no lado oposto, um de frente para o outro.
Como o tampo da mesa é de madeira, não tem como ver o que acontece embaixo. Assim, depois de um tempo e quando Tomás não espera, tiro o pé do sapato, estico a perna e busco seu membro. Me custa um pouco encontrar a posição exata, mas finalmente consegui. Com o pé descalço, começo a brincar na virilha dele. Ele não se mexe, continua jantando como se nada estivesse acontecendo. Mas não consegue esconder que está gostando e que quer que eu continue.
Maria está fazendo o mesmo com o meu boy, mas o Pablo não sabe disfarçar muito e dá pra ver no rosto dele que está curtindo. Isso me agrada e me anima a continuar com mais agilidade sobre o Tomás. Ele já não consegue evitar fazer expressões de prazer mais visíveis. Tudo está indo bem, penso, e isso me relaxa completamente.
Já terminamos de jantar e não tenho vontade de ir à cozinha buscar a sobremesa, o que estou fazendo me excita e não quero parar. Finjo que não é nada e continuo massageando o pau do Tomás com mais vontade. O coitado não consegue evitar soltar um pequeno gemido e todos nós rimos, menos ele, que fica envergonhado.
- O que foi, Tomás, tá com vergonha agora? – pergunto, fazendo carinha de menina boazinha.
- Não, não é isso. É só que fico sem graça de você fazer isso enquanto a Maria e o Pablo continuam jantando tão tranquilos – responde, justificando o deslize.
- Hahahahaha, amor, você é tão fofo! Olha debaixo da mesa – responde Maria, convidando ele a olhar.
Tomás se inclina e olha. Não consegue esconder novamente a vergonha pelo novo vacilo. Pode ver como a namorada dele está fazendo o mesmo no pau do meu amor. Ele respira fundo e começa a rir, contagiando os outros.
- Não se preocupa, Tomás – digo com voz doce – espera e você vai ver, não se mexe aconteça o que acontecer. – ordeno.
Afasto a cadeira para trás, fico de quatro e vou rastejando até chegar com a cabeça na posição dos joelhos dele. Com a mão direita, tento pegar o membro dele por cima da cueca. É do tipo boxer e custa um pouco adivinhar a posição do brinquedinho dele. Finalmente encontro e massageio devagar e com suavidade. Ele geme de novo baixinho e todos nós rimos novamente.
Maria continua sentada, massageando com o pé o pau do Pablo. Me animo e desaboto os dois botões da braguilha da roupa de Tomás e enfio a mão para conseguir. Agarro firme o pau dele e penso no tamanho e no prazer que ele pode me dar daqui a pouco. Outro gemido escapa da boca dele, mas ninguém mais ri, estamos os quatro muito concentrados.
- Tá bem, Tomás? - pergunto sem parar de acariciá-lo.
- Tá sim, Luz, tudo bem - ele responde mais relaxado.
- Agora vou fazer uma coisa que vai te relaxar de vez, não fica com vergonha. Eu também tô tremendo que nem gelatina, mas vou em frente. - termino dizendo, confessando meus sentimentos.
Depois dessa conversinha íntima, puxo o pau pela abertura da calça. Seguro com as duas mãos e começo a brincar com ele. Vejo Pablo se levantar da cadeira, ficar do lado de Maria, e ela tirar o pau dele e começar a chupar. Ao ver a cena, começo a molhar a calcinha do biquíni. Como dá, tiro ela sem sair da posição. Essa postura me deixa a mil, principalmente a ideia de chupar o pau duro do Tomás debaixo da mesa.
Quando olho de novo pra virilha do meu novo amante, posso observar com espanto e satisfação ao mesmo tempo que ele é muito grande, um pouco mais que o do meu namorado. É o primeiro pau que vejo ao vivo depois do Pablo, e tô gostando muito.
Sem pensar mais, pego ele de novo com as duas mãos e deslizo da base até a cabeça e vice-versa. Tento ter uma ideia do volume e fico ainda mais surpresa. Maria não para de fazer um boquete no amante dela e, sem pensar mais, enfio essa coisa enorme que tenho nas mãos na minha boca. Tomás geme de novo, sinal de que tá gostando. Começo a chupar com vontade, porque já perdi qualquer timidez que tivesse.
Ouço Pablo gemer e um barulhinho de chupada vindo da boca da Maria. Fico mais excitada e aumento a velocidade, me esforçando ao máximo para satisfazer o Tomás. Ele já não segura os gemidos, e isso me anima a esfregar o clitóris com a mão esquerda. Uffff... tô ficando muito tarada com a cena, com a situação geral.
Depois de alguns minutos, paro o boquete e saio de baixo da mesa, andando de costas. Contornando a mesa, passo na frente de Maria e Pablo e beijo ele na boca, com desejo e satisfação.
- Gostou, amor? - pergunto no ouvido dele, desejando uma resposta positiva.
- Sim, meu bem, adoro como a Maria chupa - ele responde entre pequenos gemidos.
Continuo meu caminho até o Tomás. Ele me olha intrigado com meu próximo passo. Quando chego perto, vejo que ele ainda está com o pau pra fora, não ousou guardar de novo. Isso me enche de alegria e satisfação. Me aproximo do ouvido dele e sussurro:
- Me dá a mão e vamos pra varanda, vamos ficar mais fresquinhos.
- Você manda, Luz, vamos onde você quiser - ele responde inquieto.
De mãos dadas, vamos pra varanda e eu me jogo na espreguiçadeira, olhando pro céu. Nem prestei atenção no que Pablo e Maria estavam fazendo. Que importa, eu vou no meu foco! Estou com as pernas de cada lado da espreguiçadeira, levemente flexionadas e com a bucetinha exposta. Tomás se posiciona na minha frente, pega uma almofada da poltrona próxima e se ajoelha em cima dela, no chão. Aproxima a boca da minha virilha e começa a me comer desesperado a xota: deve querer me agradecer pelo boquete que fiz nele. Depois de alguns segundos, meu corpo se contorce de prazer. Tomás empurra minhas pernas pra cima e sobre a barriga. Com certeza não estava numa posição boa e busca uma mais confortável pra acessar a fenda.
- Ummmmm! - um leve mas prazeroso gemido escapa da minha boca.
Ele está chupando minha região íntima de forma magistral. Não me surpreendo, a Maria adora e ele deve ter bastante prática. Enquanto isso, acaricio meus seios, belisco os mamilos. Com a mão livre, acaricio o cabelo do meu canibal, do garoto que está comendo minha bucetinha, os lábios e o clitóris. Ele está me matando de prazer.
- UMMMM! - um segundo gemido desliza pelos meus lábios, mais forte e satisfeito.
Depois de poucos minutos, afasto a cabeça do Tomás com ambas manos. Ele tenta se levantar.
- Não, Tomás. Não se levante, fique de joelhos, no mesmo lugar. – eu suplico e ele atende.
Deslizo meu corpo em direção a ele. Quando chego perto, percebo que minha buceta fica um pouco mais baixa que o pau dele. Peço que ele pegue outra almofada e coloque embaixo da minha bunda. Ele obedece, pega a almofada, me levanta e a coloca debaixo de mim. Agora sim, nossos sexos estão na mesma altura. Ouço os gritos da Marie vindo da sala. Não consigo vê-la, mas imagino que o Pablo esteja chupando ela ou metendo.
Não aguento mais e peço ao Tomás que me penetre, com calma, fazendo com que eu sinta cada centímetro que ele entrar. É assim que ele faz, e meus gemidos e gritinhos ficam bem evidentes. Penso se algum vizinho que esteja tomando o ar da noite pode nos ouvir. Não me importo! Que se foda e sofra! Quero gozar e não vou me segurar.
Finalmente, o pau dele atinge o fundo da minha boceta dilatada. É maior por dentro do que eu tinha calculado, encaixa perfeitamente: "Vamos ver se ele é mais habilidoso que o Pablo!" penso. Espero que sim, porque a situação me excita como nunca antes.
Inclino meu tronco e cabeça em direção ao Tomás. Com as duas mãos, abraço a nuca dele. Me aproximo o máximo que posso do seu rosto.
- Me fode, Tomás! Me mata de prazer! Não pense em mais ninguém além de mim. Por um tempo, serei só sua. – sussurro enquanto morro de vontade de sentir uma sinfonia com a flauta dele.
Ele tenta responder, mas peço que não fale, que apenas aja. Começo a me mexer e ele mete com vontade e energia. Nos beijamos, e com isso abafo os gemidos dele, quero sentir o calor da respiração dele nos meus lábios, isso me deixa muito mais excitada. Começo a perceber a maestria dele na foda e penso em como a Maria deve se divertir com ele.
- Como você faz bem, amor! Você está me matando de prazer!... UMMMMMMMMMM! Não sabe como invejo a Maria – digo enquanto gemo satisfeita, incentivando ele.
O ritmo que ele alcançou é muito rápido. e sem sentir os preâmbulos do orgasmo, gozo como uma louca, gritando e pedindo mais e mais. Ao me ouvir, ele se anima e se esforça ainda mais. Essa pica está realmente me secando por dentro. A buceta começa a chapinhar a cada enfiada e lentamente começa a escorrer por onde encontra uma mínima fresta.
Os gritos da Maria ganham força e aumentam de decibéis. Pode ser que ao me ouvir ela tenha se animado, ou pode ser que o Pablo realmente esteja metendo com força. Meu orgasmo terminou e percebo que a buceta já não está chapinhando: possivelmente tenha ficado seca. Solto-me do pescoço dele e me deito, buscando ar, expandindo os pulmões.
Me sinto um pouco exausta, mas não penso em parar: “Ainda quero mais, muito mais!”. Aproveitando que o Tomás ainda não gozou, decido mudar de posição.
- Tomás, por favor, para. Vamos mudar de posição, estou me sentindo um pouco cansada e a bocetinha está ardendo – peço com voz dengosa e sugestiva.
- Como quiser, Luz. O que você quer fazer agora? – pergunta, disposto a qualquer coisa.
- Saca um pouquinho e eu me viro. – termino de ordenar com doçura.
Ele obedece e me posiciono de costas para ele, olhando para a espreguiçadeira, de joelhos no mesmo travesseiro que ele: é grande e cabemos os dois perfeitamente. Adoto quase a posição de cachorrinha e posso ver claramente, agora sim, como a Maria está sentada sobre o Pablo, ambos no sofá. Não consigo ver se ele está penetrando na buceta ou no cu. Paro de olhar e volto novamente ao meu mundo, quero ser penetrada outra vez pelo meu amante. Estou morrendo de vontade que ele faça com a mesma delicadeza e maestria.
- Tomás, mete por trás! Não tenha receio. Não tema pelo meu bumbum, ele saberá te acolher bem – volto a suplicar pela enésima vez.
Ele cumpre meu desejo, mirando certeiramente no ânus. Enfia a cabeça e sinto como me dilata mais do que o Pablo consegue quando me come. Continua empurrando até que consegue se perder completamente dentro de mim.
- HAAAAA! – Solto um pequeno grito de dor – não se assuste, Tomás, é normal que ao Se doer um pouco ao entrar – eu o tranquilizo.
Começo a me mexer e ele acompanha meus movimentos. Entra e sai de mim cada vez com mais leveza e menos dor. Acabo gostando depois de alguns segundos. Realmente gosto de senti-la dentro. Seus movimentos aceleram e começo a arrastar a espreguiçadeira pelo chão: Vai e vem, com meu corpo. Levanto o torso e como posso encosto minhas costas no peito dele, sem que saia: A posição é perfeita pois temos a mesma altura.
Nessa posição sinto ainda mais prazer e levada por ele, ergo os braços e o abraço pela nuca como posso. Ele está me comendo num ritmo muito acelerado e me sinto morrer. Mantém uma mão no meu quadril esquerdo e com a direita acaricia meus peitos, os aperta: suas mãos são grandes e os cobrem bem.
– EU GOZO! – ele grita possesso.
– Goza na minha bunda, não goza dentro – ordeno entre gemidos de prazer.
Me inclino novamente para frente para voltar à posição de cachorrinho. Ele tira de minhas entranhas e lança um jato de porra que chega quase até a metade das minhas costas. A esse segue outro que fica mais curto e banha a parte superior da bunda. Depois um terceiro menos abundante mas igualmente quente e grosso.
Sentir a porra dele no meu corpo me excita demais e ajudada pela minha mão consigo arrancar um segundo e intenso orgasmo. Dessa vez quase não gozo, mas o prazer é enorme.
Quando consigo me acalmar mal consigo me mexer. Mesmo assim me levanto e peço que ele também o faça. Levo ele comigo até a boca da mangueira de água. Me ajoelho na frente do pau e abrindo o jato d'água lavo ele: Quero agradecer tanto prazer de forma generosa. Uma vez terminado, coloco na boca e dou um presentinho extra. Ele merece por ter se comportado tão bem.
Quando entramos na sala vemos que Pablo está recostado no encosto do sofá. Lembro que no dia anterior fui comida por ele no mesmo lugar. Ela está empalada no pau dele, olhando para ele. Cruzo Trocamos olhares com Tomás e sorrimos com cumplicidade. Maria grita que nem uma louca, parece que tá gozando e pede mais.
- ME FODE! - ela suplica entre gemidos de prazer.
Pablo não para até que Maria definitivamente tenha terminado de gozar.
- Que fodedor! Você não vê como o Pablo fode, Luz! - Maria me diz sem parar de ofegar e com claros sinais de que curtiu muito.
Tomás e eu sorrimos ao lembrar da nossa vez. Maria fica deitada sobre o peito do meu boy, esmagando os peitões dela contra ele: Devem ser quase o dobro do tamanho dos meus e com uns mamilos bem generosos. Não consigo evitar sentir inveja deles. Ela tá exausta e tenta se acalmar. Pablo tá segurando a bunda dela e não solta. Minha cara sorridente é claro sinal do prazer que recebi e da expressão de felicidade que reflete no rosto do meu amor. Eles ficam nessa posição mais um tempinho, com o pau dentro da buceta da Maria.
- Pablo, amor, você gozou, querido? - pergunto intrigada, quase não ouvi ele o tempo todo.
- SIIIM, - responde Maria - você não vê como ele encheu minha buceta meia hora atrás - ela continua me dando mais detalhes.
- Vocês transaram de frente o tempo todo? - pergunto curiosa.
- Sim, amiga, você não imagina o prazer que esse pau me dá na minha xereca - ela confirma - mas calma, assim que eu recuperar o fôlego a gente resolve esse pequeno detalhe - ela termina me surpreendendo e intrigando.
Tomás e eu nos aproximamos da mesa e tomamos um pouco de vinho. Tá morno, mas pouco importa. Sem dizer nada, nos olhamos pensativos. Ambos devemos estar pensando a mesma coisa: O que Maria quis dizer com essa última frase intrigante? Não vejo o Pablo com disposição para encarar uma enrabada na bunda generosa da minha amiga. Mas logo tiramos a dúvida.
- Tomás, meu amor, chega aqui! - ordena Maria, aumentando a intriga.
Ele se aproxima e fica ao lado direito dela. Ela percebe que o pau dele tá meio caído e decide fazer subir: Beijando, lambendo e finalmente chupando ela. Não demora mais de dois minutos quando, por fim, o aríete que perfurou meus dois orifícios recupera o vigor.
– Me fodem os dois ao mesmo tempo! Quero sentir os dois paus dentro – ela suplica, exausta, para o espanto de todos.
Tomás parece motivado e aceita. Pablo parece ressuscitar e também topa a experiência. Se o pau estava mole dentro de Maria, deve ter crescido como por magia. Ela levanta a bunda o máximo que pode, sem que o instrumento do meu boy saia. Tomás se agacha atrás e, com uma investida certeira e firme, enfia tudo dentro da sua garota.
Os três começam a se mover desajeitadamente, a posição não parece nada confortável. Sento-me numa poltrona e fico olhando surpresa, mas intrigada. Nunca tinha visto nem imaginado essa cena, só nos filmes pornô. Os movimentos dos três parecem se sincronizar e Maria começa a gritar de novo como uma possessa. Não leva mais de três minutos para ela gozar, com os gemidos e gritos aumentando. Deve estar arranhando o céu.
Sentada, sinto um formigamento por todo o corpo, de novo estou com tesão e começo a me masturbar. A cena me excitou demais. O dedo não para de entrar e sair de mim. Quando o trio termina, Maria me surpreende de novo.
– Tá vendo? É isso que acontece quando se faz um trio – ela me informa, como se soubesse por experiência própria.
– Não, não, deixa, já tive o bastante – respondo, me justificando.
– Vem, não seja boba! – ela insiste.
– Vamos, amor, não tem problema – diz Pablo, se juntando aos apelos de Maria.
– Tá bom, valeu! Mas só um pouquinho, só pra experimentar – aceito, para agradá-los e por curiosidade.
Tomás sai de Maria e se afasta. Ela se levanta e também se retira. O caminho fica livre para eu me acoplar a eles. Pablo me pede para sentar sobre ele, de costas, e enfiar no cu. Ele acrescenta que Tomás, como conseguir, me penetre pela buceta. A ideia me agrada, não sei se conseguiria aguentar aquele pau outra De vez em quando por trás.
Me sento no meu cara e a introduzo cuidadosamente no cu. Ele me puxa contra o peito, enquanto Tomás levanta minhas pernas o máximo que pode. Ele se agacha e a mete devagar, como consegue. Uma vez dentro, ele começa a me foder a buceta e com esse gesto, Pablo começa a fazer o que pode por baixo. Os movimentos são milagrosamente sincronizados e começo a gostar. Não demoramos muito para perder o ritmo e a posição me cansa. Deixo os dois sabendo e Maria propõe fazer como ela, afirmando que é mais confortável e prazeroso. A putinha está curtindo me ver fazendo papel de boneca de posto.
Tomás concorda com minha amiga e insiste. Aceito e me posiciono sobre Pablo, introduzindo na vagina. Tomás se posiciona e me empurra para frente, deixando o cu à mercê dele. Sem contemplações, ele me penetra até o fundo e começa com uma metida e tirada matadora. Sinto que ele está destruindo meu cu e Pablo não colabora muito, excitando minha xotinha.
- Pablo, meu filho, chupa com jeito que você parece um morto, oh, oh – ordeno um pouco contrariada e gemendo.
Como pode, ele colabora e começo a me sentir mais confortável. Nosso amigo não para de castigar minha retaguardia, com uma energia que me tira o fôlego. Não demoram a chegar os gemidos e os gritos. Realmente, Tomás está castigando meu cu e me partindo ao meio. Acho que ele pretende gozar pela segunda vez. Dessa vez não me importarei se ele fizer dentro: afinal, Pablo gozou dentro da Maria.
- Maria, traz uma toalha do banheiro, por favor, não quero manchar o estofado se eles gozarem – ordeno energicamente para que ela se apresse.
Pablo mal consegue se mover, mas faz o que pode para estimular minha buceta. Por outro lado, Tomás embiste pelos dois. Ele faz tão rápido e forte que acho que não vai demorar para soltar a porra.
- Isso, Tomás, não para, cabrão! Me dá bem forte, por favor! - Estou tão excitada e com vontade de curtir de novo que deixo escapar o primeiro palavrão para ele. María volta com a toalha e se senta ao lado dos três, pronta para quando chegar a hora.
- PORRAAAAA!! Você tá me destruindo – grito de novo.
Tomás já não aguenta mais e, parando quase de repente, enche meu reto de porra.
- ISSOOOOOOOO – ele grita exausto e muito satisfeito.
- Me dá tudo, meu bem, não guarda nem uma gota! – animo ele, agradecida por uma segunda enrabada que me deixou à beira de outro orgasmo.
Quando ele termina de gozar, parece não ter forças para mais nada. Sai de mim e María se apressa em me tapar com a toalha. Depois de fazer isso, ela agarra o namorado pela cintura, coloca ele na sua frente e dá uma chupada rápida pra limpar o pau com a boca. Ao ver isso, longe de sentir nojo, fico ainda mais excitada e cavalgo com vontade em cima do Pablo. Não demoro mais de um minuto para gozar de novo, quase com a mesma intensidade da primeira vez. Pablo não aguenta mais e parece se render, mas satisfeito: a julgar pela carinha de felicidade dele. Minha cara é ainda mais expressiva: gozei três vezes e aproveitei cada uma delas.
Termino me levantando e me sento sobre a toalha, ao lado da María. Nenhum dos quatro tem forças no corpo e ficamos um bom tempo descansando. Tomás está sentado no sofá, à minha esquerda. Estico a perna como posso e com o pé acaricio o pau dele. Está quase totalmente mole.
- Valeu, Tomás, você foi incrível! – digo mostrando um sorriso de agradecimento sincero.
Ele não responde e eu volto a perna ao lugar. Depois de um tempo, saio para a varanda buscando ar e tranquilidade na espreguiçadeira. Fico lá por meia hora, com os olhos fechados e pensando.
Quando volto para a sala, não tem mais ninguém: cada um deve ter ido dormir quando teve forças. Apago as luzes, vou ao banheiro me limpar e finalmente me deito com o Pablo. São mais de duas da madrugada e, naquele momento, minha cama me parece o lugar mais confortável do mundo. Sem perceber quando, adormeço.
Pela manhã me Acordo depois do meio-dia, com vontade de mijar. O Pablo ainda tá dormindo: Coitado, o esforço da noite anterior deixou ele que nem um zumbi, a Maria é mulher demais pra qualquer um. Abro a porta do banheiro e encontro o Tomás fazendo exatamente o que eu tô querendo fazer. Quando ele termina, lava o rosto enquanto eu, com a maior naturalidade do mundo, sento pra esvaziar o vinho e os líquidos que tomei durante a noite.
Começamos a conversar como se a parada de ontem à noite fosse a coisa mais normal do mundo. Os dois estamos completamente pelados e sem nenhuma vergonha. Peço pra ele se aproximar de mim, que continuo sentada, mesmo tendo terminado de mijar faz uns dois minutos. Enfio o pau dele na boca e beijo.
- Valeu mesmo, ontem à noite você me deu muito prazer pelos dois buracos – falo com o pau como se ele tivesse vida própria.
Isso faz ele crescer até atingir todo o seu esplendor. Ao notar a excitação do Tomás, começo a chupar com vontade por alguns minutos. Depois desse tempo, ele me levanta, me fode no ar e, como se eu fosse uma boneca, me senta com as pernas abertas em cima do móvel onde a pia tá embutida. Nessa posição, ele me dá uma foda que me faz relembrar a noite anterior.
“Sem dúvida, isso abria um mundo novo de possibilidades pra mim”, pensei. Pensar em repetir com o Tomás me deixou louca por um tempo. Claro que isso aconteceu mais de uma vez: Os quatro juntos e uma vez sem que o Pablo e a Maria soubessem. Imagino que eles também se viram e transaram, mas nenhum de nós comentou nada.
É isso, devido às minhas reticências sobre fazer um ménage, acabamos numa troca de casais que, no que me diz respeito, me deixou completamente satisfeita. Sem contar as possibilidades que isso trouxe nos meses seguintes. O ménage não me pareceu uma boa ideia naquela ocasião, por causa do egoísmo que, pra mim, significava duas pessoas aproveitando uma ou essa aproveitando duas, “Tanto faz, faz tanto”.
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Me consola saber que eles se amavam. Mas com o tempo, se um dos dois tivesse que abrir mão da carreira, certamente a frustração e o conformismo teriam cobrado um preço pior. Quem sabe, talvez um dia eles voltem a ficar juntos! Se as circunstâncias certas surgissem, seria possível. Esse pensamento é o que, de certa forma, me conforta. De qualquer maneira, a relação deles continuou muito cordial até hoje.
Embora essa solução salomônica não tenha sido do meu agrado, no fundo eu respeitei e compreendi. Dentro do que era ruim, era a melhor das soluções. Apesar disso, me senti perdida: não conseguia decidir com qual dos dois iria morar. Eu os amava igualmente, e essa dúvida me matava por dentro e influenciava meu estado de espírito e os estudos.
Foi por essas razões que peguei o caminho mais fácil: pedi ao Pablo para irmos morar juntos, porque me sentia preparada e porque queria ficar com ele o tempo todo. Depois de pensar por algumas semanas, ele disse que concordava e que poderíamos tentar. Não tínhamos trabalho, já que os dois estávamos na universidade. Mas a gente daria um jeito.
A solução veio dos nossos pais. Eles entenderam nossa posição e sabiam do carinho que sentíamos um pelo outro. Depois de conversar conosco, decidiram que nos ajudariam financeiramente; nos dariam dinheiro para o aluguel, para comer, para as despesas da casa, estudos e também para nossas coisinhas.
Eu só... Eu tinha 18 anos e o Pablo, 19. Se a gente se virasse bem, daria pra tocar a vida sem aperto e terminar a faculdade. Minha mãe sabia de um amigo dela que tinha um apartamento vazio; ele só usava de vez em quando, mas principalmente mantinha como investimento. Ela falou com ele e convenceu a nos alugar, que ela se responsabilizava pelo pagamento do aluguel. Argumentou também que, assim, o apartamento ficaria habitável e melhor conservado, limpo e mais apresentável para possíveis compradores, caso um dia ele resolvesse vender.
Já estávamos há quase seis meses morando juntos no nosso ninho. Era lindo, bem localizado na cidade e eu era muito feliz. Adorava arrumar tudo pra parecer um lar de verdade, onde a gente pudesse ser feliz juntos. Nos estudos, a gente se dava super bem e nossos pais estavam bem satisfeitos por terem dado a aprovação: no começo teve umas dúvidas, mas tudo se dissipou.
Durante a semana, a gente estudava pra caramba e vivia a vida de casal, mas nos fins de semana a gente se divertia muito com os amigos e amigas. Costumávamos chamar eles pra jantar, organizávamos uns encontros ou simplesmente convidávamos pra tomar um café ou uma cerveja. Isso não impedia que, durante a semana, ele ou eu convidássemos alguém pra ver o jogo de futebol ou só bater papo ou estudar.
Nossas relações sexuais eram como as de qualquer casal; a gente transava em qualquer canto da casa, de qualquer jeito ou em qualquer posição, éramos jovens e gostávamos de experimentar. Eu tomava a pílula quase desde que começamos nossa vida independente. Isso agradava principalmente ao Pablo — finalmente ele tinha se livrado das camisinhas! É verdade que pra mim também era mais gostoso ou prazeroso fazer "no pelo". Descobri um mundo novo de sensações e prazeres que com a camisinha não eram tão intensos; adorava sentir a porra dentro da buceta, misturando com meus fluidos, quentinha e cremosa, e isso fazia meus orgasmos serem mais intensos e frequentes. Nesses seis... Em alguns meses, fui de ter um ou dois por sessão, até chegar a quatro em alguma ocasião muito especial.
Isso não era algo que me preocupasse nem um pouco, mas mesmo assim decidi consultar a ginecologista, em um dos meus exames de rotina. Ela me disse que provavelmente eu era uma das tantas mulheres multiorgásmicas, que era algo muito comum e natural.
Fazia alguns meses que o Pablo vinha me propondo a ideia de fazer um ménage com outra garota, algo que o excitava muito imaginar. Mas que, de qualquer forma, ele estava disposto a considerar com outro cara, ou seja, dois caras para mim se isso me motivasse mais.
Não era uma ideia que me incomodasse ou preocupasse, pois, depois do que aconteceu com meus pais, eu tinha ficado muito de boa e mais aberta a experimentar: se eles terminaram daquela forma, o mesmo poderia acontecer comigo e o Pablo, então era melhor curtir ao máximo.
Uma sexta-feira, depois do almoço, nenhum de nós tinha aula e decidimos passar a tarde em casa, aproveitando o sol na ampla varanda. Nesse sentido, tivemos sorte, porque a casa tinha uma varanda de uns 20m²… Um luxo para nós! Eu a tinha deixado bem gostosa (bonita); tinha enchido de plantas, tínhamos uma cadeira de balanço para duas pessoas, dois grandes guarda-sóis, várias poltronas de vime, uma mesinha redonda combinando com as poltronas e um vidro que a cobria, uma torneira com mangueira para regar nos dias de calor e, por que não? Nos refrescar também.
Então, saímos para a varanda, tomar um café juntos e conversar sobre nossas coisas. Depois de umas duas horas, a conversa derivou para assuntos sexuais. Mas o Pablo, de forma inteligente, me leva para o terreno dele e puxa o assunto que não sai da cabeça dele: fazer o ménage com outra garota ou cara, o que eu quisesse.
– Olha, Pablo – começo a dizer – em princípio, não é algo que me chame muito a atenção, porque, apesar de pensar friamente, não acho justo que um de nós dois curta o dobro, não sei se me entende – terminei de opinar.
– Te Entendo, Luz, mas é inevitável num ménage a não ser que… responda para frear de vez.
- A não ser que… o quê? – pergunto – Não tô te entendendo, fala o que tem que falar sem rodeios, somos grandinhos – tento fazer ele se soltar.
- Pois olha: tenho um colega na faculdade que tá saindo com uma mina, com certeza vocês se conhecem… – ele começa a explicar de novo mas para outra vez.
- Olha, Pablo, não vou passar a tarde perguntando nem jogando adivinhação… Fala logo o que tem que dizer sem enrolação! – insisto um pouco impaciente.
Depois dessas palavras, ele engata e não para mais de falar. Me conta que esse amigo e a namorada dele são um casal com quem saímos umas duas vezes há mais de um ano e meio. Eu quase não lembro deles e por isso faço cara de indiferença. Ele continua me contando que conversou com o amigo, pois sabe que alguma vez, com a namorada, eles já fizeram swing com outros casais. Nesse momento eu corto ele.
- Não me diga que você quer que a gente faça swing com eles! Tô te vendo chegar… kkkkk… kkkkk… kkkkk – respondo surpresa e com cara de boba sem parar de rir.
- É tão ruim assim? Se for, fala, mas não zoa – ele me responde sem mostrar um sorriso.
- Não, amor, não fica bravo, por favor, não tô rindo de você… é só que seu amigo não me atrai nada e ela me parece uma chata! As duas vezes que saímos, fiquei com vontade de sumir no ar, mas não sabia como te falar sem te chatear – replico tentando suavizar o clima.
- Então não me ocorre mais nada – ele resmunga desiludido e resignado.
- Vamos ver, te conto. Outro dia falei com a Maria, sabe que ela tá saindo com o Tomás?
- É, você me disse há uns dois meses, acho que lembro – responde com cara de não lembrar de nada.
- Não, amor, te falei há cinco, eles começaram logo depois que a gente veio morar junto! É que às vezes você não fica sabendo de nada! – respondo segurando a risada pra não deixar ele puto. tudo.
Ele fica alguns segundos pensando e finalmente acende a lâmpada na cabecinha dele... Nossa, como demorou!
- É verdade, agora lembrei. E como eles estão? – me pergunta meio alheio, dando tiros no escuro.
- Bom, estão bem, você devia ter percebido. Desde então a gente tem ficado com eles e com o resto da galera várias vezes... mas tanto faz, isso é o de menos. A questão é... Você gosta da Maria? – termino perguntando direto.
- Pooois... não sei o que responder, fale o que falar você pode ficar chateada – ele continua perdido e indeciso.
- Só me diz o que pensa, não tenha medo, não fico brava, diga o que disser – respondo num tom conciliador.
- Então sim, gosto muito dela! Ela é uma gostosa! Prefere assim? – termina confessando e me desafiando.
Não consigo evitar rir de novo, mas dessa vez com mais vontade. Vejo ele tão perdido e indeciso por causa do que eu poderia pensar, que não resisto e sento em cima dele e beijo ele pelo rosto todo. Realmente ele me faz rir inconscientemente muitas vezes, e essa em especial. Um cara me fazer rir de forma espontânea é o que mais gosto.
- Bom, como estava dizendo... outro dia falei com a Maria sobre um assunto, acho melhor do que a ideia do ménage. – Começo a explicar – as duas chegamos à conclusão de que seria legal a gente fazer uma troca entre nós quatro. Eu me amarro no Tomás e ela se amarra em você. Nisso a gente concorda. – termino de explicar.
- Ah tá!... Já sei onde quer chegar: Você gosta do Tomás e quer dar pra ele a qualquer custo... Bem quietinha você ficou! – me responde franzindo a testa e muito ciumento.
- Hahahahaha amor, não me diga que está com ciúmes? – pergunto feliz pelo que ele sente – você pode querer comer outra na minha frente ou deixar outro me comer junto com você mas... eu não posso pensar algo parecido? Com alguém de confiança e que eu goste? Por acaso a mina que você escolheria seria uma que não te agradasse? Você gostaria que fôssemos eu e a Maria com você? – jogo uma bateria de perguntas constrangedoras para desarmá-lo.
- Não, não é isso, é só que eu não esperava algo assim. Não imaginava que você e ela falassem desses assuntos – ele responde, se esquivando.
Passamos um bom tempo assim, conversando sobre o assunto e chegando a conclusões. Mas o mais importante é que tomamos decisões: decidimos seguir em frente com o plano e esperar para ver o que eles achariam. Depois de tanto debate e mais um pouco, estou mais do que excitada, fogosa. Pego sua mão, lanço um olhar sugestivo e, sem deixá-lo respirar, o empurro para a sala. Jogo-o no sofá com vontade e, com desejo de guerra, o desnudo completamente.
- O que você tá fazendo, doida? O que deu em você agora? – ele pergunta, sem saber como agir.
Não respondo e começo a tirar minha roupa de forma sexy e lenta, a dois metros dele. Sinto o bonequinho acordando do seu letargo e começando a crescer e crescer. Mal tenho roupa, mas quero que ele aproveite. O coitado não sabe pra onde olhar, com certeza não esperava por isso.
Uma vez completamente nua, me aproximo dele. Ele está sentado, recostado no encosto. Me ajoelho diante do seu membro e, sem pensar duas vezes, o coloco na boca, até o fundo. Começo a chupar com vontade e decisão, não quero deixá-lo respirar, quero que ele me deseje tanto que me foda bem fodida. Me sinto quente e safada como fazia tempo que não acontecia. O tema da conversa foi algo fora do normal.
Seus gemidos e queixumes de prazer não demoram a chegar. Com certeza ele está gostando e começa a colaborar. Com as duas mãos, ele segura minha cabeça, apertando o cabelo contra o crânio, e me ajuda com os movimentos de entrada e saída. Paro para evitar que ele goze… Eu também quero aproveitar!
Me levanto e, me virando, lhe dou as costas, sento no mastro ereto e o enfio até o fundo das minhas entranhas. Entra facilmente e começo a cavalgá-lo de forma ágil e acelerada. Quero senti-lo bem dentro e que me mate de prazer. Tenho uma grande necessidade de apagar o fogo que me queima por dentro. lá dentro, na buceta, no ventre...
Guio as mãos dele para os peitos. Quero que essas mãos firmes os acariciem, os apalpem, os apertem. Ele colabora sem dizer uma palavra, fazendo o que desejo. Ele belisca meus mamilos e nesse momento não consigo evitar...
- UMMMMMMM! Continua assim, machão, não para de beliscar que você sabe que eu adoro! UMMMMMM! – ordeno enquanto ele me faz gozar.
O prazer que ele está me dando faz minha cabeça ir de um lado para o outro sem controle. Como estou gostando!
- Continua, amor, continua! AHHHH! Continua, que eu vou gozar, não para, por favor – a excitação está prestes a me dar um primeiro presente.
Paro bruscamente para começar a cavalgar de novo mais devagar, mais pausada. O orgasmo está me matando e quero aproveitar ao máximo, quero que dure o máximo possível. Ele não para de gemer, também está gostando muito.
- Isso, amor, siiiim! Eu gosto muito! SIIIIII! Não para, por favor, te imploro. – o orgasmo me desorienta e a bocetinha não para de secretar fluidos que me inundam por dentro.
Após alguns momentos incríveis, paro, sem parar de ofegar e tentando recuperar o fôlego. Levanto e corro para o banheiro, com a mão tampando a vagina: não quero que caia uma única gota no parquê ou no estofado do sofá. Após alguns segundos, volto com a toalha pequena do banheiro. Ordeno que ele se levante e estendo a toalha sobre o sofá, ao longo, deixando que uma das laterais fique pendurada um pouquinho.
Deito de bruços, com a perna esquerda pendurada, apoiando o joelho no chão. A direita fica estendida sobre o sofá, abrindo o máximo que posso. Estou tão ansiosa que não consigo esperar mais para senti-lo de novo dentro de mim.
- Amor, me fode bem fodida por trás! Não tenha piedade e faça comigo o que quiser. – suplico com ânsia de gozar de novo.
Pela posição que adotei, ele sabe bem o que quero. Apoia o joelho no chão, junto ao meu, coloca a cabecinha do pau na entrada do ânus, ele cutuca um pouco e sem esperar que eu implore de novo, ele enfia tudo.
Ele se deita sobre minhas costas, me esmagando contra o banco. Começa a me foder com vontade, sabe que eu estou desesperada por isso. O ânus arde um pouquinho, mas logo passa e o prazer vem imediatamente. Solto os primeiros gritos de prazer. Ele acelera a respiração e não para de me destruir por trás, ele gosta da posição e me deixa saber. Ele realmente está me dando um prazer inimaginável.
- AHHHHHHGGGG! – ele grita ao mesmo tempo que inunda meu reto com o sêmen quente.
- Goza, amor! Me enche completamente, não guarda nem uma gota! – eu o incentivo.
Mal consigo me mexer pelo peso do corpo dele. Seus movimentos ficam mais desajeitados e erráticos. Sinto o sêmen se movendo dentro de mim e as últimas enfiadas. Peço para ele sair depois de alguns minutos. Quando ele sai, me sento sobre a toalha para deixar escorrer e o convido para se sentar ao meu lado, à minha esquerda.
Nós dois ficamos recostados no encosto e eu levanto as pernas, dobrando-as. Apoio o pé direito no banco e o outro entre as pernas dele, ficando levemente aberta. Não abro mão de gozar pela segunda vez.
- Amor, vou me masturbar para você, quero que veja como eu gozo quando estou sozinha. – digo, fazendo olhar de viciada.
Ele espera ansioso e eu começo. Esfrego o clitóris com o dedo médio, o mais experiente de todos. Faço círculos cada vez menores para me dedicar a um ponto específico. Deixo a cabeça cair no encosto e não paro de castigar o botãozinho. Não consigo ver o rosto do Pablo porque estou de olhos fechados. Mas imagino, deve ser um espetáculo vê-lo com cara de bobo, de surpresa.
Sem olhar, deslizo a mão esquerda e seguro o pau dele, sei onde está, posso sentir o cheiro e a proximidade. Começo a punhetá-lo enquanto enfio dois dedos na bucetinha. Quase sem tempo para eles trabalharem, sinto meu corpo estremecer, me... Contorneio como posso. Finalmente chega o orgasmo e eu aproveito tanto quanto o anterior. Abro os olhos e vejo que Pablo não para de olhar minha virilha.
- UMMMM!! Que delícia! As meninas sabem como fazer o prazer chegar rápido… UMMM! – explico entre gemidos satisfeitos.
Quando termino de gozar fico muito relaxada e satisfeita. Para algo improvisado, foi mais do que bom. Por alguns minutos ficamos imóveis, de mãos dadas, recuperando o ritmo da respiração. Depois de um tempinho reajo; preciso levantar e me arrumar, pois temos coisas para fazer. Principalmente eu: preciso ligar para María e perguntar o que ela acha do que comentei com Pablo há pouco.
Me inclino sobre seu membro mole e feliz, dou um beijinho e dedico algumas palavras:
- Obrigada, gatinho, você foi fantástico. Quando quiser já sabe onde estão minhas duas entradas, são inteiramente suas… hahahahaha – estou tão cheia de prazer que não consigo evitar brincar.
Pablo ri também e juntos nos levantamos. Foi muito bom e voltamos à vida.
Poucos minutos depois ligo para María pelo telefone e conto tudo. Ela, surpresa e visivelmente chocada, ri mas reage. Diz que em princípio concorda, mas que precisa consultar Tomás. Combinamos que quando nos vermos à noite, entre drink e drink, comentamos, que ela liga para o namorado depois de desligar e conta tudo.
À noite nos encontramos com a galera em uma pizzaria. Jantamos como sempre; conversamos, rimos e nos divertimos. Ao terminar de comer as pizzas, María e eu vamos juntas ao banheiro, de mãos dadas. Intuo que a resposta que ela me der será afirmativa, mas não quero criar muitas expectativas. No fundo não é algo que tenha buscado de forma premeditada, mas prefiro isso a um trio.
- Caralho, Luz! Você me deixou de pedra no telefone, não sabia que tinha levado tão a sério – ela me diz assim que entramos no banheiro e sem pensar se tem alguma mina nos banheiros. -. Bom, o que você quer que eu diga? O Pablo estava insistindo num ménage e me parece algo muito frio e egoísta da parte dele. – Respondo dando minha opinião – prefiro uma troca de casais, assim os dois estão em igualdade. -. Pois é, acho melhor também. O Tomás está mais que animado… Sabe que ele gosta muito de você, sua safadinha? – responde de forma maliciosa, como querendo investigar. Nesse momento entra uma garota nos banheiros e deixamos o assunto. Esperamos um pouco, disfarçando, até a mina ir embora. -. A verdade é que desde o que aconteceu com meus pais, minha mentalidade mudou um pouco, não levo mais tudo tão a sério. – continuo sem saber muito bem onde tínhamos parado a conversa. -. Você não imagina como senti por você, eles eram quase o casal perfeito. É lamentável que por questões de trabalho tudo acabe – tenta me consolar. -. Pois é, mas bom, quase que é melhor assim. Se não tivessem escolhido o caminho que queriam, talvez com o tempo tivesse sido pior – termino dizendo e voltamos para os outros. Durante o resto da noite, Pablo e Tomás conversaram muito. Quando perguntei, disseram: “coisas sem importância”. Mentira! Eu sei bem, mas não quero ficar chata. Por outro lado, Maria e eu continuamos fazendo planos. O resto do grupo não tem nem ideia do que está rolando e não temos intenção de que saibam. Depois de um bom tempo, quando estamos num bar, Tomás se aproxima de mim. -. Como vai tudo, Luz? Imagino que você está certa sobre amanhã… Ou tem dúvidas? – me pergunta de forma direta e com muita confiança. -. Acho que sim, Tomás. A verdade é que me dá um pouco de vergonha, mas prefiro que sejam vocês e não uns desconhecidos. Conheço vocês há muito tempo e não consigo imaginar um casal melhor – respondo mostrando certas reticências, mas decidida. Mudamos de assunto e esquecemos isso pelo resto da noite. Maria e eu planejamos tudo mais ou menos e pouco resta para conversar. Ambas o Então, a gente planejou o seguinte: Os caras toparam o que a gente decidir.
Chega sábado à tarde. O relógio de parede da cozinha marca 19h, a hora marcada para Tomás e Maria virem pra cá. O importante vai ser depois do jantar, mas a gente combinou de se encontrar umas horas antes pra ficar um tempinho juntos e ir aliviando os nervos, ou o que cada um estiver sentindo. Passamos quase o tempo todo na varanda, eu tinha regado meia hora antes pra refrescar.
Por volta das nove, Tomás, vendo que a gente esvaziou as cervejas, vai pra cozinha buscar mais. Na sequência, eu sigo ele, falando que vou ao banheiro. Não é verdade, entro na cozinha e finjo que tô fazendo alguma coisa. Quando Tomás se vira pra sair, pego a mão dele e, sem dar tempo de reagir, beijo ele na boca. Ele, sem saber o que fazer ou pensar, se deixa levar e corresponde. Durante uns segundos intermináveis, a gente se beija de leve.
— Te incomodou que eu fiz isso? É pra ir quebrando o gelo. Não acho que seja pior do que o que vem por aí — digo, justificando minha ação. — Hahaha, você tem um gosto gostoso nos lábios — acrescento pra suavizar o momento.
— Não, não me incomoda, Luz, mas você me surpreendeu, é muito ousada — responde diplomaticamente.
— A gente tinha planejado isso, Maria e eu. Ela tá fazendo a mesma coisa com o Pablo agora — respondo, confessando nosso segredo.
Ele se surpreende, porque não sabia de nada, e eu volto a beijá-lo, mais intensamente. Enquanto a gente se beija, deslizo a mão por baixo e aperto o pau dele por cima da calça. O coitado não sabe onde esconder a cabeça de tanta vergonha que sente. Mesmo assim, continua correspondendo ao beijo longo e, reconheço, muito sensual: ele beija bem mesmo.
Durante uns minutos, a gente continua se beijando enquanto eu vou mais fundo dentro da calça dele e ele por baixo da minha minissaia. Gosto das mãos dele, são grandes e fortes pro meu corpo delicado. A gente decide voltar pro Pablo e a Maria. Quando chegamos na varanda, encontramos Maria sentada no colo do meu cara, se beijando de língua. Quando entro, ela se levanta assustada e um pouco envergonhada.
- Hahahaha Maria, não fica tímida não, pra isso que a gente tá aqui hoje... Esqueceu? – digo, minimizando a situação, mais do que feliz porque: Antes de chegar, já tinha tomado uns shots de tequila.
- Hahaha, não amiga, é só que não tava esperando. A gente tinha combinado que faríamos isso quando estivéssemos a sós com o casal alheio – responde enquanto se recupera do susto.
- Você gosta da Maria, hein safado! – brinco com Pablo, sentando no colo dele – sei que sim, mas tanto faz se você disser que não, eu adoro o Tomás, então pode ir se ligando – termino desafiando, e todos começamos a rir um pouco mais relaxados.
Para aliviar um pouco mais a situação, me aproximo do Tomás e peço pra ele sentar. Uma vez sentado, faço o mesmo, no colo dele, de lado, e voltamos a nos beijar. Maria, já mais calma, me imita e faz o mesmo com o meu boy.
Meia hora depois, Maria e eu vamos juntas pro meu quarto. Lá, seguimos com a segunda parte do plano: esquentá-los e continuar baixando o pouquinho de tensão que possa ter sobrado. A gente se despe e cada uma coloca um biquíni. Assim voltamos pra varanda. Os dois caras ficam de queixo caído, sem saber o que dizer ou fazer.
- Caralho, como você tá gostosa, Maria! – exclama Pablo olhando ela dos pés à cabeça.
Tomás, pra não ficar atrás, me diz uma galanteria parecida, e as duas nos mostramos satisfeitas e agradecemos. Nos olhamos satisfeitas com o bom andamento do plano. Os caras, mais timidamente, tiram as camisetas numa tentativa de dar sua contribuição. Fico pensativa: “O Tomás tá realmente mais gostoso do que eu imaginava! Já vi ele de sunga muitas vezes, mas nessa situação ele ganha muito. Não tem um corpo de modelo, mas sinto que é muito bem feito. Além disso, sempre gostei muito do rosto dele”.
A temperatura do ambiente sobe e já não tem mais como parar. Maria e eu a gente começa a brincar com a mangueira, nos molhando entre brincadeiras e risadas. Quando cansamos, ficamos as duas encharcadas até os ossos. Os mamilos das duas ficam marcando no biquíni, algo que não passa despercebido por eles. Discretamente, arrumam o pacote nas calças. Com certeza foram crescendo e buscando caminho para se expandir.
Maria tira a parte de cima do biquíni e senta sobre Pablo, com as duas pernas abertas e de frente para ele. Beija-o na boca, no pescoço e convida-o a tocar seus peitos. Ele faz isso e isso me deixa excitada e sinto um pouco de ciúmes. Para não ficar atrás, sento na mesma posição sobre Tomás, chegando a me colocar sobre o pau dele. Convido-o a me tirar o sutiã do biquíni e ele faz sem perder um segundo. Aproximo sua cabeça dos meus seios e ele os beija e lambe com vontade. Maria e Pablo estão praticamente fazendo o mesmo. Deslizo um pouco mais sobre o pau de Tomás para senti-lo na bucetinha, através do tecido grosso do jeans. Assim passamos um tempo, sem ir além, até a hora do jantar.
Quando nos levantamos para entrar na sala, Maria fica na entrada e diz:
- Vamos ver, meninos, quem quiser jantar tem que entrar na sala sem calças – ela avisa com cara séria, segurando o riso, e os dois obedecem sem perder tempo.
- Hahahaha! Olha como estão os coitadinhos! – chamo a atenção de Maria para os volumes que, nas cuecas, denotam a excitação dos dois.
Dessa forma, começamos a jantar, os quatro vestidos apenas com o calçado e a roupa íntima que cobre nossas vergonhas. Na mesa, Maria senta ao lado de Pablo de um lado, e eu, junto com Tomás, no lado oposto, um de frente para o outro.
Como o tampo da mesa é de madeira, não tem como ver o que acontece embaixo. Assim, depois de um tempo e quando Tomás não espera, tiro o pé do sapato, estico a perna e busco seu membro. Me custa um pouco encontrar a posição exata, mas finalmente consegui. Com o pé descalço, começo a brincar na virilha dele. Ele não se mexe, continua jantando como se nada estivesse acontecendo. Mas não consegue esconder que está gostando e que quer que eu continue.
Maria está fazendo o mesmo com o meu boy, mas o Pablo não sabe disfarçar muito e dá pra ver no rosto dele que está curtindo. Isso me agrada e me anima a continuar com mais agilidade sobre o Tomás. Ele já não consegue evitar fazer expressões de prazer mais visíveis. Tudo está indo bem, penso, e isso me relaxa completamente.
Já terminamos de jantar e não tenho vontade de ir à cozinha buscar a sobremesa, o que estou fazendo me excita e não quero parar. Finjo que não é nada e continuo massageando o pau do Tomás com mais vontade. O coitado não consegue evitar soltar um pequeno gemido e todos nós rimos, menos ele, que fica envergonhado.
- O que foi, Tomás, tá com vergonha agora? – pergunto, fazendo carinha de menina boazinha.
- Não, não é isso. É só que fico sem graça de você fazer isso enquanto a Maria e o Pablo continuam jantando tão tranquilos – responde, justificando o deslize.
- Hahahahaha, amor, você é tão fofo! Olha debaixo da mesa – responde Maria, convidando ele a olhar.
Tomás se inclina e olha. Não consegue esconder novamente a vergonha pelo novo vacilo. Pode ver como a namorada dele está fazendo o mesmo no pau do meu amor. Ele respira fundo e começa a rir, contagiando os outros.
- Não se preocupa, Tomás – digo com voz doce – espera e você vai ver, não se mexe aconteça o que acontecer. – ordeno.
Afasto a cadeira para trás, fico de quatro e vou rastejando até chegar com a cabeça na posição dos joelhos dele. Com a mão direita, tento pegar o membro dele por cima da cueca. É do tipo boxer e custa um pouco adivinhar a posição do brinquedinho dele. Finalmente encontro e massageio devagar e com suavidade. Ele geme de novo baixinho e todos nós rimos novamente.
Maria continua sentada, massageando com o pé o pau do Pablo. Me animo e desaboto os dois botões da braguilha da roupa de Tomás e enfio a mão para conseguir. Agarro firme o pau dele e penso no tamanho e no prazer que ele pode me dar daqui a pouco. Outro gemido escapa da boca dele, mas ninguém mais ri, estamos os quatro muito concentrados.
- Tá bem, Tomás? - pergunto sem parar de acariciá-lo.
- Tá sim, Luz, tudo bem - ele responde mais relaxado.
- Agora vou fazer uma coisa que vai te relaxar de vez, não fica com vergonha. Eu também tô tremendo que nem gelatina, mas vou em frente. - termino dizendo, confessando meus sentimentos.
Depois dessa conversinha íntima, puxo o pau pela abertura da calça. Seguro com as duas mãos e começo a brincar com ele. Vejo Pablo se levantar da cadeira, ficar do lado de Maria, e ela tirar o pau dele e começar a chupar. Ao ver a cena, começo a molhar a calcinha do biquíni. Como dá, tiro ela sem sair da posição. Essa postura me deixa a mil, principalmente a ideia de chupar o pau duro do Tomás debaixo da mesa.
Quando olho de novo pra virilha do meu novo amante, posso observar com espanto e satisfação ao mesmo tempo que ele é muito grande, um pouco mais que o do meu namorado. É o primeiro pau que vejo ao vivo depois do Pablo, e tô gostando muito.
Sem pensar mais, pego ele de novo com as duas mãos e deslizo da base até a cabeça e vice-versa. Tento ter uma ideia do volume e fico ainda mais surpresa. Maria não para de fazer um boquete no amante dela e, sem pensar mais, enfio essa coisa enorme que tenho nas mãos na minha boca. Tomás geme de novo, sinal de que tá gostando. Começo a chupar com vontade, porque já perdi qualquer timidez que tivesse.
Ouço Pablo gemer e um barulhinho de chupada vindo da boca da Maria. Fico mais excitada e aumento a velocidade, me esforçando ao máximo para satisfazer o Tomás. Ele já não segura os gemidos, e isso me anima a esfregar o clitóris com a mão esquerda. Uffff... tô ficando muito tarada com a cena, com a situação geral.
Depois de alguns minutos, paro o boquete e saio de baixo da mesa, andando de costas. Contornando a mesa, passo na frente de Maria e Pablo e beijo ele na boca, com desejo e satisfação.
- Gostou, amor? - pergunto no ouvido dele, desejando uma resposta positiva.
- Sim, meu bem, adoro como a Maria chupa - ele responde entre pequenos gemidos.
Continuo meu caminho até o Tomás. Ele me olha intrigado com meu próximo passo. Quando chego perto, vejo que ele ainda está com o pau pra fora, não ousou guardar de novo. Isso me enche de alegria e satisfação. Me aproximo do ouvido dele e sussurro:
- Me dá a mão e vamos pra varanda, vamos ficar mais fresquinhos.
- Você manda, Luz, vamos onde você quiser - ele responde inquieto.
De mãos dadas, vamos pra varanda e eu me jogo na espreguiçadeira, olhando pro céu. Nem prestei atenção no que Pablo e Maria estavam fazendo. Que importa, eu vou no meu foco! Estou com as pernas de cada lado da espreguiçadeira, levemente flexionadas e com a bucetinha exposta. Tomás se posiciona na minha frente, pega uma almofada da poltrona próxima e se ajoelha em cima dela, no chão. Aproxima a boca da minha virilha e começa a me comer desesperado a xota: deve querer me agradecer pelo boquete que fiz nele. Depois de alguns segundos, meu corpo se contorce de prazer. Tomás empurra minhas pernas pra cima e sobre a barriga. Com certeza não estava numa posição boa e busca uma mais confortável pra acessar a fenda.
- Ummmmm! - um leve mas prazeroso gemido escapa da minha boca.
Ele está chupando minha região íntima de forma magistral. Não me surpreendo, a Maria adora e ele deve ter bastante prática. Enquanto isso, acaricio meus seios, belisco os mamilos. Com a mão livre, acaricio o cabelo do meu canibal, do garoto que está comendo minha bucetinha, os lábios e o clitóris. Ele está me matando de prazer.
- UMMMM! - um segundo gemido desliza pelos meus lábios, mais forte e satisfeito.
Depois de poucos minutos, afasto a cabeça do Tomás com ambas manos. Ele tenta se levantar.
- Não, Tomás. Não se levante, fique de joelhos, no mesmo lugar. – eu suplico e ele atende.
Deslizo meu corpo em direção a ele. Quando chego perto, percebo que minha buceta fica um pouco mais baixa que o pau dele. Peço que ele pegue outra almofada e coloque embaixo da minha bunda. Ele obedece, pega a almofada, me levanta e a coloca debaixo de mim. Agora sim, nossos sexos estão na mesma altura. Ouço os gritos da Marie vindo da sala. Não consigo vê-la, mas imagino que o Pablo esteja chupando ela ou metendo.
Não aguento mais e peço ao Tomás que me penetre, com calma, fazendo com que eu sinta cada centímetro que ele entrar. É assim que ele faz, e meus gemidos e gritinhos ficam bem evidentes. Penso se algum vizinho que esteja tomando o ar da noite pode nos ouvir. Não me importo! Que se foda e sofra! Quero gozar e não vou me segurar.
Finalmente, o pau dele atinge o fundo da minha boceta dilatada. É maior por dentro do que eu tinha calculado, encaixa perfeitamente: "Vamos ver se ele é mais habilidoso que o Pablo!" penso. Espero que sim, porque a situação me excita como nunca antes.
Inclino meu tronco e cabeça em direção ao Tomás. Com as duas mãos, abraço a nuca dele. Me aproximo o máximo que posso do seu rosto.
- Me fode, Tomás! Me mata de prazer! Não pense em mais ninguém além de mim. Por um tempo, serei só sua. – sussurro enquanto morro de vontade de sentir uma sinfonia com a flauta dele.
Ele tenta responder, mas peço que não fale, que apenas aja. Começo a me mexer e ele mete com vontade e energia. Nos beijamos, e com isso abafo os gemidos dele, quero sentir o calor da respiração dele nos meus lábios, isso me deixa muito mais excitada. Começo a perceber a maestria dele na foda e penso em como a Maria deve se divertir com ele.
- Como você faz bem, amor! Você está me matando de prazer!... UMMMMMMMMMM! Não sabe como invejo a Maria – digo enquanto gemo satisfeita, incentivando ele.
O ritmo que ele alcançou é muito rápido. e sem sentir os preâmbulos do orgasmo, gozo como uma louca, gritando e pedindo mais e mais. Ao me ouvir, ele se anima e se esforça ainda mais. Essa pica está realmente me secando por dentro. A buceta começa a chapinhar a cada enfiada e lentamente começa a escorrer por onde encontra uma mínima fresta.
Os gritos da Maria ganham força e aumentam de decibéis. Pode ser que ao me ouvir ela tenha se animado, ou pode ser que o Pablo realmente esteja metendo com força. Meu orgasmo terminou e percebo que a buceta já não está chapinhando: possivelmente tenha ficado seca. Solto-me do pescoço dele e me deito, buscando ar, expandindo os pulmões.
Me sinto um pouco exausta, mas não penso em parar: “Ainda quero mais, muito mais!”. Aproveitando que o Tomás ainda não gozou, decido mudar de posição.
- Tomás, por favor, para. Vamos mudar de posição, estou me sentindo um pouco cansada e a bocetinha está ardendo – peço com voz dengosa e sugestiva.
- Como quiser, Luz. O que você quer fazer agora? – pergunta, disposto a qualquer coisa.
- Saca um pouquinho e eu me viro. – termino de ordenar com doçura.
Ele obedece e me posiciono de costas para ele, olhando para a espreguiçadeira, de joelhos no mesmo travesseiro que ele: é grande e cabemos os dois perfeitamente. Adoto quase a posição de cachorrinha e posso ver claramente, agora sim, como a Maria está sentada sobre o Pablo, ambos no sofá. Não consigo ver se ele está penetrando na buceta ou no cu. Paro de olhar e volto novamente ao meu mundo, quero ser penetrada outra vez pelo meu amante. Estou morrendo de vontade que ele faça com a mesma delicadeza e maestria.
- Tomás, mete por trás! Não tenha receio. Não tema pelo meu bumbum, ele saberá te acolher bem – volto a suplicar pela enésima vez.
Ele cumpre meu desejo, mirando certeiramente no ânus. Enfia a cabeça e sinto como me dilata mais do que o Pablo consegue quando me come. Continua empurrando até que consegue se perder completamente dentro de mim.
- HAAAAA! – Solto um pequeno grito de dor – não se assuste, Tomás, é normal que ao Se doer um pouco ao entrar – eu o tranquilizo.
Começo a me mexer e ele acompanha meus movimentos. Entra e sai de mim cada vez com mais leveza e menos dor. Acabo gostando depois de alguns segundos. Realmente gosto de senti-la dentro. Seus movimentos aceleram e começo a arrastar a espreguiçadeira pelo chão: Vai e vem, com meu corpo. Levanto o torso e como posso encosto minhas costas no peito dele, sem que saia: A posição é perfeita pois temos a mesma altura.
Nessa posição sinto ainda mais prazer e levada por ele, ergo os braços e o abraço pela nuca como posso. Ele está me comendo num ritmo muito acelerado e me sinto morrer. Mantém uma mão no meu quadril esquerdo e com a direita acaricia meus peitos, os aperta: suas mãos são grandes e os cobrem bem.
– EU GOZO! – ele grita possesso.
– Goza na minha bunda, não goza dentro – ordeno entre gemidos de prazer.
Me inclino novamente para frente para voltar à posição de cachorrinho. Ele tira de minhas entranhas e lança um jato de porra que chega quase até a metade das minhas costas. A esse segue outro que fica mais curto e banha a parte superior da bunda. Depois um terceiro menos abundante mas igualmente quente e grosso.
Sentir a porra dele no meu corpo me excita demais e ajudada pela minha mão consigo arrancar um segundo e intenso orgasmo. Dessa vez quase não gozo, mas o prazer é enorme.
Quando consigo me acalmar mal consigo me mexer. Mesmo assim me levanto e peço que ele também o faça. Levo ele comigo até a boca da mangueira de água. Me ajoelho na frente do pau e abrindo o jato d'água lavo ele: Quero agradecer tanto prazer de forma generosa. Uma vez terminado, coloco na boca e dou um presentinho extra. Ele merece por ter se comportado tão bem.
Quando entramos na sala vemos que Pablo está recostado no encosto do sofá. Lembro que no dia anterior fui comida por ele no mesmo lugar. Ela está empalada no pau dele, olhando para ele. Cruzo Trocamos olhares com Tomás e sorrimos com cumplicidade. Maria grita que nem uma louca, parece que tá gozando e pede mais.
- ME FODE! - ela suplica entre gemidos de prazer.
Pablo não para até que Maria definitivamente tenha terminado de gozar.
- Que fodedor! Você não vê como o Pablo fode, Luz! - Maria me diz sem parar de ofegar e com claros sinais de que curtiu muito.
Tomás e eu sorrimos ao lembrar da nossa vez. Maria fica deitada sobre o peito do meu boy, esmagando os peitões dela contra ele: Devem ser quase o dobro do tamanho dos meus e com uns mamilos bem generosos. Não consigo evitar sentir inveja deles. Ela tá exausta e tenta se acalmar. Pablo tá segurando a bunda dela e não solta. Minha cara sorridente é claro sinal do prazer que recebi e da expressão de felicidade que reflete no rosto do meu amor. Eles ficam nessa posição mais um tempinho, com o pau dentro da buceta da Maria.
- Pablo, amor, você gozou, querido? - pergunto intrigada, quase não ouvi ele o tempo todo.
- SIIIM, - responde Maria - você não vê como ele encheu minha buceta meia hora atrás - ela continua me dando mais detalhes.
- Vocês transaram de frente o tempo todo? - pergunto curiosa.
- Sim, amiga, você não imagina o prazer que esse pau me dá na minha xereca - ela confirma - mas calma, assim que eu recuperar o fôlego a gente resolve esse pequeno detalhe - ela termina me surpreendendo e intrigando.
Tomás e eu nos aproximamos da mesa e tomamos um pouco de vinho. Tá morno, mas pouco importa. Sem dizer nada, nos olhamos pensativos. Ambos devemos estar pensando a mesma coisa: O que Maria quis dizer com essa última frase intrigante? Não vejo o Pablo com disposição para encarar uma enrabada na bunda generosa da minha amiga. Mas logo tiramos a dúvida.
- Tomás, meu amor, chega aqui! - ordena Maria, aumentando a intriga.
Ele se aproxima e fica ao lado direito dela. Ela percebe que o pau dele tá meio caído e decide fazer subir: Beijando, lambendo e finalmente chupando ela. Não demora mais de dois minutos quando, por fim, o aríete que perfurou meus dois orifícios recupera o vigor.
– Me fodem os dois ao mesmo tempo! Quero sentir os dois paus dentro – ela suplica, exausta, para o espanto de todos.
Tomás parece motivado e aceita. Pablo parece ressuscitar e também topa a experiência. Se o pau estava mole dentro de Maria, deve ter crescido como por magia. Ela levanta a bunda o máximo que pode, sem que o instrumento do meu boy saia. Tomás se agacha atrás e, com uma investida certeira e firme, enfia tudo dentro da sua garota.
Os três começam a se mover desajeitadamente, a posição não parece nada confortável. Sento-me numa poltrona e fico olhando surpresa, mas intrigada. Nunca tinha visto nem imaginado essa cena, só nos filmes pornô. Os movimentos dos três parecem se sincronizar e Maria começa a gritar de novo como uma possessa. Não leva mais de três minutos para ela gozar, com os gemidos e gritos aumentando. Deve estar arranhando o céu.
Sentada, sinto um formigamento por todo o corpo, de novo estou com tesão e começo a me masturbar. A cena me excitou demais. O dedo não para de entrar e sair de mim. Quando o trio termina, Maria me surpreende de novo.
– Tá vendo? É isso que acontece quando se faz um trio – ela me informa, como se soubesse por experiência própria.
– Não, não, deixa, já tive o bastante – respondo, me justificando.
– Vem, não seja boba! – ela insiste.
– Vamos, amor, não tem problema – diz Pablo, se juntando aos apelos de Maria.
– Tá bom, valeu! Mas só um pouquinho, só pra experimentar – aceito, para agradá-los e por curiosidade.
Tomás sai de Maria e se afasta. Ela se levanta e também se retira. O caminho fica livre para eu me acoplar a eles. Pablo me pede para sentar sobre ele, de costas, e enfiar no cu. Ele acrescenta que Tomás, como conseguir, me penetre pela buceta. A ideia me agrada, não sei se conseguiria aguentar aquele pau outra De vez em quando por trás.
Me sento no meu cara e a introduzo cuidadosamente no cu. Ele me puxa contra o peito, enquanto Tomás levanta minhas pernas o máximo que pode. Ele se agacha e a mete devagar, como consegue. Uma vez dentro, ele começa a me foder a buceta e com esse gesto, Pablo começa a fazer o que pode por baixo. Os movimentos são milagrosamente sincronizados e começo a gostar. Não demoramos muito para perder o ritmo e a posição me cansa. Deixo os dois sabendo e Maria propõe fazer como ela, afirmando que é mais confortável e prazeroso. A putinha está curtindo me ver fazendo papel de boneca de posto.
Tomás concorda com minha amiga e insiste. Aceito e me posiciono sobre Pablo, introduzindo na vagina. Tomás se posiciona e me empurra para frente, deixando o cu à mercê dele. Sem contemplações, ele me penetra até o fundo e começa com uma metida e tirada matadora. Sinto que ele está destruindo meu cu e Pablo não colabora muito, excitando minha xotinha.
- Pablo, meu filho, chupa com jeito que você parece um morto, oh, oh – ordeno um pouco contrariada e gemendo.
Como pode, ele colabora e começo a me sentir mais confortável. Nosso amigo não para de castigar minha retaguardia, com uma energia que me tira o fôlego. Não demoram a chegar os gemidos e os gritos. Realmente, Tomás está castigando meu cu e me partindo ao meio. Acho que ele pretende gozar pela segunda vez. Dessa vez não me importarei se ele fizer dentro: afinal, Pablo gozou dentro da Maria.
- Maria, traz uma toalha do banheiro, por favor, não quero manchar o estofado se eles gozarem – ordeno energicamente para que ela se apresse.
Pablo mal consegue se mover, mas faz o que pode para estimular minha buceta. Por outro lado, Tomás embiste pelos dois. Ele faz tão rápido e forte que acho que não vai demorar para soltar a porra.
- Isso, Tomás, não para, cabrão! Me dá bem forte, por favor! - Estou tão excitada e com vontade de curtir de novo que deixo escapar o primeiro palavrão para ele. María volta com a toalha e se senta ao lado dos três, pronta para quando chegar a hora.
- PORRAAAAA!! Você tá me destruindo – grito de novo.
Tomás já não aguenta mais e, parando quase de repente, enche meu reto de porra.
- ISSOOOOOOOO – ele grita exausto e muito satisfeito.
- Me dá tudo, meu bem, não guarda nem uma gota! – animo ele, agradecida por uma segunda enrabada que me deixou à beira de outro orgasmo.
Quando ele termina de gozar, parece não ter forças para mais nada. Sai de mim e María se apressa em me tapar com a toalha. Depois de fazer isso, ela agarra o namorado pela cintura, coloca ele na sua frente e dá uma chupada rápida pra limpar o pau com a boca. Ao ver isso, longe de sentir nojo, fico ainda mais excitada e cavalgo com vontade em cima do Pablo. Não demoro mais de um minuto para gozar de novo, quase com a mesma intensidade da primeira vez. Pablo não aguenta mais e parece se render, mas satisfeito: a julgar pela carinha de felicidade dele. Minha cara é ainda mais expressiva: gozei três vezes e aproveitei cada uma delas.
Termino me levantando e me sento sobre a toalha, ao lado da María. Nenhum dos quatro tem forças no corpo e ficamos um bom tempo descansando. Tomás está sentado no sofá, à minha esquerda. Estico a perna como posso e com o pé acaricio o pau dele. Está quase totalmente mole.
- Valeu, Tomás, você foi incrível! – digo mostrando um sorriso de agradecimento sincero.
Ele não responde e eu volto a perna ao lugar. Depois de um tempo, saio para a varanda buscando ar e tranquilidade na espreguiçadeira. Fico lá por meia hora, com os olhos fechados e pensando.
Quando volto para a sala, não tem mais ninguém: cada um deve ter ido dormir quando teve forças. Apago as luzes, vou ao banheiro me limpar e finalmente me deito com o Pablo. São mais de duas da madrugada e, naquele momento, minha cama me parece o lugar mais confortável do mundo. Sem perceber quando, adormeço.
Pela manhã me Acordo depois do meio-dia, com vontade de mijar. O Pablo ainda tá dormindo: Coitado, o esforço da noite anterior deixou ele que nem um zumbi, a Maria é mulher demais pra qualquer um. Abro a porta do banheiro e encontro o Tomás fazendo exatamente o que eu tô querendo fazer. Quando ele termina, lava o rosto enquanto eu, com a maior naturalidade do mundo, sento pra esvaziar o vinho e os líquidos que tomei durante a noite.
Começamos a conversar como se a parada de ontem à noite fosse a coisa mais normal do mundo. Os dois estamos completamente pelados e sem nenhuma vergonha. Peço pra ele se aproximar de mim, que continuo sentada, mesmo tendo terminado de mijar faz uns dois minutos. Enfio o pau dele na boca e beijo.
- Valeu mesmo, ontem à noite você me deu muito prazer pelos dois buracos – falo com o pau como se ele tivesse vida própria.
Isso faz ele crescer até atingir todo o seu esplendor. Ao notar a excitação do Tomás, começo a chupar com vontade por alguns minutos. Depois desse tempo, ele me levanta, me fode no ar e, como se eu fosse uma boneca, me senta com as pernas abertas em cima do móvel onde a pia tá embutida. Nessa posição, ele me dá uma foda que me faz relembrar a noite anterior.
“Sem dúvida, isso abria um mundo novo de possibilidades pra mim”, pensei. Pensar em repetir com o Tomás me deixou louca por um tempo. Claro que isso aconteceu mais de uma vez: Os quatro juntos e uma vez sem que o Pablo e a Maria soubessem. Imagino que eles também se viram e transaram, mas nenhum de nós comentou nada.
É isso, devido às minhas reticências sobre fazer um ménage, acabamos numa troca de casais que, no que me diz respeito, me deixou completamente satisfeita. Sem contar as possibilidades que isso trouxe nos meses seguintes. O ménage não me pareceu uma boa ideia naquela ocasião, por causa do egoísmo que, pra mim, significava duas pessoas aproveitando uma ou essa aproveitando duas, “Tanto faz, faz tanto”.
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