Bom, vamos começar meu primeiro relato que vai contar minha primeira vez. Por restrições, não vou falar a idade porque já me fecharam uma conta por isso, mas espero que vocês gostem.
Esse dia começou como qualquer outro na minha vida de setembro a junho, acordando às 8 da manhã pra ir pro colégio e depois de 6 horas intermináveis voltar pra casa pra almoçar.
Depois, nesse dia, vieram uns amigos meus pra gente ir jogar uma partida à tarde. Então fui com eles jogar e, depois de terminar, chegaram uns amigos dos meus amigos falando que tinha uma festa na casa de não sei quem (depois descobri quem era "não sei quem"). Mas era umas 9 da noite, não lembro direito, e fiquei na dúvida se ia porque, primeiro, não sabia onde era e, segundo, tinha que inventar uma desculpa pra minha mãe. Mas decidi ir (a primeira coisa que fiz foi ligar pra minha mãe e falar que ia ficar estudando com um amigo pra uma prova, o que era mentira). Quando cheguei no lugar, reconheci na hora: era a casa de um dos meus melhores amigos, Jaime. Então me aproximei e toquei a campainha, mas quem abriu não foi ele, e sim uma garota espetacular (morena com cabelo cacheado, uns olhos castanhos lindos, uma bunda gostosa, peitões e uma cara) que me deixou meio parado, mas logo falei:
— Oi, me chamo Ángel e vim pra festa que o Jaime tá organizando, acho — falei.
— Prazer, me chamo Marta, e você acertou. Pode entrar, o Jaime tá na piscina — ela disse sorrindo.
Não entrei na hora porque ela foi embora e eu fiquei olhando a bunda dela por uns segundinhos (2 ou 3 segundos). Depois entrei e fui pra piscina, e entendi por que ele não tinha aberto a porta (tava com duas minas do lado dele que eram bem gostosas e, sendo sincero, eu também não teria aberto). Me aproximei, apertei a mão dele e falei:
— Porra, mas você não me falou várias vezes que não podia fazer festa na sua casa? — falei desconfiado.
— Sim, mas não falei que eu não ia fazer uma um dia — ele disse rindo.
— E não me Você ia ligar ou o quê? — falei um pouco mais irritado.
— Se te liguei no celular, o que acontece é que desliguei porque as garotas que você vê precisavam de mais atenção — disse ele rindo.
Olhei o celular e ele tinha me ligado mesmo, mas não consegui ouvir, sei lá por quê. Mas beleza, o que fiz foi ficar só de cueca porque não tinha sunga e me jogar na piscina (fiquei lá pelo menos uma hora dentro d'água, e ainda bebendo). Mas estava sentindo falta da gostosa que me abriu a porta, a Marta, até que a vi de biquíni (que não consigo descrever porque, quando lembro, as palavras fogem). Quando ela caiu na água, de repente vi ela se aproximando de mim devagar e comecei a ficar muito, mas muito excitado. Quando ela chegou perto, me olhou por um instante e senti a mão dela na minha virilha — e com certeza ela sentiu o que tava rolando. Ela sorriu pra mim e foi embora.
Fiquei de boca aberta e, por isso mesmo, perdi ela de vista. Até que umas duas horas depois, vi ela de novo e, dessa vez, falei pra mim mesmo que não ia deixar escapar. Então segui ela até um quarto onde tinha casacos, camisetas, biquínis... Abri a porta e vi ela se trocando. Porra, ela era muito gostosa mesmo. Então fechei a porta com um baita estrondo pra ela perceber que eu tava ali. Ela se assustou e se cobriu rapidinho, depois me disse:
— Você é idiota ou o quê? Sai daqui, tarado, a não ser que queira que eu grite — disse ela com carinha de medo.
— Se é você que passou a festa inteira me provocando, sua putinha, e agora tá com medo? — falei com uma cara de confiança.
— Eu?! Olha, se você não sair... — disse ela.
— O que vai fazer, gritar? — interrompi.
Então, antes que ela pudesse responder, agarrei ela, tampei a boca dela, arranquei a parte de cima do biquíni e empurrei ela contra a cama pra deixar de barriga pra cima (embora tenha certeza de que nem precisava tampar a boca dela, porque ela queria aquela situação — ainda mais porque meses depois encontrei ela de novo e ela me contou). E comecei a acariciar ela bem devagar, primeiro o rostinho dela e depois... descendo até os peitos dela e por último a buceta dela, que já tava ficando molhada a cada segundo, quando de repente senti uma mordidinha na minha mão. Aí tirei a mão da boca dela e ela falou:
— Cê é burro ou o quê? Sai daqui, pervertido, se não quiser que eu grite — disse ela com uma carinha de medo.
— Se é você que tá bancando a puta na festa, me esquentando o tempo todo, e agora tá com medo? — falei com uma cara de confiança.
— Eu?! Olha, se você não vazar... — disse ela.
— Vai fazer o quê, gritar? — corta ela.
Aí, antes que ela pudesse responder, peguei ela, tampei a boca dela, arranquei a parte de cima do biquíni e empurrei ela contra a cama pra deixar ela de barriga pra cima (embora eu tenha certeza de que nem precisava tampar a boca dela, porque ela queria aquela situação, ainda mais porque meses depois eu encontrei ela de novo e ela me contou). E comecei a acariciar ela bem devagar, primeiro no rostinho dela, depois descendo até os peitos e por último a buceta dela, que já tava ficando molhada a cada segundo, quando de repente senti uma mordidinha na minha mão. Aí tirei a mão da boca dela e ela falou:
— Quer me foder, hein? — disse ela.
— Pode ter certeza, quero te foder desde que você abriu a porta — falei com uma voz safada.
— Uma pergunta: você é virgem? — disse ela.
— Sim, te incomoda? — falei olhando na cara dela.
— Não, isso me deixa com muito mais tesão. Vou te ensinar umas coisas — disse ela e me beijou.
E aí, ela me ensinou quase tudo que eu sei hoje. Mas, enfim, comecei a beijar e lamber os peitos dela, e depois de um tempo desci mais até a buceta dela, que comecei a lamber com a língua por um bom tempo, sem deixar nada, sentindo como ela ficava molhada. Ela se contorcia de prazer. Depois beijei ela, ela me deitou, tirou a cueca e começou a me tocar até eu ficar duríssimo, aí ela meteu na boca dela e me fez sentir um prazer imenso (ela ficou um tempão com meu pau na boca dela, brincando com ele) até que eu não aguentei mais e coloquei ela de quatro. Enfiar nela.......Continua.
Esse dia começou como qualquer outro na minha vida de setembro a junho, acordando às 8 da manhã pra ir pro colégio e depois de 6 horas intermináveis voltar pra casa pra almoçar.
Depois, nesse dia, vieram uns amigos meus pra gente ir jogar uma partida à tarde. Então fui com eles jogar e, depois de terminar, chegaram uns amigos dos meus amigos falando que tinha uma festa na casa de não sei quem (depois descobri quem era "não sei quem"). Mas era umas 9 da noite, não lembro direito, e fiquei na dúvida se ia porque, primeiro, não sabia onde era e, segundo, tinha que inventar uma desculpa pra minha mãe. Mas decidi ir (a primeira coisa que fiz foi ligar pra minha mãe e falar que ia ficar estudando com um amigo pra uma prova, o que era mentira). Quando cheguei no lugar, reconheci na hora: era a casa de um dos meus melhores amigos, Jaime. Então me aproximei e toquei a campainha, mas quem abriu não foi ele, e sim uma garota espetacular (morena com cabelo cacheado, uns olhos castanhos lindos, uma bunda gostosa, peitões e uma cara) que me deixou meio parado, mas logo falei:
— Oi, me chamo Ángel e vim pra festa que o Jaime tá organizando, acho — falei.
— Prazer, me chamo Marta, e você acertou. Pode entrar, o Jaime tá na piscina — ela disse sorrindo.
Não entrei na hora porque ela foi embora e eu fiquei olhando a bunda dela por uns segundinhos (2 ou 3 segundos). Depois entrei e fui pra piscina, e entendi por que ele não tinha aberto a porta (tava com duas minas do lado dele que eram bem gostosas e, sendo sincero, eu também não teria aberto). Me aproximei, apertei a mão dele e falei:
— Porra, mas você não me falou várias vezes que não podia fazer festa na sua casa? — falei desconfiado.
— Sim, mas não falei que eu não ia fazer uma um dia — ele disse rindo.
— E não me Você ia ligar ou o quê? — falei um pouco mais irritado.
— Se te liguei no celular, o que acontece é que desliguei porque as garotas que você vê precisavam de mais atenção — disse ele rindo.
Olhei o celular e ele tinha me ligado mesmo, mas não consegui ouvir, sei lá por quê. Mas beleza, o que fiz foi ficar só de cueca porque não tinha sunga e me jogar na piscina (fiquei lá pelo menos uma hora dentro d'água, e ainda bebendo). Mas estava sentindo falta da gostosa que me abriu a porta, a Marta, até que a vi de biquíni (que não consigo descrever porque, quando lembro, as palavras fogem). Quando ela caiu na água, de repente vi ela se aproximando de mim devagar e comecei a ficar muito, mas muito excitado. Quando ela chegou perto, me olhou por um instante e senti a mão dela na minha virilha — e com certeza ela sentiu o que tava rolando. Ela sorriu pra mim e foi embora.
Fiquei de boca aberta e, por isso mesmo, perdi ela de vista. Até que umas duas horas depois, vi ela de novo e, dessa vez, falei pra mim mesmo que não ia deixar escapar. Então segui ela até um quarto onde tinha casacos, camisetas, biquínis... Abri a porta e vi ela se trocando. Porra, ela era muito gostosa mesmo. Então fechei a porta com um baita estrondo pra ela perceber que eu tava ali. Ela se assustou e se cobriu rapidinho, depois me disse:
— Você é idiota ou o quê? Sai daqui, tarado, a não ser que queira que eu grite — disse ela com carinha de medo.
— Se é você que passou a festa inteira me provocando, sua putinha, e agora tá com medo? — falei com uma cara de confiança.
— Eu?! Olha, se você não sair... — disse ela.
— O que vai fazer, gritar? — interrompi.
Então, antes que ela pudesse responder, agarrei ela, tampei a boca dela, arranquei a parte de cima do biquíni e empurrei ela contra a cama pra deixar de barriga pra cima (embora tenha certeza de que nem precisava tampar a boca dela, porque ela queria aquela situação — ainda mais porque meses depois encontrei ela de novo e ela me contou). E comecei a acariciar ela bem devagar, primeiro o rostinho dela e depois... descendo até os peitos dela e por último a buceta dela, que já tava ficando molhada a cada segundo, quando de repente senti uma mordidinha na minha mão. Aí tirei a mão da boca dela e ela falou:
— Cê é burro ou o quê? Sai daqui, pervertido, se não quiser que eu grite — disse ela com uma carinha de medo.
— Se é você que tá bancando a puta na festa, me esquentando o tempo todo, e agora tá com medo? — falei com uma cara de confiança.
— Eu?! Olha, se você não vazar... — disse ela.
— Vai fazer o quê, gritar? — corta ela.
Aí, antes que ela pudesse responder, peguei ela, tampei a boca dela, arranquei a parte de cima do biquíni e empurrei ela contra a cama pra deixar ela de barriga pra cima (embora eu tenha certeza de que nem precisava tampar a boca dela, porque ela queria aquela situação, ainda mais porque meses depois eu encontrei ela de novo e ela me contou). E comecei a acariciar ela bem devagar, primeiro no rostinho dela, depois descendo até os peitos e por último a buceta dela, que já tava ficando molhada a cada segundo, quando de repente senti uma mordidinha na minha mão. Aí tirei a mão da boca dela e ela falou:
— Quer me foder, hein? — disse ela.
— Pode ter certeza, quero te foder desde que você abriu a porta — falei com uma voz safada.
— Uma pergunta: você é virgem? — disse ela.
— Sim, te incomoda? — falei olhando na cara dela.
— Não, isso me deixa com muito mais tesão. Vou te ensinar umas coisas — disse ela e me beijou.
E aí, ela me ensinou quase tudo que eu sei hoje. Mas, enfim, comecei a beijar e lamber os peitos dela, e depois de um tempo desci mais até a buceta dela, que comecei a lamber com a língua por um bom tempo, sem deixar nada, sentindo como ela ficava molhada. Ela se contorcia de prazer. Depois beijei ela, ela me deitou, tirou a cueca e começou a me tocar até eu ficar duríssimo, aí ela meteu na boca dela e me fez sentir um prazer imenso (ela ficou um tempão com meu pau na boca dela, brincando com ele) até que eu não aguentei mais e coloquei ela de quatro. Enfiar nela.......Continua.
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