Minha sobrinha e eu, primeira vez

Há três anos me mudei para um apartamento perto da universidade onde estudo. Naquela época, eu tinha 19 anos e queria experimentar a vida sozinho. Fiquei assim por alguns meses, até que minha irmã, que mora na mesma cidade, me pediu para cuidar da minha sobrinha por alguns dias enquanto ela ia visitar nossos pais. Aceitei meio chateado porque tinha gostado de ficar sozinho, mas é família. Além disso, me dou muito bem com minha sobrinha e temos quase a mesma idade — ela é um ano mais nova que eu, então naquela época ela tinha 18.

— Oi, tio, tudo bem? — ela me perguntou ao chegar no meu apê, carregando a mala.
— Tudo bem, tudo bem, Rosa. É tudo que você vai precisar essa semana? — perguntei.
— Sim, acho que sim. Se precisar de mais alguma coisa, vou em casa buscar — ela disse enquanto se instalava no quarto ao lado do meu.

O bom do meu apartamento é que é um lugar pequeno, mas confortável, com dois quartos, cozinha, sala de jantar e um banheiro completo. Então ficaríamos bem acomodados. A primeira noite foi tranquila: jantamos cedo, algo leve, fui ver TV e ela foi tomar banho. Pouco tempo depois, ela saiu do quarto com um pijama bem colado no corpo e uma blusa de alcinha que deixava ver demais.

— Que calor horrível, né, tio? — ela disse de um jeito meio cômico.
— Hahaha — eu ri mais de nervoso do que pela forma como ela falou.

Ela estava deitada de bruços no sofá em frente a onde eu estava sentado, então eu tinha uma vista incrível da sua bunda deliciosa — aquela que já tinha tocado algumas vezes quando dançávamos em festas de família. Ela percebeu que eu estava olhando, ou pelo menos acho que sim, porque começou a mexer a bunda de um lado para o outro e a ajustar o pijama, levantando um pouco para mostrar que estava usando calcinha fio dental.

— Até amanhã, tio. Descansa — ela disse, me dando um beijo na bochecha bem perto da boca.
— Descansa — respondi, observando ela ir dormir.

Decidi ir dormir também, mas antes entrei no banho para me refrescar. Lá vi as roupas dela jogadas no chão. Não resisti e peguei sua... Calcinha para saber como cheirava sua buceta, cheirava a glória, um aroma meio doce, não sei descrever mas era delicioso. Depois disso fui dormir.

Pouco tempo depois de estar dormindo, senti alguém subindo na minha cama, era ela.

— Tio, não consigo dormir quando meus pais não estão, posso dormir com você hoje? — ela me disse num tom muito meigo.

— Tudo bem, pode dormir comigo, mas não faça barulho — eu disse. Ela se enfiou debaixo do meu lençol, eu dei as costas, meio nervoso porque não sabia como poderia reagir, além do mais minha consciência me atacou: é a filha da minha irmã, como eu poderia fazer alguma coisa com ela?

Fiquei dormindo pensando nisso. Depois de um tempo dormindo, me virei e fiquei abraçado nela com meu pacote na sua bunda. Meu pau estava duro, acho que ela sentiu mas não fez nenhum movimento. Decidi dormir assim, pelo menos poderia aproveitar isso por esta noite, né? Pensei para me livrar das culpas.

Depois de um tempo senti uma mão tocando meu pênis por dentro do meu pijama. Era meio desajeitado mas estava gostoso. De repente ela se virou para ficar de frente, eu fechei os olhos para parecer dormindo. Ela continuou massageando meu pênis com uma mão, com a outra se tocava a buceta. De repente guiou meu pênis até sua buceta ainda com o pijama e começou a esfregar. O pijama era muito macio e fino, dava para sentir o calor da buceta dela na cabeça do meu pau. Ela fez isso por um tempo até que acho que ela gozou. Ela se virou de novo, eu ainda estava de pau duro então me encostei bem nas suas nádegas, ela se encostou também e começou a se mexer.

— Quer gozar? — ela disse, com voz muito baixinha quase como se não quisesse me acordar.

Eu não disse nada e deixei ela se mexer. Ela colocou meu pênis entre suas pernas bem debaixo da buceta e se moveu até eu me esvaziar entre suas pernas, molhando o pijama dela. Aí ela se levantou e foi se trocar, voltou para minha cama. Eu fingi que nada tinha acontecido e fizemos o mesmo na manhã seguinte, não mencionamos nada do que aconteceu.

— Bom dia, tio — ela me disse. piranha
- Bom dia, Rosa - respondi sorrindo enquanto continuava cozinhando
- Ontem à noite fiquei muito agitada, desculpe, tio - disse ela
- Não se preocupe, a noite foi tranquila - falei, sabendo que ela falava com duplo sentido, então respondi na mesma moeda.

Aquele dia passou sem mais incidentes, até a noite, quando ela quis dormir comigo de novo.
- Posso dormir com você de novo, tio? - perguntou
- Sim, tudo bem, só que igual ontem: não faz barulho, ok? - disse
- Sim, tio, tranquilo, não vou fazer barulho - respondeu

Dessa vez decidi ver até onde ela queria chegar, então, ao apagar as luzes, me acomodei atrás dela com meu pau entre suas nádegas. Ela apenas gemeu baixinho e naquele momento falou:
- Você sentiu o que aconteceu ontem à noite?
- Sim, senti sua mão no meu pau - respondi
- Que vergonha, tio! É que eu senti ele atrás de mim e quis tocá-lo para saber como era. Nunca tinha segurado um desse tamanho na mão. Na verdade, só toquei em um na vida, além do seu - confessou a piranha.
- Você gostou de tocá-lo? - perguntei, enfiando mais meu pau entre suas nádegas
- Sim, tio. Na verdade, quando você gozou, fui ao banheiro provar seu sêmen. Gostei muito - disse enquanto segurava um gemido.

Naquele momento, agarrei seu pescoço e a virei para me beijar. Beijei-a com muita paixão; ela apenas passou os braços por cima do meu ombro. Eu desci minhas mãos até sua bunda e puxei seu pijama para baixo, sentindo que ela não tinha nada por baixo. Então me dediquei a dedar sua buceta, mas ela me parou:
- Não, tio, ainda sou virgem e tenho medo - disse, um pouco assustada
- Calma, não tenha medo - falei enquanto a beijava e acalmava
- Não, tio, ainda não quero fazer - insistiu
- Então o que fazemos? - perguntei

Ela, sem dizer nada, deslizou para debaixo do lençol e começou a lamber meu pau já duro.
- Tio, me ensina a fazer isso. Assim, mesmo que não possa fazer tudo, pelo menos faremos isso - disse, um pouco envergonhada
- Tem certeza de que quer fazer isso? - perguntei
- Sim, tio, tenho certeza - respondeu com voz mais firme
- Então continue lambendo, ponha na boca e chupe - orientei. Ela começou. chupa minhas bolas também e massageia elas um pouquinho, com jeitinho - ela fazia tudo que eu pedia

Então nos acomodamos pra fazer um 69
- não, amor, por favor, aí não - ela me implorava
- calma, vou só lamber - falei pra acalmá-la

Comecei a lamber sua bucetinha por toda a extensão, cheguei no seu clitóris e comecei a lamber em círculos. Ela gemía, mas não parava de chupar meu pau e de tocar minhas bolas. Com a língua, ela lambia a cabeça do meu pau, beijava e enfiava ele inteiro. Eu, por minha parte, me dediquei a meter um pouco a língua na sua ppk e molhei um dos meus dedos na saliva e enfiei no seu cu. Ela se assustou um pouco, mas continuou chupando. Eu segui enfiando meu dedo no seu cu, que já apertava como se quisesse algo mais dentro, então enfiei outro dedo e assim por diante. Ela começou a tremer e, de repente, banhou minha boca com seu orgasmo delicioso. Ela não gritou; em vez disso, começou a chupar mais rápido e forte, o que me agradou muito.

Então deitei ela na cama e me preparei para apoiar o cu dela com meu pau. Ela não fez nenhum movimento, então apoiei a cabeça do meu pênis no seu ânus e lentamente, mas com força, fui penetrando.
- Ahhhhh, cuidado, amor, tá doendo - ela me dizia
- Calma, quando estiver dentro não vai doer - ao dizer isso, metade do meu pau já estava dentro dela, então me movi em círculos devagar para que dilatasse.

Ela só se dedicava a gemer, não se mexia de jeito nenhum. Eu, por minha parte, continuei alargando seu cu, aquele pedacinho de glória que se escondia entre suas nádegas e agora era meu. Quando senti que ela estava preparada, com um só empurrão, enfiei tudo.
- AAAHHHHHHHH - ela gritou
Mas não tentou se esquivar. Ela só me dizia:
- Continua, continua, amor, me faz sua -

Eu seguia com meus movimentos dentro e fora do seu cu, que já me deixava entrar e sair com certa facilidade, embora seu cu ainda me apertasse quando entrava meu pau inteiro. Ela gritava e se mexia de um lado pro outro. Virei ela e comecei a comer de missionário, mas ainda pelo cu. Beijava e chupava aqueles peitos. que delícia que ela tem, ela me dizia
- tio, que bom que está, não para, continua, continua - enquanto mordia meus lábios e arranhava minhas costas com as unhas.
- AAHHHH eu vou gozar - eu disse
- faz dentro, me enche de porra - me dizia a putinha
Gozei dentro dela, ao tirar da buceta pude ver muito sêmen saindo, então enfiei meu dedo para sentir sua buceta recém-penetrada e molhada, nem percebi que com o esforço ela tinha adormecido, então fui para o chuveiro e voltei para cobri-la com o lençol para que dormisse bem.
Na manhã seguinte acordamos, ela estava séria
- Rosa, por que está séria? - perguntei
- é que o que aconteceu ontem à noite eu gostei muito, mas você é meu tio e não poderemos fazer de novo - me disse meio triste
- podemos sim, digo, sou tio, mas se você quiser fazer, podemos continuar fazendo - eu disse
- mas e minha mãe? - perguntou
- não vamos contar nada, não se preocupe -
Ela se acalmou e veio me beijar
- esta semana não se preocupe, vamos ficar juntos e ninguém vai nos incomodar, ok? - eu disse
- está bem, tio, não vou me preocupar, posso dormir com você hoje à noite? -
- claro que pode e pode fazer o barulho que quiser - eu disse
Assim começou minha vida de incesto com minha sobrinha, espero que gostem desse relato tanto quanto eu gostei de viver essa experiência com ela, que foi a primeira de muitas que depois conto para vocês.

15 comentários - Minha sobrinha e eu, primeira vez

de donde lo sacaste?? esta muy bueno el relato pon la fuente porque se que no lo escribiste tu
neromx dijo:
juan_tablin dijo:de donde lo sacaste?? esta muy bueno el relato pon la fuente porque se que no lo escribiste tu


disculpa, pero ese relato es mio, fue una experiencia que vivi

BULLSHIT
es un super relato cuando nos muestra una foto
🤤 yo tambien desvirgue a una prima...
y mis 2 sobrinas son unas bestias...
🤤 🤤
se me antojo tu sobrina deberias presentarmela