Virando mulher - Primeira transa, a melhor

Depois de conhecer o Pablo, ficar toda excitada com ele e experimentar minha primeira siririca, seduzi ele e finalmente conseguir que ele me pedisse em namoro, nossa história de amor e safadeza foi a mais rápida e peculiar possível. A gente se via quase todo dia: depois da aula ele vinha me buscar ou, se eu terminava antes, ia buscar ele. Parecia que a gente tinha pegado gosto pela coisa e não conseguia ficar separados.

Em qualquer hora ou lugar, a gente dava vazão à nossa atração física e sentimental. Não importava se o lugar era público ou privado. Se os outros podiam ver ou não. A gente se beijava, passava a mão, brincava ou o que desse na telha, com a maior naturalidade e espontaneidade possível.

Se, por exemplo, a gente entrava num bar no meio do inverno, sempre procurava um cantinho pra se beijar, se apalpar ou o que desse. A gente se aproximava, se colava, tirava os braços dos respectivos casacos e, por baixo deles, fazia as peraltices próprias de um garoto de 19 anos e uma garota de 18.

Eu adorava meter a mão na calça dele, por cima do cinto, deslizar e finalmente fuçar dentro da cueca. Pegava a pica dele e acariciava com suavidade, apertava ou massageava dependendo de quão excitada eu tava na hora. Apesar de a gente ficar com tesão em lugares públicos, com muita gente, eu tinha o cuidado de não tirar a pica dele da calça pra não correr o risco de, por qualquer circunstância, ficar visível. Se acontecesse, a gente morreria de vergonha.

Ele passava a mão entre as minhas pernas se eu tava de calça. Normalmente, a gente mulher usa calças bem justas e, logicamente, um cara meter a mão dentro delas é quase missão impossível. Quando ele passava a mão, apertava contra a minha bucetinha, e geralmente usava os três dedos do meio pra evitar abrir muito as pernas.

Ele também costumava massagear meus peitos, meter a mão entre os botões da blusa. Como eu tinha os peitos meio pequenos, quase nunca usava sutiã. Quando ele colocava a mão por baixo da blusa, brincava com meus mamilos, beliscava eles e sabia que isso me deixava louca. Sabia que ao fazer isso, minha mão apertava mais o pau dele e meus movimentos ficavam mais experientes. De certo modo, ele controlava psicologicamente meus movimentos.

Nessas horas, por estarmos em lugar público, evitávamos gozar, o que nos deixava ainda mais excitados. Depois, ao sair do local, íamos para algum parque ou canto afastado onde extravasávamos nossa vontade de aproveitar um do outro. Tudo era quase perfeito… a gente se masturbava mutuamente, se comia o que dava quando dava. Mas faltava uma coisa: tínhamos a matéria pendente de transar.

Isso não acontecia por minha culpa. Eu tinha 19 anos e me achava muito nova pra ir tão longe. Como vivíamos nossa história de amor, eu ficava plenamente satisfeita. Não sentia aquela vontade louca, que algumas têm, de cometer a loucura de começar e, mais cedo ou mais tarde, pagar as consequências.

Eu era louca por ele, mas… algo me atormentava por dentro. Tudo era muito bonito e especial. A gente se amava, se entendia, se respeitava, mas eu tinha algumas dúvidas. Tudo estava indo muito rápido e, desde criança, me ensinaram que: “A pressa turva a razão”. Eu sentia o medo de que, ao me entregar pra ele, ele me visse de outro jeito e tudo mudasse pra pior ou… que até me largasse depois de conseguir o troféu.

Uma tarde em que ele insistia pra gente fazer, eu já não sabia mais que desculpa inventar: já tinha usado a da menstruação, a da dor de não sei o quê, a da falta de tempo, a de não ter um lugar adequado… enfim, não tinha mais coelho na cartola pra tirar. Ainda mais considerando que ele tinha a casa dele pra gente ir, já que os pais dele iam ficar fora no fim de semana.

Pois é! Não me restou outra opção senão abrir meus pensamentos pra ele e foi assim que eu falei:

- Olha, Pablo, sei que pra você, como homem, isso é algo muito importante. Sei que você me ama e que… talvez queira se exibir pros seus amigos. Seja lá o que for te motivo. Mas tenho medo de que, ao me entregar completamente a você, você mude e tudo o que vivemos vá por água abaixo. Se isso acontecesse, eu morreria.

- Te entendo, Luz, e sei que para você, que é uma garota muito sensível e madura para a sua idade, isso é algo muito importante. Não estou falando de transar, estou falando de perder tudo pelo que você lutou. – ele disse em um tom muito compreensivo.

- É verdade, love, me fodería muito perder você por motivos de peso: você mudar de cidade, se apaixonar por outra, deixar de me querer por qualquer motivo... tudo isso eu entenderia e partiria meu coração, mas... isso acontecer por causa de uma foda... sei lá, me sentiria tão triste e vazia que não sei o que faria. – respondi, muito triste e quase sem respirar.

Depois de um bom tempo conversando sobre o assunto, chegamos a um acordo: continuaríamos como até então, até que eu pedisse, quando me sentisse preparada e minhas inseguranças tivessem desaparecido.

E foi assim que aconteceu. Por quase seis meses, continuamos como se nada tivéssemos conversado. Nos excitávamos e nos aliviávamos, mas sem chegar a uma foda de verdade. No fundo, sentia que aquilo era suficiente para nós. Afinal, entendemos que, para ele gozar... Que diferença fazia se fodíamos ou não? No fim das contas, o objetivo era gozar e aproveitar juntos. No meu caso, o pensamento era o mesmo.

Chegando em julho, eu já tinha acabado de fazer 19 anos. Meus pais tinham pouco mais de um mês de férias e decidiram que passaríamos 12 dias no Egito e o resto do mês em um lugar que, sem mais detalhes, disseram que seria uma surpresa para mim.

Depois da viagem pelo Egito, chegamos à Sardenha, mais especificamente a uma pequena ilha ao norte chamada La Maddalena. Minha felicidade era evidente, porque achava que tinham escolhido aquele lugar por minha causa. Mas, enfim, a vida prega peças. Poucos dias depois, descobri que havia outro motivo para irmos para lá. Lá vivia aposentado, há vários anos, um antigo... professor da minha mãe na universidade.

Mas, sinceramente, isso não tinha importância. O lugar era lindo: um clima espetacular, lugares dos sonhos e muita tranquilidade. Por outro lado, o ex-professor da minha mãe era um velhinho super simpático e cheio de energia. Durante uma semana, ele nos mostrou os lugares mais pitorescos num carro antigo, restaurado e conversível, que ele cuidava mais do que da própria esposa antes dela morrer. Também nos levou para vários passeios num barquinho à vela pela costa.

Quando finalmente minha mãe achou que já tínhamos incomodado demais aquele velhinho gentil, a gente se dedicou a descansar em família e aproveitar o lugar, as praias e o povo. No hotel onde estávamos hospedados, trabalhava um garoto de 19 anos, italiano pelo sotaque, pela beleza e pela cara de pau que tinha. Quando me viu, deve ter pensado que tinha chegado carne fresca, porque a verdade é que a maioria das mulheres do hotel passava dos 30 e era casada.

Chegou um ponto em que esse garoto simpático ficou até enjoativo. Ele se virava bem no espanhol, sempre com um sorriso no rosto e aquele jeito de sem-vergonha italiano. Toda vez que me via, passava dos limites com elogios e safadezas. Era incansável.

Um dia, depois do turno de trabalho dele, me convidou para ir à praia com ele e uns amigos. Fez isso através do meu pai, porque antes tinha pedido permissão, como um bom filho de uma família italiana respeitável (segundo ele), para me convidar. Como iam mais pessoas, eu me decidi e fui para o lugar que ele tinha marcado.

Passamos um dia maravilhoso, mas na minha cabeça estava o tempo todo o meu namorado, Pablo. Ele estava de férias com os pais, mas eu não sabia nem onde nem até quando. Na última ligação dele, antes de eu sair do Egito, ele disse que estava na costa de Gerona e não soube mais nada. Pelo visto, os pais dele eram bem imprevisíveis e nunca se sabia onde iam sentar a bunda.

No dia seguinte de estar com Fabio (meu italiano atrevido) e os amigos dele se aproximaram e me perguntaram como eu tinha passado. Respondi que muito bem e que os amigos e amigas dele eram gente boa, mas... que não tinha entendido quase nada do que eles falavam. Ele me respondeu que eu tinha caído nas graças de todo mundo e que me convidavam pra uma festa, naquela mesma noite, num quiosque perto dali.

Depois de pedir permissão aos meus pais, combinei com ele que viria me buscar pra irmos juntos. Lá pelas oito da noite, ele apareceu numa moto Vespa toda caindo aos pedaços, cinza e com mais remendos que convenção de pirata zarolho.

A festa foi muito divertida. Fabio não parava de soltar umas frases que deixariam qualquer garota vermelha, mas ele era, ou parecia ser, assim. Depois de um bom tempo, as artes sedutoras dele pareceram surtir efeito. Eu tava encantada com a lábia dele e não parava de rir. Num dado momento, ele chegou muito perto de mim e me roubou um beijo que... ufffffff, me deixou sem reação. Diante da insistência dele, correspondi e a gente se pegou de boca por uns dois minutos. Eu tava ficando muito excitada. Esse garoto parecia uma droga bem viciante.

Por mais de uma hora, a gente não se beijou de novo, graças ao fato de não pararmos de dançar com o resto da galera. Eu tinha avisado ele que, no máximo, iria embora às duas da madrugada. Lá pela uma hora, ele se aproximou por trás, enquanto eu dançava, me abraçou pelas costas e, beijando meu pescoço, começou a apalpar minha bunda, minhas cadeiras e, finalmente, meus peitos. Fiquei sem saber o que fazer, sem reação alguma.

Quando ele me virou de frente pra ele, quis me beijar de novo, mas eu recusei. Decidi que até ali já tinha ido longe demais. Que eu tinha namorado e que o amava mais do que podia imaginar. Finalmente, pedi que ele me levasse até o hotel, e ele, muito educado e compreensivo, parou de insistir e me levou de volta.

Assim que entrei no quarto, tirei o vestido, a calcinha, a meia-calça, os sapatos e, apressada, me joguei na cama. De bruços e completamente nua. Rapidamente enfiei a mão por baixo do corpo até chegar na bucetinha e, sem parar de pensar no Pablo, me masturbei como não lembrava de fazer há muito tempo. Fabio foi o estopim do meu tesão e, apesar de quanto eu o desejava, me toquei pensando no meu amor.

Os dias passaram e parei de brincar com Fabio. Quando as férias acabaram, voltamos pra casa e, assim que chegamos, a primeira coisa que fiz foi ir atrás do Pablo na casa dele… Será que ele tinha voltado? Bati na porta e a mãe dele abriu. Ela me disse que ele estava na piscina e, sem pensar duas vezes, fui procurá-lo. Quando cheguei, mandei chamar ele pelo sistema de som. Quando ele atendeu e me viu, não sei o que aconteceu: comecei a chorar que nem uma boba, andei uns passos e abracei ele como se não o visse há anos. Naquele momento, senti que eu era realmente dele e ele meu.

- Pablo, você não sabe quanta falta você me fez. Eu sentia que ia morrer se passasse mais um dia sem te ver, sem te abraçar, sem me perder nos seus olhos – falei com os olhos cheios de lágrimas.

- Não se preocupa, meu amor, já passou tudo e estamos juntos de novo. – ele respondeu sem parar de me abraçar.

- Quero que a gente transe, na primeira oportunidade que tivermos. Agora sei que estou totalmente pronta. – falei com a voz trêmula de alegria e completamente decidida.

Uma semana depois, os pais do Pablo deram a ele um carro de segunda mão. Ele já tinha a carteira de motorista e queriam que ele pegasse prática com um carro simples. Pra estrear, ele me levou pra dar um rolê pela cidade. Durante o caminho, ele me perguntou se eu queria ir com ele passar o fim de semana numa casinha que os tios dele tinham na costa de Málaga. Como eles estavam viajando, a gente teria o lugar só pra nós. Respondi que sim e ele me levou pra casa.

Quase não consegui dormir naquela noite pensando no fim de semana. No dia seguinte, comentei com meus pais e pedi permissão durante o almoço. Falei que o Pablo tinha a permissão dos pais dela e que só faltava o consentimento deles. Os dois me responderam que sim, mas disseram que antes queriam conversar com os dois, com o Pablo e comigo.

Na sexta, depois do almoço, o Pablo veio aqui em casa. Meus pais pediram pra gente sentar e começaram o papo:

- Queridos filhos – ele falou num tom paternal. - Sua mãe e eu sabemos o que vocês sentem um pelo outro e não somos contra, pelo contrário. Sabemos que o Pablo é um bom rapaz e de confiança, mas nós também já fomos jovens e sabemos o que rola nesses casos. Temos consciência de que você cresceu, que é madura, responsável e que tá pronta pra tomar suas decisões…

- Tá bom, pai – eu interrompi – a gente sabe o que vocês vão dizer e me dá vergonha que vocês falem isso na frente dele. – continuei.

- Entendo, filha, mas entende que é nossa obrigação dizer isso. Sua mãe e eu sabemos que não adianta fechar a porteira e que vocês vão fazer o que quiserem, quando puderem. Da nossa parte, não somos contra vocês transarem, mas pedimos que façam de forma segura, com consentimento e com total consciência. É só isso que queríamos dizer.

Eu e o Pablo nos olhamos e nossas caras eram a cara da vergonha.

- Não se preocupem, nenhum de nós quer complicar a vida, muito menos a de vocês – respondeu o Pablo.

- É verdade, pai, você sabe que pode confiar em mim – completei.

Dito isso, a gente se levantou, pegou uma bolsa de viagem pequena e uma sacola grande com comida e outras coisas que eu tinha deixado prontas perto da porta da escada. Depois de nos despedir, fomos embora. As risadinhas dos dois no elevador denunciavam o mau momento que a gente tinha passado, mas… no fim das contas, mais cedo ou mais tarde a conversa ia rolar. Então a gente respirou aliviado, porque a etapa já tinha passado.

Subimos no carro e fomos embora, tínhamos mais ou menos duas horas de viagem. Se não tivesse muito trânsito, a gente chegaria lá pelas oito da noite. Durante o Durante a viagem, não paramos de conversar, de fazer planos, de rir e de nos olhar. Mas teve uma coisa que a gente não tocou e que, inconscientemente, evitamos mencionar… o sexo.

Chegamos ao nosso destino, Benalmádena, por volta das 20h30. Num mercadinho pequeno, compramos umas cervejas e três garrafas de vinho Lambrusco, o meu preferido, porque comida a gente já tinha trazido de casa.

Quando chegamos na casinha dos tios dele, colocamos toda a comida e as bebidas na geladeira, separando uma garrafa de vinho pro congelador. Tiramos as roupas, as toalhas e os produtos de higiene das malas e fomos arrumar a mesa pra jantar.

Lá pelas 21h30, o vinho já tava no ponto, bem gelado. Sentamos à mesa e começamos a devorar a comida e a esvaziar a garrafa de vinho, trocando olhares, conversas fiadas e risadas nervosas.

Quando terminamos, tirei os pratos da mesa e levei pra cozinha. Ele quis me ajudar, mas eu recusei. Pedi pra ele ficar sentado e avisei que ia trazer a sobremesa: uns pudins de ovo deliciosos que minha mãe tinha feito e que eu trouxe num pote próprio pra conservar.

Poucos minutos depois, voltei, me aproximei da mesa e o Pablo ficou mudo, não conseguia processar o que via: antes de ir pra cozinha, fui pro quarto, me despi completamente, prendi o cabelo num rabo de cavalo e peguei a sobremesa na cozinha. Essa foi a visão que o Pablo teve quando entrei na sala.

— Luz, minha menina… O que cê tá fazendo assim? — ele perguntou, de boca aberta.

— Pablo, eu tô tão molhada e a gente esperou tanto tempo que não aguento mais. Não consigo esperar mais pra te foder…

Ele se levantou da mesa, veio até mim, pegou minhas mãos e começou a me beijar como no dia do nosso reencontro. Ele devorava minha boca e não parava de meter a língua. Isso me excitava ainda mais. Com minhas mãos, peguei as dele e, já que ele parecia não se atrever, levei elas até meus quadris. Eu precisava que ele reagisse, que me que me abraçasse, que as passeasse por toda a minha anatomia.

Ao pousá-las sobre mim, senti meu corpo se acender ainda mais. Ela percorreu minha bunda, minhas costas, meus quadris e finalmente terminou me apertando contra ela.

- Love, tenho algo pra te dizer. Não sei como você vai levar, mas juro que o que vou te contar é a pura verdade. – falei com a voz meio nervosa.

- O que é, neném? É tão importante assim pra falar agora? – ele me perguntou.

- Depende de como você encarar, mas pra mim é importante sim – respondi. - Quando eu estava na Sardenha, com meus pais, conheci um cara que trabalhava lá. Um dia ele me chamou pra uma festa num quiosque e a gente se beijou e ele passou a mão em mim. Mais do que passar a mão, ele me acariciou, mas lembrei de você e não quis ir além, é a verdade, só queria tirar isso da consciência. – terminei de explicar.

- Obrigado por me contar, gosto que confie em mim e me diga algo que eu jamais saberia se não me contasse. Imagino que ele queria te comer e eu vou te dar o que você não quis dele – concluiu de um jeito que me surpreendeu pra caralho.

Algo estranho aconteceu, é como se ao confessar meu segredo ele tivesse ficado puto, mas não era isso. Ele ficou tão tesudo e se sentiu tão superior, tão crescido que não parou de apalpar meu corpo por uns minutos enquanto me devorava o rosto e a boca de beijos.

Comecei a desabotoar a calça dele, precisava sentir o pau dele nas minhas mãos. Ao abaixar o zíper, tirei o passarinho da gaiola, ele estava tão excitado e duro que cobriu minha mão por completo. Ele se abaixou um pouco até chegar com a boca nos meus peitos, meus pequenos mas excitados pezinhos. Com as mãos, ele apertou e juntou no meu eixo de simetria. Não parava de apertar, de tentar espremer, enquanto percorria com os lábios, com a língua, com os dentes.

Eu o via tão enlouquecido que deslizei pela barriga dele até ter na frente dos meus olhos aquele pau que tinha meu nome escrito. Acariciei com as duas mãos, apertava, beijava, passava a Língua na ponta. Ele me segurava pelo cabelo e não parava de suspirar. Acabei ficando de joelhos e finalmente engoli ele por completo. Enfiei até a garganta, porque não era nada enorme. Enquanto eu engolia, ele empurrava minha cabeça contra ele. Por uns minutos, dei um boquete bem intenso.

Quando resolvi dar um descanso pro pau dele, me levantei e ele, me pegando pela mão, me levou até o quarto. Tirou o edredom que cobria a cama, esticou uma das toalhas de praia e mandou eu deitar, olhando pro teto. Saiu do quarto e voltou com um dos pudins. Se pelou todo e, sentando na beirada da cama, começou a picar o pudim com a colherzinha e a espalhar na minha barriga e nos meus peitos.

O pudim tava gelado e o contato com a minha pele me fez tremer. Ele começou a comer de cima do meu corpo e a lamber o caramelo que lambuzava minha pele. Fazia cócegas e eu não parava de rir enquanto acariciava o cabelo dele. Quando chegou nos peitos, caprichava mais, lambia com mais vontade e desejo, e quando parava nos bicos... AI, MEU DEUS!!! Ainda sinto aquela sensação de prazer que ele me dava. Adorava quando ele mordiscava, quando roçava os dentes. Só posso dizer que aquele pudim foi o que mais curti na vida sem nem provar.

Quando só sobravam restos da sobremesa, ele se ajoelhou na altura das minhas pernas, abriu minhas coxas e separou o máximo que pôde, deixando a bucetinha toda exposta. Empurrou minhas pernas pra cima da barriga pra ter uma visão e acesso melhores.

- Vou comer essa xereca como nunca comi antes – ele disse.

- Deixa um pouco pra depois, não é pra devorar agora e depois não ter onde enfiar a tiny ass – respondi.

Dito isso, ele me deu uma limpeza lá embaixo que vocês podem imaginar. Chupava meu clitóris, os lábios, mordia, lambia de novo. O tesão que ele tava me dando me matava, me fazia gozar Infringi uns mordiscos pequenos, mas doloridos, nos lábios da boca dela. Durante uns minutos intermináveis, me deu tanto prazer que gozei de forma selvagem. Não parei de ofegar, gemer e implorar pra ele continuar. Não era o primeiro orgasmo que aquele filho da puta me dava, mas foi o mais intenso e gostoso.

Quando ele parou, se aproximou dos meus peitos e sentou neles. Ainda tinha restos da sobremesa, mas não pareceu se importar. Pediu pra eu levantar um pouco a cabeça e colocou o outro travesseiro debaixo dela. Meu rosto ficou quase paralelo ao corpo dele, ele se aproximou ainda mais e disse:

- Luz, quero foder sua boca, nunca fizemos isso, mas fica tranquila, não vai ser chato nem desconfortável.

- Como você quiser, Pablo. Eu te sigo no que fizer. – respondi, satisfeita com a proposta.

Ele aproximou o pau da minha boca, com a mão deslizou ele pelos lábios. Eu acompanhava com a ponta da língua. Finalmente, foi abrindo minha boca com ele, eu abria conforme ele entrava, até enfiar tudo. Custava a respirar e me dava uns ânsias leves. Devagar, começou a tirar e meter, fodendo minha boca com calma, com paciência, curtindo cada centímetro que entrava e saía. Dentro da boca, eu brincava com a língua no pau dele. Apertava com os lábios o máximo que podia. Quando saía por completo, brincava com a língua na cabeça dele, rodeava, abraçava com os lábios, e esse era o sinal pra ele meter de novo.

- Luz da minha vida, amor, quero que você faça algo por mim. – ele disse com voz séria.

- Sim, querido, o que você quiser – respondi.

- Quero que, quando o pau estiver prestes a sair, você abrace bem com os lábios, sem deixar entrar ou sair ar, e chupe o máximo que puder – ele disse, como se fosse uma lição.

Com o olhar, eu disse que sim e ele começou a foder minha boca de novo. Quando tirava, eu fazia o que ele tinha pedido: apertava bem com os lábios e chupava. Via como ele ficava satisfeito, o que me fazia sentir que estava mandando bem. fazendo do jeito que ele queria, como ele tinha me pedido. Passamos alguns minutos assim quando ele disse:

- É hora, meu anjo, vamos cumprir o que tanto ansiamos os dois.

Ele pegou uma camisinha que tirou do bolso da calça, rasgou a embalagem, tirou e com maestria, até demais pro meu gosto, colocou. Sem dúvida tinha experiência em colocar aquela capa de látex. Em qual buceta ele teria metido antes de mim? eu me perguntava. Será que foi nas férias? Voltei a questionar. De qualquer forma, agora era meu e não me importava nem um pouco naquele momento.

Ele levantou minhas pernas de novo, abrindo o máximo que pôde, se posicionou na entrada e, suspirando, foi enfiando até inundar minha bucetinha molhada e desejosa de sentir ele dentro pela primeira vez.

- UMMMMMMMMM – soltei pela boca um som de prazer que nasceu na minha alma.

Ele entrava e saía com muita facilidade. Não sentia dor nenhuma e podia sentir como ele roçava as paredes internas da buceta. O prazer ficava mais intenso conforme ele acelerava as penetrações. Meus gemidos surgiam mais numerosos e fortes.

- Como eu gosto, Pablo!! Valeu a pena esperar… Ah, ah, ah, ah… – eu dizia entre gemidos de gozo.

Ele não dizia nada, se concentrava em meter e tirar o pau cada vez mais rápido. De vez em quando olhava nos meus olhos e eu retribuía o olhar. O prazer que ele me dava nublava minha mente e meus olhos se fechavam a cada estocada.

- Me fode, amor! – eu pedia – Me fode bem forte! – pedia de novo.

Quando eu falava isso, ele acelerava ainda mais. As respirações ofegantes dele aumentavam cada vez mais. Eu agarrava os braços dele, bem forte, e implorava de novo que me fodesse mais rápido, que queria sentir ele no fundo da minha buceta. Ele não parava de tentar me destruir e me partir ao meio. De repente, parou, tirou o pau de dentro de mim e, olhando nos meus olhos, disse:

- Luz, fica de quatro, meu anjo, vamos experimentar algo que você vai gostar.

Eu obedeci, a essa altura dava até a lua se ele pedisse. Ele me pediu que levantou um pouco a barriga e, ao fazer isso, colocou um dos travesseiros debaixo dela. Minha bunda ficou bem exposta. Ele abriu minhas pernas o máximo que pôde, deitou-se sobre minhas costas e, por um momento, temi o pior, pensei que ele fosse furar minha bunda e não sabia como ela reagiria a um instrumento daqueles.

Meus medos desapareceram quando senti ele apontar o pau pra minha xereca e, ao encontrá-la, percebi ele entrando, meio apertado porque a buceta não estava aberta o suficiente. Apoiando as mãos na cama, ele ergueu o corpo e começou a me meter com rapidez e agilidade. Sentia que, ao entrar, ele batia na minha bunda com a barriga. As bolas batiam no meu clitóris e isso me excitava ainda mais. Eu tava ficando louca de prazer e não sabia como segurar meus gritos. Sem esperar…

- SIIIIIIM! Sim, sim, me fode amor, me fode que eu vou gozar – gritei histérica. – Não para amor, não para, por favor – implorei.

- Goza, querida, goza que eu adoro ouvir você gritar. – ele respondeu, todo excitado.

- AAAAAAAHHH, adoro isso, céu, adoro gozar com o pau dentro. – insisti.

Meus gritos e os gemidos dele abafavam o barulho daquela porra entrando e saindo, com os fluidos que escorriam da minha buceta.

- Não para, Pablo, pelo seu pai, não para – continuei implorando.

Ele me obedecia e continuava nas metidas. Quando finalmente terminei de gozar, mal conseguia me mexer, meu corpo todo relaxou. Depois de uns dois minutos, senti Pablo diminuir o ritmo. Ofegante, ele se deitou sobre minhas costas enquanto continuava enfiando e tirando aquilo que me inundava.

- UFFFFFF amor, que gozada, tô acabado. – ele disse com a voz sufocada.

- Você gostou, Pablo? Curtiu? – perguntei, esperando uma resposta satisfatória.

- Sim, céu, adorei, você foi incrível. Não sabe como eu gosto de ficar em cima da sua bunda. Um amigo me disse que essa posição era muito prazerosa pro homem e pra mulher, e eu queria que a gente experimentasse juntos – ele respondeu. respondeu me dando mais explicações do que eu esperava.

- Esse filho da puta já comeu mais mina do que eu posso imaginar! – pensava comigo mesma, resignada a não perguntar, com medo da resposta.

Ficamos assim por uns cinco minutos, até que pedi pra ele se levantar, porque o peso dele não me deixava respirar. Ele se levantou um pouco e se deitou ao meu lado. Tirei o travesseiro de debaixo da minha barriga e fiquei de bruços.

- Sério que você gosta da minha bunda, Pablo? – perguntei naturalmente.

- É linda, minha vida – ele respondeu.

- Kkkkkkk seu safado, tá falando isso porque acabou de transar e não quer ser cruel… kkkkkkkkk – falei em tom de brincadeira.

- É verdade, Luz, sua bunda me fascina, principalmente quando você usa roupinha apertada. – respondeu, me passando tranquilidade. – Quando você estiver pronta e com vontade, a gente pode tentar por ali, tenho certeza que vai gostar – continuou com ares de comedor experiente.

- Tá bem, amor, me dá tempo pra processar que finalmente a gente aproveitou de verdade. – respondi satisfeita.

Era quase meia-noite de uma sexta-feira de verão e estávamos num lugar de férias onde, com certeza, tinha rolê e diversão. Decidimos nos vestir e sair pra dar uma volta. Antes, quis tomar um banho rápido pra me arrumar e vestir.

- Não, não toma banho – ele disse – Quero sentir o cheiro de sexo que você exala onde quer que a gente vá.

- Sério? – perguntei.

- Sim, love, e prefiro que você não vista calcinha. Só de pensar que você não vai estar usando, já fico de pau duro de novo. Imagina como vou ficar o tempo todo. – argumentou com cara de safado.

Aceitei e vesti um vestido bem curtinho e justo que ele indicou. A verdade é que a ideia também me excitava pra caralho. Do mesmo jeito, ele decidiu não usar nada por baixo da calça. E então, nessa vibe, saímos pra rua.

Seguindo o pessoal que passava na rua, chegamos a uma balada ao ar livre. Tava lotada de gurias e guris jovens. Todo mundo alegre e na maior animação pra se divertir. A gente se misturou com o pessoal e ele pediu uns drinks, já que, dos dois, ele era o mais velho.

Enquanto a gente andava pelo lugar, não dava pra evitar esbarrar nos outros. Fossem caras ou minas, era inevitável. Eu sentia como se tivessem passando a mão na minha bunda. Ficava imaginando se percebiam que eu não tava de calcinha. O Pablo devia estar sentindo algo parecido, porque dava pra ver o volume no jeans dele. A verdade é que eu já tava toda excitada de novo. A gente decidiu dançar um pouco. Enquanto dançava, nossos corpos se roçavam por causa da excitação que tava tomando conta. Eu sentia a buceta ficando molhada por causa do novo tesão, da umidade que subia da praia e do calor de tantos corpos jovens. Dava pra sentir que todo mundo no lugar tava com os hormônios nas alturas.

Depois de um tempo dançando, a gente resolveu sentar num canto mais afastado, algo mais íntimo. Quando achamos o lugar, começamos a nos beijar de língua e a passar as mãos pelos corpos, por cima da roupa. De novo, me sentia uma gostosa, com vontade de foder outra vez. Parece que eu tinha pegado gosto por essa coisa de queca, queca.

Falei isso pro Pablo e ele respondeu que sentia o mesmo. Aí ele me propôs uma coisa que me deixou sem fôlego:

- A gente pode fazer uma coisa, Luz. Você senta em cima de mim, levantando a saia por trás sem chamar atenção. Eu tiro a pica e enfio até o talo. Pra não chamar muito a atenção, de vez em quando você se inclina pra frente pra pegar o copo ou deixar ele na mesinha.

- Kkkkkkkkkk, você é louco!! - Respondi - Cê acha que ninguém vai perceber?

- A gente pode tentar, mina. Se perceberem... que se foda. Cê acha que a gente seria o único casal fazendo isso? - ele respondeu com um tom decidido.

E foi assim que a gente fez. Sentei em cima da pica dele, ele tirou pra fora e, conhecendo o caminho, me penetrou. Tive que fazer milagre pra não deixar estampado na cara o impacto que aquela penetração me causou. Sem chegar a gozar, eu sentia a buceta eu tava escorrendo.
Ele tava atrás de mim e me segurava pelos quadris ou pela cintura. Do jeito que dava, ele se mexia debaixo de mim, tentando fazer movimentos de entra e sai.

– Não goza dentro – pedi.

– Sei, meu amor, fica tranquila – ele me acalmou.

Resolvemos parar com o jogo pelo que podia rolar uma vez que a gente se empolgasse. Viramos a taça rapidinho e saímos procurando um lugar pra saciar nossos desejos de novo. Quando saímos na rua, fomos pro estacionamento, porque tava cheio de carro. Tinha bastante movimento e mais de um casal fazia, na disfarçada, o que a gente procurava.

Chegamos num lugar mais afastado, ele sentou no capô de um carro, tirou uma camisinha da calça e, depois de puxar a rola pra fora do zíper, colocou. Na sequência, sentei em cima dela, de costas pra ele, e enfiei inteira. A partir dali, não parei de cavalgar em cima dele, encostando minhas costas no peito dele. Ele enfiava as mãos por baixo do meu vestido e apertava meus peitos, beliscava os bicos, e isso me fazia cavalgar mais rápido.

Em poucos minutos, consegui gozar violentamente, sem parar de me esfregar no peito dele. Meus gemidos baixinhos quase não dava pra ouvir por causa do barulho que vinha da balada. O produto da minha gozada escorria da buceta e deslizava pelas minhas coxas. Eu adorava a sensação que isso me dava.

Assim que terminei de gozar, meu corpo relaxou, minha cavalgada diminuiu bastante, e ele percebeu. Inclinou meu corpo levemente pra frente, pra enfiar um dedo no meu cu – não sei qual dos dois foi o culpado, mas admito que gostei. Assim ele continuou me comendo por mais um tempo.

Como notei que ele não gozava, achei que era por causa da posição. Me separei dele, virei e, pegando a rola com as mãos, tirei a camisinha. Me abaixei e enfiei na boca. Chupei com muita vontade, engolindo tudo, uma vez e outra, até que, depois de alguns minutos, consegui fazer ele gozar dentro da minha boca. Parte do saiu esperma pelo canto dos lábios. A outra eu engoli gostoso. Adorava o gosto dele, entre amargo e salgado.

No fim, terminei de limpar ele todo na minha boca, com os lábios, com a língua, até deixar ele completamente seco. Com as duas mãos, ele me levantou puxando minha cabeça. Aproximou os lábios dele dos meus e a gente se comeu de boca. Parecia que ele queria sentir o gosto do suco do próprio pau.

Finalmente, a gente se arrumou e, de mãos dadas, fomos para a praia dar um passeio romântico antes de dormir. Lá pelas cinco da manhã, voltamos para a casa dos tios dele. A gente estava tão satisfeito com o sexo que caímos na cama, depois de tirar toda a roupa, e dormimos.

No mesmo dia, acordamos lá pelas três da tarde. O sábado e o domingo a gente passou indo pra praia, passeando e... sim, amigos, fodeu o quanto a gente conseguiu e nossos corpos permitiram.

Na segunda de manhã, voltamos pra Granada, ele me deixou em casa e foi pra dele. Ainda não era hora do almoço e meu pai não estava em casa, faltava umas horas. Minha mãe me cumprimentou e começou o interrogatório:

- E me conta, filha, como foi que vocês se divertiram?

- Muito bem, mãe, foi bem romântico e divertido, a gente se divertiu muito - respondi.

- E me diz... Teve sexo? Não mente pra mim - continuou sondando.

- Mãe, você sabe que nunca minto pra você. Sim, a gente fez no sábado à noite, depois de voltar da festa. Foi muito carinhoso e romântico. (Mentira podre, hahaha) - não tive coragem de dar tantos detalhes. Com certeza não teria muita importância, porque, como mulher que um dia teve a minha idade, ela sabe como são esses fins de semana.

- Que bom, filha, fico muito feliz por você, já é uma mulher completa - tentou me passar confiança.

- Obrigada, mãe, mas fica sabendo que a gente fez com proteção, antes que você pergunte - com isso, deixei ela totalmente tranquila.

Enfim, não quis dar mais explicações e encerrei a conversa com a desculpa de tomar banho.

E é isso. Assim foi minha primeira. Foi com o cara que eu amava. Perdi a virgindade e, olha, de um jeito que só!! De certa forma, por dentro e por trás (mesmo que fosse só com um dedo). Confesso que entrei no mundo do sexo, puro e pesado, de um jeito meio exagerado, mas depois da primeira vez, tentei aproveitar ao máximo tudo que dava.

Claro, essa primeira experiência abriu as portas pra um relacionamento novo e bem satisfatório. Mas isso já é outra história...

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2 comentários - Virando mulher - Primeira transa, a melhor

me encantan tus historias.... ya me las leii a todasssssss segui escribiendo porfaaa