Voltei pro hotel com o coração na boca, tomei um banho, me depilei o corpo todo (por sorte sou quase sem pelos), tomei umas cervejas e, duas horas depois, tava pontualmente tocando a campainha de novo na casa. Não me preocupei com a roupa (jeans, camiseta branca e tênis), já que ia, como eles falaram, vestido de mulher!
Reconheço que já tinha usado alguma peça feminina no passado, saias curtas, me olhando no espelho, vestindo uma tanga e usando ela por baixo da calça, peruca, etc., mas nunca saí na rua vestido de mulher. Uma vez até fui pra piscina de um hotel com uma tanga cinza minúscula no lugar do sungão...
De novo, tava me animando a cruzar uma porta que antes nunca passaria pela minha cabeça, mas me excitava o desafio de participar de uma festa privada dessas, e ainda me colocar na pele de um travesti amador por uma noite e obedecer o que mandassem eu fazer...
Quem abriu foi o Javier, e pela cara dele, ficou surpreso que era eu. — Lucas, olha quem temos aqui — falou ele olhando pra dentro enquanto me fazia entrar. O Lucas se aproximou, fez um gesto de saudação e disse — Chama a Tamara, prepara ele que não temos muito tempo!
Abriram uma porta e fui pra outro quarto, também preparado pra transar, e uma voz feminina falou do banheiro que tava a uns metros — Me espera um minuto que já tô contigo.
Me chocava a ideia de ter uma mulher nisso, mas era óbvio que ela também trabalhava ali.
Fiquei parado esperando ela uns minutos, até que finalmente a porta abriu e apareceu a Tamara; baixinha, corpo muito gostoso, enfiada num conjunto de jaqueta e minissaia de couro preto e látex bem justo, com o cabelo molhado e preso pra trás. Ela me encarou com uns olhos verdes enormes, tentando entender quem eu era e o que tava fazendo ali.
Ela falou primeiro — Tô como? — e antes que eu respondesse, pareceu lembrar: — Ah, você é o garoto que veio hoje, não curte As mulheres, né?
Quis responder que não era bem assim, que na verdade eu gostava pra caralho de mulheres, mas também de homens, embora mais da cintura pra baixo. Mas ela continuou falando enquanto me olhava de cima a baixo: "Vamos ver, você é bonitinho, tem um corpo legal, magro, e com o cabelo curtinho vai ficar perfeito com uma das minhas perucas. Tira toda a roupa."
Ela me olhou pelado e disse: "Melhor você se vestir de mulher, porque o que você tem entre as pernas não serve pra esse tipo de festa..." Eu me defendi: "Olha que eu sei usar muito bem, e além disso, tamanho é mito, né?" — "Escuta aqui, bonitinho, aqui mito não cola, vale o que se vê. Agradece que você tem uma bunda linda" (ela passou a mão enquanto falava) "e isso sim vai agradar pra caralho, e você também vai gostar, né?
"Bom, sua boquinha também vai fazer sucesso, você vai passar o tempo todo com caras em volta enfiando o pau na sua boca..."
Dito isso, abriu o guarda-roupa e começou a tirar vários vestidos de mulher. "Vou te vestir bem putinha, sabe? A gente vai se divertir pra caralho lá, você e eu."
De novo, comecei a ficar excitado com essa situação bizarra: eu pelado na frente dessa gatinha que ia me vestir de putinha como se eu fosse uma boneca...
Ela pegou um sutiã bordado vermelho com enchimento, uma peruca morena cortada no estilo chanel, um casaquinho soltinho preto tipo seda que, segundo ela, ia por cima do sutiã, uma saia de lycra vermelha curtíssima e meias caladas pretas com liga.
Eu olhava sem saber o que fazer, incapaz de me imaginar naquelas roupas tão provocantes. "Não, isso não vai dar certo..." comecei a falar, e ela me cortou de mal jeito: "Cala a boca, não tem tempo, agora quem manda sou eu!"
"Toma", disse ela, "coloca essa calcinha fio-dental preta" (mal cobria o volume).
Ela me ajudou a vestir tudo, eu não acreditava na transformação, ainda mais quando me maquiou, pintou meus lábios e colocou brincos. "Calça essas botas estilo cowboy dos meninos, porque as minhas não vão servir!"
Quando me olhei no espelho... No espelho, meia hora depois, não conseguia acreditar na imagem que tava me devolvendo! Era uma puta e tava gostosa pra caralho!!
O trabalho tava perfeito, e comecei a curtir o anonimato de interpretar um papel diferente, o que também começou a me excitar e
comecei a sentir que meu pau queria gozar pra fora daquela calcinha fio-dental minúscula!
Falei pra ela que tava dura e depois de rir, ela disse: "Beleza, agora se coloca na pele de uma fofinha, fala mais suave (embora
você não vá falar muito na festa) e se mexe mais devagar, ok? Tá maravilhosa."
Javier e Lucas me olhavam enquanto terminavam de se vestir com ternos pretos elegantes (que depois, na festa, largariam
logo pra ficar só de sunguinhas brancas a noite inteira).
Assim, a campainha tocou e os caras falaram: "Pronto, a van veio nos buscar."
Um suor frio escorreu pelas minhas costas, e saímos pra rua.
Próximo capítulo final: a festa.
Link 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2000980/Aventura-muy-gay-en-importante-ciudad-del-interior-del-pais.html
Link 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2011355/Aventura-muy-gay-en-importante-ciudad-del-interior-_2_.html
Reconheço que já tinha usado alguma peça feminina no passado, saias curtas, me olhando no espelho, vestindo uma tanga e usando ela por baixo da calça, peruca, etc., mas nunca saí na rua vestido de mulher. Uma vez até fui pra piscina de um hotel com uma tanga cinza minúscula no lugar do sungão...
De novo, tava me animando a cruzar uma porta que antes nunca passaria pela minha cabeça, mas me excitava o desafio de participar de uma festa privada dessas, e ainda me colocar na pele de um travesti amador por uma noite e obedecer o que mandassem eu fazer...
Quem abriu foi o Javier, e pela cara dele, ficou surpreso que era eu. — Lucas, olha quem temos aqui — falou ele olhando pra dentro enquanto me fazia entrar. O Lucas se aproximou, fez um gesto de saudação e disse — Chama a Tamara, prepara ele que não temos muito tempo!
Abriram uma porta e fui pra outro quarto, também preparado pra transar, e uma voz feminina falou do banheiro que tava a uns metros — Me espera um minuto que já tô contigo.
Me chocava a ideia de ter uma mulher nisso, mas era óbvio que ela também trabalhava ali.
Fiquei parado esperando ela uns minutos, até que finalmente a porta abriu e apareceu a Tamara; baixinha, corpo muito gostoso, enfiada num conjunto de jaqueta e minissaia de couro preto e látex bem justo, com o cabelo molhado e preso pra trás. Ela me encarou com uns olhos verdes enormes, tentando entender quem eu era e o que tava fazendo ali.
Ela falou primeiro — Tô como? — e antes que eu respondesse, pareceu lembrar: — Ah, você é o garoto que veio hoje, não curte As mulheres, né?
Quis responder que não era bem assim, que na verdade eu gostava pra caralho de mulheres, mas também de homens, embora mais da cintura pra baixo. Mas ela continuou falando enquanto me olhava de cima a baixo: "Vamos ver, você é bonitinho, tem um corpo legal, magro, e com o cabelo curtinho vai ficar perfeito com uma das minhas perucas. Tira toda a roupa."
Ela me olhou pelado e disse: "Melhor você se vestir de mulher, porque o que você tem entre as pernas não serve pra esse tipo de festa..." Eu me defendi: "Olha que eu sei usar muito bem, e além disso, tamanho é mito, né?" — "Escuta aqui, bonitinho, aqui mito não cola, vale o que se vê. Agradece que você tem uma bunda linda" (ela passou a mão enquanto falava) "e isso sim vai agradar pra caralho, e você também vai gostar, né?
"Bom, sua boquinha também vai fazer sucesso, você vai passar o tempo todo com caras em volta enfiando o pau na sua boca..."
Dito isso, abriu o guarda-roupa e começou a tirar vários vestidos de mulher. "Vou te vestir bem putinha, sabe? A gente vai se divertir pra caralho lá, você e eu."
De novo, comecei a ficar excitado com essa situação bizarra: eu pelado na frente dessa gatinha que ia me vestir de putinha como se eu fosse uma boneca...
Ela pegou um sutiã bordado vermelho com enchimento, uma peruca morena cortada no estilo chanel, um casaquinho soltinho preto tipo seda que, segundo ela, ia por cima do sutiã, uma saia de lycra vermelha curtíssima e meias caladas pretas com liga.
Eu olhava sem saber o que fazer, incapaz de me imaginar naquelas roupas tão provocantes. "Não, isso não vai dar certo..." comecei a falar, e ela me cortou de mal jeito: "Cala a boca, não tem tempo, agora quem manda sou eu!"
"Toma", disse ela, "coloca essa calcinha fio-dental preta" (mal cobria o volume).
Ela me ajudou a vestir tudo, eu não acreditava na transformação, ainda mais quando me maquiou, pintou meus lábios e colocou brincos. "Calça essas botas estilo cowboy dos meninos, porque as minhas não vão servir!"
Quando me olhei no espelho... No espelho, meia hora depois, não conseguia acreditar na imagem que tava me devolvendo! Era uma puta e tava gostosa pra caralho!!
O trabalho tava perfeito, e comecei a curtir o anonimato de interpretar um papel diferente, o que também começou a me excitar e
comecei a sentir que meu pau queria gozar pra fora daquela calcinha fio-dental minúscula!
Falei pra ela que tava dura e depois de rir, ela disse: "Beleza, agora se coloca na pele de uma fofinha, fala mais suave (embora
você não vá falar muito na festa) e se mexe mais devagar, ok? Tá maravilhosa."
Javier e Lucas me olhavam enquanto terminavam de se vestir com ternos pretos elegantes (que depois, na festa, largariam
logo pra ficar só de sunguinhas brancas a noite inteira).
Assim, a campainha tocou e os caras falaram: "Pronto, a van veio nos buscar."
Um suor frio escorreu pelas minhas costas, e saímos pra rua.
Próximo capítulo final: a festa.
Link 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2000980/Aventura-muy-gay-en-importante-ciudad-del-interior-del-pais.html
Link 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2011355/Aventura-muy-gay-en-importante-ciudad-del-interior-_2_.html
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