Fiquei com uma Pin Up

Oi!!
Depois de tanto tempo por aqui, essa é minha primeira contribuição e espero que seja do agrado de vocês.
Essa história é o que vivi, quase sem querer, ao realizar uma das minhas maiores fantasias.
Tomara que gostem e assim eu consiga virar NFU e comentar muitos dos posts de vocês, que sempre me deixam com vontade de comentar algo, mas por ser novato nunca consigo.
Por outro lado; ultimamente ando com vontade de realizar outra e não tive ideia melhor do que contar essa e ver o que acham.
...e se aparecer alguma curiosa, conto minha nova fantasia, quem sabe assim ela me ajuda a realizá-la.
Sem mais delongas, deixo vocês com a história.
Abraços!!
(no final, umas fotos, embora não sejam minhas. caso minhas palavras não tenham sido suficientemente descritivas)


---------------------------------------------------------BARRA SEPARADORA GAUCHITA---------------------------------------------------


Aconteceu mais ou menos assim:
Corria o mês de fevereiro e eu fui parar na cama com uma amigdalite terrível. Sou do tipo que fica pior doente no verão do que no auge do inverno. O que começou como um simples resfriado; uma semana depois me fez aparecer no pronto-socorro do meu plano de saúde com 38,5° de febre, ranho e a pior cara.
Eu estava largado numa cadeira esperando ser atendido com mais de uma hora de atraso, entre o programa de fofoca da tarde, a pena que sinto de muita gente com doenças fodidas e um desejo ambíguo de me recuperar logo ou morrer na hora, mas não continuar me sentindo tão mal. Enquanto tudo isso rolava e a febre derretia meu cérebro, foi quando eu a vi.
Uma mulher loira de uns cinquenta e poucos anos subiu a escada que dava acesso à sala de espera.
Ela estava muito arrumada, com uma expressão séria como a de qualquer um que visita um consultório médico. Apesar da idade, ainda continuava muito gostosa e mantinha um corpo que mais de uma trintona invejaria. Imediatamente atrás dela apareceu outra figura que a ofuscou completamente, e foi isso que realmente chamou minha atenção. Uma deusa pin-up igual às que saem nas revistas. Eu a olhei de cima a baixo, registrando cada detalhe. Obviamente eu, um moribundo qualquer, passei completamente despercebido. No entanto, esqueci da febre e da minha garganta por um bom tempo.
Na minha vida, conheci muitas mulheres lindas, mas nenhuma caracterizada desse jeito. Vestir-se assim sempre me pareceu coisa só para modelos de revista ou televisão. Mas ali estava ela, e era real.
Descrevendo-a: é uma mina de pele branca, cabelo preto, 1,70m, magra. Realmente saída de uma revista. Franja, sobrancelhas fininhas, sapatos azuis de salto bem alto, mas muito discretos, uma calça jeans extra justa em toda a extensão e uma camisetinha cinza de manga curta também colada, que deixava ver parte de três tatuagens: uma nas costas, na altura do colarinho da camiseta; uma na lombar, bem em cima do Cintura da calça jeans e um menor no peito dela, que mal aparecia, também saindo do decote.

À primeira vista foi impactante. E eu ali, sofrendo com minha angina, não conseguia fazer nada. Mesmo assim, de longe eu olhava pra ela, olhava e olhava de novo. Não era uma garota exuberante, uns peitos normais e uma bunda que, sem a ajuda de uma calça jeans justa, com certeza não seria tão chamativa. Mas ela tinha encontrado o estilo dela e um jeito foda de destacar toda a beleza e os atributos que tinha.

Passou mais de meia hora até me atenderem, e ela continuava na sala de espera com quem eu achei que fosse a mãe dela. Quando saí, nem me viram passar.

Com o passar dos dias e graças à medicação, me recuperei da doença e segui minha vida normal. Do que não consegui me recuperar foi daquele choque causado pela pin up local.

Como podia ser que eu nunca tinha cruzado com ela? Se elas se consultam no mesmo médico que eu, é porque obviamente moram perto.

Lembrei dela todos os dias, sem exceção. Não tenho vergonha de dizer que até bati umas pra ela, e que, mesmo estando com outra mulher, transei mais intensamente por imaginar que era com ela.

Quanto mais dias passavam, mais presente ela estava na minha mente. Já tava desesperado, comecei a fuçar os contatos dos contatos no Facebook. Alguém da região tinha que conhecê-la. E nada, a pin up não aparecia. Já era maio e nada, nem notícias, nem a vi de novo.

Numa quinta-feira, numa festa num bar que eu raramente ia, tiraram umas fotos da gente e disseram que iam postar na página deles. Como tava com amigos que não via há tempos, entrei logo no site do bar pra salvar as fotos, e aí aconteceu o milagre. No dia seguinte, a garota pin up tinha ido no mesmo bar e também tinham fotografado ela. Do nada, apareceu com nome, sobrenome e e-mail.

Não hesitei em contatar ela. Não sabia bem o que dizer, mas por sorte sempre tive o dom da palavra. Não o dom de seduzir mulheres, no entanto. Mas fui com tudo, adicionei ela nos contatos e ela me aceitou. Comecei a puxar assunto sobre qualquer coisa e, aos poucos, fomos criando intimidade até conseguirmos marcar de nos encontrar num bar com amigos de ambos.
É aí que entram outros aliados. Já tinha a meu favor o plano de saúde que me deixou vê-la, o bar que a chamou pra festa e onde depois voltamos, o Facebook, e agora o álcool.
Bebemos bastante, todo mundo, principalmente nossos amigos. Eu tentava me manter sóbrio porque minhas intenções eram outras. Naquele dia, a morena tinha ido com tudo. Um shortinho jeans bem justinho, uma regata com um Cadillac estampado, um lenço amarrado na cabeça e seus inseparáveis stilettos. Ninguém no lugar se vestia assim e, de novo, fiquei louco a noite inteira olhando pra ela. Desde que ela entrou, eu soube: se hoje não rolar, eu como ela de qualquer jeito.
Conversamos todos por um bom tempo e não parávamos de nos olhar. Aquela boquinha e aquele decote me deixavam desesperado. Tinha vontade de jogar ela em cima da mesa do bar e comer ela ali mesmo.
Nossos amigos, podres de bêbados, foram indo embora aos poucos e, quando só restavam dois amigos meus, ela e eu, foi que algo me iluminou. Ela me pediu pra levá-la em casa. Não sei como ela sabia que a casa dela ficava no caminho da minha, talvez ela também tivesse me investigado. Meus amigos incondicionais — não tanto comigo, mas com a cerveja — ficaram no bar, e lá fui eu com uma pin up no meu carro.
Naquelas poucas quadras, consegui fazer um pouco de magia, ou ela deixou que eu fizesse e me convenceu. Passamos direto pela casa dela e pela minha. Direto pro motel. Eu sem acreditar, ela não sei.
Naquele momento, prometi a mim mesmo nunca mais sair sem câmera, coisa que ainda não cumpro, mas ter aquela gostosa de calendário na minha frente, além de fazer tudo sexualmente possível com ela, dava vontade de imortalizá-la num pôster gigante.
Entramos no quarto do motel e ela logo foi pro frigobar. Pegou duas latas de cerveja, abriu uma e me estendeu a outra. Eu, a última coisa que queria era beber. Ela sentou num sofá e eu me acomodei bem do lado dela. Tomei um gole de... Minha lata só por compromisso, com uma mão abracei ela e com a outra comecei a acariciar suas pernas macias. Custou uns beijos pra levantar ela dali e deitar na cama. Ela tirou os sapatos com cuidado e se deitou de novo.
Nesse ponto, devo confessar que de uma mulher tão impactante visualmente, esperava muito mais fogosidade. Mas essa entrega submisa não me desagradou nem um pouco.
Continuei acariciando ela. Fui tirando a blusinha dela aos poucos e desabotoei a calça. Ela me abraçava e se deixava beijar. Cheguei a desconfiar que ela não tava muito a fim de ficar comigo, mas aqueles suspiros apagavam qualquer dúvida.
Cada coisa que eu descobria nela me fazia pensar que essa mina saiu de um pôster. Sozinha, ela tirou o short, deixando eu ver uma calcinha que, em qualquer outra, não seria nada erótica, mas nela era um complemento a mais que me deixava cada vez mais duro.
Ela tava de calcinha branca com estrelas que grudava nela. Logo terminei de tirar a blusa dela e ela tava de sutiã combinando, que levantava e juntava os peitos dela de um jeito lindo. Não aguentei e chupei tudo como se fosse a última vez. Rapidinho desci beijando a barriguinha dela toda, tirei minha camisa e quis tirar a calcinha dela pra chupar ela toda. Me surpreendi muito quando ela não deixou; ela afastou minhas mãos e se despiu sozinha.
Primeiro, tirou a blusa, deixando ver completamente os peitos lindos dela; em seguida, tirou o sutiã e deixou com cuidado em cima da mesinha de cabeceira, e fez o mesmo com a calcinha e se deitou de novo. Mais uma vez, estranhei o cuidado dela com a roupa, mas na hora não liguei e fui pro que interessava. Fiz todas as malabarismos possíveis com minha língua e meus lábios, e ela continuava sem dizer uma palavra; acrobaticamente, tirei a calça e a cueca sem parar de atender ela, enquanto isso, a mão dela na minha nuca, agarrando meu cabelo, me dizia que ela não ia se saciar nunca. Chupei ela até cansar. Ela não pediu, mas eu sei que queria que eu metesse, e foi o que fiz. Ela se abraçou forte nas minhas costas. e enrosco as pernas dela nas minhas pra acompanhar o ritmo, gemeu igual uma louca e a gente gozou praticamente junto. Fiquei exausto e deitei do lado dela. Dois segundos depois, ela sentou na cama, vi de relance ela vestir a calcinha de novo e os saltos só pra ir até o banheiro.
Voltou depois de um tempo com uma cara de fresca incrível, com aquela facilidade de me impactar de primeira desde aquele dia. Vinha andando de frente pra mim e com aquele jeito tão feminino foi o suficiente pra me deixar duro de novo. Queria ver ela por trás, então levantei, ela me olhou de cima a baixo e ficou parada na minha frente com aquela cara de safada. Adorei esse jeito dela de se entregar quase escondido. Ela fazia aquela carinha de que se me pegasse me matava, mas não fazia nada, me deixava tomar a iniciativa.
Joguei ela de leve na cama e ela caiu como numa sessão de fotos. Fui pra cima dela na hora, beijei o pescoço dela e as tatuagens nas costas, com uma mão segurei a dela por trás e por cima da cabeça, enfiei a outra na calcinha dela e comecei a tocar ela. Na hora ela ficou tão molhadinha quanto quando eu tinha chupado ela toda. De novo ela soltou minha mão e tirou a calcinha sozinha na minha frente, deixou ela com cuidado em cima do travesseiro e se ajeitou de quatro de novo. Fiz ela levantar e ficar de joelhos, me encostei bem coladinho atrás dela pra encostar tudo na bunda dela enquanto com uma mão apertava os peitos dela e com a outra enfiava um dedo na buceta dela que tava cada vez mais quente.
Ela só ficava ali, com os braços levantados segurando minha cabeça pra eu não parar de beijar o pescoço dela. Só aí que ela soltou a primeira palavra desde que tinha subido naquela cama.
— Vai. Só isso que ela disse e foi como o tiro de largada de uma corrida. Empurrei ela pra frente pra ela ficar de quatro de novo e comecei a penetrar ela num ritmo frenético. A respiração dela ia no mesmo ritmo e eu não queria gozar até ela gozar; me mexia cada vez mais. Mais forte, até cair deitado em cima dela. Enfiei uma mão por baixo da cintura dela e com a outra peguei na mão dela. Ela me apertou bem forte, a gente se moveu mais algumas vezes juntos e ela explodiu num gemido que se destacava dos outros; senti ela gozar e me deixei ir, molhando ela ainda mais com meu esperma. Ela virou o rosto pra que eu pudesse beijá-la. Beijei ela enquanto via que a outra mão dela ainda estava apertada no lençol. Ela mordeu meu lábio como pedindo pra eu ficar ali mais um tempinho, e foi o que fiz.
Acho que a gente dormiu junto, porque os dois acordamos com o aviso de que o turno estava quase acabando. Tomamos banho correndo e saímos de lá.
Levei ela pra casa dela e já estava amanhecendo. O caminho inteiro a gente foi conversando sobre qualquer coisa, mas o sorriso dela me enchia de um orgulho inexplicável. Acho que meu sorriso satisfazia ela muito mais. Afinal, tinha sido eu quem tinha ficado com uma gostosa de revista.
Ela desceu do carro e fiquei um instante olhando ela caminhar até a porta da casa dela.
Agora mesmo estou esperando ela me ligar pra gente se ver de novo.


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