A Casa do Sexo 2

Carla continuou brincando com os dedos na minha pussy, acho que o efeito daquela droga já tinha passado, mas não o prazer e a excitação que eu sentia. Meu corpo ainda não me obedecia, eu só conseguia falar, ou melhor, gemer...

Ela tirou os dedos da minha pussy e os colocou na minha boca.
— Saboreia — disse ela, enquanto também colocava os dedos na boca dela.

De repente, me virou de bruços e, devagar, passou a língua pelo meu cu, penetrando cada vez mais fundo. Quando a língua inteira estava lá dentro, senti ela se mexer rápido, pra cima e pra baixo, tirando e colocando de novo no meu cu...

Enquanto a língua dela brincava no meu cu, os dedos penetravam minha pussy, provocando meu clitóris...

Com a mesma suavidade de antes, me virou de barriga pra cima enquanto eu gemia por aquela lambida que tinha levado.

Ela levantou a saia e notei que não estava de calcinha. A pussy dela era toda depilada e macia, senti quando ela colocou em cima do meu rosto.
— Chupa, chupa inteira, sua puta — ela mandou.

Com medo, eu estiquei a língua, mas quando provei, o gosto era afrodisíaco. Não usei só a língua, com os dentes mordisquei o clitóris dela... Passei a língua pelos lábios da buceta dela, enquanto ela se tocava nos peitos... Ela tinha tirado toda a roupa.

Adorei chupar a pussy dela! Era uma delícia.

Mas não bastou pra Carla ter me drogoado antes. Ela se levantou e colocou outra pílula na minha boca, dessa vez verde. Não me deu sono, me deixou mais excitada ainda.

Carla sentou de novo na minha boca e perguntou:
— Cê tá com sede?
— Tô — respondi.

Ela pegou uma garrafa que estava na mesinha e derramou o líquido nos peitos dela, uns peitos lindos, redondos e empinados...

O líquido escorreu até a pussy dela.
— Então toma, hahahaha — com uma risada de diaba, uma diaba muito puta.

Como se fosse sorvete, chupei a pussy dela. Era cerveja, cerveja misturada com o suquinho dela...

Carla gemia, e eu comecei a gemer também... As duas estávamos aproveitando aquela deliciosa tortura em cima de mim. Ela se virou e dessa vez colocou a bundinha dela na minha frente, era uma bunda espetacular, redonda, bem formada, empinada...
- É sua vez da sobremesa - disse com um sorriso malicioso...
Eu segurei as nádegas dela e enfiei minha língua no cu dela... e retribuí o favor, meti meus dedos na buceta dela enquanto minha língua percorria o cu dela, Carla se mexia devagar...
Aí ela gozou na minha cara, porque de um pulo se virou e quando a buceta dela estava se aproximando da minha boca de novo, soltou todo o suquinho dela, molhando meus lábios, minha cara e meu pescoço, eu me lambi e passei minha língua pela buceta dela...
Carla se levantou e vestiu um roupão, eu só consegui arrumar a saia e o sutiã como pude, porque o resto tinha ido parar sei lá onde...
- Vamos, slutty, vou te levar pra passear - ela me disse.
- Carla, eu quero ir embora - era mentira, eu queria mais, mas estava com medo ao mesmo tempo...
Carla me puxou pelos cabelos até o rosto dela e me disse:
- Você sai daqui quando eu mandar - e me deu um beijo na boca...
Saímos do quarto dela e entramos num onde quase não tinha luz...
- Marce, você está aí, irmãozinho?
Carla acendeu a luz, tinha um cara mais velho que a gente parado de cueca...
- Marce, olha o que eu tenho - me apontando como se eu fosse um brinquedo.
Quando cheguei mais perto, tinha uma empregada chupando o pau dele!, dava pra ver que ele gostava porque ela fazia com tanta vontade e enfiava tudo na boca...
Carla estava ali como se nada, e eu me sentindo super desconfortável...
- O que foi, Carla?
- Olha o que eu trouxe - me empurrando na direção dela...
- Vaza, slut - ele disse pra empregada.
A empregada se levantou e ajeitou o uniforme, Marcelo segurou ela por trás e levantou a saia dela, ela também não estava de calcinha, ele pegou ela pelos braços, meteu um dedo no cu dela e passou na boca dela, dizendo:
- Mais tarde vem aqui...
Carla se aproximou dele, pegou a mão dele e enfiou o dedo na boca dela:
- Que gostoso é o cu dessa slut.
Eu estava chocada, aquilo tudo era normal? Eles estavam completamente loucos...
- A — Vê o que é isso? — disse Marcelo.
— Um brinquedinho da escola. Quer brincar com a gente?

Marcelo se aproximou de mim, mas eu me afastei. Então Carla puxou meus cabelos e disse:
— Já falamos, sua puta. Obedece ou vai se foder.

Marcelo pegou uns caramelos do criado-mudo e colocou na minha boca. Depois me ofereceu cerveja, e eu tomei.
Sentei na cama porque não tava me sentindo bem...

Carla se aproximou de Marcelo e beijou ele. Ele agarrou a bunda dela e encostou o pau na virilha da irmã.
Aquilo me pareceu estranho, mas ao mesmo tempo me deixava com tesão...

Marcelo veio até mim, me colocou de pé, tirou meu sutiã e lambeu meus peitos. Em segundos, meus mamilos estavam duros, e ele os torcia de leve. Carla chegou por trás e, com os dedos molhados de saliva, enfiou no meu cu...

Eu tava num inferno, mas ao mesmo tempo num céu de prazer...

Marce tirou minha saia e se ajoelhou. Passou a língua devagar pela minha buceta, e eu me molhei toda... Carla se ajoelhou e fez o mesmo no meu cu...

Os dois me lambiam como se eu fosse uma sobremesa ou algo assim. Era super sexy tudo que tava acontecendo comigo. Dois irmãos me fazendo sexo oral... Era coisa de louco.

6 comentários - A Casa do Sexo 2

iiwan
que caliente el relato, me dejo con ganas de derramar todo.