Carla continuou brincando com os dedos na minha pussy, acho que o efeito daquela droga já tinha passado, mas não o prazer e a excitação que eu sentia. Meu corpo ainda não me obedecia, eu só conseguia falar, ou melhor, gemer...
Ela tirou os dedos da minha pussy e os colocou na minha boca.
— Saboreia — disse ela, enquanto também colocava os dedos na boca dela...
De repente, me virou de bruços e, devagar, passou a língua no meu cu, penetrando cada vez mais fundo. Quando a língua inteira estava lá dentro, senti ela se mexer rápido, pra cima e pra baixo, tirando e colocando de novo no meu cu...
Enquanto a língua dela brincava no meu ânus, os dedos penetravam minha pussy, brincando com o clitóris...
Com a mesma suavidade de antes, me virou de barriga pra cima enquanto eu gemia por aquela lambida que ela tinha me dado.
Ela levantou a saia e notei que não estava de calcinha. A pussy dela era toda depilada e macia, deu pra sentir quando ela colocou em cima do meu rosto.
— Chupa, chupa inteira, sua puta — ela mandou.
Eu, com medo, coloquei a língua pra fora, mas quando provei, o gosto era afrodisíaco. E não foi só com a língua: com os dentes eu mordiscava o clitóris dela... passava a língua pelos lábios da buceta, enquanto ela se tocava nos peitos... tinha tirado toda a roupa.
Adorei chupar a pussy dela! Era uma delícia.
Mas pra Carla não bastou ter me drogado antes. Ela se levantou e colocou outra pílula na minha boca, dessa vez verde. Não me deu sono, me deixou mais excitada ainda.
Carla sentou de novo na minha boca e disse:
— Cê tá com sede?
— Tô — respondi.
Ela pegou uma garrafa que estava na mesinha e derramou o líquido nos peitos dela, uns peitos lindos, redondos e empinados...
O líquido escorreu até a pussy dela.
— Então toma, hahahaha — com uma risada de diaba, uma diaba muito puta.
Como se fosse sorvete o que eu tava bebendo, chupei a pussy dela. Era cerveja, cerveja misturada com o suquinho dela...
Carla gemia, e eu comecei a gemer também... As duas estávamos aproveitando aquela deliciosa tortura pra mim. Ela se virou e, dessa vez, colocou a bundinha dela na minha frente. Era uma raba espetacular, redonda, bem definida, empinada...
— Agora é sua vez da sobremesa — disse com um sorriso malicioso.
Eu agarrei as nádegas dela e enfiei minha língua no cu dela... e retribuí o favor, meti meus dedos na buceta dela enquanto minha língua percorria o rabo dela. Carla se mexia devagar...
Aí ela gozou na minha cara, porque de um pulo se virou e, quando a buceta dela estava se aproximando da minha boca de novo, soltou todo o suco dela, molhando meus lábios, minha cara e meu pescoço. Eu me lambi e passei minha língua pela buceta dela...
Carla se levantou e vestiu um roupão. Eu só consegui arrumar a saia e o sutiã como pude, porque o resto tinha ido parar sei lá onde...
— Vamos, slutty, vou te levar pra passear — ela disse.
— Carla, eu quero ir embora — era mentira, eu queria mais, mas estava com medo ao mesmo tempo...
Carla me puxou pelos cabelos até o rosto dela e disse:
— Você sai daqui quando eu mandar — e me deu um beijo na boca.
Saímos do quarto dela e entramos num onde quase não tinha luz...
— Marce, você tá aí? Irmãozinho?
Carla acendeu a luz. Tinha um cara mais velho que a gente parado de cueca...
— Marce, olha o que eu tenho — apontando pra mim como se eu fosse um brinquedo.
Quando cheguei mais perto, tinha uma empregada chupando o pau dele! Dava pra ver que ele gostava, porque ela fazia com tanta vontade e enfiava ele inteiro na boca...
Carla estava lá como se nada fosse, e eu me sentindo super desconfortável...
— O que foi, Carla?
— Olha o que eu trouxe — me empurrando na direção dela...
— Vaza, slut — ele disse pra empregada.
A empregada se levantou e ajeitou o uniforme. Marcelo agarrou ela por trás e levantou a saia dela. Ela também não estava de calcinha. Ele segurou os braços dela, enfiou um dedo no cu dela e passou na boca dela, dizendo:
— Mais tarde, volta.
Carla se aproximou dele, pegou a mão dele e enfiou o dedo na boca dela.
— Que gostoso é o cu dessa slut.
Eu estava chocada. Aquilo era normal? Eles estavam completamente loucos... — Vê o que é isso? — disse Marcelo.
— Um brinquedinho da escola. Quer brincar com a gente?
Marcelo se aproximou de mim, mas eu me afastei. Então Carla puxou meus cabelos e disse:
— Já falamos, sua putinha. Obedece ou vai se dar mal...
Marcelo pegou uns caramelos do criado-mudo e colocou na minha boca. Depois me ofereceu cerveja, e eu tomei.
Sentei na cama porque não estava me sentindo muito bem...
Carla se aproximou de Marcelo e o beijou. Ele agarrou as nádegas dela e encostou o pau na virilha da irmã.
Aquilo me parecia estranho, mas ao mesmo tempo me excitava...
Marcelo chegou perto de mim e me pôs de pé. Tirou meu sutiã e lambeu meus peitos. Em um segundo, meus mamilos estavam duros, e ele os torcia suavemente. Carla se aproximou por trás e, com os dedos molhados de saliva, penetrou meu cu...
Eu estava num inferno, mas ao mesmo tempo num céu de prazer...
Marcelo tirou minha saia e se ajoelhou. Passou a língua devagar pela minha buceta, e eu me molhei... Carla se ajoelhou e fez o mesmo no meu cu...
Os dois me lambiam como se eu fosse uma sobremesa ou algo assim. Era super sexy tudo que estava acontecendo comigo. Dois irmãos me fazendo sexo oral... Era coisa de louco.
Ela tirou os dedos da minha pussy e os colocou na minha boca.
— Saboreia — disse ela, enquanto também colocava os dedos na boca dela...
De repente, me virou de bruços e, devagar, passou a língua no meu cu, penetrando cada vez mais fundo. Quando a língua inteira estava lá dentro, senti ela se mexer rápido, pra cima e pra baixo, tirando e colocando de novo no meu cu...
Enquanto a língua dela brincava no meu ânus, os dedos penetravam minha pussy, brincando com o clitóris...
Com a mesma suavidade de antes, me virou de barriga pra cima enquanto eu gemia por aquela lambida que ela tinha me dado.
Ela levantou a saia e notei que não estava de calcinha. A pussy dela era toda depilada e macia, deu pra sentir quando ela colocou em cima do meu rosto.
— Chupa, chupa inteira, sua puta — ela mandou.
Eu, com medo, coloquei a língua pra fora, mas quando provei, o gosto era afrodisíaco. E não foi só com a língua: com os dentes eu mordiscava o clitóris dela... passava a língua pelos lábios da buceta, enquanto ela se tocava nos peitos... tinha tirado toda a roupa.
Adorei chupar a pussy dela! Era uma delícia.
Mas pra Carla não bastou ter me drogado antes. Ela se levantou e colocou outra pílula na minha boca, dessa vez verde. Não me deu sono, me deixou mais excitada ainda.
Carla sentou de novo na minha boca e disse:
— Cê tá com sede?
— Tô — respondi.
Ela pegou uma garrafa que estava na mesinha e derramou o líquido nos peitos dela, uns peitos lindos, redondos e empinados...
O líquido escorreu até a pussy dela.
— Então toma, hahahaha — com uma risada de diaba, uma diaba muito puta.
Como se fosse sorvete o que eu tava bebendo, chupei a pussy dela. Era cerveja, cerveja misturada com o suquinho dela...
Carla gemia, e eu comecei a gemer também... As duas estávamos aproveitando aquela deliciosa tortura pra mim. Ela se virou e, dessa vez, colocou a bundinha dela na minha frente. Era uma raba espetacular, redonda, bem definida, empinada...
— Agora é sua vez da sobremesa — disse com um sorriso malicioso.
Eu agarrei as nádegas dela e enfiei minha língua no cu dela... e retribuí o favor, meti meus dedos na buceta dela enquanto minha língua percorria o rabo dela. Carla se mexia devagar...
Aí ela gozou na minha cara, porque de um pulo se virou e, quando a buceta dela estava se aproximando da minha boca de novo, soltou todo o suco dela, molhando meus lábios, minha cara e meu pescoço. Eu me lambi e passei minha língua pela buceta dela...
Carla se levantou e vestiu um roupão. Eu só consegui arrumar a saia e o sutiã como pude, porque o resto tinha ido parar sei lá onde...
— Vamos, slutty, vou te levar pra passear — ela disse.
— Carla, eu quero ir embora — era mentira, eu queria mais, mas estava com medo ao mesmo tempo...
Carla me puxou pelos cabelos até o rosto dela e disse:
— Você sai daqui quando eu mandar — e me deu um beijo na boca.
Saímos do quarto dela e entramos num onde quase não tinha luz...
— Marce, você tá aí? Irmãozinho?
Carla acendeu a luz. Tinha um cara mais velho que a gente parado de cueca...
— Marce, olha o que eu tenho — apontando pra mim como se eu fosse um brinquedo.
Quando cheguei mais perto, tinha uma empregada chupando o pau dele! Dava pra ver que ele gostava, porque ela fazia com tanta vontade e enfiava ele inteiro na boca...
Carla estava lá como se nada fosse, e eu me sentindo super desconfortável...
— O que foi, Carla?
— Olha o que eu trouxe — me empurrando na direção dela...
— Vaza, slut — ele disse pra empregada.
A empregada se levantou e ajeitou o uniforme. Marcelo agarrou ela por trás e levantou a saia dela. Ela também não estava de calcinha. Ele segurou os braços dela, enfiou um dedo no cu dela e passou na boca dela, dizendo:
— Mais tarde, volta.
Carla se aproximou dele, pegou a mão dele e enfiou o dedo na boca dela.
— Que gostoso é o cu dessa slut.
Eu estava chocada. Aquilo era normal? Eles estavam completamente loucos... — Vê o que é isso? — disse Marcelo.
— Um brinquedinho da escola. Quer brincar com a gente?
Marcelo se aproximou de mim, mas eu me afastei. Então Carla puxou meus cabelos e disse:
— Já falamos, sua putinha. Obedece ou vai se dar mal...
Marcelo pegou uns caramelos do criado-mudo e colocou na minha boca. Depois me ofereceu cerveja, e eu tomei.
Sentei na cama porque não estava me sentindo muito bem...
Carla se aproximou de Marcelo e o beijou. Ele agarrou as nádegas dela e encostou o pau na virilha da irmã.
Aquilo me parecia estranho, mas ao mesmo tempo me excitava...
Marcelo chegou perto de mim e me pôs de pé. Tirou meu sutiã e lambeu meus peitos. Em um segundo, meus mamilos estavam duros, e ele os torcia suavemente. Carla se aproximou por trás e, com os dedos molhados de saliva, penetrou meu cu...
Eu estava num inferno, mas ao mesmo tempo num céu de prazer...
Marcelo tirou minha saia e se ajoelhou. Passou a língua devagar pela minha buceta, e eu me molhei... Carla se ajoelhou e fez o mesmo no meu cu...
Os dois me lambiam como se eu fosse uma sobremesa ou algo assim. Era super sexy tudo que estava acontecendo comigo. Dois irmãos me fazendo sexo oral... Era coisa de louco.
6 comentários - la casa del sexo 2
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