Uma noite inesquecível

Fala pessoal do Poringa, queria deixar um relato meu de uma parada que rolou comigo faz um tempo. Espero que curtam e comentem pra ver o que acham:

No começo desse ano, recebi uma ligação à tarde. Era uma das minhas amigas mais próximas, Maria.
Maria – Alex, o que você vai fazer na quinta?
Eu – Hmm, nada, por quê?
Ela – Ah, é que a gente ia fazer uma pijamada aqui em casa. Quer vir?
Eu – Beleza, quem vai?
Ela – Sussana, Mônica, Ana e Alberto (Sempre a mesma panelinha de sempre)
Eu – Ok
Ela – Ah, e traz roupa de piscina
Eu – Tá bom (Ela tinha piscina em casa e sempre chamava a gente)

E aí me preparei pra ir. Alberto e Maria tinham sido namorados há um tempo, mas agora mal se falavam, e ele parecia interessado na Ana. Eram 2 da tarde, e eu tava caminhando pra encontrar o Alberto, todo animado pra uma noite de diversão.

Pouco depois, a gente tava todo mundo junto e decidiu entrar na piscina, mesmo sendo mais de 6 da tarde e com um frio do caralho, quase garoando. Mesmo com o frio, todo mundo entrou. Depois de um tempo brincando na água, notei que todas as minhas amigas estavam com os bicos dos peitos duros, e uma me deixou muito excitado: a Maria. Os bicos dela eram tão grandes e compridos, e os peitos dela tão, mas tão enormes que eu teria que pegar com as duas mãos e ainda assim sobrava.

Também reparei nos da Mônica, que mesmo usando uma camisa por cima, dava pra ver no peito dela quase sem peitos. Mas o que mais lembro dela na piscina foi que, quando mergulhei, vi a bucetinha dela, pequena e apertada, naquele shortinho preto. Dava uma vontade de tocar, mas sabia que não podia, nem devia. Aquela noite tava cheia de tentação.

Mais tarde, depois de comer, a gente tava todo mundo deitado num colchão no chão, menos o Alberto e a Ana, que estavam deitados juntos, bem, bem juntinhos.

Eu tava do lado da Maria, que olhava pra eles magoada, com os olhos marejados. Falei pra ela deitar, e ela deitou. Eu fiquei do lado dela, vi ela chorando e senti que não era justo. pra ela sofrer assim, só me ocorreu abraçar ela e puxar pra perto de mim debaixo das cobertas onde a gente tava — eu, a Sussana, a Mônica e ela.

Ela tava chorando baixinho e eu só apertava ela mais forte até que eu fiquei de pau duro e tenho certeza que ela sentiu, e me olhou com os olhos assustados, eu não soube o que fazer e beijei ela, um beijinho na boca que nem eu sei por que dei.

Ela devolveu o beijo e ainda mais longo, eu não sabia o que fazer porque ela ainda tava chorando, eu falei — Mari, vamos conversar, e ela respondeu — tá bom, vamos pro quarto.

E a gente entrou e eu perguntei:

Eu — Mari, o que que foi?
Ela — Não viu? Aqueles dois, e pior ainda na minha casa!!
Eu — Eu sei, eu sei, mas por que você tá chorando?
Ela — É que ninguém mais quer ficar comigo e eu já não sei mais o que fazer
Eu — Calma, Mari, uma hora a pessoa certa aparece
Ela — E se essa pessoa estivesse comigo agora?
(Eu fiquei com medo e calei a boca)

E ela pulou em cima de mim, e eu ainda tava com um pauzão gigante, e ela sentou em cima e fez um barulho incrível. Ela falou: Alex, você é incrível, por favor não se assusta, mas por favor, me come!

E eu me joguei nela e tirei toda a roupa dela:

Era uma mulher meio gordinha, com uns peitos de cair o cu da bunda, e quando tirei a calcinha dela percebi que ela tava menstruada e perguntei — Tem certeza? E ela respondeu — Sim, não importa, só faz, e eu procurando uma camisinha lembrei que tava na minha carteira, que tava na minha mochila na sala junto com todos os meus amigos.

Ela vestiu a roupa meio por cima e saiu pra pegar, tenho certeza que todos os meus amigos perceberam que ela tava com a blusa do avesso e sem uma meia, e voltou o mais rápido que pôde com a camisinha na mão, trancou a porta com a chave, e aí começou:

Ela tirou minha calça e meu pau duro apareceu, e ela colocou a camisinha sem hesitar, montou em cima e começou a gritar, tive que tampar a boca dela com a mão senão todo mundo ia ouvir a gente.

Eu podia sentir a pussy regordeta dela subindo e descendo em cima de mim. meti até ela não aguentar mais e falei -Vira, e enfiei no cu dela sem pensar nem um segundo e meti até onde dava e ela tava com uma cara de horror que não dava pra acreditar, a boca dela tava aberta e continuei metendo dentro do cu dela e agarrei aquelas tetonas dela enquanto ela gemia e quase chorava, decidi enfiar de volta na pussy dela até gozar, como nunca tinha feito antes e quando tirei meu pau de dentro dela levei um susto danado, a camisinha tinha estourado e todo meu gozo tava dentro da pussy dela, senti um vazio no peito como nunca tinha sentido, só via o gozo escorrendo dela e ela me olhou com os olhos arregalados, senti um suor frio e falei - Limpa e troca de roupa.

Nunca tinha sentido tanto medo na minha vida depois de tanto prazer.

Tempo depois ela fez o teste e vimos que por milagre ela não tava grávida.

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4 comentários - Uma noite inesquecível

yea que buen relato normalmete cuando estan en su periodo no se embarazan que suerte tuviste que bueno que no paso nada espero que lo vuelvas a hacer jajajaja pero aorasi fijate que el condon no se rompa jajajaja buen aporte
Excelente relato gracias por compartir, pero, para ese tipo de accidentes existen las pildoras "del día despues". Jaja. Saludos.
Los invito a leer la historia de Santiago. Mi relato mas nuevo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/1994082/Hice-Un-Trato-Con-Mama.html