Continua dehttp://www.poringa.net/posts/relatos/1989795/Escapada-con-Sofi-al-mar-de-mis-pasiones-3_-Amanecer-lujurio.html
Fuga com a Sofi pro mar das minhas paixões 4. Areia, suor e sexo pesadoAcordamos à tarde sem lembrar como chegamos na casa que aluguei. Mas nem liguei muito, já que era nosso primeiro dia na praia depois daquela tarde de compras e daquele jantar inesquecível (que nunca vou saber como terminou).
Fiquei com pena de acordá-la... era como um anjo na minha cama... mas queria curtir o lado selvagem dela e acordei ela com carícias e beijos.
Carregamos a Toyota com tudo pra passar uma tarde espetacular e pegamos a estrada pra chegar numa praia argentina solitária e afastada.
Ela tava usando aquela biquíni dourada que me alucina, com a fio dental do conjunto de banho. Realmente, eu a desejo mais vestida do que nua, e não é que ela não tenha um corpo lindo, proporcionado e escultural, mas é a sensualidade com que se veste, como exibe o corpo, como destaca os peitos e a bunda, o cabelo dela... me alucina.
Foi emocionante fazer uma pequena travessia pelas dunas pra chegar na beira do mar. Tivemos que ajeitar mais de uma vez o reboque do jet, que com tanto balanço ficava inclinado numa roda só ou enterrado na areia. Mas valeu a pena... a praia parecia virgem e não tinha ninguém...
Descemos tudo e, com nossas últimas forças, enfiamos o reboque de ré no mar pra descer o jet, que paramos na beira.
Exaustos, nos jogamos de costas na areia, mas logo o sol esquentou nossos corpos suados.
De repente, ela pulou de um salto (feito uma mola) e saiu correndo pro mar até ficar com a água na cintura. Ver ela correr na praia, o movimento da bunda dela dura e redondinha, como subiam e desciam aquelas nádegas, aqueles peitos que apareciam pelos lados das costas, me deixaram de pau duro na hora, levantando minha bermuda como um Everest na minha entreperna.
_ DAAALEEE NENÉÉÉ... VEEEEM SE DIIVERTIRRR... gritava enquanto balançava a biquíni com a mão no alto, deixando os peitos dela no sol, pulando e quicando no ritmo dos pulinhos dela.
Tirei forças sei lá de onde e comprovei o ditado que diz "puxa mais um pau usando a palavra: buceta do que mil bois" kkkk.
A água estava fria, mas com a tesão que eu tava, parecia que ia evaporar o mar inteiro.
Ela me recebeu com um abraço no pescoço e um beijo de língua que fez meu sangue ferver e meu coração disparar, aquela sensação de efervescência que toma conta do meu corpo. Correspondi com as mãos na cintura dela pra puxar ela pra perto e esfregar meu pau na buceta dela.
É fantástico transar no mar porque nossos corpos ficam muito mais leves e fáceis de manejar.
Segurei ela pela bunda enquanto acariciava e, num movimento só, levantei ela até minha cintura, e a Sofi cruzou as pernas nas minhas costas (ou melhor, na minha bunda kkk). A gente mexia os quadris pra aumentar a esfregada, cada vez mais intensa, enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra. Tanta roçada fez a cabeça do meu pau escapar, e ela percebeu na hora na pele dela. Passou a mão por trás da própria bunda sem parar de me beijar que nem louca e, como a puta experiente que é, encaixou meu pau na buceta dela com maestria, tirando a calcinha de lado em menos de um segundo.
Foi delicioso sentir o calor lá dentro. Um UMMMMMM ecoava nas nossas bocas abertas e coladas uma na outra.
Assim que entrou, ela começou uma cavalgada desgraçada. Nossas línguas sempre brigavam pra ver quem dava mais prazer. Os peitos dela esfregavam no meu peito no ritmo da cavalgada, e isso me deixava mais doido ainda. Eu ajudava movendo ela mais rápido pelos quadris, e ela me apertava com as pernas pra dar mais intensidade. Foi fantástico. Sentia meu pau duríssimo apertado pela buceta dela. A respiração dela cada vez mais ofegante. Os olhos fechados. A cara de prazer. Cada vez mais intenso.
Foram vários orgasmos seguidos, encadeados, um atrás do outro. Entre beijos, gemidos, gritos, xingamentos, mordidas... sim, mordidas, ela mordia tudo que tava ao alcance, minha boca, meu pescoço, o ombro e até o peito. Arranhava minhas costas que aguentavam as ondas. As marcas dela ardiam na minha pele.
A gente transou assim por não sei quanto tempo até que ela vibrou toda como se estivesse convulsionando num orgasmo terrível (que depois confessou que foi com o clitóris dela) e não aguentava mais. Queria mais, mas as forças não ajudavam.
Sem tirar meu pau (que ainda estava enorme) saímos do mar carregando ela, levantada como eu a segurava pela bunda, em direção à areia. Durante todo o trajeto nos beijávamos docemente, como agradecendo um ao outro pelo prazer intenso vivido, dizendo sem palavras o quanto estávamos nos divertindo.
Me deixei cair de joelhos na areia e suavemente a deitei na toalha.
Sem parar de olhar pra ela, tirei a bermuda que me incomodava. Vê-la deitada de barriga pra cima quase nua na praia, com os olhos fechados e as mãos atrás da cabeça aproveitando o sol no corpo, me deu uma vontade incontrolável de chupar a buceta dela. Peguei ela pelos tornozelos e levantei as pernas juntas pra apoiar no meu ombro. Desci bem devagar minhas mãos pelas pernas dela enquanto beijava os pés. Tinha todo o tempo do mundo pra aproveitar ela, então fazia tudo devagar e suave. Minha boca pegou um dos dedões do pé dela e minha língua brincou com ele como a Sofi faz com meu pau, com vontade. Minhas mãos chegaram na tanga e, segurando pelas tirinhas dos lados, puxei pra cima pelas pernas dela enquanto acariciava no caminho. Finalmente tirei e joguei pro lado. Minha boca desceu até a buceta dela beijando os pés juntos, as panturrilhas, as coxas e os lábios vaginais. Ela me ajudou abraçando as pernas atrás dos joelhos. Toda exposta, a buceta e a bunda dela à mercê das minhas carícias com língua e mãos. A mistura do sabor interno doce e ácido com o salgado do mar na pele dela me deu um gosto que me fascinou e me colocou num transe. Quando me dei conta, estava deitado de bruços saboreando a buceta dela devagar e meu corpo todo nu na areia quente com meu pau que crescia e crescia.
Conforme minha língua brincava com as dobras dela, entrando e saindo da sua buceta, subindo e descendo pelas bordas, desde o clitóris dela até o cuzinho delicioso, queria cada vez mais colocá-la de quatro e arrebentar aquele cu… mas estava exausta, embora excitada. Meus dedos brincavam na entrada do cu dela enquanto minha língua percorria todo o interior, lambendo o máximo que podia as paredes da sua buceta. Apertava as nádegas dela com minhas mãos e afundava minha cabeça para penetrá-la com minha língua, que endurecia para abrir caminho no cuzinho dela. Cada carícia me deixava mais safado. Hesitei um instante entre aproveitá-la devagar ou saciar minha loucura nela. E não pensei mais. Mais uma vez, dei rédea solta ao meu desejo.
— Não, neném, não para, continua com a minha buceta que você faz delicioso… ela reclamou quando me levantei para virá-la.
— Não vou parar, quero te comer de quatro como a putinha que você é.
— Mas deitada é melhor.
— Vira e me dá essa raba que eu quero comer tudo.
Ela reclamava do cansaço e ronronava como uma gatinha no cio enquanto se posicionava do jeito que eu gosto, com a bunda empinada e os peitos e a carinha apoiados no chão.
— Que rabo lindo… elogiava enquanto dava uma palmada atrás da outra em cada nádega, apertava, massageava e até arranhava a bunda dela.
— É seu para você fazer o que quiser com ele.
— É lindo e te garanto que vou fazer tudo o que quero.
De novo, minhas mãos estavam concentradas naquelas nádegas, mas toda a minha cara estava enfiada no cu dela. Com meu nariz, brincava na entrada do cu enquanto minha língua roçava suave e devagar o clitóris dela. Apoiava minha língua no botãozinho dela, passeando de um lado para o outro. Pegava ele com meus lábios e chupava, tirando ele da casquinha. Saboreava ela toda, mmmm que gostoso.
— AAAAAIIII FILHO DA PUTA VOCÊ TÁ ME MATANDO… ela gritava enquanto eu brincava com o clitóris dela.
As pernas dela vibravam e eu não sabia se era pelo prazer extremo que estava causando ou pelo cansaço que ela trazia. Como não sabia quanto tempo mais ela aguentaria assim, deixei o clitóris dela em paz para me dedicar de cabeça no cu dela. Parecia uma guerra pra penetrar ela que se travava entre meus dedos e minha língua. Enfiava um, dois e três dedos juntos no cu dela que recebia gostoso se abrindo sem problema. A bunda brilhava de tanta saliva e se contraía devagar fechando depois de tirar meus dedos, então aproveitava pra meter minha língua e mexer em círculos de dentro pra fora. Sentia como ela franzia com minha língua lá dentro mmm. Quando fechava, abria as nádegas dela pra esticar e chupando pra puxar tudo pra fora, pegava com meus dentes pra morder de leve.
_ AAAAAAAAAAAAAHHHHHH SSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... ela gemia aos gritos
_ Cê gosta que eu coma teu cu, putinha?
_ SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII METEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE cu e sentir como se eu metesse meu pau num triturador de lixo, machucando meu pau, raspando as paredes do cu dela, arranhando minha glande, comecei um vai e vem furioso. Doía, mas eu não queria parar. Sentia aquela sensação de satisfação misturada com dor que me dava vontade de meter mais e mais forte no cu dela. Queria destruir o cu dela na base da pica. Queria estourar meu pau dentro do cu dela. Logo começaram a sangrar meu pau e o cu dela. Nossos corpos suavam pra caralho. Meu pau ardia com o suor.
_GGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRR TTTTTTOOOOOOOOOOOO MMMMMAAAAAAAAAAAA PPPPPPPPPPPPPUUUUUUUUUUUUU TTTTTTTTAAAAAAAAAAAAAA
_PARA PARA
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
_AAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
_GGGGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
_DÓI DÓI DÓI
_GGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRR
E o choro dela e os pedidos pra parar me fizeram gozar num orgasmo bizarro.
Soltei os ombros dela e ela caiu pra frente.
Eu também caí do lado dela.
_AAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNN JJJJJJJJJJJJJAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNNNN JJJJJJJAAAAAAAAAAAAAANNNNN... ela chorava e gritava
_TEMOS... QUE... REPETIR ISSO... eu gritei sem ar entre gemidos
Não sei quanto tempo ficamos jogados no chão sem nos mexer, do jeito que caímos ficamos.
Quando nos acalmamos, ela se virou me olhando com cara de ódio.
_Me machucou, filho da puta
_Tava muito excitado... tentei me desculpar pelo indefensável
_Não me toca nem um fio de cabelo agora e por muito tempo... ela sentenciou
_Nem umas carícias suaves... eu dizia com carinha de menino bonzinho enquanto passava minha mão devagar pelo corpo quente e molhado dela
_Não
Logo depois ela relaxou e dormiu pelada de barriga pra cima. Eu me virei de lado pra ver ela melhor e, como querendo me desculpar, fui acariciando suavemente (e com a mão limpa de areia) a base do peito mais próximo. Apertei de leve o peito dela por baixo, provocando um gemido baixinho enquanto ela dormia. Meu polegar subiu devagar pelo contorno e chegou no mamilo. Mexi devagar aquele botãozinho que se erguia. Erguido pela minha ação, vejo como ela, inconscientemente, mordia os lábios, sinal claro de que tava gostando do que eu fazia. Ansioso pela resposta dela, sentei ao lado e, com as duas mãos, cobri o peito dela como quem agarra um tesouro, e o mamilo dela surgiu entre meus dedos com o aperto lento e suave. Brinco com aquela delícia, fazendo ele subir e descer entre meus dedos. Sinto o peso dele voltando ao lugar natural quando eu soltava. Com o dedo indicador, percorri a auréola do mamilo dela num toque leve, sem pressionar, e ela reagiu na hora, se contraindo e ficando mais pequeno e escuro. Minha vontade de devorar aquele peito é controlada pelo desejo de que ela realmente curta. Me inclino sobre ela e meus lábios fecharam grande parte do peito dela, deixando quase tudo dentro da minha boca. Minha língua brincou, dando voltas no mamilo dela. Chupei e, como um chupão, me afastei devagar do corpo dela, esticando o peito, sempre brincando com a língua devagar no mamilo.
— Me come, love... — ela sussurrava como se estivesse num transe de prazer.
Limpei bem a pica pra não machucar ela e me ajeitei de joelhos entre as pernas dela pra penetrar bem devagar. Sentia a buceta dela super molhadinha e foi um puta prazer avançar até tocar o fundo. Acariciava com a pica dura todo o interior dela naquela trepada suave. A gente curtiu pra caralho.
Ela abriu os olhos e cravou o olhar nos meus.
A gente se beijou no ritmo lento daquele sexo foda.
Foi terrivelmente intenso o nosso orgasmo, que a gente gozou junto.
Por uns minutos, fiquei dentro dela, sentindo como minha pica dolorida ia murchando.
O sol quase não dava mais pra ver.
— Pra que que a gente trouxe o jetski? — falei rindo.
— Nunca usou ele de noite?
— Com você não tenho limites, vai ser a primeira vez?
— Ai, neném, que lindo você é, sempre tão complacente.
— Você me inspira, mina... você me inspira...
Fuga com a Sofi pro mar das minhas paixões 4. Areia, suor e sexo pesadoAcordamos à tarde sem lembrar como chegamos na casa que aluguei. Mas nem liguei muito, já que era nosso primeiro dia na praia depois daquela tarde de compras e daquele jantar inesquecível (que nunca vou saber como terminou).
Fiquei com pena de acordá-la... era como um anjo na minha cama... mas queria curtir o lado selvagem dela e acordei ela com carícias e beijos.
Carregamos a Toyota com tudo pra passar uma tarde espetacular e pegamos a estrada pra chegar numa praia argentina solitária e afastada.
Ela tava usando aquela biquíni dourada que me alucina, com a fio dental do conjunto de banho. Realmente, eu a desejo mais vestida do que nua, e não é que ela não tenha um corpo lindo, proporcionado e escultural, mas é a sensualidade com que se veste, como exibe o corpo, como destaca os peitos e a bunda, o cabelo dela... me alucina.
Foi emocionante fazer uma pequena travessia pelas dunas pra chegar na beira do mar. Tivemos que ajeitar mais de uma vez o reboque do jet, que com tanto balanço ficava inclinado numa roda só ou enterrado na areia. Mas valeu a pena... a praia parecia virgem e não tinha ninguém...
Descemos tudo e, com nossas últimas forças, enfiamos o reboque de ré no mar pra descer o jet, que paramos na beira.
Exaustos, nos jogamos de costas na areia, mas logo o sol esquentou nossos corpos suados.
De repente, ela pulou de um salto (feito uma mola) e saiu correndo pro mar até ficar com a água na cintura. Ver ela correr na praia, o movimento da bunda dela dura e redondinha, como subiam e desciam aquelas nádegas, aqueles peitos que apareciam pelos lados das costas, me deixaram de pau duro na hora, levantando minha bermuda como um Everest na minha entreperna.
_ DAAALEEE NENÉÉÉ... VEEEEM SE DIIVERTIRRR... gritava enquanto balançava a biquíni com a mão no alto, deixando os peitos dela no sol, pulando e quicando no ritmo dos pulinhos dela.
Tirei forças sei lá de onde e comprovei o ditado que diz "puxa mais um pau usando a palavra: buceta do que mil bois" kkkk.
A água estava fria, mas com a tesão que eu tava, parecia que ia evaporar o mar inteiro.
Ela me recebeu com um abraço no pescoço e um beijo de língua que fez meu sangue ferver e meu coração disparar, aquela sensação de efervescência que toma conta do meu corpo. Correspondi com as mãos na cintura dela pra puxar ela pra perto e esfregar meu pau na buceta dela.
É fantástico transar no mar porque nossos corpos ficam muito mais leves e fáceis de manejar.
Segurei ela pela bunda enquanto acariciava e, num movimento só, levantei ela até minha cintura, e a Sofi cruzou as pernas nas minhas costas (ou melhor, na minha bunda kkk). A gente mexia os quadris pra aumentar a esfregada, cada vez mais intensa, enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra. Tanta roçada fez a cabeça do meu pau escapar, e ela percebeu na hora na pele dela. Passou a mão por trás da própria bunda sem parar de me beijar que nem louca e, como a puta experiente que é, encaixou meu pau na buceta dela com maestria, tirando a calcinha de lado em menos de um segundo.
Foi delicioso sentir o calor lá dentro. Um UMMMMMM ecoava nas nossas bocas abertas e coladas uma na outra.
Assim que entrou, ela começou uma cavalgada desgraçada. Nossas línguas sempre brigavam pra ver quem dava mais prazer. Os peitos dela esfregavam no meu peito no ritmo da cavalgada, e isso me deixava mais doido ainda. Eu ajudava movendo ela mais rápido pelos quadris, e ela me apertava com as pernas pra dar mais intensidade. Foi fantástico. Sentia meu pau duríssimo apertado pela buceta dela. A respiração dela cada vez mais ofegante. Os olhos fechados. A cara de prazer. Cada vez mais intenso.
Foram vários orgasmos seguidos, encadeados, um atrás do outro. Entre beijos, gemidos, gritos, xingamentos, mordidas... sim, mordidas, ela mordia tudo que tava ao alcance, minha boca, meu pescoço, o ombro e até o peito. Arranhava minhas costas que aguentavam as ondas. As marcas dela ardiam na minha pele.
A gente transou assim por não sei quanto tempo até que ela vibrou toda como se estivesse convulsionando num orgasmo terrível (que depois confessou que foi com o clitóris dela) e não aguentava mais. Queria mais, mas as forças não ajudavam.
Sem tirar meu pau (que ainda estava enorme) saímos do mar carregando ela, levantada como eu a segurava pela bunda, em direção à areia. Durante todo o trajeto nos beijávamos docemente, como agradecendo um ao outro pelo prazer intenso vivido, dizendo sem palavras o quanto estávamos nos divertindo.
Me deixei cair de joelhos na areia e suavemente a deitei na toalha.
Sem parar de olhar pra ela, tirei a bermuda que me incomodava. Vê-la deitada de barriga pra cima quase nua na praia, com os olhos fechados e as mãos atrás da cabeça aproveitando o sol no corpo, me deu uma vontade incontrolável de chupar a buceta dela. Peguei ela pelos tornozelos e levantei as pernas juntas pra apoiar no meu ombro. Desci bem devagar minhas mãos pelas pernas dela enquanto beijava os pés. Tinha todo o tempo do mundo pra aproveitar ela, então fazia tudo devagar e suave. Minha boca pegou um dos dedões do pé dela e minha língua brincou com ele como a Sofi faz com meu pau, com vontade. Minhas mãos chegaram na tanga e, segurando pelas tirinhas dos lados, puxei pra cima pelas pernas dela enquanto acariciava no caminho. Finalmente tirei e joguei pro lado. Minha boca desceu até a buceta dela beijando os pés juntos, as panturrilhas, as coxas e os lábios vaginais. Ela me ajudou abraçando as pernas atrás dos joelhos. Toda exposta, a buceta e a bunda dela à mercê das minhas carícias com língua e mãos. A mistura do sabor interno doce e ácido com o salgado do mar na pele dela me deu um gosto que me fascinou e me colocou num transe. Quando me dei conta, estava deitado de bruços saboreando a buceta dela devagar e meu corpo todo nu na areia quente com meu pau que crescia e crescia.
Conforme minha língua brincava com as dobras dela, entrando e saindo da sua buceta, subindo e descendo pelas bordas, desde o clitóris dela até o cuzinho delicioso, queria cada vez mais colocá-la de quatro e arrebentar aquele cu… mas estava exausta, embora excitada. Meus dedos brincavam na entrada do cu dela enquanto minha língua percorria todo o interior, lambendo o máximo que podia as paredes da sua buceta. Apertava as nádegas dela com minhas mãos e afundava minha cabeça para penetrá-la com minha língua, que endurecia para abrir caminho no cuzinho dela. Cada carícia me deixava mais safado. Hesitei um instante entre aproveitá-la devagar ou saciar minha loucura nela. E não pensei mais. Mais uma vez, dei rédea solta ao meu desejo.
— Não, neném, não para, continua com a minha buceta que você faz delicioso… ela reclamou quando me levantei para virá-la.
— Não vou parar, quero te comer de quatro como a putinha que você é.
— Mas deitada é melhor.
— Vira e me dá essa raba que eu quero comer tudo.
Ela reclamava do cansaço e ronronava como uma gatinha no cio enquanto se posicionava do jeito que eu gosto, com a bunda empinada e os peitos e a carinha apoiados no chão.
— Que rabo lindo… elogiava enquanto dava uma palmada atrás da outra em cada nádega, apertava, massageava e até arranhava a bunda dela.
— É seu para você fazer o que quiser com ele.
— É lindo e te garanto que vou fazer tudo o que quero.
De novo, minhas mãos estavam concentradas naquelas nádegas, mas toda a minha cara estava enfiada no cu dela. Com meu nariz, brincava na entrada do cu enquanto minha língua roçava suave e devagar o clitóris dela. Apoiava minha língua no botãozinho dela, passeando de um lado para o outro. Pegava ele com meus lábios e chupava, tirando ele da casquinha. Saboreava ela toda, mmmm que gostoso.
— AAAAAIIII FILHO DA PUTA VOCÊ TÁ ME MATANDO… ela gritava enquanto eu brincava com o clitóris dela.
As pernas dela vibravam e eu não sabia se era pelo prazer extremo que estava causando ou pelo cansaço que ela trazia. Como não sabia quanto tempo mais ela aguentaria assim, deixei o clitóris dela em paz para me dedicar de cabeça no cu dela. Parecia uma guerra pra penetrar ela que se travava entre meus dedos e minha língua. Enfiava um, dois e três dedos juntos no cu dela que recebia gostoso se abrindo sem problema. A bunda brilhava de tanta saliva e se contraía devagar fechando depois de tirar meus dedos, então aproveitava pra meter minha língua e mexer em círculos de dentro pra fora. Sentia como ela franzia com minha língua lá dentro mmm. Quando fechava, abria as nádegas dela pra esticar e chupando pra puxar tudo pra fora, pegava com meus dentes pra morder de leve.
_ AAAAAAAAAAAAAHHHHHH SSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... ela gemia aos gritos
_ Cê gosta que eu coma teu cu, putinha?
_ SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII METEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE cu e sentir como se eu metesse meu pau num triturador de lixo, machucando meu pau, raspando as paredes do cu dela, arranhando minha glande, comecei um vai e vem furioso. Doía, mas eu não queria parar. Sentia aquela sensação de satisfação misturada com dor que me dava vontade de meter mais e mais forte no cu dela. Queria destruir o cu dela na base da pica. Queria estourar meu pau dentro do cu dela. Logo começaram a sangrar meu pau e o cu dela. Nossos corpos suavam pra caralho. Meu pau ardia com o suor.
_GGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRR TTTTTTOOOOOOOOOOOO MMMMMAAAAAAAAAAAA PPPPPPPPPPPPPUUUUUUUUUUUUU TTTTTTTTAAAAAAAAAAAAAA
_PARA PARA
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
_AAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
_GGGGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
_DÓI DÓI DÓI
_GGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRR
E o choro dela e os pedidos pra parar me fizeram gozar num orgasmo bizarro.
Soltei os ombros dela e ela caiu pra frente.
Eu também caí do lado dela.
_AAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNN JJJJJJJJJJJJJAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNNNN JJJJJJJAAAAAAAAAAAAAANNNNN... ela chorava e gritava
_TEMOS... QUE... REPETIR ISSO... eu gritei sem ar entre gemidos
Não sei quanto tempo ficamos jogados no chão sem nos mexer, do jeito que caímos ficamos.
Quando nos acalmamos, ela se virou me olhando com cara de ódio.
_Me machucou, filho da puta
_Tava muito excitado... tentei me desculpar pelo indefensável
_Não me toca nem um fio de cabelo agora e por muito tempo... ela sentenciou
_Nem umas carícias suaves... eu dizia com carinha de menino bonzinho enquanto passava minha mão devagar pelo corpo quente e molhado dela
_Não
Logo depois ela relaxou e dormiu pelada de barriga pra cima. Eu me virei de lado pra ver ela melhor e, como querendo me desculpar, fui acariciando suavemente (e com a mão limpa de areia) a base do peito mais próximo. Apertei de leve o peito dela por baixo, provocando um gemido baixinho enquanto ela dormia. Meu polegar subiu devagar pelo contorno e chegou no mamilo. Mexi devagar aquele botãozinho que se erguia. Erguido pela minha ação, vejo como ela, inconscientemente, mordia os lábios, sinal claro de que tava gostando do que eu fazia. Ansioso pela resposta dela, sentei ao lado e, com as duas mãos, cobri o peito dela como quem agarra um tesouro, e o mamilo dela surgiu entre meus dedos com o aperto lento e suave. Brinco com aquela delícia, fazendo ele subir e descer entre meus dedos. Sinto o peso dele voltando ao lugar natural quando eu soltava. Com o dedo indicador, percorri a auréola do mamilo dela num toque leve, sem pressionar, e ela reagiu na hora, se contraindo e ficando mais pequeno e escuro. Minha vontade de devorar aquele peito é controlada pelo desejo de que ela realmente curta. Me inclino sobre ela e meus lábios fecharam grande parte do peito dela, deixando quase tudo dentro da minha boca. Minha língua brincou, dando voltas no mamilo dela. Chupei e, como um chupão, me afastei devagar do corpo dela, esticando o peito, sempre brincando com a língua devagar no mamilo.
— Me come, love... — ela sussurrava como se estivesse num transe de prazer.
Limpei bem a pica pra não machucar ela e me ajeitei de joelhos entre as pernas dela pra penetrar bem devagar. Sentia a buceta dela super molhadinha e foi um puta prazer avançar até tocar o fundo. Acariciava com a pica dura todo o interior dela naquela trepada suave. A gente curtiu pra caralho.
Ela abriu os olhos e cravou o olhar nos meus.
A gente se beijou no ritmo lento daquele sexo foda.
Foi terrivelmente intenso o nosso orgasmo, que a gente gozou junto.
Por uns minutos, fiquei dentro dela, sentindo como minha pica dolorida ia murchando.
O sol quase não dava mais pra ver.
— Pra que que a gente trouxe o jetski? — falei rindo.
— Nunca usou ele de noite?
— Com você não tenho limites, vai ser a primeira vez?
— Ai, neném, que lindo você é, sempre tão complacente.
— Você me inspira, mina... você me inspira...
2 comentários - Escapada con Sofi al mar de mis pasiones 4. Arena, sudor ...
Muy buen relato, excelentemente escrito !!!
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
No es nada comparado con lo que ustedes nos dan....
GRACIAS CHICOS
los seguire hasta el fin