Fuga com Sofi pro mar das minhas paixões 4. Areia, suor...

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Fuga com a Sofi pro mar das minhas paixões 4. Areia, suor e sexo pesadoAcordamos à tarde sem lembrar como chegamos na casa que aluguei. Mas nem liguei muito, já que era nosso primeiro dia na praia depois daquela tarde de compras e daquele jantar inesquecível (que nunca vou saber como terminou).

Fiquei com pena de acordá-la... era como um anjo na minha cama... mas queria curtir o lado selvagem dela e acordei com carícias e beijos.

Carregamos a Toyota com tudo pra passar uma tarde espetacular e pegamos a estrada pra chegar numa praia argentina deserta e isolada.

Ela tava usando aquela biquíni dourada que me alucina, com a fio dental do conjunto de banho. Realmente, desejo ela mais vestida do que nua — e não que ela não tenha um corpo lindo, proporcionado e escultural — mas é a sensualidade com que ela se veste, como exibe o corpo, como destaca os peitos e a bunda, o cabelo dela... me alucina.

Foi emocionante fazer uma pequena travessia pelas dunas até chegar na beira do mar. Tivemos que ajeitar mais de uma vez o reboque do jet, que com tanto balanço ficava inclinado numa roda só ou enterrado na areia. Mas valeu a pena... a praia parecia virgem e não tinha ninguém...

Descemos tudo e, com nossas últimas forças, enfiamos o reboque de ré no mar pra descer o jet, que paramos na beira.

Exaustos, nos jogamos de costas na areia, mas logo o sol esquentou nossos corpos suados.

De repente, ela pulou de um salto (feito uma mola) e saiu correndo pro mar até ficar com a água na cintura. Ver ela correr na praia, o movimento da bunda dela dura e redondinha, como subiam e desciam aquelas nádegas, aqueles peitos que apareciam pelos lados das costas, me deixaram de pau duro na hora, levantando minha bermuda como um Everest na minha virilha.

— DAAALEEE NENÉÉÉ... VEEEEM SE DIIVERTIIIR... — gritava enquanto balançava a biquíni com a mão no alto, deixando os peitos dela no sol, pulando e quicando no ritmo dos pulinhos.

Tirei forças sei lá de onde e comprovei o ditado que diz "puxa mais um cara usando a palavra: buceta do que mil bois" kkkk.
A água estava fria, mas com a tesão que eu tava, parecia que ia evaporar o mar inteiro.
Ela me recebeu com um abraço no pescoço e um beijo de língua que ferveu meu sangue e me deu taquicardia, aquela sensação de efervescência que provoca no meu corpo. Correspondi com minhas mãos na cintura dela pra puxar ela pra perto e esfregar meu pau na buceta dela.
É fantástico transar no mar porque nossos corpos ficam muito mais leves e fáceis de manejar.
Eu segurava ela pela bunda enquanto acariciava e, num movimento só, levantei ela na minha cintura e a Sofi cruzou as pernas nas minhas costas (ou melhor, na minha bunda kkk). Mexíamos nossos quadris pra seguir a esfregada cada vez mais intensa enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra. Tanta roçada deixou minha glande pra fora, e ela percebeu na hora na pele dela. Passou uma mão por trás da bunda dela sem parar de me beijar que nem louca e, como a puta experiente que é, encaixou com maestria meu pau na buceta dela, tirando a calcinha de lado em menos de um segundo.
Foi delicioso sentir o calor interno dela. Um UMMMMMM ecoava nas nossas bocas abertas e fundidas uma na outra.
Assim que entrou, ela começou uma cavalgada descomunal. Nossas línguas sempre lutavam pra ver quem dava mais prazer. Os peitos dela esfregavam no meu peito no ritmo da cavalgada, e isso me deixava mais louco. Eu ajudava movendo ela mais rápido pela cintura, e ela me apertava com as pernas pra dar mais intensidade. Foi fantástico. Sentia meu pau duríssimo apertado pela buceta dela. A respiração dela cada vez mais ofegante. Os olhos fechados. A cara de prazer. Cada vez mais intenso.
Foram vários orgasmos seguidos, encadeados, um atrás do outro. Entre beijos, gemidos, gritos, xingamentos, mordidas... sim, mordidas, ela mordia tudo que tava ao alcance, minha boca, meu pescoço, o ombro e até o peito. Arranhava minhas costas que aguentavam as ondas. As marcas dela ardiam na minha pele.
A gente ficou transando assim por não sei quanto tempo, até que ela vibrou toda como se estivesse tendo convulsões num orgasmo violento (que depois confessou que foi com o clitóris dela) e não aguentava mais. Queria mais, mas as forças não ajudavam.

Sem tirar meu pau (que ainda estava enorme), saímos do mar carregando ela, erguida como eu a segurava pela bunda, em direção à areia. O caminho todo a gente se beijava docemente, como agradecendo pelo prazer intenso vivido, dizendo sem falar o quanto estávamos nos divertindo.

Me deixei cair de joelhos na areia e, devagar, coloquei ela na toalha.
Sem parar de olhar pra ela, tirei a bermuda que me incomodava. Ver ela deitada de barriga pra cima quase nua na praia, com os olhos fechados e as mãos atrás da cabeça curtindo o sol no corpo, me deu uma vontade incontrolável de chupar a buceta dela. Peguei ela pelos tornozelos e levantei as pernas juntas pra apoiar no meu ombro. Desci bem devagar minhas mãos pelas pernas dela enquanto beijava os pés. Tinha o tempo todo do mundo pra aproveitar ela, então fazia tudo devagar e suave. Minha boca pegou um dos dedões do pé dela e minha língua brincou com ele igual a Sofi faz com meu pau, com vontade. Minhas mãos chegaram na tanga e, segurando pelas tirinhas dos lados, puxei pra subir pelas pernas dela enquanto acariciava no caminho. Finalmente tirei e joguei de lado. Minha boca desceu até a buceta dela beijando os pés juntos, as panturrilhas, as coxas e os lábios vaginais. Ela ajudou abraçando as pernas atrás dos joelhos. Toda exposta, a buceta e a bunda dela à mercê das minhas carícias com língua e mãos. A mistura do gosto interno dela, doce e ácido, com o salgado do mar na pele, me deu um sabor que me fascinou e me deixou tipo num transe. Quando me dei conta, tava deitado de barriga pra baixo saboreando a buceta dela devagar e meu corpo todo nu na areia quente com meu pau que crescia e crescia.

Conforme minha língua brincava com as dobras dela, entrando e saindo da sua buceta, subindo e descendo pelas bordas, desde o clitóris dela até o cuzinho delicioso, queria cada vez mais colocá-la de quatro e arrebentar aquele rabo… mas estava exausta, embora excitada. Meus dedos brincavam na entrada do cu dela enquanto minha língua percorria todo o interior, lambendo o máximo que podia as paredes da sua buceta. Apertava as nádegas dela com minhas mãos e afundava a cabeça para penetrá-la com minha língua, que endurecia para abrir caminho no cuzinho dela. Cada carícia me deixava mais safado. Hesitei um instante entre aproveitá-la com calma ou saciar minha loucura nela. E não pensei mais. De novo, dei asas ao meu desejo.

— Não, neném, não para, continua com minha buceta que você faz delicioso… ela reclamou quando me levantei para virá-la.
— Não vou parar, quero te comer de quatro como a putinha que você é.
— Mas deitada é melhor.
— Vira e me dá esse rabo que eu quero comer tudo.

Ela reclamava do cansaço e ronronava como uma gatinha no cio enquanto se posicionava do jeito que eu gosto, com a bunda empinada e os peitos e a carinha apoiados no chão.

— Que rabo lindo… elogiava enquanto dava uma palmada atrás da outra em cada nádega, apertava, massageava e até arranhava a bunda dela.
— É seu para você fazer o que quiser com ele.
— É lindo e te garanto que vou fazer tudo o que quero.

De novo, minhas mãos estavam concentradas naquelas nádegas, mas minha cara TODA estava enfiada no cu dela. Com meu nariz, brincava na entrada do rabo enquanto minha língua roçava suave e devagar o clitóris dela. Apoiava minha língua no botãozinho dela, passeando de um lado para o outro. Pegava ele com meus lábios e chupava, tirando ele da casca. Saboreava ela toda, mmmm que gostoso.

— AAAAAIIII FILHO DA PUTA VOCÊ ESTÁ ME MATANDO… gritava enquanto eu brincava com o clitóris dela.

As pernas dela vibravam e eu não sabia se era pelo prazer extremo que estava provocando ou pelo cansaço que ela trazia. Como não sabia quanto tempo mais ela aguentaria assim, deixei o clitóris dela em paz para me dedicar de corpo e alma no cu dela. Parecia uma guerra pra penetrar ela que se travava entre meus dedos e minha língua. Enfiava um, dois e três dedos juntos na bunda dela que recebia tudo gostoso, se abrindo sem problema. O cu brilhava de tanta saliva e se contraía devagar, fechando depois que eu tirava os dedos, então eu aproveitava pra meter minha língua e mexer em círculos de dentro pra fora. Sentia como ele franzia com minha língua lá dentro, mmm. Quando fechava, eu abria as nádegas dela pra esticar e chupava pra puxar tudo pra fora, pegava com meus dentes pra morder de leve.

— AAAAAAAAAAAAAHHHHHH SSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... ela gemia aos gritos
— Cê gosta que eu coma teu cu, puta?
— SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII METEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
— Tá com pressa?
— HIIIIIIII JOOOOOOOOOOOO DEEEEEEEE PPPUUUUUUU TAAAAAAAAAAA MEEEEEEEEEEEEE TEEEEEEE LAAAAAAAAAAAAAA... gritava toda ofegante
— Que cu faminto que cê tem, puta... e essa buceta, mmm, como pulsa...

E realmente dava pra ver pulsar. O cuzinho dela dilatava e contraía como se pedisse pra eu destruir. Os lábios da buceta mexiam no ritmo da respiração acelerada dela.

Instintivamente, peguei no meu pau pra massagear diante de um espetáculo desses, mas percebi que tava cheio de areia. Meu pau tava igual um pau molhado e cheio de areia. Queria bater uma, mas a areia arranhava e doía um pouco. Era como me masturbar com uma lixa. Sofi não parava de gritar pra eu meter no cu dela, e explorando meu lado sado-masoquista, dei o gosto pra ela.

— Cê quer que eu rasgue teu cu, puta?
— SIIIIIIIIIIIIII DAAAAAAAAAAAAAAAA MEEEEEEEEEEEEEEEE DAAAAAAAAAAAA MEEEEEEEEEEEEEEEE
— ENTÃO TOMAAAAAAAAAAAAAAA

E segurando ela pelos ombros, enfiei meu pau cheio de areia até as bolas de uma vez só.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA... ela gritava muito alto e agudo, igual um grito aterrorizante.
— GGGGGGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRR... eu gritava junto com ela, com voz rouca e grave.

Mas a dor não me parou, e depois de atravessar tudo aquilo... cu e sentir como se eu metesse meu pau numa trituradora de lixo, machucando meu pau, raspando as paredes do cu dela, arranhando minha glande, comecei a meter e tirar furioso. Doía, mas eu não queria parar. Sentia aquela sensação de satisfação misturada com dor que me dava vontade de meter mais e mais forte no cu dela. Queria destruir o cu dela na base da pica. Queria estourar meu pau dentro do cu dela. Logo começaram a sangrar meu pau e o cu dela. Nossos corpos suavam pra caralho. Meu pau ardia com o suor.

_GGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRR TTTTTTOOOOOOOOOOOO MMMMMAAAAAAAAAAAA PPPPPPPPPPPPPUUUUUUUUUUUUU TTTTTTTTAAAAAAAAAAAAAA
_PARA PARA
_AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
_AAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
_GGGGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
_DÓI DÓI DÓI
_GGGGGGGGGGGGGGRRRRRRRRRRRRRRRR

E o choro dela e os pedidos pra parar me fizeram gozar num orgasmo bizarro.
Soltei os ombros dela e ela caiu pra frente.
Eu também caí do lado dela.

_AAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNN JJJJJJJJJJJJJAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNNNN JJJJJJJAAAAAAAAAAAAAANNNNN... ela chorava e gritava
_TEMOS... QUE... REPETIR ISSO... eu gritei sem ar entre gemidos

Não sei quanto tempo ficamos largados sem nos mexer, do jeito que caímos.
Quando nos acalmamos, ela se virou me olhando com cara de ódio.

_Me machucou, filho da puta
_Tava muito tesudo... tentei me desculpar pelo indefensável
_Não encosta um fio de cabelo em mim agora e por muito tempo... ela sentenciou
_Nem uns carinhos suaves... falei com carinha de menino bonzinho enquanto passava minha mão devagar pelo corpo quente e molhado dela.
_Não

Logo depois ela relaxou e dormiu pelada de barriga pra cima. Eu virei de lado pra ver ela melhor e, como querendo me desculpar, fui acariciando suavemente (e com a mão limpa de areia) a base do peito mais próximo. Apertei de leve o peito dela por baixo, provocando um gemido baixinho enquanto ela dormia. Meu polegar subiu devagar pelo contorno e chegou no mamilo. Mexi devagar aquele botãozinho que se erguia. Erguido pela minha ação, vejo como ela, inconscientemente, mordia os lábios, sinal claro de que tava gostando do que eu fazia. Ansioso pela resposta dela, sentei do lado e, com as duas mãos, cobri o peito dela como quem agarra um tesouro, e o mamilo dela surgiu entre minhas mãos com o aperto lento e suave. Brinco com aquela delícia, fazendo ele subir e descer entre meus dedos. Sinto o peso dele voltando ao lugar natural quando soltava. Com o dedo indicador, percorri a auréola do mamilo num toque leve, sem pressionar, e ela reagiu na hora, se contraindo e ficando menor e mais escura. Minha vontade de devorar aquele peito é controlada pelo meu desejo de que ela realmente curta. Me inclino sobre ela e meus lábios fecham uma boa parte do peito, deixando quase tudo dentro da minha boca. Minha língua brincou, dando voltas no mamilo dela. Chupei e, como um chupão, me afastei devagar do corpo dela, esticando o peito, sempre brincando com a língua devagar no mamilo.

_ Me come, love... ela sussurrava como se estivesse num transe de prazer.

Limpei bem a pica pra não machucar ela e me ajeitei de joelhos entre as pernas dela pra penetrar bem devagar. Sentia a buceta dela super molhadinha e foi um puta prazer avançar até tocar o fundo. Acariciava com a pica dura todo o interior dela naquela foda suave. A gente realmente curtiu.

Ela abriu os olhos e cravou o olhar nos meus.

A gente se beijou no ritmo lento daquele sexo foda.

Foi terrivelmente intenso o nosso orgasmo, que a gente gozou junto.

Por uns minutos, fiquei dentro dela, sentindo como minha pica dolorida ia murchando.

O sol quase não dava mais pra ver.

_ Pra que que a gente trouxe o jetski? – falei rindo.
_ Nunca usou ele de noite?
_ Com você não tenho limites, vai ser a primeira vez?
_ Ai, neném, que lindo você é, sempre tão complacente.
_ Você me inspira, gata... você me inspira...

2 comentários - Fuga com Sofi pro mar das minhas paixões 4. Areia, suor...

Tremendo el polvo playero !!!
Muy buen relato, excelentemente escrito !!!


Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

Escapada con Sofi al mar de mis pasiones 4. Arena, sudor ...

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