Última parte da história !!!!
- Já cansei, caralho, vão gozar ou vou deixar vocês assim. Falei para todos sentados no sofá, tirando o pau do Carlitos da minha boca.
- Não, não. Interveio Ricardo, levantando do sofá e segurando meus cabelos, aproximou meu rosto do pau dele e, batendo uma punheta rapidão, vi saírem só algumas gotas de porra, já que era a terceira vez que ele gozava, então não foi tanto quanto da primeira vez. O mesmo fizeram Carlitos e Iván.
- Olha, rapaziada, espero discrição de vocês. Se se comportarem, isso pode ser divertido para todos, hein? Então, a partir de hoje, ninguém fala sobre o assunto e, em público ou com outras pessoas, me tratam com respeito, nada que possa levantar suspeitas de que fazem coisas comigo. Avissei a todos enquanto limpava a porra do meu rostinho com um guardanapo.
- Combinado. Todos responderam em uníssono e começaram a se vestir.
Depois, teve uma discussão sobre quem me levaria para casa, discussão ganha pelo Iván, que dos três era o único que não sabia onde eu morava. Carlitos deu as chaves do carro para ele, e então me despedi dele e do Ricardo, agradecendo pela noite incrível.
- Tchau, Carlitos, espero te ver logo, adorei te reencontrar. Disse, dando um abraço que ele retribuiu apertando minhas duas bundas e dando um beijinho carinhoso nos lábios.
- Eu também adorei, gostosa, espero saber de você em breve.
- Tchau, Ricardo, obrigada por me convidar, ah, obrigada por me ensinar algo novo. Falei claramente aludindo ao sexo anal que ele tinha me dado.
- Quando quiser, minha Jenny, para isso que os amigos servem, para comer as gostosas com gosto. Disse, soltando e provocando as gargalhadas de todos.
Desci do prédio finalmente com o Iván, rumo ao estacionamento.
- Que noite foda, e eu quase tinha saído com minha namorada para um jantar em família, que erro enorme eu teria cometido. Meu amigo conversava enquanto abria a porta do carro para mim.
- Nem me fale! Que Que bom que você não foi, senão eu nunca mais te veria. Respondi, lançando um olhar provocante para o pacote dele. Ele sorriu e entrou no carro.
- Sabe de uma coisa? Quando te conheci, você me passou a impressão de ser uma puta qualquer, mas agora você me deixou sem um adjetivo certo pra você. Pelo menos, não me vem nada à mente além de te chamar de "bem putinha". Ele disse com descaramento, dando ênfase na frase.
- Ah, cala a boca, hahaha. Bom, eu não sou sempre assim não. Toma como uma boa experiência e lembra do que eu falei: discrição e me respeitem. Falei enquanto acendia um cigarro e abria a janela.
- Eu sei, mas vai ser difícil pra mim, a partir de hoje, fazer com a minha namorada sem pensar em você. Ele disse com um olhar resignado, dando partida no carro.
- Bom, quando quiser e eu tiver tempo, me liga e a gente sai pra um bar ou algo assim.
- Claro, mas ouvi dizer que você faz uns trabalhos de modelo e sei que essa profissão não deixa muito tempo livre.
- Verdade, mas a gente dá um jeito. Além do mais, o mais certo é que eu vou mandar meu namorado pro inferno.
- É, faça o que for melhor pra você. Não é bom que as pessoas se sintam donas do seu tempo e te tratem daquela forma. Ele comentou, baixando o olhar para as minhas pernas de um jeito bem tarado.
- Para de olhar minhas pernas, você ainda não se cansou? Falei, enquanto as separava um pouco, me insinuando, e levantava um pouco o vestido para mostrar que não estava usando calcinha.
- Você não tá de calcinha? Você é uma tarada. Se cobre, senão eu não me responsabilizo. Alertou meu amigo, segurando o pacote dele, aparentemente excitado ao ver minha xoxota.
- Não tenho medo não. Para aí naquele espaço atrás da caminhonete.
Meu amigo, muito obediente, estacionou perto de um parque, atrás de uma caminhoneta. Era um parque bem conhecido da Colônia Condesa, onde, à 1 da madrugada, já não tem muito movimento e é perfeito para fazer umas coisinhas nos carros (como podem ver, não era a primeira vez). (que fazia isso naqueles lados). - Você vai me deixar louco, esses lábios têm veneno. Me disse intensamente meu amigo antes de me beijar e se apoderar de uma das minhas tetas, a verdade é que ele parecia um polvo com uma mão na minha bucetinha e outra massageando meus peitos, me penetrando literalmente com a língua na boca. - Ei, não seja levado, quero que você me chupe. Murmurei pro meu amigo, já que durante a noite só tinham feito eu chupar eles e, com exceção do Ricardo, nenhum tinha me dado prazer. - Mas claro que eu como você. E como pudemos, ajustamos o banco pra trás e ele se ajoelhou apertadíssimo entre minhas pernas, com uma das mãos levantando minha perna direita e, num movimento, enterrou literalmente a cara na minha bucetinha, sua língua lambia minha já molhadinha e seus dedos se preparavam pra me perfurar o cu. Aquilo eu já tinha feito antes com meu namorado no mesmo lugar, me deu um prazer estranho estar no que era uma tradição pra mim e meu namorado quando estávamos pela “Condesa”, mas com outra pessoa, alguém que fazia deliciosamente, tinha uma língua enorme e muito forte, e uns dedos também muito habilidosos. - Mete eles, mete dois por trás. Eu dizia entre gemidos totalmente extasiada de prazer pelos movimentos da língua dele. - Vou meter, mas é o pau na sua bunda, putinha. - Ainda não, continua, chupa ela, come ela toda que gostoso, adoro como você me chupa. Literalmente me contorcendo de prazer com a língua e os dedos do meu amigo. - Tá gostosa demais, Jenny, quero te comer. - Sim, me come, mas por trás. E me virei, ficando de quatro apoiada no encosto inclinado e com as mãos no banco de trás, era desconfortável ficar assim, mas eu estava muito excitada. Tudo ia bem, sentia meu amigo me dando duro por trás, e eu com uma das mãos acariciava meus peitos, estava mega excitada e queria que ele me desse assim a noite toda, a verdade é que ele estava bem gostoso e eu sentia ele afundando tão fundo em mim que me dava um prazer enorme,
- Que bumbum yummy e pequenininho você tem, Jenny. Ele disse, me dando um tapa forte enquanto me enfiava.
- Me dá... assim, mais forte. Me dá ele todo... as palavras saíam da minha boca só desejando que ele me fizesse coisas piores, e então me veio uma ideia.
- Lembra daquela vez no bar? Perguntei ao meu amigo entre gemidos.
- Como esquecer, você fez aquilo comigo no VIP.
- Quero que faça de novo assim, agoraaaaaa! Gritei quando senti um orgasmo descomunal escorrendo pelas minhas pernas.
Meu amigo gozou dentro do meu cu pouco depois e tirou devagarzinho, o que eu adorei, senti meu cu totalmente dilatado e a sensação de tê-lo cheio de porra era mórbida e nojentosamente excitante. Me virei e arrumei o banco.
- Me dá um cigarro. Disse enquanto o empurrava do meu banco.
- Toma, gata, que delícia de foda, sério, você é a mina mais gostosa que eu já conheci.
- Então, a noite ainda não acabou, não inventa, nunca tinha feito tantas vezes na mesma noite, me sinto bem putinha. Disse de forma provocante.
- Nada, que inveja do seu namorado, ele pode ficar com você sempre.
- Sério que dá inveja? Você gostaria de ter uma namorada que te traísse com três na mesma noite?
- Não, pois se você fosse minha namorada não te deixaria sozinha numa sexta para evitar a tentação.
- Ah, não, que chato.
Conversamos assim um tempinho no carro, meu amigo não parava de olhar minhas tetas como um cachorro no cio e de acariciar minhas pernas.
-
- Adoro seus lábios, a cor, a grossura, o formato.
- É mais que você gosta que eu chupe, seu bobo, não vem.
- Não, sério, você tem uns lábios lindos e deliciosos, devia botar um piercing na língua pra quando fizer oral, que você tanto adora.
- Se meu namorado me disse o Tá bom, um dia você me acompanha pra eu fazer uma também. Falei enquanto discava pro meu namorado.
- Hash, o imbecil me mandou pra caixa postal.
- Pra que você fala com ele, gata? Olha, ali na esquina tem um bar, vamos tomar uns drinks, eu te convido. Meu amigo disse apertando um dos meus peitos.
- Tudo bem, mas você me leva em casa, hein.
Fomos a pé pro bar, que era mais tipo um puteiro ou algo assim, salas privativas por todo o salão, cores escuras e garçonetes com roupas minúsculas de lycra. No caminho pra nossa mesa, vi meu professor de literatura com uma colega da escola. Dita colega não estava só fazendo companhia, já que estava sentada em cima dele fazendo uma dancinha erótica. Aquilo seria tipo a nota de fofoca na segunda-feira na escola, mas agora eu tinha que me preocupar com a minha situação.
- Você gosta, Jenny? Meu amigo disse me levando pro nosso privativo.
- Sim, tá maneiro, tô gostando... e me sentei no canto pra ninguém me ver naquele lugar.
- Uma de Chivas, por favor... meu amigo pediu uma garrafa pra uma das garçonetes e, sem me perguntar nada, começou a me beijar me encurralando no canto. Metendo a mão pelo meu corpo todo igual criança com brinquedo novo. Era um pouco desconfortável, mas eu tava me deixando levar. No fim das contas, já tinham feito coisas piores comigo naquela noite.
A garçonete trouxe a garrafa e meu amigo, cavalheiresco, me preparou um drink. Minutos depois, chegou uma garota de altura mediana, bem magrinha, cabelo loiro com mechas rosas, muito "emo".
- Oi, amigo, te vi passar há pouco e nem me cumprimentou, mal-educado. A garota disse da portinha do privativo com as mãos na cintura. Ela usava um vestidinho roxo minúsculo que mal cobria. Era bem magra, mas tinha curvas boas, era mais branca que eu e me chamou atenção a quantidade de piercings que ela tinha.
- Oi, Katy, juro que não te vi, desculpa. Entra. Meu amigo disse pra garota. abrindo caminho e sentando-a ao meu lado.
- Olha, ela é uma amiga. Me apresento educadamente para a amiga dela "emo".
- Oi, muito prazer, que bonita você está. A garota me dá um beijo quase nos lábios. A verdade é que ela cheirava muito gostoso, tinha um aroma exótico tipo rosas queimadas ou algo assim.
- Obrigada, você também é muito linda. Respondi hipnotizada pelos olhos azuis dela.
- É sua nova namorada, amiguinho? Tá evoluindo, hein. A garota comentou brincando com meu amigo.
- Quem me dera, é só uma amiga, mas tô trabalhando nisso, haha. Meu amigo respondeu pra garota, enfiando a mão entre minhas pernas.
- Então se apresse, porque você sabe que eu não perco tempo.
Com esse comentário, pude deduzir que a tal Katy era uma lésbica "emo", daí a maneira como me hipnotizou com aqueles olhões. Ambas sorrimos e rimos com meu amigo, ele serviu um drink pra ela, que comentou que tinha vindo com algumas amigas mas já tinha se entediado delas.
- Além do mais, a vista aqui é muito melhor. Katy comentou pro meu amigo enquanto trocávamos olhares insinuantes, eu nervosa mas provocante, entrando na brincadeira.
- Ah, tô nervoso aqui entre duas belezas.
- E você tem namorado? Comentei bobamente com a garota pra confirmar minhas suspeitas sobre seu lesbianismo.
- Não, love, eu não curto pica, prefiro outras coisas. Assim, com todas as letras, ela falou direta e secamente, lançando o olhar pra minha virilha, ao que respondi quase por instinto, abrindo um pouco as pernas pra mostrar que não estava usando nada por baixo.
- Gosta disso? Disse levantando uma das pernas sobre a mesa, deixando ela ver minha coisinha nua.
- Que delícia. Ela comentou, lambendo os lábios e olhando pro meu amigo Iván como pedindo permissão, então ela se virou. A mesa e ela se colocou ao meu lado, segurou minha perna que eu havia levantado sobre a mesa e a ergueu até seu ombro, agachando-se aos poucos, hipnotizando-me com seus olhos penetrantes até chegar à minha virilha. Meu amigo me abraçou de modo a apertar meus seios e prestar atenção ao espetáculo que veria a seguir.
A garota não parava de me olhar. Senti como ela cheirava minha bucetinha, seu hálito quente percorria meu corpo como eletricidade enquanto meu amigo devorava meu pescoço com beijos. Eu não conseguia parar de ver como a garota ia me comer, e quando senti sua língua, me contorci em múltiplos orgasmos. Ela a movia como uma cobra, tão rápido quanto podia dentro de mim, tinha a língua mais longa que já conheci em toda a minha vida, e seus lábios acompanhavam esses movimentos, comendo meus lábios vaginais no mesmo ritmo. As mãos da garota acariciavam sensualmente minhas pernas, uma segurada pelo meu amigo e a outra apoiada nela por trás de suas costas. Ver seu rostinho branco com aqueles cabelos loiros e rosas, mas mais que nada aqueles olhos azuis, estava me deixando louca, até que senti meus fluidos escorrendo e atingindo sua boca. Os gemidos eram um ingrediente extra para a cena. A garota recebeu tudo de mim e, quando terminou, se aproximou do meu rosto. Eu podia ver sua boca ainda molhada e, ao mesmo tempo em que ela me oferecia seus lábios para beijar, com sua mão limpava meus restos e me beijava como ninguém. A garota era uma beijadora extraordinária, seus beijos eram incríveis, me faziam ignorar, de fato, toda a sessão anterior com meus amigos.
— Uau… isso foi delicioso. Estou derretendo. — Murmurei entre beijos.
— Você é deliciosa, amor. Tem a bucetinha mais gostosa que já provei.
Nós duas nos fundíamos em milhares de beijos, ignorando totalmente a presença do meu amigo, que depois percebi já estava sentado um pouco mais longe de nós e admirava o espetáculo no canto oposto do privê.
— Você gostou, amiguinho? — Katy gritou para Ivan ao mesmo tempo que... Ela passava a língua pela minha bochecha, lambendo-me como uma gatinha.
Meu amigo apenas acenou com a cabeça e segurando o pacote, eu só sorria para ele, ainda sem palavras pronunciáveis para me expressar, e busquei novamente a boca da garota para continuar beijando-a.
- Quero que faça de novo por trás. - Murmurei entre beijos para minha nova amiga.
- Ah, safadinha, claro que vou.
A garota tentou se abaixar novamente, mas eu a detive. Fui até onde estava meu amigo, dei as costas para a garota e arrumei meu vestido para que ela tivesse ampla visão das minhas nádegas. Me apoiei nas pernas do meu amigo, e muito rápido ela entendeu. Posicionou-se atrás de mim, com as duas mãos acariciou minhas nádegas e as separou para afundar seu rosto entre elas e, posteriormente, enterrar sua língua comprida no meu ânus. Ela dava voltas para abri-lo e poder penetrá-lo. Meu amigo apenas me observava e continuava tomando seu gole. Eu, com uma das mãos, acariciava seu pacote enquanto gozava da língua de sua amiga.
- Gosta do que vê? - Perguntei ao meu amigo, que não dizia absolutamente nada, apenas permanecia ali curtindo.
Ele já estava ereto novamente. Eu meti a mão em sua calça e me apossei de seus testículos quando senti os dedos da Katy entrando na minha bucetinha e sua língua no meu ânus. Literalmente, ela tentava enfiar a mão toda. Sua mão era pequena, então facilmente metia quatro dedos em mim. Ela parecia me comer com a mão. A garota sabia o que fazer e como fazer. Pude ver de relance a garçonete limpando a mesa de copos sujos e cinzeiros, sem se importar com o que acontecia ali. Isso me excitou muito e senti a coragem, então, de me virar, acomodar minhas nádegas no pacote do meu amigo e segurar a garota pelos cabelos, esfregando seu rosto na minha bucetinha, que ela lambia como uma gatinha faminta, totalmente submissa.
- Me bate! - Ela pedia, e eu a estapeava e a esfregava novamente entre minhas pernas. Meu amigo tirou o pau para fora e o posicionou no meu ânus. novamente que o recebeu com prazer, me levantei um pouco, sustentando meu peso com as pernas para que meu amigo pudesse fazer seus movimentos de penetração e a garota seu trabalho oral. Meu amigo tinha o pau cada vez mais grosso e comprido, sentia como se meu cu sangrasse quando ele enfiava. Tudo isso me fez sentir estranha e comecei a mover o rosto da garota bruscamente.
- Gosta, linda? Gosta do meu pauzinho? Perguntei à garota que só assentia com seus olhinhos azuis e voltava ao seu transe com a língua enterrada dentro de mim.
A senti como minha escrava pela maneira como pedia por tapas e como suportava meu jeito de puxar seu cabelo e esfregá-la em mim, como se acendessem o interruptor de outro instinto em mim e sem avisar me levantei do meu amigo e com minha mão puxei seu pau da boca da garota, ela se recusou no início.
- Obedece, estúpida. Gritei de repente.
A garota aparentemente era totalmente lésbica e não curtia homens, mas também era submissa e estava muito excitada como eu e, vendo meu amigo, abri sua boquinha e meu amigo, agradecido comigo, enfiou até a garganta, eu me ajoelhei ao lado dela e observei como ela chupava o pau que segundos antes tinha estado na minha bunda.
- Gosta do meu gostinho, amor? Murmurei no seu ouvido enquanto com minha mão na sua nuca a empurrava em direção ao meu amigo para enfiar tudo.
Ela só assentia com o olhar e se deixava levar. Só tirava da boca para eu enfiar ou para beijá-la e limpar os fluidos do meu amigo, estava me sentindo muito atraída por essa garota e olha que nunca tinha ficado com uma mulher. Coloquei-a de pé puxando seu cabelo e tirei os copos e a garrafa da pequena mesa, a coloquei sobre a mesa de costas para nós e tirei sua calcinha, ela tinha sua bucetinha linda também com piercings e uma tatuagem tribal perto, enfiei três dedos para senti-la e ela parecia curtir, enfiei algumas vezes e com o olhar disse ao meu amigo que pegasse minha No lugar, ele simplesmente se posicionou atrás dela e, sem avisar, começou a comê-la, enquanto eu me coloquei do outro lado da mesa, colocando minha bunda na cara dela. Foi então que pude ver na porta do privê duas garotas nos observando, ambas com o mesmo estilo "emo" da Katy. As duas estavam assistindo àquela cena inquietas, de mãos dadas.
Seriam amigas da Katy?... me perguntei.
- Já cansei, caralho, vão gozar ou vou deixar vocês assim. Falei para todos sentados no sofá, tirando o pau do Carlitos da minha boca.
- Não, não. Interveio Ricardo, levantando do sofá e segurando meus cabelos, aproximou meu rosto do pau dele e, batendo uma punheta rapidão, vi saírem só algumas gotas de porra, já que era a terceira vez que ele gozava, então não foi tanto quanto da primeira vez. O mesmo fizeram Carlitos e Iván.
- Olha, rapaziada, espero discrição de vocês. Se se comportarem, isso pode ser divertido para todos, hein? Então, a partir de hoje, ninguém fala sobre o assunto e, em público ou com outras pessoas, me tratam com respeito, nada que possa levantar suspeitas de que fazem coisas comigo. Avissei a todos enquanto limpava a porra do meu rostinho com um guardanapo.
- Combinado. Todos responderam em uníssono e começaram a se vestir.
Depois, teve uma discussão sobre quem me levaria para casa, discussão ganha pelo Iván, que dos três era o único que não sabia onde eu morava. Carlitos deu as chaves do carro para ele, e então me despedi dele e do Ricardo, agradecendo pela noite incrível.
- Tchau, Carlitos, espero te ver logo, adorei te reencontrar. Disse, dando um abraço que ele retribuiu apertando minhas duas bundas e dando um beijinho carinhoso nos lábios.
- Eu também adorei, gostosa, espero saber de você em breve.
- Tchau, Ricardo, obrigada por me convidar, ah, obrigada por me ensinar algo novo. Falei claramente aludindo ao sexo anal que ele tinha me dado.
- Quando quiser, minha Jenny, para isso que os amigos servem, para comer as gostosas com gosto. Disse, soltando e provocando as gargalhadas de todos.
Desci do prédio finalmente com o Iván, rumo ao estacionamento.
- Que noite foda, e eu quase tinha saído com minha namorada para um jantar em família, que erro enorme eu teria cometido. Meu amigo conversava enquanto abria a porta do carro para mim.
- Nem me fale! Que Que bom que você não foi, senão eu nunca mais te veria. Respondi, lançando um olhar provocante para o pacote dele. Ele sorriu e entrou no carro.
- Sabe de uma coisa? Quando te conheci, você me passou a impressão de ser uma puta qualquer, mas agora você me deixou sem um adjetivo certo pra você. Pelo menos, não me vem nada à mente além de te chamar de "bem putinha". Ele disse com descaramento, dando ênfase na frase.
- Ah, cala a boca, hahaha. Bom, eu não sou sempre assim não. Toma como uma boa experiência e lembra do que eu falei: discrição e me respeitem. Falei enquanto acendia um cigarro e abria a janela.
- Eu sei, mas vai ser difícil pra mim, a partir de hoje, fazer com a minha namorada sem pensar em você. Ele disse com um olhar resignado, dando partida no carro.
- Bom, quando quiser e eu tiver tempo, me liga e a gente sai pra um bar ou algo assim.
- Claro, mas ouvi dizer que você faz uns trabalhos de modelo e sei que essa profissão não deixa muito tempo livre.
- Verdade, mas a gente dá um jeito. Além do mais, o mais certo é que eu vou mandar meu namorado pro inferno.
- É, faça o que for melhor pra você. Não é bom que as pessoas se sintam donas do seu tempo e te tratem daquela forma. Ele comentou, baixando o olhar para as minhas pernas de um jeito bem tarado.
- Para de olhar minhas pernas, você ainda não se cansou? Falei, enquanto as separava um pouco, me insinuando, e levantava um pouco o vestido para mostrar que não estava usando calcinha.
- Você não tá de calcinha? Você é uma tarada. Se cobre, senão eu não me responsabilizo. Alertou meu amigo, segurando o pacote dele, aparentemente excitado ao ver minha xoxota.
- Não tenho medo não. Para aí naquele espaço atrás da caminhonete.
Meu amigo, muito obediente, estacionou perto de um parque, atrás de uma caminhoneta. Era um parque bem conhecido da Colônia Condesa, onde, à 1 da madrugada, já não tem muito movimento e é perfeito para fazer umas coisinhas nos carros (como podem ver, não era a primeira vez). (que fazia isso naqueles lados). - Você vai me deixar louco, esses lábios têm veneno. Me disse intensamente meu amigo antes de me beijar e se apoderar de uma das minhas tetas, a verdade é que ele parecia um polvo com uma mão na minha bucetinha e outra massageando meus peitos, me penetrando literalmente com a língua na boca. - Ei, não seja levado, quero que você me chupe. Murmurei pro meu amigo, já que durante a noite só tinham feito eu chupar eles e, com exceção do Ricardo, nenhum tinha me dado prazer. - Mas claro que eu como você. E como pudemos, ajustamos o banco pra trás e ele se ajoelhou apertadíssimo entre minhas pernas, com uma das mãos levantando minha perna direita e, num movimento, enterrou literalmente a cara na minha bucetinha, sua língua lambia minha já molhadinha e seus dedos se preparavam pra me perfurar o cu. Aquilo eu já tinha feito antes com meu namorado no mesmo lugar, me deu um prazer estranho estar no que era uma tradição pra mim e meu namorado quando estávamos pela “Condesa”, mas com outra pessoa, alguém que fazia deliciosamente, tinha uma língua enorme e muito forte, e uns dedos também muito habilidosos. - Mete eles, mete dois por trás. Eu dizia entre gemidos totalmente extasiada de prazer pelos movimentos da língua dele. - Vou meter, mas é o pau na sua bunda, putinha. - Ainda não, continua, chupa ela, come ela toda que gostoso, adoro como você me chupa. Literalmente me contorcendo de prazer com a língua e os dedos do meu amigo. - Tá gostosa demais, Jenny, quero te comer. - Sim, me come, mas por trás. E me virei, ficando de quatro apoiada no encosto inclinado e com as mãos no banco de trás, era desconfortável ficar assim, mas eu estava muito excitada. Tudo ia bem, sentia meu amigo me dando duro por trás, e eu com uma das mãos acariciava meus peitos, estava mega excitada e queria que ele me desse assim a noite toda, a verdade é que ele estava bem gostoso e eu sentia ele afundando tão fundo em mim que me dava um prazer enorme,
- Que bumbum yummy e pequenininho você tem, Jenny. Ele disse, me dando um tapa forte enquanto me enfiava.
- Me dá... assim, mais forte. Me dá ele todo... as palavras saíam da minha boca só desejando que ele me fizesse coisas piores, e então me veio uma ideia.
- Lembra daquela vez no bar? Perguntei ao meu amigo entre gemidos.
- Como esquecer, você fez aquilo comigo no VIP.
- Quero que faça de novo assim, agoraaaaaa! Gritei quando senti um orgasmo descomunal escorrendo pelas minhas pernas.
Meu amigo gozou dentro do meu cu pouco depois e tirou devagarzinho, o que eu adorei, senti meu cu totalmente dilatado e a sensação de tê-lo cheio de porra era mórbida e nojentosamente excitante. Me virei e arrumei o banco.
- Me dá um cigarro. Disse enquanto o empurrava do meu banco.
- Toma, gata, que delícia de foda, sério, você é a mina mais gostosa que eu já conheci.
- Então, a noite ainda não acabou, não inventa, nunca tinha feito tantas vezes na mesma noite, me sinto bem putinha. Disse de forma provocante.
- Nada, que inveja do seu namorado, ele pode ficar com você sempre.
- Sério que dá inveja? Você gostaria de ter uma namorada que te traísse com três na mesma noite?
- Não, pois se você fosse minha namorada não te deixaria sozinha numa sexta para evitar a tentação.
- Ah, não, que chato.
Conversamos assim um tempinho no carro, meu amigo não parava de olhar minhas tetas como um cachorro no cio e de acariciar minhas pernas.
-
- Adoro seus lábios, a cor, a grossura, o formato.
- É mais que você gosta que eu chupe, seu bobo, não vem.
- Não, sério, você tem uns lábios lindos e deliciosos, devia botar um piercing na língua pra quando fizer oral, que você tanto adora.
- Se meu namorado me disse o Tá bom, um dia você me acompanha pra eu fazer uma também. Falei enquanto discava pro meu namorado.
- Hash, o imbecil me mandou pra caixa postal.
- Pra que você fala com ele, gata? Olha, ali na esquina tem um bar, vamos tomar uns drinks, eu te convido. Meu amigo disse apertando um dos meus peitos.
- Tudo bem, mas você me leva em casa, hein.
Fomos a pé pro bar, que era mais tipo um puteiro ou algo assim, salas privativas por todo o salão, cores escuras e garçonetes com roupas minúsculas de lycra. No caminho pra nossa mesa, vi meu professor de literatura com uma colega da escola. Dita colega não estava só fazendo companhia, já que estava sentada em cima dele fazendo uma dancinha erótica. Aquilo seria tipo a nota de fofoca na segunda-feira na escola, mas agora eu tinha que me preocupar com a minha situação.
- Você gosta, Jenny? Meu amigo disse me levando pro nosso privativo.
- Sim, tá maneiro, tô gostando... e me sentei no canto pra ninguém me ver naquele lugar.
- Uma de Chivas, por favor... meu amigo pediu uma garrafa pra uma das garçonetes e, sem me perguntar nada, começou a me beijar me encurralando no canto. Metendo a mão pelo meu corpo todo igual criança com brinquedo novo. Era um pouco desconfortável, mas eu tava me deixando levar. No fim das contas, já tinham feito coisas piores comigo naquela noite.
A garçonete trouxe a garrafa e meu amigo, cavalheiresco, me preparou um drink. Minutos depois, chegou uma garota de altura mediana, bem magrinha, cabelo loiro com mechas rosas, muito "emo".
- Oi, amigo, te vi passar há pouco e nem me cumprimentou, mal-educado. A garota disse da portinha do privativo com as mãos na cintura. Ela usava um vestidinho roxo minúsculo que mal cobria. Era bem magra, mas tinha curvas boas, era mais branca que eu e me chamou atenção a quantidade de piercings que ela tinha.
- Oi, Katy, juro que não te vi, desculpa. Entra. Meu amigo disse pra garota. abrindo caminho e sentando-a ao meu lado.
- Olha, ela é uma amiga. Me apresento educadamente para a amiga dela "emo".
- Oi, muito prazer, que bonita você está. A garota me dá um beijo quase nos lábios. A verdade é que ela cheirava muito gostoso, tinha um aroma exótico tipo rosas queimadas ou algo assim.
- Obrigada, você também é muito linda. Respondi hipnotizada pelos olhos azuis dela.
- É sua nova namorada, amiguinho? Tá evoluindo, hein. A garota comentou brincando com meu amigo.
- Quem me dera, é só uma amiga, mas tô trabalhando nisso, haha. Meu amigo respondeu pra garota, enfiando a mão entre minhas pernas.
- Então se apresse, porque você sabe que eu não perco tempo.
Com esse comentário, pude deduzir que a tal Katy era uma lésbica "emo", daí a maneira como me hipnotizou com aqueles olhões. Ambas sorrimos e rimos com meu amigo, ele serviu um drink pra ela, que comentou que tinha vindo com algumas amigas mas já tinha se entediado delas.
- Além do mais, a vista aqui é muito melhor. Katy comentou pro meu amigo enquanto trocávamos olhares insinuantes, eu nervosa mas provocante, entrando na brincadeira.
- Ah, tô nervoso aqui entre duas belezas.
- E você tem namorado? Comentei bobamente com a garota pra confirmar minhas suspeitas sobre seu lesbianismo.
- Não, love, eu não curto pica, prefiro outras coisas. Assim, com todas as letras, ela falou direta e secamente, lançando o olhar pra minha virilha, ao que respondi quase por instinto, abrindo um pouco as pernas pra mostrar que não estava usando nada por baixo.
- Gosta disso? Disse levantando uma das pernas sobre a mesa, deixando ela ver minha coisinha nua.
- Que delícia. Ela comentou, lambendo os lábios e olhando pro meu amigo Iván como pedindo permissão, então ela se virou. A mesa e ela se colocou ao meu lado, segurou minha perna que eu havia levantado sobre a mesa e a ergueu até seu ombro, agachando-se aos poucos, hipnotizando-me com seus olhos penetrantes até chegar à minha virilha. Meu amigo me abraçou de modo a apertar meus seios e prestar atenção ao espetáculo que veria a seguir.
A garota não parava de me olhar. Senti como ela cheirava minha bucetinha, seu hálito quente percorria meu corpo como eletricidade enquanto meu amigo devorava meu pescoço com beijos. Eu não conseguia parar de ver como a garota ia me comer, e quando senti sua língua, me contorci em múltiplos orgasmos. Ela a movia como uma cobra, tão rápido quanto podia dentro de mim, tinha a língua mais longa que já conheci em toda a minha vida, e seus lábios acompanhavam esses movimentos, comendo meus lábios vaginais no mesmo ritmo. As mãos da garota acariciavam sensualmente minhas pernas, uma segurada pelo meu amigo e a outra apoiada nela por trás de suas costas. Ver seu rostinho branco com aqueles cabelos loiros e rosas, mas mais que nada aqueles olhos azuis, estava me deixando louca, até que senti meus fluidos escorrendo e atingindo sua boca. Os gemidos eram um ingrediente extra para a cena. A garota recebeu tudo de mim e, quando terminou, se aproximou do meu rosto. Eu podia ver sua boca ainda molhada e, ao mesmo tempo em que ela me oferecia seus lábios para beijar, com sua mão limpava meus restos e me beijava como ninguém. A garota era uma beijadora extraordinária, seus beijos eram incríveis, me faziam ignorar, de fato, toda a sessão anterior com meus amigos.
— Uau… isso foi delicioso. Estou derretendo. — Murmurei entre beijos.
— Você é deliciosa, amor. Tem a bucetinha mais gostosa que já provei.
Nós duas nos fundíamos em milhares de beijos, ignorando totalmente a presença do meu amigo, que depois percebi já estava sentado um pouco mais longe de nós e admirava o espetáculo no canto oposto do privê.
— Você gostou, amiguinho? — Katy gritou para Ivan ao mesmo tempo que... Ela passava a língua pela minha bochecha, lambendo-me como uma gatinha.
Meu amigo apenas acenou com a cabeça e segurando o pacote, eu só sorria para ele, ainda sem palavras pronunciáveis para me expressar, e busquei novamente a boca da garota para continuar beijando-a.
- Quero que faça de novo por trás. - Murmurei entre beijos para minha nova amiga.
- Ah, safadinha, claro que vou.
A garota tentou se abaixar novamente, mas eu a detive. Fui até onde estava meu amigo, dei as costas para a garota e arrumei meu vestido para que ela tivesse ampla visão das minhas nádegas. Me apoiei nas pernas do meu amigo, e muito rápido ela entendeu. Posicionou-se atrás de mim, com as duas mãos acariciou minhas nádegas e as separou para afundar seu rosto entre elas e, posteriormente, enterrar sua língua comprida no meu ânus. Ela dava voltas para abri-lo e poder penetrá-lo. Meu amigo apenas me observava e continuava tomando seu gole. Eu, com uma das mãos, acariciava seu pacote enquanto gozava da língua de sua amiga.
- Gosta do que vê? - Perguntei ao meu amigo, que não dizia absolutamente nada, apenas permanecia ali curtindo.
Ele já estava ereto novamente. Eu meti a mão em sua calça e me apossei de seus testículos quando senti os dedos da Katy entrando na minha bucetinha e sua língua no meu ânus. Literalmente, ela tentava enfiar a mão toda. Sua mão era pequena, então facilmente metia quatro dedos em mim. Ela parecia me comer com a mão. A garota sabia o que fazer e como fazer. Pude ver de relance a garçonete limpando a mesa de copos sujos e cinzeiros, sem se importar com o que acontecia ali. Isso me excitou muito e senti a coragem, então, de me virar, acomodar minhas nádegas no pacote do meu amigo e segurar a garota pelos cabelos, esfregando seu rosto na minha bucetinha, que ela lambia como uma gatinha faminta, totalmente submissa.
- Me bate! - Ela pedia, e eu a estapeava e a esfregava novamente entre minhas pernas. Meu amigo tirou o pau para fora e o posicionou no meu ânus. novamente que o recebeu com prazer, me levantei um pouco, sustentando meu peso com as pernas para que meu amigo pudesse fazer seus movimentos de penetração e a garota seu trabalho oral. Meu amigo tinha o pau cada vez mais grosso e comprido, sentia como se meu cu sangrasse quando ele enfiava. Tudo isso me fez sentir estranha e comecei a mover o rosto da garota bruscamente.
- Gosta, linda? Gosta do meu pauzinho? Perguntei à garota que só assentia com seus olhinhos azuis e voltava ao seu transe com a língua enterrada dentro de mim.
A senti como minha escrava pela maneira como pedia por tapas e como suportava meu jeito de puxar seu cabelo e esfregá-la em mim, como se acendessem o interruptor de outro instinto em mim e sem avisar me levantei do meu amigo e com minha mão puxei seu pau da boca da garota, ela se recusou no início.
- Obedece, estúpida. Gritei de repente.
A garota aparentemente era totalmente lésbica e não curtia homens, mas também era submissa e estava muito excitada como eu e, vendo meu amigo, abri sua boquinha e meu amigo, agradecido comigo, enfiou até a garganta, eu me ajoelhei ao lado dela e observei como ela chupava o pau que segundos antes tinha estado na minha bunda.
- Gosta do meu gostinho, amor? Murmurei no seu ouvido enquanto com minha mão na sua nuca a empurrava em direção ao meu amigo para enfiar tudo.
Ela só assentia com o olhar e se deixava levar. Só tirava da boca para eu enfiar ou para beijá-la e limpar os fluidos do meu amigo, estava me sentindo muito atraída por essa garota e olha que nunca tinha ficado com uma mulher. Coloquei-a de pé puxando seu cabelo e tirei os copos e a garrafa da pequena mesa, a coloquei sobre a mesa de costas para nós e tirei sua calcinha, ela tinha sua bucetinha linda também com piercings e uma tatuagem tribal perto, enfiei três dedos para senti-la e ela parecia curtir, enfiei algumas vezes e com o olhar disse ao meu amigo que pegasse minha No lugar, ele simplesmente se posicionou atrás dela e, sem avisar, começou a comê-la, enquanto eu me coloquei do outro lado da mesa, colocando minha bunda na cara dela. Foi então que pude ver na porta do privê duas garotas nos observando, ambas com o mesmo estilo "emo" da Katy. As duas estavam assistindo àquela cena inquietas, de mãos dadas.
Seriam amigas da Katy?... me perguntei.
3 comentários - Relato de uma Amadora muito Safada (Parte 3)