Relato de uma Amadora bem gostosa (Parte 2)

Segunda parte do relato!!
Aproveitem!!!

Segunda rodada.

Obrigada pelos comentários e repito: não sou nem pretendo ser escritora, só estou matando o tempo.

- Vocês são uns idiotas, sabiam? Reclamei com todos com minha carinha de neném furiosa, mas satisfeita depois daquela experiência, com meu vestido na mão, mostrando que tinham deixado manchas de porra nele, e obviamente só de tanguinha.

- Agora a gente coloca na máquina de lavar, gostosa, não se preocupa. Me disse meu amigo Carlitos, dono do apartamento, ainda envergonhado por ter gozado tão precoce.

- E enquanto isso, assim pelada? Reclamei sarcasticamente enquanto, com a mão livre, tirava a tanguinha, mostrando minha bucetinha desejando mais.

De repente, meu celular avisa que meu namorado está me procurando. Eu simplesmente tiro a tanguinha de vez, dou meu vestido pro Carlitos e vou como se nada estivesse acontecendo atender o celular, que estava na mesinha do centro.

- Oi, amor! Respondi carinhosamente pro meu namorado enquanto, com a mão livre, acariciava o pau mole do Ricardo ou do Ivan, não lembro de quem era, o que incentivou o outro a ficar atrás de mim, acariciando minha bunda e beijando meu pescoço por trás.

- Cadê você, gata, por que não me ligou? Num tom de reprovação que me irritou um pouco pelo que veio depois.

- Ué, você mesmo disse que não me veria hoje, e eu já fiz planos. Tô com um amigo. Falei gritando enquanto esfregava minha bunda no pau do cara que estava atrás de mim, com movimentos sensuais, o que fez o outro se colocar na minha frente, deixando também o pau mole na altura da minha barriga por causa da altura dele.

- Com que amigo? Então me avisa! Qual é o seu problema?

- O que você tem a ver com isso? Qual é o seu problema? Você não é meu marido, cresce, porra! Depois a gente fala. E, furiosa, joguei o celular no sofá mais próximo. Ele tocou várias vezes depois, mas não atendi mais.

- Ainda Você ainda tá com aquele fotógrafo babaca?. O Ricardo me pergunta enquanto chupa meu pescoço e estimula minhas partes com as dele.

- Sim, é um idiota, quem esse imbecil pensa que é pra me cobrar satisfação?. Respondi, abaixando meu tronco pra alcançar a pica do Ivan com minha boca.

Enfiei ela inteira na boca e estimulei com minha língua pra animar ele de novo, o Ivan acariciava minhas costas enquanto eu fazia isso e o Ricardo brincava com o pau dele entre minhas nádegas e enfiava 2 dedos no meu cu ainda dilatado pela putaria anterior.

- Manda ele pro inferno, gata, nós 3 podemos te dar quando você quiser. O Ricardo comentou, no tom sarcástico dele.

- Tem um cigarro?. Perguntei pro Ivan, enquanto ele arrumava meu cabelo numa das mãos pra eu chupar ele com mais liberdade.

- Tenho, quero um também. Disse o Ricardo, me deixando ali de cu pro alto, tirando os dedos e saindo pra pegar um maço novo.

Eu fiquei ali no meio da sala, mamando no Ivan. Ajoelhei na frente dele pra chupar as bolas dele também, não perdia o tesão, queria me sentir cada vez mais puta e não sabia como, já tinha sido o mais puta que dava até então. Enquanto chupava as bolas do meu amigo, imaginava o que mais fazer pra parecer mais puta e comecei a conversar com ele.

- Cê gosta de como eu te chupo?. Falei pro meu amigo, tirando as bolas dele da boca e acariciando meu rosto com o pau dele.

- Você é a melhor, esses lábios me enlouquecem. Meu amigo respondeu, se abaixando um pouco pra me beijar neles.

Nisso, o Carlitos chegou, com meu vestido meio molhado.

- Seu vestido já ficou uma delí...cia. Com a voz trêmula ao ver como eu chupava as bolas do primo dele, o Carlitos entrou. Eu olhei de relance pra ele e mostrei um sorrisinho, chamando ele com um dos dedos.

- Você é insaciável, Jenny. O Carlitos falou, enquanto batia uma pro pau dele. perto do meu rosto, bem antes de enfiar em minha boca.

Carlitos já estava bem duro, assim como o primo dele. Chegou Ricardo com os cigarros e, sem nos interromper, deu um pra cada um, acendeu os deles e se deitou debaixo de mim. Do jeito mais natural possível, começou a lamber minha bucetinha com a língua e, sempre acompanhado pelos dedos no meu cu, eu soube que a partir daquele dia o sexo anal seria um ingrediente muito especial nas minhas relações, porque eu amava como aquilo era sentido — e não falo da sensação causada por algo entrando no meu ânus, mas sim de me sentir naquele nível de putaria. Já que os três, que horas antes me tratavam com carinho especial, mesmo já tendo transado comigo antes, ainda mantinham a cordialidade, mas naquela hora eu tinha deixado de ser a amiga gostosa de todos e nem sequer me chamavam pelo nome. À vontade e ao gosto, revezavam minha boca pra chupar eles.

— E aí, vai pro show amanhã? — Carlitos comentou com o primo enquanto gentilmente cedia minha boca pra minha tarefa oral.

— Acho que não, fiquei sem grana. — Iván respondeu pra Carlitos enquanto ajustava minha cara pra eu engolir ele inteiro.

— Bom, minha namorada me deu os ingressos há dois meses, então não vou perder. — Ele deu uma tragada no cigarro e acariciou minhas costas enquanto o primo dele curtia minha garganta, literalmente até o fundo.

— E você, de onde conhece a Jenny? — Carlitos perguntou pro Iván.

— Uma vez encontrei ela num bar, lembra, Jenny? — Ele perguntou puxando meus cabelos e tirando o pau da minha boca pra eu confirmar.

— Sim, mas não lembro qual. — Mal consegui falar aquilo quando ele enfiou de novo.

Assim ficaram conversando besteiras enquanto o objetivo principal era me fazer sentir usada por eles. Nós três entendemos perfeitamente, e eu não reclamei disso — pelo contrário, amei me sentir assim, tão usada. Ricardo estava aproveitando. metendo a língua e os dedos dele, já que não tinha conseguido participar daquele joguinho.

- Quero cerveja. Falei pros meus amigos, empurrando os paus deles pra longe do meu rosto.

Carlitos, gentilmente, aproximou uma da minha boca, me dando de beber com muito cuidado, e depois derramou um pouco no pau dele. Eu, sem hesitar um segundo, meti ele na minha boquinha, sedenta de tudo naquele momento.

- Vou gozar, Jenny, espera. Carlitos comentou enquanto tentava tirar o pau da minha boca, mas eu impedi, agarrando com força as duas nádegas dele e enfiando o pau inteiro. Senti as veias dele pulsarem bem antes de sentir o jato na minha garganta. Quase cravei as unhas nas nádegas dele pra ele não tirar.

- Você é um puto, Carlos, goza rápido pra caralho, hahaha. Zombando, Ivan afastou minha boca do pau de Carlitos pra meter o dele, sem se importar que eu ainda não tinha engolido o gozo do outro.

- Pô, mas não é todo dia que você tem uma gostosa dessa chupando seu pau. Ele retrucou, enquanto se sentava num sofá pra descansar daquela gozada violenta que ainda estava na minha boca, sendo remexida e batida dentro dela pelo pau do primo.

Ricardo finalmente tinha se cansado de chupar minha bucetinha e se acomodou atrás de mim. Sem perguntar nada, eu só afastei um pouco mais as pernas e, com as mãos, abri minhas nádegas pra ele meter. Ele ia enfiar na minha buceta quando eu segurei com a mão e ajeitei o pau dele no meu cu, sem dizer nada, porque tinha algo na minha boquinha. Olhei de canto pro Carlitos no sofá, terminando o cigarro, observando a amiguinha do colégio sendo comida por dois caras. Sem tirar o olho dele, eu soube, e ele também, que os dois estavam lembrando daquela ocasião peculiar em que ele teve a chance dele.

O jeito que Ricardo me comia pelo cu era sensacional, e estar ali fazendo aquilo, sabendo que os três iam me ver daí em diante como a putinha deles, me excitava pra caralho. Mete em mim também. Tirando a pica do Ivan, pedi pra ele trocar de lugar com o Ricardo.

Ele foi pra onde o Ricardo tava, como se tivesse possuído, sem parar de meter em mim.

— Olha, eu também quero dar uma sentada. Pedi educadamente pro Ivan deixar o Ricardo meter em mim.

— Vai, se serve, filho da puta. E o Ricardo, com as mãos dele, abriu minhas nádegas pra pica do Ivan, que era maior, entrar mais fácil. Aí eu apoiei meu peito no tapete pra minhas nádegas se abrirem ao máximo. Senti o dedo do Ivan fuçar um pouco no meu cu antes de meter.

— Vem cá. Falei pro Ricardo, que não parava de olhar como o Ivan tava metendo em mim. Sentei ele perto de mim pra poder chupar alguma coisa enquanto me davam lenha, e o Ricardo, com as mãos na nuca, se preparou pra curtir minha boca de chupadora.

— Quem sou eu? Perguntei pro Ricardo, enquanto passava a língua nos colhões dele.

— Jenny. Você é a Jenny. Molhando os lábios, curtindo minha língua nas bolas dele, ele hesitou em como me chamar.

— Quem sou eu, Carlitos? Perguntei pro relaxado Carlitos, que tava adorando o espetáculo.

— Você é nossa puta, Jenny. Respondeu antes de dar um gole na cerveja dele.

Eu adorava ser vista daquele jeito naquele momento, e curtia como metiam no meu cu e ver a cara do Ricardo quando ele curtia com minha língua cada centímetro da pica linda dele.

Pensei por uns instantes: "sou uma puta, o que tô fazendo, o que vão pensar de mim, e agora o que eu faço". Mas, pensando bem, falei pra mim mesma que curtir o momento e não voltar atrás naquela altura seria muito ruim.

— Vou gozar. Avisou o Ivan, mas mal conseguiu tirar de dentro de mim quando os jatos saíram da pica dele, espalhando por toda minha costa. Era gostoso sentir o semen quente escorrendo pelo meu lado enquanto eu não largava a pica do Ricardo de jeito nenhum.

Ricardo parecia não ter fim, e minha mandíbula tava cansando. Então coloquei todo meu esforço, com minhas mãos acariciando os colhões dele, falando putaria, batendo. cara com o pau dele até que finalmente, me segurando com força pela nuca, ele enfiou tudo até a garganta, que recebeu os jatos de porra do Ricardo. Finalmente terminei de novo com os três, espremi as últimas gotas e me levantei, meu vestido ainda estava molhado, então fui ao banheiro e tomei um banho rápido de água fria porque eu ainda estava muito quente.

Aí comecei a me sentir mal comigo mesma, pelo que aconteceu, mas ao lembrar, ficava excitada de novo e dava vontade de mais, então decidi parar de pensar nisso e saí da banheira, sequei meu cabelo e saí enrolada numa toalha pequena.

Meus três amigos já estavam de cueca, acho que se sentiram desconfortáveis enquanto me esperavam, ficar pelados no meio de um monte de homem.

- Que gostosa, você gostou, quer mais? Ricardo me pergunta num tom de brincadeira enquanto aperta o próprio pacote.

Tudo isso já estava começando a ser agressivo comigo, mas eu evitava como podia os comentários agressivos deles, embora aguentasse porque eu mesma tinha provocado e feito eles sentirem que eu era uma puta em todos os sentidos.

- Tô com vontade de uma cerveja antes de ir. Já é tarde.

- Nada, daqui ninguém sai. Me avisou Carlitos, indo até a porta e trancando ela.

- Não fode, sério, tenho que ir, não avisei em casa que ia chegar tarde, não faz isso, Carlos.

- Então eu te levo, gostosa, você ainda tem muito o que chupar. Provocou risadas dos outros, mas o tom que ele usou me deixou desconfortável, mas de novo aceitei que era culpa minha.

- Não seja cuzão, deixa ela ir, mas primeiro ela tem que abrir a bunda de novo. Gritou lá de longe o Ivan, me agredindo de novo verbalmente.

- Já chega, os três, não fode, sério, tenho que ir, já nos divertimos, não estraguem tudo. E tirando da manga, prometi que se me deixassem ir agora, não seria a última vez. Isso deixou todo mundo satisfeito, e a única discussão que sobrou foi quem ia me levar pra casa.

- Tá, mas eu te levo. Levo. O Iván se ofereceu na hora.
- Nada, mano, nem fode, eu convidei, eu levo. Ricardo recusou a proposta e me ajudou a me vestir, claro que quando senti os olhares de todos quando tirei a toalha.
- Sentem-se todos no sofá grande. Ordenei aos três que, obedientes, subiram sabendo que algo bom ia rolar, como alunos comportados se colocaram bem juntinhos no sofá maior. Ajeitei o vestido primeiro e me aproximei deles.
- Só mais uma e vou embora, hein, e façam rápido e nada de sujar minha cara, todos gozam dentro pra não deixar prova.

E com vontade chupei os três como uma puta no cio, desesperada pra que gozassem rápido, comecei a chupar pica até pela hora seguinte.

Continua…

Fonte: Todorelatos

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