Segunda parte do relato!!
Aproveitem!!!
Segunda rodada.
Obrigado pelos comentários e repito, não sou nem pretendo ser escritora, só estou matando o tempo.
- Vocês são uns idiotas, sabiam? Reclamei pra todos com minha carinha de neném furiosa, mas satisfeita depois dessa experiência, com meu vestido na mão, mostrando que tinham deixado manchas de porra nele e, obviamente, só de tanguinha.
- A gente já coloca na máquina de lavar, gostosa, não se preocupa. Me disse meu amigo Carlitos, dono do apartamento, ainda envergonhado por ter gozado tão rápido.
- E enquanto isso, assim pelada? Reclamei sarcasticamente, enquanto com a mão livre tirava a tanguinha, mostrando minha bucetinha desejando mais.
De repente, meu celular avisa que meu namorado tá me procurando. Eu só tiro a tanguinha de vez, dou meu vestido pro Carlitos e vou como se nada pra atender o celular, que tava na mesinha do centro.
- Oi, amor! Respondi carinhosamente pro meu namorado, enquanto com a mão livre acariciava o pau mole do Ricardo ou do Iván, não lembro qual deles foi, o que fez o outro ficar atrás de mim e começar a acariciar minha bunda e beijar meu pescoço por trás.
- Cadê você, gata, por que não me ligou? Num tom de reprovação, o que me irritou um pouco por causa do que veio depois.
- Ué, você disse que hoje não ia me ver e eu já fiz planos, tô com um amigo. Falei gritando pra ele, enquanto esfregava minha bunda no pau do cara que tava atrás de mim com movimentos sensuais, o que fez o outro se colocar na minha frente, deixando também o pau mole na altura da minha barriga por causa da altura dele.
- Com que amigo? Então me avisa! Qual é o seu problema?
- O que você tem a ver com isso? Qual é o seu problema? Você não é meu marido, cresce, porra! Depois a gente fala. E, furiosa, joguei o celular no sofá mais perto. Ele tocou várias vezes depois, mas não atendi mais.
- Ainda Você ainda tá com aquele fotógrafo babaca?. O Ricardo me pergunta enquanto chupa meu pescoço e esfrega as partes dele nas minhas.
- Sim, é um idiota, quem esse imbecil pensa que é pra me cobrar satisfação?. Respondi, abaixando o tronco pra alcançar a rola do Ivan com minha boca.
Enfiei ela inteira na boca e estimulei com a língua pra animar ele de novo. O Ivan acariciava minhas costas enquanto eu fazia isso, e o Ricardo brincava com o pau dele entre minhas nádegas e enfiava dois dedos no meu cu, ainda dilatado pela putaria anterior.
- Manda ele pro inferno, gata. Nós três podemos te dar na hora que você mandar. O Ricardo comentou, no tom sarcástico dele.
- Tem um cigarro?. Perguntei o Ivan pro Ricardo, enquanto arrumava meu cabelo numa das mãos dele pra eu chupar com mais liberdade.
- Tenho, quero um também. Disse o Ricardo, me deixando ali de cu pra cima, tirando os dedos e saindo pra outra sala pegar um maço novo.
Eu fiquei ali, no meio da sala, mamando o Ivan. Ajoelhei na frente dele pra chupar as bolas também. Não perdia o tesão, queria me sentir cada vez mais puta e não sabia como fazer. Já tinha me comportado da forma mais vadia possível até agora. Enquanto chupava as bolas do meu amigo, imaginava o que mais fazer pra parecer mais puta, e aí comecei a conversar com ele.
- Cê gosta do jeito que eu chupo?. Falei pro meu amigo, tirando as bolas dele da boca e passando o pau dele no meu rosto.
- Você é a melhor. Esses lábios me enlouquecem. Me respondeu meu amigo, se abaixando um pouco pra me beijar neles.
Nisso, o Carlitos chegou, com meu vestido meio molhado.
- Já ficou pronto seu vestido, gosto...sa. Com a voz trêmula ao ver como eu chupava as bolas do primo dele, o Carlitos entrou. Eu olhei de lado pra ele e mostrei um sorrisinho, chamando ele com um dos dedos.
- Você é insaciável, Jenny. O Carlitos esclareceu, enquanto batia uma pro próprio pau. perto do meu rosto, bem antes de enfiar em minha boca.
Carlitos já estava bem duro, assim como o primo dele. Chegou Ricardo com os cigarros e, sem nos interromper, deu um pra cada um, acendeu o dele e se deitou debaixo de mim. Do nada, começou a lamber minha bucetinha com a língua, sempre acompanhado pelos dedos no meu cu. Naquele momento, eu soube que, a partir daquele dia, sexo anal seria um ingrediente muito especial nas minhas relações, porque eu amava como aquilo era gostoso. E não tô falando da sensação de algo entrando pelo meu cu, mas sim de me sentir naquele nível de putaria, já que os três, que horas antes me tratavam com um carinho especial — mesmo já tendo transado comigo antes, pois mantinham a educação —, naquela altura já tinham deixado de me tratar como a amiga gostosa de todos. Nem pelo meu nome me chamavam mais. E, à vontade e no capricho, revezavam minha boca pra chupar eles.
— E aí, vai pro show amanhã? — comentou Carlitos com o primo, enquanto gentilmente cedia minha boca pra eu fazer meu trabalho oral.
— Acho que não, fiquei sem grana. — respondeu Ivan pra Carlitos, enquanto ajustava minha cara pra eu engolir tudo.
— Bom, minha namorada me deu os ingressos há dois meses, então não vou perder. — deu uma tragada no cigarro e acariciou minhas costas enquanto o primo dele curtia minha garganta. Literalmente, eu tava com ele até a garganta.
— E você, de onde conhece a Jenny? — perguntou Carlitos pro Ivan.
— Uma vez encontrei ela num bar, lembra, Jenny? — perguntou, puxando meus cabelos e tirando o pau da minha boca pra eu confirmar.
— Sim, mas não lembro qual. — mal consegui falar aquilo quando ele enfiou de novo.
Ficaram assim, conversando besteiras, enquanto o objetivo principal era me fazer sentir usada por eles. Nós três entendemos perfeitamente, e eu não reclamei disso. Pelo contrário, amei me sentir assim, tão usada. Ricardo tava aproveitando. metendo a língua e os dedos, já que não tinha conseguido participar daquela brincadeirinha.
- Quero cerveja. Falei pros meus amigos, empurrando os paus deles pra longe do meu rosto.
Carlitos, gentilmente, trouxe uma até minha boca, me dando de beber com muito cuidado, e depois derramou um pouco no pau dele. Eu, sem hesitar um segundo, meti ele na minha boquinha, sedenta de tudo naquele momento.
- Vou gozar, Jenny, espera. Carlitos comentou enquanto tentava tirar o pau da minha boca, mas eu impedi, agarrando com força as duas nádegas dele e enfiando o pau inteiro. Senti as veias dele pulsarem bem antes de sentir o jorro na minha garganta, quase cravei as unhas nas nádegas dele pra ele não tirar.
- Você é um puto, Carlos, goza rápido pra caralho, hahaha. Ivan zoou Carlitos, separou minha boca do pau dele e meteu o próprio, sem se importar que eu ainda não tinha engolido o esperma do outro.
- Pô, mas não é todo dia que você tem uma gostosa dessa chupando seu pau. Ele rebateu, sentando numa poltrona pra descansar daquela gozada violenta que ainda estava na minha boca, sendo remexida e batida dentro dela pelo pau do primo.
Ricardo finalmente tinha se cansado de chupar minha bucetinha e se acomodou atrás de mim. Sem perguntar nada, eu só afastei um pouco mais as pernas e, com as mãos, abri minhas nádegas pra ele meter. Ele ia meter na minha buceta quando eu segurei com a mão e ajeitei o pau dele no meu cu, sem dizer nada, porque tinha algo na minha boquinha. Olhei de relance pro Carlitos na poltrona, terminando o cigarro dele, observando a amiguinha do colégio sendo comida por dois caras. Sem tirar os olhos dele, eu soube, e ele também, que nós dois estávamos lembrando daquela ocasião peculiar em que ele teve a chance dele.
O jeito que Ricardo me comia pelo cu era fenomenal, e estar ali fazendo aquilo, sabendo que os três iam me ver daquele jeito como a putinha deles, me excitava pra caralho. Mete em mim também. Tirando a pica do Ivan, pedi pra ele trocar de lugar com o Ricardo.
Ele foi pra onde o Ricardo tava, como se tivesse possuído, sem parar de meter em mim.
— Olha, eu também quero dar uma sentada. Pedia educadamente o Ivan pro Ricardo deixar ele meter em mim.
— Vai, se serve, filho da puta. E o Ricardo, com as mãos dele, abriu minhas nádegas pra pica do Ivan, que era maior, entrar mais fácil. Aí eu apoiei meu peito no tapete pra minhas nádegas se abrirem ao máximo, senti o dedo do Ivan cutucar um pouco meu cu antes de meter.
— Vem cá. Falei pro Ricardo, que não parava de olhar como o Ivan tava metendo em mim. Sentei ele perto de mim pra poder chupar alguma coisa enquanto me davam lenha, e o Ricardo, com as mãos na nuca, se preparou pra aproveitar minha boca de chupadora.
— Quem sou eu? Perguntei pro Ricardo, enquanto passava a língua nos colhões dele.
— Jenny. Você é a Jenny. Molhando os lábios, aproveitando minha língua nas bolas dele, ele hesitava em como me chamar.
— Quem sou eu, Carlitos? Perguntei pro relaxado Carlitos, que tava curtindo o espetáculo.
— Você é nossa puta, Jenny. Respondeu antes de dar um gole na cerveja dele.
Eu tava adorando ser vista daquele jeito naquele momento, e curtia como tavam metendo no meu cu e ver a cara do Ricardo quando ele aproveitava com minha língua cada centímetro da pica linda dele.
Pensei por uns instantes: "sou uma puta, o que tô fazendo, o que vão pensar de mim, e agora o que eu faço". Mas raciocinando, falei pra mim mesma que aproveitar o momento e não voltar atrás naquela altura seria muito ruim.
— Vou gozar. Avisou o Ivan, mas mal conseguiu tirar de mim quando os jatos saíram da pica dele, espalhando por toda minha costa. Era gostoso o semen quente escorrendo pelo meu lado enquanto eu não largava de jeito nenhum a pica do Ricardo.
Ricardo parecia não ter fim, e minha mandíbula tava cansando. Aí coloquei todo meu esforço, com minhas mãos acariciando os colhões dele, falava putaria, batia na minha. cara com o pau dele até que finalmente ele, segurando minha nuca com força, enfiou tudo até a garganta, que recebeu os jatos de porra do Ricardo. Finalmente terminei de novo com os três, espremi as últimas gotas e me levantei, meu vestido ainda estava molhado, então fui ao banheiro e tomei um banho rápido de água fria porque eu ainda estava muito quente.
Aí comecei a me sentir mal comigo mesma, por tudo que aconteceu, mas ao lembrar, ficava excitada de novo e dava vontade de mais, então decidi parar de pensar nisso e saí da banheira, sequei meu cabelo e saí enrolada numa toalha pequena.
Meus três amigos já estavam de cueca, acho que se sentiram desconfortáveis me esperando pelados no meio de um monte de homem.
- Que gostosa, você gostou, quer mais? Ricardo me pergunta num tom de brincadeira enquanto aperta o próprio pacote.
Tudo isso já estava começando a ficar agressivo comigo, mas eu evitava como podia os comentários agressivos deles, embora aguentasse porque eu mesma tinha provocado e feito eles sentirem que eu era uma puta em todos os sentidos.
- Tô com vontade de uma cerveja antes de ir. Já é tarde.
- Nada, daqui ninguém sai. Me avisou Carlitos, indo até a porta e trancando ela.
- Não fode, sério, tenho que ir, não avisei em casa que ia chegar tarde, não faz isso, Carlos.
- Então eu te levo, gostosa, você ainda tem muito o que chupar. Provocou risadas dos outros, mas o tom que ele usou me deixou desconfortável, mas de novo aceitei que era culpa minha.
- Não seja cuzão, deixa ela ir, mas primeiro ela tem que abrir a bunda de novo. Gritou lá do fundo o Ivan, me agredindo de novo verbalmente.
- Já chega, os três, não enchem o saco, sério, tenho que ir, já nos divertimos, não estraguem tudo. E tirando da manga, prometi que se me deixassem ir agora, não seria a última vez. Isso deixou todos satisfeitos, e a única discussão que sobrou foi quem ia me levar pra casa.
- Tá, mas eu te levo Levo. O Iván se ofereceu na hora.
— Nada, mano, eu que convidei, eu que levo. — Ricardo recusou a proposta e me ajudou a me vestir, claro que quando senti os olhares de todos quando tirei a toalha.
— Sentem-se todos no sofá grande. — Ordenei para os três, que, obedientes, subiram sabendo que algo bom ia rolar. Como alunos comportados, se acomodaram bem juntinhos no sofá maior. Eu arrumei o vestido primeiro e me aproximei deles.
— Só mais uma e vou embora, hein. E façam rápido, nada de sujar minha cara. Todo mundo goza dentro pra não deixar evidência.
E com gosto, chupei os três feito uma puta no cio. Desesperada pra que gozassem rápido, comecei a chupar pau até pela hora seguinte.
Continua…
Fonte: Todorelatos
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Segunda rodada.
Obrigado pelos comentários e repito, não sou nem pretendo ser escritora, só estou matando o tempo.
- Vocês são uns idiotas, sabiam? Reclamei pra todos com minha carinha de neném furiosa, mas satisfeita depois dessa experiência, com meu vestido na mão, mostrando que tinham deixado manchas de porra nele e, obviamente, só de tanguinha.
- A gente já coloca na máquina de lavar, gostosa, não se preocupa. Me disse meu amigo Carlitos, dono do apartamento, ainda envergonhado por ter gozado tão rápido.
- E enquanto isso, assim pelada? Reclamei sarcasticamente, enquanto com a mão livre tirava a tanguinha, mostrando minha bucetinha desejando mais.
De repente, meu celular avisa que meu namorado tá me procurando. Eu só tiro a tanguinha de vez, dou meu vestido pro Carlitos e vou como se nada pra atender o celular, que tava na mesinha do centro.
- Oi, amor! Respondi carinhosamente pro meu namorado, enquanto com a mão livre acariciava o pau mole do Ricardo ou do Iván, não lembro qual deles foi, o que fez o outro ficar atrás de mim e começar a acariciar minha bunda e beijar meu pescoço por trás.
- Cadê você, gata, por que não me ligou? Num tom de reprovação, o que me irritou um pouco por causa do que veio depois.
- Ué, você disse que hoje não ia me ver e eu já fiz planos, tô com um amigo. Falei gritando pra ele, enquanto esfregava minha bunda no pau do cara que tava atrás de mim com movimentos sensuais, o que fez o outro se colocar na minha frente, deixando também o pau mole na altura da minha barriga por causa da altura dele.
- Com que amigo? Então me avisa! Qual é o seu problema?
- O que você tem a ver com isso? Qual é o seu problema? Você não é meu marido, cresce, porra! Depois a gente fala. E, furiosa, joguei o celular no sofá mais perto. Ele tocou várias vezes depois, mas não atendi mais.
- Ainda Você ainda tá com aquele fotógrafo babaca?. O Ricardo me pergunta enquanto chupa meu pescoço e esfrega as partes dele nas minhas.
- Sim, é um idiota, quem esse imbecil pensa que é pra me cobrar satisfação?. Respondi, abaixando o tronco pra alcançar a rola do Ivan com minha boca.
Enfiei ela inteira na boca e estimulei com a língua pra animar ele de novo. O Ivan acariciava minhas costas enquanto eu fazia isso, e o Ricardo brincava com o pau dele entre minhas nádegas e enfiava dois dedos no meu cu, ainda dilatado pela putaria anterior.
- Manda ele pro inferno, gata. Nós três podemos te dar na hora que você mandar. O Ricardo comentou, no tom sarcástico dele.
- Tem um cigarro?. Perguntei o Ivan pro Ricardo, enquanto arrumava meu cabelo numa das mãos dele pra eu chupar com mais liberdade.
- Tenho, quero um também. Disse o Ricardo, me deixando ali de cu pra cima, tirando os dedos e saindo pra outra sala pegar um maço novo.
Eu fiquei ali, no meio da sala, mamando o Ivan. Ajoelhei na frente dele pra chupar as bolas também. Não perdia o tesão, queria me sentir cada vez mais puta e não sabia como fazer. Já tinha me comportado da forma mais vadia possível até agora. Enquanto chupava as bolas do meu amigo, imaginava o que mais fazer pra parecer mais puta, e aí comecei a conversar com ele.
- Cê gosta do jeito que eu chupo?. Falei pro meu amigo, tirando as bolas dele da boca e passando o pau dele no meu rosto.
- Você é a melhor. Esses lábios me enlouquecem. Me respondeu meu amigo, se abaixando um pouco pra me beijar neles.
Nisso, o Carlitos chegou, com meu vestido meio molhado.
- Já ficou pronto seu vestido, gosto...sa. Com a voz trêmula ao ver como eu chupava as bolas do primo dele, o Carlitos entrou. Eu olhei de lado pra ele e mostrei um sorrisinho, chamando ele com um dos dedos.
- Você é insaciável, Jenny. O Carlitos esclareceu, enquanto batia uma pro próprio pau. perto do meu rosto, bem antes de enfiar em minha boca.
Carlitos já estava bem duro, assim como o primo dele. Chegou Ricardo com os cigarros e, sem nos interromper, deu um pra cada um, acendeu o dele e se deitou debaixo de mim. Do nada, começou a lamber minha bucetinha com a língua, sempre acompanhado pelos dedos no meu cu. Naquele momento, eu soube que, a partir daquele dia, sexo anal seria um ingrediente muito especial nas minhas relações, porque eu amava como aquilo era gostoso. E não tô falando da sensação de algo entrando pelo meu cu, mas sim de me sentir naquele nível de putaria, já que os três, que horas antes me tratavam com um carinho especial — mesmo já tendo transado comigo antes, pois mantinham a educação —, naquela altura já tinham deixado de me tratar como a amiga gostosa de todos. Nem pelo meu nome me chamavam mais. E, à vontade e no capricho, revezavam minha boca pra chupar eles.
— E aí, vai pro show amanhã? — comentou Carlitos com o primo, enquanto gentilmente cedia minha boca pra eu fazer meu trabalho oral.
— Acho que não, fiquei sem grana. — respondeu Ivan pra Carlitos, enquanto ajustava minha cara pra eu engolir tudo.
— Bom, minha namorada me deu os ingressos há dois meses, então não vou perder. — deu uma tragada no cigarro e acariciou minhas costas enquanto o primo dele curtia minha garganta. Literalmente, eu tava com ele até a garganta.
— E você, de onde conhece a Jenny? — perguntou Carlitos pro Ivan.
— Uma vez encontrei ela num bar, lembra, Jenny? — perguntou, puxando meus cabelos e tirando o pau da minha boca pra eu confirmar.
— Sim, mas não lembro qual. — mal consegui falar aquilo quando ele enfiou de novo.
Ficaram assim, conversando besteiras, enquanto o objetivo principal era me fazer sentir usada por eles. Nós três entendemos perfeitamente, e eu não reclamei disso. Pelo contrário, amei me sentir assim, tão usada. Ricardo tava aproveitando. metendo a língua e os dedos, já que não tinha conseguido participar daquela brincadeirinha.
- Quero cerveja. Falei pros meus amigos, empurrando os paus deles pra longe do meu rosto.
Carlitos, gentilmente, trouxe uma até minha boca, me dando de beber com muito cuidado, e depois derramou um pouco no pau dele. Eu, sem hesitar um segundo, meti ele na minha boquinha, sedenta de tudo naquele momento.
- Vou gozar, Jenny, espera. Carlitos comentou enquanto tentava tirar o pau da minha boca, mas eu impedi, agarrando com força as duas nádegas dele e enfiando o pau inteiro. Senti as veias dele pulsarem bem antes de sentir o jorro na minha garganta, quase cravei as unhas nas nádegas dele pra ele não tirar.
- Você é um puto, Carlos, goza rápido pra caralho, hahaha. Ivan zoou Carlitos, separou minha boca do pau dele e meteu o próprio, sem se importar que eu ainda não tinha engolido o esperma do outro.
- Pô, mas não é todo dia que você tem uma gostosa dessa chupando seu pau. Ele rebateu, sentando numa poltrona pra descansar daquela gozada violenta que ainda estava na minha boca, sendo remexida e batida dentro dela pelo pau do primo.
Ricardo finalmente tinha se cansado de chupar minha bucetinha e se acomodou atrás de mim. Sem perguntar nada, eu só afastei um pouco mais as pernas e, com as mãos, abri minhas nádegas pra ele meter. Ele ia meter na minha buceta quando eu segurei com a mão e ajeitei o pau dele no meu cu, sem dizer nada, porque tinha algo na minha boquinha. Olhei de relance pro Carlitos na poltrona, terminando o cigarro dele, observando a amiguinha do colégio sendo comida por dois caras. Sem tirar os olhos dele, eu soube, e ele também, que nós dois estávamos lembrando daquela ocasião peculiar em que ele teve a chance dele.
O jeito que Ricardo me comia pelo cu era fenomenal, e estar ali fazendo aquilo, sabendo que os três iam me ver daquele jeito como a putinha deles, me excitava pra caralho. Mete em mim também. Tirando a pica do Ivan, pedi pra ele trocar de lugar com o Ricardo.
Ele foi pra onde o Ricardo tava, como se tivesse possuído, sem parar de meter em mim.
— Olha, eu também quero dar uma sentada. Pedia educadamente o Ivan pro Ricardo deixar ele meter em mim.
— Vai, se serve, filho da puta. E o Ricardo, com as mãos dele, abriu minhas nádegas pra pica do Ivan, que era maior, entrar mais fácil. Aí eu apoiei meu peito no tapete pra minhas nádegas se abrirem ao máximo, senti o dedo do Ivan cutucar um pouco meu cu antes de meter.
— Vem cá. Falei pro Ricardo, que não parava de olhar como o Ivan tava metendo em mim. Sentei ele perto de mim pra poder chupar alguma coisa enquanto me davam lenha, e o Ricardo, com as mãos na nuca, se preparou pra aproveitar minha boca de chupadora.
— Quem sou eu? Perguntei pro Ricardo, enquanto passava a língua nos colhões dele.
— Jenny. Você é a Jenny. Molhando os lábios, aproveitando minha língua nas bolas dele, ele hesitava em como me chamar.
— Quem sou eu, Carlitos? Perguntei pro relaxado Carlitos, que tava curtindo o espetáculo.
— Você é nossa puta, Jenny. Respondeu antes de dar um gole na cerveja dele.
Eu tava adorando ser vista daquele jeito naquele momento, e curtia como tavam metendo no meu cu e ver a cara do Ricardo quando ele aproveitava com minha língua cada centímetro da pica linda dele.
Pensei por uns instantes: "sou uma puta, o que tô fazendo, o que vão pensar de mim, e agora o que eu faço". Mas raciocinando, falei pra mim mesma que aproveitar o momento e não voltar atrás naquela altura seria muito ruim.
— Vou gozar. Avisou o Ivan, mas mal conseguiu tirar de mim quando os jatos saíram da pica dele, espalhando por toda minha costa. Era gostoso o semen quente escorrendo pelo meu lado enquanto eu não largava de jeito nenhum a pica do Ricardo.
Ricardo parecia não ter fim, e minha mandíbula tava cansando. Aí coloquei todo meu esforço, com minhas mãos acariciando os colhões dele, falava putaria, batia na minha. cara com o pau dele até que finalmente ele, segurando minha nuca com força, enfiou tudo até a garganta, que recebeu os jatos de porra do Ricardo. Finalmente terminei de novo com os três, espremi as últimas gotas e me levantei, meu vestido ainda estava molhado, então fui ao banheiro e tomei um banho rápido de água fria porque eu ainda estava muito quente.
Aí comecei a me sentir mal comigo mesma, por tudo que aconteceu, mas ao lembrar, ficava excitada de novo e dava vontade de mais, então decidi parar de pensar nisso e saí da banheira, sequei meu cabelo e saí enrolada numa toalha pequena.
Meus três amigos já estavam de cueca, acho que se sentiram desconfortáveis me esperando pelados no meio de um monte de homem.
- Que gostosa, você gostou, quer mais? Ricardo me pergunta num tom de brincadeira enquanto aperta o próprio pacote.
Tudo isso já estava começando a ficar agressivo comigo, mas eu evitava como podia os comentários agressivos deles, embora aguentasse porque eu mesma tinha provocado e feito eles sentirem que eu era uma puta em todos os sentidos.
- Tô com vontade de uma cerveja antes de ir. Já é tarde.
- Nada, daqui ninguém sai. Me avisou Carlitos, indo até a porta e trancando ela.
- Não fode, sério, tenho que ir, não avisei em casa que ia chegar tarde, não faz isso, Carlos.
- Então eu te levo, gostosa, você ainda tem muito o que chupar. Provocou risadas dos outros, mas o tom que ele usou me deixou desconfortável, mas de novo aceitei que era culpa minha.
- Não seja cuzão, deixa ela ir, mas primeiro ela tem que abrir a bunda de novo. Gritou lá do fundo o Ivan, me agredindo de novo verbalmente.
- Já chega, os três, não enchem o saco, sério, tenho que ir, já nos divertimos, não estraguem tudo. E tirando da manga, prometi que se me deixassem ir agora, não seria a última vez. Isso deixou todos satisfeitos, e a única discussão que sobrou foi quem ia me levar pra casa.
- Tá, mas eu te levo Levo. O Iván se ofereceu na hora.
— Nada, mano, eu que convidei, eu que levo. — Ricardo recusou a proposta e me ajudou a me vestir, claro que quando senti os olhares de todos quando tirei a toalha.
— Sentem-se todos no sofá grande. — Ordenei para os três, que, obedientes, subiram sabendo que algo bom ia rolar. Como alunos comportados, se acomodaram bem juntinhos no sofá maior. Eu arrumei o vestido primeiro e me aproximei deles.
— Só mais uma e vou embora, hein. E façam rápido, nada de sujar minha cara. Todo mundo goza dentro pra não deixar evidência.
E com gosto, chupei os três feito uma puta no cio. Desesperada pra que gozassem rápido, comecei a chupar pau até pela hora seguinte.
Continua…
Fonte: Todorelatos
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