A mãe gostosa da minha melhor amiga

Nos meus relatos anteriores, contei minhas experiências com homens e garotas trans. Hoje vou contar uma experiência com uma mulher. Quero deixar claro que mais de noventa por cento dos encontros sexuais que tive na vida foram com mulheres, mas comecei contando experiências bi porque achei mais excitantes. Mas beleza, hoje vou contar o que aconteceu comigo há uns cinco ou seis anos.
Tenho uma amiga, chama Gabi, tem a minha idade, e é uma amiga pra toda hora. Ela é muito linda, muito gostosa, mas sempre soube que tinha uma distância, e respeitei isso. A gente se criou desde pequenos, posso dizer que é uma irmã, coisa que não rolou com outras amigas que tive, pra quem eu já tentei dar uma investida ou nem deixaram. O que aconteceu não foi com ela, mas com a mãe dela, que chama Estela. Estela me conhece desde moleque e até aquele dia nunca tive intenções nem teve insinuações, nem da minha parte nem da dela, só umas brincadeiras de duplo sentido. Na época, ela devia ter quarenta e sete anos, era uma mulher bonita, se arrumava bem e era muito simpática. Era perto do fim do ano e minha amiga Gabi tinha me pedido pra dar um jeito no computador dela porque precisava de uns documentos importantíssimos. Falei que o único dia que dava pra passar era quinta à noite. Ela disse pra eu ir na casa dela que ela ia chegar mais tarde, mas que a mãe dela ia estar lá.
Aí cheguei umas oito da noite, tomei uns mates com a Estela e comecei a arrumar o computador. Enquanto eu mexia, lá fora desabava um temporal daqueles, tempestade de verão com muita chuva e rajadas de vento. Uma tempestade de assustar. Eu continuei na minha, Estela no quarto dela fazendo sei lá o quê, até que de repente a tempestade derrubou uma árvore que ficava atrás da casa e quebrou o vidro do quarto onde a mãe da Gabi estava. Estela se assustou, gritou, e eu fui ver o que tinha acontecido. Quando cheguei, vi a Estela enrolada num lençol, a janela quebrada, cacos de vidro espalhados pelo chão e o vento entrando... entrava jogando tudo pra fora do caminho. A persiana tinha travado, tentei destravar, pedi ajuda pra Estela. Nisso, eu tava me molhando todo e ela também, porque parecia que a chuva entrava de lado. Depois de um tempo, finalmente consegui destravar a persiana e fechei. Estela me alcançou uma toalha pra eu me secar, e eu olhei pra ela: tava com uma camiseta comprida sem sutiã e de calcinha, molhada, dava pra ver os bicos marcando no tecido. Uma imagem que me deixou com muito tesão. Nisso, a luz caiu. Estela falou: "vou pegar umas velas". De repente, no escuro, ouvi ela escorregar e cair. Tentei me aproximar sem enxergar nada pra ajudar, e ela disse: "vai na cozinha pegar as velas, eu tô bem". Voltei com as velas acesas e vi ela caída no chão, ajudei a levantar e sentei ela na cama. Tava nervoso, não sei por quê, ver ela daquele jeito me excitou demais. A imagem dos peitos dela era a única coisa na minha cabeça. Ela pareceu perceber e fez um comentário:

— Não tava olhando pros meus peitos, né, safado? Você é como meu filho. — falou com um sorriso maroto, rindo.

Eu me fiz de besta.

— Abre o guarda-roupa, ali tem um short e uma camiseta do meu marido, troca essa roupa molhada, senão você vai ficar doente. — ela disse, e eu fiz o que ela mandou.

— Já que tá aí, me alcança uma camiseta também, porque essa aqui tá toda molhada e dá pra ver tudo. Você já olhou mesmo. Jajá. — ela riu.

Eu tinha ficado pelado enquanto procurava uma camiseta que servisse mais ou menos. Nisso, senti Estela tirando a camiseta dela, queria me virar e olhar pros peitos dela de novo. Não aguentei, fiz isso, e vi que ela ainda não tinha vestido a camiseta seca, tava com os peitos de fora, me olhando direto nos olhos.

— Isso não se faz. — ela disse.

— O que não se faz? — perguntei.

— Vem, chega mais perto.

Eu me aproximei, ela segurou minha cabeça, me puxou pros lábios dela e a gente se beijou como num filme. Depois de um tempo, igual um bebê, desci pros peitos dela e me agarrei como um louco. Ela começou a gemer, e eu... Botei a mil. Voltei minha boca pra boca dela e mandei outro beijo de língua, desci de novo pros peitos dela e fiquei um tempão, devagar fui descendo pela barriga até chegar na calcinha dela e com as mãos tirei e me enfiei de cabeça na buceta dela.
Ela me segurava forte pelo cabelo, e gemia cada vez mais alto até que senti que ela gozou. Me olhou e falou: "O que a gente tá fazendo, louco? Isso tá errado." Não falei nada e continuei no meu caminho. Ela me parou, tirou minha cabeça de entre as pernas dela, me fez deitar, desceu e começou a beijar meu pau. Eu tava durasso, e já tava com vontade de transar. Ela subiu e sentou no meu pau, não esperava que ela fosse sentar assim, do nada. Pensei que ela fosse colocar camisinha, mas não, e começou a cavalgar. Que prazer. Como ela se mexia. Eu segurava pra não gozar. Ela se mexia igual uma louca, em um momento achei que meu pau ia quebrar. Pedi pra ela deixar eu ficar por cima. Ela disse que sim.
Ela saiu, deitou e sem cerimônia eu meti, levantei as pernas dela e sentia minhas bolas batendo no corpo dela. Acho que não fiquei muito tempo assim porque gozei rápido, tirei o pau e molhei a barriga toda dela com meu gozo, que foi muito. Ela se abaixou e me limpou com a boca. Foi uma transa inesquecível. Mas um trauma depois.
Ela não tinha coragem de me olhar na cara e eu também não. Nem preciso dizer que fiquei um tempo distante da Gabi porque me sentia culpado. Com o tempo, voltei a trocar palavras com a Estela, mas nunca tocamos nesse assunto. Sei que ficou algo pendente entre nós, mas ninguém tem coragem de dar o primeiro passo.

1 comentários - A mãe gostosa da minha melhor amiga

Guauuuu. Muy buen relato. De imaginarlo la tengo dura. Lástima que no duro más. Sí podés dale maza otra vez. Sí total le gusto y lo que te gusta no lo dejas. Gracias por compartir . Recomendado