Continuo relatando algumas das fantasias que conseguimos realizar com minha esposa puta.
Era um sábado frio de inverno, garoava, e na noite anterior a gente tinha conversado com a Luján sobre fazer um ménage de novo.
Tivemos visitas naquela noite e não saímos, então naquele sábado saímos decididos a procurar alguém pro ménage.
O planejado era que esse terceiro fosse um desconhecido, alguém que a gente conhecesse só naquela noite, transasse e pronto, nunca mais nos víssemos.
Procuramos nas rotas e em alguns postos de gasolina na periferia de Paraná, nossa cidade. Nada. Não sei se era o horário, talvez muito cedo, talvez o frio.
Nem preciso dizer que não voltaríamos pra casa sem realizar o sonho. O tempo passava e ela sugeriu irmos pro lado do terminal rodoviário.
Chegamos lá e começamos a dar voltas. A área é cheia de putas, ou seja, tem homem com sede de sexo.
Descemos, estacionamos o carro num canto da praça ao lado do terminal. Ela estava usando uma calça bem justa, preta, que realça a bunda linda dela.
Por cima, um casaco escuro, e uma camiseta branca aparecendo. O frio era terrível, mas ela não ia colocar nada mais quente naquela noite, nem fodendo.
Os lábios dela, pintados de um vermelho furioso, denunciavam os lábios carnudos. Os olhos cor de mel eram destacados com uma sombra bem escura e delineada.
Entramos, nos enfiamos debaixo de um beiral, mas longe dos olhares, com certeza a gente encontraria algum conhecido.
Começamos a observar os caras que estavam ali. Sabendo do gosto dela por morenos, apontei um que tinha visto.
Ela disse que era muito jovem, que hoje queria alguém mais velho, de preferência com mais de cinquenta anos.
Continuei olhando e foi ela quem me apontou o cara. Quando vi, entendi por que ela queria o que pediu.
Era da idade que ela sugeriu, uns 55 anos mais ou menos, moreno, grisalho, meio fortinho, lábios bem grossos.
Vestia jeans e uma jaqueta impermeável. Parecia estar sozinho, então me aproximei.
Do lado dele tinha uma bolsa pequena de mão. Cumprimentei e perguntei algo. que nem lembro, algo que saiu na hora. Ela me respondeu que não era daqui, e que tava esperando o ônibus pra Nogoyá. Comentei que conhecia, que era uma cidade linda e essas coisas. Depois, na conversa, descobri que o ônibus dela só saía às seis da manhã, que não tinha onde ir, então ia esperar as sete horas que faltavam ali, na rodoviária. Percebi que era um cara de confiança, então fiquei à vontade e tranquilo, que era alguém com quem a gente podia ficar de boa. Convidei ele pra dar umas voltas de carro, falei que minha mulher tava no carro me esperando pra ir comer alguma coisa. Ele hesitou uns instantes, só se acalmou quando levei ele até o carro e ele viu a minha mina. Ele subiu atrás e a gente foi pra um restaurante perto. A conversa começou com coisas vagas, de onde a gente era, o que fazia e essas paradas. Ele contou que trabalhava em Santa Fe de segunda a sábado até meio-dia, mas naquele dia teve que ficar umas horas a mais e saiu de tarde. O próximo ônibus só saía no domingo cedo. A Lujan não tirava os olhos dele e foi levando a conversa pro lado do sexo, do jeito que só ela sabe. Eu calculava que ele não comia ninguém fazia uma semana, se é que em Nogoyá tinha alguém esperando, ele nunca falou. A Lujan levanta e vai pro banheiro, e aí eu vi como ele olhou pra ela quando ela saiu. Ela rebolava a bunda pra todo lado, era impossível não olhar. Foi aí que eu falei: que rabo gostoso ela tem, né? — Sim, gostoso pra caralho. Ele respondeu. Invejo você, amigão, pela mulher que tem. — Olha, cê caiu nas graças da gente, então vou te propor uma parada: a gente comer ela junto. Ele riu nervoso, como se esperasse que eu também risse. Mas eu não ri. Aí ele me perguntou se era verdade o que eu tinha dito. — Sim, claro que é verdade, não é brincadeira. — Adoraria, nunca fiz isso, mas ia gostar, ainda mais com a sua mulher. — Fechou, assim que ela voltar, eu pago e a gente vaza. Quando a Lujan chegou na mesa, falei que a gente ia embora, paguei e saímos rapidão. Indo pro carro, contei pra ela o trato que a gente fez, que ela ia ser a sobremesa. Ela sorriu, olhou pra ele e piscou. Olho. Chegamos no carro e ela sobe no banco de trás junto com o desconhecido, enquanto eu arranco e olho pelo retrovisor como ela já tá beijando ele e esfregando nele. Só escuto gemidos dos dois. Antes de chegar no motel, ela passa pro banco da frente e ele se esconde atrás. Pedimos o quarto e, assim que descemos, ele já passa a mão na bunda dela, e ela responde com a mão na virilha dele, onde dava pra ver um volume grande. Assim que entramos, começamos a beijar e acariciar ela, ela beija nós dois, se contorce de prazer, geme e pede quase aos gritos pra gente comer ela. Começamos a despir ela, eu pego ela por trás, beijo o pescoço dela e esfrego as tetinhas gostosas dela. O outro já começa a abrir a calça, e quando tira o pau, ela se ajoelha e começa a chupar como só ela sabe. Enfia o pau inteiro até as bolas, devagar e às vezes rápido, esfregando as bolas dele. O cara geme e fala umas merdas sem nexo, tá quase gozando. Ele agarra a cabeça da Luján e com força enfia o pau dela goela abaixo, até a garganta. Ela tava totalmente puta, poucas vezes vi ela assim, tão entregue. Empurro o desconhecido um pouco e meto meu pau na Luján pra ela continuar chupando, e agora ele é quem olha e bate punheta. Levanto ela do chão e deito de barriga pra cima, ela sabe que nessa posição eu gosto que ela monte. Ela enfia meu pau na buceta dela, toda molhada e quente. Começa a rebolar e o cara sobe na cama e dá o pau dele pra ela chupar. Ficamos um tempo assim, e trocamos de lugar: ela monta no cara e chupa meu pau. Num momento, ela pede pra eu deixar ela foder só com ele e eu só olhar. Ela sabe bem como isso me excita. Ele monta por trás dela e começa uma bombada brutal, de repente ela começa a gritar, ele tira a vara e banha as costas da minha esposa de porra grossa. Ela se vira e começa a chupar e limpar toda a porra que ficou no pau. Meu pau já não aguentava mais, então eu chego perto e fodo ela, enquanto ela chupava o pau do desconhecido. Enchi a buceta dela de porra e continuei bombando, enquanto Ela continuava com aquela cock enorme na boca dela.
Terminamos os três deitados, sem forças. Tomamos banho, pagamos e subimos no carro. O que vem depois, conto no próximo post.
Era um sábado frio de inverno, garoava, e na noite anterior a gente tinha conversado com a Luján sobre fazer um ménage de novo.
Tivemos visitas naquela noite e não saímos, então naquele sábado saímos decididos a procurar alguém pro ménage.
O planejado era que esse terceiro fosse um desconhecido, alguém que a gente conhecesse só naquela noite, transasse e pronto, nunca mais nos víssemos.
Procuramos nas rotas e em alguns postos de gasolina na periferia de Paraná, nossa cidade. Nada. Não sei se era o horário, talvez muito cedo, talvez o frio.
Nem preciso dizer que não voltaríamos pra casa sem realizar o sonho. O tempo passava e ela sugeriu irmos pro lado do terminal rodoviário.
Chegamos lá e começamos a dar voltas. A área é cheia de putas, ou seja, tem homem com sede de sexo.
Descemos, estacionamos o carro num canto da praça ao lado do terminal. Ela estava usando uma calça bem justa, preta, que realça a bunda linda dela.
Por cima, um casaco escuro, e uma camiseta branca aparecendo. O frio era terrível, mas ela não ia colocar nada mais quente naquela noite, nem fodendo.
Os lábios dela, pintados de um vermelho furioso, denunciavam os lábios carnudos. Os olhos cor de mel eram destacados com uma sombra bem escura e delineada.
Entramos, nos enfiamos debaixo de um beiral, mas longe dos olhares, com certeza a gente encontraria algum conhecido.
Começamos a observar os caras que estavam ali. Sabendo do gosto dela por morenos, apontei um que tinha visto.
Ela disse que era muito jovem, que hoje queria alguém mais velho, de preferência com mais de cinquenta anos.
Continuei olhando e foi ela quem me apontou o cara. Quando vi, entendi por que ela queria o que pediu.
Era da idade que ela sugeriu, uns 55 anos mais ou menos, moreno, grisalho, meio fortinho, lábios bem grossos.
Vestia jeans e uma jaqueta impermeável. Parecia estar sozinho, então me aproximei.
Do lado dele tinha uma bolsa pequena de mão. Cumprimentei e perguntei algo. que nem lembro, algo que saiu na hora. Ela me respondeu que não era daqui, e que tava esperando o ônibus pra Nogoyá. Comentei que conhecia, que era uma cidade linda e essas coisas. Depois, na conversa, descobri que o ônibus dela só saía às seis da manhã, que não tinha onde ir, então ia esperar as sete horas que faltavam ali, na rodoviária. Percebi que era um cara de confiança, então fiquei à vontade e tranquilo, que era alguém com quem a gente podia ficar de boa. Convidei ele pra dar umas voltas de carro, falei que minha mulher tava no carro me esperando pra ir comer alguma coisa. Ele hesitou uns instantes, só se acalmou quando levei ele até o carro e ele viu a minha mina. Ele subiu atrás e a gente foi pra um restaurante perto. A conversa começou com coisas vagas, de onde a gente era, o que fazia e essas paradas. Ele contou que trabalhava em Santa Fe de segunda a sábado até meio-dia, mas naquele dia teve que ficar umas horas a mais e saiu de tarde. O próximo ônibus só saía no domingo cedo. A Lujan não tirava os olhos dele e foi levando a conversa pro lado do sexo, do jeito que só ela sabe. Eu calculava que ele não comia ninguém fazia uma semana, se é que em Nogoyá tinha alguém esperando, ele nunca falou. A Lujan levanta e vai pro banheiro, e aí eu vi como ele olhou pra ela quando ela saiu. Ela rebolava a bunda pra todo lado, era impossível não olhar. Foi aí que eu falei: que rabo gostoso ela tem, né? — Sim, gostoso pra caralho. Ele respondeu. Invejo você, amigão, pela mulher que tem. — Olha, cê caiu nas graças da gente, então vou te propor uma parada: a gente comer ela junto. Ele riu nervoso, como se esperasse que eu também risse. Mas eu não ri. Aí ele me perguntou se era verdade o que eu tinha dito. — Sim, claro que é verdade, não é brincadeira. — Adoraria, nunca fiz isso, mas ia gostar, ainda mais com a sua mulher. — Fechou, assim que ela voltar, eu pago e a gente vaza. Quando a Lujan chegou na mesa, falei que a gente ia embora, paguei e saímos rapidão. Indo pro carro, contei pra ela o trato que a gente fez, que ela ia ser a sobremesa. Ela sorriu, olhou pra ele e piscou. Olho. Chegamos no carro e ela sobe no banco de trás junto com o desconhecido, enquanto eu arranco e olho pelo retrovisor como ela já tá beijando ele e esfregando nele. Só escuto gemidos dos dois. Antes de chegar no motel, ela passa pro banco da frente e ele se esconde atrás. Pedimos o quarto e, assim que descemos, ele já passa a mão na bunda dela, e ela responde com a mão na virilha dele, onde dava pra ver um volume grande. Assim que entramos, começamos a beijar e acariciar ela, ela beija nós dois, se contorce de prazer, geme e pede quase aos gritos pra gente comer ela. Começamos a despir ela, eu pego ela por trás, beijo o pescoço dela e esfrego as tetinhas gostosas dela. O outro já começa a abrir a calça, e quando tira o pau, ela se ajoelha e começa a chupar como só ela sabe. Enfia o pau inteiro até as bolas, devagar e às vezes rápido, esfregando as bolas dele. O cara geme e fala umas merdas sem nexo, tá quase gozando. Ele agarra a cabeça da Luján e com força enfia o pau dela goela abaixo, até a garganta. Ela tava totalmente puta, poucas vezes vi ela assim, tão entregue. Empurro o desconhecido um pouco e meto meu pau na Luján pra ela continuar chupando, e agora ele é quem olha e bate punheta. Levanto ela do chão e deito de barriga pra cima, ela sabe que nessa posição eu gosto que ela monte. Ela enfia meu pau na buceta dela, toda molhada e quente. Começa a rebolar e o cara sobe na cama e dá o pau dele pra ela chupar. Ficamos um tempo assim, e trocamos de lugar: ela monta no cara e chupa meu pau. Num momento, ela pede pra eu deixar ela foder só com ele e eu só olhar. Ela sabe bem como isso me excita. Ele monta por trás dela e começa uma bombada brutal, de repente ela começa a gritar, ele tira a vara e banha as costas da minha esposa de porra grossa. Ela se vira e começa a chupar e limpar toda a porra que ficou no pau. Meu pau já não aguentava mais, então eu chego perto e fodo ela, enquanto ela chupava o pau do desconhecido. Enchi a buceta dela de porra e continuei bombando, enquanto Ela continuava com aquela cock enorme na boca dela.
Terminamos os três deitados, sem forças. Tomamos banho, pagamos e subimos no carro. O que vem depois, conto no próximo post.
1 comentários - Realizando fantasias