Proposta incomum: história do primeiro menage

Olá, comunidade Poringa Girl. Esse é o nosso primeiro post. E a gente começa com um relato nosso, uma parada que rolou com a gente bem recentemente e que queremos dividir. Nossa primeira experiência num ménage. Com todos os detalhes. Em duas partes, talvez seja meio longo, mas garanto que não vai dar sono em ninguém.
Dedicamos isso ao "megustatrio", pela boa energia dele. Ah, a segunda parte vem com um brinde... a raba da minha mulher, certificada, um relato por si só.
Aproveitem.
Uma proposta incomum. (História de um primeiro ménage)

Com minha mulher, sempre fantasiávamos coisas e histórias, mas quando falávamos sobre um ménage, a coisa nunca dava certo.
Sempre soube e imaginei que uma mulher com dois homens gozaria mais do que um homem com duas mulheres. Mas imaginar minha mulher com outro homem... não me agradava nem um pouco.
Nós dois experimentamos juntos. Tentamos abrir nossa mente e, com amor e respeito, fomos testando coisas novas. Jogos, como por exemplo... nos filmar, nos filmar transando, até chegamos a roteirizar os vídeos, interpretando personagens em histórias super eróticas (e posso garantir, bem originais) e editadas com luxo de detalhes. Que, claro, nos excitava pra caralho fazer e, ao mesmo tempo, nos dava risada pensar que estávamos loucos por fazer essas coisas. (Algumas atuações merecem o Oscar – sem brincadeira).

Os brinquedinhos começaram a aparecer, dando novos prazeres à minha esposa, orgasmos igualmente intensos, mas diferentes. E como pra mim não há nada mais prazeroso do que provocar prazer e vê-la gozar, isso fazia potencializar minha sexualidade, meus orgasmos e, portanto, nossas relações.

Não lembro o dia em que mudei de opinião em relação à fantasia de um ménage, mas lembro como foi: Ela estava por cima de mim, como tantas vezes, se sacudindo no ritmo das minhas penetrações e curtindo com minhas mãos apertando as nádegas dela. Sempre busco fazer ela desejar as coisas antes de dar, por isso com meus dedos desenhava a região do cu dela sem tocar, com movimentos suaves, como acariciando bem pertinho. Ao meu lado, um vibrador e o lubrificante esperando ansiosos pra participar da festa. Depois de vários minutos assim, quando ela acelerou a respiração e anunciava a chegada do orgasmo, separei minhas mãos das nádegas dela e a excitação a fez tremer ao ver, diante dos olhos dela, eu passando gel no vibrador. E quando a ponta dele tocou com o gel frio o cu dela, ela começou a gozar com força, enquanto eu continuava. comendo gostoso. Comecei a pressionar o cu dela, sentindo como ele se abria generoso, permitindo uma dupla penetração. A cara dela era maravilhosa, agradecendo com cada gesto tanto prazer, os olhos castanhos dela ficavam brancos por momentos, semi-cerrando as pálpebras, gemendo. Ainda com o orgasmo na buceta dela, alternava as penetrações do meu pau e as do consolo, ou fazia os dois penetrarem ao mesmo tempo. Essa brincadeira, de controlar os suspiros dela, de cortar a respiração dela a cada penetração, e ver tanto prazer no rosto dela, me levou logo ao orgasmo. E enquanto ela sentia como meu pau alargava com cada jato de porra que percorria ela por dentro e como meu leite inundava ela, ela gozou de novo… junto comigo, mas dessa vez pelo Booty.

Enquanto recuperávamos o fôlego, confessei pra ela que tinha imaginado que o consolo era outro homem e que, pra minha surpresa, tinha me excitado pra caralho.

Passaram-se muitos meses de conversas e sexo sobre as fantasias de ménage e as possibilidades de realizar elas. O simples fato de sentir latente que isso podia acontecer um dia, serviu pra gente foder e foder como nunca antes. E quando finalmente decidimos que os dois queríamos experimentar o ménage, ficamos com tanto tesão que a gente trepou durante uma semana umas três ou quatro vezes por dia, a gente se matava a qualquer hora. Sem dúvida… tinha que experimentar.

Claro, planejei tudo com luxo de detalhes, desde a roupa que ela devia usar, até como provocar o encontro com nosso "Federico" (assim a gente apelidou, como um código interno, aliás, um dos nossos consolos agora tem esse nome), ele tinha que ser mais do perfil inocente, tinha que ter certeza de que conseguia dominar ele pra não ter surpresas. Porque tinha coisas que eram permitidas mas outras não. Por exemplo, my wife me dá uns boquetes dos sonhos mas não curte a ideia de chupar a de outro. Mesmo assim, só por precaução que a excitação faça ela mudar de ideia, ela queria que a gente tivesse camisinhas. saborizados… Sim, eu também ri muito quando ela me propôs isso.
O que a gente tinha claro e concordava era que a fantasia passava por ela sentir quatro mãos acariciando o corpo inteiro dela, e enquanto ela chupava minha pica, alguém mais apertava a bunda dela e chupava o cu dela. Ah, sim, a bunda dela é o ponto fraco, e por sorte minha, ela tem uma bunda linda. Ela ama que fiquem tocando o dia inteiro, a ponta do meu dedo brincando no cu dela já provoca orgasmos, e nem preciso falar quando minha pica inteira entra. Ela diz que o orgasmo na bunda é diferente, que sente no corpo todo.
Claro que nossa fantasia tinha muito mais coisas que precisavam acontecer passo a passo, pra sair perfeita… e foi assim que saiu. É claro que teve uma tentativa falha numa viagem que fizemos pra outro estado. As condições eram ideais, mas o medo da minha mulher falou mais alto e até colocou em risco nossa tão desejada experiência.
Decidi então não pressionar mais ela com o assunto, e passaram dois meses em que “Federico” continuava sendo só um consolador. Eu sabia que as coisas tinham que rolar de forma espontânea pra não deixar minha mulher nervosa de antemão.
Uma noite, convido ela pra ir a Rosário, só uma hora de viagem, pra ver um show e passar uma noite diferente. Ela adorou a ideia e se vestiu pra mim. Bem provocante, até vestiu parte da roupa que a gente tinha planejado pro ménage: um vestidinho curto, meia-calça preta tipo renda (como se fossem umas calças furadas – explicação pros homens), que a gente tinha feito um buraco na virilha pra deixar à mostra desde a buceta dela até metade da bunda, aquela rachadura tava gostosa e esplêndida, e ao mesmo tempo escondia o pequeno tecido preto da calcinha fio-dental dela. Salto vermelho nos pés descalços e a ideia de um possível ménage no fundo da cabeça dela.
Nós dois sabíamos que ir pra Rosário nos dava essa possibilidade, mas a gente só se divertia brincando de procurar um suposto “Federico”.
_Esse poderia ser um candidato_ ela me dizia, mas sem intenção de concretizar nada.
_ Esse aí te agrada?_ eu perguntava de vez em quando, só pra fazer ela pensar no menage.
O show acabou e a gente ficou tomando algo. Na real, eu queria que ela bebesse pra se soltar um pouco, mas já era 1:30 da manhã e o "Federico" não tinha aparecido…
Saímos de lá com a intenção de ir pra uma balada, ela pra dançar, eu pra procurar o "Federico". Como o lugar que a gente queria ir tava fechado, continuamos dando voltas por Rosário por mais um tempo, meio desanimados, pensando em voltar pra nossa cidade. Mesmo assim, eu não perdia a chance de perguntar pra ela, diante de cada cara que via na rua, se ele agradava ou não. Umas 2 e pouco da manhã e ela me diz que por mais que gostasse de alguém, já era tarde demais pra fazer algo.
_ Tarde? Achamos um, vamos pra um motel… umas 4 da manhã a gente tá voltando.
Mas com essa de não pressionar ela e quase me rendendo… eu já tava indo pra saída de Rosário. Isso acalmou ela, como se a fantasia fosse continuar sendo fantasia e, mais relaxada, me confessou: _ Eu até trouxe os preservativos.
_ Sua filha da puta! Não me falou nada, então você quer fazer! A gente não vai embora coisa nenhuma_ eu dizia enquanto virava o carro.
_ Tá bom, mas se em meia hora a gente não achar ninguém, a gente volta pra casa!_ ela respondeu quase sem perceber o que tinha acabado de dizer e com um cagaço danado.
…E como um gol no último minuto… ele apareceu. Tava sentado no ponto de ônibus, 2:30 da manhã, sozinho. Uns 22 anos, um pouco mais de 10 anos mais novo que a gente. Demos a volta no quarteirão enquanto eu acalmava minha mulher. "Não para do lado!" ela dizia, escondendo o rosto. Estacionei uns 10 metros depois. "Tem certeza?... Vamos pra casa" repetia, sabendo que eu não ia ceder. Saí do carro, fui até ele e coloquei o plano em ação:
_ Mano, desculpa… sabe se tem um motel por aqui perto?
_ Hmm não, verdade, não sei…_ o cara tava meio perdido com a pergunta. E como contando um segredo pra ele, falei:
_ ...Porque não sou daqui e tô com uma gostosa que peguei agora pouco e ela tá toda tesuda e também não sabe onde tem um perto.
_ Uhh… te entendo. _ ele sorria.
_ Você não sabe, ela é demais… Escuta. _ falei com ele num tom de amigo. _ Você tem que me fazer um favor. A gata tá no fogo e disse que ia me chupar a pica, mas queria que alguém chupasse a buceta dela ao mesmo tempo. Você topa?
Imagina a cara do cara, não sabia se era piada ou o quê.
_ Ela tá em cima do carro, chega perto, dá uma olhada, se não gostar, volta…
Quase sem acreditar e rindo, ele responde _ Valeu… que sei lá… ela é bonita?
_ Sim… tem uma raba do caralho! A noite inteira a gente falou de sexo no rolê. Ela me contou tudo que gosta que façam, que nunca ficou com dois caras mas quer experimentar hoje. Ela quer que só chupem a buceta dela, mas se você fizer o que eu mandar, talvez até coma ela também… vamos? _ falei enquanto andava pro carro.
_ …Sim, …bora!_ Perfeito. Como planejado, não tinha mais volta.
Quando abro a porta do carro, minha mulher não sabia se ficava ou saía correndo. Mais ainda quando fiz ele entrar na frente, aproveitando o banco inteiro do carro. Minha mulher ficou no meio dos dois, mas se grudava em mim. Nos apresentamos. Paola e Pablo eram os nomes que a gente tinha combinado pra essa ocasião. Ele não se chamava Federico, mas vamos chamar ele assim daqui pra frente.
Eu já sabia pra qual hotel ir, um dos da Circunvalação. O problema é que ficava um pouco longe, e pra minha mulher a viagem pareceu uma eternidade. Toda hora ela dizia que se sentia mal, que tava muito nervosa, bem mais que o Federico, que quase não falava encostado na porta. Toda hora eu tentava dar confiança pra minha mulher, dizia que ela ia curtir muito, que já era. E em cada sinal vermelho ela apertava forte minha mão. Enquanto isso, eu trocava olhares cúmplices com o Federico, que respondia com um sorriso meio tímido.
_ Você confia em mim? _ sussurrei pra ela. minha esposa_… não pense que é ele. Quero que você se sente de lado, olhando pra mim, que relaxe. Vamos mostrar pra ele o que ele vai aproveitar._ pedi no ouvido dela.
_ Não não não não, não consigo… vou desmaiar _ e me segurava forte no braço.
_ Vai, já estamos aqui, você vai gostar… Olha. _ falei enquanto pegava a mão dela e apoiava no meu pau que estava durinho _ Você vai aproveitar tanto quanto eu.
Ela respirou fundo, suspirou com o olhar perdido e se ajeitou como pedi, dando as costas pro Federico.
_ Quero que você veja isso _ falei pro sortudo acompanhante.
Levantei o vestido dela devagar, enquanto Federico, quase pedindo permissão, olhava de soslaio. A bunda dela apareceu majestosa, as meias pretas emolduravam com a xereca feita por nós uma racha profunda e pudica.
_ Você gosta? _ perguntei. E sem tirar os olhos dela e quebrando a timidez, ele disse _ Ela é muito gostosa…
Enquanto com uma mão dirigia, com a outra comecei a acariciar a bunda dela sob o olhar, já penetrante, do Federico. Parei numa nádega, deixando a outra livre. Com um gesto, fiz o convite que não demorou a ser bem aceito. E mais uma vez, como tantas vezes, minha mulher tinha duas mãos apertando a bunda dela, só que, dessa vez, uma não era minha.
Ela se ajeitou melhor pra facilitar a intromissão e por momentos eu percebia que até mordia o lábio. Eu tava muito excitado e tive que tirar a mão pra prestar mais atenção na direção e evitar um acidente. Depois de vários semáforos e silêncios, olho pra minha mulher e ela fala baixinho: “…ele continua me tocando”. “Não acredito que tô fazendo isso”… dava pra sentir as palpitações dela, o medo, a excitação. Já estávamos na Circunvalação e com o trânsito mais calmo pedi pra ela se ajoelhar, como se procurasse algo no banco de trás. O olhar dela era submisso, com a testa levemente franzida, com jeito inocente, resignando as dúvidas, já vencidas pela paixão. Novamente ela se colocou como pedi, levantou o vestido sozinha e abriu os joelhos. De novo minha mão se juntou à do Federico, que também mordia os lábios ao ver aquele pedaço de raba que ele tava apertando. Com certeza ele pensava que em minutos a língua dele se perderia entre aquelas nádegas, e tudo por ter estado no lugar certo, na hora exata e xingando um ônibus que não chegava.

Fim da primeira parte. Na segunda, a gente entra no hotel e no fundo da fantasia.
ContinuaAqui vai o link da segunda parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/1985969/Una-propuesta-poco-comun_-_Historia-del-trio_-2da.html

27 comentários - Proposta incomum: história do primeiro menage

parece nteresante, despues lo leo,
te dejo puntos de novato .........
Gracias por la dedicatoria ! Seguimos en contacto por mp ! Lo vamos a leer tranqui y comentamos... 🙎‍♂️
muy buen relato! que calentura. paso a la segunda parte!
muy buen relato chicos
la verdad que me gusto mucho
los empiezo a seguir
nos leemos por P! saludos 😉
excelente!!! no pude despegarme un segundo de la historia!! como un libro!! felicitaciones chicos!!
Muy buen relato.Muy bien escrito.Es como si lo estuviera viviendo.Tengo exp en estos trios, pero yo como tercero.
Me voy a la 2º parte ya!!
Besos, Bivi
esta primera parte esta buenisima!
lastima que ahora salimos a la vuelta leemos el resto
besos
Una propuesta poco común. (Historia de un primer trío)
mork56
Muy bueno avisenme para la siguiente parte
Buenísimo y muy excitante. Se merecen cada punto que recibieron. 😃 Saludos y a seguir compartiendo.
Un estupendo relato y mas aun que creemos que es totalmente real saludos desde Paraguay
Quzzaq +1
Hermano! no puede estar mejor contado, sin fisuras!! y por supuesto muy exitante. Abrazo!
no me aguante hasta mañana,que calientes , mortal me encanto de los mejores
me quedé sin puntos, increible historia,... quiero que la lea mi novia... se va a volver loca de calentura!!
los felicito amigos, si quieren manden mensajito por privado
les dejamos unos besos para que se repartan a gusto
lolo41 +1
Muy bueno cuando me quieras invitar chíflame
Leído la primera parte, voy a la segunda y perdón por no haberlo hecho antes. Son unos genios esta pareja!!!
Son tremendos +10
jaja, gracias! parece increíble que hayan pasado 11 años de esto y todo lo que vino después que jamás imaginamos
Y los videos esos que grabaron para ustedes ya los sacaron?
Nunca los subimos, quedan para nosotros
nagme
No puedo creer que este relato tenga solo 980 puntos, te vuela la cabeza!
...y más vuela la cabeza porque fue real
...y más vuela la cabeza porque fue real
...y más vuela la cabeza porque fue real