Nossa viagem estava chegando ao fim e eu levava a melhor lembrança e uma das maiores satisfações da minha vida: ter comido a putinha da minha cunhada na cozinha dela, num café da manhã cheio de luxúria, enquanto minha mulher e meus filhos dormiam a poucos metros nos quartos.
E é que a Yessi é uma garota ninfomaníaca que qualquer mortal gostaria de aproveitar, e eu tive ela por uma hora só pra mim. Mas não foi suficiente, eu queria mais.
A Yesi é uma garota super gostosa, com um corpo bem firme e bem malhado, que sabe como usar isso pra provocar e dar prazer pra quem ela quiser. Ela não se priva de foder ninguém sem contemplação e sem medir consequências. A frescura sexual incontrolável dela transborda insinuações sem se reprimir na frente de ninguém, seja a mãe, a irmã ou o namorado. Se ela quer, ela faz questão de mostrar e atrai quem estiver perto dos encantos dela, como uma sereia seduzindo todo marinheiro que passa na frente.
Fazia anos que ela me esquentava e provocava as ereções mais potentes da minha vida com as indiretas dela e os roçamentos na frente da irmã, minha esposa, que não era indiferente à atitude da irmãzinha e me vigiava atenta a como eu respondia às insinuações lascivas dessa gata no cio. Essas situações de sedução irreverentes me geravam um tesão extraordinário por ter que conter meus desejos mais obscuros na frente da minha mulher, e me deixavam louco.
Depois de superar a inveja e o ciúme que a Yessi me deu durante nosso "café da manhã luxurioso" por me negar a possibilidade de comer ela pelo cuzinho porque só o namorado dela (Raul) aproveitava o buraquinho dela por ser propriedade dele (como se... pensei haha, com certeza todos os colegas da faculdade já passaram pelo cuzinho dela), me veio uma ideia morbidamente tesuda com a qual eu poderia conseguir o que tanto queria: foder ela duro, sem delicadeza, e arrebentar o rabo da putinha da minha cunhada. A ideia era botar ela na fita falando na frente do Raul o quanto ela é puta e pedir pra ele me entregar o cuzinho dela. namorada, pra ver se conseguia convencê-lo a dividir e fazer uma suruba com a Yessi.
A verdade é que o tesão tava me cegando. Era uma aposta muito arriscada. Uma ação desesperada. O risco de tudo ir pro caralho era altíssimo. Raul podia reagir mal e fazer um escândalo que minha mulher ia descobrir que eu comi a irmã dela. Seria um desastre e uma separação na certa, porque minha esposa é muito ciumenta e moralista, e nunca me perdoaria pela traição, ainda mais com a irmãzinha dela, por mais gostosa que seja.
Mas a situação desde o encontro na cozinha ficava cada vez mais safada, e minha obsessão por possuir ela era tanta que eu nem pensava nas consequências. Tava desesperado, em algumas horas a gente voltava pra casa e eu não tinha encontrado um momento pra ficar a sós com a putinha da minha cunhada. Procurei mil desculpas pra conseguir isso: ficava acordado até tarde (mas minha esposa ficava junto), levava a Yessi no mercado pra fazer compras (mas meus filhos iam junto), nunca ficávamos sozinhos por mais de 5 minutos.
Além da minha perversão, minha cunhada piorava as coisas com a atitude de puta, aproveitando cada segundo a sós pra passar a mão na minha pica enquanto me dizia "quero ela na minha buceta", "me deixou toda molhada, papai", e outras frases quentes do tipo. Ela esfregava a bunda dura na minha pica, olhando pra trás, mordendo os lábios, lembrando do nosso encontro na cozinha, gemendo "quero tomar outro café da manhã de porra". Entrava no banheiro enquanto eu tomava banho e chupava a cabeça da minha pica por uns segundos, e saía rindo com maldade, sabendo que me deixava com mais vontade. Quando saía do banho enrolada na toalha, se mostrava rapidamente na minha frente pra exibir aquele corpinho nu e fechava a porta na minha cara. E milhares de situações das mais obscenas e excitantes, pelo perigo e pelo prazer.
Enquanto ela brincava com meu desejo, eu tava ficando louco de tesão e queria foder ela com toda a raiva.
E a oportunidade apareceu de forma casual, sem forçar nada, quando eu já estava perdendo todas as esperanças. Depois de jantar juntos pela última vez nessa viagem, minha esposa me pediu pra fazer o favor de levar a Yessi e o namorado dela até o apartamento que o Raúl tem no outro lado da cidade, já que ficava mais perto da faculdade e no dia seguinte ela tinha aula cedo. Enquanto minha esposa falava comigo, a irmãzinha dela fazia gestos obscenos por trás dela. Nisso tudo, o Raúl brincava com meus filhos sem ver como a namoradinha dele se comportava como uma putinha.
Yessi brincava com meu desejo pelas costas da irmã. Ela mordia os lábios, passava a língua devagar molhando a boquinha, empurrava a bochecha com a língua por dentro da boca simulando o que meu pau fez naquela manhã, esfregava os peitos.
Tive que colocar minha melhor cara de pôquer na frente da minha mulher e aceitar com pouco entusiasmo o pedido dela enquanto por dentro explodia de alegria e raiva por não poder foder aquela putinha provocadora ali mesmo.
Depois de nos despedirmos, saímos os três em direção ao elevador, onde os namorados não ligaram pra minha presença e se apalparam se esfregando enquanto se beijavam intensamente. A falta de vergonha deles me deu uma ereção enorme e não consegui tirar os olhos da Yessi. "Nossa, galera, tão me deixando com tesão, dá uma segurada", avisei, e eles responderam com risadas que me contagiaram. Mas a Yessi, a partir daquele momento, não desviou o olhar do meu volume, e parecia que ia escapar da minha calça jeans.
O caminho do apartamento da Yessi até a garagem onde eu guardava o carro foi normal, mas minha ereção não baixava e notei que o Raúl também estava de pau duro. Eu imaginava as cenas mais pornôs que já tinha pensado com a Yessi como protagonista.
Quando subimos no carro, a Yessi sentou do meu lado com a desculpa de me mostrar o caminho, e o Raúl se sentou no banco de trás, bem entre os dois bancos da frente. Tentei disfarçar minha ansiedade pelo momento que estava esperando, mas dava pra sentir o cheiro de sexo. no ar” haha).
Quando achei a hora certa, mandei a frase matadora pro Raúl:
- eu: "cara, tua namorada tá cada dia mais putinha" falei rindo e olhando pra ele pelo retrovisor. A Yessi reagiu na hora.
- Yessi: "obrigada" falou toda gata.
- Raúl: "haha sim, é minha putinha, haha".
- eu: "então quanto cê cobra pra Yessi me dar um boquete enquanto a gente dirige até tua casa?" apertei pra ver até onde ia o jogo.
- Raúl: "por mim, te dou de graça, se ela quiser, faz de graça" respondeu olhando pra namorada.
Yessi deu um beijo bem quente no namorado e, sem falar nada, começou a me acariciar. Primeiro brincou com meu cabelo na nuca, me beijou o pescoço, acariciou meu peito, apertou forte meu volume, abaixou o zíper e me fez sexo oral a viagem inteira. Uffa, que delícia... Foi muito, muito, mas muito excitante sentir a língua dela no meu pau. Raúl se masturbava no banco de trás, falava frases tipo "que putinha você é, bebê", "amo que você seja tão putinha", "tira toda a porra do teu cunhado", "filha da puta, não tem limites, tá chupando o marido da tua irmã" e outras coisas que não lembro. Yessi, de vez em quando, soltava meu pau só pra responder o namorado do mesmo jeito "sim, meu amor, sou muito putinha", "amo pau", "quero ser cheia de pica", "quero engolir toda a porra do meu cunhado". Minha cabeça explodia de tesão e meu pau tava duro feito pedra, brilhando de tanto cuspe da Yessi.
As ruas de Buenos Aires tavam com pouco trânsito por causa do horário, mas em cada semáforo o pessoal que passava andando na nossa frente e quem tava nos carros do lado ficava olhando o show. Viam a Yessi enfiando a cabeça entre minhas pernas, subindo e descendo cada vez mais rápido, e de vez em quando olhava pra fora enquanto me masturbava e voltava a chupar meu pau. Parecia que não era a primeira vez que faziam aquilo. Eu sentia que os dois se excitavam em fazer isso em público e com um terceiro. Eu tava adorando. Cheio, com a adrenalina no talo pela chance de a polícia nos parar ou alguém conhecido nos ver.
Tava extremamente excitado, mas não conseguia gozar por causa do nervosismo. Meu êxtase tava atingindo níveis impensáveis e ao mesmo tempo eu me sentia inquieto. Uma sensação de merda, prestes a explodir no orgasmo e os nervos não deixam. Queria foder ela como um animal e não podia enquanto dirigia.
Sem saber como chegar no apartamento do Raúl, eu dirigia devagar e sem rumo. Demos várias voltas pela cidade até que o Raúl chegou no orgasmo dele e disse "vamos continuar em casa". A Yessi lambeu a mão do Raúl, deixando limpa de sêmen.
Raúl me indicou o caminho enquanto a namorada dele continuava chupando, e estacionamos na frente do prédio dele.
Nós três estávamos com uma excitação bem visível, principalmente eu e o Raúl, que tínhamos nossas pirocas marcadas nas calças, alvo de olhares lascivos de um grupo de minas que passava na calçada.
Quando chegamos na porta de entrada do prédio, perguntei sério pro Raúl:
- Eu: "quanto você me cobra pra comer a bunda da sua puta?"
- Raúl: "200" ele respondeu, deixando a Yessi chocada.
- Yessi: "eeeh... tão pouco? Acho que minha bunda vale mais, amor"
- Raúl: "você é minha puta e eu digo quanto você vale, senão acaba tudo e paramos por aqui" ele ameaçou violentamente, o que não curti, mas tava com um tesão do caralho e não queria perder a chance. Nessa altura, dava pra ver que a Yessi gostava que os caras mandassem nela com violência, que dominassem ela como uma potra selvagem domada pelo dono.
Paguei discretamente antes que ele pudesse reagir e se arrepender. Subimos os três pro apartamento dele. No elevador, a Yessi recebeu nossas mãos que acariciavam e apertavam o corpo todo dela. Ela no meio entre nós dois, de frente pro namorado que beijava ela devagar, brincando com as línguas. Eu apoiava minha pica na bunda dela e passava a mão nos peitos por trás, imaginando o que ia fazer com ela. Eu tava nos meus pensamentos mais safados quando a gente chegou no andar e entrou na casa do Raúl.
– Eu: “beleza, vagabunda, tira tudo e fica de quatro que você me deixou com muito tesão e vou arrebentar essa sua bunda deliciosa” falei firme pra Yessi, pegando ela pela nuca e empurrando contra o sofá grande.
– Yessi: “hum, papai, você tá muito duro e é bem grossa, vai doer” ela falava feito uma gata enquanto andava devagar, cruzando as pernas, me encarando nos olhos com um olhar cheio de paixão.
Ela parou na frente do sofá de costas pra gente. Olhando pra nós com a melhor carinha de puta, começou um striptease lento, e a gente respondeu na hora, eu e o Raúl, puxando as picas pra fora e batendo uma sem parar. Liberando nossos desejos, a gente falava um monte de putaria que saía na hora, com o show excitante que tava rolando e deixando os três com um tesão do caralho, numa escalada de excitação.
Primeiro, ela desamarrou os tênis se inclinando pra frente, deixando a bunda empinada e as pernas esticadas. Eu ouvia o Raúl falando putaria tipo “vai, vagabunda, se apressa que a gente quer você pelada”, “não se faz de difícil que minha pica vai explodir de tanto bater”, “essa bunda é meu paraíso”, mas meu olhar tava grudado na Yessi e, conforme meu tesão subia (se é que dava, porque eu já tava no limite da excitação), eu só via ela, meu objeto de perdição, e mais nada. Tava perdido no tempo e no espaço. Só sabia que tava prestes a realizar minha maior fantasia e aproveitar a bunda da minha cunhada.
Depois de tirar os tênis, a Yessi apoiou as mãos na cintura e, pegando o elástico da legging azul escura, foi descendo devagar, bem devagar, com pausas. Primeiro, deixou ver o triângulo da calcinha fio-dental vermelha, depois parou no meio da bunda, desceu até mostrar tudo, continuou descendo se inclinando de novo pra frente, mas agora com uma vista mais excitante da calcinha enfiada entre as nádegas, e terminou deixando a legging enrolada nos pés, de onde foi tirando. de a um, bem devagar, e enquanto olhava pra gente por cima do ombro com carinha de menina safada.
Que visão mais erótica, Yessi parada na frente do sofá, apoiando as mãos no assento, de costas pra gente e mostrando como a tanga desaparece na bunda dela e reaparece na buceta. O contraste do tecido vermelho da tanga na pele branca dela despertava um formigamento nas minhas bolas que, como eletricidade, se espalhava pelo meu corpo todo. As pernas dela juntas e esticadas, as coxas definidas, a bunda redonda de nádegas firmes, tudo era um poema, tipo uma escultura grega, tipo uma cena de filme pornô, que vontade de me jogar em cima dela.
- Yessi: "Tão gostando? Continuo?" ela falava enquanto se levantava e levava o dedo indicador à boca.
- Eu: "MEU DEUS!!! Que puta que tu é!!! Como tu me excita, gostosa!!" falei quase curvado, com uma mão apertando minhas bolas enquanto batia uma com a outra.
- Raúl: "Tu tá de matar, bebê!" ele se gabava da namorada dele.
- Yessi: "Então vou tirando a roupinha ou não?" continuava com a brincadeira de putinha infernal.
- Raúl: "Vai, continua, continuaaaaaaaaa!!!" não aguentou e gozou de novo.
Yessi tentou ir pegar o gozo dele derramado, mas Raúl parou ela na hora e mandou ela ficar onde estava e continuar o show.
Tive que fazer um esforço danado pra não gozar também. Tinha que aguentar o máximo que pudesse. Tava muito excitado, mas não podia perder essa oportunidade. Naquela noite, eu queria tudo e não ligava pra mais nada. Minha obsessão de comer ela era imensa.
Yessi obedeceu o namorado e, cruzando os braços na frente, pegou a camisetinha preta dela e foi levantando devagar, deixando as costas nuas à mostra. Como me excitam mulheres que têm a costa bem marcada em "V". Aquela nuca de pescoço longo e fino, deixando o cabelo cair pra frente no ombro direito. Os ombros e braços dela definidos, mas finos. Tudo, tudo me enlouquecia mais e mais.
Ela tava quase nua, só de lingerie, mas eu já queria acariciar ela, beijar ela, morder ela, chupar ela, penetrar ela, sugar ela, dar tapa nela, beliscar ela, apertar ela, tudo ao mesmo tempo e naquele exato momento. Mas tive a firmeza de esperar, de conter minha energia sexual que por instantes sentia que me faria explodir em mil pedaços de tanta pressão. Meu coração entrava num estado de taquicardia incontrolável que parecia o galope de uma tropilha de cavalos selvagens.
“Dale, puta”, indicou Raúl que ela avançasse e satisfizesse meu pedido. “Teu cunhado já pagou e te deu uma ordem, fica pelada agora e sobe no sofá pra eu te arrebentar esse cu de viado que tu tem, esse cu que é meu e eu aluguei pro marido da tua irmã.”
A tensão que se vivia naquele apartamento quase dava pra respirar. Raúl e eu desesperados pra possuir ela e ela que, sem pressa, se despia sensualmente revelando aquele corpo que já foi meu uma única vez e que eu morro de vontade de ter de volta, dessa vez sem restrições e com a cumplicidade do namorado dela.
Eu não tirava os olhos do corpo dela. “Vou te dar a noite inteira”, falei pra ela e prometi: “você vai sentir meu desejo no teu corpo”, “você vai sentir o calor do meu gozo enchendo teu cu de viado que tu tem, garota”, “vou te arrebentar o rabo e tu não vai conseguir sentar por uma semana”, “esses peitos vou espremer como laranjas e vou chupar até enfiar tudo na minha boca”.
Yessi não respondia nada, só sorria como uma menina perversa e se acariciava devagar o corpo todo. Ela desabotoou o sutiã e desceu alça por alça dos ombros até jogar aos meus pés.
Finalmente, minha cunhada se ajoelhou quase nua no sofá, apoiando os peitinhos no encosto, quebrando a cinturinha pra levantar a bunda pro meu prazer. Uff, essa imagem tenho gravada a fogo na minha mente.
Não passou nem um segundo e já me joguei nela e comecei a lamber a bunda dela com a tanguinha ainda vestida. Que prazer. Quanto desejo reprimido que explodia em sensações excitantes. Eu tinha minha cunhada à minha mercê. Cada carícia que minha língua fazia na entrada. da bucetinha dela enchiam de saliva toda a pele dela. Eu tava curtindo pra caralho. Yessi gemia que nem uma louca enquanto eu brincava com a língua e minhas mãos puxavam a calcinha fio dental dela pro lado e separavam as bundas dela, apertando com muito tesão. Meus dedos marcavam na pele branca e firme dela, e de vez em quando eu dava um tapa forte pra deixar elas vermelhas.
O cheiro delicioso da buceta dela me invadiu enquanto eu chupava e mordia o cuzinho dela, então não consegui me segurar. Mordi a bunda dela, agarrei a calcinha fio dental e puxei com força pra trás, rasgando as tirinhas do lado, e depois cuspi no chão, deixando a buceta depilada dela na minha frente. Yessi reclamou da brutalidade que eu arranquei a peça dela, mas na hora suspirou e gemeu fundo quando, desesperado, enfiei a língua toda dentro, pegando os sucos dela, raspando as paredes da buceta dela.
Enquanto me punhetava feito um louco, bebia os fluidos dela com tanta paixão e gosto que nem sabia o que tava rolando ao redor. Tava hipnotizado com as sensações que causava na Yessi, como se estivesse num transe erótico quase onírico, cheio de sacanagem e perversão. Só ouvia os gemidos da mina dos meus sonhos, só sentia o cheiro dela, a pele dela, o gosto dela. Todos os meus sentidos estavam nela, e eu não tava nem aí pra mais nada naquele momento.
De vez em quando, enfiava o nariz no cuzinho dela enquanto tinha os lábios da buceta dela dentro da minha boca, que eu chupava e quase chegavam na minha garganta. Entre eles, mexia a língua em círculos dentro da buceta dela, lambendo o clitóris de vez em quando. Por uns minutos, parei de me punhetar pra agarrar a bunda dela com as mãos e apertar contra a minha cara no meio. Tava realmente curtindo aquela raba espetacular e aquela buceta doce.
Depois de matar a sede de buceta, e voltando a me punhetar violentamente, comecei a enfiar dedos no cuzinho dela, mexendo devagar pra dilatar o esfíncter. Enfiei dois de uma vez, sem resistência. Tava bem lubrificada pela chupada anterior, e ela relaxava a bunda pra me receber. Era muito louco porque minha mão esquerda eu movia devagar e suave na bunda dela e com a direita eu apertava meu pau enquanto ela me dava sacudidas em alta velocidade.
Eu enfiava e tirava meus dedos do cuzinho da puta da minha cunhada e adorava ver como ele abria e fechava. De vez em quando eu voltava a chupar a buceta dela e o cuzinho, como se fizesse uma pausa nas minhas enfiadas com os dedos. Minha saliva escorria dentro da bunda dela, se perdendo lá dentro, fazendo o corpo da Yessi vibrar.
Eu estava no paraíso e Yessi tremia toda, se apertando e esfregando os peitinhos dela.
Depois enfiei três dedos, e ela reagiu com um grito, tipo um chiado de dor entre suspiros e gemidos. Foi nesse instante que decidi, sem tirar os três dedos do cu dela, enfiar quase minha mão inteira dentro da buceta dela, acariciando tudo por dentro. Foi como se eu tocasse no botão do orgasmo dela, porque ela inundou meu braço inteiro com uma gozada longa. Nunca parei de penetrar ela com minhas mãos em nenhum momento. Yessi gemia alto feito uma puta, como se tivesse corrido uma maratona de mil quilômetros. Ofegante e quase sem ar, ela gritava de prazer: "Aaaaaahhhh", "Siiiiiiiii", "você me mata, filho da puta", "não para", "sou sua puuuuutaaaaa". Isso me deixava a mil e eu metia feito um louco, movendo minhas mãos rápido numa masturbação sem fim, entre chupadas e mordidas no clitóris dela. Cada vez mais e mais forte.
O sofá estava todo molhado. Parecia uma poça pequena entre os joelhos dela, com a gozada descendo pela parte de dentro das coxas. Minha cara, minhas mãos e meu pau também estavam encharcados, impregnados com os sucos da minha puta. A bunda toda dela brilhava e as nádegas mostravam as marcas do meu desejo descontrolado, com arranhões e meus dedos marcados na pele vermelha dela. O clitóris dela estava tão inchado que parecia um dedinho da Yessi. Meu pau estava duro, com as veias bem infladas e quente de tanto esfregar e sacudir com minhas mãos.
Yessi ainda estava se tremendo, vibrando o corpo todo no ritmo. Seus gemidos, quando eu a peguei firme com as duas mãos na cintura e de uma só vez enfiei toda a minha pica no cu dela, sem piedade, sem dar um respiro, com movimentos frenéticos, batendo as nádegas dela com minha pélvis, minhas coxas contra as coxas dela. Eu tirava quase toda a minha pica, deixando só a cabeça dentro do cu dela, e enfiava até o fundo, batendo minhas bolas na buceta dela uma, duas, três vezes. Eu apertava tão forte a cintura dela que sentia meus dedos cravando nos ossos. A Yessi ficava quieta porque eu a segurava firme, sem chance de escapar das minhas investidas. Eu me mexia tão rápido que cada batida no cu dela estourava minhas bolas, me dando uma mistura de prazer e dor que me levava a um estado sem freio e cheio de tesão.
Uuuuffff como ela apertava, espremia minha pica com o cu dela.
Na minha desesperação para gozar, agarrei ela pelos ombros e, encostando meu peito nas costas dela, fodia ela igual um coelho no cio, igual um cachorro raivoso, jogando todo o meu peso nela e movendo minha cintura num ritmo cada vez mais acelerado. Ela recebia toda a minha fúria erótica no corpinho firme dela, cravando as unhas no encosto do sofá, apertando ele com força. Ela calava os gemidos mordendo os lábios enquanto procurava meu olhar com carinha de menina, como se pedisse mais e mais. Ela tava gozando o tão desejado tesão da puta da minha cunhada, e eu tava estourando ela de pica.
A Yessi acompanhava minha foda brutal apertando minha pica entre as nádegas dela, sentindo a penetrada no cu mais intensa, e mexia a cintura no ritmo contrário ao meu, batendo mais forte. Ela gemia igual uma louca e cada vez mais alto, até virar gritos. O cu dela queimava minha pica, que eu sentia cada vez menos lubrificada e mais áspera, numa fricção sem igual, sentindo um calor que se espalhava da minha pica pro corpo todo. Ela gritava igual uma louca e, de vez em quando, os gemidos dela se misturavam com um choro de lamento. Mas eu curtia tanto que não conseguia parar de foder ela, de Arrebentar a buceta dela. Cheguei a morder a nuca dela de tão desenfreado que eu tava.
Aí o namorado dela se colocou na frente dela pra encher a boca dela com o pau enquanto mandava ela calar a boca porque os vizinhos iam denunciar a gente pra polícia.
Eu tava perdido e nem sei quanto tempo meti tudo naquela bunda quase de adolescente até encher os intestinos dela com meu gozo, gozando uma, duas, três vezes sem parar de foder ela, e pouco depois o namorado dela fez o mesmo na boquinha de puta dela.
Com a Yessi, a gente caiu exausto e sem forças deitado no sofá enquanto o Raúl continuava batendo punheta atrás do encosto sobre a gente até que, vários minutos depois, ele gozou no corpo da namorada dele.
Continua...
E é que a Yessi é uma garota ninfomaníaca que qualquer mortal gostaria de aproveitar, e eu tive ela por uma hora só pra mim. Mas não foi suficiente, eu queria mais.
A Yesi é uma garota super gostosa, com um corpo bem firme e bem malhado, que sabe como usar isso pra provocar e dar prazer pra quem ela quiser. Ela não se priva de foder ninguém sem contemplação e sem medir consequências. A frescura sexual incontrolável dela transborda insinuações sem se reprimir na frente de ninguém, seja a mãe, a irmã ou o namorado. Se ela quer, ela faz questão de mostrar e atrai quem estiver perto dos encantos dela, como uma sereia seduzindo todo marinheiro que passa na frente.
Fazia anos que ela me esquentava e provocava as ereções mais potentes da minha vida com as indiretas dela e os roçamentos na frente da irmã, minha esposa, que não era indiferente à atitude da irmãzinha e me vigiava atenta a como eu respondia às insinuações lascivas dessa gata no cio. Essas situações de sedução irreverentes me geravam um tesão extraordinário por ter que conter meus desejos mais obscuros na frente da minha mulher, e me deixavam louco.
Depois de superar a inveja e o ciúme que a Yessi me deu durante nosso "café da manhã luxurioso" por me negar a possibilidade de comer ela pelo cuzinho porque só o namorado dela (Raul) aproveitava o buraquinho dela por ser propriedade dele (como se... pensei haha, com certeza todos os colegas da faculdade já passaram pelo cuzinho dela), me veio uma ideia morbidamente tesuda com a qual eu poderia conseguir o que tanto queria: foder ela duro, sem delicadeza, e arrebentar o rabo da putinha da minha cunhada. A ideia era botar ela na fita falando na frente do Raul o quanto ela é puta e pedir pra ele me entregar o cuzinho dela. namorada, pra ver se conseguia convencê-lo a dividir e fazer uma suruba com a Yessi.
A verdade é que o tesão tava me cegando. Era uma aposta muito arriscada. Uma ação desesperada. O risco de tudo ir pro caralho era altíssimo. Raul podia reagir mal e fazer um escândalo que minha mulher ia descobrir que eu comi a irmã dela. Seria um desastre e uma separação na certa, porque minha esposa é muito ciumenta e moralista, e nunca me perdoaria pela traição, ainda mais com a irmãzinha dela, por mais gostosa que seja.
Mas a situação desde o encontro na cozinha ficava cada vez mais safada, e minha obsessão por possuir ela era tanta que eu nem pensava nas consequências. Tava desesperado, em algumas horas a gente voltava pra casa e eu não tinha encontrado um momento pra ficar a sós com a putinha da minha cunhada. Procurei mil desculpas pra conseguir isso: ficava acordado até tarde (mas minha esposa ficava junto), levava a Yessi no mercado pra fazer compras (mas meus filhos iam junto), nunca ficávamos sozinhos por mais de 5 minutos.
Além da minha perversão, minha cunhada piorava as coisas com a atitude de puta, aproveitando cada segundo a sós pra passar a mão na minha pica enquanto me dizia "quero ela na minha buceta", "me deixou toda molhada, papai", e outras frases quentes do tipo. Ela esfregava a bunda dura na minha pica, olhando pra trás, mordendo os lábios, lembrando do nosso encontro na cozinha, gemendo "quero tomar outro café da manhã de porra". Entrava no banheiro enquanto eu tomava banho e chupava a cabeça da minha pica por uns segundos, e saía rindo com maldade, sabendo que me deixava com mais vontade. Quando saía do banho enrolada na toalha, se mostrava rapidamente na minha frente pra exibir aquele corpinho nu e fechava a porta na minha cara. E milhares de situações das mais obscenas e excitantes, pelo perigo e pelo prazer.
Enquanto ela brincava com meu desejo, eu tava ficando louco de tesão e queria foder ela com toda a raiva.
E a oportunidade apareceu de forma casual, sem forçar nada, quando eu já estava perdendo todas as esperanças. Depois de jantar juntos pela última vez nessa viagem, minha esposa me pediu pra fazer o favor de levar a Yessi e o namorado dela até o apartamento que o Raúl tem no outro lado da cidade, já que ficava mais perto da faculdade e no dia seguinte ela tinha aula cedo. Enquanto minha esposa falava comigo, a irmãzinha dela fazia gestos obscenos por trás dela. Nisso tudo, o Raúl brincava com meus filhos sem ver como a namoradinha dele se comportava como uma putinha.
Yessi brincava com meu desejo pelas costas da irmã. Ela mordia os lábios, passava a língua devagar molhando a boquinha, empurrava a bochecha com a língua por dentro da boca simulando o que meu pau fez naquela manhã, esfregava os peitos.
Tive que colocar minha melhor cara de pôquer na frente da minha mulher e aceitar com pouco entusiasmo o pedido dela enquanto por dentro explodia de alegria e raiva por não poder foder aquela putinha provocadora ali mesmo.
Depois de nos despedirmos, saímos os três em direção ao elevador, onde os namorados não ligaram pra minha presença e se apalparam se esfregando enquanto se beijavam intensamente. A falta de vergonha deles me deu uma ereção enorme e não consegui tirar os olhos da Yessi. "Nossa, galera, tão me deixando com tesão, dá uma segurada", avisei, e eles responderam com risadas que me contagiaram. Mas a Yessi, a partir daquele momento, não desviou o olhar do meu volume, e parecia que ia escapar da minha calça jeans.
O caminho do apartamento da Yessi até a garagem onde eu guardava o carro foi normal, mas minha ereção não baixava e notei que o Raúl também estava de pau duro. Eu imaginava as cenas mais pornôs que já tinha pensado com a Yessi como protagonista.
Quando subimos no carro, a Yessi sentou do meu lado com a desculpa de me mostrar o caminho, e o Raúl se sentou no banco de trás, bem entre os dois bancos da frente. Tentei disfarçar minha ansiedade pelo momento que estava esperando, mas dava pra sentir o cheiro de sexo. no ar” haha).
Quando achei a hora certa, mandei a frase matadora pro Raúl:
- eu: "cara, tua namorada tá cada dia mais putinha" falei rindo e olhando pra ele pelo retrovisor. A Yessi reagiu na hora.
- Yessi: "obrigada" falou toda gata.
- Raúl: "haha sim, é minha putinha, haha".
- eu: "então quanto cê cobra pra Yessi me dar um boquete enquanto a gente dirige até tua casa?" apertei pra ver até onde ia o jogo.
- Raúl: "por mim, te dou de graça, se ela quiser, faz de graça" respondeu olhando pra namorada.
Yessi deu um beijo bem quente no namorado e, sem falar nada, começou a me acariciar. Primeiro brincou com meu cabelo na nuca, me beijou o pescoço, acariciou meu peito, apertou forte meu volume, abaixou o zíper e me fez sexo oral a viagem inteira. Uffa, que delícia... Foi muito, muito, mas muito excitante sentir a língua dela no meu pau. Raúl se masturbava no banco de trás, falava frases tipo "que putinha você é, bebê", "amo que você seja tão putinha", "tira toda a porra do teu cunhado", "filha da puta, não tem limites, tá chupando o marido da tua irmã" e outras coisas que não lembro. Yessi, de vez em quando, soltava meu pau só pra responder o namorado do mesmo jeito "sim, meu amor, sou muito putinha", "amo pau", "quero ser cheia de pica", "quero engolir toda a porra do meu cunhado". Minha cabeça explodia de tesão e meu pau tava duro feito pedra, brilhando de tanto cuspe da Yessi.
As ruas de Buenos Aires tavam com pouco trânsito por causa do horário, mas em cada semáforo o pessoal que passava andando na nossa frente e quem tava nos carros do lado ficava olhando o show. Viam a Yessi enfiando a cabeça entre minhas pernas, subindo e descendo cada vez mais rápido, e de vez em quando olhava pra fora enquanto me masturbava e voltava a chupar meu pau. Parecia que não era a primeira vez que faziam aquilo. Eu sentia que os dois se excitavam em fazer isso em público e com um terceiro. Eu tava adorando. Cheio, com a adrenalina no talo pela chance de a polícia nos parar ou alguém conhecido nos ver.
Tava extremamente excitado, mas não conseguia gozar por causa do nervosismo. Meu êxtase tava atingindo níveis impensáveis e ao mesmo tempo eu me sentia inquieto. Uma sensação de merda, prestes a explodir no orgasmo e os nervos não deixam. Queria foder ela como um animal e não podia enquanto dirigia.
Sem saber como chegar no apartamento do Raúl, eu dirigia devagar e sem rumo. Demos várias voltas pela cidade até que o Raúl chegou no orgasmo dele e disse "vamos continuar em casa". A Yessi lambeu a mão do Raúl, deixando limpa de sêmen.
Raúl me indicou o caminho enquanto a namorada dele continuava chupando, e estacionamos na frente do prédio dele.
Nós três estávamos com uma excitação bem visível, principalmente eu e o Raúl, que tínhamos nossas pirocas marcadas nas calças, alvo de olhares lascivos de um grupo de minas que passava na calçada.
Quando chegamos na porta de entrada do prédio, perguntei sério pro Raúl:
- Eu: "quanto você me cobra pra comer a bunda da sua puta?"
- Raúl: "200" ele respondeu, deixando a Yessi chocada.
- Yessi: "eeeh... tão pouco? Acho que minha bunda vale mais, amor"
- Raúl: "você é minha puta e eu digo quanto você vale, senão acaba tudo e paramos por aqui" ele ameaçou violentamente, o que não curti, mas tava com um tesão do caralho e não queria perder a chance. Nessa altura, dava pra ver que a Yessi gostava que os caras mandassem nela com violência, que dominassem ela como uma potra selvagem domada pelo dono.
Paguei discretamente antes que ele pudesse reagir e se arrepender. Subimos os três pro apartamento dele. No elevador, a Yessi recebeu nossas mãos que acariciavam e apertavam o corpo todo dela. Ela no meio entre nós dois, de frente pro namorado que beijava ela devagar, brincando com as línguas. Eu apoiava minha pica na bunda dela e passava a mão nos peitos por trás, imaginando o que ia fazer com ela. Eu tava nos meus pensamentos mais safados quando a gente chegou no andar e entrou na casa do Raúl.
– Eu: “beleza, vagabunda, tira tudo e fica de quatro que você me deixou com muito tesão e vou arrebentar essa sua bunda deliciosa” falei firme pra Yessi, pegando ela pela nuca e empurrando contra o sofá grande.
– Yessi: “hum, papai, você tá muito duro e é bem grossa, vai doer” ela falava feito uma gata enquanto andava devagar, cruzando as pernas, me encarando nos olhos com um olhar cheio de paixão.
Ela parou na frente do sofá de costas pra gente. Olhando pra nós com a melhor carinha de puta, começou um striptease lento, e a gente respondeu na hora, eu e o Raúl, puxando as picas pra fora e batendo uma sem parar. Liberando nossos desejos, a gente falava um monte de putaria que saía na hora, com o show excitante que tava rolando e deixando os três com um tesão do caralho, numa escalada de excitação.
Primeiro, ela desamarrou os tênis se inclinando pra frente, deixando a bunda empinada e as pernas esticadas. Eu ouvia o Raúl falando putaria tipo “vai, vagabunda, se apressa que a gente quer você pelada”, “não se faz de difícil que minha pica vai explodir de tanto bater”, “essa bunda é meu paraíso”, mas meu olhar tava grudado na Yessi e, conforme meu tesão subia (se é que dava, porque eu já tava no limite da excitação), eu só via ela, meu objeto de perdição, e mais nada. Tava perdido no tempo e no espaço. Só sabia que tava prestes a realizar minha maior fantasia e aproveitar a bunda da minha cunhada.
Depois de tirar os tênis, a Yessi apoiou as mãos na cintura e, pegando o elástico da legging azul escura, foi descendo devagar, bem devagar, com pausas. Primeiro, deixou ver o triângulo da calcinha fio-dental vermelha, depois parou no meio da bunda, desceu até mostrar tudo, continuou descendo se inclinando de novo pra frente, mas agora com uma vista mais excitante da calcinha enfiada entre as nádegas, e terminou deixando a legging enrolada nos pés, de onde foi tirando. de a um, bem devagar, e enquanto olhava pra gente por cima do ombro com carinha de menina safada.
Que visão mais erótica, Yessi parada na frente do sofá, apoiando as mãos no assento, de costas pra gente e mostrando como a tanga desaparece na bunda dela e reaparece na buceta. O contraste do tecido vermelho da tanga na pele branca dela despertava um formigamento nas minhas bolas que, como eletricidade, se espalhava pelo meu corpo todo. As pernas dela juntas e esticadas, as coxas definidas, a bunda redonda de nádegas firmes, tudo era um poema, tipo uma escultura grega, tipo uma cena de filme pornô, que vontade de me jogar em cima dela.
- Yessi: "Tão gostando? Continuo?" ela falava enquanto se levantava e levava o dedo indicador à boca.
- Eu: "MEU DEUS!!! Que puta que tu é!!! Como tu me excita, gostosa!!" falei quase curvado, com uma mão apertando minhas bolas enquanto batia uma com a outra.
- Raúl: "Tu tá de matar, bebê!" ele se gabava da namorada dele.
- Yessi: "Então vou tirando a roupinha ou não?" continuava com a brincadeira de putinha infernal.
- Raúl: "Vai, continua, continuaaaaaaaaa!!!" não aguentou e gozou de novo.
Yessi tentou ir pegar o gozo dele derramado, mas Raúl parou ela na hora e mandou ela ficar onde estava e continuar o show.
Tive que fazer um esforço danado pra não gozar também. Tinha que aguentar o máximo que pudesse. Tava muito excitado, mas não podia perder essa oportunidade. Naquela noite, eu queria tudo e não ligava pra mais nada. Minha obsessão de comer ela era imensa.
Yessi obedeceu o namorado e, cruzando os braços na frente, pegou a camisetinha preta dela e foi levantando devagar, deixando as costas nuas à mostra. Como me excitam mulheres que têm a costa bem marcada em "V". Aquela nuca de pescoço longo e fino, deixando o cabelo cair pra frente no ombro direito. Os ombros e braços dela definidos, mas finos. Tudo, tudo me enlouquecia mais e mais.
Ela tava quase nua, só de lingerie, mas eu já queria acariciar ela, beijar ela, morder ela, chupar ela, penetrar ela, sugar ela, dar tapa nela, beliscar ela, apertar ela, tudo ao mesmo tempo e naquele exato momento. Mas tive a firmeza de esperar, de conter minha energia sexual que por instantes sentia que me faria explodir em mil pedaços de tanta pressão. Meu coração entrava num estado de taquicardia incontrolável que parecia o galope de uma tropilha de cavalos selvagens.
“Dale, puta”, indicou Raúl que ela avançasse e satisfizesse meu pedido. “Teu cunhado já pagou e te deu uma ordem, fica pelada agora e sobe no sofá pra eu te arrebentar esse cu de viado que tu tem, esse cu que é meu e eu aluguei pro marido da tua irmã.”
A tensão que se vivia naquele apartamento quase dava pra respirar. Raúl e eu desesperados pra possuir ela e ela que, sem pressa, se despia sensualmente revelando aquele corpo que já foi meu uma única vez e que eu morro de vontade de ter de volta, dessa vez sem restrições e com a cumplicidade do namorado dela.
Eu não tirava os olhos do corpo dela. “Vou te dar a noite inteira”, falei pra ela e prometi: “você vai sentir meu desejo no teu corpo”, “você vai sentir o calor do meu gozo enchendo teu cu de viado que tu tem, garota”, “vou te arrebentar o rabo e tu não vai conseguir sentar por uma semana”, “esses peitos vou espremer como laranjas e vou chupar até enfiar tudo na minha boca”.
Yessi não respondia nada, só sorria como uma menina perversa e se acariciava devagar o corpo todo. Ela desabotoou o sutiã e desceu alça por alça dos ombros até jogar aos meus pés.
Finalmente, minha cunhada se ajoelhou quase nua no sofá, apoiando os peitinhos no encosto, quebrando a cinturinha pra levantar a bunda pro meu prazer. Uff, essa imagem tenho gravada a fogo na minha mente.
Não passou nem um segundo e já me joguei nela e comecei a lamber a bunda dela com a tanguinha ainda vestida. Que prazer. Quanto desejo reprimido que explodia em sensações excitantes. Eu tinha minha cunhada à minha mercê. Cada carícia que minha língua fazia na entrada. da bucetinha dela enchiam de saliva toda a pele dela. Eu tava curtindo pra caralho. Yessi gemia que nem uma louca enquanto eu brincava com a língua e minhas mãos puxavam a calcinha fio dental dela pro lado e separavam as bundas dela, apertando com muito tesão. Meus dedos marcavam na pele branca e firme dela, e de vez em quando eu dava um tapa forte pra deixar elas vermelhas.
O cheiro delicioso da buceta dela me invadiu enquanto eu chupava e mordia o cuzinho dela, então não consegui me segurar. Mordi a bunda dela, agarrei a calcinha fio dental e puxei com força pra trás, rasgando as tirinhas do lado, e depois cuspi no chão, deixando a buceta depilada dela na minha frente. Yessi reclamou da brutalidade que eu arranquei a peça dela, mas na hora suspirou e gemeu fundo quando, desesperado, enfiei a língua toda dentro, pegando os sucos dela, raspando as paredes da buceta dela.
Enquanto me punhetava feito um louco, bebia os fluidos dela com tanta paixão e gosto que nem sabia o que tava rolando ao redor. Tava hipnotizado com as sensações que causava na Yessi, como se estivesse num transe erótico quase onírico, cheio de sacanagem e perversão. Só ouvia os gemidos da mina dos meus sonhos, só sentia o cheiro dela, a pele dela, o gosto dela. Todos os meus sentidos estavam nela, e eu não tava nem aí pra mais nada naquele momento.
De vez em quando, enfiava o nariz no cuzinho dela enquanto tinha os lábios da buceta dela dentro da minha boca, que eu chupava e quase chegavam na minha garganta. Entre eles, mexia a língua em círculos dentro da buceta dela, lambendo o clitóris de vez em quando. Por uns minutos, parei de me punhetar pra agarrar a bunda dela com as mãos e apertar contra a minha cara no meio. Tava realmente curtindo aquela raba espetacular e aquela buceta doce.
Depois de matar a sede de buceta, e voltando a me punhetar violentamente, comecei a enfiar dedos no cuzinho dela, mexendo devagar pra dilatar o esfíncter. Enfiei dois de uma vez, sem resistência. Tava bem lubrificada pela chupada anterior, e ela relaxava a bunda pra me receber. Era muito louco porque minha mão esquerda eu movia devagar e suave na bunda dela e com a direita eu apertava meu pau enquanto ela me dava sacudidas em alta velocidade.
Eu enfiava e tirava meus dedos do cuzinho da puta da minha cunhada e adorava ver como ele abria e fechava. De vez em quando eu voltava a chupar a buceta dela e o cuzinho, como se fizesse uma pausa nas minhas enfiadas com os dedos. Minha saliva escorria dentro da bunda dela, se perdendo lá dentro, fazendo o corpo da Yessi vibrar.
Eu estava no paraíso e Yessi tremia toda, se apertando e esfregando os peitinhos dela.
Depois enfiei três dedos, e ela reagiu com um grito, tipo um chiado de dor entre suspiros e gemidos. Foi nesse instante que decidi, sem tirar os três dedos do cu dela, enfiar quase minha mão inteira dentro da buceta dela, acariciando tudo por dentro. Foi como se eu tocasse no botão do orgasmo dela, porque ela inundou meu braço inteiro com uma gozada longa. Nunca parei de penetrar ela com minhas mãos em nenhum momento. Yessi gemia alto feito uma puta, como se tivesse corrido uma maratona de mil quilômetros. Ofegante e quase sem ar, ela gritava de prazer: "Aaaaaahhhh", "Siiiiiiiii", "você me mata, filho da puta", "não para", "sou sua puuuuutaaaaa". Isso me deixava a mil e eu metia feito um louco, movendo minhas mãos rápido numa masturbação sem fim, entre chupadas e mordidas no clitóris dela. Cada vez mais e mais forte.
O sofá estava todo molhado. Parecia uma poça pequena entre os joelhos dela, com a gozada descendo pela parte de dentro das coxas. Minha cara, minhas mãos e meu pau também estavam encharcados, impregnados com os sucos da minha puta. A bunda toda dela brilhava e as nádegas mostravam as marcas do meu desejo descontrolado, com arranhões e meus dedos marcados na pele vermelha dela. O clitóris dela estava tão inchado que parecia um dedinho da Yessi. Meu pau estava duro, com as veias bem infladas e quente de tanto esfregar e sacudir com minhas mãos.
Yessi ainda estava se tremendo, vibrando o corpo todo no ritmo. Seus gemidos, quando eu a peguei firme com as duas mãos na cintura e de uma só vez enfiei toda a minha pica no cu dela, sem piedade, sem dar um respiro, com movimentos frenéticos, batendo as nádegas dela com minha pélvis, minhas coxas contra as coxas dela. Eu tirava quase toda a minha pica, deixando só a cabeça dentro do cu dela, e enfiava até o fundo, batendo minhas bolas na buceta dela uma, duas, três vezes. Eu apertava tão forte a cintura dela que sentia meus dedos cravando nos ossos. A Yessi ficava quieta porque eu a segurava firme, sem chance de escapar das minhas investidas. Eu me mexia tão rápido que cada batida no cu dela estourava minhas bolas, me dando uma mistura de prazer e dor que me levava a um estado sem freio e cheio de tesão.
Uuuuffff como ela apertava, espremia minha pica com o cu dela.
Na minha desesperação para gozar, agarrei ela pelos ombros e, encostando meu peito nas costas dela, fodia ela igual um coelho no cio, igual um cachorro raivoso, jogando todo o meu peso nela e movendo minha cintura num ritmo cada vez mais acelerado. Ela recebia toda a minha fúria erótica no corpinho firme dela, cravando as unhas no encosto do sofá, apertando ele com força. Ela calava os gemidos mordendo os lábios enquanto procurava meu olhar com carinha de menina, como se pedisse mais e mais. Ela tava gozando o tão desejado tesão da puta da minha cunhada, e eu tava estourando ela de pica.
A Yessi acompanhava minha foda brutal apertando minha pica entre as nádegas dela, sentindo a penetrada no cu mais intensa, e mexia a cintura no ritmo contrário ao meu, batendo mais forte. Ela gemia igual uma louca e cada vez mais alto, até virar gritos. O cu dela queimava minha pica, que eu sentia cada vez menos lubrificada e mais áspera, numa fricção sem igual, sentindo um calor que se espalhava da minha pica pro corpo todo. Ela gritava igual uma louca e, de vez em quando, os gemidos dela se misturavam com um choro de lamento. Mas eu curtia tanto que não conseguia parar de foder ela, de Arrebentar a buceta dela. Cheguei a morder a nuca dela de tão desenfreado que eu tava.
Aí o namorado dela se colocou na frente dela pra encher a boca dela com o pau enquanto mandava ela calar a boca porque os vizinhos iam denunciar a gente pra polícia.
Eu tava perdido e nem sei quanto tempo meti tudo naquela bunda quase de adolescente até encher os intestinos dela com meu gozo, gozando uma, duas, três vezes sem parar de foder ela, e pouco depois o namorado dela fez o mesmo na boquinha de puta dela.
Com a Yessi, a gente caiu exausto e sem forças deitado no sofá enquanto o Raúl continuava batendo punheta atrás do encosto sobre a gente até que, vários minutos depois, ele gozou no corpo da namorada dele.
Continua...
15 comentários - Minha cunhada é uma puta (segunda parte de verdade kkk)
te tendría loco como a mi... con la desesperación de no poder garcharla como se merece la muy puta
en estos 10 años solo pude esta que cuento...
Raúl se pajeaba en el asiento de atrás, le decía frases como "que puta sos bebe", "me encanta que seas tan puta", "sacale toda la leche a tu cuñado", “hija de puta, no tenés límites
a mi me pasa lo mismo pero cuando mi esposa se va pal trabajo y mis hijos para la escuela ( preparatoria) yo me quedo con mi cuñadita y la pongo a que me chupe la pija ledoy por el orto y la penetro en su conchita que solo tiene 16 años yo fui el primero en su vida y casi todos los dias disfruto de su orto. por este espectacular relato te dejo los ultimos 6 puntos que me quedan suerte amigo espero le ropas el orto a tu cuñadita pupita pronto 😀 😀 😀 😀 😀 😀