ESSE RELATO FOI ESCRITO POR UM GRANDE ESCRITOR DE OUTRA COMUNIDADE, MAS EU NÃO PODIA DEIXAR ELE LÁ. ENTÃO, HOJE TRAGO PRA VOCÊS UM RELATO QUE, PRA SER SINCERO, ME FEZ VIAJAR NA IMAGINAÇÃO E RESOLVI PUBLICAR AQUI PRA VOCÊS CONHECEREM ESSE GRANDE AUTOR... O PSEUDÔNIMO DELE, O E-MAIL DELE E O MEU, SE PRECISAREM, VOU PASSAR POR MENSAGEM PRIVADA.... PORQUE SENÃO, IRIAM ME BANIR DO POST 🙂
Bom, sem mais delongas, deixo aqui esse relato que começa assim.....
Meu nome é Pamela, tenho 23 anos e tô casada com o Paul há onze meses. Ele tem 25 anos, é um cara muito gato — por isso casei com ele, e também porque sou apaixonada pra caralho. Sou magrinha, tenho 1,70m, pele branca. Não sou uma mulher linda, mas dá pra dizer que sou bonitinha e tenho um corpo bom: uma bunda empinada e firme, e os peitos, mesmo não sendo grandes, são durinhos e empinados também.
Lembro quando tava no colégio, sempre tinha um moleque sem-vergonha pra falar alguma coisa sobre minha bunda, porque eu adorava usar umas minissaias. Sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy — por isso o Paul me notou e me fez esposa dele. Conheci ele por uma amiga da faculdade, num rolê que a gente deu, e ela chamou ele. Depois disso, a gente começou a se falar e virou namorados. Segundo minha amiga, o Paul era um partidor de corações.
Bom, o Paul é contador e trabalha numa empresa de refrigerantes. Já tem mais de um ano que ele tá lá, por isso a gente não teve chance de fazer nenhuma viagem de lua de mel. Depois do casamento, viemos morar num apartamento que ele já tinha comprado pra gente. Tudo era muito feliz. Naquela noite, o Paul me comeu e eu me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. Tudo isso me deixou muito feliz naquela noite.
Desde então até hoje, o Paul sempre transa comigo do mesmo jeito: na posição de papai e mamãe. Ele também nunca me propõe sexo oral ou outras coisas, porque pra ele isso é obsceno, coisa de puta ou de mulher fácil. No começo, isso não me incomodava, porque eu me sentia satisfeita e completa com o que ele fazia na cama. Também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses. E é essa história que vou contar pra vocês, que começou há um mês.
No prédio onde a gente mora, tem vizinhos muito legais e sociáveis. A gente se dá bem com todo mundo. Era um lugar muito bonito pra morar, não tinha nada que afetasse minha paz. O único problema e algo que me irritava muito é que do lado da entrada do condomínio tinha umas barraquinhas comerciais, e a que ficava bem ao lado da entrada, do lado direito, era uma oficina de chaveiro, onde sempre tinha um grupo de senhores de uns 40 a 50 anos, e eles passavam o tempo todo bebendo álcool. Quando eu saía com o Paul, eles sempre ficavam me olhando, como se quisessem me despir, com luxúria, e murmuravam entre eles. Eu rapidamente desviava o olhar pra que o Paul não percebesse, porque não queria causar problema.
Um dia, eu estava indo sozinha pra casa dos meus pais pra visitar, e como já contei, adoro usar roupas sexy. Coloquei uma mini preta bem justinha e um top branco. Quando saí dos apartamentos, lá estavam eles de novo: a turma dos velhos bêbados, fazendo bagunça e, como de costume, bebendo. Quando passei por ali, um deles se levantou. Era um velho gordo, digamos, com uma barriguinha, feio, moreno, com uns 1,80m de altura. Quando ele se aproximou de mim, fiquei com um pouco de medo, porque achei que ia tentar me agarrar, e me assustei muito. Mas ele só chegou perto pra me dizer:
— Mamacita, que bunda gostosa, queria pegar nessas nádegas.
Eu fiz de conta que não ouvi nada e continuei andando mais rápido, e só ouvi os velhos rindo porque ele tinha feito aquilo. Na volta pra casa, fiquei com medo de encontrá-los de novo, mas meu alívio foi que a oficina estava fechada. Imaginei que eles tinham acabado de beber e ido dormir, e fui embora sem me preocupar.
Dois dias depois, eram umas 3 da tarde, eu ia buscar umas coisas na casa da minha mãe. Pensei que aqueles velhos poderiam estar na saída de novo, então saí dos apartamentos, mas, felizmente pra mim, a oficina estava fechada. Já que não tinha nenhum daqueles caras lá fora, fiquei esperando um táxi que pudesse me levar pra casa dos meus pais. Eu estava parada do lado da oficina de chaveiro onde os caras se reuniam, quando, de repente... Silêncio. Onde os carros pararam de passar, ouvi umas vozes lá dentro do bar. Pensei que fossem os bêbados bebendo lá dentro, mas não sei qual foi minha curiosidade de descobrir que me aproximei um pouco mais pra escutar e pude ouvir uma voz feminina e ouvi:
- Quero mais pica!! Seu Lucas, me dá mais!!!
- Mmmm, quero comer sua pica, seu Lucas!!!
Isso causou uma reação de surpresa e ao mesmo tempo mais curiosidade. Queria saber o que tava rolando lá dentro, talvez pelo tesão dessas palavras, e me aproximei o máximo que pude. Por uma janelinha que tinha na lateral do bar, vi o mesmo velho que tinha se aproximado de mim naquela vez — e supus que era o chaveiro e responsável pelo local — com as calças abaixadas e uma senhora meio gorda, uns 45 anos, ajoelhada e pelada, fazendo um boquete. Ela metia e tirava um membro enorme, e eu fiquei impressionada como cabia naquela boca. Aquele pau gigante tinha uma cabeça vermelha e brilhante de tanto cuspe da senhora. O velho só fechava os olhos, a cara cheia de prazer, enquanto a senhora devorava ansiosamente o pau dele. O velho só exclamava:
- Ahgg, ahh, sim, chupa tudo, ahh!
- Ahh, ahh, assim, assim, chupa tudo, dona Cláudia, aaahhh!!!
- Ahhh, chupa essa pica, puta, ahhh!
Eu não sei como consegui ficar observando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava ir embora. Fiquei de boca aberta, surpresa e ao mesmo tempo um pouco excitada com o que meus olhos viam. Devem ter sido uns 7 minutos que fiquei ali vendo aquela senhora... até que de repente vi a convulsão do velho e ele disse:
- Já vou gozar, dona Cláudia, abre a boquinha pra provar meu leite!
Ele tirou o pauzão da boca da senhora e começou a se masturbar. A senhora só ficou de boca aberta esperando a descarga. De repente, começaram a sair os jatos de porra do pau do velho, e ele acertou na boca dela e na cara toda. A senhora só colocava a língua pra fora pra lamber o leite que tinha ficado perto da boca. Depois disso... ter baixado tudo, o velho pegou o pau dele e começou a passar na cara da senhora e a dar tapinhas nas bochechas e nos lábios dela com a rola. A senhora só ficava colocando a língua pra fora, tentando alcançar aquele pedaço de carne. Tudo aquilo que eu tava vendo, em outro momento teria achado nojento e obsceno, e naquele momento eu achava sim, mas também tava me excitando, não sei por quê, descobria algo novo em mim. Na hora o velho falou:
- Já, putinha, ficou bem banhadinha de porra. Agora limpa bem pra da próxima vez eu te dar mais porra!!!
Nisso a senhora começou a limpar com a língua aquele pau enorme, e o cara, quando fez a cara de prazer pra cima, olhou pra janelinha. Eu, rapidamente, como um impulso, reagi pra sair dali. Não sei se ele me reconheceria. Quando eu ia saindo do local, um senhor, que achei que era amigo dele, me disse:
- Procura o seu Lucas, mocinha.
Eu só consegui falar:
- Hã, sim, mas acho que não tá.
O velho me olhou estranho e só respondeu:
- É, talvez tenha saído ou deve estar fazendo algum trabalho aí dentro. Não apareceu na janela.
- Não, claro que não. Só bati umas vezes, mas acho que já vou. Volto mais tarde.
Respondi e fui andando, peguei um táxi rápido. Já no táxi, ainda me sentia excitada com o que tinha acabado de presenciar há alguns instantes. Na minha mente, só lembrava daquela imagem da senhora chupando aquele instrumento enorme, e também preocupada, porque pensava que o seu Lucas agora eu já sabia o nome dele. Talvez ele tivesse me visto espiando eles e talvez tivesse me reconhecido. Se fosse assim, o que ele pensaria de mim? Que como eu pude ficar vendo aquelas coisas? Talvez pensasse que eu tinha gostado de ficar observando aquela cena bem obscena. Cheguei na casa da minha mãe, e até ela percebeu meu estado de nervosismo. Me perguntou o que tinha acontecido. Só falei: "Nada, mãe, é que vim um pouco agitada. Fiquei um tempo lá até umas seis da tarde, depois de pegar as coisas que fui buscar. Peguei outro táxi pra voltar pra casa e, de novo, na solidão do carro, imaginei aquela cena. De novo, veio aquela descarga de excitação em mim. Eu sabia que não era certo sentir aquilo, queria esquecer. Quando tava chegando, lembrei que o seu Lucas tinha me descoberto. Ainda tinha esperança de que ele não tivesse me reconhecido direito e não soubesse que era eu que tava observando. Desci do táxi e, sim, lá estava o bar aberto e, do lado de fora, o seu Lucas, dessa vez sozinho. Meu coração tava disparado porque eu teria que passar perto dali. Imaginei que ele talvez dissesse algo por eu ter espionado ele e a amante dele, mas não quis virar pra olhar. Só caminhei. Quando virei pra olhar pra lá, ele tava sentado, me encarando. De repente, ele sorriu, com um sorriso bem debochado. Com aquilo e o olhar dele, percebi que ele já sabia que era eu que tinha ficado observando. Desviei o olhar e continuei andando. Entrei nos prédios e, rápido, me enfiei em casa. Tava meio assustada, pensando o que aquele velho ia achar de mim, que eu tava lá vendo eles. Não quis pensar mais nisso e fui tomar um banho. Quando saí do chuveiro, sozinha, não consegui evitar que aquelas lembranças da senhora toda banhada de porra daquele velho voltassem. E, de novo, aquela descarga de excitação. Não sei o que tava acontecendo comigo. Mais tarde, umas 10 da noite, o Paulo chegou do trabalho. Recebi ele com a comida, a gente conversou um pouco. Naquele dia, o Paulo não me comeu, então fomos dormir.
Eram umas 5 da manhã quando acordei de repente, na cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada. É que eu tava sonhando o que nunca imaginei que sonharia. Sonhei que tava na cama com o seu Lucas e que começava a chupar o pau dele. Ele só me deixava de fio dental, eu comendo o pau dele e falando um monte de putaria.
— Chupa essa pica, putinha. Sabia que você gostava do meu pau, por isso tava me espionando.
— Agora é todo seu, come ele.
Eu, eu tava adorando chupar aquele pedaço de pau.
Levantei da cama e fui. Fui pra cozinha pegar um pouco d'água. Fiquei lá um tempão lembrando daquele sonho — como era possível que eu estivesse desejando, sonhando em estar no lugar daquela senhora chupando a pica daquele cara sujo que tinha me assustado tanto? Como eu pude sonhar com aquilo? Tava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me senti confusa, não sei o que tá rolando comigo. Como eu teria sonhado com algo que me parecia nojento, mas que agora já não era mais tanto? Porque me excitou e me molhou.
Quando amanheceu, Paul foi pro trabalho e eu fiquei em casa de novo sozinha. Assim foram passando os dias, tentei não sair tanto, tava com medo de trombar com aquele velho e sentir o olhar dele de novo. Os dias foram passando, continuei feliz com Paul, ele me comia do mesmo jeito. Fui esquecendo um pouco o que tinha acontecido uns dias antes. Uma semana depois, era segunda-feira, tinha que ir no supermercado comprar a despensa. Então tomei banho e depilei bem meus pelinhos pubianos, já que naquele dia ia usar uma calcinha fio-dental bem pequena, não queria que ficasse feio. Me sentia feliz e contente. Como sempre, sexy. Coloquei um sutiã de renda branca e uma fio-dental branca, porque naquele dia ia vestir uma calça de lycra branca e a calcinha ia marcar, então optei por uma fio-dental e um top preto. Tava muito gostosa. Me olhei no espelho e me via muito bem. Saí, ainda com um medinho de encontrar seu Lucas lá fora no mercadinho dele. Por sorte, eram 10 da manhã e tava fechado. Peguei um táxi, fui no supermercado. Lá, vários homens ficaram me encarando, como sempre, por causa da minha bunda empinada. Não me incomodava, porque eles olhavam com um pouco de discrição. Fiz minhas compras, voltei umas 12h. Dessa vez, o mercadinho do seu Lucas tava aberto, mas não vi ele. Passei rápido. Quando cheguei em casa e fui abrir, que burra, não achei minhas chaves. Tinha perdido. E agora? Meu marido não tinha chave, eram as únicas. E eu com a compra, tinha que guardar tudo. Irritada comigo mesma pelo descuido, fiquei pensando no que fazer, teria que procurar um... serralheiro e lembrei do seu Lucas, ele era o único serralheiro perto. Pensei no que tinha acontecido antes, não queria ir até aquele senhor, mas outro mais longe cobraria mais caro e talvez não quisesse vir até aqui. Criei coragem e fui pedir pra uma vizinha fazer as compras enquanto eu ia buscar o serralheiro. Contei meu problema pra ela e, como boa vizinha, aceitou.
Ao sair do apartamento dela, comecei a ficar nervosa e meu coração disparou, porque dessa vez teria que encarar aquele velho e falar com ele. As lembranças voltaram, tudo veio à minha mente, meu sonho, eu estava nervosa e com medo. Caminhei até lá fora e cheguei ao local. Lá estava ele, se surpreendeu ao me ver chegar. E eu disse:
- Oi, boa tarde.
- Boa tarde, senhorita, o que deseja?
- Senhora, por favor - respondi, ainda nervosa, falando - é que perdi as chaves do apartamento, o senhor poderia ir abrir?
- Claro que sim, senhora, pra isso estamos aqui.
Nisso, seu Lucas se levantou e me disse pra esperar enquanto fechava a cortina do local e saiu com a caixa de ferramentas. Quando me viu lá fora, pude perceber como ele me devorava com os olhos, estava olhando minha bunda com pouca discrição, um olhar de tesão eu via nele. Andei mais rápido ao subir as escadas, ele, safado, ficou um pouco atrás de mim e imaginei que vinha observando minha bunda e, com certeza, como minha calcinha fio-dental minúscula marcava, ele estava curtindo. Comecei a sentir uma pequena excitação ao imaginar isso, mas pensei em outras coisas, não queria pensar mais nisso. Chegamos em casa, ele pegou a ferramenta e demorou uns 5 minutos pra abrir.
- Pronto, senhora, bem aberta - e sorriu.
Entrei, pensei "puta merda".
- Tá bom, quanto vai ser, senhor? Quero que faça duas cópias da chave.
- Me chamo Lucas, senhora - e você, sorrindo, me disse. Eu não queria responder, mas pensei que ia ficar feio não falar meu nome, então disse que me chamava Pamela.
- As chaves tenho que fazer no local, vou fazer e já volto. vai daqui a uns 30 minutos buscar ela e aí eu digo quanto é
- eu, sem dizer mais nada, respondi que estava bem
- ok, senhora pamela, espero a senhora lá e ela foi embora
fui pegar as coisas da despensa e já arrumei tudo em casa, então os 30 minutos passaram rápido e lembrei que teria que ir buscar as chaves. não consegui me trocar, então fui. quando cheguei no local, estava fechado e pensei que ele não estaria lá, fiquei irritada porque ele tinha dito que estaria naquele horário. então bati na cortina duas vezes e chamei de seu lucas
estava quase indo embora, e isso teria sido o melhor que eu poderia ter feito, quando a portinhola da cortina se abriu e lá estava o velho de short e uma camiseta branca, parecia que estava comendo. ele disse
- entra, pamela, é que fechei porque estou comendo e não gosto que me perturbem quando como, mas já tenho suas chaves prontas
eu não queria entrar, meu coração começou a disparar ao entrar no local onde tinha visto aquela cena, mas entrei. tinha um cheiro estranho, como de bebida e sexo, eu estava um pouco nervosa, assustada e excitada ao mesmo tempo por estar sozinha com aquele velho safado e feio. ele deixou a porta aberta, isso me acalmou e me deu um pouco de segurança. andei um pouco e ele começou a procurar numa gaveta, eu imaginei que fossem as chaves. quebrando o silêncio, ele disse
- e aí, pamela, o que achou de dona claudia chupando minha pica? gostou, por isso ficou olhando de boca aberta?
eu fiquei paralisada, meu coração começou a bater mais forte, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela acusação, fiquei muda
- o que foi? não vai dizer nada ou vai negar que não gostaria de ter sido você chupando meu pau?
eu continuava muda, mas rapidamente parei com aquelas acusações com uma voz firme
- você é louco, seu velho careca? não sei do que está falando, me dá minhas chaves e me diz quanto é para eu ir embora, seu careca
ele se aproximou com as chaves e, no momento em que estendeu a mão e eu ia pegar as chaves, ele segurou meu pulso e Me joguei pra frente, surpresa, não consegui resistir a alguma força naquele movimento. Rapidamente, me sentindo perto dele, tentei escapar dos braços enormes dele, mas foi inútil, ele tinha muita força.
— Solta, seu velho nojento, vou gritar — falei, mas naquele exato momento
senti os braços dele envolverem minha cintura e descerem até minhas nádegas. Ele agarrou cada uma com uma mão e apertou com força. Naquela hora, senti uma descarga de êxtase dentro de mim. Uma parte de mim já estava excitada com aquele aperto forte na bunda, mas outra parte ainda se recusava a estar naquela situação, porque eu era uma mulher casada, amava meu marido. Como eu podia trair o Paul? Então falei:
— Me solta, seu Lucas, por favor, sou uma mulher casada. Me larga!!!
O velho só respondeu:
— Isso não importa, mamãe. Você é muito gostosa e eu vou te comer. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, igual a dona Cláudia pede aos berros. Vou fazer em você o que o inútil do seu marido não faz.
despues de decir eso don lucas asintio su cabeza sobre mis pechos y en un movimiento fugas sometiendome mordio levemente uno de ellos de mis labios solo salio un pequeño gemido AAHhh¡¡
pues nunca nadie me habia hecho una cosa asi todo en ese momento se junto y fue una descarga de extasis que ya no pude contener estaba ya completamente exitada todo se habia acumulado mi sueño aquella escena de don lucas con su amante y esa situacion en la que estaba mi sueño estaba punto de volverese ralidad , don lucas solo me dijo
- te gusta mamita sabia que te iva a gustar
yo cerre los ojos y don lucas como un perro hambriento mordia levemente y succionaba mis pechos por encima de mi top mientras su manos masajeaban ritmicamente mi par de nalgas a la vez jalaban por encima de mi pantalon mi pequeña tanga , yo estaba gozando aquella tremenda manoseada que me estaba dando aquel viejo feo y gordo no podia creer como podia yo estar ahi asi y ademas gustandome , de pronto senti como don lucas aparto su boca de mis pechos y en un movimiento de manos senti como subio mi top dejandome en brasiere y nuevamente volvio hacia mis pechos lamiendo y mordiendolos ahora con un poco mas fuerza yo solo pegaba pequeños gemiditos como ahhh ahhh ahh , siguiente de eso don lucas empezo a conducirme asi como estabamos a una pequeña mesita donde hace sus llaves me recargo ahi y siguio con su trabajo de pronto senti como sus manos se apartaron de mis nalgas y las llevo donde estaba el boton de mi pantalon yo como un reflejo de la poca dignidad y rechazo que me quedaba detuve sus manos , pero el mordio subitamente mi pecho y me hizo hacer mi manos hacia atras recargandome en la mesa y pegando un gemido ahora su manos habia subido hacia mis pechos y levanto mi brasiere quedando mis tetas al aire libre
- que bonitas tetas tienes pamela las voy a saborear como nunca te lo han hecho
si supiera don lucas que mi marido nunca me habia mordido mi tetas y mucho menos chupado
yo estaba exitadisima agarro con sus manos mis tetas y chupaba y lenguteaba mis tetas yo sentia estar gozando al maximo con esa situacion , lo observaba como locamente no paraba de chupar mis pechos yo estaba recarda en la mesa voltee hacia arriva disfrutando gemiendo de pronto don lucas se aparto de mis pechos y vi como se bajo y esta vez si desabrocho mi pantalon y lo bajo yo ya no opuse resistencia lo bajo completamente y levanto cada una de mis piernas y lo quito completamente quedando yo solo en tanga y con mi brasiere y mi top levantados semidesnuda , don lucas al ver mi pequeña prenda
- guooa pamela si que eres una caliente mira que hermosa tanguita traes
se acerco hacia mi vagina y le pego un beso por encima de la tanga que fue que yo me prendiera aun mas , despues de eso se levanto y me dijo
- espere señora dejeme poner su pantalon en un lado que no se vaya a ensuciar y tambien cerrare la puerta pues no me gusta que me vean cuando me como algo y sonrio
yo no conteste solo me quede ahi recargada parada viendolo tan solo con una tanga y mi brasieere levantado esperandolo para que me siguiera gozando ya no habia vuelta atras yo estaba exitada caliente y seguramente don lucas me iva a coger y hacer lo que el quiziera conmigo en su local como a doña claudia y quizas otras mas señoras , pero ahora tenia a una recien casada de 23 años de buen cuerpo quizas todas sus amantes eran viejas y gordas pero ahora era todo lo contrario ahora iva a gozar un cuerpo joven .
Don lucas cerro y regreso me miro a los ojos y me dijo
- ahora si mami preparate a gozar como nunca te voy a clavar como nunca vas a pedir mas lo tendre bien parado que no podras resistir tocarlo y chuparlo , lo cabalgaras como una vaquerita en brama
yo solo lo mire pero no dije nada bajo hacia mi vagina he hizo a un lado mi tanga
- mmm esta bien depiladita parece que imaginaste que alguien te iva a chupar tu triangulito hoy verdad
no don lucas yo no soy lo que usted cree nadie me ha chupado ahi
- mmm entonces tu esposo es un estupido como puede desperdiciar este banqute pero ahora te la voy a estrenar te hare una chupada para que no la olvides nunca
empezo a succionar y a meter su lengua en mi vagina , yo gemia y con mis manos tome su cabeza y lo empejaba para que siguiera chupando mas
- ahha ahhh ahhgg ayyyy esos gemidos salian de mi garganta estuvo asi haciendome disfrutar como unos 10 minutos chupaba mis jugos seguia lamiendo
- haa que rica sabes pamela hueles bien rico
enseguida se aparto de mi y desabrocho su short se lo quito y solo quedo en una especie de truza aguada , yo voltee a ver hacia abajo y vi como algo enorme queriendo salir se hacerco a mi y me empezo a chupar nuevamente mis pechos y con las manos saco mi top y mi brasiere completamente los tiro a un lado en la mesa chupaba mis pezones parados y al estar junto pude sentir el enorme miembro en pequeños vaivenes me lo restregaba a la altura de mi vagina por encima de la tanga yo gozaba y empeze a menear mis caderas estuvimos asi un rato se aparto de mi y se bajo la truza ante mi aparecio una enorme verga de unos 20 cm gorda y con una cabeza brillante debido al liquido preseminal que habia arrojado me miro y me dijo al verla me exite mas imagine aquella escena pero ahora yo chupandola
- andale mami ahora haras lo que vizte haciendo a doña clau te gusto mucho no? ahora lo vas chupar como una perrita hambrienta que eres
me dio un poco de asco hacer eso asi que me negue
- no don lucas yo nunca he chupado uno no quiero
vas a querer mami tomo mi mano la puso en su miembro , estaba caliente me empezo a dirigir mi mando hacia arriva hacia abajo , yo solo miraba como mi mano ahi pegada en esa verga que no era la de mi esposo , tomo mis hombros y los hizo hacia abajo yo sin resistencia me arrodille como el queria ya mi mano por si solo subia y baja de aquella barra estaba justo enfrente de aquel miembro me dio su olor muy fuerte aun ahi me dio un poco de asco pero mi exitancion era mayor la situacion era muy morbosa y bastante obcena que nunca habria yo podido imaginar hacer , asi que abri mi boca y empeze a chuparsela el sabor en ese momento estando exitada no me desagrado asi que empeze a chupar fuertemente ese pedazo de carne no cabia en mi boca asi que no me lo metia todo de mi salio pasar mi lengua por la cabeza de su verga fue algo que dio mucho placer a don lucas ya que voltee a verlo y tenia un rostro de placer y dijo
- aprendes rapido putita que bien lo chupas y dices que no sabias sigue chupandomela asi
- asi mamita ahhh ahgg mas rapido putita
acariciaba mi cabeza y el dirigia mis movimiento mas rapidos el solo gemia y yo estaba chupando lamiendo succionando esa verga que diria mi esposo si me hubiese vizto ahi arodillada solo en tanga mamandole la verga aquel viejo dandole placer con mi boca algo que con el nunca habia hecho en ese momento senti un orgamos pues esa verga me estaba dando el placer que nunca habia imaginado asi que pare de chupar , don lucas se dio cuenta y me levanto , me agarro de mi cintura y me volteo hacia la mesa de espaldas a el me hizo ponerme empinada sosteniendome yo de la mesa y el atras mio
- que prescioso culo tienes pamela blanquito redondito y paradito te tengo que decir que nunca he clavado uno asi asi que le voy a dar a tu culito una buena dosis de verga
y es que el contrase de verga morena con mis nalgas blancas era exitante para el , agarro con su verga parada y me empezo a dar pequeños golpes en mis nalgas y con la otra mano jalando mi tanga hacia arriba , yo empeze a menear mi culo en circulos levemente pero notable , parecio que le gusto pues me empezo a golpear un poco mas fuerte en las nalgas con su verga y yo hechando mi culo hacia atras tratando de buscar su verga ansiosamente entonces salieron de mi unas palabras que nunca habria imaginado
- yaa¿¡¡ cojame don lucas por favor , claveme esa verga quiero sentirla adentro voltee a verlo y lo vi hacer una mueca de triunfo y de sastisfaccion pues habia logrado lo que desde el principio habia dicho que yo le pidiera mas me tenia exitada en su local empinada con una diminuta tanga y con mi culo bien paradito , mostrandolo, que espectaculo estaba obervando don lucas teniendome asi una imagen del contrase de nuestros cuerpos y nuestras pieles seguramente muy exitante para el y para mi tambien
- sabia que ivas a pedir verga putita claro que te voy a clavar solo que deja disfrutar de tu culo un poco mas
senti como se arrodillo y senti sus manos callosas que se deslizaban por mis nalgas cuansodame gran exitacion senti su boca pegando pequeños mordiscos en mis nalgas y pasando su lengua por todas ellas yo pare mi cola muy exitada sintiendo mucho placer estuvo asi como 10 minutos yo estaba ansiosa de que me la metiera dejo de hacer eso y se paro
- espere pamela voy por un condon los tengo aqui en un cajon por que siempre aqui me cojo a las señoras hambrientas de verga como tu y es que no quiero engendrar un hijo ya tengo varios regados por ahi jajaja solto una risa y yo me quede ahi estatica empinada con tan solo una diminuta tanga con un hombre que apenas ese dia habia cruzado palabra con el y ya estaba apunto de cogerme voltee aberlo y vi como abria el el condon y se lo coloca en su verga el condon apenas le cabia estaba bien parado se acerco yo pare mi culo y solo le dije
- despacio don lucas me va a doler¡¡
- no te preocupes pamela todo te va a entrar tu solo para bien el culo y disfrutalo
con sus manos jalos de los tirantes de mi tanga y los bajos a medio muslo ,
- guao que culote tienes pamela¡¡ esta bien rico paralo mas putita¡¡¡
me dio una pequeña nalgada que imagen pense que diria paul se me viera asi don lucas estaba apunto de violar mis castidad y mi fidelidad estaba apunto de convertirme por primera vez en infiel y con un viejo como don lucas senti como la punta de su verga estaba en la entrada de mi vagina empezando abrirse paso yo me quede estatica esperando que el hiziera todo , asi que poco a poco fue metiendo su miembro dentro de mi vagina
- haa que apretadita esta pamela se ve que su marido la tiene muy chiquita que rico me lo aprieta AHHH solo falta un poco mas para que te la clave toda
- yo empeze a sentir riquisimo y a gemir dar pequeños grititos empeze a moverme hasta que senti de golpe su verga senti como me partia pero me gustaba una mezcla entre placer y dolor
- AHHH don lucas la tiene muy grande
- ya putita te la comiste toda estas bien rica
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voltee a ver hacia abajo mi tanga ya estaba en el suelo pues yo ya estaba abierta me la dejo ahi un rato esperando que mi vagina se acoplara aquella enorme verga en ese momento voltee hacia atras y vi como me tenia don lucas totalmente expuesta para el , despues me tomo por las caderas y empezo a culearme lentamente yo lo acompañaba con los movimientos
- ahh muevete mas pamela
ahi estaba aquel viejo feo gordo cueleandome disfrutanme y yo disfrutando como una loca gemiendo
- ahha mas don lucas ahhh ahhh asi cueleeme deme mas recio
- ahhh me vuelve loca su vergaaa mas mas mas mas
--ohhh don lucas mi esposo no me ha culeado como usted asii asiii oohh ohhh
don lucas empezo el vaiven mas rapido y con mas fuerza y yo tambien aumentando la culeada pare mi culo para que lo pudiera agarrar bien don lucas , en eso don lucas paro sus movimientos agarro mis nalgas y empezo a moverla ritmicamente hacia su verga y yo clavandome solita voltee a ver y vi los ojos de don lucas clavados en mi culo seguramente estaba observando como su verga entraba y salia rapidamente de mi vagina
- oohh pamela que rico te lo comes ohh ahha eso putita asi
- clavate tu solita como la perra que eres ahhh que rico coges nadie mueve el culo como tu ahhh
asi estuvimos cerca de 20 minutos culeando con ganas el local estab lleno de gemidos y los ruidos que provocaban los golpes de mis nalgas en su vientre en un movimiento con su brazos tomo los mios y los jalo hacia atras y asi en esa pose quizas la mas exitante que podria yo imaginar
- ahhh que bonita te vez asiiiii disfrutandooloo como una putita
yo me quede asi y el ahora era el que me culeaba tenia mucha fuerza metia y sacaba su verga de mi vagina de una manera increible yo solo gemia
- ahh ahh ahh mass mass mass don lucasss haa haa haaa me partee¡¡ haah ohhh ahhh¡¡¡
de pronto mi cuerpo se convulciono y tuve el orgasmo mas rico de toda mi vida - ahhhhh solo salio de mi garganta ese gemido y cesaron sus movimientos don lucas se dio cuenta de eso senti como saco su verga de mi vagina yo estaba perdida recuperandome del orgasmo cuando empeze a sentir otra vez golpes en mis nalgas productos de su verga ya sin condon
-- te gusto putita
- si don lucas respondi mucho nadie me habia culeado como usted
- ya vez putita te dije que te iva gustar y pedirias mas pero ahora te toca tomarte esta leche que esta guardada para ti
asi que me jalo hacia enfrente de el he hizo que me bajara su verga aun parada igual parecia no cansarse , la tome con una mano y la empeze a chupar
- mas rapido putita mas rapido hazme saber que quieres mi leche
yo empeze la chupada mas recia y rapida
-- ohh ohhh asi perra asiii ahhhhh mas rapido
mis mejillas ya me dolian de estar chupando ese miembro tan grande y rapidamente hasta que senti el cuerpo del viejo convulcionarse y decir
- me vengo putita abre tu boquita yaaaaa ahhhhh¡¡¡
tirei o pau dele e abri minha boca esperando o sêmen dele, começaram os tiros de porra, fechei os olhos e senti os jatos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca, estava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli, tinha gostado que ele fizesse aquilo comigo, que me tratasse como uma puta, fazendo coisas que com meu marido jamais faria
- yaaa¡¡ ahhh agora sim, senhorita pamela, você foi bem comida e banhada de porra como você queria, hahaha
eu só olhei pra ele com um pouco de pena, porque o velho tinha razão, era isso que eu queria desde aquele dia, que ele me comesse e me banhasse de porra, me sentia completa
- hahaha você tá bonitinha com a cara cheia de porra, olha lá no fundo tem um lavatório, pode se lavar um pouco enquanto eu faço uma terceira chave, tá bom? ele perguntou
- eu sabia o que ele queria dizer com essa terceira chave, e só falei
- sim, tá bom seu lucas, faça uma chave pra me visitar quando quiser
e assim, nua, andei até o lavatório pra me enxaguar
- que gostosa você tá peladinha, pamela, gosto da sua bunda e dos seus peitos bem empinados, parece mentira que acabei de te comer, você me deixou seco, hahaha
e sim, o velho tinha razão, parecia mentira como eu, uma recém-casada, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um velho feio, gordo e sujo que só queria me foder e tinha conseguido, enquanto eu me lavava, ouvi ele fazendo a outra chave, sabia que isso não ia terminar naquele momento e ele sabia que tinha conseguido uma nova puta, talvez a melhor de todas que ele tinha pra comer quando quisesse, e sabia que eu não ia negar, porque tinha gozado pra caralho naquela foda, quando voltei, ele tinha na mão minha calcinha fio dental
- quero que você me deixe sua calcinha de lembrança dessa foda que acabei de te dar, é a menor que já vi
ele sorriu
- não, seu lucas, como é que eu vou pra casa?, falei
- não se preocupa, puta, sua casa é perto, ninguém vai notar que você não tá usando ela
eu aceitei sem Negar, mas eu deixaria minha pequena peça como sinal de triunfo pra ele.
- Tá bom, seu Lucas, pode ficar com ela. Dei um sorrisinho.
- Isso aí, assim que eu gosto, putinha. Obedecendo direitinho.
Comecei a me vestir sem a calcinha fio dental, me sentindo meio estranha. E seu Lucas gostou, porque me deu um tapinha na bunda e falou:
- Que gostosa você tá. Sorriu.
- São 100 reais, mocinha. Riu das chaves. Não vou te cobrar a foda. Sorriu de novo.
Eu fiquei surpresa, pensei que não ia me cobrar, mas não falei nada e paguei. Quando tava saindo do local, ele disse:
- Bom, de agora em diante você vai ser minha putinha. E em breve vou te fazer uma visita, vamos nos divertir muito.
- Sim, seu Lucas, vou esperar ansiosa. Respondi sem nenhum pudor ou vergonha.
- Assim que eu gosto, putinha. Se mostrando pelo que você é. Sorrimos.
Quando saí do local, tava chegando aquele mesmo velho que me perguntou se eu procurava seu Lucas. Ele me olhou, e o olhar dele foi rapidamente pra minha entreperna. Eu imaginei o que ele tava vendo. O rosto dele mostrou um sorriso malicioso, com certeza imaginou que eu vinha de dentro, onde seu Lucas tinha me comido, e não tava errado.
- Boa tarde, mocinha. Agora achou seu Lucas?
Eu respondi meio sem jeito:
- Ah, sim.
- Vejo que ele te atendeu muito bem, como as outras clientes que vêm. Sorriu de novo.
Eu só falei:
- Sim. E desviei rápido, indo embora. Quando entrei no condomínio, olhei pra minha entreperna e vi como os lábios da minha buceta estavam marcados, porque a calça era de lycra e eu não tava mais usando a calcinha fio dental. Por isso aquele velho olhou direto pra baixo. Entrei rápido no meu apartamento, porque não queria que nenhum vizinho me visse daquele jeito, o que iam pensar de mim. Quando cheguei e fiquei sozinha em casa, bateu o remorso da minha primeira traição, e com um velho como seu Lucas. Eu tinha falhado com o Paul, e o pior de tudo é que tinha gostado. Chorei um pouco, mas depois fui tomar banho. Me sentia meio suja pelo que aconteceu, mas ao mesmo tempo feliz, satisfeita, e também uma putinha. , acho que eu gostava de me sentir assim. Saí do banho com uma toalha e me meti na cama pelada, era de tarde e capotei de vez, dormi profundamente. Me sentia feliz.
Acordei umas 8 da noite, faltava pouco pro Paul chegar e eu tava lá na cama pelada. Levantei, mas antes lembrei do que tinha rolado naquela tarde. Senti uma corrente de êxtase por dentro, imaginei o que me esperava depois. Don Lucas talvez pisasse na minha casa, entrasse pra me comer, só pra isso, e eu deixaria. Essa ideia me excitou. Me vesti e esperei o Paul. Depois de um tempo ele chegou. Enquanto jantávamos, ele me perguntou:
- A vizinha de cima me disse que você perdeu as chaves.
- Ah, sim, meu amor, no supermercado, quando fui fazer compras.
- E você foi com o velho da saída pra ele te abrir?
- Sim, ele abriu rápido.
- Dizem que esse velho é um tarado e depravado, que fica olhando todas as mulheres e falando obscenidades.
- Sim, meu amor, mas comigo ele foi educado.
- Ah, tá bom.
E continuamos jantando. Meu marido não imaginava que naquela tarde aquele velho tinha me dado uma fodida daquelas.
No dia seguinte, Paul e eu íamos sair pra dar uma volta, porque era domingo. Quando saímos, lá estavam a turma dos bêbados, e entre eles Don Lucas. Eles nos viram. Enquanto esperávamos o táxi, Paul me mandou comprar uns cigarros na loja. Então fui. Quando cheguei na loja, alguém veio atrás de mim. Era Don Lucas, que se aproximou, apertou minha bunda e falou baixinho:
- Amanhã vou estrear a terceira chave. Não tenho camisinha, se prepara. Vou chegar cedo. Coloca algo aconchegante pro seu convidado.
E sorriu com luxúria.
Eu só olhei pra ele e falei bem baixinho:
- Sim, Don Lucas.
Me entregaram os cigarros e saí da loja. Cheguei onde meu marido estava. Quando estávamos quase entrando no táxi, olhei pra trás, pro local. Don Lucas estava lá, segurando minha calcinha fio dental num dos dedos, e os outros dedos apontando pra onde eu estava, rindo...
(continua)
Bom, sem mais delongas, deixo aqui esse relato que começa assim.....
Meu nome é Pamela, tenho 23 anos e tô casada com o Paul há onze meses. Ele tem 25 anos, é um cara muito gato — por isso casei com ele, e também porque sou apaixonada pra caralho. Sou magrinha, tenho 1,70m, pele branca. Não sou uma mulher linda, mas dá pra dizer que sou bonitinha e tenho um corpo bom: uma bunda empinada e firme, e os peitos, mesmo não sendo grandes, são durinhos e empinados também.Lembro quando tava no colégio, sempre tinha um moleque sem-vergonha pra falar alguma coisa sobre minha bunda, porque eu adorava usar umas minissaias. Sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy — por isso o Paul me notou e me fez esposa dele. Conheci ele por uma amiga da faculdade, num rolê que a gente deu, e ela chamou ele. Depois disso, a gente começou a se falar e virou namorados. Segundo minha amiga, o Paul era um partidor de corações.
Bom, o Paul é contador e trabalha numa empresa de refrigerantes. Já tem mais de um ano que ele tá lá, por isso a gente não teve chance de fazer nenhuma viagem de lua de mel. Depois do casamento, viemos morar num apartamento que ele já tinha comprado pra gente. Tudo era muito feliz. Naquela noite, o Paul me comeu e eu me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. Tudo isso me deixou muito feliz naquela noite.
Desde então até hoje, o Paul sempre transa comigo do mesmo jeito: na posição de papai e mamãe. Ele também nunca me propõe sexo oral ou outras coisas, porque pra ele isso é obsceno, coisa de puta ou de mulher fácil. No começo, isso não me incomodava, porque eu me sentia satisfeita e completa com o que ele fazia na cama. Também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses. E é essa história que vou contar pra vocês, que começou há um mês.
No prédio onde a gente mora, tem vizinhos muito legais e sociáveis. A gente se dá bem com todo mundo. Era um lugar muito bonito pra morar, não tinha nada que afetasse minha paz. O único problema e algo que me irritava muito é que do lado da entrada do condomínio tinha umas barraquinhas comerciais, e a que ficava bem ao lado da entrada, do lado direito, era uma oficina de chaveiro, onde sempre tinha um grupo de senhores de uns 40 a 50 anos, e eles passavam o tempo todo bebendo álcool. Quando eu saía com o Paul, eles sempre ficavam me olhando, como se quisessem me despir, com luxúria, e murmuravam entre eles. Eu rapidamente desviava o olhar pra que o Paul não percebesse, porque não queria causar problema.
Um dia, eu estava indo sozinha pra casa dos meus pais pra visitar, e como já contei, adoro usar roupas sexy. Coloquei uma mini preta bem justinha e um top branco. Quando saí dos apartamentos, lá estavam eles de novo: a turma dos velhos bêbados, fazendo bagunça e, como de costume, bebendo. Quando passei por ali, um deles se levantou. Era um velho gordo, digamos, com uma barriguinha, feio, moreno, com uns 1,80m de altura. Quando ele se aproximou de mim, fiquei com um pouco de medo, porque achei que ia tentar me agarrar, e me assustei muito. Mas ele só chegou perto pra me dizer:
— Mamacita, que bunda gostosa, queria pegar nessas nádegas.
Eu fiz de conta que não ouvi nada e continuei andando mais rápido, e só ouvi os velhos rindo porque ele tinha feito aquilo. Na volta pra casa, fiquei com medo de encontrá-los de novo, mas meu alívio foi que a oficina estava fechada. Imaginei que eles tinham acabado de beber e ido dormir, e fui embora sem me preocupar.
Dois dias depois, eram umas 3 da tarde, eu ia buscar umas coisas na casa da minha mãe. Pensei que aqueles velhos poderiam estar na saída de novo, então saí dos apartamentos, mas, felizmente pra mim, a oficina estava fechada. Já que não tinha nenhum daqueles caras lá fora, fiquei esperando um táxi que pudesse me levar pra casa dos meus pais. Eu estava parada do lado da oficina de chaveiro onde os caras se reuniam, quando, de repente... Silêncio. Onde os carros pararam de passar, ouvi umas vozes lá dentro do bar. Pensei que fossem os bêbados bebendo lá dentro, mas não sei qual foi minha curiosidade de descobrir que me aproximei um pouco mais pra escutar e pude ouvir uma voz feminina e ouvi:
- Quero mais pica!! Seu Lucas, me dá mais!!!
- Mmmm, quero comer sua pica, seu Lucas!!!
Isso causou uma reação de surpresa e ao mesmo tempo mais curiosidade. Queria saber o que tava rolando lá dentro, talvez pelo tesão dessas palavras, e me aproximei o máximo que pude. Por uma janelinha que tinha na lateral do bar, vi o mesmo velho que tinha se aproximado de mim naquela vez — e supus que era o chaveiro e responsável pelo local — com as calças abaixadas e uma senhora meio gorda, uns 45 anos, ajoelhada e pelada, fazendo um boquete. Ela metia e tirava um membro enorme, e eu fiquei impressionada como cabia naquela boca. Aquele pau gigante tinha uma cabeça vermelha e brilhante de tanto cuspe da senhora. O velho só fechava os olhos, a cara cheia de prazer, enquanto a senhora devorava ansiosamente o pau dele. O velho só exclamava:
- Ahgg, ahh, sim, chupa tudo, ahh!
- Ahh, ahh, assim, assim, chupa tudo, dona Cláudia, aaahhh!!!
- Ahhh, chupa essa pica, puta, ahhh!
Eu não sei como consegui ficar observando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava ir embora. Fiquei de boca aberta, surpresa e ao mesmo tempo um pouco excitada com o que meus olhos viam. Devem ter sido uns 7 minutos que fiquei ali vendo aquela senhora... até que de repente vi a convulsão do velho e ele disse:
- Já vou gozar, dona Cláudia, abre a boquinha pra provar meu leite!
Ele tirou o pauzão da boca da senhora e começou a se masturbar. A senhora só ficou de boca aberta esperando a descarga. De repente, começaram a sair os jatos de porra do pau do velho, e ele acertou na boca dela e na cara toda. A senhora só colocava a língua pra fora pra lamber o leite que tinha ficado perto da boca. Depois disso... ter baixado tudo, o velho pegou o pau dele e começou a passar na cara da senhora e a dar tapinhas nas bochechas e nos lábios dela com a rola. A senhora só ficava colocando a língua pra fora, tentando alcançar aquele pedaço de carne. Tudo aquilo que eu tava vendo, em outro momento teria achado nojento e obsceno, e naquele momento eu achava sim, mas também tava me excitando, não sei por quê, descobria algo novo em mim. Na hora o velho falou:
- Já, putinha, ficou bem banhadinha de porra. Agora limpa bem pra da próxima vez eu te dar mais porra!!!
Nisso a senhora começou a limpar com a língua aquele pau enorme, e o cara, quando fez a cara de prazer pra cima, olhou pra janelinha. Eu, rapidamente, como um impulso, reagi pra sair dali. Não sei se ele me reconheceria. Quando eu ia saindo do local, um senhor, que achei que era amigo dele, me disse:
- Procura o seu Lucas, mocinha.
Eu só consegui falar:
- Hã, sim, mas acho que não tá.
O velho me olhou estranho e só respondeu:
- É, talvez tenha saído ou deve estar fazendo algum trabalho aí dentro. Não apareceu na janela.
- Não, claro que não. Só bati umas vezes, mas acho que já vou. Volto mais tarde.
Respondi e fui andando, peguei um táxi rápido. Já no táxi, ainda me sentia excitada com o que tinha acabado de presenciar há alguns instantes. Na minha mente, só lembrava daquela imagem da senhora chupando aquele instrumento enorme, e também preocupada, porque pensava que o seu Lucas agora eu já sabia o nome dele. Talvez ele tivesse me visto espiando eles e talvez tivesse me reconhecido. Se fosse assim, o que ele pensaria de mim? Que como eu pude ficar vendo aquelas coisas? Talvez pensasse que eu tinha gostado de ficar observando aquela cena bem obscena. Cheguei na casa da minha mãe, e até ela percebeu meu estado de nervosismo. Me perguntou o que tinha acontecido. Só falei: "Nada, mãe, é que vim um pouco agitada. Fiquei um tempo lá até umas seis da tarde, depois de pegar as coisas que fui buscar. Peguei outro táxi pra voltar pra casa e, de novo, na solidão do carro, imaginei aquela cena. De novo, veio aquela descarga de excitação em mim. Eu sabia que não era certo sentir aquilo, queria esquecer. Quando tava chegando, lembrei que o seu Lucas tinha me descoberto. Ainda tinha esperança de que ele não tivesse me reconhecido direito e não soubesse que era eu que tava observando. Desci do táxi e, sim, lá estava o bar aberto e, do lado de fora, o seu Lucas, dessa vez sozinho. Meu coração tava disparado porque eu teria que passar perto dali. Imaginei que ele talvez dissesse algo por eu ter espionado ele e a amante dele, mas não quis virar pra olhar. Só caminhei. Quando virei pra olhar pra lá, ele tava sentado, me encarando. De repente, ele sorriu, com um sorriso bem debochado. Com aquilo e o olhar dele, percebi que ele já sabia que era eu que tinha ficado observando. Desviei o olhar e continuei andando. Entrei nos prédios e, rápido, me enfiei em casa. Tava meio assustada, pensando o que aquele velho ia achar de mim, que eu tava lá vendo eles. Não quis pensar mais nisso e fui tomar um banho. Quando saí do chuveiro, sozinha, não consegui evitar que aquelas lembranças da senhora toda banhada de porra daquele velho voltassem. E, de novo, aquela descarga de excitação. Não sei o que tava acontecendo comigo. Mais tarde, umas 10 da noite, o Paulo chegou do trabalho. Recebi ele com a comida, a gente conversou um pouco. Naquele dia, o Paulo não me comeu, então fomos dormir.
Eram umas 5 da manhã quando acordei de repente, na cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada. É que eu tava sonhando o que nunca imaginei que sonharia. Sonhei que tava na cama com o seu Lucas e que começava a chupar o pau dele. Ele só me deixava de fio dental, eu comendo o pau dele e falando um monte de putaria.
— Chupa essa pica, putinha. Sabia que você gostava do meu pau, por isso tava me espionando.
— Agora é todo seu, come ele.
Eu, eu tava adorando chupar aquele pedaço de pau.
Levantei da cama e fui. Fui pra cozinha pegar um pouco d'água. Fiquei lá um tempão lembrando daquele sonho — como era possível que eu estivesse desejando, sonhando em estar no lugar daquela senhora chupando a pica daquele cara sujo que tinha me assustado tanto? Como eu pude sonhar com aquilo? Tava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me senti confusa, não sei o que tá rolando comigo. Como eu teria sonhado com algo que me parecia nojento, mas que agora já não era mais tanto? Porque me excitou e me molhou.
Quando amanheceu, Paul foi pro trabalho e eu fiquei em casa de novo sozinha. Assim foram passando os dias, tentei não sair tanto, tava com medo de trombar com aquele velho e sentir o olhar dele de novo. Os dias foram passando, continuei feliz com Paul, ele me comia do mesmo jeito. Fui esquecendo um pouco o que tinha acontecido uns dias antes. Uma semana depois, era segunda-feira, tinha que ir no supermercado comprar a despensa. Então tomei banho e depilei bem meus pelinhos pubianos, já que naquele dia ia usar uma calcinha fio-dental bem pequena, não queria que ficasse feio. Me sentia feliz e contente. Como sempre, sexy. Coloquei um sutiã de renda branca e uma fio-dental branca, porque naquele dia ia vestir uma calça de lycra branca e a calcinha ia marcar, então optei por uma fio-dental e um top preto. Tava muito gostosa. Me olhei no espelho e me via muito bem. Saí, ainda com um medinho de encontrar seu Lucas lá fora no mercadinho dele. Por sorte, eram 10 da manhã e tava fechado. Peguei um táxi, fui no supermercado. Lá, vários homens ficaram me encarando, como sempre, por causa da minha bunda empinada. Não me incomodava, porque eles olhavam com um pouco de discrição. Fiz minhas compras, voltei umas 12h. Dessa vez, o mercadinho do seu Lucas tava aberto, mas não vi ele. Passei rápido. Quando cheguei em casa e fui abrir, que burra, não achei minhas chaves. Tinha perdido. E agora? Meu marido não tinha chave, eram as únicas. E eu com a compra, tinha que guardar tudo. Irritada comigo mesma pelo descuido, fiquei pensando no que fazer, teria que procurar um... serralheiro e lembrei do seu Lucas, ele era o único serralheiro perto. Pensei no que tinha acontecido antes, não queria ir até aquele senhor, mas outro mais longe cobraria mais caro e talvez não quisesse vir até aqui. Criei coragem e fui pedir pra uma vizinha fazer as compras enquanto eu ia buscar o serralheiro. Contei meu problema pra ela e, como boa vizinha, aceitou.
Ao sair do apartamento dela, comecei a ficar nervosa e meu coração disparou, porque dessa vez teria que encarar aquele velho e falar com ele. As lembranças voltaram, tudo veio à minha mente, meu sonho, eu estava nervosa e com medo. Caminhei até lá fora e cheguei ao local. Lá estava ele, se surpreendeu ao me ver chegar. E eu disse:
- Oi, boa tarde.
- Boa tarde, senhorita, o que deseja?
- Senhora, por favor - respondi, ainda nervosa, falando - é que perdi as chaves do apartamento, o senhor poderia ir abrir?
- Claro que sim, senhora, pra isso estamos aqui.
Nisso, seu Lucas se levantou e me disse pra esperar enquanto fechava a cortina do local e saiu com a caixa de ferramentas. Quando me viu lá fora, pude perceber como ele me devorava com os olhos, estava olhando minha bunda com pouca discrição, um olhar de tesão eu via nele. Andei mais rápido ao subir as escadas, ele, safado, ficou um pouco atrás de mim e imaginei que vinha observando minha bunda e, com certeza, como minha calcinha fio-dental minúscula marcava, ele estava curtindo. Comecei a sentir uma pequena excitação ao imaginar isso, mas pensei em outras coisas, não queria pensar mais nisso. Chegamos em casa, ele pegou a ferramenta e demorou uns 5 minutos pra abrir.
- Pronto, senhora, bem aberta - e sorriu.
Entrei, pensei "puta merda".
- Tá bom, quanto vai ser, senhor? Quero que faça duas cópias da chave.
- Me chamo Lucas, senhora - e você, sorrindo, me disse. Eu não queria responder, mas pensei que ia ficar feio não falar meu nome, então disse que me chamava Pamela.
- As chaves tenho que fazer no local, vou fazer e já volto. vai daqui a uns 30 minutos buscar ela e aí eu digo quanto é
- eu, sem dizer mais nada, respondi que estava bem
- ok, senhora pamela, espero a senhora lá e ela foi embora
fui pegar as coisas da despensa e já arrumei tudo em casa, então os 30 minutos passaram rápido e lembrei que teria que ir buscar as chaves. não consegui me trocar, então fui. quando cheguei no local, estava fechado e pensei que ele não estaria lá, fiquei irritada porque ele tinha dito que estaria naquele horário. então bati na cortina duas vezes e chamei de seu lucas
estava quase indo embora, e isso teria sido o melhor que eu poderia ter feito, quando a portinhola da cortina se abriu e lá estava o velho de short e uma camiseta branca, parecia que estava comendo. ele disse
- entra, pamela, é que fechei porque estou comendo e não gosto que me perturbem quando como, mas já tenho suas chaves prontas
eu não queria entrar, meu coração começou a disparar ao entrar no local onde tinha visto aquela cena, mas entrei. tinha um cheiro estranho, como de bebida e sexo, eu estava um pouco nervosa, assustada e excitada ao mesmo tempo por estar sozinha com aquele velho safado e feio. ele deixou a porta aberta, isso me acalmou e me deu um pouco de segurança. andei um pouco e ele começou a procurar numa gaveta, eu imaginei que fossem as chaves. quebrando o silêncio, ele disse
- e aí, pamela, o que achou de dona claudia chupando minha pica? gostou, por isso ficou olhando de boca aberta?
eu fiquei paralisada, meu coração começou a bater mais forte, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela acusação, fiquei muda
- o que foi? não vai dizer nada ou vai negar que não gostaria de ter sido você chupando meu pau?
eu continuava muda, mas rapidamente parei com aquelas acusações com uma voz firme
- você é louco, seu velho careca? não sei do que está falando, me dá minhas chaves e me diz quanto é para eu ir embora, seu careca
ele se aproximou com as chaves e, no momento em que estendeu a mão e eu ia pegar as chaves, ele segurou meu pulso e Me joguei pra frente, surpresa, não consegui resistir a alguma força naquele movimento. Rapidamente, me sentindo perto dele, tentei escapar dos braços enormes dele, mas foi inútil, ele tinha muita força.
— Solta, seu velho nojento, vou gritar — falei, mas naquele exato momento
senti os braços dele envolverem minha cintura e descerem até minhas nádegas. Ele agarrou cada uma com uma mão e apertou com força. Naquela hora, senti uma descarga de êxtase dentro de mim. Uma parte de mim já estava excitada com aquele aperto forte na bunda, mas outra parte ainda se recusava a estar naquela situação, porque eu era uma mulher casada, amava meu marido. Como eu podia trair o Paul? Então falei:
— Me solta, seu Lucas, por favor, sou uma mulher casada. Me larga!!!
O velho só respondeu:
— Isso não importa, mamãe. Você é muito gostosa e eu vou te comer. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, igual a dona Cláudia pede aos berros. Vou fazer em você o que o inútil do seu marido não faz.

despues de decir eso don lucas asintio su cabeza sobre mis pechos y en un movimiento fugas sometiendome mordio levemente uno de ellos de mis labios solo salio un pequeño gemido AAHhh¡¡
pues nunca nadie me habia hecho una cosa asi todo en ese momento se junto y fue una descarga de extasis que ya no pude contener estaba ya completamente exitada todo se habia acumulado mi sueño aquella escena de don lucas con su amante y esa situacion en la que estaba mi sueño estaba punto de volverese ralidad , don lucas solo me dijo
- te gusta mamita sabia que te iva a gustar
yo cerre los ojos y don lucas como un perro hambriento mordia levemente y succionaba mis pechos por encima de mi top mientras su manos masajeaban ritmicamente mi par de nalgas a la vez jalaban por encima de mi pantalon mi pequeña tanga , yo estaba gozando aquella tremenda manoseada que me estaba dando aquel viejo feo y gordo no podia creer como podia yo estar ahi asi y ademas gustandome , de pronto senti como don lucas aparto su boca de mis pechos y en un movimiento de manos senti como subio mi top dejandome en brasiere y nuevamente volvio hacia mis pechos lamiendo y mordiendolos ahora con un poco mas fuerza yo solo pegaba pequeños gemiditos como ahhh ahhh ahh , siguiente de eso don lucas empezo a conducirme asi como estabamos a una pequeña mesita donde hace sus llaves me recargo ahi y siguio con su trabajo de pronto senti como sus manos se apartaron de mis nalgas y las llevo donde estaba el boton de mi pantalon yo como un reflejo de la poca dignidad y rechazo que me quedaba detuve sus manos , pero el mordio subitamente mi pecho y me hizo hacer mi manos hacia atras recargandome en la mesa y pegando un gemido ahora su manos habia subido hacia mis pechos y levanto mi brasiere quedando mis tetas al aire libre
- que bonitas tetas tienes pamela las voy a saborear como nunca te lo han hecho
si supiera don lucas que mi marido nunca me habia mordido mi tetas y mucho menos chupado
yo estaba exitadisima agarro con sus manos mis tetas y chupaba y lenguteaba mis tetas yo sentia estar gozando al maximo con esa situacion , lo observaba como locamente no paraba de chupar mis pechos yo estaba recarda en la mesa voltee hacia arriva disfrutando gemiendo de pronto don lucas se aparto de mis pechos y vi como se bajo y esta vez si desabrocho mi pantalon y lo bajo yo ya no opuse resistencia lo bajo completamente y levanto cada una de mis piernas y lo quito completamente quedando yo solo en tanga y con mi brasiere y mi top levantados semidesnuda , don lucas al ver mi pequeña prenda
- guooa pamela si que eres una caliente mira que hermosa tanguita traes
se acerco hacia mi vagina y le pego un beso por encima de la tanga que fue que yo me prendiera aun mas , despues de eso se levanto y me dijo
- espere señora dejeme poner su pantalon en un lado que no se vaya a ensuciar y tambien cerrare la puerta pues no me gusta que me vean cuando me como algo y sonrio
yo no conteste solo me quede ahi recargada parada viendolo tan solo con una tanga y mi brasieere levantado esperandolo para que me siguiera gozando ya no habia vuelta atras yo estaba exitada caliente y seguramente don lucas me iva a coger y hacer lo que el quiziera conmigo en su local como a doña claudia y quizas otras mas señoras , pero ahora tenia a una recien casada de 23 años de buen cuerpo quizas todas sus amantes eran viejas y gordas pero ahora era todo lo contrario ahora iva a gozar un cuerpo joven .
Don lucas cerro y regreso me miro a los ojos y me dijo
- ahora si mami preparate a gozar como nunca te voy a clavar como nunca vas a pedir mas lo tendre bien parado que no podras resistir tocarlo y chuparlo , lo cabalgaras como una vaquerita en brama
yo solo lo mire pero no dije nada bajo hacia mi vagina he hizo a un lado mi tanga
- mmm esta bien depiladita parece que imaginaste que alguien te iva a chupar tu triangulito hoy verdad
no don lucas yo no soy lo que usted cree nadie me ha chupado ahi
- mmm entonces tu esposo es un estupido como puede desperdiciar este banqute pero ahora te la voy a estrenar te hare una chupada para que no la olvides nunca
empezo a succionar y a meter su lengua en mi vagina , yo gemia y con mis manos tome su cabeza y lo empejaba para que siguiera chupando mas
- ahha ahhh ahhgg ayyyy esos gemidos salian de mi garganta estuvo asi haciendome disfrutar como unos 10 minutos chupaba mis jugos seguia lamiendo
- haa que rica sabes pamela hueles bien rico
enseguida se aparto de mi y desabrocho su short se lo quito y solo quedo en una especie de truza aguada , yo voltee a ver hacia abajo y vi como algo enorme queriendo salir se hacerco a mi y me empezo a chupar nuevamente mis pechos y con las manos saco mi top y mi brasiere completamente los tiro a un lado en la mesa chupaba mis pezones parados y al estar junto pude sentir el enorme miembro en pequeños vaivenes me lo restregaba a la altura de mi vagina por encima de la tanga yo gozaba y empeze a menear mis caderas estuvimos asi un rato se aparto de mi y se bajo la truza ante mi aparecio una enorme verga de unos 20 cm gorda y con una cabeza brillante debido al liquido preseminal que habia arrojado me miro y me dijo al verla me exite mas imagine aquella escena pero ahora yo chupandola
- andale mami ahora haras lo que vizte haciendo a doña clau te gusto mucho no? ahora lo vas chupar como una perrita hambrienta que eres
me dio un poco de asco hacer eso asi que me negue
- no don lucas yo nunca he chupado uno no quiero
vas a querer mami tomo mi mano la puso en su miembro , estaba caliente me empezo a dirigir mi mando hacia arriva hacia abajo , yo solo miraba como mi mano ahi pegada en esa verga que no era la de mi esposo , tomo mis hombros y los hizo hacia abajo yo sin resistencia me arrodille como el queria ya mi mano por si solo subia y baja de aquella barra estaba justo enfrente de aquel miembro me dio su olor muy fuerte aun ahi me dio un poco de asco pero mi exitancion era mayor la situacion era muy morbosa y bastante obcena que nunca habria yo podido imaginar hacer , asi que abri mi boca y empeze a chuparsela el sabor en ese momento estando exitada no me desagrado asi que empeze a chupar fuertemente ese pedazo de carne no cabia en mi boca asi que no me lo metia todo de mi salio pasar mi lengua por la cabeza de su verga fue algo que dio mucho placer a don lucas ya que voltee a verlo y tenia un rostro de placer y dijo
- aprendes rapido putita que bien lo chupas y dices que no sabias sigue chupandomela asi
- asi mamita ahhh ahgg mas rapido putita
acariciaba mi cabeza y el dirigia mis movimiento mas rapidos el solo gemia y yo estaba chupando lamiendo succionando esa verga que diria mi esposo si me hubiese vizto ahi arodillada solo en tanga mamandole la verga aquel viejo dandole placer con mi boca algo que con el nunca habia hecho en ese momento senti un orgamos pues esa verga me estaba dando el placer que nunca habia imaginado asi que pare de chupar , don lucas se dio cuenta y me levanto , me agarro de mi cintura y me volteo hacia la mesa de espaldas a el me hizo ponerme empinada sosteniendome yo de la mesa y el atras mio
- que prescioso culo tienes pamela blanquito redondito y paradito te tengo que decir que nunca he clavado uno asi asi que le voy a dar a tu culito una buena dosis de verga
y es que el contrase de verga morena con mis nalgas blancas era exitante para el , agarro con su verga parada y me empezo a dar pequeños golpes en mis nalgas y con la otra mano jalando mi tanga hacia arriba , yo empeze a menear mi culo en circulos levemente pero notable , parecio que le gusto pues me empezo a golpear un poco mas fuerte en las nalgas con su verga y yo hechando mi culo hacia atras tratando de buscar su verga ansiosamente entonces salieron de mi unas palabras que nunca habria imaginado
- yaa¿¡¡ cojame don lucas por favor , claveme esa verga quiero sentirla adentro voltee a verlo y lo vi hacer una mueca de triunfo y de sastisfaccion pues habia logrado lo que desde el principio habia dicho que yo le pidiera mas me tenia exitada en su local empinada con una diminuta tanga y con mi culo bien paradito , mostrandolo, que espectaculo estaba obervando don lucas teniendome asi una imagen del contrase de nuestros cuerpos y nuestras pieles seguramente muy exitante para el y para mi tambien
- sabia que ivas a pedir verga putita claro que te voy a clavar solo que deja disfrutar de tu culo un poco mas
senti como se arrodillo y senti sus manos callosas que se deslizaban por mis nalgas cuansodame gran exitacion senti su boca pegando pequeños mordiscos en mis nalgas y pasando su lengua por todas ellas yo pare mi cola muy exitada sintiendo mucho placer estuvo asi como 10 minutos yo estaba ansiosa de que me la metiera dejo de hacer eso y se paro
- espere pamela voy por un condon los tengo aqui en un cajon por que siempre aqui me cojo a las señoras hambrientas de verga como tu y es que no quiero engendrar un hijo ya tengo varios regados por ahi jajaja solto una risa y yo me quede ahi estatica empinada con tan solo una diminuta tanga con un hombre que apenas ese dia habia cruzado palabra con el y ya estaba apunto de cogerme voltee aberlo y vi como abria el el condon y se lo coloca en su verga el condon apenas le cabia estaba bien parado se acerco yo pare mi culo y solo le dije
- despacio don lucas me va a doler¡¡
- no te preocupes pamela todo te va a entrar tu solo para bien el culo y disfrutalo
con sus manos jalos de los tirantes de mi tanga y los bajos a medio muslo ,
- guao que culote tienes pamela¡¡ esta bien rico paralo mas putita¡¡¡
me dio una pequeña nalgada que imagen pense que diria paul se me viera asi don lucas estaba apunto de violar mis castidad y mi fidelidad estaba apunto de convertirme por primera vez en infiel y con un viejo como don lucas senti como la punta de su verga estaba en la entrada de mi vagina empezando abrirse paso yo me quede estatica esperando que el hiziera todo , asi que poco a poco fue metiendo su miembro dentro de mi vagina
- haa que apretadita esta pamela se ve que su marido la tiene muy chiquita que rico me lo aprieta AHHH solo falta un poco mas para que te la clave toda
- yo empeze a sentir riquisimo y a gemir dar pequeños grititos empeze a moverme hasta que senti de golpe su verga senti como me partia pero me gustaba una mezcla entre placer y dolor
- AHHH don lucas la tiene muy grande
- ya putita te la comiste toda estas bien rica
http://img.hotjpg.pl/2011-07/dc22bd0cea203ed792a93b56b97d00fc.jpg
voltee a ver hacia abajo mi tanga ya estaba en el suelo pues yo ya estaba abierta me la dejo ahi un rato esperando que mi vagina se acoplara aquella enorme verga en ese momento voltee hacia atras y vi como me tenia don lucas totalmente expuesta para el , despues me tomo por las caderas y empezo a culearme lentamente yo lo acompañaba con los movimientos
- ahh muevete mas pamela
ahi estaba aquel viejo feo gordo cueleandome disfrutanme y yo disfrutando como una loca gemiendo
- ahha mas don lucas ahhh ahhh asi cueleeme deme mas recio
- ahhh me vuelve loca su vergaaa mas mas mas mas
--ohhh don lucas mi esposo no me ha culeado como usted asii asiii oohh ohhh
don lucas empezo el vaiven mas rapido y con mas fuerza y yo tambien aumentando la culeada pare mi culo para que lo pudiera agarrar bien don lucas , en eso don lucas paro sus movimientos agarro mis nalgas y empezo a moverla ritmicamente hacia su verga y yo clavandome solita voltee a ver y vi los ojos de don lucas clavados en mi culo seguramente estaba observando como su verga entraba y salia rapidamente de mi vagina
- oohh pamela que rico te lo comes ohh ahha eso putita asi
- clavate tu solita como la perra que eres ahhh que rico coges nadie mueve el culo como tu ahhh
asi estuvimos cerca de 20 minutos culeando con ganas el local estab lleno de gemidos y los ruidos que provocaban los golpes de mis nalgas en su vientre en un movimiento con su brazos tomo los mios y los jalo hacia atras y asi en esa pose quizas la mas exitante que podria yo imaginar
- ahhh que bonita te vez asiiiii disfrutandooloo como una putita
yo me quede asi y el ahora era el que me culeaba tenia mucha fuerza metia y sacaba su verga de mi vagina de una manera increible yo solo gemia
- ahh ahh ahh mass mass mass don lucasss haa haa haaa me partee¡¡ haah ohhh ahhh¡¡¡
de pronto mi cuerpo se convulciono y tuve el orgasmo mas rico de toda mi vida - ahhhhh solo salio de mi garganta ese gemido y cesaron sus movimientos don lucas se dio cuenta de eso senti como saco su verga de mi vagina yo estaba perdida recuperandome del orgasmo cuando empeze a sentir otra vez golpes en mis nalgas productos de su verga ya sin condon
-- te gusto putita
- si don lucas respondi mucho nadie me habia culeado como usted
- ya vez putita te dije que te iva gustar y pedirias mas pero ahora te toca tomarte esta leche que esta guardada para ti
asi que me jalo hacia enfrente de el he hizo que me bajara su verga aun parada igual parecia no cansarse , la tome con una mano y la empeze a chupar
- mas rapido putita mas rapido hazme saber que quieres mi leche
yo empeze la chupada mas recia y rapida
-- ohh ohhh asi perra asiii ahhhhh mas rapido
mis mejillas ya me dolian de estar chupando ese miembro tan grande y rapidamente hasta que senti el cuerpo del viejo convulcionarse y decir
- me vengo putita abre tu boquita yaaaaa ahhhhh¡¡¡
tirei o pau dele e abri minha boca esperando o sêmen dele, começaram os tiros de porra, fechei os olhos e senti os jatos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca, estava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli, tinha gostado que ele fizesse aquilo comigo, que me tratasse como uma puta, fazendo coisas que com meu marido jamais faria - yaaa¡¡ ahhh agora sim, senhorita pamela, você foi bem comida e banhada de porra como você queria, hahaha
eu só olhei pra ele com um pouco de pena, porque o velho tinha razão, era isso que eu queria desde aquele dia, que ele me comesse e me banhasse de porra, me sentia completa
- hahaha você tá bonitinha com a cara cheia de porra, olha lá no fundo tem um lavatório, pode se lavar um pouco enquanto eu faço uma terceira chave, tá bom? ele perguntou
- eu sabia o que ele queria dizer com essa terceira chave, e só falei
- sim, tá bom seu lucas, faça uma chave pra me visitar quando quiser
e assim, nua, andei até o lavatório pra me enxaguar
- que gostosa você tá peladinha, pamela, gosto da sua bunda e dos seus peitos bem empinados, parece mentira que acabei de te comer, você me deixou seco, hahaha
e sim, o velho tinha razão, parecia mentira como eu, uma recém-casada, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um velho feio, gordo e sujo que só queria me foder e tinha conseguido, enquanto eu me lavava, ouvi ele fazendo a outra chave, sabia que isso não ia terminar naquele momento e ele sabia que tinha conseguido uma nova puta, talvez a melhor de todas que ele tinha pra comer quando quisesse, e sabia que eu não ia negar, porque tinha gozado pra caralho naquela foda, quando voltei, ele tinha na mão minha calcinha fio dental
- quero que você me deixe sua calcinha de lembrança dessa foda que acabei de te dar, é a menor que já vi
ele sorriu
- não, seu lucas, como é que eu vou pra casa?, falei
- não se preocupa, puta, sua casa é perto, ninguém vai notar que você não tá usando ela
eu aceitei sem Negar, mas eu deixaria minha pequena peça como sinal de triunfo pra ele.
- Tá bom, seu Lucas, pode ficar com ela. Dei um sorrisinho.
- Isso aí, assim que eu gosto, putinha. Obedecendo direitinho.
Comecei a me vestir sem a calcinha fio dental, me sentindo meio estranha. E seu Lucas gostou, porque me deu um tapinha na bunda e falou:
- Que gostosa você tá. Sorriu.
- São 100 reais, mocinha. Riu das chaves. Não vou te cobrar a foda. Sorriu de novo.
Eu fiquei surpresa, pensei que não ia me cobrar, mas não falei nada e paguei. Quando tava saindo do local, ele disse:
- Bom, de agora em diante você vai ser minha putinha. E em breve vou te fazer uma visita, vamos nos divertir muito.
- Sim, seu Lucas, vou esperar ansiosa. Respondi sem nenhum pudor ou vergonha.
- Assim que eu gosto, putinha. Se mostrando pelo que você é. Sorrimos.
Quando saí do local, tava chegando aquele mesmo velho que me perguntou se eu procurava seu Lucas. Ele me olhou, e o olhar dele foi rapidamente pra minha entreperna. Eu imaginei o que ele tava vendo. O rosto dele mostrou um sorriso malicioso, com certeza imaginou que eu vinha de dentro, onde seu Lucas tinha me comido, e não tava errado.
- Boa tarde, mocinha. Agora achou seu Lucas?
Eu respondi meio sem jeito:
- Ah, sim.
- Vejo que ele te atendeu muito bem, como as outras clientes que vêm. Sorriu de novo.
Eu só falei:
- Sim. E desviei rápido, indo embora. Quando entrei no condomínio, olhei pra minha entreperna e vi como os lábios da minha buceta estavam marcados, porque a calça era de lycra e eu não tava mais usando a calcinha fio dental. Por isso aquele velho olhou direto pra baixo. Entrei rápido no meu apartamento, porque não queria que nenhum vizinho me visse daquele jeito, o que iam pensar de mim. Quando cheguei e fiquei sozinha em casa, bateu o remorso da minha primeira traição, e com um velho como seu Lucas. Eu tinha falhado com o Paul, e o pior de tudo é que tinha gostado. Chorei um pouco, mas depois fui tomar banho. Me sentia meio suja pelo que aconteceu, mas ao mesmo tempo feliz, satisfeita, e também uma putinha. , acho que eu gostava de me sentir assim. Saí do banho com uma toalha e me meti na cama pelada, era de tarde e capotei de vez, dormi profundamente. Me sentia feliz.
Acordei umas 8 da noite, faltava pouco pro Paul chegar e eu tava lá na cama pelada. Levantei, mas antes lembrei do que tinha rolado naquela tarde. Senti uma corrente de êxtase por dentro, imaginei o que me esperava depois. Don Lucas talvez pisasse na minha casa, entrasse pra me comer, só pra isso, e eu deixaria. Essa ideia me excitou. Me vesti e esperei o Paul. Depois de um tempo ele chegou. Enquanto jantávamos, ele me perguntou:
- A vizinha de cima me disse que você perdeu as chaves.
- Ah, sim, meu amor, no supermercado, quando fui fazer compras.
- E você foi com o velho da saída pra ele te abrir?
- Sim, ele abriu rápido.
- Dizem que esse velho é um tarado e depravado, que fica olhando todas as mulheres e falando obscenidades.
- Sim, meu amor, mas comigo ele foi educado.
- Ah, tá bom.
E continuamos jantando. Meu marido não imaginava que naquela tarde aquele velho tinha me dado uma fodida daquelas.
No dia seguinte, Paul e eu íamos sair pra dar uma volta, porque era domingo. Quando saímos, lá estavam a turma dos bêbados, e entre eles Don Lucas. Eles nos viram. Enquanto esperávamos o táxi, Paul me mandou comprar uns cigarros na loja. Então fui. Quando cheguei na loja, alguém veio atrás de mim. Era Don Lucas, que se aproximou, apertou minha bunda e falou baixinho:
- Amanhã vou estrear a terceira chave. Não tenho camisinha, se prepara. Vou chegar cedo. Coloca algo aconchegante pro seu convidado.
E sorriu com luxúria.
Eu só olhei pra ele e falei bem baixinho:
- Sim, Don Lucas.
Me entregaram os cigarros e saí da loja. Cheguei onde meu marido estava. Quando estávamos quase entrando no táxi, olhei pra trás, pro local. Don Lucas estava lá, segurando minha calcinha fio dental num dos dedos, e os outros dedos apontando pra onde eu estava, rindo...
(continua)
1 comentários - Amante del Cerrajero