Encontro às cegas (coroa morena, piroca boa)

Ela sabia dos meus desejos de me encontrar e ver ela.
Saber como era. E se rolasse a química, arriscar e ver se a gente conseguia um sexo bom.
Talvez minhas expectativas fossem altas demais.
Mesmo assim, minhas ilusões sobre o encontro às cegas não eram grandes.
No chat, todo mundo é bonito, musculoso, com pernas longas, braços torneados e paus de 22 cm.
Mas na hora do encontro, isso cai por terra.
A verdade é que nunca tentei, mas agora, depois de muito remar e conseguir quesenhora morenase ela topasse um encontro num hotel, eu não ia frescar.
Sei que não sou um cara impressionante. Corpo normal, meio atlético porque sempre gostei de me cuidar. Não sou alto, 1,72, e minhas qualidades como homem são mais de um lutador.

Ela se descreveu como uma garota normal, sem peitões, mas firmes. Pernas longas e finas. 1,75 de altura, uma boa bunda e disposição pra tudo...
Essa parte do "tudo" foi o que me convenceu...

Mas eu não tava botando fé nesse encontro.

Quando cruzei a porta do quarto 12, senti um cheiro inebriante de perfume de mulher.

Ela tava lá, no pé da janela. Só dava pra ver a silhueta e uma longa cabeleira ruiva. A peruca era um disfarce foda e uma forma de me excitar ainda mais. Cheguei perto e acariciei o ombro dela, que tava descoberto. Beijei o pescoço dela, e ela gemeu baixinho.

Ela pegou minhas mãos e as beijou. Me guiou até a cama grande e me deitou nela. Tirou minha calça e meu pau pulou igual mola. Ela sorriu, pegou ele com toda a dedicação e começou a mexer...

Senti um puta prazer, ainda mais quando ela acendeu uma luz fraca.

A morena era exatamente como se descreveu. Os peitos dela estavam firmes e bem perto da minha boca.

Chupei eles de leve, enquanto ela esfregava a mão na própria buceta. Os bicos dela eram uma delícia. Mordi eles com cuidado, e ela ronronou que nem uma gata.

Ela desceu até meu pau duro e meteu ele sem rodeios na boca dela... chupou com gosto... molhava ele de saliva, batia uma com a mão e depois chupava com dedicação...

A saliva escorria pelo tronco do pau, depois pelas bolas. Finalmente, pela fenda da minha bunda... ela sugava ainda mais...

Aí ela abriu minhas nádegas e enfiou dois dedos no meu cu.

Não esperava por isso, mas não me incomodou.

Senti como ela tava buscando me dar o prazer que ela mesma desejava.

Começou a mexer aqueles dedos mágicos lá dentro... senti como se tivesse me rasgando, e amei.

Meu pau ficou com uma ereção descomunal... Salta em cima de mim e sobe rapidinho no meu pau.
Entro na buceta molhada dela sem nenhum problema...
Ela chupava os próprios dedos que usou pra me penetrar. E começou um movimento oscilante, enlouquecedor...
Me beijou, mordeu meus lábios. Cavalgava com muita dedicação e com gosto. Eu separei as nádegas dela e com dois dedos da minha mão direita entrei no lindo buraquinho dela atrás... peguei ela no cu com esses dedos trabalhadores e esforçados enquanto ela me pegava.
Ela colocou os peitos na minha boca e gemia a cada chupada.
Minha barriga sentia o fervor da buceta dela... ela estava se contorcendo e soltava gritos a cada investida dos meus dedos no cu dela.
— Vou tirar seu leite agora... depois vamos pra outras coisinhas, meu Adriano — disse a morena...
e começou a mexer a buceta molhada freneticamente. Eu não aguentava mais.
Tirei minhas mãos do cu dela e agarrei os peitos dela enquanto ela buscava meu orgasmo.
— Me espera — disse a morena — já tô quase gozando — e buscou movimentos novos. Eu tentava atrasar ao máximo meu vulcão prestes a explodir. Era uma tarefa difícil, ver ela montando em mim daquele jeito. Os olhos levemente fechados, sentir o batucada molhada da buceta dela e meu pau entrando e saindo. Sentir o cheiro do cu dela nos meus dedos... tudo era uma conjunção linda.
De repente a mulher gritou — siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii — e depois — goza... goza... me enche de leite agora — e depois de se sacudir e tremer, acelerou os movimentos e meu pau explodiu em esperma que encheu ela por completo.
Caiu em cima de mim e senti ela morna, agitada, respirando com dificuldade... sorriu pra mim. Me beijou. — 10 minutos — disse — e vou foder teu cu.
Vamos ver então como foi essa nova proposta...

5 comentários - Encontro às cegas (coroa morena, piroca boa)

Disculpe la poca delicadeza, pero... ¡¡¡qué ganas de cabalgar un buen garrote mientras dos dedos se me hunden en el culo!!!

Super hot tu relato! Gracias por compartir.

Besos.