A Veterana, a Festa Parte 2

Amigos, agradeço todos os comentários que recebi. Peço desculpas porque uns rolês pessoais e do trampo me atrasaram na publicação, aqui vão as partes que faltam da história. Aproveitem.Em poucos minutos, a noiva voltou com as amigas que tinham tocado a campainha. Passaram pela cozinha pra se trocar. Me cumprimentaram, respondi todo formal e aproveitei pra dar uma olhada nelas, meio de lado, me fazendo de besta. Eram 5 no total. Duas eram mais ou menos, umas 7 de nota, as outras 3, sensacionais, muito patricinhas, igual a homenageada, e bem putinhas, mas o melhor era que dessas 3, duas eram gemeas... - "Puta que pariu", pensei, "isso vai ser foda de aguentar, 7 gostosas de biquíni, uma mais piranha que a outra, e com bastante álcool na cabeça... a situação prometia."

Eu já tinha tudo pronto, perguntei pra Ana sobre o garçom, mas ela disse que eu ia ter que servir elas mesmo, que não vinha mais ninguém. Melhor, pensei, assim posso dar uma olhada na bunda dessas vadias de pertinho. Daqui a pouco as gostosas apareceram, gritando e morrendo de rir, tinham colocado na noiva uma espécie de baby doll transparente e uma tiara, como se fosse uma fantasia de empregada daquelas que vendem em sex shop. As amigas vinham atrás dela, balançando no ar vários dildos de tamanhos e cores diferentes, tipo a espada do He-man. Todas de maiô, passaram correndo rumo ao parque, me dando tempo só de olhar a bunda da última, uma das gêmeas, que tinha um rabo de matar.

Deixei passar uns minutos e saí pro parque, estavam todas sentadas, incluindo a Anita, e continuavam zoando com os consolos, tirando fotos. Exatamente como eu tinha imaginado, o prêmio de melhor raba ficava com as gêmeas: morenas, quase da minha altura, com um corpo muito trabalhado (depois descobri que jogavam hóquei num clube bem famoso da cidade), peitos bons, mas era a bunda das duas que roubava a cena. Como já falei, tinha outra amiga, uma loirinha, que também era bem putinha, e as outras duas, não tão bonitas, mas a verdade é que nessa altura eu comia até um burro morto.

Me falaram que queriam começar com uns daiquiris, então fui pra cozinha. prepará-los. Enquanto eu tava nessa tarefa, a madura veio pegar umas comidas pra levar pro parque. Pegou um pacote de sanduíche de miga e chegou na bancada pra colocar nos pratos.
- As novinhas tão te esquentando? Ela cuspiu sem anestesia.
- Você que me esquenta, respondi.
- Não se faz de besta comigo, que eu te conheço bem, cara. Te aviso que umas já comentaram que você tava muito forte, entre elas minha sobrinha, e lembra que isso é uma despedida de solteira… ela piscou o olho e foi embora sem mais.
Que filha da puta, pensei, o que será que ela quis dizer? Que posso fazer alguma coisa, ou não?
Puta merda, tava entre a espada e a parede, único homem entre 6 novinhas quentes e soltas, e a Ana me enrolando com enigma. Tentei me concentrar no trampo, preparei os drinks e saí pro parque, deixei eles na mesa e entrei em casa.

A coisa continuou assim: a cada uns 10 minutos, eu saía e dava uma volta pra vigiar os outros… ah, desculpa, pra servir as mesas, preparava outra rodada de drinks e repunha comida se faltasse. Conforme o tempo passava e os drinks também, as novinhas iam ficando mais animadas, produto do álcool, os olhares insinuantes do começo iam se transformando em diretos e nada sutis, tanto a noiva quanto uma das amigas gêmeas me comiam com os olhos toda vez que eu saía.
A conversa entre elas ia subindo de volume e também de tom, já falavam aos gritos de pica, consolo, etc. Eu obviamente não saía do meu papel, por enquanto, e me fazendo de besta, não dava trela pro que diziam. Me limitava a servir só.

Depois de uns 40 minutos, eu tava na cozinha preparando outra rodada, quando ouvi gritos, risadas, e na sequência os mergulhos, as novinhas pularam na piscina e começaram a zoar. Não passaram nem 20 segundos, e a Ana entra na cozinha, me pega pela mão e me leva pro banheiro do térreo.
- Vai, cara, ela disse enquanto fechava a porta e na sequência baixava meu short. Sem dizer mais nada. Nada, ela começou a chupar meu pau com a maestria que já me acostumou. Com o tesão que tava, não demorei nem 15 segundos pra ficar duro. Ela engolia tudo até as bolas, tirava, chupava a cabeça e engolia de novo. Eu tava no limite, tentando segurar o máximo possível, enquanto Anita, com as mãos dela, acariciava minhas bolas e meu cu. Ela chupava como se fosse a primeira vez, ou a última. – Anda logo, boy, enche minha boca de porra, pediu, assim depois deixo você pegar as novinhas... Quando ouvi essa última frase, comecei a soltar a porra acumulada, que ela bebeu até a última gota igual um bezerro sedento. Continuou chupando até ficar roxinha, e engoliu cada gota. Levantou, ajeitou o cabelo e disse: Falei que queria essa porra acumulada pra mim, agora vai e se comporta como numa despedida de solteira, tem carta branca, mas não se cansa muito, papai, que depois é minha vez... Eu tava doido, tinha permissão, e um grupo de novinhas semi-bêbadas e super tesudas à disposição, alguma ia acabar nas minhas garras com certeza. Voltei pra cozinha depois da sessão de descarga e continuei com minhas coisas. Ana saiu pro quintal, as novinhas continuavam na piscina brincando. Saí e servi uma nova rodada de drinks, deixei os copos na mesa. Quando tava indo embora, a noiva me chama e pede pra eu chegar perto, me abaixei pra falar com ela e foi aí que a safada da Anita veio por trás e me empurrou na água, todo vestido como eu tava. As novinhas comemoraram a zoeira e na hora pularam em cima de mim pra brincar de "me afogar". Aproveitei a deixa e dei uns tapas "casuais" pra apalpar a mercadoria. Na hora fiz cara de sério e fui saindo, já em pé na borda da piscina, pingando, aproveitei pra olhar pra Ana, que me piscou o olho de um jeito cúmplice. Na sequência, ela disse, virando pra sobrinha: L... leva o rapaz pro quarto de hóspedes pra ele se trocar e Pega a roupa seca. A mina saiu, se enrolou numa toalha e foi pra dentro, eu fui atrás. Ela me levou pro fundo de um corredor, onde ficava o banheiro que, minutos antes, a Ana tinha engolido meu gozo. Entramos num quartinho com uma caminha e um guarda-roupa, a mina abriu ele e tirou uma camiseta e outro short, colocou na cama e falou: "Aqui, roupa seca." Cheguei perto pra pegar e ela se jogou em cima de mim. Nem pensei duas vezes e meti a boca na dela, dá pra ver que o álcool e o tesão tinham afetado ela, porque me beijava desesperada, enfiava a língua (e eu também) como se quisesse chegar no meu estômago. Eu, enquanto isso, não perdi tempo e comecei a apalpar descaradamente os peitos dela, os bicos responderam na hora, e a mina começou a gemer. Aí mesmo desci as mãos e, enquanto enfiava um dedo na pussy dela, bem molhada, com a outra eu passava a mão naquele butt divino que ela tinha. A namorada gemia cada vez mais forte, que nem uma tigresa no cio. Sem parar de mexer na pussy dela, me livrei do biquíni minúsculo que ela tava usando e joguei ela na cama, subi nela de 69 e comecei a chupar a pussy dela que nem um lobo faminto, enquanto ela chupava meu pau fervendo. Ela gozou na hora, mas eu continuei e arranquei mais dois orgasmos dela em menos de 5 minutos. Ela não chupava tão bem quanto a tia dela, mas não era nada mal, me fez gozar nos peitos dela e ela se esfregou no gozo. Vestiu o biquíni, me deu um beijo e saiu correndo pra piscina. Eu tirei uns 5 minutos pra me recuperar daquela transa, me troquei e voltei pro meu posto de trabalho...

CONTINUA...

6 comentários - A Veterana, a Festa Parte 2

pero que injusticia que aún seas novato, tus relatos estan tremendos!!! 🤤 😀