Olá, este é meu primeiro post, então vou tentar fazer direito e espero que vocês gostem.
Antes de mais nada, quero avisar que é 100% real 🙂
Meu nome é Diego e há 4 anos estou num relacionamento com uma garota chamada Lúcia. Eu tenho 22 anos e ela 18.
Lúcia foi criada entre mulheres, nunca conheceu o pai, que abandonou a mãe dela quando estava grávida, e tem uma irmã de 24 anos, Ana Maria. Por isso, sempre que eu estava na casa dela, tinha que conviver com 3 mulheres.
Minha relação com essa família sempre foi boa, principalmente pela atração que eu sentia pelas 3 pessoas daquela casa. Desde uns 8 meses de namoro, quando eu quero, durmo lá.
Lúcia dorme no mesmo quarto que a irmã, Ana Maria, que herdou o corpo da mãe: era meio baixinha, mas mais cheinha que a mãe, com uns peitos impressionantes e uma bunda espetacular que eu não cansava de olhar sempre que podia. Nenhuma das três tinha vergonha quando eu estava na casa, e em mais de uma ocasião eu as vi dormindo de calcinha ou simplesmente passando do quarto para o banheiro.
Um dia, minha Lúcia me convidou para jantar. Eu fui com a intenção de voltar para casa, já que não gostava de ficar quando a irmã estava, porque não ia poder curtir com minha namorada no quarto dela. Mas acabou ficando tarde e não quis voltar, então fiquei.
No outro dia, Lúcia acorda para ir trabalhar, mas me diz para continuar dormindo e ir embora quando quisesse. E foi o que fiz.
Ao acordar, começo a me vestir — sempre durmo de cueca —, levanto e vou pegar a calça que ficou em cima do móvel da cama, quando ouço alguém me dizer:
— Você tem pernas musculosas, nunca tinha notado.
Como já imaginam, era Ana, que estava na cama dela. Então respondo:
— Nada, meus colegas de time ganham de mim fácil (nunca fiquei satisfeito com minhas pernas).
E ela responde:
— Eu gosto.
Naquele momento, essas palavras não eram tão estranhas, já que sempre... tube confiança com ela, então resolvi continuar com o jogo
- Você também tem boas pernas, eu falo, eu realmente notei haha. E essa resposta foi o que me fez perder o controle.
- Eu não sou nenhuma idiota e sei que toda vez que viro de costas você olha minha bunda, talvez esteja procurando algo melhor que a da minha irmãzinha.
- O da sua irmã é bom, mas não é igual ao seu, se quiser a gente aproveita que ela não está, nós dois somos adultos e sabemos o que queremos.
Naquele momento, Ana se destapa e se levanta, e como eu imaginava, ela só estava usando um fio-dental e um sutiã que estava pequeno para aqueles peitos enormes. Me aproximo e começo a beijá-la com toda a minha vontade, no mesmo momento em que minhas mãos começam a percorrer todo o seu corpo, chegando até aquela bunda que por tanto tempo eu olhei e que agora estava prestes a ser minha.
Depois disso, ela me faz sentar na cama e começa a me dar o melhor boquete da minha vida, ela me chupou por uns cinco minutos de um jeito que nunca tinham feito, ela era uma expert, a vadia, mas eu não queria gozar ainda, então a tirei dizendo que agora era minha vez.
Primeiro, tiro aquele sutiã, deixando à mostra aqueles peitos enormes e naturais que parecem de silicone, e sem nojo começo a chupá-los enquanto ela solta gemidos de excitação e mostra que está gostando.
Apoio ela no guarda-roupa, olhando fixamente para sua bunda, e continuo chupando, mas desta vez é sua buceta, já toda molhada, algo que me excitava demais, e lambo de lá até sua bunda, de novo e de novo, até que sem avisar ela enche meu rosto todo de líquidos, algo que me excitou ainda mais, e na mesma posição aproximo meu pau, duro como uma pedra, até a entrada de sua buceta e com uma única investida enfio até desaparecer lá dentro, ela começa a gritar e gemer como uma louca, eu por trás bombeio de novo e de novo, cada vez com mais força, até que ela me avisa que vai gozar de novo e quando chega lá, solta o maior grito de todos, como um desabafo e Naquele momento, ela se prepara para chupar meu pau de novo, mas eu só tinha uma ideia na cabeça: meter naquele cu que tantas vezes me deixou de pau duro.
Coloco ela na cama de quatro e começo a chupar seu ânus, tentando deixar minha língua o mais dura possível e enchê-la de prazer. Pelos movimentos dela, percebo que está gostando, então decido enfiar meu dedo. Quando noto que ela está totalmente excitada e com o cu preparado para me dar uma grande recepção, aproximo minha cabeça dele e, numa investida, enfio a cabeça do pau, acompanhado por um grito de prazer que me confirma que preciso meter tudo.
Quando já está todo dentro, começo a meter e sacar com cada vez mais força, e o prazer que sinto naquele momento é algo indescritível, que muitos com certeza já sentiram. Ela me diz:
— Tava com vontade de me dar o cu, né?
— Sim, muita.
— Agora vai ter que fazer isso mais vezes, porque faz tempo que não tenho namorado e não gosto de transar com qualquer um.
— Não tenho problema nenhum, aliás, adoro — respondo com um ar de malícia.
Continuei metendo na bunda dela por mais alguns minutos, até sentir que não aguentava mais e enchi ela de porra, acompanhando tudo com um bom grito de prazer.
Depois disso, nós dois fomos tomar banho e, desde então, sempre que ficamos sozinhos, curtimos uma boa transa, haha.
Bom, como já disse, é meu primeiro post e espero as opiniões de vocês. Me deem uma nota se acharem que mereço.
Muito obrigado e espero ter mais histórias para contar.
Antes de mais nada, quero avisar que é 100% real 🙂
Meu nome é Diego e há 4 anos estou num relacionamento com uma garota chamada Lúcia. Eu tenho 22 anos e ela 18.
Lúcia foi criada entre mulheres, nunca conheceu o pai, que abandonou a mãe dela quando estava grávida, e tem uma irmã de 24 anos, Ana Maria. Por isso, sempre que eu estava na casa dela, tinha que conviver com 3 mulheres.
Minha relação com essa família sempre foi boa, principalmente pela atração que eu sentia pelas 3 pessoas daquela casa. Desde uns 8 meses de namoro, quando eu quero, durmo lá.
Lúcia dorme no mesmo quarto que a irmã, Ana Maria, que herdou o corpo da mãe: era meio baixinha, mas mais cheinha que a mãe, com uns peitos impressionantes e uma bunda espetacular que eu não cansava de olhar sempre que podia. Nenhuma das três tinha vergonha quando eu estava na casa, e em mais de uma ocasião eu as vi dormindo de calcinha ou simplesmente passando do quarto para o banheiro.
Um dia, minha Lúcia me convidou para jantar. Eu fui com a intenção de voltar para casa, já que não gostava de ficar quando a irmã estava, porque não ia poder curtir com minha namorada no quarto dela. Mas acabou ficando tarde e não quis voltar, então fiquei.
No outro dia, Lúcia acorda para ir trabalhar, mas me diz para continuar dormindo e ir embora quando quisesse. E foi o que fiz.
Ao acordar, começo a me vestir — sempre durmo de cueca —, levanto e vou pegar a calça que ficou em cima do móvel da cama, quando ouço alguém me dizer:
— Você tem pernas musculosas, nunca tinha notado.
Como já imaginam, era Ana, que estava na cama dela. Então respondo:
— Nada, meus colegas de time ganham de mim fácil (nunca fiquei satisfeito com minhas pernas).
E ela responde:
— Eu gosto.
Naquele momento, essas palavras não eram tão estranhas, já que sempre... tube confiança com ela, então resolvi continuar com o jogo
- Você também tem boas pernas, eu falo, eu realmente notei haha. E essa resposta foi o que me fez perder o controle.
- Eu não sou nenhuma idiota e sei que toda vez que viro de costas você olha minha bunda, talvez esteja procurando algo melhor que a da minha irmãzinha.
- O da sua irmã é bom, mas não é igual ao seu, se quiser a gente aproveita que ela não está, nós dois somos adultos e sabemos o que queremos.
Naquele momento, Ana se destapa e se levanta, e como eu imaginava, ela só estava usando um fio-dental e um sutiã que estava pequeno para aqueles peitos enormes. Me aproximo e começo a beijá-la com toda a minha vontade, no mesmo momento em que minhas mãos começam a percorrer todo o seu corpo, chegando até aquela bunda que por tanto tempo eu olhei e que agora estava prestes a ser minha.
Depois disso, ela me faz sentar na cama e começa a me dar o melhor boquete da minha vida, ela me chupou por uns cinco minutos de um jeito que nunca tinham feito, ela era uma expert, a vadia, mas eu não queria gozar ainda, então a tirei dizendo que agora era minha vez.
Primeiro, tiro aquele sutiã, deixando à mostra aqueles peitos enormes e naturais que parecem de silicone, e sem nojo começo a chupá-los enquanto ela solta gemidos de excitação e mostra que está gostando.
Apoio ela no guarda-roupa, olhando fixamente para sua bunda, e continuo chupando, mas desta vez é sua buceta, já toda molhada, algo que me excitava demais, e lambo de lá até sua bunda, de novo e de novo, até que sem avisar ela enche meu rosto todo de líquidos, algo que me excitou ainda mais, e na mesma posição aproximo meu pau, duro como uma pedra, até a entrada de sua buceta e com uma única investida enfio até desaparecer lá dentro, ela começa a gritar e gemer como uma louca, eu por trás bombeio de novo e de novo, cada vez com mais força, até que ela me avisa que vai gozar de novo e quando chega lá, solta o maior grito de todos, como um desabafo e Naquele momento, ela se prepara para chupar meu pau de novo, mas eu só tinha uma ideia na cabeça: meter naquele cu que tantas vezes me deixou de pau duro.
Coloco ela na cama de quatro e começo a chupar seu ânus, tentando deixar minha língua o mais dura possível e enchê-la de prazer. Pelos movimentos dela, percebo que está gostando, então decido enfiar meu dedo. Quando noto que ela está totalmente excitada e com o cu preparado para me dar uma grande recepção, aproximo minha cabeça dele e, numa investida, enfio a cabeça do pau, acompanhado por um grito de prazer que me confirma que preciso meter tudo.
Quando já está todo dentro, começo a meter e sacar com cada vez mais força, e o prazer que sinto naquele momento é algo indescritível, que muitos com certeza já sentiram. Ela me diz:
— Tava com vontade de me dar o cu, né?
— Sim, muita.
— Agora vai ter que fazer isso mais vezes, porque faz tempo que não tenho namorado e não gosto de transar com qualquer um.
— Não tenho problema nenhum, aliás, adoro — respondo com um ar de malícia.
Continuei metendo na bunda dela por mais alguns minutos, até sentir que não aguentava mais e enchi ela de porra, acompanhando tudo com um bom grito de prazer.
Depois disso, nós dois fomos tomar banho e, desde então, sempre que ficamos sozinhos, curtimos uma boa transa, haha.
Bom, como já disse, é meu primeiro post e espero as opiniões de vocês. Me deem uma nota se acharem que mereço.
Muito obrigado e espero ter mais histórias para contar.
13 comentários - Sexo con la puta de mi cuñada
Pero me calento
un grande suerte y a disfrutarlo
ANA MARIA, LEE BIEN TODO EL RELATO Y TE DARAS CUENTA KE ASI ES........ 😒 😒
Lucia duerme en la misma habitación que su hermana Ana María que heredo el cuerpo de su madre, era algo bajita, aunque mas rellenita que la madre tenia unas tetas impresionantes