Isso aconteceu num sábado à noite, daqueles tantos em que me vi sozinho.
Fazia uns anos que estava separado depois de uns quantos anos de casamento e, embora às vezes conseguisse alguma amiga pra compartilhar uma saída e ter uma noite interessante, muitas outras vezes me via sozinho e entediado.
Naquela noite, especificamente, saí pra caminhar sozinho e acabei entrando num bar de uísque numa rua afastada, onde tinha uma boa música de jazz, umas quantas mesas na penumbra, e uma única mesa ocupada por 3 pessoas. Eram três homens entre 30 e 40 anos, que conversavam devagar em voz baixa sobre algum assunto que não consegui ouvir.
Sentei no fundo do salão e pedi pra garçonete que atendia um conhaque, decidido a ficar ali um bom tempo ouvindo música. Assim que ela trouxe, paguei. Ela tinha uma bunda interessante, que combinava com os 20 anos escassos que parecia ter.
Uns minutos depois, entrou um casal muito chamativo. A mulher era toda uma gostosa, de uns 40 anos mais ou menos bem vividos. Morena, cabelo comprido e umas curvas desenhadas por um vestido acima do joelho e justo, com um generoso decote na frente e atrás que mostrou quando tirou o casaco que usava. O homem, mais baixo que ela, magro, de óculos, e com uma cara inexpressiva, sentou na mesa, mostrando um grande nervosismo.
— A essa altura você já devia estar acostumado, ela reclamava.
— Nunca vou me acostumar, ele respondia.
— Tô cansada dessas cenas, continuou ela depois que a garçonete anotou o pedido de dois uísques.
— E eu de você se exibir como se tivesse 20 anos.
— Não me exibo, mas o que tem de errado os outros me olharem?
— Que não te olhariam se você não se vestisse sempre como uma puta.
— Como uma puta? E afinal, o que a roupa tem a ver? Alguma vez te traí?
— Já não tenho tanta certeza, disse ele tomando o uísque de um gole e pedindo outro com um sinal.
— O que acontece é que você já tá entediado comigo, e eu, por outro lado, cada vez preciso mais. Divertido", disse ela, terminando também o uísque e pedindo outro.
Todos nós, sem querer, fomos entrando na discussão. Na outra mesa, um dos três estava bem de frente pra mulher e de costas pro marido. Não perdia um detalhe e olhava descaradamente pra ela com uma lascívia inconfundível. Moreno, com uma barba de uns dois dias, e um corpo sem um grama de gordura, quando ela terminou o uísque, viu o jeito que ele a olhava e, sustentando o olhar, sorriu levemente, pra depois continuar a discussão com o marido.
— Que culpa tenho eu se os outros homens apreciam coisas que você nem nota? — reclamava ela.
— Eu noto, sim, mas o que eu digo é que você devia ter mais recato.
— Recato? Vamos lá, me diz o que te incomodou hoje à noite.
O marido terminou o segundo uísque e pediu um terceiro. A voz dele começou a ficar pastosa.
— Mal chegamos na festa, você começou a rir e brincar com meus colegas de trabalho, que te devoravam com os olhos. O Luís e o Fabião estavam loucos. Te acariciavam as costas, o rosto. Não me diga que não percebeu. Agora vou virar motivo de piada no escritório: o corno do Carlos. Porque tenho certeza de que eles foram embora convencidos de que você dá pra qualquer um.
— Olha, Carlos, eu não dou pra qualquer um, mas um dia vou cansar dessas suas cenas e acabar te dando razão — disse ela, olhando pra outra mesa.
O cara da outra mesa, diante dessa expressão, fez um gesto pra moça, como quem diz "hoje é o dia", e ela olhou pra ele e sorriu de novo.
A discussão continuou, e o marido foi bebendo um uísque atrás do outro até ficar claro que estava completamente bêbado. Na outra mesa, os três comentavam baixinho o que rolava, e eu só observava a situação. Era evidente que a mulher estava muito puta e, acima de tudo, muito ressentida, e que as insolências do vizinho de mesa tinham agradado ela. Não dava pra discordar do marido: essa mulher era de fogo, e se nunca tinha botado chifre nele, tinha sido só por acaso, que não ia durar pra sempre.
Cada vez, as respostas da mulher eram mais e mais ousadas, e ela sempre olhava a reação do homem da outra mesa, que acenava com a cabeça e curtia o que ela dizia.
Duas horas depois, a discussão começou a morrer. O marido começou a cochilar, com dificuldade pra ficar acordado, enquanto ela estava de porre, mas no pleno uso das faculdades. Uns minutos depois, o esposo apoiou a cabeça na mesa e apagou.
Ela tentou acordá-lo e, vendo que não dava, olhou pra mesa do lado. Na hora, quem tinha mantido contato com ela se levantou solícito.
— Moça, não se preocupa, ele só tá dormindo. Daqui a umas horas ele acorda como novo. Meu nome é Ricardo — disse ele, bem educado.
— Prazer, Analia é meu nome. Ele não tá acostumado a beber assim. Não sei o que fazer agora.
— Deixa comigo — e levantando, foi falar com o dono do lugar. Ficaram uns minutos conversando. Dava pra ver que eram conhecidos. No começo ele balançava a cabeça negando, mas no fim concordou. Ricardo voltou pra mesa.
— Analia, se você não se ofender, no outro cômodo tem uma cama, e a gente pode deixar seu marido lá até ele se recompor — disse ele, sorrindo.
— Não queria incomodar — falou ela.
— Não é incômodo não, vem comigo que a gente vê como é o lugar, pra saber se dá pra usar — e dizendo isso, pegou a cadeira dela e ajudou ela a levantar. Dava pra ver que ela tava meio cambaleando por causa da bebida. Atravessaram um arco e viraram à esquerda. Na parede tinha um espelho grande que dava pra ver dentro do quarto quando entraram e acenderam a luz. Pelo espelho, dava pra ver metade da cama, a parte dos pés, enquanto a cabeceira ficava fora de vista.
Mal entraram, Ricardo pegou ela por trás, abraçando e apertando bem os peitos dela, enquanto beijava o pescoço. Ela tentou se soltar, mas o álcool não deixava ela se defender além de uns tapas sem rumo, tapas que pararam quando ele abaixou a mão e tomou posse da buceta dela.
Enquanto isso, no bar, o dono chamou a garçonete e disse que ela podia ir embora, e ela foi na hora. Depois, ele chegou na mesa e recomendou pros outros fregueses tomarem cuidado. E aí foi embora.
Enquanto isso, no quarto, a briga já tava resolvida a favor do Ricardo. Ele tinha abaixado as alças do vestido dela e tava chupando os peitos dela de um jeito selvagem. Devagar, ele levou ela até sentar na cama, e quando ela sentou, rapidinho tirou a calcinha dela, abriu as pernas dela e enfiou a cabeça no meio. Começou uma sessão de língua que deixou a mulher louca, ela se agarrava nos cabelos dele, tentando fazer o cara enfiar bem fundo na buceta dela, que era toda depilada, parecendo de uma novinha.
Depois de um tempo, ele levantou e falou um pouco no ouvido dela. No começo, ela recusava, mas depois de uns beijos e lambidas no pescoço, ela acabou aceitando. Rápido, ela levantou e saiu do quarto, foi até a porta da frente e trancou. Chegou perto do marido e viu que ele tava completamente apagado. Nessa hora, ela olhou pra mim. Veio sem hesitar até minha mesa.
— Olha, isso virou uma festa privada. Se quiser, pode ir embora, ou pode participar, você decide.
Nunca tinha participado de uma cerimônia de sexo grupal, de uma orgia de verdade, e tenho que confessar que aquela mulher tinha me deixado excitado. Não ia perder essa oportunidade nem ferrando.
— Fico, com certeza. Pode contar comigo, falei sem hesitar.
— Boa decisão. Eu sou o Ricardo, e ali na mesa estão o Francisco e o Ariel, ele disse apontando pros amigos.
— Eu me chamo Oscar, falei me apresentando.
— Beleza, vamos antes que eu mude de ideia, e juntos fomos pro quarto.
Lá, nua em cima da cama, vi a melhor peça de mulher dos últimos anos. Ela tava de olhos fechados, meio dormindo. Ricardo rapidinho se enfiou entre as pernas dela e retomou o que trabalho bucal, voltando a arrancar gemidos da mulher. Os amigos dela começaram a se despir e eu imitei. Em pouco tempo éramos três caras pelados, tesudos, nos masturbando devagar, esperando o momento. Foi o Ariel quem começou. Chegou perto da cama e, ajoelhando na beirada, começou a esfregar o pau na cara dela, e ela respondeu na hora, tentando pegar com a boca sem abrir os olhos. Levou só uns segundos pra engolir e começar a chupar.
- Ahh, que puta gostosa, disse Ariel quando ela começou o boquete.
O Ricardo largou o serviço e se pelou rapidinho. Já preparado, abriu as pernas da Analía e, devagar, se enfiou dentro dela. Um gemido mostrou o prazer da mulher.
- Que buceta gostosa que você tem, rabuda. Seu maridinho tem razão em desconfiar de você. Parece que você é bem puta, né? Falava no ouvido dela enquanto ela continuava de boca ocupada com o pau do Ariel.
- Sim, disse ela soltando a presa, sou bem puta, adoro foder, vamos, me dá o gosto, falou enquanto continuava masturbando o pau do Ariel.
- Vamos te dar todo o gosto. Hoje você vai pra casa bem comida, puta. E seu marido nunca mais vai poder usar chapéu de tão corno que vai ficar. Vamos, me envolve com suas pernas que vou te enterrar até o fundo, disse ele, e ela, obediente, envolveu a cintura dele com as pernas, puxando ele contra o corpo.
- Chega, puta, deixa o pau que vou gozar e quero encher você, disse Ariel se afastando. Ficamos nós três ali olhando o Ricardo metendo sem piedade.
- Não goza dentro que não quero problema, disse ela
- Você não toma pílula?
- Tomo, mas não é 100% segura.
- Não se preocupa, você goza que eu cuido, disse ele acelerando as metidas. Essa aceleração descontrolou ela e começou a gritar, mostrando que tava chegando ao clímax, e naquela hora o parceiro se enterrou dentro dela e começou a esvaziar, gritando que nem um bicho.
- ¡¡¡Não me enche!!! conseguiu gritar ela no meio do gozo. orgasmo, mas já era tarde. O macho dela tinha inundado ela de porra.
Quando terminou de gozar e recuperou o controle, virou de lado e começou a chorar.
— ¡¡Te falei pra não me encher!! — dizia enquanto o rosto dela se enchia de lágrimas. Ariel, sem nenhum pudor, deitou ao lado dela e, levantando uma das pernas dela, a penetrou violentamente.
— ¡¡¡Não!!! — ela conseguiu dizer, mas já estava empalada de novo. Ariel puxava ela pelo cabelo comprido e bombava sem parar.
— Aproveita, puta, que quando a gente terminar contigo, você não vai saber quem é o pai. Goza, puta, goza — enquanto o pistão de carne dele entrava e saía.
— Ahh, que prazer que você me dá, animal, continua, continua — disse ela, cortando o choro de repente.
Continuaram assim por um tempo até que, no fim, Ariel se enterrou até o fundo e se esvaziou no meio de gritos descontrolados.
— ¡¡¡Quanta porra, meu Deus!!! ¡¡¡ Você me enche toda!!! — ronronava feito uma gata, Analía.
— E você não sabe a que eu tenho — disse Francisco, mostrando um pau vermelho e pronto pra ação — então se apressem.
Depois de alguns minutos, Ariel se retirou satisfeito, deixando Analía em posição fetal. Rapidamente, Francisco deitou ao lado dela de barriga pra cima.
— Vem, puta, vamos cavalgar — disse dando um tapa na bunda dela. Analía, obediente, se levantou e montou no novo amigo. Com a mão, procurou aquele pau faminto e apontou pra boceta dela, se deixando cair devagar até esconder ele da vista de todos nós.
— ¡¡¡Que delícia! Assim que eu gosto — disse Francisco, dando mais um tapa na bunda dela.
Ela se deitou sobre ele, começando a beijá-lo e enfiar a língua na boca dele, enquanto a bunda dela subia e descia. Naquele momento, tive uma ideia.
Subi na cama e, pegando os líquidos que escorriam da boceta dela, comecei a lubrificar o cu dela, enfiando primeiro um dedo, o que excitou ela pra caralho, fazendo ela acelerar as sentadas. Quando já tinha dois dedos no cu dela, ela começou a gemer e chorar que nem uma louca. Me aproximei, cuspi na ponta do meu pau, e lentamente apoiei no buraquinho dela.
- Ora, ora, o amigo teve uma boa ideia, disse Ricardo enquanto se masturbava tentando recuperar a rigidez do pau.
- Começa que a gente segue, me disse Ariel rindo. E eu fui vencendo o esfíncter dela devagar até que a cabeça da minha pau se cravou fundo nas tripas dela, provocando outra onda de gemidos da mulher. Comecei a empurrar suavemente, e em questão de uns dois minutos, meu corpo colou no dela. Enfiei tudo. Fiquei parado um tempo enquanto a excitação fazia ela esgotar o Francisco, que já pedia pelo amor de Deus pra ela diminuir o ritmo, coisa que ela não tava disposta a fazer. Finalmente, pude começar a serrar ela, pegando cada vez mais velocidade. O jeito que ela apertava minha pau era algo que eu nunca tinha sentido.
Por fim, o Francisco não aguentou mais e explodiu, deixando os ovos secos. Pelo jeito que eu tava sodomizando ela, não dava pra sair de baixo, então ele ficou lá até o pau dele amolecer e sair da caverna sozinho. Enquanto isso, eu cravava cada vez mais violentamente, e a Analía gritava e chorava, implorando pra eu partir ela ao meio. Quando senti que ia gozar, tirei do cu dela e, com um empurrão, meti até o fundo na buceta dela, fazendo ela cair pra frente enquanto jorros violentos e quentes de porra estouravam contra o útero dela. Nunca gozei daquele jeito.
Depois de uns minutos, quando recuperamos o fôlego, me levantei e ela voltou a se deitar de lado na cama. O Ricardo, sem esperar um segundo, deitou e, apontando pro cu dela, voltou a sodomizar, começando uma bombada rápida, aproveitando que tava bem lubrificada.
- Vocês vão me matar, seus animais, parem, pelo amor, dizia a mulher, mas sem tentar se defender. Tava totalmente dominada.
O Ricardo, o Ariel e o Francisco sodomizaram ela de vez em quando, mas o Ricardo, seguindo meu exemplo e com todo o tesão de tentar engravidar ela, gozou na buceta dela, enquanto os amigos se esvaziaram no A bunda dela. Não quero nem imaginar como deve ter ficado depois daquele tratamento. Eu, mais modestamente, pedi um boquete e dei toda a porra que me restava. Ela tentou tirar da boca quando percebeu que eu ia gozar, mas segurei ela com força e fiz ela tomar até a última gota, e depois limpar direitinho.
Satisfeito, me vesti e voltei pra minha mesa. O marido começava a reagir. Depois de um tempo, os três amigos também sentaram como antes, e por último a Analía, refeita e arrumada de novo, voltou pro lugar dela.
Pouco depois, o marido dela começou a acordar, sem saber onde estava.
— Que que houve? — conseguiu dizer.
— Que você se embebedou e dormiu. Tô esperando você acordar pra gente ir pra casa.
Ele levantou a cabeça e olhou o salão. Não viu nada que fizesse ele suspeitar do que tinha rolado.
— Tem razão, vamos pra casa antes que você queira dar pra esses também.
— Você é muito injusto — disse ela, se levantando ofendida e saindo do lugar.
O marido olhou pra gente.
— Desculpem a cena, mas se a gente não mantém essas putas na rédea curta, a qualquer momento elas metem chifre na gente — disse ele, cheio de si.
— Sem problema — respondeu o Ricardo —, acho que seu método é muito bom — disse ele, sorrindo.
O homem se despediu e saiu.
Pouco depois, me despedi dos meus companheiros de orgia e fui pro ar fresco da noite, pensando na habilidade que as mulheres têm pra mentir e disfarçar, e na tranquilidade daquele marido por saber que tem uma esposa tão fiel e controlada.
Fazia uns anos que estava separado depois de uns quantos anos de casamento e, embora às vezes conseguisse alguma amiga pra compartilhar uma saída e ter uma noite interessante, muitas outras vezes me via sozinho e entediado.
Naquela noite, especificamente, saí pra caminhar sozinho e acabei entrando num bar de uísque numa rua afastada, onde tinha uma boa música de jazz, umas quantas mesas na penumbra, e uma única mesa ocupada por 3 pessoas. Eram três homens entre 30 e 40 anos, que conversavam devagar em voz baixa sobre algum assunto que não consegui ouvir.
Sentei no fundo do salão e pedi pra garçonete que atendia um conhaque, decidido a ficar ali um bom tempo ouvindo música. Assim que ela trouxe, paguei. Ela tinha uma bunda interessante, que combinava com os 20 anos escassos que parecia ter.
Uns minutos depois, entrou um casal muito chamativo. A mulher era toda uma gostosa, de uns 40 anos mais ou menos bem vividos. Morena, cabelo comprido e umas curvas desenhadas por um vestido acima do joelho e justo, com um generoso decote na frente e atrás que mostrou quando tirou o casaco que usava. O homem, mais baixo que ela, magro, de óculos, e com uma cara inexpressiva, sentou na mesa, mostrando um grande nervosismo.
— A essa altura você já devia estar acostumado, ela reclamava.
— Nunca vou me acostumar, ele respondia.
— Tô cansada dessas cenas, continuou ela depois que a garçonete anotou o pedido de dois uísques.
— E eu de você se exibir como se tivesse 20 anos.
— Não me exibo, mas o que tem de errado os outros me olharem?
— Que não te olhariam se você não se vestisse sempre como uma puta.
— Como uma puta? E afinal, o que a roupa tem a ver? Alguma vez te traí?
— Já não tenho tanta certeza, disse ele tomando o uísque de um gole e pedindo outro com um sinal.
— O que acontece é que você já tá entediado comigo, e eu, por outro lado, cada vez preciso mais. Divertido", disse ela, terminando também o uísque e pedindo outro.
Todos nós, sem querer, fomos entrando na discussão. Na outra mesa, um dos três estava bem de frente pra mulher e de costas pro marido. Não perdia um detalhe e olhava descaradamente pra ela com uma lascívia inconfundível. Moreno, com uma barba de uns dois dias, e um corpo sem um grama de gordura, quando ela terminou o uísque, viu o jeito que ele a olhava e, sustentando o olhar, sorriu levemente, pra depois continuar a discussão com o marido.
— Que culpa tenho eu se os outros homens apreciam coisas que você nem nota? — reclamava ela.
— Eu noto, sim, mas o que eu digo é que você devia ter mais recato.
— Recato? Vamos lá, me diz o que te incomodou hoje à noite.
O marido terminou o segundo uísque e pediu um terceiro. A voz dele começou a ficar pastosa.
— Mal chegamos na festa, você começou a rir e brincar com meus colegas de trabalho, que te devoravam com os olhos. O Luís e o Fabião estavam loucos. Te acariciavam as costas, o rosto. Não me diga que não percebeu. Agora vou virar motivo de piada no escritório: o corno do Carlos. Porque tenho certeza de que eles foram embora convencidos de que você dá pra qualquer um.
— Olha, Carlos, eu não dou pra qualquer um, mas um dia vou cansar dessas suas cenas e acabar te dando razão — disse ela, olhando pra outra mesa.
O cara da outra mesa, diante dessa expressão, fez um gesto pra moça, como quem diz "hoje é o dia", e ela olhou pra ele e sorriu de novo.
A discussão continuou, e o marido foi bebendo um uísque atrás do outro até ficar claro que estava completamente bêbado. Na outra mesa, os três comentavam baixinho o que rolava, e eu só observava a situação. Era evidente que a mulher estava muito puta e, acima de tudo, muito ressentida, e que as insolências do vizinho de mesa tinham agradado ela. Não dava pra discordar do marido: essa mulher era de fogo, e se nunca tinha botado chifre nele, tinha sido só por acaso, que não ia durar pra sempre.
Cada vez, as respostas da mulher eram mais e mais ousadas, e ela sempre olhava a reação do homem da outra mesa, que acenava com a cabeça e curtia o que ela dizia.
Duas horas depois, a discussão começou a morrer. O marido começou a cochilar, com dificuldade pra ficar acordado, enquanto ela estava de porre, mas no pleno uso das faculdades. Uns minutos depois, o esposo apoiou a cabeça na mesa e apagou.
Ela tentou acordá-lo e, vendo que não dava, olhou pra mesa do lado. Na hora, quem tinha mantido contato com ela se levantou solícito.
— Moça, não se preocupa, ele só tá dormindo. Daqui a umas horas ele acorda como novo. Meu nome é Ricardo — disse ele, bem educado.
— Prazer, Analia é meu nome. Ele não tá acostumado a beber assim. Não sei o que fazer agora.
— Deixa comigo — e levantando, foi falar com o dono do lugar. Ficaram uns minutos conversando. Dava pra ver que eram conhecidos. No começo ele balançava a cabeça negando, mas no fim concordou. Ricardo voltou pra mesa.
— Analia, se você não se ofender, no outro cômodo tem uma cama, e a gente pode deixar seu marido lá até ele se recompor — disse ele, sorrindo.
— Não queria incomodar — falou ela.
— Não é incômodo não, vem comigo que a gente vê como é o lugar, pra saber se dá pra usar — e dizendo isso, pegou a cadeira dela e ajudou ela a levantar. Dava pra ver que ela tava meio cambaleando por causa da bebida. Atravessaram um arco e viraram à esquerda. Na parede tinha um espelho grande que dava pra ver dentro do quarto quando entraram e acenderam a luz. Pelo espelho, dava pra ver metade da cama, a parte dos pés, enquanto a cabeceira ficava fora de vista.
Mal entraram, Ricardo pegou ela por trás, abraçando e apertando bem os peitos dela, enquanto beijava o pescoço. Ela tentou se soltar, mas o álcool não deixava ela se defender além de uns tapas sem rumo, tapas que pararam quando ele abaixou a mão e tomou posse da buceta dela.
Enquanto isso, no bar, o dono chamou a garçonete e disse que ela podia ir embora, e ela foi na hora. Depois, ele chegou na mesa e recomendou pros outros fregueses tomarem cuidado. E aí foi embora.
Enquanto isso, no quarto, a briga já tava resolvida a favor do Ricardo. Ele tinha abaixado as alças do vestido dela e tava chupando os peitos dela de um jeito selvagem. Devagar, ele levou ela até sentar na cama, e quando ela sentou, rapidinho tirou a calcinha dela, abriu as pernas dela e enfiou a cabeça no meio. Começou uma sessão de língua que deixou a mulher louca, ela se agarrava nos cabelos dele, tentando fazer o cara enfiar bem fundo na buceta dela, que era toda depilada, parecendo de uma novinha.
Depois de um tempo, ele levantou e falou um pouco no ouvido dela. No começo, ela recusava, mas depois de uns beijos e lambidas no pescoço, ela acabou aceitando. Rápido, ela levantou e saiu do quarto, foi até a porta da frente e trancou. Chegou perto do marido e viu que ele tava completamente apagado. Nessa hora, ela olhou pra mim. Veio sem hesitar até minha mesa.
— Olha, isso virou uma festa privada. Se quiser, pode ir embora, ou pode participar, você decide.
Nunca tinha participado de uma cerimônia de sexo grupal, de uma orgia de verdade, e tenho que confessar que aquela mulher tinha me deixado excitado. Não ia perder essa oportunidade nem ferrando.
— Fico, com certeza. Pode contar comigo, falei sem hesitar.
— Boa decisão. Eu sou o Ricardo, e ali na mesa estão o Francisco e o Ariel, ele disse apontando pros amigos.
— Eu me chamo Oscar, falei me apresentando.
— Beleza, vamos antes que eu mude de ideia, e juntos fomos pro quarto.
Lá, nua em cima da cama, vi a melhor peça de mulher dos últimos anos. Ela tava de olhos fechados, meio dormindo. Ricardo rapidinho se enfiou entre as pernas dela e retomou o que trabalho bucal, voltando a arrancar gemidos da mulher. Os amigos dela começaram a se despir e eu imitei. Em pouco tempo éramos três caras pelados, tesudos, nos masturbando devagar, esperando o momento. Foi o Ariel quem começou. Chegou perto da cama e, ajoelhando na beirada, começou a esfregar o pau na cara dela, e ela respondeu na hora, tentando pegar com a boca sem abrir os olhos. Levou só uns segundos pra engolir e começar a chupar.
- Ahh, que puta gostosa, disse Ariel quando ela começou o boquete.
O Ricardo largou o serviço e se pelou rapidinho. Já preparado, abriu as pernas da Analía e, devagar, se enfiou dentro dela. Um gemido mostrou o prazer da mulher.
- Que buceta gostosa que você tem, rabuda. Seu maridinho tem razão em desconfiar de você. Parece que você é bem puta, né? Falava no ouvido dela enquanto ela continuava de boca ocupada com o pau do Ariel.
- Sim, disse ela soltando a presa, sou bem puta, adoro foder, vamos, me dá o gosto, falou enquanto continuava masturbando o pau do Ariel.
- Vamos te dar todo o gosto. Hoje você vai pra casa bem comida, puta. E seu marido nunca mais vai poder usar chapéu de tão corno que vai ficar. Vamos, me envolve com suas pernas que vou te enterrar até o fundo, disse ele, e ela, obediente, envolveu a cintura dele com as pernas, puxando ele contra o corpo.
- Chega, puta, deixa o pau que vou gozar e quero encher você, disse Ariel se afastando. Ficamos nós três ali olhando o Ricardo metendo sem piedade.
- Não goza dentro que não quero problema, disse ela
- Você não toma pílula?
- Tomo, mas não é 100% segura.
- Não se preocupa, você goza que eu cuido, disse ele acelerando as metidas. Essa aceleração descontrolou ela e começou a gritar, mostrando que tava chegando ao clímax, e naquela hora o parceiro se enterrou dentro dela e começou a esvaziar, gritando que nem um bicho.
- ¡¡¡Não me enche!!! conseguiu gritar ela no meio do gozo. orgasmo, mas já era tarde. O macho dela tinha inundado ela de porra.
Quando terminou de gozar e recuperou o controle, virou de lado e começou a chorar.
— ¡¡Te falei pra não me encher!! — dizia enquanto o rosto dela se enchia de lágrimas. Ariel, sem nenhum pudor, deitou ao lado dela e, levantando uma das pernas dela, a penetrou violentamente.
— ¡¡¡Não!!! — ela conseguiu dizer, mas já estava empalada de novo. Ariel puxava ela pelo cabelo comprido e bombava sem parar.
— Aproveita, puta, que quando a gente terminar contigo, você não vai saber quem é o pai. Goza, puta, goza — enquanto o pistão de carne dele entrava e saía.
— Ahh, que prazer que você me dá, animal, continua, continua — disse ela, cortando o choro de repente.
Continuaram assim por um tempo até que, no fim, Ariel se enterrou até o fundo e se esvaziou no meio de gritos descontrolados.
— ¡¡¡Quanta porra, meu Deus!!! ¡¡¡ Você me enche toda!!! — ronronava feito uma gata, Analía.
— E você não sabe a que eu tenho — disse Francisco, mostrando um pau vermelho e pronto pra ação — então se apressem.
Depois de alguns minutos, Ariel se retirou satisfeito, deixando Analía em posição fetal. Rapidamente, Francisco deitou ao lado dela de barriga pra cima.
— Vem, puta, vamos cavalgar — disse dando um tapa na bunda dela. Analía, obediente, se levantou e montou no novo amigo. Com a mão, procurou aquele pau faminto e apontou pra boceta dela, se deixando cair devagar até esconder ele da vista de todos nós.
— ¡¡¡Que delícia! Assim que eu gosto — disse Francisco, dando mais um tapa na bunda dela.
Ela se deitou sobre ele, começando a beijá-lo e enfiar a língua na boca dele, enquanto a bunda dela subia e descia. Naquele momento, tive uma ideia.
Subi na cama e, pegando os líquidos que escorriam da boceta dela, comecei a lubrificar o cu dela, enfiando primeiro um dedo, o que excitou ela pra caralho, fazendo ela acelerar as sentadas. Quando já tinha dois dedos no cu dela, ela começou a gemer e chorar que nem uma louca. Me aproximei, cuspi na ponta do meu pau, e lentamente apoiei no buraquinho dela.
- Ora, ora, o amigo teve uma boa ideia, disse Ricardo enquanto se masturbava tentando recuperar a rigidez do pau.
- Começa que a gente segue, me disse Ariel rindo. E eu fui vencendo o esfíncter dela devagar até que a cabeça da minha pau se cravou fundo nas tripas dela, provocando outra onda de gemidos da mulher. Comecei a empurrar suavemente, e em questão de uns dois minutos, meu corpo colou no dela. Enfiei tudo. Fiquei parado um tempo enquanto a excitação fazia ela esgotar o Francisco, que já pedia pelo amor de Deus pra ela diminuir o ritmo, coisa que ela não tava disposta a fazer. Finalmente, pude começar a serrar ela, pegando cada vez mais velocidade. O jeito que ela apertava minha pau era algo que eu nunca tinha sentido.
Por fim, o Francisco não aguentou mais e explodiu, deixando os ovos secos. Pelo jeito que eu tava sodomizando ela, não dava pra sair de baixo, então ele ficou lá até o pau dele amolecer e sair da caverna sozinho. Enquanto isso, eu cravava cada vez mais violentamente, e a Analía gritava e chorava, implorando pra eu partir ela ao meio. Quando senti que ia gozar, tirei do cu dela e, com um empurrão, meti até o fundo na buceta dela, fazendo ela cair pra frente enquanto jorros violentos e quentes de porra estouravam contra o útero dela. Nunca gozei daquele jeito.
Depois de uns minutos, quando recuperamos o fôlego, me levantei e ela voltou a se deitar de lado na cama. O Ricardo, sem esperar um segundo, deitou e, apontando pro cu dela, voltou a sodomizar, começando uma bombada rápida, aproveitando que tava bem lubrificada.
- Vocês vão me matar, seus animais, parem, pelo amor, dizia a mulher, mas sem tentar se defender. Tava totalmente dominada.
O Ricardo, o Ariel e o Francisco sodomizaram ela de vez em quando, mas o Ricardo, seguindo meu exemplo e com todo o tesão de tentar engravidar ela, gozou na buceta dela, enquanto os amigos se esvaziaram no A bunda dela. Não quero nem imaginar como deve ter ficado depois daquele tratamento. Eu, mais modestamente, pedi um boquete e dei toda a porra que me restava. Ela tentou tirar da boca quando percebeu que eu ia gozar, mas segurei ela com força e fiz ela tomar até a última gota, e depois limpar direitinho.
Satisfeito, me vesti e voltei pra minha mesa. O marido começava a reagir. Depois de um tempo, os três amigos também sentaram como antes, e por último a Analía, refeita e arrumada de novo, voltou pro lugar dela.
Pouco depois, o marido dela começou a acordar, sem saber onde estava.
— Que que houve? — conseguiu dizer.
— Que você se embebedou e dormiu. Tô esperando você acordar pra gente ir pra casa.
Ele levantou a cabeça e olhou o salão. Não viu nada que fizesse ele suspeitar do que tinha rolado.
— Tem razão, vamos pra casa antes que você queira dar pra esses também.
— Você é muito injusto — disse ela, se levantando ofendida e saindo do lugar.
O marido olhou pra gente.
— Desculpem a cena, mas se a gente não mantém essas putas na rédea curta, a qualquer momento elas metem chifre na gente — disse ele, cheio de si.
— Sem problema — respondeu o Ricardo —, acho que seu método é muito bom — disse ele, sorrindo.
O homem se despediu e saiu.
Pouco depois, me despedi dos meus companheiros de orgia e fui pro ar fresco da noite, pensando na habilidade que as mulheres têm pra mentir e disfarçar, e na tranquilidade daquele marido por saber que tem uma esposa tão fiel e controlada.
1 comentários - Melhor chegar na hora do que ser convidado
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