SWINGERS..
Era casado há muitos anos. Minha vida seguia dentro do que chamamos de normalidade, de vez em quando alguma rapidinha que conseguia nochat swinger da argentinaou noChat de solteiros e solteirasaté que aconteceu o imprevisível: conheci uma mulher diferente, que com o tempo mudou meus sentimentos e meu jeito de ser e de pensar.
Ela também era casada e tinha filhos, o que não foi impedimento para nos apaixonarmos e virarmos amantes. A sensualidade e a delicadeza dela na entrega me prenderam, e o que começou como uma aventura casual se transformou numa necessidade de vida. Ela me entendia e parecia ler meus pensamentos, me elogiando em tudo que podia. Minhas relações sexuais eram intensas e prazerosas. Nós dois tentávamos nos satisfazer e aprendemos a confiar um no outro os segredos mais profundos e picantes. Não tinha limites nos nossos encontros e confissões.
Depois de um tempo, surgiu a necessidade de sermos sinceros e compartilharmos nossas fantasias. Combinamos de nos encontrar e incluir nossos maridos na relação, que de alguma forma deveriam aceitar os fatos. Minha insistência e o poder que eu tinha sobre a Marta me permitiram bolir um plano para realizar o encontro.
Decidimos, cada casal por si, ir de férias no mesmo tour. Fingindo que não sabíamos de nada, nos encontramos na rodoviária, onde a Marta, fingindo surpresa, se aproximou e me apresentou ao marido dela, já que ela era minha paciente e tinha falado de mim várias vezes. Depois dos cumprimentos de praxe, o Antônio elogiou a beleza da minha esposa, e notei no olhar dele um toque de admiração pelo corpo dela. A partir daquele momento, me convenci de que tudo ia dar certo. A Silvia era uma mulher madura que tinha mantido o corpo firme e jovem. Era alta, magra, com pernas torneadas, barriga chapada e a bunda durinha, com poucas estrias por causa dos exercícios. Os peitos pequenos dela ainda empinados, com os bicos durinhos, eram atraentes e desejáveis pra muitos homens. Um deles com certeza era o Antônio. A Marta tinha quase a mesma idade. Me pareceu linda desde que a conheci. A beleza dela e o olhar sensual me atraíram desde o primeiro momento. Ela era Estatura mediana, pele clara e uma pele lisa e macia. O cabelo escuro dela, os olhos pretos e os traços delicados me marcaram. A voz dela, melosa e enigmática, me intrigou, e eu decidi que ia ser amante dela. E foi assim: no terceiro encontro, a gente transou pela primeira vez. Com o tempo, nossos encontros foram ficando mais quentes e gostosos, e ela me contou dos esforços dela pra agradar o marido, que cada vez parecia mais distante e insatisfeito.
Mas como isso não é o motivo da minha história, vou direto pras mini férias nas termas, onde rolou o encontro que acabou numa experiência nova e numa troca que eu nunca tinha imaginado até aquele momento.
A gente se instalou no micro-ônibus, os dois casais em assentos vizinhos, então logo rolou uma aproximação. Durante as seis horas de viagem, a gente conversou sobre os assuntos mais variados. O Antonio parecia querer elogiar e impressionar a minha esposa, e eu e a Marta não parávamos de trocar olhares cúmplices. A Silvia era a mais quieta, como sempre, mas não perdia a chance de observar a situação com malícia e safadeza, tipo tirando sarro da situação e flertando com o Antonio pra me deixar com ciúmes.
Quando chegamos, nos hospedaram num bangalô pra quatro pessoas, com dois quartos e banheiros individuais, e uma piscina coberta de águas termais pra usar se chovesse ou se a gente preferisse evitar a piscina grande por causa da quantidade de gente que costumava ir. Tinha um restaurante espaçoso, comum a todos os turistas, onde a gente almoçava, jantava e tomava café da manhã com um cardápio farto e um atendimento caprichado. Resumindo, a gente ia passar uma semana descansando e curtindo a natureza, e, se rolasse o que eu imaginava, uma experiência única e maravilhosa, cheia de sensualidade e prazer.
O Antonio parecia à vontade e, apesar do que a Marta tinha me contado sobre a postura machista e o ciúme dele, ele não demonstrou sentir nada quando eu convidei ela pra dançar depois do jantar. Ele, claro, também convidou a Silvia, como um bom... cavaleiro que era, e assim começou o primeirotroca de casaisAo voltar para o quarto, a Silvia comentou comigo o que pareceu uma aproximação íntima demais entre a Marta e eu na hora de dançar, porque ela viu como a Marta semicerrava os olhos e se apertava contra o meu corpo a cada movimento. Eu fingi surpresa e respondi que ela estava enganada, mas eu, sim, tinha visto quando o Antonio falava no ouvido dela e deslizava a mão até a bunda dela, deixando ela numa situação desconfortável. A Silvia ficou vermelha e não me respondeu.
Naquela noite, enquanto a gente transava, ela me perguntou se a Marta me atraía e se ela tinha sido minha amante antes. Antes de gozar, achei que era hora de confessar a verdade e assenti com a cabeça. Acelerei os movimentos e ela, entre suspiros e gemidos de prazer, me pediu pra contar como ela era na cama, e ainda disse que o Antonio desconfiava e tinha sugerido isso no ouvido dela enquanto dançavam. Contei a relação em detalhes, já que ela insistiu, e a cada palavra ela ficava mais excitada e pedia mais. Foi uma noite do caralho, onde ela me pediu pra transar com ela em todas as posições que eu fazia com a Marta, fazendo eu gozar várias vezes junto com os múltiplos orgasmos dela. Exaustos de madrugada, enquanto descansávamos abraçados, ouvimos os gemidos do quarto ao lado, onde a Marta e o Antonio estavam trepando sem parar, sem se importar se a gente ouvia. Sorrindo, a Silvia me disse que ia me dar uma lição e ver se o Antonio era o culpado ou se ela era uma puta que gostava de transar com qualquer um.
Quando fomos tomar café da manhã, cheguei antes da minha esposa e encontrei a Marta sozinha, porque o Antonio tinha saído pra comprar o jornal e se informar sobre os pontos turísticos da região, o que me deu chance de contar pra ela o que tinha rolado e o que a gente ouviu através das paredes, os gemidos de dor e prazer que eles trocaram. Vermelha e com ciúmes, ela me contou que, junto com o Antonio, também ouviram a nossa noite de amor e luxúria, e que isso tinha despertado a paixão deles na cama. para me fazer sofrer e se vingar da minha traição. Eu tinha ouvido claramente quando a Silvia me pedia para fazê-la gozar igual a ela, o que a deixou muito ciumenta. A Silvia chegou quase ao mesmo tempo que o Antonio, então desviamos a conversa para outros assuntos.
Passamos a tarde na piscina grande. As mãos das massagistas cuidaram do meu corpo e me deixaram como novo. Depois do jantar, sugeri a todos irmos ao cassino, mas só a Marta topou, já que a Silvia e o Antonio decidiram ficar, dizendo que preferiam descansar. Partimos às dez, junto com outros turistas, mas depois de chegar e jogar cinco bolas, em quinze minutos eu e a Marta combinamos de voltar pra ver o que rolava no bangalô com nossos parceiros.
Descemos na entrada do complexo turístico e, sorrateiramente, fomos pelos fundos da casa e nos escondemos atrás da janela que eu tinha deixado levemente entreaberta. Passou meia hora, quando a Silvia entrou no quarto. A gente via ela perfeitamente. Ela tirou a roupa e foi resoluta pro banheiro. No meio do chuveiro, ouvimos uma batida na porta. Ela saiu meio seca e perguntou quem era. Quando o Antonio respondeu, ela pediu pra ele voltar em dez minutos, que ela terminava de se lavar. Foi aí que a Marta apertou minha mão, excitada com o que tava por vir, se aninhando no meu corpo.
A Silvia terminou de se secar e se pentear, e na frente do espelho passou um creme no corpo, nas pernas e finalmente na pélvis, acariciando a buceta e abrindo os lábios como se preparasse pra um encontro sexual. Ela vestiu as meias, o sutiã realçando os peitos e se cobriu com um deshabillé. A Marta, ao notar que ela não colocou calcinha, me olhou em silêncio e apertou ainda mais minha mão. Acho que no silêncio da noite dava pra ouvir a respiração ofegante dos dois, esperando o encontro entre a Silvia e o Antonio com ansiedade e curiosidade.
Quando minha esposa abriu a porta para o chamado do Antônio e o fez entrar, percebi os dois perturbados, mas decididos. Sílvia ofereceu uísque pra ele e, depois de se sentar no sofá, começaram a conversar animadamente sobre assuntos banais, até que Antônio puxou o papo pra sexo e infidelidade. Minha esposa perguntou se ele achava que a Marta o traía, e Antônio, sem rodeios, respondeu que tinha certeza de que eu era o amante dela, e que decidiu dar uma lição nela e pagar na mesma moeda. Na hora, elogiou a beleza e o corpo da Sílvia, que o deixaram louco desde que a viu na estação. Ela se levantou do sofá, e Antônio, sem hesitar, a pegou por trás, agarrando os peitos dela e apertando-a contra a pélvis dele. Ela tentou se soltar, mas a firmeza dos braços dele e o carinho não deixaram. No fim, Sílvia se jogou pra trás e ofereceu os lábios. Antônio começou a se mexer de um jeito voluptuoso, esfregando o pau nas nádegas da Sílvia. Levantou o deshabillé dela pra ver a nudez, e a virou de frente. Nós, eu e a Marta, vimos claramente a buceta depilada e a barriga lisa da minha esposa, e o pau duro e pulsando de tesão do Antônio, que tratou de chupar e lamber os peitos dela. Sílvia se ajoelhou e pegou a rola com as mãos, dando um beijo profundo e intenso com a língua e os lábios carnudos que me deixaram em transe, e me fizeram abraçar a Marta e buscar a boca dela num beijo sensual. Ela me pediu pra não perder nenhum detalhe, porque ver aquilo dava um tesão danado nela, e depois a gente teria a nossa noite de amor.
Silvia e Antonio tiraram toda a roupa. A gente não perdia um detalhe. Ela se apoiou com as mãos, oferecendo a bunda pra ele abrir as nádegas, beijar e lubrificar a buceta lisinha e o cuzinho. Ela gemia de prazer a cada lambida. Os dedos de Antonio iam alargando os buracos dela. Por fim, ele a virou, colocou ela de costas, e o pau duro dele, com a cabeça vermelha e molhada, entrou na fresta entreaberta pelos dedos de Silvia, que acompanhou com movimentos de vai e vem pra deixar a foda mais íntima e profunda. A visão era fantástica, nunca tinha visto nada igual, ainda mais tendo minha esposa como protagonista, gemendo de prazer. Marta, do meu lado, me acariciava e sussurrava no meu ouvido o tesão que sentia ao ver Silvia sendo comida pelo marido dela, algo que eu nunca imaginaria antes. Coloquei minha mão na virilha dela e, ao tocar a buceta, senti a umidade da vagina excitada pela visão e pelas carícias. Ela me implorou pra não deixar ela daquele jeito, e, me arriscando, peguei a mão dela com decisão e a levei pro quarto onde nossos cônjuges estavam.
Abri a porta silenciosamente e, quando perceberam nossa presença, sugeri continuarmos. Antonio, depois de um momento de hesitação, nos incentivou a imitá-los. Tirei o vestido da Marta e, já todos nus, beijei minha esposa e me dediquei à Marta. Ela estava excitadíssima, se masturbava e chupava meu pau duro e descoberto. Sentei ela no meu pau e ela começou a rebolar freneticamente, entrava e saía até as bolas para me provocar uma gozada precoce e abundante. Silvia e Antonio transavam ao nosso lado, ofegando e gemendo de prazer. Eu via a buceta da minha esposa transbordando de porra que escorria pelas pernas dela. Que tesão. Enquanto comia a Marta, e a Silvia recebia o tributo do Antonio, nos beijávamos alternadamente sem trocar de parceiro. Era uma orgia total. Trocamos de casais, mas a paixão e a pegada do momento não diminuíram. As duas foram penetradas ao mesmo tempo pelo Antonio e por mim. Os ofegos e gemidos de todos, o barulho dos beijos e o estalo das picas entrando e saindo das bucetas cheias de melados sucos que escorriam pelas coxas delas nessa trepada descomunal, estimulavam nossos sentidos e nos levavam ao êxtase.
O primeiro que desistiu foi o Antônio, que apagou de cansaço. Eu continuei curtindo com as duas e comendo elas até que de madrugada eu dormi. Acordei assustado ao ouvir a Marta e a Silvia se enchendo de beijos e carícias. Só abri os olhos pra apreciar essa relação homossexual. As posições de 69, as chupadas de buceta e a mamada nos peitos, mordiscando os biquinhos, me excitaram de novo e me deixaram a pica dura. Quando perceberam meu tesão, as duas mulheres com um sorriso aceleraram as carícias e fizeram eu me masturbar até que minha esposa se aproximou e, sentando de cócoras, enfiou na buceta que recebeu o esperma quente em jatos intermitentes, enquanto a Marta me beijava e ajeitava minha pica pra tornar a relação mais profunda, enquanto beijava meus lábios e minha boca.
Foi uma noite linda, e a partir dali a gente curtiu até o último dia das nossas férias e pela primeira vez a gente topou a troca de casal sem culpa, realizando a fantasia de muitos casais.
Era casado há muitos anos. Minha vida seguia dentro do que chamamos de normalidade, de vez em quando alguma rapidinha que conseguia nochat swinger da argentinaou noChat de solteiros e solteirasaté que aconteceu o imprevisível: conheci uma mulher diferente, que com o tempo mudou meus sentimentos e meu jeito de ser e de pensar.Ela também era casada e tinha filhos, o que não foi impedimento para nos apaixonarmos e virarmos amantes. A sensualidade e a delicadeza dela na entrega me prenderam, e o que começou como uma aventura casual se transformou numa necessidade de vida. Ela me entendia e parecia ler meus pensamentos, me elogiando em tudo que podia. Minhas relações sexuais eram intensas e prazerosas. Nós dois tentávamos nos satisfazer e aprendemos a confiar um no outro os segredos mais profundos e picantes. Não tinha limites nos nossos encontros e confissões.
Depois de um tempo, surgiu a necessidade de sermos sinceros e compartilharmos nossas fantasias. Combinamos de nos encontrar e incluir nossos maridos na relação, que de alguma forma deveriam aceitar os fatos. Minha insistência e o poder que eu tinha sobre a Marta me permitiram bolir um plano para realizar o encontro.
Decidimos, cada casal por si, ir de férias no mesmo tour. Fingindo que não sabíamos de nada, nos encontramos na rodoviária, onde a Marta, fingindo surpresa, se aproximou e me apresentou ao marido dela, já que ela era minha paciente e tinha falado de mim várias vezes. Depois dos cumprimentos de praxe, o Antônio elogiou a beleza da minha esposa, e notei no olhar dele um toque de admiração pelo corpo dela. A partir daquele momento, me convenci de que tudo ia dar certo. A Silvia era uma mulher madura que tinha mantido o corpo firme e jovem. Era alta, magra, com pernas torneadas, barriga chapada e a bunda durinha, com poucas estrias por causa dos exercícios. Os peitos pequenos dela ainda empinados, com os bicos durinhos, eram atraentes e desejáveis pra muitos homens. Um deles com certeza era o Antônio. A Marta tinha quase a mesma idade. Me pareceu linda desde que a conheci. A beleza dela e o olhar sensual me atraíram desde o primeiro momento. Ela era Estatura mediana, pele clara e uma pele lisa e macia. O cabelo escuro dela, os olhos pretos e os traços delicados me marcaram. A voz dela, melosa e enigmática, me intrigou, e eu decidi que ia ser amante dela. E foi assim: no terceiro encontro, a gente transou pela primeira vez. Com o tempo, nossos encontros foram ficando mais quentes e gostosos, e ela me contou dos esforços dela pra agradar o marido, que cada vez parecia mais distante e insatisfeito.
Mas como isso não é o motivo da minha história, vou direto pras mini férias nas termas, onde rolou o encontro que acabou numa experiência nova e numa troca que eu nunca tinha imaginado até aquele momento.
A gente se instalou no micro-ônibus, os dois casais em assentos vizinhos, então logo rolou uma aproximação. Durante as seis horas de viagem, a gente conversou sobre os assuntos mais variados. O Antonio parecia querer elogiar e impressionar a minha esposa, e eu e a Marta não parávamos de trocar olhares cúmplices. A Silvia era a mais quieta, como sempre, mas não perdia a chance de observar a situação com malícia e safadeza, tipo tirando sarro da situação e flertando com o Antonio pra me deixar com ciúmes.
Quando chegamos, nos hospedaram num bangalô pra quatro pessoas, com dois quartos e banheiros individuais, e uma piscina coberta de águas termais pra usar se chovesse ou se a gente preferisse evitar a piscina grande por causa da quantidade de gente que costumava ir. Tinha um restaurante espaçoso, comum a todos os turistas, onde a gente almoçava, jantava e tomava café da manhã com um cardápio farto e um atendimento caprichado. Resumindo, a gente ia passar uma semana descansando e curtindo a natureza, e, se rolasse o que eu imaginava, uma experiência única e maravilhosa, cheia de sensualidade e prazer.
O Antonio parecia à vontade e, apesar do que a Marta tinha me contado sobre a postura machista e o ciúme dele, ele não demonstrou sentir nada quando eu convidei ela pra dançar depois do jantar. Ele, claro, também convidou a Silvia, como um bom... cavaleiro que era, e assim começou o primeirotroca de casaisAo voltar para o quarto, a Silvia comentou comigo o que pareceu uma aproximação íntima demais entre a Marta e eu na hora de dançar, porque ela viu como a Marta semicerrava os olhos e se apertava contra o meu corpo a cada movimento. Eu fingi surpresa e respondi que ela estava enganada, mas eu, sim, tinha visto quando o Antonio falava no ouvido dela e deslizava a mão até a bunda dela, deixando ela numa situação desconfortável. A Silvia ficou vermelha e não me respondeu.
Naquela noite, enquanto a gente transava, ela me perguntou se a Marta me atraía e se ela tinha sido minha amante antes. Antes de gozar, achei que era hora de confessar a verdade e assenti com a cabeça. Acelerei os movimentos e ela, entre suspiros e gemidos de prazer, me pediu pra contar como ela era na cama, e ainda disse que o Antonio desconfiava e tinha sugerido isso no ouvido dela enquanto dançavam. Contei a relação em detalhes, já que ela insistiu, e a cada palavra ela ficava mais excitada e pedia mais. Foi uma noite do caralho, onde ela me pediu pra transar com ela em todas as posições que eu fazia com a Marta, fazendo eu gozar várias vezes junto com os múltiplos orgasmos dela. Exaustos de madrugada, enquanto descansávamos abraçados, ouvimos os gemidos do quarto ao lado, onde a Marta e o Antonio estavam trepando sem parar, sem se importar se a gente ouvia. Sorrindo, a Silvia me disse que ia me dar uma lição e ver se o Antonio era o culpado ou se ela era uma puta que gostava de transar com qualquer um.
Quando fomos tomar café da manhã, cheguei antes da minha esposa e encontrei a Marta sozinha, porque o Antonio tinha saído pra comprar o jornal e se informar sobre os pontos turísticos da região, o que me deu chance de contar pra ela o que tinha rolado e o que a gente ouviu através das paredes, os gemidos de dor e prazer que eles trocaram. Vermelha e com ciúmes, ela me contou que, junto com o Antonio, também ouviram a nossa noite de amor e luxúria, e que isso tinha despertado a paixão deles na cama. para me fazer sofrer e se vingar da minha traição. Eu tinha ouvido claramente quando a Silvia me pedia para fazê-la gozar igual a ela, o que a deixou muito ciumenta. A Silvia chegou quase ao mesmo tempo que o Antonio, então desviamos a conversa para outros assuntos.
Passamos a tarde na piscina grande. As mãos das massagistas cuidaram do meu corpo e me deixaram como novo. Depois do jantar, sugeri a todos irmos ao cassino, mas só a Marta topou, já que a Silvia e o Antonio decidiram ficar, dizendo que preferiam descansar. Partimos às dez, junto com outros turistas, mas depois de chegar e jogar cinco bolas, em quinze minutos eu e a Marta combinamos de voltar pra ver o que rolava no bangalô com nossos parceiros.
Descemos na entrada do complexo turístico e, sorrateiramente, fomos pelos fundos da casa e nos escondemos atrás da janela que eu tinha deixado levemente entreaberta. Passou meia hora, quando a Silvia entrou no quarto. A gente via ela perfeitamente. Ela tirou a roupa e foi resoluta pro banheiro. No meio do chuveiro, ouvimos uma batida na porta. Ela saiu meio seca e perguntou quem era. Quando o Antonio respondeu, ela pediu pra ele voltar em dez minutos, que ela terminava de se lavar. Foi aí que a Marta apertou minha mão, excitada com o que tava por vir, se aninhando no meu corpo.
A Silvia terminou de se secar e se pentear, e na frente do espelho passou um creme no corpo, nas pernas e finalmente na pélvis, acariciando a buceta e abrindo os lábios como se preparasse pra um encontro sexual. Ela vestiu as meias, o sutiã realçando os peitos e se cobriu com um deshabillé. A Marta, ao notar que ela não colocou calcinha, me olhou em silêncio e apertou ainda mais minha mão. Acho que no silêncio da noite dava pra ouvir a respiração ofegante dos dois, esperando o encontro entre a Silvia e o Antonio com ansiedade e curiosidade.
Quando minha esposa abriu a porta para o chamado do Antônio e o fez entrar, percebi os dois perturbados, mas decididos. Sílvia ofereceu uísque pra ele e, depois de se sentar no sofá, começaram a conversar animadamente sobre assuntos banais, até que Antônio puxou o papo pra sexo e infidelidade. Minha esposa perguntou se ele achava que a Marta o traía, e Antônio, sem rodeios, respondeu que tinha certeza de que eu era o amante dela, e que decidiu dar uma lição nela e pagar na mesma moeda. Na hora, elogiou a beleza e o corpo da Sílvia, que o deixaram louco desde que a viu na estação. Ela se levantou do sofá, e Antônio, sem hesitar, a pegou por trás, agarrando os peitos dela e apertando-a contra a pélvis dele. Ela tentou se soltar, mas a firmeza dos braços dele e o carinho não deixaram. No fim, Sílvia se jogou pra trás e ofereceu os lábios. Antônio começou a se mexer de um jeito voluptuoso, esfregando o pau nas nádegas da Sílvia. Levantou o deshabillé dela pra ver a nudez, e a virou de frente. Nós, eu e a Marta, vimos claramente a buceta depilada e a barriga lisa da minha esposa, e o pau duro e pulsando de tesão do Antônio, que tratou de chupar e lamber os peitos dela. Sílvia se ajoelhou e pegou a rola com as mãos, dando um beijo profundo e intenso com a língua e os lábios carnudos que me deixaram em transe, e me fizeram abraçar a Marta e buscar a boca dela num beijo sensual. Ela me pediu pra não perder nenhum detalhe, porque ver aquilo dava um tesão danado nela, e depois a gente teria a nossa noite de amor.
Silvia e Antonio tiraram toda a roupa. A gente não perdia um detalhe. Ela se apoiou com as mãos, oferecendo a bunda pra ele abrir as nádegas, beijar e lubrificar a buceta lisinha e o cuzinho. Ela gemia de prazer a cada lambida. Os dedos de Antonio iam alargando os buracos dela. Por fim, ele a virou, colocou ela de costas, e o pau duro dele, com a cabeça vermelha e molhada, entrou na fresta entreaberta pelos dedos de Silvia, que acompanhou com movimentos de vai e vem pra deixar a foda mais íntima e profunda. A visão era fantástica, nunca tinha visto nada igual, ainda mais tendo minha esposa como protagonista, gemendo de prazer. Marta, do meu lado, me acariciava e sussurrava no meu ouvido o tesão que sentia ao ver Silvia sendo comida pelo marido dela, algo que eu nunca imaginaria antes. Coloquei minha mão na virilha dela e, ao tocar a buceta, senti a umidade da vagina excitada pela visão e pelas carícias. Ela me implorou pra não deixar ela daquele jeito, e, me arriscando, peguei a mão dela com decisão e a levei pro quarto onde nossos cônjuges estavam.
Abri a porta silenciosamente e, quando perceberam nossa presença, sugeri continuarmos. Antonio, depois de um momento de hesitação, nos incentivou a imitá-los. Tirei o vestido da Marta e, já todos nus, beijei minha esposa e me dediquei à Marta. Ela estava excitadíssima, se masturbava e chupava meu pau duro e descoberto. Sentei ela no meu pau e ela começou a rebolar freneticamente, entrava e saía até as bolas para me provocar uma gozada precoce e abundante. Silvia e Antonio transavam ao nosso lado, ofegando e gemendo de prazer. Eu via a buceta da minha esposa transbordando de porra que escorria pelas pernas dela. Que tesão. Enquanto comia a Marta, e a Silvia recebia o tributo do Antonio, nos beijávamos alternadamente sem trocar de parceiro. Era uma orgia total. Trocamos de casais, mas a paixão e a pegada do momento não diminuíram. As duas foram penetradas ao mesmo tempo pelo Antonio e por mim. Os ofegos e gemidos de todos, o barulho dos beijos e o estalo das picas entrando e saindo das bucetas cheias de melados sucos que escorriam pelas coxas delas nessa trepada descomunal, estimulavam nossos sentidos e nos levavam ao êxtase.
O primeiro que desistiu foi o Antônio, que apagou de cansaço. Eu continuei curtindo com as duas e comendo elas até que de madrugada eu dormi. Acordei assustado ao ouvir a Marta e a Silvia se enchendo de beijos e carícias. Só abri os olhos pra apreciar essa relação homossexual. As posições de 69, as chupadas de buceta e a mamada nos peitos, mordiscando os biquinhos, me excitaram de novo e me deixaram a pica dura. Quando perceberam meu tesão, as duas mulheres com um sorriso aceleraram as carícias e fizeram eu me masturbar até que minha esposa se aproximou e, sentando de cócoras, enfiou na buceta que recebeu o esperma quente em jatos intermitentes, enquanto a Marta me beijava e ajeitava minha pica pra tornar a relação mais profunda, enquanto beijava meus lábios e minha boca.Foi uma noite linda, e a partir dali a gente curtiu até o último dia das nossas férias e pela primeira vez a gente topou a troca de casal sem culpa, realizando a fantasia de muitos casais.
7 comentários - Minha amante, o marido dela, minha esposa e eu
lastima que estemos tan lejos..... para asi cumplir nuestra fantasia