Era um dia normal, ele estava em casa, que dividia com a namorada. Ela tinha 18 anos e um corpo de dar inveja: peitos rosados, perfeitamente redondos e grandes, uma bunda bem empinada e uma barriguinha lisa. Mas não era só o corpo dela que ele amava... ela era virgem e prometeu perder a virgindade no dia do aniversário da namorada dele, que faltava um mês. José não aguentava mais esperar, porque imaginava como seria, não só pelo corpo da Naty, mas também porque ela já tinha aceitado, há um tempo, se masturbar na frente dele, mas de roupa, e deixar ele se masturbar também.
Naquela manhã, a Naty foi pra universidade como sempre, e poucas horas depois chegou a empregada. Ela tinha 21 anos e vinha provocando o José há um tempão. Quando a Naty estava em casa, ela fingia ser comportada e usava um uniforme comprido, mas quando só o José estava, vestia minissaias e tangas que deixavam ver toda a bunda dela quando se abaixava.
José, mesmo sem aguentar de tesão, era fiel à namorada. Mas naquele dia, não conseguia se acalmar com nada. Já era a quarta punheta da manhã e não era suficiente. Ele se trancou no quarto porque sabia que ver a empregada só pioraria, mas ela subiu e, enquanto limpava, ficou dando em cima. Até que num momento ele se levanta, e a empregadinha pergunta: "Patrão, me deixa tomar o leite?" Ele respondeu: "Pode sim, fica à vontade". Ela, rapidamente, sem dar tempo pra ele parar, se ajoelhou, desabotoou a calça dele e fez a melhor punheta da vida dele.
Depois ela disse: "Arranca tudo de mim, me violenta, mete logo, não aguento mais". Ele se sentia mal, mas não conseguia resistir. Jogou ela com força no chão, abriu as pernas dela e meteu. Foi um alívio e um prazer imenso. Enquanto tirava e colocava o pau, ele podia ver de perto os peitos dela, arrancou a roupa dela e chupou tudo. Os gemidos dela eram intensos, e ela pedia mais e mais.
Ficaram um tempão naquele mundo de prazer, os dois gozaram várias vezes, mas continuavam.
Duas horas depois, ela montou em cima dele, subia e descia tão rápido que ele sentia que iam arrancar o pau fora. Ele O que ele mais gostava era aquilo de ser montado.
Naquele momento, de repente entrou a Naty, que tinha chegado mais cedo. Os três ficaram totalmente parados e em silêncio. Depois de alguns minutos, a empregada desceu rapidamente da cama e a Nati se despiu. Primeiro, ela lambeu a buceta da empregada para indicar, sem falar, que ela estava convidada, e depois montou no José. Subia e descia como uma expert, os peitos dela balançavam e pareciam crescer. Ele desabotoou o sutiã dela e levou um susto: eram maiores do que imaginavam.
Depois, a Naty e a empregada se masturbaram na frente do José e foram trocando de posições. A partir daquele dia, toda quinta-feira era assim.
Naquela manhã, a Naty foi pra universidade como sempre, e poucas horas depois chegou a empregada. Ela tinha 21 anos e vinha provocando o José há um tempão. Quando a Naty estava em casa, ela fingia ser comportada e usava um uniforme comprido, mas quando só o José estava, vestia minissaias e tangas que deixavam ver toda a bunda dela quando se abaixava.
José, mesmo sem aguentar de tesão, era fiel à namorada. Mas naquele dia, não conseguia se acalmar com nada. Já era a quarta punheta da manhã e não era suficiente. Ele se trancou no quarto porque sabia que ver a empregada só pioraria, mas ela subiu e, enquanto limpava, ficou dando em cima. Até que num momento ele se levanta, e a empregadinha pergunta: "Patrão, me deixa tomar o leite?" Ele respondeu: "Pode sim, fica à vontade". Ela, rapidamente, sem dar tempo pra ele parar, se ajoelhou, desabotoou a calça dele e fez a melhor punheta da vida dele.
Depois ela disse: "Arranca tudo de mim, me violenta, mete logo, não aguento mais". Ele se sentia mal, mas não conseguia resistir. Jogou ela com força no chão, abriu as pernas dela e meteu. Foi um alívio e um prazer imenso. Enquanto tirava e colocava o pau, ele podia ver de perto os peitos dela, arrancou a roupa dela e chupou tudo. Os gemidos dela eram intensos, e ela pedia mais e mais.
Ficaram um tempão naquele mundo de prazer, os dois gozaram várias vezes, mas continuavam.
Duas horas depois, ela montou em cima dele, subia e descia tão rápido que ele sentia que iam arrancar o pau fora. Ele O que ele mais gostava era aquilo de ser montado.
Naquele momento, de repente entrou a Naty, que tinha chegado mais cedo. Os três ficaram totalmente parados e em silêncio. Depois de alguns minutos, a empregada desceu rapidamente da cama e a Nati se despiu. Primeiro, ela lambeu a buceta da empregada para indicar, sem falar, que ela estava convidada, e depois montou no José. Subia e descia como uma expert, os peitos dela balançavam e pareciam crescer. Ele desabotoou o sutiã dela e levou um susto: eram maiores do que imaginavam.
Depois, a Naty e a empregada se masturbaram na frente do José e foram trocando de posições. A partir daquele dia, toda quinta-feira era assim.
5 comentários - Crônica de um trio com a namorada e a empregada
aL fiNal espero pero parece que valiO la pena....
Te feliCito por el relAto, lo lei hasta el finAl
besotes bombon