E aí, como vocês estão? É minha primeira vez aqui no Poringa, mesmo sendo membro há um tempinho já. É a primeira vez que crio coragem pra escrever ou postar alguma coisa... espero que vocês gostem, e como toda experiência, com o tempo vai melhorando... isso eu espero kkkkkkkNuma daquelas temporadas em que o escritório tava uma paz total, sem muita coisa pra fazer e com tempo de sobra... comecei a entrar numa sala de bate-papo com gente da região, onde é bem mais comum encontrar gays do que héteros, mas eu tinha esperança de conhecer um dia alguma donzela bi que me deixasse pelo menos olhar, hehehe... ainda tô esperando encontrar ela 😞.
Numa dessas manhãs super entediantes, com todos os hormônios apontando pra uma direção só... conheço a Pam, uma young lady simpática, agradável... super gente boa.
A gente falou sobre um milhão de coisas, política, religião, futilidades... não me perguntem como, mas o assunto das fantasias surgiu (eu adoro trocar fantasias)... a young lady é muito pior que eu, tinha histórias com cuties, adora uma buceta... na época tinha namorado, dizia que ele era muito sem graça, muito sério e respeitoso. Ela precisa se sentir uma puta, adora isso.
Sempre achei que eu precisava de terapia (ainda acho), não consigo parar de pensar em sexo, adoro, acho que é isso que nos une (a comunidade, digo).
Tudo que eu descrevia, todas as minhas fantasias, contei pra ela, sem pudor nem vergonha... ela tava disposta a realizar elas comigo... de todas as coisas que falei pelo msn, nunca saiu um "não" do teclado dela...
Passaram uns dias de histeria mútua, eu queria conhecer ela, tinha que ver como a gente podia se encontrar, porque eu trabalho o dia inteiro. Por acaso, tive que sair pra fazer umas paradas (o cara dos recados) e foi o pretexto ideal, e até então a gente nem tinha trocado os números de telefone, tudo era pelo msn. Perguntei onde ela morava e se tava a fim de a gente se conhecer, já que era rapidinho... a gente se apresentava, via se depois de se conhecer ainda rolava aquela faísca que a gente guardava bem escondida...
Fui buscar ela, ela entrou no carro... tudo era meio estranho, frio no começo... tinha que quebrar o gelo de algum jeito... Terminamos falando quase a mesma coisa que a gente conversava no MSN... Meu problema é que eu tinha que voltar pro escritório, não dava pra sumir por tanto tempo com um tramite. Ela tinha que ir pra facul.
Bom, palavras vão e vêm, e a gente acabou se beijando, daqueles beijos gostosos, com mordidinhas nos lábios, bem suculentos, enfiando minha língua até o fundo da garganta dela. Ela abria a boca como se fosse uma buceta, e eu pensava: como será que ela vai fazer com minha pica na boca dela?... Aumentei mais um pouco a temperatura corporal e depois já foi inevitável me jogar de cabeça naquele par de tetas monumentais... Mamilos grandes, duros, deliciosos, eu mordi, lambi de novo, apertava forte com os lábios, depois peguei as duas tetas com as mãos e chupei como se nunca tivesse feito aquilo na vida.
Tava frio, a gente meio agasalhado, então foi tudo meio superficial, mas eu precisava continuar chupando aquelas tetas, queria degustar, saborear. Passei minha mão na virilha dela e senti aquela temperatura que já não me deixava pensar com clareza...Recuperamos a noção do tempo e demos uma pausa de um segundo... naquele momento eu tava com a pica explodindo, achava que minhas bolas iam estourar, minha pica molhada, toda babada, pronta pra ser saboreada. Por dentro, eu queria que ela me chupasse ou pelo menos uma punheta, mas não sabia como pedir. Meu chinês vesgo com a camiseta apontava pro lado esquerdo, prestes a estourar, ela não parava de olhar, então ofereci se ela queria acariciar por cima da calça jeans pra sentir mais ou menos como era... e ela topou quase sem pensar... primeiro fingiu timidez, depois começou a apertar forte e a gemer, suspirar... e deu uma pausa... eu não queria que parasse... aliás, já tava pensando em ligar pro trampo e falar que furou pneu ou inventar algo, quando soltei meio na brincadeira... se quiser, apresento ela em carne e osso, falei... ela me olhou e não teve jeito, riu pensando que era piada e que eu não ia ter coragem... nessa hora eu já tinha soltado o cinto, desabotoado uns botões da calça, e a cabecinha começou a aparecer, ela ficou toda vermelha, peguei a mão dela e fiz ela acariciar... ela terminou de abrir o resto dos botões, com uma mãozinha me batia uma punheta suave, eu olhando pra ela, quase adorando, e nos olhos dela dava pra ver que tava morrendo de vontade de provar, e com a outra mão apertava minhas bolas... ela me olhou nos olhos e falou baixinho, posso provar? e eu respondi... por favor... ela se aproximou, terminou de baixar minha cueca e deu um beijinho, passou a língua no olho do chinês, enfiou a cabecinha na boca e começou a gemer de novo... eu não conseguiria explicar em palavras o prazer que senti naquele momento, aquela boca quentinha, aquela língua inquieta, aquela garganta funda e aqueles gemidos que se entrecortavam com a passagem do chinês. Eu olhava ao redor, pleno meio-dia, 11h30 da manhã numa avenida, o pessoal passando do lado do carro, aumentando a adrenalina (igual essa) (polarizado, não sai nada) Eu queria que o tempo parasse e que ela continuasse com o que estava fazendo, muito experiente, com muita prática... enfiava até a garganta, adorava quando eu tava quase gozando, quando fica mais grossa e mais dura... prestes a disparar todo aquele esperma quentinho na garganta dela, eu tirava, empurrava ela pra trás, fazia ela desejar, queria que ela implorasse, que suplicasse pra eu dar toda a minha porra... trazia ela de volta pro meu pau, enroscava minha mão no cabelo dela e afundava ela até meu abdômen, sentindo ela engasgar, vendo a saliva dela molhar meu pau inteiro, escorrendo até minhas bolas... coloco minha mão nas costas dela, descendo até a racha da bunda... queria chegar na buceta dela pra ver o quanto tava molhada, quando chego vejo que tava escorrendo umidade pra todo lado... e eu com vontade de provar aquela buceta... chupei meus dedos e não aguentei mais... joguei toda a minha porra na garganta dela, sem avisar nada, ela nem engasgou, nem fez cara feia, quando começou a sair a porra ela levantou o olhar pros meus olhos... ela enfiou mais fundo como se não quisesse perder nem uma gotinha até os espasmos de prazer acabarem, ela continuou mais um pouco, limpou tudo sem deixar nenhum vestígio de sêmen em lugar nenhum, o carro ficou impregnado com aquele cheiro... e ela tira da boca e me diz... a porra mais gostosa que já tomei na vida, espero que não seja a primeira e última vez que tenha o prazer de saborear... E obviamente foi só a primeira vez... fiquei com vontade de muito mais...
Numa dessas manhãs super entediantes, com todos os hormônios apontando pra uma direção só... conheço a Pam, uma young lady simpática, agradável... super gente boa.
A gente falou sobre um milhão de coisas, política, religião, futilidades... não me perguntem como, mas o assunto das fantasias surgiu (eu adoro trocar fantasias)... a young lady é muito pior que eu, tinha histórias com cuties, adora uma buceta... na época tinha namorado, dizia que ele era muito sem graça, muito sério e respeitoso. Ela precisa se sentir uma puta, adora isso.
Sempre achei que eu precisava de terapia (ainda acho), não consigo parar de pensar em sexo, adoro, acho que é isso que nos une (a comunidade, digo).
Tudo que eu descrevia, todas as minhas fantasias, contei pra ela, sem pudor nem vergonha... ela tava disposta a realizar elas comigo... de todas as coisas que falei pelo msn, nunca saiu um "não" do teclado dela...
Passaram uns dias de histeria mútua, eu queria conhecer ela, tinha que ver como a gente podia se encontrar, porque eu trabalho o dia inteiro. Por acaso, tive que sair pra fazer umas paradas (o cara dos recados) e foi o pretexto ideal, e até então a gente nem tinha trocado os números de telefone, tudo era pelo msn. Perguntei onde ela morava e se tava a fim de a gente se conhecer, já que era rapidinho... a gente se apresentava, via se depois de se conhecer ainda rolava aquela faísca que a gente guardava bem escondida...
Fui buscar ela, ela entrou no carro... tudo era meio estranho, frio no começo... tinha que quebrar o gelo de algum jeito... Terminamos falando quase a mesma coisa que a gente conversava no MSN... Meu problema é que eu tinha que voltar pro escritório, não dava pra sumir por tanto tempo com um tramite. Ela tinha que ir pra facul.
Bom, palavras vão e vêm, e a gente acabou se beijando, daqueles beijos gostosos, com mordidinhas nos lábios, bem suculentos, enfiando minha língua até o fundo da garganta dela. Ela abria a boca como se fosse uma buceta, e eu pensava: como será que ela vai fazer com minha pica na boca dela?... Aumentei mais um pouco a temperatura corporal e depois já foi inevitável me jogar de cabeça naquele par de tetas monumentais... Mamilos grandes, duros, deliciosos, eu mordi, lambi de novo, apertava forte com os lábios, depois peguei as duas tetas com as mãos e chupei como se nunca tivesse feito aquilo na vida.
Tava frio, a gente meio agasalhado, então foi tudo meio superficial, mas eu precisava continuar chupando aquelas tetas, queria degustar, saborear. Passei minha mão na virilha dela e senti aquela temperatura que já não me deixava pensar com clareza...Recuperamos a noção do tempo e demos uma pausa de um segundo... naquele momento eu tava com a pica explodindo, achava que minhas bolas iam estourar, minha pica molhada, toda babada, pronta pra ser saboreada. Por dentro, eu queria que ela me chupasse ou pelo menos uma punheta, mas não sabia como pedir. Meu chinês vesgo com a camiseta apontava pro lado esquerdo, prestes a estourar, ela não parava de olhar, então ofereci se ela queria acariciar por cima da calça jeans pra sentir mais ou menos como era... e ela topou quase sem pensar... primeiro fingiu timidez, depois começou a apertar forte e a gemer, suspirar... e deu uma pausa... eu não queria que parasse... aliás, já tava pensando em ligar pro trampo e falar que furou pneu ou inventar algo, quando soltei meio na brincadeira... se quiser, apresento ela em carne e osso, falei... ela me olhou e não teve jeito, riu pensando que era piada e que eu não ia ter coragem... nessa hora eu já tinha soltado o cinto, desabotoado uns botões da calça, e a cabecinha começou a aparecer, ela ficou toda vermelha, peguei a mão dela e fiz ela acariciar... ela terminou de abrir o resto dos botões, com uma mãozinha me batia uma punheta suave, eu olhando pra ela, quase adorando, e nos olhos dela dava pra ver que tava morrendo de vontade de provar, e com a outra mão apertava minhas bolas... ela me olhou nos olhos e falou baixinho, posso provar? e eu respondi... por favor... ela se aproximou, terminou de baixar minha cueca e deu um beijinho, passou a língua no olho do chinês, enfiou a cabecinha na boca e começou a gemer de novo... eu não conseguiria explicar em palavras o prazer que senti naquele momento, aquela boca quentinha, aquela língua inquieta, aquela garganta funda e aqueles gemidos que se entrecortavam com a passagem do chinês. Eu olhava ao redor, pleno meio-dia, 11h30 da manhã numa avenida, o pessoal passando do lado do carro, aumentando a adrenalina (igual essa) (polarizado, não sai nada) Eu queria que o tempo parasse e que ela continuasse com o que estava fazendo, muito experiente, com muita prática... enfiava até a garganta, adorava quando eu tava quase gozando, quando fica mais grossa e mais dura... prestes a disparar todo aquele esperma quentinho na garganta dela, eu tirava, empurrava ela pra trás, fazia ela desejar, queria que ela implorasse, que suplicasse pra eu dar toda a minha porra... trazia ela de volta pro meu pau, enroscava minha mão no cabelo dela e afundava ela até meu abdômen, sentindo ela engasgar, vendo a saliva dela molhar meu pau inteiro, escorrendo até minhas bolas... coloco minha mão nas costas dela, descendo até a racha da bunda... queria chegar na buceta dela pra ver o quanto tava molhada, quando chego vejo que tava escorrendo umidade pra todo lado... e eu com vontade de provar aquela buceta... chupei meus dedos e não aguentei mais... joguei toda a minha porra na garganta dela, sem avisar nada, ela nem engasgou, nem fez cara feia, quando começou a sair a porra ela levantou o olhar pros meus olhos... ela enfiou mais fundo como se não quisesse perder nem uma gotinha até os espasmos de prazer acabarem, ela continuou mais um pouco, limpou tudo sem deixar nenhum vestígio de sêmen em lugar nenhum, o carro ficou impregnado com aquele cheiro... e ela tira da boca e me diz... a porra mais gostosa que já tomei na vida, espero que não seja a primeira e última vez que tenha o prazer de saborear... E obviamente foi só a primeira vez... fiquei com vontade de muito mais...
3 comentários - Minha amiga virtual gostosa
van puntos maestro