Minha sogra não é incrível, nem tem tudo melhor que uma mina de 20. Também não tem o corpo de uma de 40. Pra ser sincero, minha sogra não é gostosa, mas tem umas coisas que chamam atenção, ou melhor, que me chamam atenção: ela tem 63, mas quer ter 35, então se veste como uma novinha, fica muito tempo sozinha, já que é divorciada e o namorado atual não dá nem bola pra ela. E por último, pra idade que tem, tá com uma puta necessidade de pica, e ainda tem um belo par de peitos, num corpo magro que faz eles se destacarem. Mas, como eu disse antes, a necessidade de pica dela pra essa idade chama atenção.
Quando conheci ela, queria matar ela. Não parava de falar, de se meter em tudo, de encher o saco, de perguntar. Com o tempo, fui percebendo que ela era mais sozinha que um cogumelo, meu coração amoleceu e toda vez que ia na casa dela, dava atenção, até aí só por educação. A gente conversava besteira, porque a verdade é que ela é uma fofa com quem dá pra falar, no máximo, besteira, não rola papo sobre efeito tequila, crise dos Bálcãs ou Cortázar.
Até aí, só na boa onda. Devo dizer que minha única virtude é minha acidez, que uso com muito humor pra me relacionar com as pessoas, e isso agrada uns e outros me odeiam. A questão é que minha vida tava normal até que um dia, levei minha sogra até a casa dela. Ela tava sentada no banco de trás e quando me virei pra dar tchau, sem querer ou querendo, acabei dando um selinho nela. A situação me deixou puto de tesão. A partir daí, comecei a olhar pra Olga com outros olhos, de outro jeito, olhava os peitos dela, tratava ela com muito carinho, com mais molejo do que antes...
Eu buscava dar mais atenção pra ela, e ela se mostrava grata, ficando mais em cima de mim. Passou muito tempo, eu imaginando tudo com ela. Na verdade, não tava tão afim de comer ela, tava mais afim de ver como ela agia, ver se era mesmo uma puta escondida num corpo de... Papel de otária ou se era uma otária de verdade.
Enquanto isso, Olga deixou de ser minha sogra, mas eu continuava com a ideia fixa de vê-la naquela situação. Passou um tempinho da minha briga com minha namorada e um dia, de propósito, mandei um texto pra ela: "Oi, tudo bem? Tô pelo teu bairro, cê tá em casa?!".
Graças a Deus, ela respondeu na hora e disse que sim, que tava sim e se eu queria passar pra visitar. Respondi que sim, que dava pra ficar um pouco. Dei umas voltas no quarteirão pra passar o tempo, cheguei, desci do carro, toquei a campainha e ela desceu pra abrir.
"Oi, que bom que você veio, como cê tá?" Ela me deu um abraço gostoso, e eu aproveitei pra me encostar naqueles peitos lindos e dar um beijo bem marcado na bochecha dela.
Pra ser sincero, não sabia como agir, o que dizer, como levar a conversa. Não me acho um idiota, mas também não sei tudo, e embora ela não fosse mais minha sogra, já tinha sido, mas tinha uma coisa que me incomodava: o silêncio dela. Olga nunca foi uma mina discreta, então meu medo era que ela contasse pra alguém que eu tinha dado em cima dela.
Subimos, tomamos um chá, conversamos, e em algumas ocasiões usei a tática: "Olga, posso confiar em você, né?! Cê não vai contar pra ninguém, vai?" E ela jurava que não, que era segredo.
Se vocês tão imaginando que rolou alguma coisa, nada a ver. Falei mais um pouco e fui embora com a promessa de voltar logo. E foi assim que, um mês depois, mandei outra mensagem e passei na casa dela. Dessa vez, sim, com mais vontade.
Já tava perto do verão, fazia um calorzinho naquela manhã, e Olga desceu com uma calça branca e uma camiseta que mostrava aqueles dois melões incríveis de peitos. Imediatamente, meu pau reagiu.
Subimos no elevador conversando e zoando... e comecei a falar como ela tava bem, que tava linda, que tava magra e tal. Ela se fazendo de otária e agradecendo.
Sentamos, ela fez um chá, começamos a conversar. A verdade é que eu não tava prestando atenção no que ela dizia, só pensando em como encarar ela. Aí perguntei:
- Olguita, como cê tá? Pipe (teu namorado)?! Faz mó tempo que não sei nada dele…
—Tá, tá bem, na dele, fazendo umas paradas, cê sabe como é o Pipe, com os caras trampando.
—ahhh que bom… cê ainda vai nos fins de semana?!
—É, às vezes vou, sei lá, depende, verdade é que às vezes quando vou fico tão entediada que prefiro ficar aqui.
—ahhh não acredito, filho da pu… fala pra ele te dar atenção… eu… e de transar nem se fala, né?!
Minha cara de poker ao falar, mas olhando direto nos olhos dela, e a cara de surpresa dela com a pergunta foi foda.
—jejeje… e sei lá… que sei eu…
—fala logo Olga, cê transa ou não transa?!
—como é que me pergunta isso Tato, não enche o saco!
—mas desculpa, é segredo de estado?, somos adultos, temos a maior onda e te fiz uma pergunta que cê podia fazer também…
—tá, mas eu não te pergunto se cê tá comendo umas gatinhas…
—pode perguntar sem problema gorda, eu não tenho drama e a real é que sim, tô comendo, mas mais que gatinhas, umas senhoras mais velhas, que nem você… percebi que eu amo e elas também… Olga, quero te dar um beijo, posso?!
Ela ficou dura, me olhando, tipo se perguntando se eu tava falando sério, se era piada ou o quê. Aí, algo em mim me fez reagir e levantei, fiquei na frente da cara dela, olhei nos olhos e mandei um beijo na boca… abri minha boca, coloquei a língua e com ela fiz “força” pra abrir a dela, que resistiu uns microssegundos mas depois deu passagem pra um beijo do caralho.
Como bom homem que sou, básico, simples e rústico, abri um olho pra observar ela e vi que ela tava curtindo… desgrudei da boca dela, olhei nos olhos com intensidade e falei
—cê gostou?!
—sim, mas sei lá, isso não é legal… cê é ex da minha filha, além disso é muito mais novo que eu..
—Olga, não enche o saco… cê é adulta, eu também, quero te dar uns beijos e pronto, não vou casar com você… para de frescura…
Dito isso, comecei a beijar ela de novo. Aí peguei, levantei ela da cadeira sem parar Beijar ela, e sentei ela em cima de mim. Ela abriu as pernas de cada lado meu e, sentada no meu pau que tava durasso, comecei a beijar ela toda. Beijei com muita intensidade, mas bem doce e apaixonado ao mesmo tempo. Passei minhas mãos pelas costas dela, cintura, barriga, tocando, roçando e acariciando, tudo sem parar de beijar. Senti que ela tava na mesma sintonia, curtindo pra caralho. Devo dizer que é muito raro isso de ficar com alguém dessa idade, as sensações são estranhas.
Claro, tava morrendo de vontade de tocar aqueles peitos... então, com muita delicadeza, doçura, mas sem perder a paixão, meti a mão e comecei a amassar eles enquanto comia a boca dela, tocava, apertava, parava de beijar pra olhar como eu tava tocando e sentia que a Olga tava excitadíssima, via a cara dela descomposta, desesperada.
Levantei a camiseta, comecei a ver eles em todo esplendor, tirei o sutiã, comecei a chupar os bicos e aí outra sensação estranha, os peitos eram diferentes de olhar, mais enrugados, bem mais flácidos, mas chupar aqueles bicos grandes, escuros, um prazer. Fiz com muito deleite, tomei meu tempo pra percorrer cada pedaço daqueles peitões, tocava de novo, beliscava os bicos pra ela sentir minha fúria contida... levantei, encurralei ela contra a pia da cozinha e agarrei a bunda dela bem por baixo, colando ela em mim, pra sentir meu pau que tava prestes a explodir... então... ela começou a corresponder, esfregando em cima da minha calça, desabotoou meu jeans e me olhava.
— Cê tá afim, né? — disse a Olga...
— Sim, verdade, tô... muito... pera aí, vou sentar...
Então sentei na cadeira, me ajeitei, ela se ajoelhou no chão e pegou meu pau que tava não duro, duríssimo. Sinceramente, sentia uma adrenalina percorrendo o corpo todo. Umas cócegas incríveis, um formigamento do caralho, olhava pra ela com meu pau na mão dela e ela me olhava com cara de que queria comer ele todinho e eu tava morrendo. Juro que tava pensando em matemática e aritmética do quinto ano pra não gozar na hora.
– Tô muito tesuda, Olga, acho que com duas chupadas eu gozo.
– Não se preocupa, se gozar muito rápido, eu chupo de novo…
Aí, ela começou a meter na boca, chupava muito bem, abria a boca devagar e enfiava quase tudo, subia com os lábios apertando e com a mão acompanhando numa punheta até que tocava na minha cabeça e isso me fazia vibrar. Ela repetia e me olhava, numa velocidade perfeita. Sabia mesmo como chupar um pau e com certeza já tinha feito muito cara gozar assim.
Me olhava, molhava e metia de novo.
– Tá gostando?!
– Aiiiiii sim, pelo amor de Deus… não aguento mais, juro que não aguento mais…
– Então… vai, goza… o que cê tá esperando…?!?!
Falar isso e eu gozar foi tudo junto… jorrei pra caralho, ela me olhava, abria a boca e engolia… sério, não conseguia acreditar… comeu tudo, absolutamente tudo.
Me limpou de um jeito mestre, passando bem a língua e não deixando nenhum vestígio…
Um boquete incrível… exatamente como sempre imaginei.
Quando conheci ela, queria matar ela. Não parava de falar, de se meter em tudo, de encher o saco, de perguntar. Com o tempo, fui percebendo que ela era mais sozinha que um cogumelo, meu coração amoleceu e toda vez que ia na casa dela, dava atenção, até aí só por educação. A gente conversava besteira, porque a verdade é que ela é uma fofa com quem dá pra falar, no máximo, besteira, não rola papo sobre efeito tequila, crise dos Bálcãs ou Cortázar.
Até aí, só na boa onda. Devo dizer que minha única virtude é minha acidez, que uso com muito humor pra me relacionar com as pessoas, e isso agrada uns e outros me odeiam. A questão é que minha vida tava normal até que um dia, levei minha sogra até a casa dela. Ela tava sentada no banco de trás e quando me virei pra dar tchau, sem querer ou querendo, acabei dando um selinho nela. A situação me deixou puto de tesão. A partir daí, comecei a olhar pra Olga com outros olhos, de outro jeito, olhava os peitos dela, tratava ela com muito carinho, com mais molejo do que antes...
Eu buscava dar mais atenção pra ela, e ela se mostrava grata, ficando mais em cima de mim. Passou muito tempo, eu imaginando tudo com ela. Na verdade, não tava tão afim de comer ela, tava mais afim de ver como ela agia, ver se era mesmo uma puta escondida num corpo de... Papel de otária ou se era uma otária de verdade.
Enquanto isso, Olga deixou de ser minha sogra, mas eu continuava com a ideia fixa de vê-la naquela situação. Passou um tempinho da minha briga com minha namorada e um dia, de propósito, mandei um texto pra ela: "Oi, tudo bem? Tô pelo teu bairro, cê tá em casa?!".
Graças a Deus, ela respondeu na hora e disse que sim, que tava sim e se eu queria passar pra visitar. Respondi que sim, que dava pra ficar um pouco. Dei umas voltas no quarteirão pra passar o tempo, cheguei, desci do carro, toquei a campainha e ela desceu pra abrir.
"Oi, que bom que você veio, como cê tá?" Ela me deu um abraço gostoso, e eu aproveitei pra me encostar naqueles peitos lindos e dar um beijo bem marcado na bochecha dela.
Pra ser sincero, não sabia como agir, o que dizer, como levar a conversa. Não me acho um idiota, mas também não sei tudo, e embora ela não fosse mais minha sogra, já tinha sido, mas tinha uma coisa que me incomodava: o silêncio dela. Olga nunca foi uma mina discreta, então meu medo era que ela contasse pra alguém que eu tinha dado em cima dela.
Subimos, tomamos um chá, conversamos, e em algumas ocasiões usei a tática: "Olga, posso confiar em você, né?! Cê não vai contar pra ninguém, vai?" E ela jurava que não, que era segredo.
Se vocês tão imaginando que rolou alguma coisa, nada a ver. Falei mais um pouco e fui embora com a promessa de voltar logo. E foi assim que, um mês depois, mandei outra mensagem e passei na casa dela. Dessa vez, sim, com mais vontade.
Já tava perto do verão, fazia um calorzinho naquela manhã, e Olga desceu com uma calça branca e uma camiseta que mostrava aqueles dois melões incríveis de peitos. Imediatamente, meu pau reagiu.
Subimos no elevador conversando e zoando... e comecei a falar como ela tava bem, que tava linda, que tava magra e tal. Ela se fazendo de otária e agradecendo.
Sentamos, ela fez um chá, começamos a conversar. A verdade é que eu não tava prestando atenção no que ela dizia, só pensando em como encarar ela. Aí perguntei:
- Olguita, como cê tá? Pipe (teu namorado)?! Faz mó tempo que não sei nada dele…
—Tá, tá bem, na dele, fazendo umas paradas, cê sabe como é o Pipe, com os caras trampando.
—ahhh que bom… cê ainda vai nos fins de semana?!
—É, às vezes vou, sei lá, depende, verdade é que às vezes quando vou fico tão entediada que prefiro ficar aqui.
—ahhh não acredito, filho da pu… fala pra ele te dar atenção… eu… e de transar nem se fala, né?!
Minha cara de poker ao falar, mas olhando direto nos olhos dela, e a cara de surpresa dela com a pergunta foi foda.
—jejeje… e sei lá… que sei eu…
—fala logo Olga, cê transa ou não transa?!
—como é que me pergunta isso Tato, não enche o saco!
—mas desculpa, é segredo de estado?, somos adultos, temos a maior onda e te fiz uma pergunta que cê podia fazer também…
—tá, mas eu não te pergunto se cê tá comendo umas gatinhas…
—pode perguntar sem problema gorda, eu não tenho drama e a real é que sim, tô comendo, mas mais que gatinhas, umas senhoras mais velhas, que nem você… percebi que eu amo e elas também… Olga, quero te dar um beijo, posso?!
Ela ficou dura, me olhando, tipo se perguntando se eu tava falando sério, se era piada ou o quê. Aí, algo em mim me fez reagir e levantei, fiquei na frente da cara dela, olhei nos olhos e mandei um beijo na boca… abri minha boca, coloquei a língua e com ela fiz “força” pra abrir a dela, que resistiu uns microssegundos mas depois deu passagem pra um beijo do caralho.
Como bom homem que sou, básico, simples e rústico, abri um olho pra observar ela e vi que ela tava curtindo… desgrudei da boca dela, olhei nos olhos com intensidade e falei
—cê gostou?!
—sim, mas sei lá, isso não é legal… cê é ex da minha filha, além disso é muito mais novo que eu..
—Olga, não enche o saco… cê é adulta, eu também, quero te dar uns beijos e pronto, não vou casar com você… para de frescura…
Dito isso, comecei a beijar ela de novo. Aí peguei, levantei ela da cadeira sem parar Beijar ela, e sentei ela em cima de mim. Ela abriu as pernas de cada lado meu e, sentada no meu pau que tava durasso, comecei a beijar ela toda. Beijei com muita intensidade, mas bem doce e apaixonado ao mesmo tempo. Passei minhas mãos pelas costas dela, cintura, barriga, tocando, roçando e acariciando, tudo sem parar de beijar. Senti que ela tava na mesma sintonia, curtindo pra caralho. Devo dizer que é muito raro isso de ficar com alguém dessa idade, as sensações são estranhas.
Claro, tava morrendo de vontade de tocar aqueles peitos... então, com muita delicadeza, doçura, mas sem perder a paixão, meti a mão e comecei a amassar eles enquanto comia a boca dela, tocava, apertava, parava de beijar pra olhar como eu tava tocando e sentia que a Olga tava excitadíssima, via a cara dela descomposta, desesperada.
Levantei a camiseta, comecei a ver eles em todo esplendor, tirei o sutiã, comecei a chupar os bicos e aí outra sensação estranha, os peitos eram diferentes de olhar, mais enrugados, bem mais flácidos, mas chupar aqueles bicos grandes, escuros, um prazer. Fiz com muito deleite, tomei meu tempo pra percorrer cada pedaço daqueles peitões, tocava de novo, beliscava os bicos pra ela sentir minha fúria contida... levantei, encurralei ela contra a pia da cozinha e agarrei a bunda dela bem por baixo, colando ela em mim, pra sentir meu pau que tava prestes a explodir... então... ela começou a corresponder, esfregando em cima da minha calça, desabotoou meu jeans e me olhava.
— Cê tá afim, né? — disse a Olga...
— Sim, verdade, tô... muito... pera aí, vou sentar...
Então sentei na cadeira, me ajeitei, ela se ajoelhou no chão e pegou meu pau que tava não duro, duríssimo. Sinceramente, sentia uma adrenalina percorrendo o corpo todo. Umas cócegas incríveis, um formigamento do caralho, olhava pra ela com meu pau na mão dela e ela me olhava com cara de que queria comer ele todinho e eu tava morrendo. Juro que tava pensando em matemática e aritmética do quinto ano pra não gozar na hora.
– Tô muito tesuda, Olga, acho que com duas chupadas eu gozo.
– Não se preocupa, se gozar muito rápido, eu chupo de novo…
Aí, ela começou a meter na boca, chupava muito bem, abria a boca devagar e enfiava quase tudo, subia com os lábios apertando e com a mão acompanhando numa punheta até que tocava na minha cabeça e isso me fazia vibrar. Ela repetia e me olhava, numa velocidade perfeita. Sabia mesmo como chupar um pau e com certeza já tinha feito muito cara gozar assim.
Me olhava, molhava e metia de novo.
– Tá gostando?!
– Aiiiiii sim, pelo amor de Deus… não aguento mais, juro que não aguento mais…
– Então… vai, goza… o que cê tá esperando…?!?!
Falar isso e eu gozar foi tudo junto… jorrei pra caralho, ela me olhava, abria a boca e engolia… sério, não conseguia acreditar… comeu tudo, absolutamente tudo.
Me limpou de um jeito mestre, passando bem a língua e não deixando nenhum vestígio…
Um boquete incrível… exatamente como sempre imaginei.
5 comentários - Minha sogra gostosa Olga
te felicito loco!!!!!!
van mis +10