No relato anterior, registrei minhas memórias de como foi minha primeira vez. Agora vou continuar com mais histórias, mas sem uma ordem totalmente cronológica, já que não me lembro de todas as minhas experiências de vida e, se for omitir detalhes importantes, é melhor não contar nada.
Da última vez, falei sobre minha experiência sexual com Susan/Susane. Hoje quero contar um assunto que marcou minha vida. Embora Susan e eu já tivéssemos um relacionamento — se é que se pode chamar assim — não era algo totalmente sério ou óbvio, era mais como um segredo excitante que dava um gostinho a mais nas nossas vidas de estudantes. Quando eu era bem pequeno, corria atrás das meninas pra ter namorada, mas nunca tive sorte. Quando finalmente consegui uma, aparentemente isso deu um saborzinho peculiar à minha masculinidade 😀😀😀😀.
Na faculdade de arquitetura da universidade, tinha uma porrada de mulheres lindas, mas geralmente a gente se relacionava mais com os engenheiros do que com a nossa própria espécie 🙎♂️🙎♂️, porque entre nós é pura competição e a gente trabalha lado a lado com os engenheiros, eu acho. O fato é que na faculdade de engenharia tem tanto mulheres gostosas quanto mulheres sem tanta sorte 🤔🤔. No entanto, o que realmente me interessava como homem, em termos de uma fantasia sexual que tive desde que me entendo por gente, era ficar com uma mulher vários anos mais velha que eu, o que geralmente se chama de milf ou coroa. Já estava no quarto ano da faculdade quando, por exigência do curso, tive que entrar num projeto de pesquisa sobre o mercado de moradias dependendo do tipo de estrutura, coordenado por uma professora engenheira de 38 anos. Embora não fosse uma mulher exuberante ou jovem como Susan (relacionamento que já tinha terminado), era uma mulher com todos os atributos que a gente espera numa mulher, com aquele toque de maturidade que tanto me atrai. Vou descrever essa dama depois de contar nosso primeiro encontro.
Embora fosse uma exigência da A universidade não me agradava a ideia de dividir meu tempo numa pesquisa de campo que me importava muito pouco, mas quando eu vi ela, essa ideia foi pro caralho 😀 😀
Quando eu tava indo pra sala onde teria minha primeira reunião com o grupo, cruzei com a Melissa, uma amiga da Susan que me proporcionou uma noite maravilhosa. Depois de bater um papo mais do que devia, saí correndo pra sala o mais rápido que minhas pernas aguentavam, e com tanto azar que cheguei atrasado 😩 😩 Comecei mal a parada. Antes de vê-la, eu já sabia que a engenheira era de nacionalidade comunista ou algo assim, pelo menos era o que os outros professores das faculdades diziam. Nunca fiquei sabendo de onde ela era, mas o sotaque dela era russo-finlandês (lembrando que estudei na Inglaterra). Normalmente, a vida acadêmica daquela nação é cheia de membros de várias nacionalidades. Quando entrei na sala, fiz isso de supetão (outra cagada), já que isso é uma clara ofensa. A engenheira me lançou um olhar cheio de raiva e desprezo 😐 😐 Percebi o que ela quis me dizer com os olhos, mas tentei contornar a situação, justificando meu atraso com uma reunião de outro grupo de pesquisa, que até existia, mas não tinha nada a ver comigo. Ela permitiu minha entrada na sala e eu sentei bem na frente dela. E que surpresa enorme tive ao vê-la direito: era uma mulher muito séria, diria que até demais, com cabelo loiro quase branco, bem curto, mas formando um chapeuzinho na cabeça dela — não encontro outra forma de explicar. Os olhos dela eram verdes como esmeraldas, pele branca, uns peitos grandes e redondos, claramente operados, umas bundas empinadas e de tamanho generoso, pernas muito longas. Naquela época, eu tinha uns 183 cm, e ela era um pouco mais alta que eu 😳 😳 Falando da cintura dela, lembro vagamente que era meio fina. Embora não fosse gorda, também não era uma mulher totalmente magra. Naquele dia, ela usava umas botas pretas de salto médio até os joelhos, umas meias finas pretas com gravado, saia até acima do joelho, uns 5 ou 8 centímetros, uma blusa branca decotada e um casaco aberto, maquiagem leve e, claro, uns óculos que davam um ar de maturidade e um charme extra...
Como já disse, comecei tudo errado e era bem nítido que a engenheira mal me aturava na pesquisa. Mas tudo mudou radicalmente quando entreguei o primeiro relatório. Não sou nenhum gênio, mas sempre me esforcei pra dar o meu melhor. Quando ela leu e anexou o relatório, começou a me tratar diferente. Inclusive, me convidou várias vezes pra tomar um café enquanto lia meus avanços. Um dia, saímos todos pra fazer um levantamento geral sobre possíveis clientes, e algo inesperado aconteceu naquele dia...
Quando terminamos as atividades que ela propôs, meus colegas entregaram os trabalhos e sumiram na hora. Eu fui o último a terminar porque fiquei enrolando e comecei a trabalhar tarde 😀😀. Quando entreguei meu relatório, ela me pediu pra ajudar a levar tudo pro carro dela. Sem ter o que fazer, aceitei — não dava pra recusar. Chegamos no carro, guardamos todos os relatórios e a documentação da pesquisa, e ela me convidou pra tomar alguma coisa. Era sexta-feira, não tinha nada pra fazer, e aceitei. Como sábado não tem aula, fomos pra um bar perto do centro da cidade tomar uns drinks. O detalhe é que Kathia bebeu umas a mais e começou a falar de forma bem aberta. Descobri que era divorciada e que o marido a trocou por uma mulher bem mais nova. Achei que por isso ela era tão amargurada, hahaha, mas desfiz o pensamento tão rápido quanto veio e continuei prestando atenção no desabafo dela. Ela tava tão bêbada que confessou que fazia quase 3 anos que não transava e se sentia frustrada como mulher, já que desde o divórcio, 8 anos atrás, não conseguia manter um relacionamento estável. Quando terminamos de beber, eu sabia que ela não podia dirigir até a casa dela. casa e nem fodendo que eu conseguia chegar no campus com uma professora completamente bêbada, bem delicadamente pedi as chaves do carro dela e falei que eu ia dirigir até a casa dela, porque naquele estado ela tava sujeita a um acidente, ela topou sem problema nenhum, me indicou o caminho e em poucos minutos chegamos na casa dela, uma casa bonita estilo tudor mas meio lúgubre e triste, entramos na casa e a primeira coisa que fiz foi deitar ela num sofá grande na sala principal, depois procurei o controle da garagem pra guardar o carro e depois ir embora pro campus, quando tava indo devolver as chaves dela não encontrei ela, fiz uma busca rápida e encontrei ela tirando mais bebida do freezer, não consegui esconder minha animação 😀 😀 😀 porque não queria ir embora sem saber mais coisas sobre ela 🙎♂️ ela falou que ia trocar de roupa pra ficar mais confortável e curtir melhor os drinks e pra minha surpresa eu tava mais bêbado que ela.........mas só fui perceber esse pequeno grande detalhe depois, quando ela voltou tava com uns shorts de cetim preto, uma blusinha que combinava com aqueles shorts curtinhos, a gente bebeu bastante, mas bebida tipo vinho e conhaque não me embriaga fácil, mas me esquenta como dizem no meu país, quando senti vontade de expelir um pouco daquela bebida fui firme pro banheiro, senti que ela levantou e foi pra cozinha pegar algo pra comer, desde as 5 da tarde até as 11 da noite a gente só tinha bebido, e todo mundo sabe que a fome aperta, quando voltei do banheiro ela tinha acendido as luzes da sala e pude ver completamente o corpo gostoso dela coberto só por dois pedacinhos de pano que pediam pra ser arrancados daquele corpo 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ continuamos conversando, comendo e bebendo, quando algo inesperado aconteceu, ela com toda determinação pegou com as mãos delicadas dela meu pau, eu dei um pulo, não esperava por isso (mas não vou dizer que não queria), ela se desculpou, disse que não podia acreditar no que tinha acontecido e era melhor eu vazar antes que algo ruim rolasse, ou algo indevido. Eu respondi na hora que não podia ir embora. Ela, com cara de surpresa, me olhou e completou que aquilo não estava certo, se referindo à situação. Eu só completei: "segundo quem?". Ela só sorriu e se desculpou de novo, porque o fato de pegar "abusivamente" nas minhas partes era uma ousadia sem precedentes... Respondi pra deixar isso de lado e continuar conversando. Lá pelas 3 da manhã, o clima tava muito interessante. Ela já não me via mais como aluno, e eu podia mandar uns flertes pra ela. Quando finalmente criei coragem e me aproximei do rosto dela, ela não conseguiu esconder a surpresa, mas ficou imóvel. Dei um beijo na boca dela e me afastei devagar. Na mesma hora, ela se jogou em cima de mim e respondeu ao meu beijo já afastado de um jeito quase indescritível. A língua dela percorria toda minha boca, tentando saciar aquela sede de erotismo e amor que tava reprimida há 3 longos anos. Eu respondi ao beijo, mas minha perversão sempre foi mais forte que eu 😬. Passei as mãos na cintura dela, e a blusinha pequena tinha subido até o peito, deixando eu sentir a pele nua dela pela primeira vez. Desci as mãos até os glúteos dela e não aguentei a tentação de deslizar meus dedos pra dentro do shortinho minúsculo dela. Massageei as nádegas dela enquanto ela me beijava com mais força e desejo. Ficamos nessa por um tempo, até que ela se separou de mim, me olhou por uns segundos — eu com as mãos nas bundas dela —, tirou a blusa e exclamou: "Não aguento mais!!". Eu me levantei e levei ela pro sofá onde tinha deitado ela no começo. Tirei o shortinho do corpo dela e me deparei com uma buceta totalmente depilada e molhada até não poder mais. Na hora, ela se sentou pra tirar minha camisa e minha calça jeans. Quando fiquei só de cueca, ela pegou com carinho meu pau com as mãos e tirou ele de dentro. Ao ver que tava duro, mas não no extremo, levou ele pra boca dela. sem nenhuma restrição, não ligou pra nada, só queria satisfazer a necessidade de sentir um pau na boca dela, embora desse pra perceber que fazia muito tempo que não fazia isso, ela tinha uma maestria única na arte do fellatio. depois de me dar um deep throat, ou garganta profunda em português, ela pegou meu membro já mais calma e, enquanto balançava devagar com as mãos, a língua dela percorria toda a minha glande de forma circular. o êxtase que senti naquele momento foi brutal. depois, ela mordeu de brincadeira umas quantas vezes, me empurrou pro sofá e continuou com uma mamada apoteótica sem igual: metia, tirava, lambia o corpo inteiro do meu pau e balançava com força ou devagar, do jeito que ela queria. mesmo eu aguentando um certo tempo antes de gozar, também não passo de 10 minutos, ainda mais quando fazem tudo isso comigo. então não consegui me segurar mais e gozei com muita força. parte do leite ficou pra fora e o resto dentro da boca dela. pude notar que, enquanto ela continuava me chupando (coisa que quase me enlouqueceu) e me molhando, ela engoliu o esperma que ficou na boca. depois, soltou meu pau e levou as mãos pros peitos dela, onde caiu a outra parte do meu gozo. ela se levantou e os dedos sujos de esperma, lubrificante, suor e saliva, levou até a buceta dela, que até aquele momento eu não tinha conseguido admirar direito. usou essa mistura pra lubrificar ainda mais a vagina e depois abriu as pernas, subiu uma no sofá e depois a outra. em seguida, se aninhou sobre meu pau ainda duro, mas já meio mole, e enfiou dentro do corpo dela. daí começou um movimento frenético que, por instantes, machucava minhas bolas por causa da força que ela fazia. embora sentisse um pouco de dor nas minhas bolinhas judiadas, o prazer era total. alguns minutos depois, ela soltou um gemido enorme de prazer e se apoiou em mim pra recuperar um pouco as forças. eu, porém, já tinha recuperado um pouco das minhas. levantei e coloquei o corpo dela na posição de quatro, como chamam, e Ela ergueu diante de mim um monumento de rabão, enfeitado com um belo orifício seco e outro bem molhado de onde saía aos poucos uma massa branca misturada com vários tipos de sucos corporais. Com a ponta do meu pau, comecei a brincar com a buceta e o cu dela, enfiava um pouco na frente e depois tirava, até que ela pediu pra eu meter como um touro. Tomei impulso, respirei fundo e montei nela igual uma besta cega de raiva e prazer. Enquanto metia freneticamente, comecei a brincar com o cu dela e, oh surpresa, ele se dilatava muito bem com as "atenções" 🤤🤤🤤🤤🤤 Molhei meu dedo com saliva e, sem perder o ritmo que já tinha, enfiei meu dedinho no cu dela quase de uma vez. Ela gemeu de novo e pediu pra eu penetrar o cu dela, e eu obedeci fielmente. Fiz isso, penetrei devagar no começo, mas ela mexeu o corpo de um jeito que me empalou com força. Ela só gemeu de novo e eu continuei com meus movimentos cada vez mais duros, uma e outra e outra e outra vez. Quando eu já estava perto de gozar de novo, ela pediu pra eu olhar nos olhos dela enquanto metia, então trocamos para o clássico papai-e-mamãe. Enquanto metia, ela me deu um beijo de língua como nenhum outro. Enquanto nos beijávamos, ela mordeu meu lábio com força até sangrar, porque estava tendo outro orgasmo. Entendi a situação e multipliquei meus esforços em força e profundidade. Sentia o corpo dela queimando e a buceta dela no limite do colapso térmico. De repente, não aguentei mais e, quando ia tirar para gozar fora do corpo dela, ela me envolveu com as pernas e braços e pediu pra eu gozar dentro. Eu aceitei e nos fundimos num orgasmo mútuo. Mais uma vez eu tinha gozado, e dessa vez dentro do órgão sexual dela. Mas não me importava e também não conseguia me mexer, porque tinha gasto todas as minhas forças dando a ela 2 orgasmos que, sendo sincero, foram impressionantes. Dava pra sentir o que ela sentia, é muito difícil de explicar. Olhei o relógio e marcava as 6h30 da manhã, pelo menos durou uma hora ou um pouco mais. Ela se levantou, me pegou pela mão e, nus, fomos dormir na cama dela. É inacreditável, mas dormimos como se fôssemos um casal normal. Ao meio-dia, acordei sozinho na cama dela, não achei minhas roupas, exceto uma bermuda em cima de uma cadeira. Quando desci, lá estava ela sentada no sofá onde eu tinha sido dela. Ela se virou e me olhou com carinho, e disse com um sorriso: "Bom dia, coração". Eu respondi e perguntei pelas minhas roupas, e ela disse que tinha colocado para lavar, junto com o pijama dela. Não tivemos cuidado e nossos fluidos mancharam os tecidos. Ela completou que, infelizmente, não podia sair para não me deixar sozinho na casa dela e ir trocar as notas da faculdade. Comentário tão idiota, pensei, mas sorri hipocritamente. Ela perguntou se eu queria comer algo e, quando passou por mim, enfiou a mão dentro da minha bermuda e sussurrou no meu ouvido: "Você vai ficar comigo de novo esta noite?"... continua...
Se você chegou até aqui, agradeço pelo seu tempo e muito mais se comentar e me der sua opinião. Feliz semana.
Da última vez, falei sobre minha experiência sexual com Susan/Susane. Hoje quero contar um assunto que marcou minha vida. Embora Susan e eu já tivéssemos um relacionamento — se é que se pode chamar assim — não era algo totalmente sério ou óbvio, era mais como um segredo excitante que dava um gostinho a mais nas nossas vidas de estudantes. Quando eu era bem pequeno, corria atrás das meninas pra ter namorada, mas nunca tive sorte. Quando finalmente consegui uma, aparentemente isso deu um saborzinho peculiar à minha masculinidade 😀😀😀😀.
Na faculdade de arquitetura da universidade, tinha uma porrada de mulheres lindas, mas geralmente a gente se relacionava mais com os engenheiros do que com a nossa própria espécie 🙎♂️🙎♂️, porque entre nós é pura competição e a gente trabalha lado a lado com os engenheiros, eu acho. O fato é que na faculdade de engenharia tem tanto mulheres gostosas quanto mulheres sem tanta sorte 🤔🤔. No entanto, o que realmente me interessava como homem, em termos de uma fantasia sexual que tive desde que me entendo por gente, era ficar com uma mulher vários anos mais velha que eu, o que geralmente se chama de milf ou coroa. Já estava no quarto ano da faculdade quando, por exigência do curso, tive que entrar num projeto de pesquisa sobre o mercado de moradias dependendo do tipo de estrutura, coordenado por uma professora engenheira de 38 anos. Embora não fosse uma mulher exuberante ou jovem como Susan (relacionamento que já tinha terminado), era uma mulher com todos os atributos que a gente espera numa mulher, com aquele toque de maturidade que tanto me atrai. Vou descrever essa dama depois de contar nosso primeiro encontro.
Embora fosse uma exigência da A universidade não me agradava a ideia de dividir meu tempo numa pesquisa de campo que me importava muito pouco, mas quando eu vi ela, essa ideia foi pro caralho 😀 😀
Quando eu tava indo pra sala onde teria minha primeira reunião com o grupo, cruzei com a Melissa, uma amiga da Susan que me proporcionou uma noite maravilhosa. Depois de bater um papo mais do que devia, saí correndo pra sala o mais rápido que minhas pernas aguentavam, e com tanto azar que cheguei atrasado 😩 😩 Comecei mal a parada. Antes de vê-la, eu já sabia que a engenheira era de nacionalidade comunista ou algo assim, pelo menos era o que os outros professores das faculdades diziam. Nunca fiquei sabendo de onde ela era, mas o sotaque dela era russo-finlandês (lembrando que estudei na Inglaterra). Normalmente, a vida acadêmica daquela nação é cheia de membros de várias nacionalidades. Quando entrei na sala, fiz isso de supetão (outra cagada), já que isso é uma clara ofensa. A engenheira me lançou um olhar cheio de raiva e desprezo 😐 😐 Percebi o que ela quis me dizer com os olhos, mas tentei contornar a situação, justificando meu atraso com uma reunião de outro grupo de pesquisa, que até existia, mas não tinha nada a ver comigo. Ela permitiu minha entrada na sala e eu sentei bem na frente dela. E que surpresa enorme tive ao vê-la direito: era uma mulher muito séria, diria que até demais, com cabelo loiro quase branco, bem curto, mas formando um chapeuzinho na cabeça dela — não encontro outra forma de explicar. Os olhos dela eram verdes como esmeraldas, pele branca, uns peitos grandes e redondos, claramente operados, umas bundas empinadas e de tamanho generoso, pernas muito longas. Naquela época, eu tinha uns 183 cm, e ela era um pouco mais alta que eu 😳 😳 Falando da cintura dela, lembro vagamente que era meio fina. Embora não fosse gorda, também não era uma mulher totalmente magra. Naquele dia, ela usava umas botas pretas de salto médio até os joelhos, umas meias finas pretas com gravado, saia até acima do joelho, uns 5 ou 8 centímetros, uma blusa branca decotada e um casaco aberto, maquiagem leve e, claro, uns óculos que davam um ar de maturidade e um charme extra...
Como já disse, comecei tudo errado e era bem nítido que a engenheira mal me aturava na pesquisa. Mas tudo mudou radicalmente quando entreguei o primeiro relatório. Não sou nenhum gênio, mas sempre me esforcei pra dar o meu melhor. Quando ela leu e anexou o relatório, começou a me tratar diferente. Inclusive, me convidou várias vezes pra tomar um café enquanto lia meus avanços. Um dia, saímos todos pra fazer um levantamento geral sobre possíveis clientes, e algo inesperado aconteceu naquele dia...
Quando terminamos as atividades que ela propôs, meus colegas entregaram os trabalhos e sumiram na hora. Eu fui o último a terminar porque fiquei enrolando e comecei a trabalhar tarde 😀😀. Quando entreguei meu relatório, ela me pediu pra ajudar a levar tudo pro carro dela. Sem ter o que fazer, aceitei — não dava pra recusar. Chegamos no carro, guardamos todos os relatórios e a documentação da pesquisa, e ela me convidou pra tomar alguma coisa. Era sexta-feira, não tinha nada pra fazer, e aceitei. Como sábado não tem aula, fomos pra um bar perto do centro da cidade tomar uns drinks. O detalhe é que Kathia bebeu umas a mais e começou a falar de forma bem aberta. Descobri que era divorciada e que o marido a trocou por uma mulher bem mais nova. Achei que por isso ela era tão amargurada, hahaha, mas desfiz o pensamento tão rápido quanto veio e continuei prestando atenção no desabafo dela. Ela tava tão bêbada que confessou que fazia quase 3 anos que não transava e se sentia frustrada como mulher, já que desde o divórcio, 8 anos atrás, não conseguia manter um relacionamento estável. Quando terminamos de beber, eu sabia que ela não podia dirigir até a casa dela. casa e nem fodendo que eu conseguia chegar no campus com uma professora completamente bêbada, bem delicadamente pedi as chaves do carro dela e falei que eu ia dirigir até a casa dela, porque naquele estado ela tava sujeita a um acidente, ela topou sem problema nenhum, me indicou o caminho e em poucos minutos chegamos na casa dela, uma casa bonita estilo tudor mas meio lúgubre e triste, entramos na casa e a primeira coisa que fiz foi deitar ela num sofá grande na sala principal, depois procurei o controle da garagem pra guardar o carro e depois ir embora pro campus, quando tava indo devolver as chaves dela não encontrei ela, fiz uma busca rápida e encontrei ela tirando mais bebida do freezer, não consegui esconder minha animação 😀 😀 😀 porque não queria ir embora sem saber mais coisas sobre ela 🙎♂️ ela falou que ia trocar de roupa pra ficar mais confortável e curtir melhor os drinks e pra minha surpresa eu tava mais bêbado que ela.........mas só fui perceber esse pequeno grande detalhe depois, quando ela voltou tava com uns shorts de cetim preto, uma blusinha que combinava com aqueles shorts curtinhos, a gente bebeu bastante, mas bebida tipo vinho e conhaque não me embriaga fácil, mas me esquenta como dizem no meu país, quando senti vontade de expelir um pouco daquela bebida fui firme pro banheiro, senti que ela levantou e foi pra cozinha pegar algo pra comer, desde as 5 da tarde até as 11 da noite a gente só tinha bebido, e todo mundo sabe que a fome aperta, quando voltei do banheiro ela tinha acendido as luzes da sala e pude ver completamente o corpo gostoso dela coberto só por dois pedacinhos de pano que pediam pra ser arrancados daquele corpo 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ continuamos conversando, comendo e bebendo, quando algo inesperado aconteceu, ela com toda determinação pegou com as mãos delicadas dela meu pau, eu dei um pulo, não esperava por isso (mas não vou dizer que não queria), ela se desculpou, disse que não podia acreditar no que tinha acontecido e era melhor eu vazar antes que algo ruim rolasse, ou algo indevido. Eu respondi na hora que não podia ir embora. Ela, com cara de surpresa, me olhou e completou que aquilo não estava certo, se referindo à situação. Eu só completei: "segundo quem?". Ela só sorriu e se desculpou de novo, porque o fato de pegar "abusivamente" nas minhas partes era uma ousadia sem precedentes... Respondi pra deixar isso de lado e continuar conversando. Lá pelas 3 da manhã, o clima tava muito interessante. Ela já não me via mais como aluno, e eu podia mandar uns flertes pra ela. Quando finalmente criei coragem e me aproximei do rosto dela, ela não conseguiu esconder a surpresa, mas ficou imóvel. Dei um beijo na boca dela e me afastei devagar. Na mesma hora, ela se jogou em cima de mim e respondeu ao meu beijo já afastado de um jeito quase indescritível. A língua dela percorria toda minha boca, tentando saciar aquela sede de erotismo e amor que tava reprimida há 3 longos anos. Eu respondi ao beijo, mas minha perversão sempre foi mais forte que eu 😬. Passei as mãos na cintura dela, e a blusinha pequena tinha subido até o peito, deixando eu sentir a pele nua dela pela primeira vez. Desci as mãos até os glúteos dela e não aguentei a tentação de deslizar meus dedos pra dentro do shortinho minúsculo dela. Massageei as nádegas dela enquanto ela me beijava com mais força e desejo. Ficamos nessa por um tempo, até que ela se separou de mim, me olhou por uns segundos — eu com as mãos nas bundas dela —, tirou a blusa e exclamou: "Não aguento mais!!". Eu me levantei e levei ela pro sofá onde tinha deitado ela no começo. Tirei o shortinho do corpo dela e me deparei com uma buceta totalmente depilada e molhada até não poder mais. Na hora, ela se sentou pra tirar minha camisa e minha calça jeans. Quando fiquei só de cueca, ela pegou com carinho meu pau com as mãos e tirou ele de dentro. Ao ver que tava duro, mas não no extremo, levou ele pra boca dela. sem nenhuma restrição, não ligou pra nada, só queria satisfazer a necessidade de sentir um pau na boca dela, embora desse pra perceber que fazia muito tempo que não fazia isso, ela tinha uma maestria única na arte do fellatio. depois de me dar um deep throat, ou garganta profunda em português, ela pegou meu membro já mais calma e, enquanto balançava devagar com as mãos, a língua dela percorria toda a minha glande de forma circular. o êxtase que senti naquele momento foi brutal. depois, ela mordeu de brincadeira umas quantas vezes, me empurrou pro sofá e continuou com uma mamada apoteótica sem igual: metia, tirava, lambia o corpo inteiro do meu pau e balançava com força ou devagar, do jeito que ela queria. mesmo eu aguentando um certo tempo antes de gozar, também não passo de 10 minutos, ainda mais quando fazem tudo isso comigo. então não consegui me segurar mais e gozei com muita força. parte do leite ficou pra fora e o resto dentro da boca dela. pude notar que, enquanto ela continuava me chupando (coisa que quase me enlouqueceu) e me molhando, ela engoliu o esperma que ficou na boca. depois, soltou meu pau e levou as mãos pros peitos dela, onde caiu a outra parte do meu gozo. ela se levantou e os dedos sujos de esperma, lubrificante, suor e saliva, levou até a buceta dela, que até aquele momento eu não tinha conseguido admirar direito. usou essa mistura pra lubrificar ainda mais a vagina e depois abriu as pernas, subiu uma no sofá e depois a outra. em seguida, se aninhou sobre meu pau ainda duro, mas já meio mole, e enfiou dentro do corpo dela. daí começou um movimento frenético que, por instantes, machucava minhas bolas por causa da força que ela fazia. embora sentisse um pouco de dor nas minhas bolinhas judiadas, o prazer era total. alguns minutos depois, ela soltou um gemido enorme de prazer e se apoiou em mim pra recuperar um pouco as forças. eu, porém, já tinha recuperado um pouco das minhas. levantei e coloquei o corpo dela na posição de quatro, como chamam, e Ela ergueu diante de mim um monumento de rabão, enfeitado com um belo orifício seco e outro bem molhado de onde saía aos poucos uma massa branca misturada com vários tipos de sucos corporais. Com a ponta do meu pau, comecei a brincar com a buceta e o cu dela, enfiava um pouco na frente e depois tirava, até que ela pediu pra eu meter como um touro. Tomei impulso, respirei fundo e montei nela igual uma besta cega de raiva e prazer. Enquanto metia freneticamente, comecei a brincar com o cu dela e, oh surpresa, ele se dilatava muito bem com as "atenções" 🤤🤤🤤🤤🤤 Molhei meu dedo com saliva e, sem perder o ritmo que já tinha, enfiei meu dedinho no cu dela quase de uma vez. Ela gemeu de novo e pediu pra eu penetrar o cu dela, e eu obedeci fielmente. Fiz isso, penetrei devagar no começo, mas ela mexeu o corpo de um jeito que me empalou com força. Ela só gemeu de novo e eu continuei com meus movimentos cada vez mais duros, uma e outra e outra e outra vez. Quando eu já estava perto de gozar de novo, ela pediu pra eu olhar nos olhos dela enquanto metia, então trocamos para o clássico papai-e-mamãe. Enquanto metia, ela me deu um beijo de língua como nenhum outro. Enquanto nos beijávamos, ela mordeu meu lábio com força até sangrar, porque estava tendo outro orgasmo. Entendi a situação e multipliquei meus esforços em força e profundidade. Sentia o corpo dela queimando e a buceta dela no limite do colapso térmico. De repente, não aguentei mais e, quando ia tirar para gozar fora do corpo dela, ela me envolveu com as pernas e braços e pediu pra eu gozar dentro. Eu aceitei e nos fundimos num orgasmo mútuo. Mais uma vez eu tinha gozado, e dessa vez dentro do órgão sexual dela. Mas não me importava e também não conseguia me mexer, porque tinha gasto todas as minhas forças dando a ela 2 orgasmos que, sendo sincero, foram impressionantes. Dava pra sentir o que ela sentia, é muito difícil de explicar. Olhei o relógio e marcava as 6h30 da manhã, pelo menos durou uma hora ou um pouco mais. Ela se levantou, me pegou pela mão e, nus, fomos dormir na cama dela. É inacreditável, mas dormimos como se fôssemos um casal normal. Ao meio-dia, acordei sozinho na cama dela, não achei minhas roupas, exceto uma bermuda em cima de uma cadeira. Quando desci, lá estava ela sentada no sofá onde eu tinha sido dela. Ela se virou e me olhou com carinho, e disse com um sorriso: "Bom dia, coração". Eu respondi e perguntei pelas minhas roupas, e ela disse que tinha colocado para lavar, junto com o pijama dela. Não tivemos cuidado e nossos fluidos mancharam os tecidos. Ela completou que, infelizmente, não podia sair para não me deixar sozinho na casa dela e ir trocar as notas da faculdade. Comentário tão idiota, pensei, mas sorri hipocritamente. Ela perguntou se eu queria comer algo e, quando passou por mim, enfiou a mão dentro da minha bermuda e sussurrou no meu ouvido: "Você vai ficar comigo de novo esta noite?"... continua...
Se você chegou até aqui, agradeço pelo seu tempo e muito mais se comentar e me der sua opinião. Feliz semana.
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