Tia Dora, a primeira vezMinha tia Dora é professora numa escola rural. Passava quase o ano todo na escola, porque, como funcionam as coisas aqui no México, ter um cargo desses significa que você também acumula outras funções, tipo ser diretora da mesma escola. Isso fazia com que ela tivesse só alguns dias de folga por ano.
Quando me formei na faculdade, ela me convidou pra ir pra escola dela no verão, pra fazer companhia e ela não se sentir sozinha. Quando cheguei, a primeira coisa que notei foi o calorão, bem diferente de onde a gente vinha, minha tia Dora e eu, que era mais ameno. Aí, a cidade era pequena, segundo ela, uns dois mil habitantes. Então, quando cheguei, ela já me apresentou pros vizinhos como sobrinho dela, pra não levantar suspeitas, saca?
Minha convivência com minha tia era normal durante as tardes. Ela chegava, a gente jantava e conversava um pouco antes de dormir. Por causa do calorão, era normal ela andar pela casa de shorts curtos e justos, com camisetas igualmente justas que destacavam o corpo dela. Na época, eu não via ela com maldade nenhuma. Não que eu não notasse que ela tinha umas pernas morenas e bem torneadas, uma bunda redonda, empinada e grande, e uns peitos de bom tamanho. Até pra dormir, ela usava umas pijamas bem sexy, que nos primeiros dias cheguei a reparar que ela vestia, mas não me despertava nada — eu ainda via ela como minha querida tia.
O melhor aconteceu no primeiro fim de semana que passei com ela. Ela me disse pra irmos a um lugar que ficava a umas duas horas dali, pra eu me distrair um pouco, e também porque ela tinha um assunto pra resolver por lá. Falou que a gente ia só dar uma passada rápida, e que era só eu levar um dinheiro caso quisesse comprar alguma coisa, e que na mesma tarde a gente voltaria pra cidade. Mas, pra nossa desgraça ou sorte, veio um temporal daqueles que nos impediu de chegar no ponto onde a gente pegaria o transporte. Ficamos tão... divertidos que não percebemos a hora e foi impossível pegar o último ônibus, eram umas seis da tarde e perguntei se não tinha outro ônibus mais tarde pra voltar, e ela disse que como a maior parte do caminho era de terra e com a chuva e de noite os motoristas não se arriscavam, e além disso era só uns trocados a mais que podiam ganhar, já que não ia muita gente pro nosso destino, então não valia a pena. Ela falou pra eu não me preocupar, que conhecia alguém que trabalhava num dos hotéis da cidade e que podia nos dar hospedagem de graça.
Chegamos na amiga da minha tia e ela disse que só tinha um quarto disponível porque era temporada de férias, e que só tinha uma cama de casal. Com isso, ela virou pra me olhar como quem diz pra minha tia que sabia que ela era casada e que não era certo dormir junto com outro homem. Minha tia, percebendo a reação da amiga, disse que não tinha problema e me apresentou como sobrinho dela. Ela nos levou ao quarto, que de fato só tinha uma cama e um banheiro, disse que era pra funcionários e por isso era simples. Além disso, tinha um ventilador em cima da cama, o que agradecemos pelo calor e a umidade que viriam depois da chuva. Estávamos encharcados, ela nos deu uma toalha pra nos secar, mas pediu desculpas pra minha tia por não ter roupa seca pra emprestar. Eu disse pra minha tia que podia emprestar uma das minhas camisetas, já que eu era bem mais alto que ela, ia servir perfeitamente pra dormir. Ela foi pro banheiro, eu enquanto isso também troquei a camiseta que estava encharcada e coloquei a seca, e quando minha tia saiu, começou uma das melhores noites da minha vida.
Ela saiu do banheiro com minha camiseta vestida, que ficava nela como um vestido curto cobrindo o suficiente. Naquele momento, uma sensação de tesão tomou conta de mim ao vê-la com o cabelo molhado, com os bicos dos peitos eriçados pelo efeito que a água tinha causado nela. Eu não sabia como reagir, mas minha tia não percebeu nada em mim, nem Nem mesmo a ereção do pau que aconteceu naquele instante. – Foi um dia longo – ele disse – vou dormir como um bebê hoje à noite – tiramos os lençóis que não eram necessários por causa do calor que se sentia no quarto, só ela se cobriu com um dos lençóis por razões óbvias, pra eu não ver algo além das pernas torneadas dela, a gente tinha confiança entre nós, mas não tanta. Ela se deitou do lado direito da cama e dormiu rápido. Apaguei a luz, mas acendi o abajur que estava do meu lado esquerdo. Não conseguia dormir. A imagem sensual que minha tia tinha me mostrado não saía da minha cabeça, e eu tinha duas opções: ou ia ao banheiro e me masturbava com o sutiã dela nas mãos, que ela com certeza tinha deixado, ou tirava da mente aquele pensamento de luxúria que pousava em mim e dormia tranquilamente. Felizmente, minha tia decidiu o que aconteceria nos minutos seguintes. Por estar tão cansada, esqueceu de me pedir pra ligar o ventilador. O calor era insuportável, pelo menos pra ela, porque eu achava que era meu tesão que me fazia suar. Então ela se virou pro lado direito, o lençol estava no chão, minha camiseta só cobria a cintura dela e, portanto, a bunda dela. A bunda linda dela se apresentou pra mim, era magnífica. Uma tanga era o que eu também notei que ela usava, mas ela se perdia entre aquele par de nádegas morenas e deliciosas que ela tinha. Não sabia o que fazer, meu pau ficou ainda mais duro, minhas mãos suavam mais e, como se tivessem mente própria, se aproximavam da bunda dela pra poder tocá-la. Nisso, ela se virou de novo de barriga pra cima, e o susto que eu levei foi de pavor, pensei que ela tinha notado o que o sobrinho dela tentava fazer. Não foi assim. Entre sonhos, ela me disse – Liga o ventilador, tá muito calor aqui – Ela achou que ainda estava coberta pelo lençol, mas não estava. Ele estava só na metade da perna dela, e notei que o que me excitou mais do que a tanga dela, já minúscula por trás, foi que na frente era um triângulo pequeno que mal cobria a buceta dela, mas o que ainda Mas o que me deixou com tesão foi o fato de que a buceta dela não estava depilada, tinha um monte de pelo saindo da tanguinha minúscula.
Levantei e liguei o ventilador, continuei observando minha tia sem saber o que fazer ou como chegar nela, de novo ela me deu a resposta, outra vez entre sonhos minha tia falou comigo e provavelmente me confundiu com o marido dela – por que você não me abraça – consegui ouvir naquele momento ela pegou minha mão e colocou debaixo dos peitos dela eu com o punho fechado e sentindo a redondeza dos peitos dela no meu braço relaxei e estendi a mão para tocá-los e senti-los por completo, meu pau estava mais duro e já sem nenhum remorso encostei ele pra ela sentir na bunda dela, ela naquele momento reagiu e lembrou onde estava mas eu já tinha ela presa nos meus braços e não ia dar um passo atrás, - o que você tá fazendo sobrinho perguntou – minhas mãos estavam esfregando os seios dela por cima da camiseta, meus lábios estavam perto das orelhas dela então sussurrei ou melhor implorei, - por favor tia tô muito excitado te desejo tanto deixa eu te comer – claramente irritada respondeu – mas você sabe que isso não é certo não é permitido – minha mão desceu até a buceta dela, ela apertou as pernas pra eu não colocar minha mão na vagina dela, e antes de falar qualquer coisa roubei um beijo na boca dela, coloquei minha língua pra ela sentir a dela, meus dedos conseguiram penetrar a buceta dela um dedo servia pra estimular o clitóris dela, depois coloquei um dos meus dedos dentro dela, ela soltou um gemido leve, relaxou o corpo todo, quando tirei meus dedos da vagina dela notei que estavam bem molhados, - tá certo que não faço sexo há três meses, que passei me masturbando, exceto essa semana que você tá em casa e não consegui fazer isso, que se eu também tô muito excitada, principalmente porque notei como você me olhava quando saí do banheiro, mas isso não é motivo suficiente pra transar com meu sobrinho – argumento muito bom pra não discutir mas eu continuava muito muito excitado, então peguei a mão dela e a Direcionei meu pau pra ela sentir, e com a outra mão continuei esfregando a buceta dela, uma pena talvez, mas minha tia topou fazer com o sobrinho tarado dela – mas tem outro problema, você não trouxe proteção e sabe o que pode rolar – respondi – bom, existem outras formas – com uma risada sedutora ela disse – perfeito, num dia só não vou dar pro meu sobrinho pervertido, como também vou levar ele no cu.
Ela tirou a camiseta, os peitões enormes com os bicos duros apareceram, ela ia tirar a calcinha fio dental mas eu impedi, me fascinava como ela ficava com ela, minha boca e lábios imediatamente foram atrás dos peitos dela, chupei enquanto minha língua brincava com os bicos, ela abriu as pernas, procurei no mar de pelos o clitóris, chupei um pouco, com meu dedo estimulei um pouco o cu dela pra ir se acostumando com o que vinha, estiquei o máximo que pude a calcinha dela pra parte de trás entrar na buceta já bem molhada e estimular, minha tia só soltava uns gemidos leves, mordia um pouco o travesseiro, ela tava no maior tesão possível e com a umidade da buceta dela já teve o primeiro orgasmo, coloquei os travesseiros debaixo das costas dela pra levantar mais a bunda, lubrifiquei com saliva meu pau e enfiei devagar, ela só arqueou mais as costas pra eu penetrar melhor e a mão dela foi pro clitóris pra estimular enquanto eu metia e tirava na bunda dela, os peitos dela foram atendidos de novo pela minha boca, até mordi um pouco os bicos e puxei pra mim, deixando minha tia ainda mais excitada e dando um belo orgasmo nela, ao mudar de posição dei outro beijo na minha tia, nossas línguas se encontraram de novo, a mão dela começou a esfregar meu pau e eu com as minhas agarrava os peitos dela, agora era eu que tava de barriga pra cima, minha tia se ajeitou e começou a montar em mim, devagar foi enfiando meu pau no cu dela, ao fazer isso e com o movimento da cintura os peitos dela balançavam freneticamente me excitando ainda mais, só conseguia agarrar, apertar o máximo Forte e apertando os mamilos dela, que era o que minha tia mais gostava que eu fizesse. De novo, tirei meu pau do cu dela pra agora ela ficar, como a gente fala aqui, de quatro. Essa é a posição que eu mais gostava porque sentia as bundas dela quicando no meu corpo. Não aguentava mais, era muita excitação, então, sem perguntar onde ela queria que eu gozasse, gozei dentro do cu dela. Os dois terminamos exaustos e suados. — Nossa, tava precisando de uma boa trepada — e dormimos nus, abraçados.
No dia seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo. Ela me olhou com uma cara séria, levantou, foi pro banheiro só de tanguinha. Ao ver ela rebolando aquela bunda assim, fiquei duro de novo. Segui ela, me lavei um pouco, ainda sem trocar uma palavra. Achei que ela provavelmente tava se arrependendo do que a gente tinha feito. Cheguei perto dela pra tentar conversar. Ela abaixou a tampa do vaso, sentou, e quando me aproximei, pegou meu pau e começou a me fazer um boquete espetacular, de uma verdadeira expert em sexo oral. Nem preciso dizer que gozei nos peitos dela enquanto ela se divertia com os dedos dentro da própria buceta. Saímos do hotel antes de pegar o ônibus, fui numa farmácia comprar umas camisinhas. A buceta dela teria que ser minha durante a semana, não podia deixar escapar. E foi assim, mas essa história eu conto outro dia.
Quando me formei na faculdade, ela me convidou pra ir pra escola dela no verão, pra fazer companhia e ela não se sentir sozinha. Quando cheguei, a primeira coisa que notei foi o calorão, bem diferente de onde a gente vinha, minha tia Dora e eu, que era mais ameno. Aí, a cidade era pequena, segundo ela, uns dois mil habitantes. Então, quando cheguei, ela já me apresentou pros vizinhos como sobrinho dela, pra não levantar suspeitas, saca?
Minha convivência com minha tia era normal durante as tardes. Ela chegava, a gente jantava e conversava um pouco antes de dormir. Por causa do calorão, era normal ela andar pela casa de shorts curtos e justos, com camisetas igualmente justas que destacavam o corpo dela. Na época, eu não via ela com maldade nenhuma. Não que eu não notasse que ela tinha umas pernas morenas e bem torneadas, uma bunda redonda, empinada e grande, e uns peitos de bom tamanho. Até pra dormir, ela usava umas pijamas bem sexy, que nos primeiros dias cheguei a reparar que ela vestia, mas não me despertava nada — eu ainda via ela como minha querida tia.
O melhor aconteceu no primeiro fim de semana que passei com ela. Ela me disse pra irmos a um lugar que ficava a umas duas horas dali, pra eu me distrair um pouco, e também porque ela tinha um assunto pra resolver por lá. Falou que a gente ia só dar uma passada rápida, e que era só eu levar um dinheiro caso quisesse comprar alguma coisa, e que na mesma tarde a gente voltaria pra cidade. Mas, pra nossa desgraça ou sorte, veio um temporal daqueles que nos impediu de chegar no ponto onde a gente pegaria o transporte. Ficamos tão... divertidos que não percebemos a hora e foi impossível pegar o último ônibus, eram umas seis da tarde e perguntei se não tinha outro ônibus mais tarde pra voltar, e ela disse que como a maior parte do caminho era de terra e com a chuva e de noite os motoristas não se arriscavam, e além disso era só uns trocados a mais que podiam ganhar, já que não ia muita gente pro nosso destino, então não valia a pena. Ela falou pra eu não me preocupar, que conhecia alguém que trabalhava num dos hotéis da cidade e que podia nos dar hospedagem de graça.
Chegamos na amiga da minha tia e ela disse que só tinha um quarto disponível porque era temporada de férias, e que só tinha uma cama de casal. Com isso, ela virou pra me olhar como quem diz pra minha tia que sabia que ela era casada e que não era certo dormir junto com outro homem. Minha tia, percebendo a reação da amiga, disse que não tinha problema e me apresentou como sobrinho dela. Ela nos levou ao quarto, que de fato só tinha uma cama e um banheiro, disse que era pra funcionários e por isso era simples. Além disso, tinha um ventilador em cima da cama, o que agradecemos pelo calor e a umidade que viriam depois da chuva. Estávamos encharcados, ela nos deu uma toalha pra nos secar, mas pediu desculpas pra minha tia por não ter roupa seca pra emprestar. Eu disse pra minha tia que podia emprestar uma das minhas camisetas, já que eu era bem mais alto que ela, ia servir perfeitamente pra dormir. Ela foi pro banheiro, eu enquanto isso também troquei a camiseta que estava encharcada e coloquei a seca, e quando minha tia saiu, começou uma das melhores noites da minha vida.
Ela saiu do banheiro com minha camiseta vestida, que ficava nela como um vestido curto cobrindo o suficiente. Naquele momento, uma sensação de tesão tomou conta de mim ao vê-la com o cabelo molhado, com os bicos dos peitos eriçados pelo efeito que a água tinha causado nela. Eu não sabia como reagir, mas minha tia não percebeu nada em mim, nem Nem mesmo a ereção do pau que aconteceu naquele instante. – Foi um dia longo – ele disse – vou dormir como um bebê hoje à noite – tiramos os lençóis que não eram necessários por causa do calor que se sentia no quarto, só ela se cobriu com um dos lençóis por razões óbvias, pra eu não ver algo além das pernas torneadas dela, a gente tinha confiança entre nós, mas não tanta. Ela se deitou do lado direito da cama e dormiu rápido. Apaguei a luz, mas acendi o abajur que estava do meu lado esquerdo. Não conseguia dormir. A imagem sensual que minha tia tinha me mostrado não saía da minha cabeça, e eu tinha duas opções: ou ia ao banheiro e me masturbava com o sutiã dela nas mãos, que ela com certeza tinha deixado, ou tirava da mente aquele pensamento de luxúria que pousava em mim e dormia tranquilamente. Felizmente, minha tia decidiu o que aconteceria nos minutos seguintes. Por estar tão cansada, esqueceu de me pedir pra ligar o ventilador. O calor era insuportável, pelo menos pra ela, porque eu achava que era meu tesão que me fazia suar. Então ela se virou pro lado direito, o lençol estava no chão, minha camiseta só cobria a cintura dela e, portanto, a bunda dela. A bunda linda dela se apresentou pra mim, era magnífica. Uma tanga era o que eu também notei que ela usava, mas ela se perdia entre aquele par de nádegas morenas e deliciosas que ela tinha. Não sabia o que fazer, meu pau ficou ainda mais duro, minhas mãos suavam mais e, como se tivessem mente própria, se aproximavam da bunda dela pra poder tocá-la. Nisso, ela se virou de novo de barriga pra cima, e o susto que eu levei foi de pavor, pensei que ela tinha notado o que o sobrinho dela tentava fazer. Não foi assim. Entre sonhos, ela me disse – Liga o ventilador, tá muito calor aqui – Ela achou que ainda estava coberta pelo lençol, mas não estava. Ele estava só na metade da perna dela, e notei que o que me excitou mais do que a tanga dela, já minúscula por trás, foi que na frente era um triângulo pequeno que mal cobria a buceta dela, mas o que ainda Mas o que me deixou com tesão foi o fato de que a buceta dela não estava depilada, tinha um monte de pelo saindo da tanguinha minúscula.
Levantei e liguei o ventilador, continuei observando minha tia sem saber o que fazer ou como chegar nela, de novo ela me deu a resposta, outra vez entre sonhos minha tia falou comigo e provavelmente me confundiu com o marido dela – por que você não me abraça – consegui ouvir naquele momento ela pegou minha mão e colocou debaixo dos peitos dela eu com o punho fechado e sentindo a redondeza dos peitos dela no meu braço relaxei e estendi a mão para tocá-los e senti-los por completo, meu pau estava mais duro e já sem nenhum remorso encostei ele pra ela sentir na bunda dela, ela naquele momento reagiu e lembrou onde estava mas eu já tinha ela presa nos meus braços e não ia dar um passo atrás, - o que você tá fazendo sobrinho perguntou – minhas mãos estavam esfregando os seios dela por cima da camiseta, meus lábios estavam perto das orelhas dela então sussurrei ou melhor implorei, - por favor tia tô muito excitado te desejo tanto deixa eu te comer – claramente irritada respondeu – mas você sabe que isso não é certo não é permitido – minha mão desceu até a buceta dela, ela apertou as pernas pra eu não colocar minha mão na vagina dela, e antes de falar qualquer coisa roubei um beijo na boca dela, coloquei minha língua pra ela sentir a dela, meus dedos conseguiram penetrar a buceta dela um dedo servia pra estimular o clitóris dela, depois coloquei um dos meus dedos dentro dela, ela soltou um gemido leve, relaxou o corpo todo, quando tirei meus dedos da vagina dela notei que estavam bem molhados, - tá certo que não faço sexo há três meses, que passei me masturbando, exceto essa semana que você tá em casa e não consegui fazer isso, que se eu também tô muito excitada, principalmente porque notei como você me olhava quando saí do banheiro, mas isso não é motivo suficiente pra transar com meu sobrinho – argumento muito bom pra não discutir mas eu continuava muito muito excitado, então peguei a mão dela e a Direcionei meu pau pra ela sentir, e com a outra mão continuei esfregando a buceta dela, uma pena talvez, mas minha tia topou fazer com o sobrinho tarado dela – mas tem outro problema, você não trouxe proteção e sabe o que pode rolar – respondi – bom, existem outras formas – com uma risada sedutora ela disse – perfeito, num dia só não vou dar pro meu sobrinho pervertido, como também vou levar ele no cu.
Ela tirou a camiseta, os peitões enormes com os bicos duros apareceram, ela ia tirar a calcinha fio dental mas eu impedi, me fascinava como ela ficava com ela, minha boca e lábios imediatamente foram atrás dos peitos dela, chupei enquanto minha língua brincava com os bicos, ela abriu as pernas, procurei no mar de pelos o clitóris, chupei um pouco, com meu dedo estimulei um pouco o cu dela pra ir se acostumando com o que vinha, estiquei o máximo que pude a calcinha dela pra parte de trás entrar na buceta já bem molhada e estimular, minha tia só soltava uns gemidos leves, mordia um pouco o travesseiro, ela tava no maior tesão possível e com a umidade da buceta dela já teve o primeiro orgasmo, coloquei os travesseiros debaixo das costas dela pra levantar mais a bunda, lubrifiquei com saliva meu pau e enfiei devagar, ela só arqueou mais as costas pra eu penetrar melhor e a mão dela foi pro clitóris pra estimular enquanto eu metia e tirava na bunda dela, os peitos dela foram atendidos de novo pela minha boca, até mordi um pouco os bicos e puxei pra mim, deixando minha tia ainda mais excitada e dando um belo orgasmo nela, ao mudar de posição dei outro beijo na minha tia, nossas línguas se encontraram de novo, a mão dela começou a esfregar meu pau e eu com as minhas agarrava os peitos dela, agora era eu que tava de barriga pra cima, minha tia se ajeitou e começou a montar em mim, devagar foi enfiando meu pau no cu dela, ao fazer isso e com o movimento da cintura os peitos dela balançavam freneticamente me excitando ainda mais, só conseguia agarrar, apertar o máximo Forte e apertando os mamilos dela, que era o que minha tia mais gostava que eu fizesse. De novo, tirei meu pau do cu dela pra agora ela ficar, como a gente fala aqui, de quatro. Essa é a posição que eu mais gostava porque sentia as bundas dela quicando no meu corpo. Não aguentava mais, era muita excitação, então, sem perguntar onde ela queria que eu gozasse, gozei dentro do cu dela. Os dois terminamos exaustos e suados. — Nossa, tava precisando de uma boa trepada — e dormimos nus, abraçados.
No dia seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo. Ela me olhou com uma cara séria, levantou, foi pro banheiro só de tanguinha. Ao ver ela rebolando aquela bunda assim, fiquei duro de novo. Segui ela, me lavei um pouco, ainda sem trocar uma palavra. Achei que ela provavelmente tava se arrependendo do que a gente tinha feito. Cheguei perto dela pra tentar conversar. Ela abaixou a tampa do vaso, sentou, e quando me aproximei, pegou meu pau e começou a me fazer um boquete espetacular, de uma verdadeira expert em sexo oral. Nem preciso dizer que gozei nos peitos dela enquanto ela se divertia com os dedos dentro da própria buceta. Saímos do hotel antes de pegar o ônibus, fui numa farmácia comprar umas camisinhas. A buceta dela teria que ser minha durante a semana, não podia deixar escapar. E foi assim, mas essa história eu conto outro dia.
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