Continuação de “Gay depois do meu término”, safadezas na escola. O que vem a seguir também é real e é tudo o que a gente fazia com o José — que, embora não seja o nome verdadeiro dele, foi como escolhi chamá-lo. Nessa história, assim como na anterior, tem bastante texto porque é um relato de algo que aconteceu comigo há anos, então espero que não se cansem de ler muito, mas foi assim que rolou.
Caso não entendam, leiam meu post anterior, que lá está o que aconteceu antes.
Depois do que aconteceu uma semana atrás, a gente procurava qualquer desculpa pra ficar “juntos”, mas era meio difícil. Aí começamos a nos ver em lugares meio arriscados, porque qualquer um podia nos ver, tipo os banheiros da escola. A gente entrou num (por sorte, eles são meio compridos, o que dificulta espiar o vizinho).
— Vamos entrar num — disse o José.
— É arriscado.
Eu não tava nada seguro, na real nem queria entrar, porque quase sempre tinha uns caras lá dentro. Mas, mesmo assim, decidi entrar. Entramos num, tranquei a porta e começamos a nos beijar enquanto ele tirava minha roupa. Aí fiz o mesmo e comecei a tirar o uniforme dele. Tava meio com medo, porque era o banheiro, então me deixei levar de novo. Ele se abaixou e colocou na boca, e parecia mesmo um expert em oral, porque mandava bem demais. De repente, entraram uns caras — um deles era o namorado da Jéssica (minha ex). Fiquei em pânico, porque pensei que podiam nos descobrir no banheiro sem roupa enquanto o José me chupava. Ele continuou, mas com mais cuidado pra não fazer barulho, mas era difícil — eu queria gemer de prazer, mas tive que me calar. Foi tanta tensão que nem percebi quando eles saíram. Aí ele se levantou e a gente continuou com o anal. Ele quis ser o passivo, o que achei de boa (embora eu realmente quisesse ser o passivo também, hehe). Ele subiu na privada (soa estranho?). A penetração pra mim foi mais intensa, porque da outra vez foi diferente. Ele gemia pra caralho, o que me dava um pouco de medo, mas ao mesmo tempo... Muita adrenalina por onde a gente fazia, tanto que nem me importei onde estávamos. Logo terminei dentro dele. Aí tocou o sinal e a gente tinha aula. Saímos de lá e fomos pra sala. Ele saiu primeiro, eu saí depois. Na hora de sair, esbarrei no Alejandro ((o namorado da Jéssica, vou chamar ele assim)) e ele me encarou estranho enquanto eu saía. Me senti mais relaxado quando saí, porque já não tinha mais risco, por assim dizer, mas ainda tinha tanta adrenalina correndo no meu corpo, porque nunca tinha feito algo assim. Mas fiquei intrigado com o Alejandro ter me encarado. Fui pra sala e a gente agiu como se nada tivesse acontecido, trocando olhares discretamente. E uma coisa que me surpreendeu foi que o Alejandro tinha mudado de grupo justamente pro nosso, acho que por causa da Jéssica. Ele se apresentou pra turma e a voz dele parecia de um cara mais velho. Tinha um corpo atlético, bem musculoso ((digo "tinha" porque não sei como ele tá agora)). Não sei se eu gostava dele, mas me intrigava muito.
Depois do que rolou com o José, eu comecei a ver os homens de um jeito diferente, especialmente os de corpo bonito, hehe.
Depois do banheiro, quis tentar de novo. Era uma sensação foda, ainda mais quando combinada com a adrenalina do medo do lugar. Mas ficou muito difícil, porque quase sempre tinha alguém no banheiro. Passaram semanas e parecia que todo mundo queria ficar no banheiro. Aí a gente teve uma ideia mais perigosa: fazer numa sala de aula. Parece loucura, mas foi o que a gente fez. Esperamos uma sala esvaziar e entramos. Ficamos num canto, só por precaução. Só baixamos as calças, porque do lado tava tendo aula. Começamos direto com o anal. Dessa vez eu fui o passivo. O José sentou na cadeira e eu sentei em cima dele. Doeu na hora que o pau dele entrou em mim, porque não tinha sido penetrado de novo. Ele começou a meter devagar pra não doer, e não tinha muita lubrificação, porque só tinha saliva ((o único disponível)). Aos poucos, até que já tava tudo dentro. dentro de mim, foi mais fácil que da outra vez. Acho que era a posição ou porque já tinha me soltado antes. Aos poucos, entrava e saía até que, de novo, o prazer e a adrenalina que o medo causava eram demais. Comecei a gemer meio alto, e ele disse: "Silêncio, ou alguém pode ouvir." Mas a sensação era tão forte que nem percebemos que alguém passava por ali. Por um momento, pensei que iam entrar, mas depois passaram. Por sorte, não olharam. Consegui ver dois caras que foram para trás do salão onde estávamos, mas mesmo assim continuamos. A sensação de como entrava e saía dentro de mim é algo que curto muito, então ficamos assim por um tempão, que pareceu bem curto. Não queria que ele gozasse dentro de mim; queria que continuasse metendo e tirando com força — isso eu curto muito mais. Até que olhei o relógio e vi que faltavam 10 minutos. E tocam a campainha 10 minutos antes de cada hora pra cada grupo poder ir pra sua sala. Aí tocou. Não acreditei que demoramos tanto e ele não gozava, o que era bom, mas ao mesmo tempo me fez pensar... Então paramos e saímos, mas antes disso fui atrás do salão e vi aqueles dois caras que passaram antes — estavam transando. Me excitou vê-los, mas não queria passar na frente de todo mundo com meu pau bem duro. Saí de lá, fiquei perto porque queria saber quem eram os que estavam ali, mas eles não saíram, o que me fez pensar que saíram por outro lado.
Continuamos fazendo a mesma coisa toda semana no mesmo salão, mas as coisas mudaram um mês depois. Estávamos indo pro mesmo salão, ele disse que chegaria num instante, e fui até lá. Quando entrei, o Alejandro e a Jéssica estavam se beijando. Eles me olharam, e eu só falei: "Esqueci um livro, viram?" Aí o Alejandro disse:
— Não. Por que não procura em outro lugar?
— É verdade. Tchau.
Saí de lá, vi o José e contei quem estava dentro do salão, então não rolou nada naquele dia. Passaram semanas e nada. O salão parecia esvaziar, assim como os banheiros, então suspendemos nos encontrar na escola, já que não parecia haver lugares privados.
Um dia, tive a ideia de voltar para os fundos daquele salão pra ver se aqueles dois caras que encontrei da outra vez voltavam, mas fui pela parte de trás, onde é tudo fechado e ninguém vê nada. Me escondi numa esquina e, surpreendentemente, eles estavam lá, completamente nus. Não podia acreditar, eram dois caras do meu grupo ((Manuel e Eddy, como duas pessoas que são gay conseguiam disfarçar tão bem que nem eu, que sou bom em observar, ficava pensando se eles sabiam algo sobre mim e José; naquele lugar onde fiquei meio escondido, dava pra ver como ele penetrava. Manuel estava deitado na grama enquanto Eddy por cima dele, aquela posição me deixou com muito tesão, e eles faziam tão devagar que realmente me excitei. Tava subindo, e eu meti a mão dentro da calça pra me masturbar vendo aquele cenário pornô dos meus colegas, e o que mais me deixava louco, o que eu pensava, era que eles são do meu grupo. Via a cara de tesão do Manuel, que era o passivo, e pelo entra e sai, pude ver que o Eddy tem uma pica enorme. Ficava cada vez mais excitado, vendo o pau do Eddy entrando e saindo do Manuel enquanto eu me masturbava olhando. Eddy acelerou o ritmo, fazia mais rápido, enquanto Manuel soltava uns gemidinhos de prazer. Ouvir aquilo e ver como ele metia e tirava rapidamente me deixava com muito tesão. Pouco depois, Eddy levantou e virou o Manuel, enfiando o pau na boca dele. Eddy ficou imóvel, Manuel engolia tudo, mal cabia na boca dele, passava a língua e depois enfiava de novo. Não dava pra ver a expressão do Eddy, mas dava pra ouvir claramente que ele tava gostando. Eu me masturbava feito um louco, porque adorava ver os dois. Fiquei pensando se teria visto mais se tivesse chegado antes, mas já foi. Tava me masturbando quando Eddy gozou no rosto do Manuel. Era uma porrada de porra que o Eddy produzia. Choros que parecia que não ia parar de jorrar tanto, Manuel tentava engolir o que dava, mas Eddy soltava mais do que ele conseguia pegar. Me surpreendeu e excitou ver alguém com tanta "capacidade". Depois, Eddy levantou Manuel e com a língua limpava o próprio sêmen do rosto de Manuel, passando pela boca dele ((pensar que isso me dava nojo antes, mas vendo eles me excitava cada vez mais, me lembrou que fiz o mesmo com José meses atrás)). Fez isso até tirar quase todo o sêmen do rosto dele enquanto se beijavam apaixonadamente. Eu ainda não tinha terminado de me masturbar e, como eles já tinham acabado, iam embora, então resolvi sair dali antes que me vissem. Fui direto pro banheiro terminar de me masturbar. Entrei no banheiro, baixei a calça e me masturbei o mais rápido que podia. Gozei na mão e, pra não desperdiçar e lembrando do que rolou com eles, tomei meu próprio sêmen. Tinha um gosto gostoso. Me limpei e saí de lá, e lá estavam eles nos lavatórios lavando as mãos. Não falei nada e lavei minhas mãos também. Só perguntei sobre a prova de física que preocupava muita gente, mas a gente não ((éramos os melhores da sala na época)). Saímos de lá e eles agiram como se nada tivesse acontecido, mas ainda assim notei a expressão de alegria do Manuel. Perguntei:
— Por que tão feliz?
— Sempre estou.
— É verdade. E onde vocês estavam? Tava procurando vocês pra me passarem os apontamentos de física.
Eles ficaram mudos e, tentando falar, Manuel disse:
— A gente tava ocupado.
— Com o quê? Vocês não precisam estudar.
Eddy cortou:
— Jogando xadrez na biblioteca.
— Que estranho, passei por lá mas não vi vocês. Deve ser porque passei rápido. Mas relaxa, já peguei os apontamentos.
— É, deve ter sido por isso. Que bom, pensei que você também não estudava ((disse Eddy)).
— Sim, mas como vocês já perceberam, nem prestei atenção no professor ((respondi assim)).
— É verdade, a aula dele é chata ((disse Manuel)).
((Mas na real, não era.)) Eu adoro física))
Só que eu adorei ver a cara que eles fizeram quando perguntei aquilo, ficaram nervosos e vermelhos de vergonha, acho, porque não sabiam o que dizer.
Aí chegaram as férias de fim de ano, não falei nada do que vi, porque depois pensei em contar.
Mal tinha começado a fazer planos com o José, mas ele me deu uma notícia ruim: ia viajar de férias com os pais, então não íamos nos ver nas férias. Isso acabou com meus planos grandões, já que meus pais também não iam estar por perto, porque viajaram para longe do estado e eu não pude ir, ainda tinha compromissos. Mas, beleza, convidei o José pra ir na minha casa antes dele ir embora, e só ia vê-lo de novo na volta às aulas.
Ele chegou antes do horário, mas foi melhor assim, dava mais tempo; subimos pro meu quarto, tiramos a roupa, e comecei a contar o que tinha visto dias antes com o Manuel e o Eddy. Isso deixou ele muito excitado, porque também não sabia deles. O José ficou na mesma posição que o Manuel, pra mim foi uma delícia, porque a penetração era melhor, ver como entrava e saía da minha bucetinha apertada é muito excitante, enquanto eu contava que eles tinham feito a mesma coisa. O José adorava ouvir essas histórias, começava a gemer bem gostoso. Antes de terminar, quis tentar o mesmo que eles e gozei na cara do José, aí com a língua fui limpando, era meio estranho mas gostoso ao mesmo tempo, terminamos com um beijo cheio de porra na boca. Depois disso, o José disse que tinha que ir, e foi assim que acabou.
Não vi ele de novo nas férias, mas na próxima conto o que rolou com o namorado da Jéssica, o Alejandro, com o Eddy e o Manuel. Foi algo diferente. Espero que tenham gostado, não ter entediado vocês com tanto texto, mas é isso.
Caso não entendam, leiam meu post anterior, que lá está o que aconteceu antes.
Depois do que aconteceu uma semana atrás, a gente procurava qualquer desculpa pra ficar “juntos”, mas era meio difícil. Aí começamos a nos ver em lugares meio arriscados, porque qualquer um podia nos ver, tipo os banheiros da escola. A gente entrou num (por sorte, eles são meio compridos, o que dificulta espiar o vizinho).
— Vamos entrar num — disse o José.
— É arriscado.
Eu não tava nada seguro, na real nem queria entrar, porque quase sempre tinha uns caras lá dentro. Mas, mesmo assim, decidi entrar. Entramos num, tranquei a porta e começamos a nos beijar enquanto ele tirava minha roupa. Aí fiz o mesmo e comecei a tirar o uniforme dele. Tava meio com medo, porque era o banheiro, então me deixei levar de novo. Ele se abaixou e colocou na boca, e parecia mesmo um expert em oral, porque mandava bem demais. De repente, entraram uns caras — um deles era o namorado da Jéssica (minha ex). Fiquei em pânico, porque pensei que podiam nos descobrir no banheiro sem roupa enquanto o José me chupava. Ele continuou, mas com mais cuidado pra não fazer barulho, mas era difícil — eu queria gemer de prazer, mas tive que me calar. Foi tanta tensão que nem percebi quando eles saíram. Aí ele se levantou e a gente continuou com o anal. Ele quis ser o passivo, o que achei de boa (embora eu realmente quisesse ser o passivo também, hehe). Ele subiu na privada (soa estranho?). A penetração pra mim foi mais intensa, porque da outra vez foi diferente. Ele gemia pra caralho, o que me dava um pouco de medo, mas ao mesmo tempo... Muita adrenalina por onde a gente fazia, tanto que nem me importei onde estávamos. Logo terminei dentro dele. Aí tocou o sinal e a gente tinha aula. Saímos de lá e fomos pra sala. Ele saiu primeiro, eu saí depois. Na hora de sair, esbarrei no Alejandro ((o namorado da Jéssica, vou chamar ele assim)) e ele me encarou estranho enquanto eu saía. Me senti mais relaxado quando saí, porque já não tinha mais risco, por assim dizer, mas ainda tinha tanta adrenalina correndo no meu corpo, porque nunca tinha feito algo assim. Mas fiquei intrigado com o Alejandro ter me encarado. Fui pra sala e a gente agiu como se nada tivesse acontecido, trocando olhares discretamente. E uma coisa que me surpreendeu foi que o Alejandro tinha mudado de grupo justamente pro nosso, acho que por causa da Jéssica. Ele se apresentou pra turma e a voz dele parecia de um cara mais velho. Tinha um corpo atlético, bem musculoso ((digo "tinha" porque não sei como ele tá agora)). Não sei se eu gostava dele, mas me intrigava muito.
Depois do que rolou com o José, eu comecei a ver os homens de um jeito diferente, especialmente os de corpo bonito, hehe.
Depois do banheiro, quis tentar de novo. Era uma sensação foda, ainda mais quando combinada com a adrenalina do medo do lugar. Mas ficou muito difícil, porque quase sempre tinha alguém no banheiro. Passaram semanas e parecia que todo mundo queria ficar no banheiro. Aí a gente teve uma ideia mais perigosa: fazer numa sala de aula. Parece loucura, mas foi o que a gente fez. Esperamos uma sala esvaziar e entramos. Ficamos num canto, só por precaução. Só baixamos as calças, porque do lado tava tendo aula. Começamos direto com o anal. Dessa vez eu fui o passivo. O José sentou na cadeira e eu sentei em cima dele. Doeu na hora que o pau dele entrou em mim, porque não tinha sido penetrado de novo. Ele começou a meter devagar pra não doer, e não tinha muita lubrificação, porque só tinha saliva ((o único disponível)). Aos poucos, até que já tava tudo dentro. dentro de mim, foi mais fácil que da outra vez. Acho que era a posição ou porque já tinha me soltado antes. Aos poucos, entrava e saía até que, de novo, o prazer e a adrenalina que o medo causava eram demais. Comecei a gemer meio alto, e ele disse: "Silêncio, ou alguém pode ouvir." Mas a sensação era tão forte que nem percebemos que alguém passava por ali. Por um momento, pensei que iam entrar, mas depois passaram. Por sorte, não olharam. Consegui ver dois caras que foram para trás do salão onde estávamos, mas mesmo assim continuamos. A sensação de como entrava e saía dentro de mim é algo que curto muito, então ficamos assim por um tempão, que pareceu bem curto. Não queria que ele gozasse dentro de mim; queria que continuasse metendo e tirando com força — isso eu curto muito mais. Até que olhei o relógio e vi que faltavam 10 minutos. E tocam a campainha 10 minutos antes de cada hora pra cada grupo poder ir pra sua sala. Aí tocou. Não acreditei que demoramos tanto e ele não gozava, o que era bom, mas ao mesmo tempo me fez pensar... Então paramos e saímos, mas antes disso fui atrás do salão e vi aqueles dois caras que passaram antes — estavam transando. Me excitou vê-los, mas não queria passar na frente de todo mundo com meu pau bem duro. Saí de lá, fiquei perto porque queria saber quem eram os que estavam ali, mas eles não saíram, o que me fez pensar que saíram por outro lado.
Continuamos fazendo a mesma coisa toda semana no mesmo salão, mas as coisas mudaram um mês depois. Estávamos indo pro mesmo salão, ele disse que chegaria num instante, e fui até lá. Quando entrei, o Alejandro e a Jéssica estavam se beijando. Eles me olharam, e eu só falei: "Esqueci um livro, viram?" Aí o Alejandro disse:
— Não. Por que não procura em outro lugar?
— É verdade. Tchau.
Saí de lá, vi o José e contei quem estava dentro do salão, então não rolou nada naquele dia. Passaram semanas e nada. O salão parecia esvaziar, assim como os banheiros, então suspendemos nos encontrar na escola, já que não parecia haver lugares privados.
Um dia, tive a ideia de voltar para os fundos daquele salão pra ver se aqueles dois caras que encontrei da outra vez voltavam, mas fui pela parte de trás, onde é tudo fechado e ninguém vê nada. Me escondi numa esquina e, surpreendentemente, eles estavam lá, completamente nus. Não podia acreditar, eram dois caras do meu grupo ((Manuel e Eddy, como duas pessoas que são gay conseguiam disfarçar tão bem que nem eu, que sou bom em observar, ficava pensando se eles sabiam algo sobre mim e José; naquele lugar onde fiquei meio escondido, dava pra ver como ele penetrava. Manuel estava deitado na grama enquanto Eddy por cima dele, aquela posição me deixou com muito tesão, e eles faziam tão devagar que realmente me excitei. Tava subindo, e eu meti a mão dentro da calça pra me masturbar vendo aquele cenário pornô dos meus colegas, e o que mais me deixava louco, o que eu pensava, era que eles são do meu grupo. Via a cara de tesão do Manuel, que era o passivo, e pelo entra e sai, pude ver que o Eddy tem uma pica enorme. Ficava cada vez mais excitado, vendo o pau do Eddy entrando e saindo do Manuel enquanto eu me masturbava olhando. Eddy acelerou o ritmo, fazia mais rápido, enquanto Manuel soltava uns gemidinhos de prazer. Ouvir aquilo e ver como ele metia e tirava rapidamente me deixava com muito tesão. Pouco depois, Eddy levantou e virou o Manuel, enfiando o pau na boca dele. Eddy ficou imóvel, Manuel engolia tudo, mal cabia na boca dele, passava a língua e depois enfiava de novo. Não dava pra ver a expressão do Eddy, mas dava pra ouvir claramente que ele tava gostando. Eu me masturbava feito um louco, porque adorava ver os dois. Fiquei pensando se teria visto mais se tivesse chegado antes, mas já foi. Tava me masturbando quando Eddy gozou no rosto do Manuel. Era uma porrada de porra que o Eddy produzia. Choros que parecia que não ia parar de jorrar tanto, Manuel tentava engolir o que dava, mas Eddy soltava mais do que ele conseguia pegar. Me surpreendeu e excitou ver alguém com tanta "capacidade". Depois, Eddy levantou Manuel e com a língua limpava o próprio sêmen do rosto de Manuel, passando pela boca dele ((pensar que isso me dava nojo antes, mas vendo eles me excitava cada vez mais, me lembrou que fiz o mesmo com José meses atrás)). Fez isso até tirar quase todo o sêmen do rosto dele enquanto se beijavam apaixonadamente. Eu ainda não tinha terminado de me masturbar e, como eles já tinham acabado, iam embora, então resolvi sair dali antes que me vissem. Fui direto pro banheiro terminar de me masturbar. Entrei no banheiro, baixei a calça e me masturbei o mais rápido que podia. Gozei na mão e, pra não desperdiçar e lembrando do que rolou com eles, tomei meu próprio sêmen. Tinha um gosto gostoso. Me limpei e saí de lá, e lá estavam eles nos lavatórios lavando as mãos. Não falei nada e lavei minhas mãos também. Só perguntei sobre a prova de física que preocupava muita gente, mas a gente não ((éramos os melhores da sala na época)). Saímos de lá e eles agiram como se nada tivesse acontecido, mas ainda assim notei a expressão de alegria do Manuel. Perguntei:
— Por que tão feliz?
— Sempre estou.
— É verdade. E onde vocês estavam? Tava procurando vocês pra me passarem os apontamentos de física.
Eles ficaram mudos e, tentando falar, Manuel disse:
— A gente tava ocupado.
— Com o quê? Vocês não precisam estudar.
Eddy cortou:
— Jogando xadrez na biblioteca.
— Que estranho, passei por lá mas não vi vocês. Deve ser porque passei rápido. Mas relaxa, já peguei os apontamentos.
— É, deve ter sido por isso. Que bom, pensei que você também não estudava ((disse Eddy)).
— Sim, mas como vocês já perceberam, nem prestei atenção no professor ((respondi assim)).
— É verdade, a aula dele é chata ((disse Manuel)).
((Mas na real, não era.)) Eu adoro física))
Só que eu adorei ver a cara que eles fizeram quando perguntei aquilo, ficaram nervosos e vermelhos de vergonha, acho, porque não sabiam o que dizer.
Aí chegaram as férias de fim de ano, não falei nada do que vi, porque depois pensei em contar.
Mal tinha começado a fazer planos com o José, mas ele me deu uma notícia ruim: ia viajar de férias com os pais, então não íamos nos ver nas férias. Isso acabou com meus planos grandões, já que meus pais também não iam estar por perto, porque viajaram para longe do estado e eu não pude ir, ainda tinha compromissos. Mas, beleza, convidei o José pra ir na minha casa antes dele ir embora, e só ia vê-lo de novo na volta às aulas.
Ele chegou antes do horário, mas foi melhor assim, dava mais tempo; subimos pro meu quarto, tiramos a roupa, e comecei a contar o que tinha visto dias antes com o Manuel e o Eddy. Isso deixou ele muito excitado, porque também não sabia deles. O José ficou na mesma posição que o Manuel, pra mim foi uma delícia, porque a penetração era melhor, ver como entrava e saía da minha bucetinha apertada é muito excitante, enquanto eu contava que eles tinham feito a mesma coisa. O José adorava ouvir essas histórias, começava a gemer bem gostoso. Antes de terminar, quis tentar o mesmo que eles e gozei na cara do José, aí com a língua fui limpando, era meio estranho mas gostoso ao mesmo tempo, terminamos com um beijo cheio de porra na boca. Depois disso, o José disse que tinha que ir, e foi assim que acabou.
Não vi ele de novo nas férias, mas na próxima conto o que rolou com o namorado da Jéssica, o Alejandro, com o Eddy e o Manuel. Foi algo diferente. Espero que tenham gostado, não ter entediado vocês com tanto texto, mas é isso.
5 comentários - Gay após meu término, safadezas na escola
pues muy pronto estara el resto solo que nodispongo de mucho para relatar pero proxymamente