Vou trabalhar numa casa como empregada, e o dono da casa e os amigos dele me usam como prêmio numa partida de pôquer e todos me estupram.
Oi, meu nome é Rebeca, e a história que vou contar aconteceu numa cidade pequena do interior do meu país. Eu sou de corpo médio, tenho 1,60m, peitos grandes, tamanho 38B, e todo mundo ficava olhando pra eles, o que me incomodava muito.
Aos 18 anos, tive que ir trabalhar numa casa como empregada doméstica, onde morava só o senhor Victor. A casa não era muito grande, mas tinha piscina.
O senhor Victor era um sem-vergonha mulherengo que tinha se divorciado há um bom tempo. Então, desde que me viu, com certeza queria me comer, mas eu ainda era muito ingênua. Ele tinha uns 50 anos quando essa história aconteceu, cabelo grisalho, um bigode preto salpicado de branco; media mais ou menos 1,80m e tinha uma barriga de bebedor de cerveja, mas mesmo assim era atraente.
A primeira coisa que ele fez quando cheguei na casa foi me cumprimentar com muita intimidade: me abraçou e me beijou na bochecha, bem perto dos meus lábios. Isso me assustou um pouco, mas eu tinha que continuar, precisava do dinheiro.
Ele me levou pra conhecer a casa toda. Apesar de pequena, tinha 4 quartos: um ele usava, e os outros 3, segundo ele, eram pra amigos que geralmente passavam a noite ali. E por último, tinha o meu quarto. Quando chegamos lá, grande foi minha surpresa ao ver na cama uma roupa de empregada francesa, daquelas que aparecem nos filmes:
Tinha 2 minissaias pretas largas, 2 blusas brancas transparentes, meias de nylon pretas, ligas (que na época eu não sabia pra que serviam), sutiãs pretos, calcinhas pretas bem pequenininhas, aventais branquinhos e, no chão, 2 pares de sapatos pretos de salto bem alto. Então, me imaginei usando aquela roupa e morri de vergonha. Não sabia o que fazer: dizer ao senhor Victor que não queria trabalhar com aquela roupa ou continuar. Tudo isso.
Como eu estava com muita vergonha, não consegui dizer nada, fiquei dura que nem uma pedra, sem conseguir articular uma palavra. O senhor Victor me deixou sozinha no quarto com a ordem de me trocar logo pra ver como a roupa ficava em mim. Tive que tirar a calça jeans que eu tava usando e minha calcinha grande com florzinhas, que parecia gigante comparada com a que eu tinha que usar. Então coloquei a calcinha preta do uniforme, era tão pequena que enfiou no meio da minha bunda, e percebi que a parte da frente era de renda semi-transparente que deixava ver a moita de pelos que cuidava da minha buceta. Rapidamente coloquei o sutiã, as meias, a saia e a blusa, ah, e também o aventalzinho branco. Calcei os sapatos e quase caí porque eram muito altos, ia ter que me acostumar.
Eu tava com tanta vergonha que não me atrevia a sair, a minissaia não cobria nada, chegava bem no limite onde as meias terminam. Mas faltava uma coisa, a cinta-liga ou portaligas, não sabia como usar, não sabia pra que servia, então tive que ir ao quarto do Senhor pra dizer que aquilo eu não precisava. Saí com a cinta-liga na mão e mal conseguia andar direito, cheguei até a porta do quarto e ela tava aberta. O quarto dele tava cheio de fotos pornográficas de revistas, mas dava pra ver que algumas tinham sido tiradas naquela casa. Não liguei, eu continuava envergonhada. Informei o Senhor que não precisava daquela peça e ele disse:
"Claro que precisa",
expliquei que não sabia o que era e ele riu e disse que era pra as meias não caírem, depois ele falou:
"Chega mais perto, vou te ajudar a colocar"
Fiquei paralisada sem saber o que fazer, queria correr e sair daquela casa, mas não conseguia, minhas pernas não se mexiam nem pra porta nem pra cama onde ele tava sentado.
Ele ficou sério e disse num tom autoritário: "Chega mais perto, é uma ordem"
Tive que obedecer, já não tava mais envergonhada, agora tava assustada.
Fiquei na frente dele, a uns 30 centímetros, e... Ele disse de novo:
"Chega mais perto"
Tive que obedecer e me aproximei, agora dava pra sentir a respiração dele.
Ele mandou eu levantar a saia, que não era justa, era mais solta. Na hora, não pensei em nada e simplesmente fiz. Ele me olhou com uns olhos de tarado, mas eu não podia fazer nada pra impedir, e fiquei com as mãos segurando a saia. Ele me rodeou com as mãos segurando o ligue e percebeu que os ganchinhos eram pra trás, então me ordenou dessa vez que me virasse, o que fiz devagar. E eu, inevitavelmente, estava me molhando.
Ele prendeu o ligue um pouco mais acima da calcinha fio dental que eu tava usando. Agora tinha que prender as 4 ligas com as meias. O sem-vergonha tava olhando minha bunda e, de quebra, passou a mão e me elogiou por ser tão redonda e durinha. Fiquei envergonhada e me molhei ao mesmo tempo, eram tantas coisas passando pela minha cabeça, mas eu não podia fazer nada.
Ele me virou e, com as mãos, de um puxão, baixou minha calcinha até debaixo das meias. De novo, fiquei paralisada, isso era o cúmulo, mas minhas pernas não respondiam pra sair correndo ou parar aquela situação tão safada e humilhante.
Ele fingia que não tava olhando pra minha moita de pelos pretos e só se dedicou a prender o ligue nas meias. Eu já não aguentava mais, tava completamente molhada, assustada, envergonhada.
Terminou o serviço e se afastou um pouco, aí sim me admirou toda e disse que eu tinha uma buceta espetacular. Passou a mão nos meus pelos pubianos e levantou minha calcinha, e de novo admirou o trabalho dele e disse que ficava bem em mim. E eu, feita uma idiota, continuava segurando a saia pra ele se deliciar com meu corpo.
Depois ele falou: "Pode abaixar a saia agora". Fiz isso rapidinho. Aí pedi permissão pra ir pro meu quarto. Cheguei e comecei a chorar de vergonha e impotência, mas bem lá no fundo, eu tinha gostado daquela ousadia. É algo muito difícil de entender: ele tava se aproveitando de mim e isso me agradava.
Comecei a fazer os Tarefas pela primeira vez, sem parar de pensar no que tinha acontecido. Sério, a roupa era muito desconfortável pra trabalhar, especialmente os saltos, mas preferi não falar nada. Pensei em fazer tudo o mais rápido possível pra ir pro meu quarto, quando de repente ele saiu do quarto dele completamente pelado e se aproximou de mim, dizendo que ia tomar banho. Ele tava com uma ereção incrível, apesar da idade, o pau dele era muito grande. Me virei, e ele falou pra eu parar com essa vergonha besta, que em casa ele sempre anda pelado, e foi pro banheiro.
Fiquei toda molhada vendo aquele espetáculo, a calcinha fio-dental tava escorrendo.
Mas uma coisa eu não entendia: por que, se ele queria me ver usando aquelas roupas e tava com aquela ereção, não partiu pra cima de mim? Porque eu queria e não ia me opor. Acho que ele tava tramando alguma coisa, e depois confirmei.
Quando saiu do banho, pelado e sem nenhum pudor, só com uma toalha enxugando as bolas, ele disse que iam vir uns amigos pra jogar pôquer à noite e que eu arrumasse a casa toda pro evento. Eu só balancei a cabeça, tipo "entendido", sem conseguir evitar olhar de novo pra aquela tranca enorme de cabeça vermelha. Ele percebeu e mostrou abertamente, perguntando: "Cê gosta, né?"
Me virei e falei que não, num tom bem irritado. Ele só riu.
Às 7 da noite, a casa tava toda pronta. A mesa da sala de jantar tava arrumada pro jogo, com cartas, fichas, copos pras bebidas, cinzeiros. O congelador tava cheio de cerveja e outros licores, ele conferiu tudo. Depois, ele reparou em mim e disse que a roupa tava ótima, que era exatamente o que ele queria, mas faltava maquiagem. Então mandou eu usar toda a maquiagem que tava no meu quarto: "Usa toda maquiagem que puder, você tem que parecer uma puta de rua." Fui pro meu quarto e me dediquei a pintar a cara igual uma vagabunda. Não gostava, mas fazer o quê? Já tinha chegado até ali, o que mais poderia acontecer?
Às 8 da noite, Chegaram em grupo os amigos do Senhor Victor, tocaram a campainha de casa e fui abrir pra eles com dificuldade, já que ainda não me acostumava com aqueles saltos enormes. Eram 7 senhores da mesma idade que o dono da casa, ou seja, entre 45 e 50 anos, pareciam muito cavalheiros e sérios, mas não paravam de me admirar, claro, com aquela saia curta aparecia toda a minha perna e com a blusa semi-transparente e o sutiã de meia taça quase dava pra ver meus bicos.
Um deles, ao entrar, se surpreendeu ao me ver e disse: "Puxa, nosso amigo Victor sempre tem muito bom gosto com as empregadas dele", pegou minha mão e a beijou. Foi todo um cavalheiro e isso me lisonjeou e me fez corar, eu disse sorrindo: "OBRIGADA". Esse senhor era um cavalheiro completo comparado ao vulgar e sem-vergonha que era o Senhor Victor.
Eles se cumprimentaram com o dono da casa, falaram um pouco de mim, que eu era gostosa, que a roupa me caía bem, que pernas e uma porção de outras coisas que eu ouvia da cozinha, até gostava um pouco, mas eram meio vulgares, então resolvi me dedicar a preparar uns drinques pra todo mundo.
Saí da cozinha com uma bandeja cheia de copos de bebida. Todos já estavam jogando pôquer sentados ao redor da mesa, eu estava preparada pra ouvirem uma série de coisas vulgares e tentar ignorar, mas ninguém nem reparou que eu estava ali, estavam concentrados no jogo e isso foi ótimo pra mim, não iam me encher o saco. Servi os drinques e voltei pra cozinha. Fiz isso umas 4 vezes até as 11 da noite.
De repente, começaram a gritar de empolgação e a parabenizar um deles, eu não sabia do que se tratava, parecia que ele tinha ganhado a partida. Ele entrou na cozinha e me disse muito animado: "Ganhei e você é o prêmio".
Fiquei gelada e horrorizada, naquele jogo estavam me apostando, sem eu saber. Ele pegou minha mão e me puxou até a sala onde estavam todos, e todos começaram a fazer barulho, assobiar, etc. Eu, como sempre... envergonhada. Passamos por ali e ele rapidamente me levou para um quarto da casa.
Me jogou na cama e começou a apalpar meu corpo todo, minhas pernas cobertas pelas meias, por cima da saia, pela blusa, eu pedia pra ele me deixar em paz, comecei a soluçar mas ele não ligava, era nojento, era humilhante e eu não podia fazer nada por mais que tentasse. Ele enfiou a mão por baixo da saia até chegar na minha calcinha fio dental, tocou e disse "que calcinha linda você tem" e com os dedos tentava empurrar como se quisesse entrar na minha buceta com a calcinha toda. Inevitavelmente comecei a ficar molhada mas ainda assim soluçava. Soluçava de vergonha e humilhação mas ao mesmo tempo abria as pernas sem pensar pra ele poder me tocar muito melhor.
Com a outra mão começou a esfregar meus peitos por cima da blusa e tentou abri-la mas não conseguiu, com a mão direita no meu buraco e a esquerda tentando tirar minha blusa, era impossível pra ele fazer isso.
Ele disse:
"desabotoa a blusa",
eu falei:
"por favor não, não quero"
Mas com minhas mãos comecei a fazer isso.
O que estava acontecendo comigo, por um lado estava numa situação humilhante, queriam quase me estuprar e por outro sem nenhum pudor eu estava ajudando ele a fazer o que quisesse comigo.
Então segui em frente, desabotoei a blusa e inclinei um pouco meu torso aproximando meus peitos do rosto dele. Por outro lado ele já tinha puxado minha calcinha fio dental pro lado e já tinha um dedo dentro da minha buceta. Agora sim, com facilidade ele tirou meus peitos que mal se seguravam dentro do sutiã. Meus bicos estavam duríssimos e o senhor tratou de chupá-los até mordê-los bem forte, me fazendo gritar de dor, mas era estranhamente gostoso.
Num instante ele parou tudo que fazia e se levantou, me deixou toda jogada, molhada e tesuda. Admirou como eu estava e disse "tira a blusa", eu me sentei e comecei a tirar a blusa e aí percebi que todos, os 8 velhos estavam me olhando, já que tinham entrado no quarto, com caras de tarados e doentios, até o senhor que foi muito cavalheiro no começo. Como eu tava molhada, continuei fazendo, tentando ser um pouco sexy. Depois ele mandou eu tirar o sutiã, tentei, mas como tava muito nervosa e os fechos estavam nas costas, tentava e tentava e não conseguia, então o vencedor do jogo mandou outro me ajudar: "Jorge, tira o sutiã dela", e ele veio por trás e tirou, passando a mão nos meus peitos antes e levando a peça.
Depois ele disse: "tira a calcinha você mesma, queremos te ver", e eu obedeci, levantei a saia um pouco, peguei a calcinha pelos lados e comecei a puxar pra baixo. Como não conseguia levantar um pé ou outro por causa do salto muito fino, sentei na cama. Nessa hora, o vencedor falou: "essa putinha não consegue nada, vamos Lucho e Andrés, tirem a calcinha dela vocês".
Esses senhores se aproximaram, me deitaram na cama e levantaram minhas pernas, meteram a mão por baixo da minha saia e puxaram minha calcinha até tirar completamente. Eu tentava me cobrir um pouco, porque ainda tinha um pouco de vergonha, que depois perdi totalmente.
Agora eu tinha ficado só com a saia, as meias e a cinta-liga.
"Agora é a vez do dono da casa, Victor, tira a saia dela" – disse o vencedor.
O Senhor Victor se aproximou com um sorriso de orelha a orelha, me levantou da cama e tirou a saia devagar, me dizendo: "você não vai me dizer que esse trabalho não te agrada?" E eu respondi sem pensar: "adoro".
Fiquei só com a cinta-liga e as meias pretas, na frente de velhos desconhecidos que iam me usar a noite toda. Era aterrorizante, mas ao mesmo tempo muito excitante.
O vencedor mandou eu dar uma volta para todos me admirarem, e eu fiz isso. Enquanto andava, todos gritavam e assobiavam de excitação.
Depois ele mandou eu me deitar na cama e abrir as pernas para me verem a buceta, e eu fiz também. Aí ele mandou eu me tocar e me masturbar, mas como eu não sabia direito Isso significava que eu só me toquei na minha buceta peluda e eles ficaram putos.
Eu disse que não sabia o que aquela palavra significava, então o vencedor falou:
"Então essa puta de merda nunca enfiou um dedo na própria buceta, como castigo você vai despir todo mundo sozinha... vamos, anda!!!"
Ele falou muito puto, então eu obedeci:
Me aproximei do que estava mais perto e tirei a camisa dele botão por botão, depois a regata que ele usava por baixo. Em seguida, tentei desabotoar o cinto da calça dele e não conseguia, todo mundo ria de mim e começaram a falar a mesma coisa que o vencedor:
Vamos, puta!,
Rápido,
O que você está esperando,
Nunca despir um homem?,
Puta mentirosa, vamos te estuprar todos,
Você vai tomar todo nosso leite
Com essas palavras, comecei a ficar molhada de novo, então juntei mais força e desabotoei o cinto dele, depois abri o zíper e baixei a calça. Fiz isso e, diante dos meus olhos, estava um velho barrigudo com uma cueca quase até o joelho, que eu baixei sem perder mais tempo. Agora eu via um pau enorme, muito maior que o do Senhor Victor, mas mais fino e mole.
Depois, o cara do lado me agarrou pelo ombro e disse: "Agora é minha vez"
Tirei a roupa dele e ele tinha um pau mais curto, mas grosso.
E fiz isso com todos os 8 velhos.
Na minha frente estavam 8 caras segurando a pica, prontos para me comer, e eu feliz.
O vencedor já não mandava em nenhum deles, mas sim em mim, e eu, sem reclamar, fazia tudo o que ele pedia. Dessa vez ele disse: "Chupa todos eles"
Me ajoelhei perto do que tinha o pau mais curto para que ele pudesse entrar na minha boca mais fácil, e comecei a beijar o pênis dele da ponta, descendo devagar até chegar nos ovos cobertos de pelos grisalhos. Ele me agarrou pela cabeça e, com um puxão, fez eu colocar na boca todo aquele pau. Comecei a sugar, chupar, lamber com muita vontade. Depois de um tempo, tirei e abri os olhos, estava cercada por 3 caras. Mas, tipo, eu tinha que chupar a pica deles de 4 em 4. Fiz isso: segurei um em cada mão e na minha boca tentei colocar dois paus ao mesmo tempo, mas como não conseguia, chupava um e depois o outro.
Até que um começou a gozar na minha boca, eu afastei e o leite caiu na minha cara e no meu cabelo. Era a primeira vez que eu tinha sêmen de um homem tão perto, então decidi provar. Passei a língua naquele pau pra sentir o resto de porra que ainda tinha, e amei. Então, quando o próximo veio, recebi na boca e fiquei massageando até tirar a última gota de leite. Fiz o mesmo com os outros dois: acabaram na minha boca e eu tomei até o último pingo. Foi maravilhoso, mas quando fui descansar um pouco no chão, percebi que ainda faltavam mais 4 velhotes. Então eu mesma me aproximei deles, feito uma gata no cio, de quatro.
Nesse grupo tinha um velho com a pica mais grande, tipo uns 22 centímetros de carne dura. Comecei de novo: dois nas mãos e alternando na boca os outros dois. Eu esfregava, chupava e lambia com toda a vontade até que um por um começaram a gozar, mas ao mesmo tempo. Um se esvaziou na minha boca e os outros na minha cara. Quando terminaram, comecei a catar cada gota de porra que tava no meu rosto e nos meus peitos pra não desperdiçar nada daquele líquido maravilhoso.
Eu tava toda molhada, e o primeiro grupo dos meus velhinhos já tava pronto pra segunda etapa. Dessa vez iam me foder mesmo. O vencedor mandou um deitar na cama e eu subir em cima pra ele me penetrar pela buceta, e foi assim. Esse tio tinha uma pica duríssima e grossa, então doeu pra caralho quando ele enfiou o pau. Comecei a cavalgar devagar até chegar num movimento sincronizado bem rápido, quando alguém se colocou atrás de mim e tentou me penetrar pelo cu. Doeu, e eu não quis. Mas os companheiros dele ajudaram, me seguraram pelas mãos e, de um só puxão, ele me enfiou. Analmente, eu sentia um líquido saindo do meu cu, aí percebi que era sangue, eu era virgem por aquele lado.
Começaram a me montar de forma rápida e brutal, aí mais dois ficaram na minha frente e eu já sabia o que era, queriam que eu chupasse a pica deles e foi o que eu fiz, aí mais dois se aproximaram pelos lados e colocaram minhas mãos nos seus paus, ou seja, eu tinha um na buceta, outro no meu cu, dois na minha boca e dois nas minhas mãos, tinha só pra mim 6 picas maravilhosas que me faziam doer e gozar ao mesmo tempo.
Começaram a gozar, primeiro um que tava na minha boca, depois o do meu cu gozou fora, me deixando toda melada, deixou meu cu todo aberto e foi substituído por outro que me enfiou de um jeito mais fácil porque era mais fino e meu cu já tava lubrificado, aí o de uma mão passou pra minha boca e o da minha buceta gozou dentro de mim, sentindo o esperma quente dentro de mim. Eu gozei naquele instante com 3 orgasmos seguidos, foi sensacional.
Depois de ficar satisfeito, ele quis sair de mim e não conseguiu porque eu tava por cima e em cima de mim tava um dos parceiros dele, então o que tava no meu cu me puxou e se deitou na cama sem tirar o pinto do meu cu, então a gente tinha mudado de posição, agora o que tava debaixo de mim me penetrava pelo cu e minha buceta tava livre e foi usada por um que eu tinha na mão, ele me penetrou bruscamente e mesmo estando lubrificada, doeu muito, mas mesmo assim eu já tava totalmente excitada e era gostoso sentir dor e prazer ao mesmo tempo, de novo eu gozei e sentia como os fluidos da minha buceta lubrificavam mais meu buraco.
Assim a gente ficou cavalgando por um bom tempo até que de novo começaram a se esvaziar em todas as partes do meu corpo, foi espetacular, tinha esperma na minha boca, mãos, cu e buceta, além das minhas costas, peitos e barriga. E eu tava satisfeita porque de novo tinha tido 3 orgasmos seguidos.
Depois disso os caras estavam cansados e aos poucos se vestiram, dizendo Disseram que tinham se divertido pra caralho. Parabenizaram o vencedor e o dono da casa pela festa tão gostosa que tiveram comigo. Eu estava toda arrebentada na cama, com todos os meus buracos doloridos e uma sensação de prazer, satisfação, humilhação e vergonha, tudo junto.
Fiquei ali até todo mundo ir embora, depois fui pro banheiro, tomei banho e fui dormir. Aí entrou o senhor Victor sem bater, chegou perto e disse que eu era uma empregada maravilhosa e me parabenizou por atender tão bem os convidados dele. Depois me deu um beijo na boca e, antes de sair, completou: "Acho que você, meus amigos e minhas amigas que você vai conhecer em breve vamos nos divertir pra cacete. Você vai ser minha escrava do sexo."
E assim terminou meu primeiro dia nesse trabalho tão interessante.
Por favor, se forem deixar pontos, agradeceria que fosse no post que tenho com 40 pontos, assim eu deixo de ser novato. Valeu.
Fonte: todorelatos.com
Oi, meu nome é Rebeca, e a história que vou contar aconteceu numa cidade pequena do interior do meu país. Eu sou de corpo médio, tenho 1,60m, peitos grandes, tamanho 38B, e todo mundo ficava olhando pra eles, o que me incomodava muito.
Aos 18 anos, tive que ir trabalhar numa casa como empregada doméstica, onde morava só o senhor Victor. A casa não era muito grande, mas tinha piscina.
O senhor Victor era um sem-vergonha mulherengo que tinha se divorciado há um bom tempo. Então, desde que me viu, com certeza queria me comer, mas eu ainda era muito ingênua. Ele tinha uns 50 anos quando essa história aconteceu, cabelo grisalho, um bigode preto salpicado de branco; media mais ou menos 1,80m e tinha uma barriga de bebedor de cerveja, mas mesmo assim era atraente.
A primeira coisa que ele fez quando cheguei na casa foi me cumprimentar com muita intimidade: me abraçou e me beijou na bochecha, bem perto dos meus lábios. Isso me assustou um pouco, mas eu tinha que continuar, precisava do dinheiro.
Ele me levou pra conhecer a casa toda. Apesar de pequena, tinha 4 quartos: um ele usava, e os outros 3, segundo ele, eram pra amigos que geralmente passavam a noite ali. E por último, tinha o meu quarto. Quando chegamos lá, grande foi minha surpresa ao ver na cama uma roupa de empregada francesa, daquelas que aparecem nos filmes:
Tinha 2 minissaias pretas largas, 2 blusas brancas transparentes, meias de nylon pretas, ligas (que na época eu não sabia pra que serviam), sutiãs pretos, calcinhas pretas bem pequenininhas, aventais branquinhos e, no chão, 2 pares de sapatos pretos de salto bem alto. Então, me imaginei usando aquela roupa e morri de vergonha. Não sabia o que fazer: dizer ao senhor Victor que não queria trabalhar com aquela roupa ou continuar. Tudo isso.
Como eu estava com muita vergonha, não consegui dizer nada, fiquei dura que nem uma pedra, sem conseguir articular uma palavra. O senhor Victor me deixou sozinha no quarto com a ordem de me trocar logo pra ver como a roupa ficava em mim. Tive que tirar a calça jeans que eu tava usando e minha calcinha grande com florzinhas, que parecia gigante comparada com a que eu tinha que usar. Então coloquei a calcinha preta do uniforme, era tão pequena que enfiou no meio da minha bunda, e percebi que a parte da frente era de renda semi-transparente que deixava ver a moita de pelos que cuidava da minha buceta. Rapidamente coloquei o sutiã, as meias, a saia e a blusa, ah, e também o aventalzinho branco. Calcei os sapatos e quase caí porque eram muito altos, ia ter que me acostumar.
Eu tava com tanta vergonha que não me atrevia a sair, a minissaia não cobria nada, chegava bem no limite onde as meias terminam. Mas faltava uma coisa, a cinta-liga ou portaligas, não sabia como usar, não sabia pra que servia, então tive que ir ao quarto do Senhor pra dizer que aquilo eu não precisava. Saí com a cinta-liga na mão e mal conseguia andar direito, cheguei até a porta do quarto e ela tava aberta. O quarto dele tava cheio de fotos pornográficas de revistas, mas dava pra ver que algumas tinham sido tiradas naquela casa. Não liguei, eu continuava envergonhada. Informei o Senhor que não precisava daquela peça e ele disse:
"Claro que precisa",
expliquei que não sabia o que era e ele riu e disse que era pra as meias não caírem, depois ele falou:
"Chega mais perto, vou te ajudar a colocar"
Fiquei paralisada sem saber o que fazer, queria correr e sair daquela casa, mas não conseguia, minhas pernas não se mexiam nem pra porta nem pra cama onde ele tava sentado.
Ele ficou sério e disse num tom autoritário: "Chega mais perto, é uma ordem"
Tive que obedecer, já não tava mais envergonhada, agora tava assustada.
Fiquei na frente dele, a uns 30 centímetros, e... Ele disse de novo:
"Chega mais perto"
Tive que obedecer e me aproximei, agora dava pra sentir a respiração dele.
Ele mandou eu levantar a saia, que não era justa, era mais solta. Na hora, não pensei em nada e simplesmente fiz. Ele me olhou com uns olhos de tarado, mas eu não podia fazer nada pra impedir, e fiquei com as mãos segurando a saia. Ele me rodeou com as mãos segurando o ligue e percebeu que os ganchinhos eram pra trás, então me ordenou dessa vez que me virasse, o que fiz devagar. E eu, inevitavelmente, estava me molhando.
Ele prendeu o ligue um pouco mais acima da calcinha fio dental que eu tava usando. Agora tinha que prender as 4 ligas com as meias. O sem-vergonha tava olhando minha bunda e, de quebra, passou a mão e me elogiou por ser tão redonda e durinha. Fiquei envergonhada e me molhei ao mesmo tempo, eram tantas coisas passando pela minha cabeça, mas eu não podia fazer nada.
Ele me virou e, com as mãos, de um puxão, baixou minha calcinha até debaixo das meias. De novo, fiquei paralisada, isso era o cúmulo, mas minhas pernas não respondiam pra sair correndo ou parar aquela situação tão safada e humilhante.
Ele fingia que não tava olhando pra minha moita de pelos pretos e só se dedicou a prender o ligue nas meias. Eu já não aguentava mais, tava completamente molhada, assustada, envergonhada.
Terminou o serviço e se afastou um pouco, aí sim me admirou toda e disse que eu tinha uma buceta espetacular. Passou a mão nos meus pelos pubianos e levantou minha calcinha, e de novo admirou o trabalho dele e disse que ficava bem em mim. E eu, feita uma idiota, continuava segurando a saia pra ele se deliciar com meu corpo.
Depois ele falou: "Pode abaixar a saia agora". Fiz isso rapidinho. Aí pedi permissão pra ir pro meu quarto. Cheguei e comecei a chorar de vergonha e impotência, mas bem lá no fundo, eu tinha gostado daquela ousadia. É algo muito difícil de entender: ele tava se aproveitando de mim e isso me agradava.
Comecei a fazer os Tarefas pela primeira vez, sem parar de pensar no que tinha acontecido. Sério, a roupa era muito desconfortável pra trabalhar, especialmente os saltos, mas preferi não falar nada. Pensei em fazer tudo o mais rápido possível pra ir pro meu quarto, quando de repente ele saiu do quarto dele completamente pelado e se aproximou de mim, dizendo que ia tomar banho. Ele tava com uma ereção incrível, apesar da idade, o pau dele era muito grande. Me virei, e ele falou pra eu parar com essa vergonha besta, que em casa ele sempre anda pelado, e foi pro banheiro.
Fiquei toda molhada vendo aquele espetáculo, a calcinha fio-dental tava escorrendo.
Mas uma coisa eu não entendia: por que, se ele queria me ver usando aquelas roupas e tava com aquela ereção, não partiu pra cima de mim? Porque eu queria e não ia me opor. Acho que ele tava tramando alguma coisa, e depois confirmei.
Quando saiu do banho, pelado e sem nenhum pudor, só com uma toalha enxugando as bolas, ele disse que iam vir uns amigos pra jogar pôquer à noite e que eu arrumasse a casa toda pro evento. Eu só balancei a cabeça, tipo "entendido", sem conseguir evitar olhar de novo pra aquela tranca enorme de cabeça vermelha. Ele percebeu e mostrou abertamente, perguntando: "Cê gosta, né?"
Me virei e falei que não, num tom bem irritado. Ele só riu.
Às 7 da noite, a casa tava toda pronta. A mesa da sala de jantar tava arrumada pro jogo, com cartas, fichas, copos pras bebidas, cinzeiros. O congelador tava cheio de cerveja e outros licores, ele conferiu tudo. Depois, ele reparou em mim e disse que a roupa tava ótima, que era exatamente o que ele queria, mas faltava maquiagem. Então mandou eu usar toda a maquiagem que tava no meu quarto: "Usa toda maquiagem que puder, você tem que parecer uma puta de rua." Fui pro meu quarto e me dediquei a pintar a cara igual uma vagabunda. Não gostava, mas fazer o quê? Já tinha chegado até ali, o que mais poderia acontecer?
Às 8 da noite, Chegaram em grupo os amigos do Senhor Victor, tocaram a campainha de casa e fui abrir pra eles com dificuldade, já que ainda não me acostumava com aqueles saltos enormes. Eram 7 senhores da mesma idade que o dono da casa, ou seja, entre 45 e 50 anos, pareciam muito cavalheiros e sérios, mas não paravam de me admirar, claro, com aquela saia curta aparecia toda a minha perna e com a blusa semi-transparente e o sutiã de meia taça quase dava pra ver meus bicos.
Um deles, ao entrar, se surpreendeu ao me ver e disse: "Puxa, nosso amigo Victor sempre tem muito bom gosto com as empregadas dele", pegou minha mão e a beijou. Foi todo um cavalheiro e isso me lisonjeou e me fez corar, eu disse sorrindo: "OBRIGADA". Esse senhor era um cavalheiro completo comparado ao vulgar e sem-vergonha que era o Senhor Victor.
Eles se cumprimentaram com o dono da casa, falaram um pouco de mim, que eu era gostosa, que a roupa me caía bem, que pernas e uma porção de outras coisas que eu ouvia da cozinha, até gostava um pouco, mas eram meio vulgares, então resolvi me dedicar a preparar uns drinques pra todo mundo.
Saí da cozinha com uma bandeja cheia de copos de bebida. Todos já estavam jogando pôquer sentados ao redor da mesa, eu estava preparada pra ouvirem uma série de coisas vulgares e tentar ignorar, mas ninguém nem reparou que eu estava ali, estavam concentrados no jogo e isso foi ótimo pra mim, não iam me encher o saco. Servi os drinques e voltei pra cozinha. Fiz isso umas 4 vezes até as 11 da noite.
De repente, começaram a gritar de empolgação e a parabenizar um deles, eu não sabia do que se tratava, parecia que ele tinha ganhado a partida. Ele entrou na cozinha e me disse muito animado: "Ganhei e você é o prêmio".
Fiquei gelada e horrorizada, naquele jogo estavam me apostando, sem eu saber. Ele pegou minha mão e me puxou até a sala onde estavam todos, e todos começaram a fazer barulho, assobiar, etc. Eu, como sempre... envergonhada. Passamos por ali e ele rapidamente me levou para um quarto da casa.
Me jogou na cama e começou a apalpar meu corpo todo, minhas pernas cobertas pelas meias, por cima da saia, pela blusa, eu pedia pra ele me deixar em paz, comecei a soluçar mas ele não ligava, era nojento, era humilhante e eu não podia fazer nada por mais que tentasse. Ele enfiou a mão por baixo da saia até chegar na minha calcinha fio dental, tocou e disse "que calcinha linda você tem" e com os dedos tentava empurrar como se quisesse entrar na minha buceta com a calcinha toda. Inevitavelmente comecei a ficar molhada mas ainda assim soluçava. Soluçava de vergonha e humilhação mas ao mesmo tempo abria as pernas sem pensar pra ele poder me tocar muito melhor.
Com a outra mão começou a esfregar meus peitos por cima da blusa e tentou abri-la mas não conseguiu, com a mão direita no meu buraco e a esquerda tentando tirar minha blusa, era impossível pra ele fazer isso.
Ele disse:
"desabotoa a blusa",
eu falei:
"por favor não, não quero"
Mas com minhas mãos comecei a fazer isso.
O que estava acontecendo comigo, por um lado estava numa situação humilhante, queriam quase me estuprar e por outro sem nenhum pudor eu estava ajudando ele a fazer o que quisesse comigo.
Então segui em frente, desabotoei a blusa e inclinei um pouco meu torso aproximando meus peitos do rosto dele. Por outro lado ele já tinha puxado minha calcinha fio dental pro lado e já tinha um dedo dentro da minha buceta. Agora sim, com facilidade ele tirou meus peitos que mal se seguravam dentro do sutiã. Meus bicos estavam duríssimos e o senhor tratou de chupá-los até mordê-los bem forte, me fazendo gritar de dor, mas era estranhamente gostoso.
Num instante ele parou tudo que fazia e se levantou, me deixou toda jogada, molhada e tesuda. Admirou como eu estava e disse "tira a blusa", eu me sentei e comecei a tirar a blusa e aí percebi que todos, os 8 velhos estavam me olhando, já que tinham entrado no quarto, com caras de tarados e doentios, até o senhor que foi muito cavalheiro no começo. Como eu tava molhada, continuei fazendo, tentando ser um pouco sexy. Depois ele mandou eu tirar o sutiã, tentei, mas como tava muito nervosa e os fechos estavam nas costas, tentava e tentava e não conseguia, então o vencedor do jogo mandou outro me ajudar: "Jorge, tira o sutiã dela", e ele veio por trás e tirou, passando a mão nos meus peitos antes e levando a peça.
Depois ele disse: "tira a calcinha você mesma, queremos te ver", e eu obedeci, levantei a saia um pouco, peguei a calcinha pelos lados e comecei a puxar pra baixo. Como não conseguia levantar um pé ou outro por causa do salto muito fino, sentei na cama. Nessa hora, o vencedor falou: "essa putinha não consegue nada, vamos Lucho e Andrés, tirem a calcinha dela vocês".
Esses senhores se aproximaram, me deitaram na cama e levantaram minhas pernas, meteram a mão por baixo da minha saia e puxaram minha calcinha até tirar completamente. Eu tentava me cobrir um pouco, porque ainda tinha um pouco de vergonha, que depois perdi totalmente.
Agora eu tinha ficado só com a saia, as meias e a cinta-liga.
"Agora é a vez do dono da casa, Victor, tira a saia dela" – disse o vencedor.
O Senhor Victor se aproximou com um sorriso de orelha a orelha, me levantou da cama e tirou a saia devagar, me dizendo: "você não vai me dizer que esse trabalho não te agrada?" E eu respondi sem pensar: "adoro".
Fiquei só com a cinta-liga e as meias pretas, na frente de velhos desconhecidos que iam me usar a noite toda. Era aterrorizante, mas ao mesmo tempo muito excitante.
O vencedor mandou eu dar uma volta para todos me admirarem, e eu fiz isso. Enquanto andava, todos gritavam e assobiavam de excitação.
Depois ele mandou eu me deitar na cama e abrir as pernas para me verem a buceta, e eu fiz também. Aí ele mandou eu me tocar e me masturbar, mas como eu não sabia direito Isso significava que eu só me toquei na minha buceta peluda e eles ficaram putos.
Eu disse que não sabia o que aquela palavra significava, então o vencedor falou:
"Então essa puta de merda nunca enfiou um dedo na própria buceta, como castigo você vai despir todo mundo sozinha... vamos, anda!!!"
Ele falou muito puto, então eu obedeci:
Me aproximei do que estava mais perto e tirei a camisa dele botão por botão, depois a regata que ele usava por baixo. Em seguida, tentei desabotoar o cinto da calça dele e não conseguia, todo mundo ria de mim e começaram a falar a mesma coisa que o vencedor:
Vamos, puta!,
Rápido,
O que você está esperando,
Nunca despir um homem?,
Puta mentirosa, vamos te estuprar todos,
Você vai tomar todo nosso leite
Com essas palavras, comecei a ficar molhada de novo, então juntei mais força e desabotoei o cinto dele, depois abri o zíper e baixei a calça. Fiz isso e, diante dos meus olhos, estava um velho barrigudo com uma cueca quase até o joelho, que eu baixei sem perder mais tempo. Agora eu via um pau enorme, muito maior que o do Senhor Victor, mas mais fino e mole.
Depois, o cara do lado me agarrou pelo ombro e disse: "Agora é minha vez"
Tirei a roupa dele e ele tinha um pau mais curto, mas grosso.
E fiz isso com todos os 8 velhos.
Na minha frente estavam 8 caras segurando a pica, prontos para me comer, e eu feliz.
O vencedor já não mandava em nenhum deles, mas sim em mim, e eu, sem reclamar, fazia tudo o que ele pedia. Dessa vez ele disse: "Chupa todos eles"
Me ajoelhei perto do que tinha o pau mais curto para que ele pudesse entrar na minha boca mais fácil, e comecei a beijar o pênis dele da ponta, descendo devagar até chegar nos ovos cobertos de pelos grisalhos. Ele me agarrou pela cabeça e, com um puxão, fez eu colocar na boca todo aquele pau. Comecei a sugar, chupar, lamber com muita vontade. Depois de um tempo, tirei e abri os olhos, estava cercada por 3 caras. Mas, tipo, eu tinha que chupar a pica deles de 4 em 4. Fiz isso: segurei um em cada mão e na minha boca tentei colocar dois paus ao mesmo tempo, mas como não conseguia, chupava um e depois o outro.
Até que um começou a gozar na minha boca, eu afastei e o leite caiu na minha cara e no meu cabelo. Era a primeira vez que eu tinha sêmen de um homem tão perto, então decidi provar. Passei a língua naquele pau pra sentir o resto de porra que ainda tinha, e amei. Então, quando o próximo veio, recebi na boca e fiquei massageando até tirar a última gota de leite. Fiz o mesmo com os outros dois: acabaram na minha boca e eu tomei até o último pingo. Foi maravilhoso, mas quando fui descansar um pouco no chão, percebi que ainda faltavam mais 4 velhotes. Então eu mesma me aproximei deles, feito uma gata no cio, de quatro.
Nesse grupo tinha um velho com a pica mais grande, tipo uns 22 centímetros de carne dura. Comecei de novo: dois nas mãos e alternando na boca os outros dois. Eu esfregava, chupava e lambia com toda a vontade até que um por um começaram a gozar, mas ao mesmo tempo. Um se esvaziou na minha boca e os outros na minha cara. Quando terminaram, comecei a catar cada gota de porra que tava no meu rosto e nos meus peitos pra não desperdiçar nada daquele líquido maravilhoso.
Eu tava toda molhada, e o primeiro grupo dos meus velhinhos já tava pronto pra segunda etapa. Dessa vez iam me foder mesmo. O vencedor mandou um deitar na cama e eu subir em cima pra ele me penetrar pela buceta, e foi assim. Esse tio tinha uma pica duríssima e grossa, então doeu pra caralho quando ele enfiou o pau. Comecei a cavalgar devagar até chegar num movimento sincronizado bem rápido, quando alguém se colocou atrás de mim e tentou me penetrar pelo cu. Doeu, e eu não quis. Mas os companheiros dele ajudaram, me seguraram pelas mãos e, de um só puxão, ele me enfiou. Analmente, eu sentia um líquido saindo do meu cu, aí percebi que era sangue, eu era virgem por aquele lado.
Começaram a me montar de forma rápida e brutal, aí mais dois ficaram na minha frente e eu já sabia o que era, queriam que eu chupasse a pica deles e foi o que eu fiz, aí mais dois se aproximaram pelos lados e colocaram minhas mãos nos seus paus, ou seja, eu tinha um na buceta, outro no meu cu, dois na minha boca e dois nas minhas mãos, tinha só pra mim 6 picas maravilhosas que me faziam doer e gozar ao mesmo tempo.
Começaram a gozar, primeiro um que tava na minha boca, depois o do meu cu gozou fora, me deixando toda melada, deixou meu cu todo aberto e foi substituído por outro que me enfiou de um jeito mais fácil porque era mais fino e meu cu já tava lubrificado, aí o de uma mão passou pra minha boca e o da minha buceta gozou dentro de mim, sentindo o esperma quente dentro de mim. Eu gozei naquele instante com 3 orgasmos seguidos, foi sensacional.
Depois de ficar satisfeito, ele quis sair de mim e não conseguiu porque eu tava por cima e em cima de mim tava um dos parceiros dele, então o que tava no meu cu me puxou e se deitou na cama sem tirar o pinto do meu cu, então a gente tinha mudado de posição, agora o que tava debaixo de mim me penetrava pelo cu e minha buceta tava livre e foi usada por um que eu tinha na mão, ele me penetrou bruscamente e mesmo estando lubrificada, doeu muito, mas mesmo assim eu já tava totalmente excitada e era gostoso sentir dor e prazer ao mesmo tempo, de novo eu gozei e sentia como os fluidos da minha buceta lubrificavam mais meu buraco.
Assim a gente ficou cavalgando por um bom tempo até que de novo começaram a se esvaziar em todas as partes do meu corpo, foi espetacular, tinha esperma na minha boca, mãos, cu e buceta, além das minhas costas, peitos e barriga. E eu tava satisfeita porque de novo tinha tido 3 orgasmos seguidos.
Depois disso os caras estavam cansados e aos poucos se vestiram, dizendo Disseram que tinham se divertido pra caralho. Parabenizaram o vencedor e o dono da casa pela festa tão gostosa que tiveram comigo. Eu estava toda arrebentada na cama, com todos os meus buracos doloridos e uma sensação de prazer, satisfação, humilhação e vergonha, tudo junto.
Fiquei ali até todo mundo ir embora, depois fui pro banheiro, tomei banho e fui dormir. Aí entrou o senhor Victor sem bater, chegou perto e disse que eu era uma empregada maravilhosa e me parabenizou por atender tão bem os convidados dele. Depois me deu um beijo na boca e, antes de sair, completou: "Acho que você, meus amigos e minhas amigas que você vai conhecer em breve vamos nos divertir pra cacete. Você vai ser minha escrava do sexo."
E assim terminou meu primeiro dia nesse trabalho tão interessante.
Por favor, se forem deixar pontos, agradeceria que fosse no post que tenho com 40 pontos, assim eu deixo de ser novato. Valeu.
Fonte: todorelatos.com
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