Faço um resumo do meu primeiro post, já que o primeiro é longo e tem informação demais...
Resolvi escrever minha experiência pessoal exatamente como aconteceu, então ESTE É UM RELATO 100% VERÍDICO...
Rapidamente vou me descrever: sou um jovem atlético, 27 anos, tenho 1,85m e peso 79kg, moreno claro, dedicado ao trabalho, estudo inglês avançado e mecânica automotiva de carros preparados para corridas no meu tempo livre. Sou Administrador de Empresas e subgerente de zona de uma importante empresa de transporte. Gosto de sair com meus amigos e amigas de vez em quando pra beber e dançar, mas nunca fiquei bêbado porque geralmente dirijo.
Tudo começou da seguinte forma: comecei a trabalhar trancado num escritório onde trabalhávamos 9 pessoas, a maioria mulheres, pois só éramos 2 homens. Quando entrei, me dava muito bem com todo mundo. Quando meu amigo Eduardo, o único homem lá, chegou, ele me disse em tom de brincadeira: "que bom que chegou outro homem, porque já não aguento mais essas velhas". Achei que ele estava zoando, mas não imaginava até que ponto aquilo iria...
Em poucas semanas, conheci o jeito de cada um e a gente identifica as pessoas pelas características mais marcantes. Assim, me chamou a atenção Mary, uma office girl de 47 anos como poucas mulheres dessa idade, pois aparentava ter menos de 40, com um corpão de dar medo, super bem conservada por aeróbica e por herança — já que conheci a filha dela de 16 anos, que era uma gostosa de cair o cu da bunda —, uns peitos médios mas bem firmes que, mesmo com o uniforme de escritório, sempre se destacavam, uma barriga que de longe dava pra ver que era bem chapada e umas cadeiras que só de ver como ela andava deixava qualquer um de boca aberta. A bunda dela era o que mais chamava atenção, porque mesmo usando saia o tempo todo, as roupas se ajustavam perfeitamente ao contorno daquele rabão, de forma que ela exibia a pele perfeita sem uma única marca de imperfeição, e as pernas dela faziam o mais delicioso par. Com as nádegas dela, a pele era tão firme quanto a de uma garota de 18 anos, porque as saias dela sempre deixavam ver por trás uns 10cm acima dos joelhos, e nenhuma outra colega, nem nos melhores anos, teve coxas tão suculentas. Ela não era muito bonita, tinha o rosto com uma boca um pouco grande — algo que depois agradeci —, mas um olhar de puta que só ela conseguia ter. Até para o meu gosto, ela se maquiava demais, embora isso ajudasse a parecer mais nova que a Rosy, que mal tinha 37 anos e era uma mulher muito bonita, mas muito séria. A Mary se destacava das outras garotas porque estava sempre fazendo piadas e aguentava as brincadeiras que faziam com ela, principalmente as insinuações sexuais. Ela se chamava de "Fela", de "felação", porque se eu e o Eduardo chamávamos pelo nome, ela nos corrigia, mandando a gente chamar de "Fela", e depois soltava uma gargalhada. Era muito safada: a gente tomava café da manhã no escritório todos juntos, e ela aproveitava para deixar a água escorrer da boca, descendo pelo pescoço até chegar nos peitos, dizendo pra mim e pro Eduardo que precisava de alguém para ajudar a secá-la. Mas como fazia isso na frente de todo mundo, sempre rolava risada, porque principalmente eu ficava vermelho de vergonha, já que, mesmo sabendo como ela era, sentia uma insinuação muito direta para mim.
Não falei que, mesmo tendo 22 anos, ainda não tinha transado. Sempre fui muito dedicado aos estudos e, embora não recusasse sair com meus amigos e amigas, geralmente perdia muitas festas. Era o nerd da escola e não tinha estreado no sexo. Parece absurdo, mas eu me sentia muito inseguro sobre meu desempenho e com medo de que se espalhasse que eu era um amante ruim. Não sei o que era, mas cheguei aos 22 anos virgem.
Aos poucos, a Mary foi aumentando o tom das brincadeiras. Já não eram só palavras: ela aproveitava quando tinha mais alguém por perto para me abraçar e beijar meu pescoço ou atrás das orelhas. mas sempre que eu estava distraído ou ocupado na frente do computador, ela sabia que me excitava, mas por timidez eu nunca respondia nada. Então ela me chamava de "meu nenenzinho" e dizia pra não levar a mal, que fazia isso porque me queria muito. Esses comentários começaram a me encher de raiva, porque eu não gostava que me chamasse assim, mas depois as brincadeiras eram sentar no meu colo ou me abraçar por trás e descer as mãos até minha virilha, sempre tomando cuidado pra não tocar no meu pau, que quase pulava pra fora da calça, porque ela adorava brincar comigo.
Um dia, numa dessas brincadeiras típicas dela, me levantei puto e falei na frente de todo mundo: "Olha aqui, sua puta Mary, você não vai sossegar até levar uma foda gostosa". Aí todo mundo ficou sério por uns segundos, até que alguém soltou uma gargalhada, e todo mundo caiu na risada até não aguentar mais, falando pra Mary que finalmente alguém tinha dado uma amostra do próprio veneno dela, hehehe. Não sei o que aconteceu, mas Mary ficou super respeitosa comigo, a ponto de todo mundo zuar ela, dizendo que agora ela tinha medo de mim, mas eu já tinha tudo bem planejado.
Um dia, a gente foi assistir umas palestras sobre cuidados com a saúde, sobre fazer exercício e essas coisas, e cada um ganhou 3 camisinhas. Mas todo mundo, de brincadeira, me deu as deles, falando que eu era quem devia usar. Adivinha quem começou a zoeira? Claro, a Mary, mas num tom bem mais tranquilo, como eu já disse.
Nos fins de semana, a gente só trabalhava até meio-dia no sábado, e eu passava a tarde e o domingo inteiro vendo futebol na minha casa. Como era uma cidade nova pra mim, não me arriscava a sair sozinho por aí. Todos os meus colegas eram casados, e de vez em quando me convidavam pra um jantar em família ou só pra tomar um drink, mas eu logo voltava pra casa.
Num sábado, a gente se despediu todo mundo, mas quando fui me despedir da Mary, notei algo nos olhos dela. Achei que ela tinha tramado alguma coisa e que com certeza tinha me deixado alguma pegadinha no meu escritório ou algo que não dei muita importância.
Já em casa, à tarde, a Mary me ligou e perguntou onde eu estava. Disse que tinha brigado com o marido e que precisava desabafar com alguém antes que as filhas percebessem que ela tinha chorado. Falou que só queria tomar um refri, conversar com alguém e se acalmar, e que por isso pensou em mim, porque sabia que eu morava sozinho e o resto dos amigos conheciam o marido e as filhas dela. Resumindo, ela pegou um táxi e em meia hora já estava batendo na minha porta.
Minha nossa, a Mary parecia ter saqueado o armário de alguma das filhas, porque estava fenomenal. Cabelo solto, maquiagem leve, uma camisetinha rosa que mostrava aqueles peitos incríveis, simétricos, bem dotados, firmes num sutiã que mal dava conta deles. Mostrava um pouquinho do umbigo e se ajustava perfeitamente na cintura. Vestia uma calça jeans que, se não fosse de um material tão resistente, com certeza teria rasgado quando ela andava, mas mostrava aquela bunda tão fenomenal que eu nunca imaginaria que fosse daquele jeito. As pernas dela também estavam exatamente como eu imaginava, super firmes e pareciam me convidar pra devorar de beijos.
Obviamente, nenhum sinal de choro nos olhos dela, mas convidei ela pra entrar e sentamos na mesa pra conversar. Nos primeiros 15 minutos, falamos sobre nossas vidas, nem tocamos no assunto do marido. Ela só me contou que era muito tímida igual a eu na minha idade e que, quando casou, percebeu que perdeu muitas coisas que deixou de fazer na juventude. Parecia mais uma amiga do que a Mary brincalhona que eu sempre conheci, até que ela me disse, sorrindo de forma safada: "Já acabou com os preservativos que te deram de presente? hahaha". Eu falei que não, que ainda tinha muitos. Então ela disse: "Ah, então já começou a usar eles", mas num tom mais de interrogatório, como se forçasse uma resposta. Falei que ainda não, porque não tinha surgido a oportunidade. Aí ela riu de novo, mas dessa vez com um certo sensualismo, e me... disse: "mas o que você espera exatamente pra encontrar a oportunidade?", não sei, falei, acho que tenho que gostar muito de uma garota, etc etc, tava enrolando pra caralho e sabendo pra que ela tinha ido na minha casa!!!! e enquanto eu inventava desculpas, minha cabeça pensava em como dizer que queria que fosse naquele exato momento, mas ela percebeu que eu tava nervoso e minha boca ficou seca e ela disse: "para, você tá com a boca seca, não vou te comer, hahaha. Deixa eu te dar um gole d'água", então ela levantou pra pegar água na geladeira num copo grande, ficou na minha frente e bebeu derramando a maior parte na blusa dela, deixando eu ver os peitos já apertados que quase ficavam transparentes com a umidade do tecido. Ela chegou perto de mim e me deu um beijo longo na boca enquanto eu levava minhas mãos pros peitos dela, inconscientemente uma das minhas mãos foi direto pra bunda dela, o que fez ela soltar um "aaahhhh" e continuamos nos beijando. Naquele momento eu sabia que não tinha volta e tava diante da oportunidade da minha vida, então levantei ela e sem dizer nada fomos pro meu quarto. Me surpreendi de ver o quanto ela tava tarada, porque só de beijar ela não parava de gemer e sem dizer nada nem explorar devagar, ela tirou meu pau da calça que quase jorrava litros de porra naquele momento e enquanto isso eu tirava as roupas dela, me ajudando com as mãos dela na calça e mostrando uma calcinha fio dental rosa de renda que me deixou ver que a buceta dela não tinha pelos, tava depiladinha recentemente, especialmente pra ocasião eu acho, e o quarto ficou cheio do perfume que saía da buceta dela. Meu corpo todo tremia e comecei a sentir medo de não fazer direito, então começou a baixar minha ereção, aí me desculpei e ela disse: "calma, dá pra ver que é sua primeira vez, eu quero te ensinar e só foca em aproveitar seu momento, PAPI", quando ela me chamou de "Papi" e não "Neném", me deixou a mil, começou a chupar meu Pau me mantendo de pé e ela de joelhos, e aí ela mandou eu deitar na cama e continuou com aquele boquete bem ensaiado dela. Subia e descia no meu pau, e eu sentia a garganta quentinha dela e a língua percorrendo cada veia da minha rola, parando pra chupar com força a cabeça enquanto apertava minhas bolas, que eu sempre gostava de raspar bem os pelos. Quando via que eu tava "indo", ela parava de mamar a vara e chupava devagar as bolas, sabia o que tava fazendo e falou: "Quando a gente terminar tudo, quero provar seu leite, papi, quero ser a primeira a experimentar essa delícia, vou te mostrar como vou passar na língua antes de engolir". Eu tava um touro, não senti mais desconfiança, aí falei que queria penetrar ela e ela me ajudou a colocar a camisinha. Ela subiu em mim e, quando enfiei meu pau na buceta dela, percebi o quanto ela tava molhada, porque entrou super fácil, e ela começou a fazer uns movimentos que quase me fizeram desmaiar. Ela aproximou os peitos do meu rosto e falou: "Chupa e morde de leve, vou te falando como", mas não precisei de mais instruções, porque parecia que tinha mamado nos peitos dela a vida inteira. Ela gozou uma vez, mas antes de terminar falou que eu gozasse junto, mas eu respondi que queria continuar comendo ela até minhas bolas estourarem. Aí ela virou de costas, enfiou meu pedaço de carne de novo na buceta dela e, com outro ritmo, a gente gozou junto dessa vez. Foi um orgasmo do caralho.
A gente descansou um pouco e voltou a se beijar e a conversar sobre nossas vidas, mas num nível mais íntimo, a ponto de eu começar a ter uma ereção enorme de novo sem muito esforço. Ela riu e falou: "Mmmm, papi, pensei que ia te deixar exausto, mas você me surpreende", e enfiou meu pau na boca de novo, passando ele no rosto dela de vez em quando e fazendo espuma entre meu pau e a boca dela. lábios, dessa vez ela não deixou eu penetrar ela, me fez gozar na boca dela e chupou até a última gota, porque uma parte do meu sêmen foi parar nos peitos dela e com os dedos ela pegou meu gozo e passou nos lábios dela. De novo ficamos jogados na minha cama e o relógio correndo...
Umas meia hora depois ela disse que precisava ir porque tava ficando tarde e, brincando, eu não deixava ela levantar da cama, porque obviamente sou mais forte e ela oferecia pouca resistência, até que ela falou: "se não me deixar ir, nunca mais vou te fazer um boquete" e caiu na risada, mas dessa vez eu tava por cima, não ia perder a chance de dominar uma mulher tão gostosa, então comecei com beijos e carícias de novo e os dois ficaram prontos pra mais uma. Aí falei que queria ver ela por trás e ela ficou de quatro, mostrando aquela bunda enorme que me deu vontade de arrebentar na hora. Coloquei a camisinha e tentei penetrar ela, mas ela disse: "calma, papai, primeiro mete na frente e ajuda com os dedos a abrir devagar meu cu, porque sou quase virgem lá". Então, de quatro, comecei a comer ela num ritmo bom e enfiava primeiro um e depois dois dedos no cu até que ela falou: "agora arrebenta meu cu que é pra você e vai ser só seu daqui pra frente". Aí tirei meu pau da buceta molhada dela e com duas estocadas enfiei tudo no cu dela, soltando um gemido abafado enorme: "aaaahhhhhhgggggggrrrr", mas não parei de meter até que ela levou uma mão na própria buceta pra se masturbar ao mesmo tempo e gozou bem rápido. Eu não conseguia terminar porque com tanto esforço pra minha primeira vez, meu pau tava dormente, então continuei numa velocidade tão mas tão forte que fiz ela gozar de novo e me retirei pra tirar a camisinha e gozar nas costas dela, que ficaram banhadas e escorria uma quantidade tão grande de gozo que nem eu acreditava de onde tinha saído tanta. Dessa vez também ela pegou meu gozo das costas dela como pôde e passou nos lábios. comeu argumentando que era ainda melhor que a primeira e que já tinha me transformado em viciada, numa safada do líquido das minhas alforjes.
Depois tomou banho comigo no chuveiro, se vestiu e foi embora, mas claro que continuamos nos vendo. Histórias que vou contar se me deixarem uns pontinhos como sinal de que gostaram do relato, meu primeiro relato. 😀
Resolvi escrever minha experiência pessoal exatamente como aconteceu, então ESTE É UM RELATO 100% VERÍDICO...
Rapidamente vou me descrever: sou um jovem atlético, 27 anos, tenho 1,85m e peso 79kg, moreno claro, dedicado ao trabalho, estudo inglês avançado e mecânica automotiva de carros preparados para corridas no meu tempo livre. Sou Administrador de Empresas e subgerente de zona de uma importante empresa de transporte. Gosto de sair com meus amigos e amigas de vez em quando pra beber e dançar, mas nunca fiquei bêbado porque geralmente dirijo.
Tudo começou da seguinte forma: comecei a trabalhar trancado num escritório onde trabalhávamos 9 pessoas, a maioria mulheres, pois só éramos 2 homens. Quando entrei, me dava muito bem com todo mundo. Quando meu amigo Eduardo, o único homem lá, chegou, ele me disse em tom de brincadeira: "que bom que chegou outro homem, porque já não aguento mais essas velhas". Achei que ele estava zoando, mas não imaginava até que ponto aquilo iria...
Em poucas semanas, conheci o jeito de cada um e a gente identifica as pessoas pelas características mais marcantes. Assim, me chamou a atenção Mary, uma office girl de 47 anos como poucas mulheres dessa idade, pois aparentava ter menos de 40, com um corpão de dar medo, super bem conservada por aeróbica e por herança — já que conheci a filha dela de 16 anos, que era uma gostosa de cair o cu da bunda —, uns peitos médios mas bem firmes que, mesmo com o uniforme de escritório, sempre se destacavam, uma barriga que de longe dava pra ver que era bem chapada e umas cadeiras que só de ver como ela andava deixava qualquer um de boca aberta. A bunda dela era o que mais chamava atenção, porque mesmo usando saia o tempo todo, as roupas se ajustavam perfeitamente ao contorno daquele rabão, de forma que ela exibia a pele perfeita sem uma única marca de imperfeição, e as pernas dela faziam o mais delicioso par. Com as nádegas dela, a pele era tão firme quanto a de uma garota de 18 anos, porque as saias dela sempre deixavam ver por trás uns 10cm acima dos joelhos, e nenhuma outra colega, nem nos melhores anos, teve coxas tão suculentas. Ela não era muito bonita, tinha o rosto com uma boca um pouco grande — algo que depois agradeci —, mas um olhar de puta que só ela conseguia ter. Até para o meu gosto, ela se maquiava demais, embora isso ajudasse a parecer mais nova que a Rosy, que mal tinha 37 anos e era uma mulher muito bonita, mas muito séria. A Mary se destacava das outras garotas porque estava sempre fazendo piadas e aguentava as brincadeiras que faziam com ela, principalmente as insinuações sexuais. Ela se chamava de "Fela", de "felação", porque se eu e o Eduardo chamávamos pelo nome, ela nos corrigia, mandando a gente chamar de "Fela", e depois soltava uma gargalhada. Era muito safada: a gente tomava café da manhã no escritório todos juntos, e ela aproveitava para deixar a água escorrer da boca, descendo pelo pescoço até chegar nos peitos, dizendo pra mim e pro Eduardo que precisava de alguém para ajudar a secá-la. Mas como fazia isso na frente de todo mundo, sempre rolava risada, porque principalmente eu ficava vermelho de vergonha, já que, mesmo sabendo como ela era, sentia uma insinuação muito direta para mim.
Não falei que, mesmo tendo 22 anos, ainda não tinha transado. Sempre fui muito dedicado aos estudos e, embora não recusasse sair com meus amigos e amigas, geralmente perdia muitas festas. Era o nerd da escola e não tinha estreado no sexo. Parece absurdo, mas eu me sentia muito inseguro sobre meu desempenho e com medo de que se espalhasse que eu era um amante ruim. Não sei o que era, mas cheguei aos 22 anos virgem.
Aos poucos, a Mary foi aumentando o tom das brincadeiras. Já não eram só palavras: ela aproveitava quando tinha mais alguém por perto para me abraçar e beijar meu pescoço ou atrás das orelhas. mas sempre que eu estava distraído ou ocupado na frente do computador, ela sabia que me excitava, mas por timidez eu nunca respondia nada. Então ela me chamava de "meu nenenzinho" e dizia pra não levar a mal, que fazia isso porque me queria muito. Esses comentários começaram a me encher de raiva, porque eu não gostava que me chamasse assim, mas depois as brincadeiras eram sentar no meu colo ou me abraçar por trás e descer as mãos até minha virilha, sempre tomando cuidado pra não tocar no meu pau, que quase pulava pra fora da calça, porque ela adorava brincar comigo.
Um dia, numa dessas brincadeiras típicas dela, me levantei puto e falei na frente de todo mundo: "Olha aqui, sua puta Mary, você não vai sossegar até levar uma foda gostosa". Aí todo mundo ficou sério por uns segundos, até que alguém soltou uma gargalhada, e todo mundo caiu na risada até não aguentar mais, falando pra Mary que finalmente alguém tinha dado uma amostra do próprio veneno dela, hehehe. Não sei o que aconteceu, mas Mary ficou super respeitosa comigo, a ponto de todo mundo zuar ela, dizendo que agora ela tinha medo de mim, mas eu já tinha tudo bem planejado.
Um dia, a gente foi assistir umas palestras sobre cuidados com a saúde, sobre fazer exercício e essas coisas, e cada um ganhou 3 camisinhas. Mas todo mundo, de brincadeira, me deu as deles, falando que eu era quem devia usar. Adivinha quem começou a zoeira? Claro, a Mary, mas num tom bem mais tranquilo, como eu já disse.
Nos fins de semana, a gente só trabalhava até meio-dia no sábado, e eu passava a tarde e o domingo inteiro vendo futebol na minha casa. Como era uma cidade nova pra mim, não me arriscava a sair sozinho por aí. Todos os meus colegas eram casados, e de vez em quando me convidavam pra um jantar em família ou só pra tomar um drink, mas eu logo voltava pra casa.
Num sábado, a gente se despediu todo mundo, mas quando fui me despedir da Mary, notei algo nos olhos dela. Achei que ela tinha tramado alguma coisa e que com certeza tinha me deixado alguma pegadinha no meu escritório ou algo que não dei muita importância.
Já em casa, à tarde, a Mary me ligou e perguntou onde eu estava. Disse que tinha brigado com o marido e que precisava desabafar com alguém antes que as filhas percebessem que ela tinha chorado. Falou que só queria tomar um refri, conversar com alguém e se acalmar, e que por isso pensou em mim, porque sabia que eu morava sozinho e o resto dos amigos conheciam o marido e as filhas dela. Resumindo, ela pegou um táxi e em meia hora já estava batendo na minha porta.
Minha nossa, a Mary parecia ter saqueado o armário de alguma das filhas, porque estava fenomenal. Cabelo solto, maquiagem leve, uma camisetinha rosa que mostrava aqueles peitos incríveis, simétricos, bem dotados, firmes num sutiã que mal dava conta deles. Mostrava um pouquinho do umbigo e se ajustava perfeitamente na cintura. Vestia uma calça jeans que, se não fosse de um material tão resistente, com certeza teria rasgado quando ela andava, mas mostrava aquela bunda tão fenomenal que eu nunca imaginaria que fosse daquele jeito. As pernas dela também estavam exatamente como eu imaginava, super firmes e pareciam me convidar pra devorar de beijos.
Obviamente, nenhum sinal de choro nos olhos dela, mas convidei ela pra entrar e sentamos na mesa pra conversar. Nos primeiros 15 minutos, falamos sobre nossas vidas, nem tocamos no assunto do marido. Ela só me contou que era muito tímida igual a eu na minha idade e que, quando casou, percebeu que perdeu muitas coisas que deixou de fazer na juventude. Parecia mais uma amiga do que a Mary brincalhona que eu sempre conheci, até que ela me disse, sorrindo de forma safada: "Já acabou com os preservativos que te deram de presente? hahaha". Eu falei que não, que ainda tinha muitos. Então ela disse: "Ah, então já começou a usar eles", mas num tom mais de interrogatório, como se forçasse uma resposta. Falei que ainda não, porque não tinha surgido a oportunidade. Aí ela riu de novo, mas dessa vez com um certo sensualismo, e me... disse: "mas o que você espera exatamente pra encontrar a oportunidade?", não sei, falei, acho que tenho que gostar muito de uma garota, etc etc, tava enrolando pra caralho e sabendo pra que ela tinha ido na minha casa!!!! e enquanto eu inventava desculpas, minha cabeça pensava em como dizer que queria que fosse naquele exato momento, mas ela percebeu que eu tava nervoso e minha boca ficou seca e ela disse: "para, você tá com a boca seca, não vou te comer, hahaha. Deixa eu te dar um gole d'água", então ela levantou pra pegar água na geladeira num copo grande, ficou na minha frente e bebeu derramando a maior parte na blusa dela, deixando eu ver os peitos já apertados que quase ficavam transparentes com a umidade do tecido. Ela chegou perto de mim e me deu um beijo longo na boca enquanto eu levava minhas mãos pros peitos dela, inconscientemente uma das minhas mãos foi direto pra bunda dela, o que fez ela soltar um "aaahhhh" e continuamos nos beijando. Naquele momento eu sabia que não tinha volta e tava diante da oportunidade da minha vida, então levantei ela e sem dizer nada fomos pro meu quarto. Me surpreendi de ver o quanto ela tava tarada, porque só de beijar ela não parava de gemer e sem dizer nada nem explorar devagar, ela tirou meu pau da calça que quase jorrava litros de porra naquele momento e enquanto isso eu tirava as roupas dela, me ajudando com as mãos dela na calça e mostrando uma calcinha fio dental rosa de renda que me deixou ver que a buceta dela não tinha pelos, tava depiladinha recentemente, especialmente pra ocasião eu acho, e o quarto ficou cheio do perfume que saía da buceta dela. Meu corpo todo tremia e comecei a sentir medo de não fazer direito, então começou a baixar minha ereção, aí me desculpei e ela disse: "calma, dá pra ver que é sua primeira vez, eu quero te ensinar e só foca em aproveitar seu momento, PAPI", quando ela me chamou de "Papi" e não "Neném", me deixou a mil, começou a chupar meu Pau me mantendo de pé e ela de joelhos, e aí ela mandou eu deitar na cama e continuou com aquele boquete bem ensaiado dela. Subia e descia no meu pau, e eu sentia a garganta quentinha dela e a língua percorrendo cada veia da minha rola, parando pra chupar com força a cabeça enquanto apertava minhas bolas, que eu sempre gostava de raspar bem os pelos. Quando via que eu tava "indo", ela parava de mamar a vara e chupava devagar as bolas, sabia o que tava fazendo e falou: "Quando a gente terminar tudo, quero provar seu leite, papi, quero ser a primeira a experimentar essa delícia, vou te mostrar como vou passar na língua antes de engolir". Eu tava um touro, não senti mais desconfiança, aí falei que queria penetrar ela e ela me ajudou a colocar a camisinha. Ela subiu em mim e, quando enfiei meu pau na buceta dela, percebi o quanto ela tava molhada, porque entrou super fácil, e ela começou a fazer uns movimentos que quase me fizeram desmaiar. Ela aproximou os peitos do meu rosto e falou: "Chupa e morde de leve, vou te falando como", mas não precisei de mais instruções, porque parecia que tinha mamado nos peitos dela a vida inteira. Ela gozou uma vez, mas antes de terminar falou que eu gozasse junto, mas eu respondi que queria continuar comendo ela até minhas bolas estourarem. Aí ela virou de costas, enfiou meu pedaço de carne de novo na buceta dela e, com outro ritmo, a gente gozou junto dessa vez. Foi um orgasmo do caralho.
A gente descansou um pouco e voltou a se beijar e a conversar sobre nossas vidas, mas num nível mais íntimo, a ponto de eu começar a ter uma ereção enorme de novo sem muito esforço. Ela riu e falou: "Mmmm, papi, pensei que ia te deixar exausto, mas você me surpreende", e enfiou meu pau na boca de novo, passando ele no rosto dela de vez em quando e fazendo espuma entre meu pau e a boca dela. lábios, dessa vez ela não deixou eu penetrar ela, me fez gozar na boca dela e chupou até a última gota, porque uma parte do meu sêmen foi parar nos peitos dela e com os dedos ela pegou meu gozo e passou nos lábios dela. De novo ficamos jogados na minha cama e o relógio correndo...
Umas meia hora depois ela disse que precisava ir porque tava ficando tarde e, brincando, eu não deixava ela levantar da cama, porque obviamente sou mais forte e ela oferecia pouca resistência, até que ela falou: "se não me deixar ir, nunca mais vou te fazer um boquete" e caiu na risada, mas dessa vez eu tava por cima, não ia perder a chance de dominar uma mulher tão gostosa, então comecei com beijos e carícias de novo e os dois ficaram prontos pra mais uma. Aí falei que queria ver ela por trás e ela ficou de quatro, mostrando aquela bunda enorme que me deu vontade de arrebentar na hora. Coloquei a camisinha e tentei penetrar ela, mas ela disse: "calma, papai, primeiro mete na frente e ajuda com os dedos a abrir devagar meu cu, porque sou quase virgem lá". Então, de quatro, comecei a comer ela num ritmo bom e enfiava primeiro um e depois dois dedos no cu até que ela falou: "agora arrebenta meu cu que é pra você e vai ser só seu daqui pra frente". Aí tirei meu pau da buceta molhada dela e com duas estocadas enfiei tudo no cu dela, soltando um gemido abafado enorme: "aaaahhhhhhgggggggrrrr", mas não parei de meter até que ela levou uma mão na própria buceta pra se masturbar ao mesmo tempo e gozou bem rápido. Eu não conseguia terminar porque com tanto esforço pra minha primeira vez, meu pau tava dormente, então continuei numa velocidade tão mas tão forte que fiz ela gozar de novo e me retirei pra tirar a camisinha e gozar nas costas dela, que ficaram banhadas e escorria uma quantidade tão grande de gozo que nem eu acreditava de onde tinha saído tanta. Dessa vez também ela pegou meu gozo das costas dela como pôde e passou nos lábios. comeu argumentando que era ainda melhor que a primeira e que já tinha me transformado em viciada, numa safada do líquido das minhas alforjes.
Depois tomou banho comigo no chuveiro, se vestiu e foi embora, mas claro que continuamos nos vendo. Histórias que vou contar se me deixarem uns pontinhos como sinal de que gostaram do relato, meu primeiro relato. 😀
10 comentários - Mi primera vez, nunca se olvida
Gracias!!!
Que bueno que fué del agrado
Esperen los siguientes relatos proximamente
OK, gracias por comentar.