Minha primeira vez, nunca se esquece

Faço um resumo do meu primeiro post, já que o primeiro é longo e tem informação demais...

Resolvi escrever minha experiência pessoal exatamente como aconteceu, portanto ESTE É UM RELATO 100% VERÍDICO...

Rapidamente vou me descrever: sou um jovem atlético, 27 anos, tenho 1,85m e peso 79kg, moreno claro, dedicado ao trabalho, estudo inglês avançado e mecânica automotiva de carros preparados para corridas nas horas vagas. Sou Administrador de Empresas e subgerente de zona de uma importante empresa de transporte. Curto sair com meus amigos e amigas de vez em quando pra beber e dançar, mas nunca fiquei bêbado porque geralmente dirijo.

Tudo começou da seguinte forma: comecei a trabalhar trancado num escritório onde trabalhávamos 9 pessoas, a maioria mulheres, só tinha 2 homens e, quando entrei, me dava super bem com todo mundo. Quando meu amigo Eduardo, o único homem ali, entrou, ele me disse em tom de brincadeira: "que bom que chegou outro homem, porque já não aguento mais essas putas". Achei que ele tava zoando, mas não imaginava o nível que as coisas iam chegar...

Em poucas semanas, conheci o jeito de cada um e a gente identifica as pessoas pelas características mais marcantes. Aí me chamou a atenção a Mary, uma office girl de 47 anos como poucas mulheres dessa idade, porque aparentava ter menos de 40, com um corpaço de dar medo, super bem cuidada por aeróbica e por herança genética — já que conheci a filha dela de 16 anos que era uma gostosa de cair o cu da bunda —, uns peitos médios mas bem firmes que, mesmo com o uniforme de escritório, sempre se destacavam, uma barriga que de longe dava pra ver que era bem chapada e um quadril que só de ver como ela andava deixava qualquer um de boca aberta. A bunda dela era o que mais chamava atenção, porque mesmo usando saia o tempo todo, as roupas dela se ajustavam perfeitamente ao contorno daquele rabão, de forma que ela exibia a pele perfeita sem uma única marca de imperfeição, e as pernas dela faziam o mais delicioso par. Com as nádegas dela, a pele era tão firme quanto a de uma gostosa de 18 anos, porque as saias dela sempre deixavam ver por trás uns 10cm acima dos joelhos, e nenhuma outra colega, nem nos melhores anos, teve coxas tão suculentas. Ela não era muito bonita, tinha o rosto com uma boca um pouco grande — algo que depois agradeci —, mas um olhar de puta que só ela conseguia ter. Até para o meu gosto, ela se maquiava demais, embora isso ajudasse a parecer mais nova que a Rosy, que mal tinha 37 anos e era uma mulher muito bonita, mas muito séria. A Mary se destacava das outras garotas porque estava sempre fazendo piadas e aguentava as brincadeiras que faziam com ela, principalmente as insinuações sexuais. Ela se chamava de "Fela", de "felação", porque se eu e o Eduardo a chamássemos pelo nome, ela nos corrigia, mandando a gente chamá-la de "Fela", e depois soltava uma gargalhada. Era muito safada: a gente tomava café da manhã no escritório todos juntos, e ela aproveitava para deixar a água escorrer da boca dela, descendo pelo pescoço até chegar nos peitos, dizendo para mim e para o Eduardo que precisava de alguém para ajudá-la a se secar. Mas como fazia isso na frente de todo mundo, sempre rolava risada, porque principalmente eu ficava vermelho de vergonha, já que, mesmo sabendo como ela era, sentia uma insinuação muito direta para mim.

Não falei que, mesmo tendo 22 anos, ainda não tinha transado. Sempre fui muito dedicado aos estudos e, embora não recusasse sair com meus amigos e amigas, geralmente perdia muitas festas. Era o nerd da escola e não tinha estreado no sexo. Parece absurdo, mas eu me sentia muito inseguro quanto ao meu desempenho e com medo de que se espalhasse que eu era um amante ruim. Não sei o que era, mas cheguei aos 22 anos virgem.

Aos poucos, a Mary foi subindo o tom das brincadeiras. Não eram só palavras: ela aproveitava quando tinha mais alguém por perto para me abraçar e beijar meu pescoço ou atrás das orelhas. mas sempre que eu estava distraído ou ocupado na frente do computador, ela sabia que me provocava, mas por timidez eu nunca respondia nada. Então ela dizia que eu era "o nenenzinho dela" e que eu não levasse a mal, que ela fazia aquilo porque me amava muito. Esses comentários começaram a me encher de raiva, porque eu não gostava que ela me chamasse assim. Mas depois as brincadeiras passaram a ser ela sentar no meu colo ou me abraçar por trás e descer as mãos até a minha virilha, sempre tomando cuidado para não tocar no meu pau, que quase pulava pra fora da calça, porque ela adorava brincar comigo.

Um dia, numa dessas brincadeiras típicas dela, me levantei irritado e falei na frente de todo mundo: "Olha, sua puta Mary, você não vai sossegar até que eu te meta uma pirocada". Todo mundo ficou sério por uns instantes, até que alguém soltou uma gargalhada, e aí todos caíram na risada até não aguentar mais, falando pra Mary que finalmente alguém tinha dado uma amostra do próprio veneno dela, kkkk. Não sei o que aconteceu, mas Mary ficou muito mais respeitosa comigo, a ponto de todo mundo zuar ela, dizendo que agora ela tinha medo de mim. Mas eu já tinha tudo bem planejado.

Um dia, a gente foi assistir umas palestras sobre cuidados com a saúde, sobre fazer exercício e essas coisas, e cada um ganhou três camisinhas. Mas todo mundo, na brincadeira, me deu as deles, dizendo que eu era quem devia usar. Adivinha quem começou a zoação? Claro, a Mary, mas num tom bem mais tranquilo, como eu já disse.

Nos fins de semana, a gente só trabalhava até meio-dia no sábado. Eu passava a tarde e o domingo inteiro vendo futebol na minha casa, porque, como era uma cidade nova pra mim, não me arriscava a sair sozinho por aí. Todos os meus colegas eram casados, então de vez em quando me convidavam pra um jantar em família ou só pra tomar um drink, mas eu logo voltava pra casa.

Num sábado, a gente se despediu todo mundo, mas quando me despedi da Mary, notei algo nos olhos dela. Tive a sensação de que ela tinha tramado alguma coisa e que com certeza tinha me deixado alguma pegadinha no meu escritório ou algo que não dei muita importância.

Já em casa, à tarde, a Mary me ligou e perguntou onde eu estava. Disse que tinha brigado com o marido e que precisava desabafar com alguém antes que as filhas percebessem que ela tinha chorado. Falou que só queria tomar um refri, conversar com alguém e se acalmar, e que por isso pensou em mim, porque sabia que eu morava sozinho e o resto dos amigos conheciam o marido e as filhas dela. Resumindo, pegou um táxi e em meia hora estava batendo na minha porta.

Minha nossa, a Mary parecia ter saqueado o armário de alguma das filhas, porque estava fenomenal. Cabelo solto, maquiagem leve, uma blusinha rosa que mostrava aqueles peitos incríveis, simétricos, bem dotados, firmes num sutiã que mal dava conta deles. Mostrava um pouco do umbigo e se ajustava perfeitamente na cintura. Vestia uma calça jeans que, se não fosse de um material tão resistente, com certeza teria rasgado ao andar, mas mostrava aquela bunda tão fenomenal que eu nunca imaginaria daquele jeito. As pernas dela também estavam exatamente como eu imaginava, super firmes e pareciam me convidar pra devorar de beijos.

Obviamente, nenhum vestígio de choro nos olhos, mas convidei ela pra entrar e sentamos na mesa pra conversar. Nos primeiros 15 minutos, falamos sobre nossas vidas, nem tocamos no assunto do marido. Ela só me contou que era muito tímida, igual a mim na minha idade, e que quando casou percebeu que tinha perdido muitas coisas que deixou de fazer na juventude. Parecia mais uma amiga do que a Mary brincalhona que eu sempre conheci, até que ela me disse, sorrindo de forma safada: "Já acabou com os preservativos que nos deram? hahaha". Eu disse que não, que ainda tinha muitos. Então ela falou: "Ah, então já começou a usar eles" — mas num tom mais de interrogatório, como se forçasse a resposta. Eu disse que ainda não, porque não tinha surgido a oportunidade. Aí ela riu de novo, mas dessa vez com um certo sensualismo, e me... disse: "mas o que você espera exatamente pra encontrar a oportunidade?", não sei, falei, acho que tenho que gostar muito de uma garota, etc etc, tava enrolando pra caralho e sabendo pra que ela tinha ido na minha casa!!!! e enquanto eu inventava desculpas, minha cabeça pensava em como dizer que queria que fosse naquele exato momento, mas ela percebeu que eu tava nervoso e minha boca secou e ela disse: "para, você tá com a boca seca, não vou te comer, hahaha. Deixa eu te dar um gole d'água", então ela levantou pra pegar água na geladeira num copo grande, ficou na minha frente e bebeu derramando a maior parte na blusa dela, deixando eu ver os peitos já apertados que quase ficavam transparentes com a umidade do tecido. Ela chegou perto e me deu um beijo longo na boca enquanto eu levava minhas mãos pros peitos dela, inconscientemente uma das minhas mãos foi direto pra bunda dela, o que fez ela soltar um "aaahhhh" e continuamos nos beijando. Naquele momento eu sabia que não tinha volta e tava diante da oportunidade da minha vida, então levantei ela e sem dizer nada fomos pro meu quarto. Me surpreendi de ver o quanto ela tava tarada, porque só de beijar ela não parava de gemer e sem dizer nada nem explorar devagar, ela tirou meu pau da calça que quase jorrava litros de porra naquele momento e enquanto isso eu tirava as roupas dela, me ajudando com as mãos dela na calça e mostrando uma calcinha fio dental rosa de renda que me deixou ver que a buceta dela não tinha pelos, tava depiladinha recentemente, especialmente pra ocasião eu acho, e o quarto ficou cheio do perfume que saía da buceta dela. Meu corpo inteiro tremia e comecei a sentir medo de não fazer direito, então começou a baixar minha ereção, aí me desculpei e ela disse: "calma, dá pra ver que é sua primeira vez, eu quero te ensinar e só foca em aproveitar seu momento PAPAI", quando ela me chamou de "Papai" e não "moleque", me deixou a mil, começou a chupar meu Pau me mantendo de pé e ela de joelhos, e aí ela mandou eu deitar na cama e continuou com aquele boquete bem ensaiado dela. Subia e descia no meu pau, e eu sentia a garganta quentinha dela e a língua percorrendo cada contorno das veias da minha rola, demorando pra chupar com força a cabeça enquanto apertava minhas bolas, que eu sempre gostava de raspar bem os pelos. Quando via que eu tava "indo", ela parava de mamar a vara e chupava devagar as bolas, sabia o que tava fazendo e falou "quando a gente terminar tudo, quero provar seu leite, papi, quero ser a primeira a provar essa delícia, vou te mostrar como eu passeio na língua pra engolir depois". Eu tava um touro, não senti mais desconfiança, aí falei que queria penetrar ela e ela me ajudou a colocar a camisinha. Ela subiu em cima de mim e, quando meti meu pau na buceta dela, percebi o quanto ela tava molhada, porque entrou super fácil, começou a fazer uns movimentos que quase me fizeram desmaiar, aproximou os peitos do meu rosto e falou "chupa e morde de leve, vou te falando como", mas não precisei de mais instruções, porque parecia que tinha mamado nos peitos dela a vida inteira. Ela gozou uma vez, mas antes de terminar falou pra eu gozar junto com ela, mas respondi que queria continuar comendo ela até minhas bolas estourarem, aí ela virou de costas, enfiou meu pedaço de carne de novo na buceta dela e, com outro ritmo, a gente gozou junto dessa vez. Foi um orgasmo incrível.

A gente descansou uns instantes e voltou a se beijar e a conversar sobre nossas vidas, mas já num sentido mais íntimo, a ponto de, de novo e sem muito esforço, eu começar a ter uma ereção enorme, e ela riu e falou "mmmm, papi, pensei que ia te deixar exausto, mas você me surpreende", e enfiou meu pau de novo na boca, passando ele no rosto dela de vez em quando e fazendo espuma entre meu pau e a boca dela. lábios, dessa vez ela não deixou eu penetrar ela, me fez gozar na boca dela e chupou até a última gota, porque uma parte do meu sêmen foi parar nos peitos dela e com os dedos ela pegou meu gozo e passou nos lábios dela. De novo ficamos largados na minha cama e o relógio correndo...

Umas meia hora depois ela disse que precisava ir porque tava ficando tarde e, brincando, eu não deixava ela levantar da cama, porque obviamente sou mais forte e ela oferecia pouca resistência, até que ela falou: "se não me deixar ir, nunca mais vou te fazer um boquete" e caiu na risada, mas dessa vez eu tava por cima, não ia perder a chance de dominar uma mulher tão gostosa, então comecei com beijos e carícias de novo e os dois ficaram prontos pra mais uma. Aí eu disse que queria ver ela por trás e ela ficou de quatro, mostrando aquele rabão enorme que me deu vontade de arrebentar na hora. Coloquei a camisinha e quis penetrar ela, mas ela falou: "calma, pai, primeiro mete na frente e ajuda com os dedos a abrir devagar meu cu, porque sou quase virgem nele". Então, de quatro, comecei a comer ela num ritmo bom e enfiava primeiro um e depois dois dedos no cu até o ponto que ela disse: "agora arrebenta meu cu que é pra você e vai ser só seu daqui pra frente". Aí tirei meu pau da buceta molhada dela e com dois empurrões enfiei tudo no cu dela, soltando um gemido abafado danado "aaaahhhhhhgggggggrrrr", mas não parei de meter até que ela levou uma mão na própria buceta pra se masturbar ao mesmo tempo e assim gozou bem rápido. Eu não conseguia terminar porque com tanto trabalho pra minha primeira vez, meu pau tava dormente, então continuei numa velocidade tão mas tão forte que fiz ela gozar de novo e me retirei pra tirar a camisinha e gozar nas costas dela, que ficou banhada e escorria uma quantidade enorme de gozo que nem eu acreditava de onde tinha saído tanta. Dessa vez também ela pegou meu gozo das costas dela como pôde e passou nos lábios. comeu argumentando que tinha um gosto melhor até que a primeira e que já tinha me transformado numa viciada, numa safada do líquido das minhas alforjes.

Depois tomou banho comigo no chuveiro, se vestiu e foi embora, mas é claro que continuamos nos vendo. Histórias que vou contar se me deixarem uns pontinhos como sinal de que curtiram o relato, meu primeiro relato. 😀

10 comentários - Minha primeira vez, nunca se esquece

Muy buen relato,te dejaria puntos si pudiera pero soy novato 😞
exelente relato, por eso no se olvida la primera vez