Carne argentina

Bom, depois de ler vários contos publicados aqui, resolvi contar como foi minha primeira vez. Olha, meu nome é Clara, e hoje tenho 23 anos. Preciso dizer que, por causa de uma educação bem tradicional, demorei muito pra me envolver com caras: meu primeiro beijo foi aos 18, e quando cheguei aos 20, ainda não tinha transado com ninguém, o que me deixava super frustrada. Eu sabia o que era me masturbar, e nas minhas fantasias me via sendo fodida uma vez atrás da outra por desconhecidos misteriosos. Mas, né, isso era só fantasia. Duas semanas depois do meu aniversário de 20 anos, fui convidada pra uma festa na casa de um amigo. Lá tinha todo tipo de bebida alcoólica. Eu não conhecia ninguém, só o amigo que me convidou, então, sem ter com quem conversar, comecei a beber. Finalmente, um cara se aproximou de mim. Era argentino, se chamava Esteban e era... hummm de matar. A gente se conectou na hora: primeiro falando de coisas bestas, tipo o que você estuda ou o que quer fazer depois da faculdade. Depois, quando já estávamos mais à vontade, começamos a falar sobre o que a gente fazia no fim de semana pra se divertir, e acabei reclamando que não tinha coragem de fumar um baseado. Esteban disse que ele tinha, e como na sala onde estávamos ninguém fumava, decidimos ir pra um quarto da casa. Ele chamou dois amigos dele, também argentinos, Mario e Antonio, e fomos fumar os quatro. Depois de três baseados, eu tava meio tonta, mas logo comecei a me sentir melhor, quando esses três caras começaram a falar um monte de besteira. Acho que lembro de ter dito pro Antonio que sempre fui muito tímida com os caras e que por isso eles também não me elogiavam muito, e ele respondeu com aquelas palavras doces e sensuais que na boca de um argentino fazem a gente derreter de prazer. Ele foi se aproximando mais de mim e perguntou se eu sabia como se beijava na Argentina. Quando respondi que não, ele me deu um beijão super sensual. Aí o Mario falou que ia repetir o conceito pra eu entender direitinho, e depois de me beijar, fui até o Esteban, montei nele de frente e comecei a beijá-lo, dizendo que queria fixar o conceito. A gente foi se esquentando cada vez mais, eu me mexia pra frente e pra trás. Não fazia ideia onde aquilo ia dar, só sabia que não queria parar. Enquanto eu sentia o pau do Esteban endurecendo cada vez mais, o Antonio começou a apalpar meus peitos. Meus bicos tinham ficado durinhos. — Puxa, parece que essa putinha gosta do que vocês tão fazendo com ela. Vou te dar uma provada na carne vermelha argentina — falou o Mario. Foi a primeira vez que ouvi essa frase, "carne vermelha argentina". Enquanto falava isso, o Mario abriu a calça. Meu Deus, que pau! pensei. Ele não tava de cueca, então assim que abriu a braguilha, o negócio saltou pra fora. Enfiou na minha boca e eu comecei a chupar. Achei que ia enlouquecer. Depois de tantos anos reprimida, finalmente tava chupando um cara, e não de qualquer jeito, mas enquanto me apalpavam os peitos e eu me esfregava nas bolas de outro. Não sabia o que fazer, então me deixei levar. Eu me mexia sem parar em cima do Esteban enquanto chupava o pau do Mario. De repente o Esteban falou: — Já chega de me esquentar, gostosa, agora você vai provar meu pau de verdade. Tentei abrir a calça dele o mais rápido que pude, tava louca de tesão. Tinha soltado o pau do Mario pra ser mais rápida com o Esteban. Aí o Mario se irritou, parecia doido: — Quem mandou você parar, gata? Agora vai ter que me compensar. E sem falar mais nada, me jogou no chão e começou a meter. No começo foi meio difícil. Eu já tava bem molhada, mas era virgem, então não entrou de primeira. Ele começou a sussurrar umas palavras no meu ouvido, não lembro de todas porque tinha fumado um pouco demais. mas lembro de uma frase que me deixou ainda mais excitada: "vamos, gatinha, vou te foder mesmo que você resista. Abre essa buceta pra mim". Na hora ele me penetrou, e caralho! Vi estrelas. A primeira estocada doeu, mas o Mario continuou sem parar. Ele não gozou, porque o Esteban, que já tinha tirado as calças, tirou ele de cima de mim e me obrigou a sentar do jeito que eu estava antes, ele apoiado na borda da cama e eu montada nele. Porra, que tesão que eu tava, não acreditava. Comecei a foder ele como se tivesse feito isso a vida inteira, enquanto o Mario se masturbava na minha frente. Bem na hora que ele ia gozar, disse: - Você não quis receber meu gozo na sua bucetinha, gata, então agora vai beber tudo - e gozou na minha boca - Vai, bebe tudo. E eu fiz isso, mesmo tendo derramado um pouco. Eu continuava me mexendo em cima do Esteban, e mal uns dois minutos depois de receber o gozo do Mario, recebi o do Esteban. Porra, mas eu queria mais. Continuei me mexendo, uma e outra vez, até que finalmente gozei. Fiquei obcecada pelo Esteban, e continuei me movendo. Mas o Antonio, que tinha observado a cena a uns metros de distância, disse: - Chega de sentimentalismo, sua putinha. Agora é minha vez, e já que você recebeu gozo em dois buracos diferentes, vou ter que explorar lugares novos. Eu disse que nunca tinham tocado no meu cu, mas na hora o Antonio viu o pouco de sangue que tinha derramado quando perdi a virgindade, e falou: - Olha só a garotinha, então você era virgem. Agora não pode recusar que eu explore essa bunda gostosa que você tem, se deixou romper por dois lados, agora vai ter que deixar romper por este. Então ele molhou meu cu com o gozo que escorria da minha buceta, e enfiou o dedo algumas vezes. "Agora você tá pronta", disse. E enfiou o pau dele, primeiro devagar e só a ponta, depois cada vez mais rápido, até meter tudo até o fundo. Sem Mas eu continuava obcecada pelo Esteban, que ainda estava de pau duro mesmo depois de gozar, então falei que queria continuar dando pra ele. Aí o Esteban sentou na cama, esticado, e mandou eu sentar por cima, deitada nele, enquanto o Antonio continuava metendo no meu cu. Caralho, pensei. Até meia hora atrás eu era virgem, e agora tava levando por dois buracos ao mesmo tempo. E como sobrou um espacinho do lado esquerdo da cama, o Mario se ajoelhou do meu lado esquerdo e enfiou o pau na minha boca de novo. — Nossa, como a nossa menina adora um vício — disse o Mario — Você chupou muito bem antes, e vai fazer de novo. Então continuei e continuei por uns minutos, até o Antonio gozar no meu cu, e segundos depois, o Esteban também. Que prazer, meu Deus, e tudo sem eu ter planejado. Nessa altura já não tava mais tonta nem nada, e enquanto continuava chupando o pau do Mario, vi o Esteban pegar a câmera e começar a tirar fotos de como eu chupava o amigo dele, ao mesmo tempo que tirou fotos da minha buceta, dos meus peitos e da gozada que o Mario deixou na minha boca, porque mesmo tendo engolido de novo, acabei derramando um pouco. Nessa altura o Esteban já tava exausto, igual o Mario. Mas o Antonio só tinha gozado uma vez, então ele me jogou com força no chão e falou: — Beleza, Esteban, agora você vai tirar fotos dessa putinha enquanto eu como ela de frente, mas quero ver você gritar de prazer. Agora você não é mais virgem, então grita como uma mulher. E eu gritei, pra caralho. Depois que o Antonio gozou, me limpei com uma toalha e me vesti. Os três começaram a se vestir também, e quando eu abri a porta pra ir embora, o Mario falou: — Espero que tenha curtido a carne vermelha argentina. Nada mal pra primeira vez, né?

3 comentários - Carne argentina

🙂 🙂 aguante ARGENTINA carajo jajajaja 😃 😃 😃 😃 😃