OLÁ A TODOS, É MEU PRIMEIRO RELATO, SEJAM LEGAIS. ESPERO QUE GOSTEM. ACEITO CRÍTICAS CONSTRUTIVAS, OBRIGADO.Carlos era meu professor de matemática quando eu tava no último ano do ensino médio.
enfim, eu tinha uma fome danada por esse cara, os meninos da minha idade nunca me atraíram, eram só crianças, eu queria provar a pica de um homem de verdade.
- Termina esse exercício e pode ir embora -
- mas professor, não entendi muito bem esse exercício, pode explicar de novo?
toda vez que eu ia na casa dele, me vestia com uma saia curtinha e algo decotado, pra meus peitos ficarem em evidência e chamar a atenção dele.
- Qual exercício? - aí o olhar dele desceu pro meu decote, e parecia que queria arrancar minha blusa com aquele olhar profundo.
- esse aqui, professor - e aí aproveitei e me joguei pra trás pra deixar ver um pouquinho mais e meu querido professor se deliciar com o olhar
- eh... ejj... -
- aconteceu alguma coisa, professor? -
- nada, é tarde.
- professor, pode me levar em casa?
no carro dele, as coisas melhoraram...
- professor, que música o senhor ouve?
- da minha época
- ah, professor, não acho que o senhor seja tão velho assim
- hahaha
nisso tudo, sem ele perceber, fui subindo devagar minha saia jeans preta, quase até a entrada da minha buceta, dava pra ver minha calcinha Booty-less vermelha que comprei especialmente pra ele.
num sinal vermelho, ele baixou o olhar pra minha saia, enquanto eu me fazia de sonsa.
eu desejava ele, queria que ele me tocasse, os carinhos e os beijos dele, não tava nem aí pra parecer uma puta, queria ser a puta dele!
- professor, o que foi? tá suando
- você sabe o que tá rolando, por que faz isso?
- o que foi, Carlos? tá com medo da sua aluna?
sem mais nem menos, estiquei minhas mãos pro pau dele e comecei a esfregar.
- o que cê tá fazendo?
- por acaso não gosta? eu sei que você adora comer uma novinha como eu.
abaixei o zíper da calça, desabotoei devagar enquanto ele dirigia, minha lentidão excitava ele e deixava ele mais descontrolado. Adorei fazer ele sofrer e me excitei tanto que, antes de qualquer coisa, minha buceta já tava molhada, sentia minha calcinha Booty-less ficando encharcada.
- você é Uma aluna ruim, sabia? — num tom safado
Isso me excitou ainda mais, eu tava tão entregue pra ele que puxei o pau dele já duro. Não era muito comprido, mas era bem grosso. Comecei a masturbar ele, e quando começou a sair o líquido, baixei a cabeça e meti na boca. Comecei a chupar, primeiro a pontinha e depois inteiro. Com a ponta da minha linguinha, percorria aquela pica gostosa de baixo pra cima, chegando na ponta dava uns mordiscos, que fazia ele gemer bem forte.
— Não sabia que você fazia isso, neném safada?
— Você não sabe muitas coisas sobre mim. Agora quem vai ser a professora sou eu.
Procurei um beco e estacionei ali.
Eu continuava chupando aquele membro delicioso. Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, como se quisesse me afundar na virilha dele, e eu me deixei. Meti o pau dele o mais fundo possível, sugando cada gota, passando minha língua pelos testículos, mordiscando eles...
— Vou gozar —
Não respondi. Comecei a chupar mais forte, peguei a mão dele e levei até minha buceta. Com o dedo, ele afastou a calcinha e começou a mexer no meu clitóris em círculos. Isso me descontrolou ainda mais, e eu chupava com mais vontade. Sozinha, eu me apalpava os peitos, primeiro por cima da blusa, depois por baixo do sutiã. Isso excitou ele ainda mais.
No momento em que ele ia gozar, enfiou o dedo fundo no meu ser, tirou e enfiou de novo. Aí todo o sêmen dele foi pra minha boca, e eu chupava como se fosse um sorvete.
— Engoli seu gozo, professor — falei, me levantando e lambendo meus lábios.
O homem tava todo suado e respirando ofegante.
— O que foi, deixei o senhor cansadinho? Talvez seja a velhice — falei rindo.
— É o que você pensa? Não sabe no que se meteu, sweet girl. Vou arrebentar sua bunda.
O dedo dele continuava dentro da minha buceta. Sentada na mão dele, comecei a balançar, primeiro devagar, depois um pouco mais rápido. Com certeza isso excitou ele, porque vi o pau dele endurecendo de novo.
— Agora é sua vez.
Abri minhas pernas com o dedo dele mexendo no meu clitóris. Ele baixou a cabeça, e eu senti a ponta dos dentes dele... corria minha prenda, e a ponta da língua dela percorria os lábios da minha buceta, todos molhados do meu melzinho....
E BOM, ATÉ AÍ CHEGA ESSA PRIMEIRA PARTE... AVISEM SE QUISEREM SABER O RESTO DA HISTÓRIA
enfim, eu tinha uma fome danada por esse cara, os meninos da minha idade nunca me atraíram, eram só crianças, eu queria provar a pica de um homem de verdade.
- Termina esse exercício e pode ir embora -
- mas professor, não entendi muito bem esse exercício, pode explicar de novo?
toda vez que eu ia na casa dele, me vestia com uma saia curtinha e algo decotado, pra meus peitos ficarem em evidência e chamar a atenção dele.
- Qual exercício? - aí o olhar dele desceu pro meu decote, e parecia que queria arrancar minha blusa com aquele olhar profundo.
- esse aqui, professor - e aí aproveitei e me joguei pra trás pra deixar ver um pouquinho mais e meu querido professor se deliciar com o olhar
- eh... ejj... -
- aconteceu alguma coisa, professor? -
- nada, é tarde.
- professor, pode me levar em casa?
no carro dele, as coisas melhoraram...
- professor, que música o senhor ouve?
- da minha época
- ah, professor, não acho que o senhor seja tão velho assim
- hahaha
nisso tudo, sem ele perceber, fui subindo devagar minha saia jeans preta, quase até a entrada da minha buceta, dava pra ver minha calcinha Booty-less vermelha que comprei especialmente pra ele.
num sinal vermelho, ele baixou o olhar pra minha saia, enquanto eu me fazia de sonsa.
eu desejava ele, queria que ele me tocasse, os carinhos e os beijos dele, não tava nem aí pra parecer uma puta, queria ser a puta dele!
- professor, o que foi? tá suando
- você sabe o que tá rolando, por que faz isso?
- o que foi, Carlos? tá com medo da sua aluna?
sem mais nem menos, estiquei minhas mãos pro pau dele e comecei a esfregar.
- o que cê tá fazendo?
- por acaso não gosta? eu sei que você adora comer uma novinha como eu.
abaixei o zíper da calça, desabotoei devagar enquanto ele dirigia, minha lentidão excitava ele e deixava ele mais descontrolado. Adorei fazer ele sofrer e me excitei tanto que, antes de qualquer coisa, minha buceta já tava molhada, sentia minha calcinha Booty-less ficando encharcada.
- você é Uma aluna ruim, sabia? — num tom safado
Isso me excitou ainda mais, eu tava tão entregue pra ele que puxei o pau dele já duro. Não era muito comprido, mas era bem grosso. Comecei a masturbar ele, e quando começou a sair o líquido, baixei a cabeça e meti na boca. Comecei a chupar, primeiro a pontinha e depois inteiro. Com a ponta da minha linguinha, percorria aquela pica gostosa de baixo pra cima, chegando na ponta dava uns mordiscos, que fazia ele gemer bem forte.
— Não sabia que você fazia isso, neném safada?
— Você não sabe muitas coisas sobre mim. Agora quem vai ser a professora sou eu.
Procurei um beco e estacionei ali.
Eu continuava chupando aquele membro delicioso. Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, como se quisesse me afundar na virilha dele, e eu me deixei. Meti o pau dele o mais fundo possível, sugando cada gota, passando minha língua pelos testículos, mordiscando eles...
— Vou gozar —
Não respondi. Comecei a chupar mais forte, peguei a mão dele e levei até minha buceta. Com o dedo, ele afastou a calcinha e começou a mexer no meu clitóris em círculos. Isso me descontrolou ainda mais, e eu chupava com mais vontade. Sozinha, eu me apalpava os peitos, primeiro por cima da blusa, depois por baixo do sutiã. Isso excitou ele ainda mais.
No momento em que ele ia gozar, enfiou o dedo fundo no meu ser, tirou e enfiou de novo. Aí todo o sêmen dele foi pra minha boca, e eu chupava como se fosse um sorvete.
— Engoli seu gozo, professor — falei, me levantando e lambendo meus lábios.
O homem tava todo suado e respirando ofegante.
— O que foi, deixei o senhor cansadinho? Talvez seja a velhice — falei rindo.
— É o que você pensa? Não sabe no que se meteu, sweet girl. Vou arrebentar sua bunda.
O dedo dele continuava dentro da minha buceta. Sentada na mão dele, comecei a balançar, primeiro devagar, depois um pouco mais rápido. Com certeza isso excitou ele, porque vi o pau dele endurecendo de novo.
— Agora é sua vez.
Abri minhas pernas com o dedo dele mexendo no meu clitóris. Ele baixou a cabeça, e eu senti a ponta dos dentes dele... corria minha prenda, e a ponta da língua dela percorria os lábios da minha buceta, todos molhados do meu melzinho....
E BOM, ATÉ AÍ CHEGA ESSA PRIMEIRA PARTE... AVISEM SE QUISEREM SABER O RESTO DA HISTÓRIA
8 comentários - una pendeja caliente y un profesor dispuesto