Minha viagem de negócios pra Espanha tava chegando ao fim. O saldo da missão comercial superou as expectativas iniciais e isso deixou os acionistas bem felizes quando reportei o relatório do que foi feito.
Claro que não foram só negócios, o prazer teve um papel principal na hora de fechar os acordos. Minha habilidade com as mulheres e minha arma secreta foram extremamente eficazes. Mas sem dúvida, quem levou todo o mérito foi minha executiva de contas local, Laura.
Sempre desejei ela... a pele dela... os lábios finos... os peitos dela...
Mas nunca consegui nem um beijo sequer. Ela era indiferente. Como se tivesse uma armadura impenetrável, rejeitava todas as minhas investidas.
Pra comemorar, fomos pra balada Titos. Custou pra convencer ela, mas no fim ela topou. Achava que seria meu último dia em Palma de Mallorca, mas não esperava os acontecimentos que vieram depois.
***
O calor mediterrâneo de julho me presenteou com a imagem jovem dela... Tava radiante...
Ela usava um vestido longo preto com detalhes brilhantes e uns decotes que se abriam pelas costas quase até a cintura. Na frente, ia até o umbigo, onde tinha um piercing com um pingente brilhante, combinando com os brincos e o colar que se abria entre os peitos livres dela. O tecido preto era fino e bem fresco, deixando ver as marcas brancas da pele que se transpareciam descaradamente. Mesmo na penumbra daquela noite clara, dava pra ver os biquinhos rosados durinhos e as sardas dos peitos brancos dela.
Minha excitação ao ver ela foi tão evidente que ela não conseguiu ignorar, fixando o olhar por um momento no volume que meu pau marcava na calça preta. Meu peito ficava ao ar fresco do mar, vestindo uma camisa de seda branca quase sem abotoar e com as mangas arregaçadas.
O segurança já sabia como nos receber. Sou VIP nessa balada e tinha combinado antes por telefone como queria comemorar nossos triunfos. comerciais.
Quando subimos sozinhos no elevador (um verdadeiro privilégio naquele lugar famoso), cheguei bem perto até encurralar ela contra o vidro. Laura tentava me tirar de cima com um fingido desgosto, mas isso me deixou ainda mais excitado. Parei o elevador por um momento com a desculpa de apreciar a vista do porto. Aproveitei para elogiar a beleza dela, dizia como ela cheirava gostoso, o quanto eu era grato por estar acompanhado por uma mulher tão gostosa, acariciava seus ombros quase nus, encostava minha pica na cintura dela... até que o elevador seguiu automaticamente e chegamos à pista de dança...
***
A balada estava lotada de turistas italianos, franceses e espanhóis. Não cabia mais ninguém.
Obviamente, Laura não pretendia dançar, por isso o vestido tão decotado. Ela me avisou antes de aceitar sair para beber. Foi só uma gentileza, uma cortesia da qual ela era expert, uma profissional.
Eu realmente tava com vontade de comer ela gostoso. Anos de desejo contido e reprimido pela atitude distante dela. Mas naquela noite ela não ia escapar de novo.
Chegamos no bar aos empurrões e notei que no caminho ela foi apalpada por todo mundo e também por um par de minas. Laura se irritava com cada agarrada, principalmente no cuzão redondo e empinado dela, e também uns roções nos peitos que por momentos ficavam à mostra pros outros, segundo ela me explicou depois. Eu curtia por trás sem interferir. Tava no meu auge da safadeza.
Disposto a tudo ou nada, dei um jeito de falar no ouvido dela as palavras que sabia que ela esperava ouvir de mim.
Encostei meu peito até roçar no dela, com movimentos friamente calculados, mas muito quentes pra deixar ela com tesão.
Os drinks não paravam de descer pela boca dela e ajudavam a baixar a guarda.
De repente, enchi de coragem e, segurando ela pelos braços na cintura, colando o corpo dela no meu, beijei o pescoço dela como um faminto de prazer.
Laura se deixou levar. Eu curtia meus movimentos de pelve, esfregando meu pau, que já tava gigante, na buceta dela coberta pela roupa. Parecia um cachorro no cio montando a perna da dona. Mas as sensações que invadiam a Laura foram mais fortes que a razão e a rejeição dela. O desejo crescia da buceta dela e se espalhava pelo corpo todo como impulsos cheios de uma energia imbatível. Nunca tinha sentido um prazer tão intenso causado só por um roçado. A situação ajudava a potencializar os sentidos dela e a magnificar as sensações de prazer.
Minha boca subiu pelo pescoço dela até o queixo e, segurando a cabeça dela suavemente com as duas mãos, dei um beijo intenso onde nossas línguas brincaram por vários minutos.
***
A galera ao redor nos observava com inveja. Os homens e algumas mulheres invejavam minha sorte. Ter encurralado contra o balcão uma gostosa daquelas, sendo delicadamente saboreada.
Não conseguia parar de beijar ela. Nossas línguas brincavam uma com a outra enquanto nossas mãos acariciavam o corpo um do outro de cima a baixo. Minha respiração acelerava. Tava num grande clímax, quase prestes a explodir. A música alta, a escuridão quebrada de vez em quando pelas luzes da pista, o roçar da gente que passava ou pedia uma bebida no balcão. Mas, acima de tudo, a Laura. Essa musa inalcançável que agora eu tinha na pele era a fonte de energia sexual mais intensa que já senti.
Tava no paraíso. Sentia a respiração forte no peito dela. Aqueles peitos se moviam e inflavam a cada inspiração. Queria devorar eles ali mesmo, chupar aqueles bicos e brincar com minha língua nas pontas, mas não podia dar um espetáculo desses em público na cidade dela.
Ela abriu bem os olhos castanhos com uma expressão de surpresa quando uma das mãos dela agarrou meu pau. Com uma carícia escondida, percorreu todo o comprimento do meu pau, desde minhas bolas até a cabeça. Enquanto me acariciava, a cara dela de deleite e desejo se misturava com um gemido suave que ecoou na minha boca que não parava. de beijá-la intensamente.
Era hora de tirá-la dali.
***
Sabia que naquela noite ela não tava a fim de dançar. Sabia também que aceitou por obrigação ou talvez por medo de que eu tomasse alguma retaliação que botasse o emprego dela em risco. Mas eu queria seduzi-la e todos os esforços pareciam estar dando resultado.
Vi nos olhos dela um brilho de luxúria. Nossa excitação ficava cada vez mais evidente. Nossos desejos se cruzavam em olhares intensos e beijos apaixonados. Nossos corpos pediam mais contato. Quase não conseguia controlar minhas mãos que acariciavam toda a pele dela.
Era o momento que tanto procurei. Ela me queria, dava pra ver em cada carícia, nos gemidos suaves dela, nos suspiros em resposta às minhas caricias, no olhar fixo, no sorriso safado.
Sem dizer nada, só trocando olhares e apalpando que já tava quase descarado, peguei a mão dela e fomos pro elevador. Fiz sinal pro segurança e ele deixou a gente entrar sozinhos.
Eu tava muito tesudo e ela se sentia uma cachorra.
Não esperei as portas fecharem pra cair em cima dela. Enfiei ela contra o vidro enquanto beijava ela loucamente, com força, quase violentamente. Eram anos de desejo reprimido se soltando num instante. Ela respondeu cruzando os braços no meu pescoço e segurando minha cabeça com uma das mãos, empurrando contra o rosto dela pra gente se fundir num beijo de língua que quase nos deixou sem fôlego.
Queria mais e não dava pra esperar.
Parei o elevador de novo e apaguei as luzes. A gente era iluminado pelas luzes da cidade que entravam pelo vidro.
Enfiei a mão pelo decote das costas dela pra acariciar aquela bunda que tanto desejo. Pra minha surpresa, ela não tava de calcinha. Isso me deixou ainda mais louco de tesão. Sentia que meu pau ia estourar. Fazia um esforço consciente pra não gozar naquele exato momento. Minha mão acariciou com força a bunda dela enquanto encostava a dela contra o vidro pra dar espaço pros meus apalpões. Sentia ela firme e macia. Fria por fora e quente por adentro.
***
Tava desesperado. Queria comer ela no elevador. Não tava nem aí se alguém da rua visse ou se a galera ficasse amontoada na porta do térreo esperando.
Sem tirar a mão direita da bunda dela, desci beijando o pescoço dela e parei no meio dos peitos. Com a boca, empurrei o tecido do vestido pra deixar o peito direito dela de fora. Minha pélvis tava colada na dela, esfregando sexo contra sexo. Minha mão afundou entre as nádegas duras dela, rumo à buceta dela. Tava todo arqueado, com a cabeça entre os peitos dela e meu pau em cima da buceta dela. Peguei o peito direito dela com a mão esquerda e me deliciei por vários minutos chupando, lambendo em círculos a auréola do mamilo, apertando com os lábios a ponta do mamilo duro e ereto pra puxar pra trás, abrindo bem a boca pra meter o máximo que dava o peito dela e chupar com força. Enquanto isso, ela ofegava quase como um ronronar de gata, se acariciando no peito livre que pedia atenção. Quando percebi, tratei de dar o mesmo tratamento. Ela gemia cada vez mais intenso.
De repente, me afastei da Laura dando um passo pra trás pra olhar ela. Nem nos meus sonhos mais quentes imaginei uma cena daquelas. Ela tava apoiada com as costas no vidro do elevador, com as mãos acariciando os peitos e, milagrosamente, com o vestido decotado pendurado por um fio nos ombros bronzeados e cheios de sardas.
"Me come", ela disse com o olhar lascivo fixo no meu pau enquanto deslizava devagar o vestido dos ombros, deixando cair no chão, ficando completamente nua.
Em menos de um segundo, tirei meu pau, que tava doendo de tão duro e apertado dentro da calça, e levantei ela segurando pela bunda. Meu pau tava duro, apontando pro teto, e se mexia sozinho pelos impulsos do meu desejo.
Penetrei ela de pé, bem devagar, enquanto beijava ela apaixonadamente. Não tirava minha boca da dela, mesmo quando ela gritava de prazer ao sentir como meu pau foi se abrindo caminho devagar pela buceta dela. A sensação de calor e umidade que eu sentia naquela penetração lenta e interminável fez minhas bolas ficarem duras. As paredes da buceta dela apertavam meu pau como se ela estivesse segurando ele com a mão bem forte.
***
Nossos gemidos fortes ecoavam no elevador, camuflados pela música da balada TITOs.
Depois de penetrar a Laura devagar umas duas vezes, fazendo um puta esforço pra não gozar na hora, comecei um mete e tira furioso e apaixonado, sem desgrudar da boca dela, com beijos e mordidas nos lábios finos dela. Ela arranhava minhas costas em resposta ao êxtase causado pela foda frenética. Os peitos dela balançavam no ritmo da música e dos nossos gemidos.
De novo parei de repente, abaixei ela e virei de costas, apoiando os peitos dela na parede de vidro, com o rosto virado de lado. A respiração excitada dela embaçava o vidro a cada suspiro ofegante, quase no ritmo da música.
Levanto a bunda dela enquanto ela me olhava por cima do ombro com luxúria, passando a língua nos lábios. Na hora, enfiei todo o meu pau nela num movimento só de quadril e continuei com o mete e tira raivoso. Puxava ela pra mim segurando firme na cintura, e ela também ajudava a se empalar toda, empurrando a bunda em minha direção, que batia forte na minha pelve, me deixando louco. Em menos de um minuto, gozei pra caralho, enchendo de porra quente e grossa a buceta dela.
Ela ficou naquela posição uns instantes, como se esperasse mais. Aproveitei pra me ajoelhar na frente da bunda dela e lamber o cu dela. Pensei em penetrar ela de novo, mas queria esticar a noite e não fazer tudo naquele momento.
Mandei ela se vestir (essas palavras soaram fortes por serem as únicas em vários minutos de silêncio e gemidos), e a Laura obedeceu, subindo devagar o vestido como se fizesse um show de strip-tease ao contrário pra mim, com movimentos sensuais de quadril, se tocando toda. Eu continuava excitado e com Esse mini show quase me fez gozar nela de novo.
Acendi as luzes e ela se ajoelhou na frente do meu pau pra limpar ele chupando e lambendo gostoso pra caralho. Não queria soltar meu pau. Tava hipnotizada.
Quando chegamos no térreo, enfiei meu pau com dificuldade na calça e ela, rindo, me ajudou com a tarefa. As portas abriram e fomos pegos de surpresa com a Laura subindo o zíper da minha braguilha, deixando todo mundo que esperava pra subir de boca aberta. Os comentários e risadas foram de todo tipo.
Saímos correndo atrás de um táxi que nos levasse até a suíte da nossa empresa.
***
O ar fresco do mar na rua não era suficiente pra apagar o fogo que sentíamos por dentro. O sangue fervia nas veias.
Entramos num táxi que, por sorte, passava por ali e indiquei pro jovem motorista o caminho.
Não queria perder nenhuma oportunidade de levar cada situação ao limite. Minha luxúria via chances obscenas em cada momento.
Foi aí que tirei meu pau, que continuava duro, e pegando Laura pela nuca, forcei ela a me chupar durante a viagem. O motorista olhava o espetáculo pelo retrovisor e eu gritei: "Tá olhando o quê, viado? Quer chupar também, seu maricona? OLHA PRA FRENTE, QUE PRA ISSO EU TE PAGO, SEU BATENTE DE MERDA". O cara se assustou e continuou dirigindo sem falar nada e sem olhar pra trás.
Com uma mão, segurava o cabelo dela pra marcar o ritmo, e com a outra, segurava meu pau pela base pra ela se concentrar nos primeiros 10 cm dos 24 que meu pau tem.
Ela apertava um peito dentro do vestido e se masturbava a buceta suculenta com a outra mão, no mesmo ritmo que eu obrigava ela a chupar.
De vez em quando, puxava o cabelo dela pra trás pra tirar meu pau da boca e mandava ela esticar a língua pra esfregar minha glande na cara dela, nos lábios abertos e na língua molhada. Depois, enfiava até o fundo que a garganta dela permitia, uma e outra vez, num vai e vem violento.
Quando senti que ia Pra chegar no meu orgasmo, forcei ela a engolir toda a minha pica, apertando a cabeça dela pra baixo com força, fazendo os lábios dela chegarem até minhas bolas, atravessando a garganta dela que tava cheia da minha carne venosa, sem deixar ela sair. Ela começou a se sentir sufocada, me dava socos, beliscões, tentou me morder a pica, mas não deixava ela se soltar de mim. Pelo contrário, empurrava ela mais, obrigando a engolir mais uns centímetros de pica. E eu gozei bem na hora que achei que ela não ia aguentar mais sem respirar.
De novo, despejei uma porrada de porra, dessa vez na garganta dela.
Puxei o cabelo dela pra levantar ela. Ela recuperou o ar numa bocada só, engolindo toda a minha porra. Os olhos dela tavam cheios de lágrimas, mas ela sorria safada, satisfeita por ter conseguido devorar uma pica daquelas. Se sentia vitoriosa e muito puta. Com as mãos, limpou os restos que escorriam pelos cantos da boca.
***
Nos minutos que faltavam pro táxi chegar no apartamento que a empresa tem em Palma, eu brincava com o peito direito dela, que tinha tirado do vestido pra chupar aquele mamilo duro que me deixa louco. Enquanto isso, Laura se masturbava e me masturbava no mesmo ritmo, devagar, com movimentos suaves. A mão dela não conseguia fechar direito ao segurar minha pica, que tava no auge. Ela não tirava os olhos da minha pica venosa e curtia o toque macio da minha cabeça, toda molhada de porra e saliva.
Quando o táxi parou, Laura ajeitou o vestido enquanto eu pagava de má vontade pro motorista indiscreto.
Guardei minha rola quase saindo do táxi e subimos felizes pra suíte. Quase repetimos a cena do elevador da balada. Mas segurei minha luxúria. Nos abraçamos, deixando nossos corpos colados um no outro enquanto nos perdíamos num beijo intenso, com nossas línguas brincando, nossa respiração acelerando, nossos corpos se esfregando, nossas mãos apertando suavemente nossos corpos.
Quase sem fechar a porta, me deu um desespero. Louco de tesão, tirei a roupa dela feito um animal. Já queria ela toda pelada! Não aguentava mais um segundo. Joguei o vestido dela pra trás e a calcinha fio-dental pro outro lado. Laura se entregava sem fazer nada. Só fechava os olhos e sentia minha desesperação no corpo dela. Depois de nua, fiz o mesmo com minha roupa.
Não passaram nem 30 segundos desde que entramos na suíte e já estávamos pelados na sala. Me grudei no corpo dela encostado na parede e fui descendo, beijando tudo no caminho. Os lábios dela, as orelhas, o pescoço, o queixo, o pescoço de novo, o canalinho entre os peitos, o peito direito, o peito esquerdo, o peito direito de novo, outra vez o peito esquerdo, a barriga, o umbigo, os quadris, a pélvis. Minhas mãos acompanhavam meu trajeto pelo corpo dela, acariciando as costas até chegar na bunda, que apertei de leve.
Parei na frente da pélvis dela pra cheirar bem fundo. Aquele cheiro de sexo me acendeu ainda mais, me levando a um estado de luxúria extrema.
Laura abriu as pernas e, pegando minha cabeça com as mãos, me empurrou pra dentro da buceta dela com a mesma força que eu tinha obrigado ela a me chupar há pouco no táxi. Ajoelhado na frente da buceta dela, coloquei a perna direita dela no meu ombro e comecei a acariciar com a língua os lábios vaginais. Enfiei todas as dobras na minha boca enquanto chupava devagar. Minhas mãos na bunda dela me ajudavam a me grudar mais e mais no corpo dela. Minha língua brincava com os lábios dentro da minha boca, acariciando eles devagar ao mesmo tempo que chupava pra engolir tudo. A sucção foi tão intensa que o clitóris inchado dela entrou na minha boca. Ela tava num clímax intenso, que se expressava em gemidos fortes e nas mãos dela puxando meu cabelo.
Os fluidos dela eu tomei como um desesperado sedento de prazer.
Soltei os lábios dela e passei minha língua da buceta dela até o cu pra voltar pra buceta dela devagar. Tava muito louco, mas fazia tudo devagar. Não queria que minha desesperação estragasse o prazer dela. Mas Tirando meu cabelo, me forcei a voltar pro clitóris dela e acariciei com minha língua até ela gritar "MAIS, MAIS, ME COME COM A BOCA!!!". Foi aí que soltei as rédeas da minha luxúria sem limites. Lambi seu clitóris como um cachorro no cio, com lambidas raivosas. Soltando a bunda dela, coloquei minhas mãos na sua buceta pra separar os lábios e deixar exposto o clitóris inchado que recebia minha língua sem piedade. Alternava com chupões fortes, enfiando ele inteiro na minha boca e mexendo a língua a toda velocidade, com lambidas frenéticas que passavam como loucas.
Depois de alguns minutos de trabalho pesado, a Laura chegou ao orgasmo gritando e gemendo alto. O corpo dela vibrava e ela perdeu as forças, quase caindo no chão, mas eu segurei ela bem na hora. Ela tava como desmaiada, encostada com as costas na parede, a perna dela no meu ombro e minhas mãos na bunda dela. Me levantei, levantando ela nos meus braços ao mesmo tempo, e levei ela pra cama.
***
No caminho pro quarto, apareceu semi-nua e meio dormindo, minha secretária particular adolescente, a Erika, que a gente tinha acordado com os gritos de prazer da Laura.
Assim que percebeu nossa presença, a Erika me repreendeu como uma menina mimada por ter acordado ela de madrugada depois de um dia tão intenso de trabalho, lembrando que em poucas horas a gente voltava pra Argentina. Mas sem dar tempo dela perceber que a mulher que eu carregava era a Laura, ofereci ela, deixando cair suavemente na minha cama enquanto dizia "Olha o que eu trouxe pra você, bebê, um bombom mediterrâneo". Foi quando ela viu bem quem era aquela gostosa. Mordendo os lábios, se jogou em cima da Laura, que, excitadíssima, se entregou pra minha secretária mais que particular, íntima.
Enquanto a Erika acariciava e beijava a Laura, eu me dediquei a despir a Erika. Realmente, minha secretária é a melhor amante que eu tenho e com quem compartilho momentos de pura luxúria. Nós dois curtimos as mesmas mulheres sempre que dá, mas mantemos isso em segredo. Ninguém sabe. ela nem sabe, nem nunca saberá.
Como pude, puxei o lençol que a Erika usava como roupa de cama. Ao fazer isso, os peitos grandes, redondos e firmes dela, como estátua de templo indiano, ficaram expostos às minhas carícias.
Sem atrapalhar o trabalho daquelas mulheres lindas, me preparei para aproveitar a cena que eu contemplava extasiado. Laura deitada de barriga pra cima na cama, olhava com os olhos semiabertos e os braços pra trás, enquanto a Erika beijava os peitos dela e descia em direção à buceta devagar. Se fazendo de difícil, ela acariciava e beijava todo o corpo de Laura no caminho até a buceta dela, como uma carícia muito sensual e interminável. Laura respondia gemendo e contorcendo o corpo no mesmo ritmo suave das carícias da Erika.
A sensualidade e a sexualidade dava pra sentir no meu quarto. Os gemidos suaves das duas, a mistura de cheiros de conchas e perfumes diferentes, a penumbra do amanhecer que entrava pela janela. Tudo criava um ambiente extremamente excitante.
Não consegui me segurar, e enquanto a Erika lambia o clitóris da Laura levantando a bunda pequena e firme dela, entrei na brincadeira lambendo a buceta pequena da Erika que me deixa louco. Era um trem de luxúria, uma corrente de lambidas e chupadas.
Laura anuncia aos gritos que tá chegando ao orgasmo enquanto segura a cabeça da Erika pra empurrar ela na buceta molhada dela, sem deixar ela ir até terminar se contorcendo de prazer.
Vitoriosa, a Erika olha pra trás pra mim e implora pra eu meter meu pau na bunda faminta dela. Nem um segundo passou e eu já tava mamando o pau com a bunda dela. Sim, eu mamava o pau com a bunda dela. Assim eu sentia quando ela fechava e abria o cuzinho apertando como se estivesse sugando e espremendo com os anéis do esfíncter no meu pau, que eu deixava parado pra receber aquele prazer. Não aguentei minha loucura e montei nela. Apoiando minha pélvis na bunda dela e segurando ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela pra trás, comecei uma metida e tirada enérgica que fez ela explodir em vários orgasmos em sequência, um atrás do outro, na buceta pequena. Corpo da Erika. Laura, diante da situação que excitava todos os seus sentidos, aproveitou a posição em frente à Erika para pegar os peitos dela com as mãos, acompanhando o movimento das minhas enfiadas. Laura calava os gritos de prazer beijando docemente a Erika, que tava louca.
Prestes a estourar numa gozada forte, tirei meu pau da buceta da Erika pra encher as caras e os peitos delas de porra.
Caí exausto na cama.
A última coisa que lembro é a imagem das duas abraçadas num beijo profundo..
Claro que não foram só negócios, o prazer teve um papel principal na hora de fechar os acordos. Minha habilidade com as mulheres e minha arma secreta foram extremamente eficazes. Mas sem dúvida, quem levou todo o mérito foi minha executiva de contas local, Laura.
Sempre desejei ela... a pele dela... os lábios finos... os peitos dela...
Mas nunca consegui nem um beijo sequer. Ela era indiferente. Como se tivesse uma armadura impenetrável, rejeitava todas as minhas investidas.
Pra comemorar, fomos pra balada Titos. Custou pra convencer ela, mas no fim ela topou. Achava que seria meu último dia em Palma de Mallorca, mas não esperava os acontecimentos que vieram depois.
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O calor mediterrâneo de julho me presenteou com a imagem jovem dela... Tava radiante...
Ela usava um vestido longo preto com detalhes brilhantes e uns decotes que se abriam pelas costas quase até a cintura. Na frente, ia até o umbigo, onde tinha um piercing com um pingente brilhante, combinando com os brincos e o colar que se abria entre os peitos livres dela. O tecido preto era fino e bem fresco, deixando ver as marcas brancas da pele que se transpareciam descaradamente. Mesmo na penumbra daquela noite clara, dava pra ver os biquinhos rosados durinhos e as sardas dos peitos brancos dela.
Minha excitação ao ver ela foi tão evidente que ela não conseguiu ignorar, fixando o olhar por um momento no volume que meu pau marcava na calça preta. Meu peito ficava ao ar fresco do mar, vestindo uma camisa de seda branca quase sem abotoar e com as mangas arregaçadas.
O segurança já sabia como nos receber. Sou VIP nessa balada e tinha combinado antes por telefone como queria comemorar nossos triunfos. comerciais.
Quando subimos sozinhos no elevador (um verdadeiro privilégio naquele lugar famoso), cheguei bem perto até encurralar ela contra o vidro. Laura tentava me tirar de cima com um fingido desgosto, mas isso me deixou ainda mais excitado. Parei o elevador por um momento com a desculpa de apreciar a vista do porto. Aproveitei para elogiar a beleza dela, dizia como ela cheirava gostoso, o quanto eu era grato por estar acompanhado por uma mulher tão gostosa, acariciava seus ombros quase nus, encostava minha pica na cintura dela... até que o elevador seguiu automaticamente e chegamos à pista de dança...
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A balada estava lotada de turistas italianos, franceses e espanhóis. Não cabia mais ninguém.
Obviamente, Laura não pretendia dançar, por isso o vestido tão decotado. Ela me avisou antes de aceitar sair para beber. Foi só uma gentileza, uma cortesia da qual ela era expert, uma profissional.
Eu realmente tava com vontade de comer ela gostoso. Anos de desejo contido e reprimido pela atitude distante dela. Mas naquela noite ela não ia escapar de novo.
Chegamos no bar aos empurrões e notei que no caminho ela foi apalpada por todo mundo e também por um par de minas. Laura se irritava com cada agarrada, principalmente no cuzão redondo e empinado dela, e também uns roções nos peitos que por momentos ficavam à mostra pros outros, segundo ela me explicou depois. Eu curtia por trás sem interferir. Tava no meu auge da safadeza.
Disposto a tudo ou nada, dei um jeito de falar no ouvido dela as palavras que sabia que ela esperava ouvir de mim.
Encostei meu peito até roçar no dela, com movimentos friamente calculados, mas muito quentes pra deixar ela com tesão.
Os drinks não paravam de descer pela boca dela e ajudavam a baixar a guarda.
De repente, enchi de coragem e, segurando ela pelos braços na cintura, colando o corpo dela no meu, beijei o pescoço dela como um faminto de prazer.
Laura se deixou levar. Eu curtia meus movimentos de pelve, esfregando meu pau, que já tava gigante, na buceta dela coberta pela roupa. Parecia um cachorro no cio montando a perna da dona. Mas as sensações que invadiam a Laura foram mais fortes que a razão e a rejeição dela. O desejo crescia da buceta dela e se espalhava pelo corpo todo como impulsos cheios de uma energia imbatível. Nunca tinha sentido um prazer tão intenso causado só por um roçado. A situação ajudava a potencializar os sentidos dela e a magnificar as sensações de prazer.
Minha boca subiu pelo pescoço dela até o queixo e, segurando a cabeça dela suavemente com as duas mãos, dei um beijo intenso onde nossas línguas brincaram por vários minutos.
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A galera ao redor nos observava com inveja. Os homens e algumas mulheres invejavam minha sorte. Ter encurralado contra o balcão uma gostosa daquelas, sendo delicadamente saboreada.
Não conseguia parar de beijar ela. Nossas línguas brincavam uma com a outra enquanto nossas mãos acariciavam o corpo um do outro de cima a baixo. Minha respiração acelerava. Tava num grande clímax, quase prestes a explodir. A música alta, a escuridão quebrada de vez em quando pelas luzes da pista, o roçar da gente que passava ou pedia uma bebida no balcão. Mas, acima de tudo, a Laura. Essa musa inalcançável que agora eu tinha na pele era a fonte de energia sexual mais intensa que já senti.
Tava no paraíso. Sentia a respiração forte no peito dela. Aqueles peitos se moviam e inflavam a cada inspiração. Queria devorar eles ali mesmo, chupar aqueles bicos e brincar com minha língua nas pontas, mas não podia dar um espetáculo desses em público na cidade dela.
Ela abriu bem os olhos castanhos com uma expressão de surpresa quando uma das mãos dela agarrou meu pau. Com uma carícia escondida, percorreu todo o comprimento do meu pau, desde minhas bolas até a cabeça. Enquanto me acariciava, a cara dela de deleite e desejo se misturava com um gemido suave que ecoou na minha boca que não parava. de beijá-la intensamente.
Era hora de tirá-la dali.
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Sabia que naquela noite ela não tava a fim de dançar. Sabia também que aceitou por obrigação ou talvez por medo de que eu tomasse alguma retaliação que botasse o emprego dela em risco. Mas eu queria seduzi-la e todos os esforços pareciam estar dando resultado.
Vi nos olhos dela um brilho de luxúria. Nossa excitação ficava cada vez mais evidente. Nossos desejos se cruzavam em olhares intensos e beijos apaixonados. Nossos corpos pediam mais contato. Quase não conseguia controlar minhas mãos que acariciavam toda a pele dela.
Era o momento que tanto procurei. Ela me queria, dava pra ver em cada carícia, nos gemidos suaves dela, nos suspiros em resposta às minhas caricias, no olhar fixo, no sorriso safado.
Sem dizer nada, só trocando olhares e apalpando que já tava quase descarado, peguei a mão dela e fomos pro elevador. Fiz sinal pro segurança e ele deixou a gente entrar sozinhos.
Eu tava muito tesudo e ela se sentia uma cachorra.
Não esperei as portas fecharem pra cair em cima dela. Enfiei ela contra o vidro enquanto beijava ela loucamente, com força, quase violentamente. Eram anos de desejo reprimido se soltando num instante. Ela respondeu cruzando os braços no meu pescoço e segurando minha cabeça com uma das mãos, empurrando contra o rosto dela pra gente se fundir num beijo de língua que quase nos deixou sem fôlego.
Queria mais e não dava pra esperar.
Parei o elevador de novo e apaguei as luzes. A gente era iluminado pelas luzes da cidade que entravam pelo vidro.
Enfiei a mão pelo decote das costas dela pra acariciar aquela bunda que tanto desejo. Pra minha surpresa, ela não tava de calcinha. Isso me deixou ainda mais louco de tesão. Sentia que meu pau ia estourar. Fazia um esforço consciente pra não gozar naquele exato momento. Minha mão acariciou com força a bunda dela enquanto encostava a dela contra o vidro pra dar espaço pros meus apalpões. Sentia ela firme e macia. Fria por fora e quente por adentro.
***
Tava desesperado. Queria comer ela no elevador. Não tava nem aí se alguém da rua visse ou se a galera ficasse amontoada na porta do térreo esperando.
Sem tirar a mão direita da bunda dela, desci beijando o pescoço dela e parei no meio dos peitos. Com a boca, empurrei o tecido do vestido pra deixar o peito direito dela de fora. Minha pélvis tava colada na dela, esfregando sexo contra sexo. Minha mão afundou entre as nádegas duras dela, rumo à buceta dela. Tava todo arqueado, com a cabeça entre os peitos dela e meu pau em cima da buceta dela. Peguei o peito direito dela com a mão esquerda e me deliciei por vários minutos chupando, lambendo em círculos a auréola do mamilo, apertando com os lábios a ponta do mamilo duro e ereto pra puxar pra trás, abrindo bem a boca pra meter o máximo que dava o peito dela e chupar com força. Enquanto isso, ela ofegava quase como um ronronar de gata, se acariciando no peito livre que pedia atenção. Quando percebi, tratei de dar o mesmo tratamento. Ela gemia cada vez mais intenso.
De repente, me afastei da Laura dando um passo pra trás pra olhar ela. Nem nos meus sonhos mais quentes imaginei uma cena daquelas. Ela tava apoiada com as costas no vidro do elevador, com as mãos acariciando os peitos e, milagrosamente, com o vestido decotado pendurado por um fio nos ombros bronzeados e cheios de sardas.
"Me come", ela disse com o olhar lascivo fixo no meu pau enquanto deslizava devagar o vestido dos ombros, deixando cair no chão, ficando completamente nua.
Em menos de um segundo, tirei meu pau, que tava doendo de tão duro e apertado dentro da calça, e levantei ela segurando pela bunda. Meu pau tava duro, apontando pro teto, e se mexia sozinho pelos impulsos do meu desejo.
Penetrei ela de pé, bem devagar, enquanto beijava ela apaixonadamente. Não tirava minha boca da dela, mesmo quando ela gritava de prazer ao sentir como meu pau foi se abrindo caminho devagar pela buceta dela. A sensação de calor e umidade que eu sentia naquela penetração lenta e interminável fez minhas bolas ficarem duras. As paredes da buceta dela apertavam meu pau como se ela estivesse segurando ele com a mão bem forte.
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Nossos gemidos fortes ecoavam no elevador, camuflados pela música da balada TITOs.
Depois de penetrar a Laura devagar umas duas vezes, fazendo um puta esforço pra não gozar na hora, comecei um mete e tira furioso e apaixonado, sem desgrudar da boca dela, com beijos e mordidas nos lábios finos dela. Ela arranhava minhas costas em resposta ao êxtase causado pela foda frenética. Os peitos dela balançavam no ritmo da música e dos nossos gemidos.
De novo parei de repente, abaixei ela e virei de costas, apoiando os peitos dela na parede de vidro, com o rosto virado de lado. A respiração excitada dela embaçava o vidro a cada suspiro ofegante, quase no ritmo da música.
Levanto a bunda dela enquanto ela me olhava por cima do ombro com luxúria, passando a língua nos lábios. Na hora, enfiei todo o meu pau nela num movimento só de quadril e continuei com o mete e tira raivoso. Puxava ela pra mim segurando firme na cintura, e ela também ajudava a se empalar toda, empurrando a bunda em minha direção, que batia forte na minha pelve, me deixando louco. Em menos de um minuto, gozei pra caralho, enchendo de porra quente e grossa a buceta dela.
Ela ficou naquela posição uns instantes, como se esperasse mais. Aproveitei pra me ajoelhar na frente da bunda dela e lamber o cu dela. Pensei em penetrar ela de novo, mas queria esticar a noite e não fazer tudo naquele momento.
Mandei ela se vestir (essas palavras soaram fortes por serem as únicas em vários minutos de silêncio e gemidos), e a Laura obedeceu, subindo devagar o vestido como se fizesse um show de strip-tease ao contrário pra mim, com movimentos sensuais de quadril, se tocando toda. Eu continuava excitado e com Esse mini show quase me fez gozar nela de novo.
Acendi as luzes e ela se ajoelhou na frente do meu pau pra limpar ele chupando e lambendo gostoso pra caralho. Não queria soltar meu pau. Tava hipnotizada.
Quando chegamos no térreo, enfiei meu pau com dificuldade na calça e ela, rindo, me ajudou com a tarefa. As portas abriram e fomos pegos de surpresa com a Laura subindo o zíper da minha braguilha, deixando todo mundo que esperava pra subir de boca aberta. Os comentários e risadas foram de todo tipo.
Saímos correndo atrás de um táxi que nos levasse até a suíte da nossa empresa.
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O ar fresco do mar na rua não era suficiente pra apagar o fogo que sentíamos por dentro. O sangue fervia nas veias.
Entramos num táxi que, por sorte, passava por ali e indiquei pro jovem motorista o caminho.
Não queria perder nenhuma oportunidade de levar cada situação ao limite. Minha luxúria via chances obscenas em cada momento.
Foi aí que tirei meu pau, que continuava duro, e pegando Laura pela nuca, forcei ela a me chupar durante a viagem. O motorista olhava o espetáculo pelo retrovisor e eu gritei: "Tá olhando o quê, viado? Quer chupar também, seu maricona? OLHA PRA FRENTE, QUE PRA ISSO EU TE PAGO, SEU BATENTE DE MERDA". O cara se assustou e continuou dirigindo sem falar nada e sem olhar pra trás.
Com uma mão, segurava o cabelo dela pra marcar o ritmo, e com a outra, segurava meu pau pela base pra ela se concentrar nos primeiros 10 cm dos 24 que meu pau tem.
Ela apertava um peito dentro do vestido e se masturbava a buceta suculenta com a outra mão, no mesmo ritmo que eu obrigava ela a chupar.
De vez em quando, puxava o cabelo dela pra trás pra tirar meu pau da boca e mandava ela esticar a língua pra esfregar minha glande na cara dela, nos lábios abertos e na língua molhada. Depois, enfiava até o fundo que a garganta dela permitia, uma e outra vez, num vai e vem violento.
Quando senti que ia Pra chegar no meu orgasmo, forcei ela a engolir toda a minha pica, apertando a cabeça dela pra baixo com força, fazendo os lábios dela chegarem até minhas bolas, atravessando a garganta dela que tava cheia da minha carne venosa, sem deixar ela sair. Ela começou a se sentir sufocada, me dava socos, beliscões, tentou me morder a pica, mas não deixava ela se soltar de mim. Pelo contrário, empurrava ela mais, obrigando a engolir mais uns centímetros de pica. E eu gozei bem na hora que achei que ela não ia aguentar mais sem respirar.
De novo, despejei uma porrada de porra, dessa vez na garganta dela.
Puxei o cabelo dela pra levantar ela. Ela recuperou o ar numa bocada só, engolindo toda a minha porra. Os olhos dela tavam cheios de lágrimas, mas ela sorria safada, satisfeita por ter conseguido devorar uma pica daquelas. Se sentia vitoriosa e muito puta. Com as mãos, limpou os restos que escorriam pelos cantos da boca.
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Nos minutos que faltavam pro táxi chegar no apartamento que a empresa tem em Palma, eu brincava com o peito direito dela, que tinha tirado do vestido pra chupar aquele mamilo duro que me deixa louco. Enquanto isso, Laura se masturbava e me masturbava no mesmo ritmo, devagar, com movimentos suaves. A mão dela não conseguia fechar direito ao segurar minha pica, que tava no auge. Ela não tirava os olhos da minha pica venosa e curtia o toque macio da minha cabeça, toda molhada de porra e saliva.
Quando o táxi parou, Laura ajeitou o vestido enquanto eu pagava de má vontade pro motorista indiscreto.
Guardei minha rola quase saindo do táxi e subimos felizes pra suíte. Quase repetimos a cena do elevador da balada. Mas segurei minha luxúria. Nos abraçamos, deixando nossos corpos colados um no outro enquanto nos perdíamos num beijo intenso, com nossas línguas brincando, nossa respiração acelerando, nossos corpos se esfregando, nossas mãos apertando suavemente nossos corpos.
Quase sem fechar a porta, me deu um desespero. Louco de tesão, tirei a roupa dela feito um animal. Já queria ela toda pelada! Não aguentava mais um segundo. Joguei o vestido dela pra trás e a calcinha fio-dental pro outro lado. Laura se entregava sem fazer nada. Só fechava os olhos e sentia minha desesperação no corpo dela. Depois de nua, fiz o mesmo com minha roupa.
Não passaram nem 30 segundos desde que entramos na suíte e já estávamos pelados na sala. Me grudei no corpo dela encostado na parede e fui descendo, beijando tudo no caminho. Os lábios dela, as orelhas, o pescoço, o queixo, o pescoço de novo, o canalinho entre os peitos, o peito direito, o peito esquerdo, o peito direito de novo, outra vez o peito esquerdo, a barriga, o umbigo, os quadris, a pélvis. Minhas mãos acompanhavam meu trajeto pelo corpo dela, acariciando as costas até chegar na bunda, que apertei de leve.
Parei na frente da pélvis dela pra cheirar bem fundo. Aquele cheiro de sexo me acendeu ainda mais, me levando a um estado de luxúria extrema.
Laura abriu as pernas e, pegando minha cabeça com as mãos, me empurrou pra dentro da buceta dela com a mesma força que eu tinha obrigado ela a me chupar há pouco no táxi. Ajoelhado na frente da buceta dela, coloquei a perna direita dela no meu ombro e comecei a acariciar com a língua os lábios vaginais. Enfiei todas as dobras na minha boca enquanto chupava devagar. Minhas mãos na bunda dela me ajudavam a me grudar mais e mais no corpo dela. Minha língua brincava com os lábios dentro da minha boca, acariciando eles devagar ao mesmo tempo que chupava pra engolir tudo. A sucção foi tão intensa que o clitóris inchado dela entrou na minha boca. Ela tava num clímax intenso, que se expressava em gemidos fortes e nas mãos dela puxando meu cabelo.
Os fluidos dela eu tomei como um desesperado sedento de prazer.
Soltei os lábios dela e passei minha língua da buceta dela até o cu pra voltar pra buceta dela devagar. Tava muito louco, mas fazia tudo devagar. Não queria que minha desesperação estragasse o prazer dela. Mas Tirando meu cabelo, me forcei a voltar pro clitóris dela e acariciei com minha língua até ela gritar "MAIS, MAIS, ME COME COM A BOCA!!!". Foi aí que soltei as rédeas da minha luxúria sem limites. Lambi seu clitóris como um cachorro no cio, com lambidas raivosas. Soltando a bunda dela, coloquei minhas mãos na sua buceta pra separar os lábios e deixar exposto o clitóris inchado que recebia minha língua sem piedade. Alternava com chupões fortes, enfiando ele inteiro na minha boca e mexendo a língua a toda velocidade, com lambidas frenéticas que passavam como loucas.
Depois de alguns minutos de trabalho pesado, a Laura chegou ao orgasmo gritando e gemendo alto. O corpo dela vibrava e ela perdeu as forças, quase caindo no chão, mas eu segurei ela bem na hora. Ela tava como desmaiada, encostada com as costas na parede, a perna dela no meu ombro e minhas mãos na bunda dela. Me levantei, levantando ela nos meus braços ao mesmo tempo, e levei ela pra cama.
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No caminho pro quarto, apareceu semi-nua e meio dormindo, minha secretária particular adolescente, a Erika, que a gente tinha acordado com os gritos de prazer da Laura.
Assim que percebeu nossa presença, a Erika me repreendeu como uma menina mimada por ter acordado ela de madrugada depois de um dia tão intenso de trabalho, lembrando que em poucas horas a gente voltava pra Argentina. Mas sem dar tempo dela perceber que a mulher que eu carregava era a Laura, ofereci ela, deixando cair suavemente na minha cama enquanto dizia "Olha o que eu trouxe pra você, bebê, um bombom mediterrâneo". Foi quando ela viu bem quem era aquela gostosa. Mordendo os lábios, se jogou em cima da Laura, que, excitadíssima, se entregou pra minha secretária mais que particular, íntima.
Enquanto a Erika acariciava e beijava a Laura, eu me dediquei a despir a Erika. Realmente, minha secretária é a melhor amante que eu tenho e com quem compartilho momentos de pura luxúria. Nós dois curtimos as mesmas mulheres sempre que dá, mas mantemos isso em segredo. Ninguém sabe. ela nem sabe, nem nunca saberá.
Como pude, puxei o lençol que a Erika usava como roupa de cama. Ao fazer isso, os peitos grandes, redondos e firmes dela, como estátua de templo indiano, ficaram expostos às minhas carícias.
Sem atrapalhar o trabalho daquelas mulheres lindas, me preparei para aproveitar a cena que eu contemplava extasiado. Laura deitada de barriga pra cima na cama, olhava com os olhos semiabertos e os braços pra trás, enquanto a Erika beijava os peitos dela e descia em direção à buceta devagar. Se fazendo de difícil, ela acariciava e beijava todo o corpo de Laura no caminho até a buceta dela, como uma carícia muito sensual e interminável. Laura respondia gemendo e contorcendo o corpo no mesmo ritmo suave das carícias da Erika.
A sensualidade e a sexualidade dava pra sentir no meu quarto. Os gemidos suaves das duas, a mistura de cheiros de conchas e perfumes diferentes, a penumbra do amanhecer que entrava pela janela. Tudo criava um ambiente extremamente excitante.
Não consegui me segurar, e enquanto a Erika lambia o clitóris da Laura levantando a bunda pequena e firme dela, entrei na brincadeira lambendo a buceta pequena da Erika que me deixa louco. Era um trem de luxúria, uma corrente de lambidas e chupadas.
Laura anuncia aos gritos que tá chegando ao orgasmo enquanto segura a cabeça da Erika pra empurrar ela na buceta molhada dela, sem deixar ela ir até terminar se contorcendo de prazer.
Vitoriosa, a Erika olha pra trás pra mim e implora pra eu meter meu pau na bunda faminta dela. Nem um segundo passou e eu já tava mamando o pau com a bunda dela. Sim, eu mamava o pau com a bunda dela. Assim eu sentia quando ela fechava e abria o cuzinho apertando como se estivesse sugando e espremendo com os anéis do esfíncter no meu pau, que eu deixava parado pra receber aquele prazer. Não aguentei minha loucura e montei nela. Apoiando minha pélvis na bunda dela e segurando ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela pra trás, comecei uma metida e tirada enérgica que fez ela explodir em vários orgasmos em sequência, um atrás do outro, na buceta pequena. Corpo da Erika. Laura, diante da situação que excitava todos os seus sentidos, aproveitou a posição em frente à Erika para pegar os peitos dela com as mãos, acompanhando o movimento das minhas enfiadas. Laura calava os gritos de prazer beijando docemente a Erika, que tava louca.
Prestes a estourar numa gozada forte, tirei meu pau da buceta da Erika pra encher as caras e os peitos delas de porra.
Caí exausto na cama.
A última coisa que lembro é a imagem das duas abraçadas num beijo profundo..
2 comentários - Viagem de negócios e prazer
Gracias!!