Historias de un Médico

Fala aí, galera do Poringa, essa é minha primeira história. Quero contar que sou médico, tenho 31 anos, e há um tempão tava afim de relatar uns rolês que rolaram comigo nessa profissão. Já vou avisando: essa história, e se tiver uma boa repercussão, outras também, são reais e de vez em quando voltam na minha memória, eu matando saudade daqueles momentos bons. Espero que vocês curtam, e é um prazer fazer parte da família Poringa.

Essa história aconteceu quando eu tinha 28 anos.
Era um sábado de manhã, tava começando meu plantão.
Era um dia de primavera, daqueles que as manhãs são lindas, amenas, e o povo já anda com pouca roupa porque dá pra sentir que o calor vai chegar.
Chamei minha primeira paciente daquele dia:
"Dona Gonzalez".
Nisso, entra uma mulher de uns 40 anos, mais ou menos. Altura média (uns 1,65m), morena, cabelo ondulado, corpo normal, nem gorda nem magra, normal. Vestia uma saia preta mini e uma regata de lycra azul claro. Quando entrou no meu consultório, senti um cheiro diferente, algo que mudou o clima na hora. Sinceramente, quando ela entrou, não reparei muito nela, só me chamou a atenção aquele aroma, aquela parada no ar.

Comecei o papo:
- Bom dia, Dona Gonzalez, o que que tá acontecendo?
- Olha, Doutor, tô com uma tosse que não me deixa dormir. Já faz uns dias que tá me incomodando e queria dar uma olhada pra ficar tranquila que não é nada grave.
- Entendi, então vamos ver. Nessa hora, comecei a perguntar sobre a doença atual dela.
- Bom, Dona Gonzalez, deixa eu te auscultar.

Comecei a examinar minha paciente. Sinceramente, não sou do tipo que se aproveita da situação e peço pra se despir só se acho necessário. Comecei ouvindo as costas dela, sem achar nada que me chamasse a atenção, e falei:
- Bom, Dona Gonzalez, vou te ouvir pela frente.
Aí ela me perguntou:
- Quer que eu tire a regata, Doutor?
- Não, tá de boa. respondo, só se levanta um pouquinho pra eu ouvir bem seu peito.
Dito isso, sinto baterem na minha porta e vou atender, era a secretária me informando algo sem importância. Quando me viro pra onde estava minha paciente, aí vem a GRANDE surpresa: vejo que a sra. gonzalez tinha levantado a blusa como eu pedi e ficado com os peitos de fora. Pra minha surpresa, que não esperava ver um panorama desses, mais surpreendente ainda foi ver que a sra. gonzalez tinha uns peitos enormes, bem empinados, que inchavam a cada respiração. Sinceramente, não imagino qual foi minha expressão, mas tentando manter a compostura, me aproximo dela e começo a auscultar. Ela estava sentada na maca, com os peitos de fora, segurando a blusa com as duas mãos.
Naquele momento, começo a sentir meu pau despertando devagar ao ver uns peitos daqueles. Quando chego perto, vejo uns mamilos grandes, pareciam eretos, ou pelo menos era o que eu desejava que estivesse acontecendo.
Depois de um tempão auscultando só pra apreciar o cenário, peço pra ela deitar na maca de barriga pra cima pra eu ouvir melhor, e ela aceita meu pedido sem reclamar.
Enquanto tô auscultando, de quebra olhando pros peitos dela, percebo pelo meu jeans como meu pau se insinua sem nenhum pudor e sem nenhum disfarce, então tento disfarçar. Nesse momento, não sei se foi um ato inconsciente meu, ou dela, ou dos dois, mas a mão dela roça no meu pau. Um roçar sutil, mas roçar é roçar, e não foi sem intenção ou casual. Na hora, vejo a cara da minha paciente, que estava deitada de barriga pra cima com os peitos de fora, e ela olha pro meu rosto com um olhar cúmplice. Logo em seguida, quase que por reflexo, olho pros peitos enormes dela, que pareciam ainda maiores. Nesse momento, ela me diz:
— Tá tudo bem ou tem algo errado, Doutor?
— Não, parece que tá tudo bem, respondo.
— Tem certeza? ela pergunta.
— Sim, claro, por que tá dizendo isso?
Sem nenhuma resposta ou palavra, ela... agarro o pau por cima da minha calça, fico mudo, sem saber que reação tomar. Nisso ela me diz:
— Parece que você gostou dos meus peitos, senão fala pro seu amigo que tá falando por você.
— A verdade é que você tem uns peitos lindos.
— Gostaria de tocá-los?
— Só tocá-los? A verdade é que eu queria isso e mais um pouco.
— Humm, tô louca pra você fazer o que quiser com eles, faz um tempão que ninguém brinca com eles e a verdade é que adoraria que você brincasse com minhas tetas.
Naquele momento, sem mais palavras, começo a tocar as tetas dela, que eram muito macias e ao mesmo tempo firmes ao toque, percorro toda a superfície com as duas mãos, brinco com os bicos, que estavam bem durinhos. Ela, por sua vez, respondia com uma apalpada frenética na minha virilha, meu pau queria sair da cueca e da calça, mas enquanto isso ela tratava de dar muito prazer massageando ele.
Comecei a chupar as tetas dela, lambia os bicos, chupava, dava mordidinhas suaves e sugava com a boca, minha língua se enrolava em cada um deles, queria aproveitá-los por muito tempo.
Nessa hora, ela abaixa minha calça e minha cueca, deixando meu pau no ar, começou a massagear meu membro e minhas bolas, o que me fazia delirar de prazer, e eu respondia com uma sugada mais frenética nos bicos dela, minhas mãos já estavam acariciando a barriga dela e devagar foram explorando a virilha dela, quando cheguei lá, senti um calor muito úmido, meus dedos percebiam como ela estava se molhando, puxei a calcinha dela pro lado e meus dedos automaticamente começaram a brincar com os lábios maiores, clitóris e lábios menores. Nisso, ela já tava me fazendo uma punheta soberba, que eu tive que segurar porque senão eu gozava antes de começar a festa.
Sem aguentar mais, subi em cima dela e começamos um 69, que foi um dos mais memoráveis da minha parte, na hora de tirar a calcinha dela vejo uma buceta completamente depilada, suculenta e inflamada, minha língua mergulhou nela, comecei a chupar devagar, lambia com vontade, percorria seus lábios e seu clitóris com a língua, até que comecei com meus dedos uma penetração lenta, mas constante. Ela, por sua vez, estava chupando meu pau, sentia sua garganta, às vezes chupava com força minha cabeça, me dando a sensação de que ela pegava muito mais do tamanho, que aumentava. Acariciava minhas bolas, chupava elas, até que, não me pergunte como, mas num movimento que ela fez, começou com um "beijo negro" (pra quem não entende nossa gíria, chama-se beijo negro beijar, chupar ou lamber o ânus ou cu) que causou minha perdição, respondi chupando também o cu dela, enfiava minha língua até o fundo, com meus dedos penetrava tanto na buceta molhada dela quanto no cu, que naquela hora sentia pulsar. Sem mais enrolação, saio da posição do 69, desço da maca e agarro ela pelos quadris, fazendo ela descer da maca e colocando ela tipo na posição de revista policial, com a barriga contra a maca, as mãos na parede, e a raba apontando pro meu pau que já tava mais que molhado. Passo meu pau duro e molhado por toda a buceta e o cu dela, ela respondendo com gemidos suaves e suspiros, devagar começo a passar cada vez mais perto da buceta dela, e ela fazia um leve movimento pra trás, como tentando conseguir a penetração, enfio minha cabeça bem devagar, percebendo que tava diante de uma buceta bem apertada, sentia como ela pressionava meu pau, me fazendo sentir um prazer enorme e tendo que controlar cada centímetro de penetração pra não gozar ali. Depois que consigo enfiar minha cabeça, começo a comer ela devagar com essa parte do meu corpo, enquanto agarro os peitos dela e brinco com os mamilos, que nessa altura já estavam mais que duros. Depois de uns minutos nessa posição e sem mais enrolação, penetro ela com o resto do meu pau de uma vez só. movimento, e ela me responde com um gemido dizendo:
- Ai siiiim, que filho da puta que você é, me fez ficar com vontade, vagabundo. Aí eu respondo:
- Queria pau?! Então toma aqui, vou te saborear e aproveitar bem.
Ficamos um bom tempo assim até que, pelos gemidos dela, contrações na buceta e o relaxamento do corpo, percebo que ela tinha gozado. Tirei meu pau que ainda estava duro e esperando para descarregar toda a porra acumulada. Nesse momento, quando tiro meu pau da buceta dela, ela cai sobre a maca, deixando a bunda virada o mais para o norte possível. Sem mais delongas, aproximo minha cabeça no cu dela, colocando na entrada. Nisso ela me diz:
- Por favor, vai devagar, olha que faz muito, muito tempo que não me comem por ali.
Isso me excitou ainda mais. Começo a fazer pressão, começando a introduzir minha cabeça no cu dela. Sinto uma pressão enorme, é um prazer com uma certa dor, muita pressão no meu pau, tanto que tive que parar para não gozar. Depois de respirar, sigo meu caminho até conseguir que minha cabeça entre na bunda tão apertadinha e linda dela. Nessa posição, começo um vai e vem lento, bem devagar, até que consigo penetrá-la com todo o meu pau. Ela mal reclamava de dor, mas suspirava e gemia. Fiquei um tempo assim até que o cu dela foi se acostumando com meu pau e os movimentos foram ficando mais intensos e fortes, até chegar a percorrer com todo o meu pau aquela bunda linda. Em um momento, ela fez não sei que movimento, e senti uma pressão enorme no meu pau, sem conseguir me conter nem controlar, comecei a gozar jorrando dentro da bunda dela. Eu a penetrava até que minhas bolas batiam na bunda dela. Depois de deixar meu pau morrer dentro do cu dela, o retirei, vendo como começavam a escorrer uns fios de líquido esbranquiçado pela bunda dela. Aquela imagem mostrava o que tinha acontecido.
Sem palavras, nos vestimos, nos ajeitamos. Nos beijamos, ela se despede de mim dizendo:
- Já me esqueci por que tinha vindo, mas gostei de ter estado aqui hoje. Me deu um beijo e foi embora.
Mais algumas vezes a gente se viu de novo, até que ela se mudou pra outra cidade por causa do trabalho.
Espero que tenham gostado do meu primeiro post, espero que não tenha sido muito longo, aceito críticas e opiniões pra melhorar e, se gostaram, gostaria que me avisassem pra eu escrever outras histórias vividas. Um abraço grande pra família poringa... Saudações dehomemalobo

6 comentários - Historias de un Médico

gracias Dr. Excelente, obviamente comparta mas experiencias, yo siempre tuve la fantasia de cogerme a mi doctora, tendre que encararla...jajaja y no se olvide la proxima vez de tirar mucho desodorante en su consultorio, habrá quedado mucho olor a sexo jaja, gracias por compartir.
IMAT