É um texto de humor, mas tem umas situações mais quentes. Nada de imagens. Se não tão acostumados com esse tipo de role, cai fora do tópico.Nicolás tinha acabado de terminar com a parceira depois de vários anos de namoro, algo que a gente já tava acostumado a ver, já que eles brigam, fazem as pazes, brigam, fazem as pazes… mas dessa vez, ele garantiu que seria pra sempre.
Convidamos ele pra comer no apê. O vinho preferido dele era o Benjamín, então eu e minha parceira decidimos mimá-lo pra ele se sentir mais à vontade. Claro que eu tava afim de saber como era o sexo, e aí ele confessa que o pior do relacionamento era a abstinência que ele tava passando.
- Já tentou um ménage, Nico?
- Sim
- Já tentou um traveco?
- Sim
- SÉRIO, JÁ COMEU UM TRAVECO?
- Sim!
- Kkkk
- Kkkk o quê??
- Nada… deixa… já tentou com brinquedinhos?
- Sim.
Ok, o Nico já tinha tentado de tudo pra salvar o sexo no relacionamento.
- Talvez tu propunha ménage pra ela e ela não queria, só fazia por você…
- Ariel, era ela quem propunha pra mim, e eu aceitava.
- Ah… bem vadia!!
- E não só isso, a gente chegou em coisas ainda mais profundas…
- Que coisas?
- Não posso contar, sua namorada tá aqui…
Nesse momento, minha namorada larga o garfo no prato e fala pra ele:
- Agora você conta tudo, e com todos os detalhes.
Olhei pra ela, pisquei o olho. Ela tinha entendido tudo.
- Os pais tinham um cachorro, um Rottweiler que a gente levou pro apartamento quando eles foram viajar…
- Sim… e daí???, vai, continua.
- Nada, no tédio, ela encheu a buceta de creme…
- Peraí… calma aí. Tu tá prestes a me contar que tua namorada deixou um Rottweiler lamber a pussy dela e tu fala “buceta”?. Pussy, Nico, pussy.use a palavra: buceta- É que me dá vergonha, sua mulher tá aqui…
- ME USA DE DESCULPA DE NOVO PRA NÃO CONTAR SUAS HISTÓRIAS E VAI EMBORA DA MINHA CASA SENDO JUDEU.
- Ok
- Beleza, então, continua!
- Bom, ela ficou toda melada na buceta, e eu já ia chupar ela, mas o cachorro, ao ver tanta espuma doce, ficou doido, se jogou nela e começou a chupar!
- E ela?
- Me largou.
- Não, idiota, ela, naquele momento, o que disse?, o que fez??
- Nada, tentava tirar ele de cima, mas entre as risadas e como via que eu não parava ele, meio que deixava rolar…
- No que deu essa história toda que você tá me contando?
- Ela deixando a buceta ser comida pelo Tití.QUEM É A TITÍ- O cachorro!!
-Como vão colocar Tití num Rottweiler?- E qual é o problema??
- Bom, tá, Tití tava chupando a buceta dela desesperadamente, que mais.
- Minha namorada tava mais relaxada, e já até começava a acariciar a cabeça do cachorro e a esfregar o clitóris.
- E você?
- Tô com vergonha…
- ME ESCUTA, JUDEU FILHO DA PUTA, CONTA LOGO COMO ISSO TUDO TERMINA, O QUE CÊ TAVA FAZENDO???
- Calma, bebê, relaxa
- NÃO RELAXO, QUERO SABER O QUE CÊ TAVA FAZENDO ENQUANTO “TITÍ”, ESSE CACHORRO MERDA, TAVA CHUPANDO A BUCETA DELA
- Bom, para! Vou contar… eu tava batendo punheta.
- Cê tava batendo punheta vendo ele comer a buceta com creme?
- Sim.
- Mano, outro dia eu te falei que a gente tinha metido um traveco na nossa cama e você fingiu surpresa…
- Bom, o que você quer que eu diga..
- A história termina aí?
- Sim, como você quer que termine?
- Sei lá, Nico, pelo jeito que vem, falta você dar uma gozada num prato do lado de uns Dogui's.
Nico confirma que já faz mais de 2 meses que ele não transa.
- Quero confessar uma coisa pra vocês. Preciso desabafar. Preciso afrouxar minha gravata. O que vocês achariam se eu pedisse ajuda?
- Pode contar comigo, e com a minha namorada também, claro. Do que você precisa?
- Você se ofenderia se eu pedisse uma punheta pra sua namorada?
- O quê??
- É só uma bronha, nada mais.
E aí, a gente ficou pasmo, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Nico completou:
Faz o seguinte: vou dar um tempinho pra vocês pensarem. Vou lá no corredor fumar um cigarro. Se em 10 minutos não me chamarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se me chamarem, é porque aceitaram.
Bom, beleza – foi a única coisa que consegui falar. Ela se levantou e foi embora.
Ela e eu ficamos sozinhos.
O que você acha? - ele me disse.
-Não sei se a gente tá preparado pra uma parada dessas, amor, é meu melhor amigo… Mas, ao mesmo tempo, por causa disso, me mata ele ter esse problema e eu queria dar uma força. Até faria a punheta pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, quer dizer, não é uma foda. O que cê acha?
- Olha Ari, eu não gosto do Nico, mas o que me excita é a ideia de bater uma pra ele na sua frente. Eu sei que isso te dá tesão, você já me falou isso mil vezes. Acho que nós três estamos meio bêbados e é uma boa desculpa. Ele não vai querer me tocar, é só uma punheta. Acho que por pena ele deixaria. Mas ó, só se você concordar, ele é SEU amigo.
- Sim, é só uma punheta, não vai mudar nada. Adoro ver quando um homem te segura ali e te força, e tal. Isso é algo leve, vem cá, me dá um beijo.
Ela se aproximou, me beijou e passou a mão por cima da minha braguilha. Sentiu meu pau durão… e claro, toda essa fantasia louca me deixava a mil.
- amor, me promete que não vai ficar presa no Nico?, olha que eu não ia aguentar…
- Eu te prometo!! E você me promete que não vai ficar com ciúme à toa? Eu te quero, Ari, e te respeito. Isso é só sexo, não significa nada!
- Ok, sim, só sexo. Ufff, tô pensando quando você pegar na pica dele e ela ficar hiper dura e ele explodir de prazer!
- Te excita pensar nisso?
- Ela me deixa louco.
- Eu também.
-Fica de joelhos e chupa minha pica. AGORA.
Ajoelhou-se, tirou minha pica da calça, colocou na boca e chupou bem devagar. Ela tinha os lábios pintados de vermelho, e fiquei excitadão vendo como minha pica estava rodeada por aqueles lábios que pareciam um linguiça partida no meio. Grossos, carnudos, sensuais. Gozei rapidinho na boca dela e ela engoliu.
- Te amo muito, amor, vou ligar pra ele.
Fui pro corredor. O Nico ficou pasmo pra caralho…
- Nico, as coisas claras como sempre. Você não toca nela, tira e mete o pau pra fora da calça, não pede nada além disso e NEM FALA COM ELA.
- Feito! Onde eu me coloco?
Aqui, gritou ela, no sofá.
Nico chegou perto do sofá e sentou. Minha namorada me deu um beijo, piscou o olho pra mim, e sentou do lado dele. Eu tava no sofá da frente. Ali mesmo.
Tira ela—disse ela.
Nico se levantou, desabotoou a calça jeans, abaixou o zíper. Baixou tudo junto com a cueca, de modo que a pica e as bolas pularam feito palhaço surpresa dentro de uma caixinha de presente. Ficou imóvel pra minha namorada poder ver bem. Ela olhou pra pica e depois olhou pra mim. Não era tão grande, mas era um tamanho mais que aceitável. Os ovos não estavam ruins.
Nico sentou na poltrona, abrindo bem as pernas, pra minha mina conseguir chegar direto na pica. Ela estendeu a mão direita e pegou nela. Começou a mexer um pouco com a mão toda, esfregar bastante pra deixar ela bem dura de vez. Conseguiu em 2 minutos. Depois, com o dedão e o indicador (polegar e indicador soava muito anatômico), começou a subir e descer. Nenhum dos três parava de olhar o plano pica-MÃO.
Nico de vez em quando soltava uns gemidinhos. Acho que não fazia alto pra não "faltar com respeito". Minha namorada já passava a punhetar ele com três dedos.
De vez em quando ela me dava uma olhadinha cúmplice e eu respondia com um sorrisinho de que “tava tudo bem”. O Nico não parava de olhar pro pau dela e pra mão. A punheta era bem lenta, movimentos largos e devagar. O Nico acabou deixando a cabeça cair pra trás, fechando os olhos e deixando minha mina encher ele de prazer.
Da minha poltrona, dava pra ver as veias da pica dele inchando cada vez mais. Minha namorada batia uma pra ele cada vez mais forte. O ritmo da mão dela acelerava.
A essa altura eu já não aguentava mais, minha pica transbordava a calça jeans. De repente, minha namorada, sem soltar a pica dele, se ajoelha na frente dele e começa a beijar e chupar. Eu e Nico ficamos duros, mas nem ele, obviamente, ia falar nada, nem eu conseguia reagir naquele momento. O mais incrível foi que a gente se olhou bem na hora em que ela enfiou a pica na boca. Bem na hora, com Julian Weich.
Essa chupada não tava no roteiro, e o Nico termina jogando a cabeça pra trás de novo, curtindo esse bônus inesperado.
Eu já imaginava o que estava rolando com o Nico, já que 10 minutos antes, era a minha pica que tava naquela boca quente, macia, com dentinhos que roçam sem parar e uma língua que não para de brincar com a ponta enquanto com uma mão ela vai batendo uma pra você e com a outra massageando os seus ovos.
Ele gemia que nem um filho da puta naquela hora, e eu sabia que ele tava prestes a gozar. Minha namorada também devia ter percebido, talvez porque a pica já começava a soltar um pouco de porra, então ela tirou da boca e começou a chupar os ovos dele pra deixar a excitação baixar um pouco.
Era óbvio que ela queria chupar ele por mais um tempinho. Não queria que o Nico gozasse tão rápido, já que só tinha chupado ele por uns minutos.
As surpresas não iam parar por aí…
- Ari, por que você não me come por trás enquanto?
Levantei, tirei a calça e a cueca. Cheguei perto já com a pica no ar, levantei a saia dela e vi que tava usando uma fio dental bem cavada. Puxei pra baixo e me enfiei entre as bundas dela enquanto ela continuava chupando as bolas. Sim, falei bundas.
Com a língua acariciei o clitóris dela e consegui fazê-la gemer. Não aguentei mais e enfiei. Ela tava toda molhada, e não teve problema nenhum em meter a pica até o fundo.
A Nico já tinha baixado um pouco a gozada, e minha mina colocou de novo na boca dela, começando de novo aquela chupada mortal. Agora nós dois tava curtindo ela, e ela curtindo a gente. Ela deslizava a boca bem devagar no pau do Nico, e eu comecei a meter nela num ritmo bem lento, fazendo ela sentir cada centímetro de pica. Devagar e fundo, até quase encostar as bolas nos lábios da buceta dela.
O silêncio era incrível, só se ouvia os barulhos da boca da minha mina chupando a pica do Nico, e os que eu fazia metendo e tirando a pica. Sons de sexo.
Tentei ajustar o ritmo da foda com o da chupada, fazendo com que meu pau estivesse dentro quando o da Nico estivesse dentro da boca dela. Uma putaria besta, mas funciona.
Me inclinei pra frente e desabotoei a blusa dela. Depois tirei. O sutiã voou e ela ficou com os peitos balançando, se mexendo com os movimentos que eu fazia enquanto a comia. Tentei chupar os peitos dela enquanto a fodia, uma tarefa difícil. Os gemidos da minha namorada começaram a se destacar sobre os nossos. Faltava pouco pra ela gozar.
Aumentei o ritmo pra fazer ela gozar o mais rápido possível. Ela terminou como uma filha da puta, tirou a pica da boca pra poder gritar de prazer.
Quando terminou, continuou chupando ela, mas bem pouco, porque o Nico já tava no limite. Dava pra ver que ele queria aguentar mais, mas não conseguia. Os gemidos dele eram bem claros. Ele agarrou a cabeça da minha mina e marcou o ritmo, forçando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não quis de jeito nenhum que ele gozasse na boca dela. Ela tirou e começou a bater uma pra ele de novo.
A gozada foi algo impressionante, puta merda, dava pra ver que tava há 2 meses sem transar. Saiu uma quantidade de porra IMPRESSIONANTE.
Minha namorada se esquivou pra não ser respingada, rindo, mas mesmo assim levou nos braços e no peito, tipo paintball. Eu continuei metendo, muito excitado com tudo que tinha visto. Acelerei buscando o final, e depois de umas 20 estocadas, consegui gozar fazendo ela gozar junto comigo. O Nico tinha ficado só olhando a gente enquanto limpava a rola, toda manchada de porra e de batom da minha namorada. Parecia que tava sangrando de tão vermelha que tava.
Tirei a pica de dentro da minha namorada, e ela se limpou com uns lencinhos. Ninguém falava nada. Minha pica continuava dura, e a do Nico também. Nós três nos olhamos e no final foi ela quem tomou a decisão de agarrar nós dois pelo braço e nos levar pro quarto.
Agora ao contrário—ela nos disse.
Nico se jogou na cama enquanto ela procurava as camisinhas. Eu fui no banheiro me lavar bem a pica. Quando voltei, vi ela subida na cama, masturbando devagar o Nico pra deixar ele bem duro de novo. Ela colocou a camisinha, montou em cima dele, pegou a pica e levou até a buceta dele. Eu fiquei só olhando enquanto eles começavam a foder. Comecei a me masturbar devagar.
Não conseguia parar de pensar no que tava rolando, a situação já era imparável. Lá estava minha mulher, com a pica do meu melhor amigo entre as pernas, dando pra ele na minha frente sem o menor pudor, feito uma puta qualquer, se esbaldando com a pica de outro.
Naquele momento, vejo que ele enfia a pica toda pra dentro, e ele segurava os peitos dela com as mãos. Minha mina começou a se mexer pra cima e pra baixo, deixando a pica entrar completamente lá dentro, já dilatada pela trepada que a gente tinha dado antes.
Ela se deitou sobre ele, fazendo a pica entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam de boca torta, e Nico colocava as mãos nas bundas dela, acariciando e agradecendo pela trepada que ele tava levando.
Minha mina tem uma bunda gostosa, sempre escolho elas assim, e era lindo de ver enquanto ela tava dando pra outro. Redonda, grande, perfeita, apetitosa. O Nico começou a chupar o pescoço dela, enquanto eu continuava batendo uma vendo tudo, com ciúme e com um tesão do caralho, torcendo pra não gozar pra continuar vendo aquele espetáculo.
Minha namorada me disse...
- VEM CÁ.
Ao me aproximar, ela esticou o braço e pegou na minha pica, enfiando na boca enquanto cavalgava meu amigo. Eu tava com a pica prestes a explodir, e ela sabia disso, mas chupou de um jeito que consegui segurar e aproveitar.
Não tinha problema nenhum em foder e chupar ao mesmo tempo, parecia uma estrela pornô, não perdia o ritmo nem com o Nico chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto eu a chupava toda.
—Que tal se você tentar enfiar no meu cuzinho?
Não podia acreditar no que tava ouvindo. Essa filha da puta não era exatamente fã daquilo e a gente só fazia de vez em quando! Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado o pau do meu amigo enquanto eu comia ela, e estando por cima dele enquanto ele chupava a minha, parecia que ela tava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente tinha visto no Jizzonline.com.
Queria uma dupla penetração! Fui no banheiro passar um pouco de gel, voltei, fiquei atrás dela que já estava com a bunda na posição de me receber, inclinada sobre o Nico, me oferecendo tudo. Passei gel na bucetinha apertada dela, a poucos centímetros da pica dele. Enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também super devagar. Ela quase tinha parado de chupar o Nico e tava esperando eu meter.
Pensei que tava pronta, me agachei apontando minha pica. Apoiei e empurrei um pouco. A cabecinha entrou, ela gemeu e eu meti mais um pouco. Ela reclamou. Parei pra ela se acostumar comigo dentro e empurrei de novo até ter metade da pica lá dentro. Quando ela já tava dilatada o suficiente, comecei a me mexer devagar pra não machucar. Dava pra sentir a pica do Nico enfiada na pussy, separada da minha por uma pelinha de carne, parada, esperando ela passar o pior da foda pra finalmente se mexer em cima dele. Ela começou a se sentir à vontade com as duas picas dentro e começou a se mexer bem devagar, pra não se machucar.
Eu comecei a me mexer e tentar coordenar a tesão com os movimentos pra não deixar a rola escapar. Ela tava adorando, mas era impossível terminar assim. Não dava pra se mexer o suficiente pra chegar no orgasmo. O Nico também não. Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava paradinha em cima dele, que aguentava firme sem a rola murchar. Tava tão excitado só de pensar que eu tava comendo minha mulher enquanto outro tava macetando ela, que gozei rapidinho. Enchi o cu dela de porra e saí. Os dois continuaram transando, mas só por pouco tempo, porque minha mulher já tava quase gozando. Não terminaram juntos, porque o Nico não conseguiu chegar lá, então quando ela acabou, ele virou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e enfiou a rola inteira. Meteu rápido até gozar, se esvaziando na buceta da minha mulher e gemendo igual um cachorro. Terminou e tirou.
Ficamos nós três sentados na cama por um tempo. Ela me beijou e ficou abraçada em mim. Nico começou a se vestir, catando as roupas dele pela casa toda. Quando ficou pronto, falou pra gente:
- Me deixaram muito louco.
Até amanhã, Nico — falei.
Tchau" — ela disse, e foi embora.
Olhei pra minha mulher, sozinha, com um olhar de quem queria saber de tudo.
- Fala Ari, arrisquei e pronto, e acho que não saiu tão mal assim. Você tava a fim de me ver dando pra outro, eu também. A gente custava a decidir, vi a chance e fui na fé.
- Você gosta do Nico, né?
- Tá me zoando?
- Sim ou não?, cê gostou ou não?
- Gostei da relação que a gente teve, Ariel, não fica de besta, sou sua namorada, tô contigo, fiz isso com você!
- Desde quando você gosta do Nicolas?
— Tá me zoando?
Terminei com ela depois de alguns dias, achei que era super mente aberta, e ainda acho, mas aquela situação me destruiu. Nunca consegui acreditar que ela podia transar com ele sem gostar. Senti que algo tinha quebrado.
Olha, mesmo assim, a melhor foda da minha vida, hein!
Fonte: www.arielblanco.com
Convidamos ele pra comer no apê. O vinho preferido dele era o Benjamín, então eu e minha parceira decidimos mimá-lo pra ele se sentir mais à vontade. Claro que eu tava afim de saber como era o sexo, e aí ele confessa que o pior do relacionamento era a abstinência que ele tava passando.
- Já tentou um ménage, Nico?
- Sim
- Já tentou um traveco?
- Sim
- SÉRIO, JÁ COMEU UM TRAVECO?
- Sim!
- Kkkk
- Kkkk o quê??
- Nada… deixa… já tentou com brinquedinhos?
- Sim.
Ok, o Nico já tinha tentado de tudo pra salvar o sexo no relacionamento.
- Talvez tu propunha ménage pra ela e ela não queria, só fazia por você…
- Ariel, era ela quem propunha pra mim, e eu aceitava.
- Ah… bem vadia!!
- E não só isso, a gente chegou em coisas ainda mais profundas…
- Que coisas?
- Não posso contar, sua namorada tá aqui…
Nesse momento, minha namorada larga o garfo no prato e fala pra ele:
- Agora você conta tudo, e com todos os detalhes.
Olhei pra ela, pisquei o olho. Ela tinha entendido tudo.
- Os pais tinham um cachorro, um Rottweiler que a gente levou pro apartamento quando eles foram viajar…
- Sim… e daí???, vai, continua.
- Nada, no tédio, ela encheu a buceta de creme…
- Peraí… calma aí. Tu tá prestes a me contar que tua namorada deixou um Rottweiler lamber a pussy dela e tu fala “buceta”?. Pussy, Nico, pussy.use a palavra: buceta- É que me dá vergonha, sua mulher tá aqui…
- ME USA DE DESCULPA DE NOVO PRA NÃO CONTAR SUAS HISTÓRIAS E VAI EMBORA DA MINHA CASA SENDO JUDEU.
- Ok
- Beleza, então, continua!
- Bom, ela ficou toda melada na buceta, e eu já ia chupar ela, mas o cachorro, ao ver tanta espuma doce, ficou doido, se jogou nela e começou a chupar!
- E ela?
- Me largou.
- Não, idiota, ela, naquele momento, o que disse?, o que fez??
- Nada, tentava tirar ele de cima, mas entre as risadas e como via que eu não parava ele, meio que deixava rolar…
- No que deu essa história toda que você tá me contando?
- Ela deixando a buceta ser comida pelo Tití.QUEM É A TITÍ- O cachorro!!
-Como vão colocar Tití num Rottweiler?- E qual é o problema??
- Bom, tá, Tití tava chupando a buceta dela desesperadamente, que mais.
- Minha namorada tava mais relaxada, e já até começava a acariciar a cabeça do cachorro e a esfregar o clitóris.
- E você?
- Tô com vergonha…
- ME ESCUTA, JUDEU FILHO DA PUTA, CONTA LOGO COMO ISSO TUDO TERMINA, O QUE CÊ TAVA FAZENDO???
- Calma, bebê, relaxa
- NÃO RELAXO, QUERO SABER O QUE CÊ TAVA FAZENDO ENQUANTO “TITÍ”, ESSE CACHORRO MERDA, TAVA CHUPANDO A BUCETA DELA
- Bom, para! Vou contar… eu tava batendo punheta.
- Cê tava batendo punheta vendo ele comer a buceta com creme?
- Sim.
- Mano, outro dia eu te falei que a gente tinha metido um traveco na nossa cama e você fingiu surpresa…
- Bom, o que você quer que eu diga..
- A história termina aí?
- Sim, como você quer que termine?
- Sei lá, Nico, pelo jeito que vem, falta você dar uma gozada num prato do lado de uns Dogui's.
Nico confirma que já faz mais de 2 meses que ele não transa.
- Quero confessar uma coisa pra vocês. Preciso desabafar. Preciso afrouxar minha gravata. O que vocês achariam se eu pedisse ajuda?
- Pode contar comigo, e com a minha namorada também, claro. Do que você precisa?
- Você se ofenderia se eu pedisse uma punheta pra sua namorada?
- O quê??
- É só uma bronha, nada mais.
E aí, a gente ficou pasmo, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Nico completou:
Faz o seguinte: vou dar um tempinho pra vocês pensarem. Vou lá no corredor fumar um cigarro. Se em 10 minutos não me chamarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se me chamarem, é porque aceitaram.
Bom, beleza – foi a única coisa que consegui falar. Ela se levantou e foi embora.
Ela e eu ficamos sozinhos.
O que você acha? - ele me disse.
-Não sei se a gente tá preparado pra uma parada dessas, amor, é meu melhor amigo… Mas, ao mesmo tempo, por causa disso, me mata ele ter esse problema e eu queria dar uma força. Até faria a punheta pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, quer dizer, não é uma foda. O que cê acha?
- Olha Ari, eu não gosto do Nico, mas o que me excita é a ideia de bater uma pra ele na sua frente. Eu sei que isso te dá tesão, você já me falou isso mil vezes. Acho que nós três estamos meio bêbados e é uma boa desculpa. Ele não vai querer me tocar, é só uma punheta. Acho que por pena ele deixaria. Mas ó, só se você concordar, ele é SEU amigo.
- Sim, é só uma punheta, não vai mudar nada. Adoro ver quando um homem te segura ali e te força, e tal. Isso é algo leve, vem cá, me dá um beijo.
Ela se aproximou, me beijou e passou a mão por cima da minha braguilha. Sentiu meu pau durão… e claro, toda essa fantasia louca me deixava a mil.
- amor, me promete que não vai ficar presa no Nico?, olha que eu não ia aguentar…
- Eu te prometo!! E você me promete que não vai ficar com ciúme à toa? Eu te quero, Ari, e te respeito. Isso é só sexo, não significa nada!
- Ok, sim, só sexo. Ufff, tô pensando quando você pegar na pica dele e ela ficar hiper dura e ele explodir de prazer!
- Te excita pensar nisso?
- Ela me deixa louco.
- Eu também.
-Fica de joelhos e chupa minha pica. AGORA.
Ajoelhou-se, tirou minha pica da calça, colocou na boca e chupou bem devagar. Ela tinha os lábios pintados de vermelho, e fiquei excitadão vendo como minha pica estava rodeada por aqueles lábios que pareciam um linguiça partida no meio. Grossos, carnudos, sensuais. Gozei rapidinho na boca dela e ela engoliu.
- Te amo muito, amor, vou ligar pra ele.
Fui pro corredor. O Nico ficou pasmo pra caralho…
- Nico, as coisas claras como sempre. Você não toca nela, tira e mete o pau pra fora da calça, não pede nada além disso e NEM FALA COM ELA.
- Feito! Onde eu me coloco?
Aqui, gritou ela, no sofá.
Nico chegou perto do sofá e sentou. Minha namorada me deu um beijo, piscou o olho pra mim, e sentou do lado dele. Eu tava no sofá da frente. Ali mesmo.
Tira ela—disse ela.
Nico se levantou, desabotoou a calça jeans, abaixou o zíper. Baixou tudo junto com a cueca, de modo que a pica e as bolas pularam feito palhaço surpresa dentro de uma caixinha de presente. Ficou imóvel pra minha namorada poder ver bem. Ela olhou pra pica e depois olhou pra mim. Não era tão grande, mas era um tamanho mais que aceitável. Os ovos não estavam ruins.
Nico sentou na poltrona, abrindo bem as pernas, pra minha mina conseguir chegar direto na pica. Ela estendeu a mão direita e pegou nela. Começou a mexer um pouco com a mão toda, esfregar bastante pra deixar ela bem dura de vez. Conseguiu em 2 minutos. Depois, com o dedão e o indicador (polegar e indicador soava muito anatômico), começou a subir e descer. Nenhum dos três parava de olhar o plano pica-MÃO.
Nico de vez em quando soltava uns gemidinhos. Acho que não fazia alto pra não "faltar com respeito". Minha namorada já passava a punhetar ele com três dedos.
De vez em quando ela me dava uma olhadinha cúmplice e eu respondia com um sorrisinho de que “tava tudo bem”. O Nico não parava de olhar pro pau dela e pra mão. A punheta era bem lenta, movimentos largos e devagar. O Nico acabou deixando a cabeça cair pra trás, fechando os olhos e deixando minha mina encher ele de prazer.
Da minha poltrona, dava pra ver as veias da pica dele inchando cada vez mais. Minha namorada batia uma pra ele cada vez mais forte. O ritmo da mão dela acelerava.
A essa altura eu já não aguentava mais, minha pica transbordava a calça jeans. De repente, minha namorada, sem soltar a pica dele, se ajoelha na frente dele e começa a beijar e chupar. Eu e Nico ficamos duros, mas nem ele, obviamente, ia falar nada, nem eu conseguia reagir naquele momento. O mais incrível foi que a gente se olhou bem na hora em que ela enfiou a pica na boca. Bem na hora, com Julian Weich.
Essa chupada não tava no roteiro, e o Nico termina jogando a cabeça pra trás de novo, curtindo esse bônus inesperado.
Eu já imaginava o que estava rolando com o Nico, já que 10 minutos antes, era a minha pica que tava naquela boca quente, macia, com dentinhos que roçam sem parar e uma língua que não para de brincar com a ponta enquanto com uma mão ela vai batendo uma pra você e com a outra massageando os seus ovos.
Ele gemia que nem um filho da puta naquela hora, e eu sabia que ele tava prestes a gozar. Minha namorada também devia ter percebido, talvez porque a pica já começava a soltar um pouco de porra, então ela tirou da boca e começou a chupar os ovos dele pra deixar a excitação baixar um pouco.
Era óbvio que ela queria chupar ele por mais um tempinho. Não queria que o Nico gozasse tão rápido, já que só tinha chupado ele por uns minutos.
As surpresas não iam parar por aí…
- Ari, por que você não me come por trás enquanto?
Levantei, tirei a calça e a cueca. Cheguei perto já com a pica no ar, levantei a saia dela e vi que tava usando uma fio dental bem cavada. Puxei pra baixo e me enfiei entre as bundas dela enquanto ela continuava chupando as bolas. Sim, falei bundas.
Com a língua acariciei o clitóris dela e consegui fazê-la gemer. Não aguentei mais e enfiei. Ela tava toda molhada, e não teve problema nenhum em meter a pica até o fundo.
A Nico já tinha baixado um pouco a gozada, e minha mina colocou de novo na boca dela, começando de novo aquela chupada mortal. Agora nós dois tava curtindo ela, e ela curtindo a gente. Ela deslizava a boca bem devagar no pau do Nico, e eu comecei a meter nela num ritmo bem lento, fazendo ela sentir cada centímetro de pica. Devagar e fundo, até quase encostar as bolas nos lábios da buceta dela.
O silêncio era incrível, só se ouvia os barulhos da boca da minha mina chupando a pica do Nico, e os que eu fazia metendo e tirando a pica. Sons de sexo.
Tentei ajustar o ritmo da foda com o da chupada, fazendo com que meu pau estivesse dentro quando o da Nico estivesse dentro da boca dela. Uma putaria besta, mas funciona.
Me inclinei pra frente e desabotoei a blusa dela. Depois tirei. O sutiã voou e ela ficou com os peitos balançando, se mexendo com os movimentos que eu fazia enquanto a comia. Tentei chupar os peitos dela enquanto a fodia, uma tarefa difícil. Os gemidos da minha namorada começaram a se destacar sobre os nossos. Faltava pouco pra ela gozar.
Aumentei o ritmo pra fazer ela gozar o mais rápido possível. Ela terminou como uma filha da puta, tirou a pica da boca pra poder gritar de prazer.
Quando terminou, continuou chupando ela, mas bem pouco, porque o Nico já tava no limite. Dava pra ver que ele queria aguentar mais, mas não conseguia. Os gemidos dele eram bem claros. Ele agarrou a cabeça da minha mina e marcou o ritmo, forçando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não quis de jeito nenhum que ele gozasse na boca dela. Ela tirou e começou a bater uma pra ele de novo.
A gozada foi algo impressionante, puta merda, dava pra ver que tava há 2 meses sem transar. Saiu uma quantidade de porra IMPRESSIONANTE.
Minha namorada se esquivou pra não ser respingada, rindo, mas mesmo assim levou nos braços e no peito, tipo paintball. Eu continuei metendo, muito excitado com tudo que tinha visto. Acelerei buscando o final, e depois de umas 20 estocadas, consegui gozar fazendo ela gozar junto comigo. O Nico tinha ficado só olhando a gente enquanto limpava a rola, toda manchada de porra e de batom da minha namorada. Parecia que tava sangrando de tão vermelha que tava.
Tirei a pica de dentro da minha namorada, e ela se limpou com uns lencinhos. Ninguém falava nada. Minha pica continuava dura, e a do Nico também. Nós três nos olhamos e no final foi ela quem tomou a decisão de agarrar nós dois pelo braço e nos levar pro quarto.
Agora ao contrário—ela nos disse.
Nico se jogou na cama enquanto ela procurava as camisinhas. Eu fui no banheiro me lavar bem a pica. Quando voltei, vi ela subida na cama, masturbando devagar o Nico pra deixar ele bem duro de novo. Ela colocou a camisinha, montou em cima dele, pegou a pica e levou até a buceta dele. Eu fiquei só olhando enquanto eles começavam a foder. Comecei a me masturbar devagar.
Não conseguia parar de pensar no que tava rolando, a situação já era imparável. Lá estava minha mulher, com a pica do meu melhor amigo entre as pernas, dando pra ele na minha frente sem o menor pudor, feito uma puta qualquer, se esbaldando com a pica de outro.
Naquele momento, vejo que ele enfia a pica toda pra dentro, e ele segurava os peitos dela com as mãos. Minha mina começou a se mexer pra cima e pra baixo, deixando a pica entrar completamente lá dentro, já dilatada pela trepada que a gente tinha dado antes.
Ela se deitou sobre ele, fazendo a pica entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam de boca torta, e Nico colocava as mãos nas bundas dela, acariciando e agradecendo pela trepada que ele tava levando.
Minha mina tem uma bunda gostosa, sempre escolho elas assim, e era lindo de ver enquanto ela tava dando pra outro. Redonda, grande, perfeita, apetitosa. O Nico começou a chupar o pescoço dela, enquanto eu continuava batendo uma vendo tudo, com ciúme e com um tesão do caralho, torcendo pra não gozar pra continuar vendo aquele espetáculo.
Minha namorada me disse...
- VEM CÁ.
Ao me aproximar, ela esticou o braço e pegou na minha pica, enfiando na boca enquanto cavalgava meu amigo. Eu tava com a pica prestes a explodir, e ela sabia disso, mas chupou de um jeito que consegui segurar e aproveitar.
Não tinha problema nenhum em foder e chupar ao mesmo tempo, parecia uma estrela pornô, não perdia o ritmo nem com o Nico chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto eu a chupava toda.
—Que tal se você tentar enfiar no meu cuzinho?
Não podia acreditar no que tava ouvindo. Essa filha da puta não era exatamente fã daquilo e a gente só fazia de vez em quando! Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado o pau do meu amigo enquanto eu comia ela, e estando por cima dele enquanto ele chupava a minha, parecia que ela tava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente tinha visto no Jizzonline.com.
Queria uma dupla penetração! Fui no banheiro passar um pouco de gel, voltei, fiquei atrás dela que já estava com a bunda na posição de me receber, inclinada sobre o Nico, me oferecendo tudo. Passei gel na bucetinha apertada dela, a poucos centímetros da pica dele. Enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também super devagar. Ela quase tinha parado de chupar o Nico e tava esperando eu meter.
Pensei que tava pronta, me agachei apontando minha pica. Apoiei e empurrei um pouco. A cabecinha entrou, ela gemeu e eu meti mais um pouco. Ela reclamou. Parei pra ela se acostumar comigo dentro e empurrei de novo até ter metade da pica lá dentro. Quando ela já tava dilatada o suficiente, comecei a me mexer devagar pra não machucar. Dava pra sentir a pica do Nico enfiada na pussy, separada da minha por uma pelinha de carne, parada, esperando ela passar o pior da foda pra finalmente se mexer em cima dele. Ela começou a se sentir à vontade com as duas picas dentro e começou a se mexer bem devagar, pra não se machucar.
Eu comecei a me mexer e tentar coordenar a tesão com os movimentos pra não deixar a rola escapar. Ela tava adorando, mas era impossível terminar assim. Não dava pra se mexer o suficiente pra chegar no orgasmo. O Nico também não. Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava paradinha em cima dele, que aguentava firme sem a rola murchar. Tava tão excitado só de pensar que eu tava comendo minha mulher enquanto outro tava macetando ela, que gozei rapidinho. Enchi o cu dela de porra e saí. Os dois continuaram transando, mas só por pouco tempo, porque minha mulher já tava quase gozando. Não terminaram juntos, porque o Nico não conseguiu chegar lá, então quando ela acabou, ele virou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e enfiou a rola inteira. Meteu rápido até gozar, se esvaziando na buceta da minha mulher e gemendo igual um cachorro. Terminou e tirou.
Ficamos nós três sentados na cama por um tempo. Ela me beijou e ficou abraçada em mim. Nico começou a se vestir, catando as roupas dele pela casa toda. Quando ficou pronto, falou pra gente:
- Me deixaram muito louco.
Até amanhã, Nico — falei.
Tchau" — ela disse, e foi embora.
Olhei pra minha mulher, sozinha, com um olhar de quem queria saber de tudo.
- Fala Ari, arrisquei e pronto, e acho que não saiu tão mal assim. Você tava a fim de me ver dando pra outro, eu também. A gente custava a decidir, vi a chance e fui na fé.
- Você gosta do Nico, né?
- Tá me zoando?
- Sim ou não?, cê gostou ou não?
- Gostei da relação que a gente teve, Ariel, não fica de besta, sou sua namorada, tô contigo, fiz isso com você!
- Desde quando você gosta do Nicolas?
— Tá me zoando?
Terminei com ela depois de alguns dias, achei que era super mente aberta, e ainda acho, mas aquela situação me destruiu. Nunca consegui acreditar que ela podia transar com ele sem gostar. Senti que algo tinha quebrado.
Olha, mesmo assim, a melhor foda da minha vida, hein!
Fonte: www.arielblanco.com
4 comentários - Trio sem códigos (Ariel Blanco)
bien hecho yo hubiese hecho lo mismo!
yo tambien hubiese hecho lo mismo!! muy bueno el relato master!!