Festejada pelo ex, depois com meu filho (5) Incesto

Era um domingo lindo. Acordei de bom humor, decidida a aproveitar o dia ao máximo. Ao meio-dia acordei meu filho, que, como era costume dele ultimamente, dormia pelado. Notei uma mancha grande nos lençóis, não foi difícil imaginar do que se tratava.
—Tenho uma proposta pra te fazer. Nada de discussão, nada de assunto chato, vamos aproveitar o dia. Te convido pra um piquenique.
Ele aceitou na hora. Preparei uma cesta com alguns sanduíches e uma coca.
—Ei, mãe, se vai levar coca, traz um fernet também.
—Não, você vai ficar bêbado.
—Qual é, para de encher o saco, já sou grandinho.
—Tá bom — cedi, pra seguir meu plano de não ter discussões.
O passeio ao ar livre não deu certo porque levantou um vento forte e meio frio, então estacionamos o carro de frente pro rio e fizemos o piquenique lá dentro.
Tomei coca com fernet por insistência do meu filho. Um copo, outro, mais um.
—Você quer me embebedar — falei.
—Não. Só quero que você fique alegre.
Ele conseguiu. Acabamos rindo de qualquer besteira.
Num momento, deu uma pausa na conversa. Aí ele disse:
—As fotos que o papai mandou… joguei fora.
—Bom… obrigada.
Ele tava falando das fotos de uma das vezes que o pai dele me enfiou numa festa com os amigos dele, algumas estão em outro post meu.
Veio outro silêncio, e ele perguntou:
—Mãe, como é estar numa orgia?
—Ah, não começa com suas perguntas, ainda mais sobre esse assunto.
—Não tô pedindo pra me convidar nem nada. Quero saber.
—Não, melhor deixar pra lá.
—Qual é, mãe. Como é? Não consigo imaginar.
Sei lá se foi pela insistência dele, ou pelo efeito do álcool, acabei contando algumas coisas.
—É… basicamente uma bagunça. Chega um ponto que… pelo menos comigo acontece… chega um ponto que você perde o controle, já não sabe mais com quem tá.
—Você nas fotos tem uma cara meio de perdida.
—E sim… chega um ponto que as circunstâncias me dominam.
—Mas em outras você tem cara de… sei lá, de que tá se divertindo.
—Filho, com tanto estímulo é impossível permanecer indiferente.
—Te vi nas fotos com o treinador.
—Ah, sim —suspirei—. Juro que não sabia que era seu treinador.
—Isso me quebrou a cabeça, porque o cara vive se gabando das gostosas que come, e da pica que tem. E o pior é que é verdade, ele é famoso pelo tamanho.
—Sim —falei, me sentindo meio desconfortável.
—Me quebrou a cabeça. Primeiro saber que você tinha ficado com ele, depois ver o cara. Ele parece um ator pornô. Nunca pensei que você... aguentava uma parada dessas. Pensei que... bem, outro tipo de mulher sim, mas você...
—Melhor mudar de assunto.
—Você gozou com ele?
—Filho, vamos mudar de assunto.
—Só isso, me conta.
Ele colocou uma mão na minha coxa. A cabeça começou a rodar.
—Preciso de um ar.
Abri um pouco o vidro, mas entrou um vento terrível, gelado. Me deu um calafrio, os bicos dos peitos ficaram duros e marcaram no tecido da blusa. Fechei.
—Vai... me conta —insistiu.
—Não, chega.
Ele ficou quieto. Achei que tinha conseguido convencê-lo.
Ele tomou mais um gole, me ofereceu o copo, recusei, mas ele insistiu e eu bebi. Era quase fernet puro.
—Filho, você quer me embebedar de verdade.
—Um pouquinho —sorriu com malícia.
—Não se iluda com nada.
—Não, se não tô pensando em nada.
Levei a mão à testa.
—Ainda tá tonta?
—Bastante —sorri sem querer, por causa do nervosismo e da bebedeira.
Eu tava no banco do carona. Ele se aproximou de mim.
—O que cê tá fazendo?
—Nada, mãe, quero te abraçar, não fica desconfiada.
Ficamos abraçados um tempo, sem falar. Eu tava meio sonolenta, os olhos fechando, a cabeça rodando.
Com uma mão, meu filho acariciava meu cabelo, com a outra, minhas costas. Essa mão desceu até minha bunda.
—Filho... —falei baixinho, com os olhos semiabertos.
—Não tô fazendo nada —sussurrou.
Depois, desfez o abraço por um momento e reclinou os bancos completamente.
—Pra ficar mais confortável —disse.
Eu tava com a vontade quase anulada. Olhei pela janela. Não tinha ninguém por perto.
Ele Recostou-se mais sobre mim. Estávamos os dois quase no mesmo assento, o meu.
Apoiou a virilha na minha coxa. Tinha uma ereção potente, dava pra sentir claramente.
Fechei os olhos de novo. Só se ouvia o vento. Se eu ficasse assim mais um momento, dormia.
—Mãe…
—O quê?
—Me faz uma punheta?
—Não.
—Vai… uma siririca, só isso.
—Não começa.
—Como outras vezes, não peço outra coisa. Nem mais, nem menos.
Enquanto falava, levantou minha saia até deixar minhas coxas à mostra, dava até pra ver a calcinha fio-dental.
—Não — disse, e puxei pra baixo.
Ele levantou minha saia de novo, eu abaixei, e assim umas duas ou três vezes.
Não sei em que momento ele desabotoou a calça e tirou o pau. Percebi quando ele roçou contra minhas coxas.
—Chega, filho.
—Vai… me faz uma…
—Não… não podemos continuar com isso.
—Não fazemos mal a ninguém… nós dois queremos…
—Você tá igual ao seu pai falando.
—É a verdade.
—Sou sua mãe.
—Sim, mas não tem nada de errado nisso. É pra me aliviar, como você disse uma vez.
—Foi um erro, nunca devia ter permitido.
—Vai, mãe… é gostoso… é porque a gente se ama.
—Mas tem coisas que…
Num movimento só, ele levantou minha saia e subiu em cima de mim. O pau duro dele ficou apoiado na minha virilha. Agradeci por estar de calcinha.
Ele começou a esfregar, imitando os movimentos do sexo.
—Não faz isso, filho.
—Me alivia… vai…
—Volta pra casa e faz o que quiser, mas não conta comigo.
—Mas é que quero que você faça… vai, mãe… que custa…
—Você não entende que tem coisas que uma mãe e um filho não podem fazer?
Claramente ele não entendia ou não queria entender. Pegou uma das minhas mãos e, à força, levou até o pau dele.
—Não me obriga…
—Vai, mãe… olha como eu tô…
Com muita firmeza, segurava minha mão pelo pulso, me obrigando a segurar a rola dele.
Controlava meus movimentos e fez eu esfregar a cabeça contra meu clitóris, sempre por cima da calcinha.
Uma onda de prazer percorreu meu corpo como um choque elétrico.
—Não, filho… não…
—Viu que você também gosta?
Com a mão livre, segurei a cabeça dele e olhei fixo nos olhos.
—Filho… sou uma mulher, e estou viva, entendeu? Uma coisa dessas me deixa louca, não consigo controlar… mas não posso fazer isso com você, entenda, por favor.
Como resposta, ele esfregou mais forte. Por reflexo, abri mais as pernas. Já estava completamente molhada.
—Não, por favor…
—Ah, mãe… isso é um sonho…
—Chega… chega… —implorei entre gemidos e ofegos.
Ele também estava completamente alucinado. Disse:
—Mãe, quero meter.
—Não! Não! —reagi, apavorada.
—Não aguento mais, quero meter.
Naquele momento, tive um orgasmo brutal. Gemi, apertei os dentes, levantei um pouco as pernas. Foi uma explosão do meu corpo inteiro.
Se eu demorasse mais um segundo, qualquer coisa podia acontecer. Não sei de onde tirei lucidez para acelerar a punheta do meu filho e fiz ele gozar pra ficar satisfeito e não pensar em avançar.
—Ah, sim… ah, que delícia… —ofegou.
Ele jorrou porra na minha calcinha e nas coxas. Não parava de gozar, até sujou o banco do carro.
Assim que ele relaxou, empurrei ele de leve pro banco dele. Ficamos cada um no seu. Meu filho com o pau mole, eu de pernas abertas com a saia levantada e o sêmen escorrendo pela parte interna das coxas. Gotas grossas e brancas faziam contraste na minha calcinha fio-dental preta.
Me senti sem fôlego. Meu filho tinha me dado um orgasmo! E quase tinha metido!
Alheio aos meus pensamentos, ele estava em outro mundo. Esticou um braço, apoiou a mão nos meus peitos e disse:
—Que gostoso, mamãe… que gostoso… isso é a melhor coisa que existe.
Decididamente, tudo estava fora de controle.

12 comentários - Festejada pelo ex, depois com meu filho (5) Incesto

🤤 preciosa no me he prdido ninguno de tus post me vuelvn loko 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
hermoso relato, que lindo post, estoy esperando el siguiente, me la levantas siempre hermosa..
gracias como siempre marianela, tu compinche imat!!!!!!!
Excelente, tengo una duda los comentarios de las fotos de la orgía que dice el texto que estan en otro post son ciertos, me lo podrías pasar?
La verdad que me parece que la pasaron rebien en el picnic 🤤
muyyyyyyy muyyyyyyy bueno espero el siguiente y algunas fotitos mas !!!!!!!!
perra putisima...como te gusta ponernos loco eh?...te encantaría sentirte violada analmente por muchos poringueros?
Ufff que relato !!!, me aceleró el corazón y me hizo mojar XDDD
Estoy leyendo desde el primero de esta historia, 5/5, espero el siguiente.

Besos.
que paso despues, en q termina la historia? dond encuentro el siguiente relato?