Depois de ler aqueles contos safados que deixam a gente louca, resolvi experimentar esse gênero pra ver o que vocês acham das minhas aventuras. O que vou contar é verdadeiro, só mudo os nomes, obviamente, pra manter a privacidade, já que sou mãe de dois filhos lindos e inteligentes e não gostaria que eles soubessem das putarias da mãe deles.
Me chamo Mônica e tenho 40 anos. Sem ser uma beleza extraordinária, gosto de me cuidar fazendo ioga e comendo saudável. Sou uma mulher mediana, com um belo quadril e pernas (é o que os homens mais olham em mim) e seios que, sem serem muito grandes, são agradáveis pro meu porte. Por causa do trabalho, meu marido passa muito tempo fora de casa, já que trabalha pra uma multinacional, então vivo meio carente no lado sexual. Por isso, busquei umas alternativas (algumas certas, outras nem tanto) pra aliviar o tesão que a gente, mulher, sente de vez em quando. Faz uns 8 anos que meu marido trabalha na empresa, e já traí ele várias vezes, mas sempre na maior discrição, porque tenho que cuidar da minha imagem perante a sociedade.
A primeira vez foi numa viagem de trabalho e lazer, onde convidaram vários funcionários como ele pra passar um fim de semana num hotel fazenda. Esse hotel ficava nos arredores de uma cidade perto da nossa, então deixei as crianças com meus sogros e fomos eu e meu marido.
No jantar de recepção, pra minha surpresa, não tinha muitas esposas, e as poucas que tinham pareciam umas senhoras muito engomadas, sem chance de puxar papo com elas. A gente tava nessa quando meu marido me apresentou a um dos principais acionistas da multinacional e também mentor dele, Piero, um italiano solteirão muito gostoso de 45 anos, que era grande amigo do meu marido.
No meio da festa, Piero disse pro meu marido que queria que ele e mais dois engenheiros fossem conhecer os avanços da nova fábrica, que ficava a 60 km de onde a gente tava. O motorista do Piero levaria eles no dia seguinte. seguinte. Durante a noite agradável, Piero não perdia a oportunidade de olhar com detalhe e certo descaramento meus atributos femininos, isso sim, cuidando pra que meu marido não visse. Ele me paquerava discretamente e me dizia muitos elogios gostosos, o que começou a me deixar com tesão. Lá pelas 2 da manhã, decidi me retirar com meu esposo, que já estava meio bêbado. Fomos pro quarto e eu, toda excitada, queria pelo menos uma rapidinha, mas nada, o filho da puta apagou.
Na manhã seguinte, bateram na porta às 7 da manhã dizendo que já estavam esperando ele pra ir embora. Com mais sono que consciência, ele se levantou, se vestiu e foi embora, falando que voltaria à noite ou no domingo de manhã. Eu fiquei, como muitas outras vezes, morrendo de vontade de sentir meu corpo explodir de prazer, parecia que seria mais um dia de frustração.
Umas hora depois, bateram na minha porta. Com o roupão meio aberto, fui abrir pensando que era o café da manhã, mas qual foi minha surpresa: era Piero com o carrinho do café. Por educação, convidei ele pra entrar, dizendo que era uma surpresa, e ele respondeu: “surpresos são os olhos felizes que a veem”, sempre tão cavalheiro, Piero. Começamos a tomar café e eu, pra ser sincera, estava meio nervosa porque tava morrendo de vontade de ter uma relação íntima. Ali estava um homem bonito que eu até gostava, mas me sentia meio culpada, enfim.
Tomamos café, o tempo passou voando conversando com ele sobre várias coisas: família, filhos, meu marido, e aos poucos o papo foi ficando mais íntimo. Ele entendia meus pontos de vista e parecia quase adivinhar o quanto minha situação como mulher era difícil. Com o passar dos minutos, a conversa foi derivando pra assuntos mais quentes: relações sexuais, a frequência delas, a qualidade, etc., e ele se aproximando.
Eu, já muito excitada, me deixei levar quando, inesperadamente, ele me beijou na boca e começou a acariciar meus braços, minhas pernas, meus peitos... cada vez mais ousado, até que chegou ao centro da paixão, onde primeiro por cima, mas depois mais fundo, começou a me colocar nas nuvens, desejando que continuasse e não parasse.
Instintivamente, busquei com minha mão o pau dele, abaixando o zíper para me deparar com uma bela rola branca, que comecei a manusear com minhas mãos. Me aproximei do pau dele e dei um beijo, ele estava fervendo de tão quente, as veias pareciam explodir. Levei à boca e comecei a chupar. Piero segurou minha cabeça e apertou contra as bolas dele, eu sentia na garganta a pulsação daquela joia que logo saciaria minha fome de sexo…
Já nessa situação, não aguentava mais e queria desesperadamente que me penetrasse. Eu estava há quase três meses sem transar e ardia de desejo, vontade, tesão, prazer reprimido. O pau dele estava uma delícia e eu falei pra ele…
Ele me levantou no colo e me levou pra cama onde, horas antes, meu marido tinha dormido comigo. Me deitou lá, me despindo devagar, pra depois me penetrar com aquela rola magnífica. Aproveitei cada centímetro que entrava até chegar no fundo, onde ficou uns segundos, e então começou a bombada clássica, que rapidamente me deixou muito excitada, já que era a primeira vez que traía meu marido. Mas, sinceramente, não estava sendo difícil lidar com essa culpa; na verdade, me excitava ainda mais pensar nisso.
Ficamos assim um tempo, primeiro ele por cima, depois eu, depois de quatro, até que ele não aguentou mais e gozou dentro de mim.
Estávamos recuperando o fôlego quando o telefone tocou. Era meu marido me ligando pra dizer que não chegaria até o dia seguinte porque tinham decidido fazer uns reparos. Eu respondia quase absorta, porque Piero tinha começado a beijar meu clitóris e estava me excitando de novo, além de apertar meus peitos com as mãos, que delícia!
Encerrei a conversa com meu marido bem na hora, quase a tempo de ter outro orgasmo delicioso que ele tinha me provocado com a brincadeira. com o meu clitóris.
Depois dessa trepada, a gente combinou de sair pra passear a cavalo de tarde nos campos da fazenda. E no final, já quase escurecendo, fomos pro apartamento dele, onde a gente teve mais uma sessão incrível de sexo selvagem e sem compromisso, mas isso eu conto em outra história.
Se vocês gostaram do meu relato, espero os comentários de vocês.
Me chamo Mônica e tenho 40 anos. Sem ser uma beleza extraordinária, gosto de me cuidar fazendo ioga e comendo saudável. Sou uma mulher mediana, com um belo quadril e pernas (é o que os homens mais olham em mim) e seios que, sem serem muito grandes, são agradáveis pro meu porte. Por causa do trabalho, meu marido passa muito tempo fora de casa, já que trabalha pra uma multinacional, então vivo meio carente no lado sexual. Por isso, busquei umas alternativas (algumas certas, outras nem tanto) pra aliviar o tesão que a gente, mulher, sente de vez em quando. Faz uns 8 anos que meu marido trabalha na empresa, e já traí ele várias vezes, mas sempre na maior discrição, porque tenho que cuidar da minha imagem perante a sociedade.
A primeira vez foi numa viagem de trabalho e lazer, onde convidaram vários funcionários como ele pra passar um fim de semana num hotel fazenda. Esse hotel ficava nos arredores de uma cidade perto da nossa, então deixei as crianças com meus sogros e fomos eu e meu marido.
No jantar de recepção, pra minha surpresa, não tinha muitas esposas, e as poucas que tinham pareciam umas senhoras muito engomadas, sem chance de puxar papo com elas. A gente tava nessa quando meu marido me apresentou a um dos principais acionistas da multinacional e também mentor dele, Piero, um italiano solteirão muito gostoso de 45 anos, que era grande amigo do meu marido.
No meio da festa, Piero disse pro meu marido que queria que ele e mais dois engenheiros fossem conhecer os avanços da nova fábrica, que ficava a 60 km de onde a gente tava. O motorista do Piero levaria eles no dia seguinte. seguinte. Durante a noite agradável, Piero não perdia a oportunidade de olhar com detalhe e certo descaramento meus atributos femininos, isso sim, cuidando pra que meu marido não visse. Ele me paquerava discretamente e me dizia muitos elogios gostosos, o que começou a me deixar com tesão. Lá pelas 2 da manhã, decidi me retirar com meu esposo, que já estava meio bêbado. Fomos pro quarto e eu, toda excitada, queria pelo menos uma rapidinha, mas nada, o filho da puta apagou.
Na manhã seguinte, bateram na porta às 7 da manhã dizendo que já estavam esperando ele pra ir embora. Com mais sono que consciência, ele se levantou, se vestiu e foi embora, falando que voltaria à noite ou no domingo de manhã. Eu fiquei, como muitas outras vezes, morrendo de vontade de sentir meu corpo explodir de prazer, parecia que seria mais um dia de frustração.
Umas hora depois, bateram na minha porta. Com o roupão meio aberto, fui abrir pensando que era o café da manhã, mas qual foi minha surpresa: era Piero com o carrinho do café. Por educação, convidei ele pra entrar, dizendo que era uma surpresa, e ele respondeu: “surpresos são os olhos felizes que a veem”, sempre tão cavalheiro, Piero. Começamos a tomar café e eu, pra ser sincera, estava meio nervosa porque tava morrendo de vontade de ter uma relação íntima. Ali estava um homem bonito que eu até gostava, mas me sentia meio culpada, enfim.
Tomamos café, o tempo passou voando conversando com ele sobre várias coisas: família, filhos, meu marido, e aos poucos o papo foi ficando mais íntimo. Ele entendia meus pontos de vista e parecia quase adivinhar o quanto minha situação como mulher era difícil. Com o passar dos minutos, a conversa foi derivando pra assuntos mais quentes: relações sexuais, a frequência delas, a qualidade, etc., e ele se aproximando.
Eu, já muito excitada, me deixei levar quando, inesperadamente, ele me beijou na boca e começou a acariciar meus braços, minhas pernas, meus peitos... cada vez mais ousado, até que chegou ao centro da paixão, onde primeiro por cima, mas depois mais fundo, começou a me colocar nas nuvens, desejando que continuasse e não parasse.
Instintivamente, busquei com minha mão o pau dele, abaixando o zíper para me deparar com uma bela rola branca, que comecei a manusear com minhas mãos. Me aproximei do pau dele e dei um beijo, ele estava fervendo de tão quente, as veias pareciam explodir. Levei à boca e comecei a chupar. Piero segurou minha cabeça e apertou contra as bolas dele, eu sentia na garganta a pulsação daquela joia que logo saciaria minha fome de sexo…
Já nessa situação, não aguentava mais e queria desesperadamente que me penetrasse. Eu estava há quase três meses sem transar e ardia de desejo, vontade, tesão, prazer reprimido. O pau dele estava uma delícia e eu falei pra ele…
Ele me levantou no colo e me levou pra cama onde, horas antes, meu marido tinha dormido comigo. Me deitou lá, me despindo devagar, pra depois me penetrar com aquela rola magnífica. Aproveitei cada centímetro que entrava até chegar no fundo, onde ficou uns segundos, e então começou a bombada clássica, que rapidamente me deixou muito excitada, já que era a primeira vez que traía meu marido. Mas, sinceramente, não estava sendo difícil lidar com essa culpa; na verdade, me excitava ainda mais pensar nisso.
Ficamos assim um tempo, primeiro ele por cima, depois eu, depois de quatro, até que ele não aguentou mais e gozou dentro de mim.
Estávamos recuperando o fôlego quando o telefone tocou. Era meu marido me ligando pra dizer que não chegaria até o dia seguinte porque tinham decidido fazer uns reparos. Eu respondia quase absorta, porque Piero tinha começado a beijar meu clitóris e estava me excitando de novo, além de apertar meus peitos com as mãos, que delícia!
Encerrei a conversa com meu marido bem na hora, quase a tempo de ter outro orgasmo delicioso que ele tinha me provocado com a brincadeira. com o meu clitóris.
Depois dessa trepada, a gente combinou de sair pra passear a cavalo de tarde nos campos da fazenda. E no final, já quase escurecendo, fomos pro apartamento dele, onde a gente teve mais uma sessão incrível de sexo selvagem e sem compromisso, mas isso eu conto em outra história.
Se vocês gostaram do meu relato, espero os comentários de vocês.
11 comentários - Mujer puta, pero poco atendida-(Relatos)
Podrias haber sido un poco mas explicita , y detallista el el acto..como lo disfrutaste, que sabores recordas, u olores te ambriagan!!!
Mori de risa con la parte de "pero nada el muy cabrón se quedó dormido. "
😉
Saludos