Vou ser sincera, não ia escrever esse relato, não. Por causa de uns comentários ruins que teve no meu post anterior, fiquei me perguntando se valia a pena fazer isso, porque eu não escrevo só pra contar como me comem, também quero contar quando coisas ruins acontecem comigo, não só as boas. Achava que, se vocês curtiam ler como eu me acabo de prazer quando me comem, pensei que quando não fosse assim e eu tivesse algum problema, vocês saberiam me aconselhar como qualquer bom amigo... infelizmente não foi bem assim. Mas depois comecei a receber mensagens de apoio e de gente que realmente entendeu o que eu tava passando e soube me aconselhar do jeito certo. Pra todos vocês, mil obrigadas, e é por causa deles que volto a escrever. Beijões pra quem soube me entender, especialmente pro "abedulabedu" e pro "drsexrg". Eles entenderam que eu tenho só 23 anos e não sou uma gostosa experiente que sabe de tudo. Raúl é meu primeiro amante de verdade, ou era. Com os outros foi só sexo e nada mais, mas com ele eu quero tudo, mesmo já tendo entendido que não posso ter nada. De novo, beijões e obrigada por estarem aqui.Meu computador fodeu. Tava à toa em casa uma tarde e resolvi ver pornô. Entrei num monte de sites, daqueles que têm vídeos pra assistir online, tava vendo um em que um preto de dois metros e pouco arrebentava o cu de uma loira que devia ter a metade do tamanho, era impressionante, principalmente pela pica do preto, nunca vi uma assim, quer dizer, na vida real não, porque em vídeo sim, mas ao vivo e a cores nunca, não sei quanto media, mas mais de vinte centímetros com certeza, talvez até vinte e cinco, e o mais incrível é que na gostosa entrava toda, fiquei me perguntando se também entraria em mim quando começaram a abrir um monte de janelas, o vídeo fechou e não consegui mais achar. A partir daí comecei a ter problemas, então decidi levar num técnico, porque não curtia muito a ideia de ficar sem poder entrar no e-mail, no Facebook e principalmente no Poringa. Liguei pro técnico, um que já tinha anotado fazia tempo, pra garantir, e expliquei meu problema, ele disse pra levar pra dar uma olhada, mas aí comecei a falar que não tinha tempo, que era muito chato levar, isso e aquilo, no fim ele disse que a visita em casa tinha uma taxa extra. Falei que não importava, que se me livrasse de ter que levar pra ele, pagaria com gosto. Combinamos que ele viria no dia seguinte, que era sábado, e eu estaria em casa.
Ele chegou umas dez da manhã. Um cara legal, quarentão, quase careca, nada demais. Levei ele até meu quarto, onde fica o computador, enquanto ia dando mais detalhes sobre o problema. Óbvio que não falei que tava vendo pornô, só disse que tava estudando quando aconteceu o que aconteceu. Ele sentou na frente do computador, abriu a internet, começou a digitar e viu com os próprios olhos as janelas abrindo e fechando.
— Tá vendo? É isso que acontece toda vez que entro na internet — falei.
Ele abriu algumas abas, reviso, vai saber o que, e então… todas as páginas pornô que eu tava vendo começaram a abrir uma por uma quando o problema apareceu. Fiquei vermelha de vergonha. Não queria passar por punheteira, mas a prova tava ali. Toda a evidência tava contra mim e eu não tinha defesa nenhuma.
— Então você tava estudando — ele sorriu.
— Eh… eh… — não soube o que dizer.
— Imagino que deve estar estudando pra atriz pornô — respondeu, virando-se e me olhando com um tom de deboche.
Não sabia onde me enfiar, queria que a terra me engolisse. Por sorte, além daquela zoação inicial, logo ele começou a ser compreensivo comigo.
— Não se preocupa, é mais normal do que parece — ele disse, e logo emendou: — Pena que você gosta de caras jovens.
Enquanto ele continuava no dele, tentando detectar o vírus que tinha invadido meu PC, fiquei olhando pra ele, pensando que… talvez… quem sabe.
— Bom, na verdade eu gosto de coroas, só que não achei nenhum site — falei de repente.
— Pra coroa você não precisa de site nenhum, pra isso tem eu aqui ao vivo e a cores — ele disse, acariciando meu braço — Além disso, poderia deixar o computador zerado sem cobrar nada.
Pensei rapidinho. Então falei:
— Preciso ir ver minha avó, já volto.
— Peraí — ele me segurou pelo braço — Você não vai chamar a polícia ou algum vizinho pra me tirar da sua casa, vai? Se não quiser, é só falar não e a gente finge que não aconteceu nada.
— Só vou ver minha avó, juro, não quero que ela chegue e me pegue no ato, cê não acha? — garanti.
Ele ficou chocado ao me ouvir, soltando meu braço na hora pra eu ir fazer o que falei. Saí do quarto e fui ver minha avó. A coitada tava dormindo tranquilamente, então voltei pro técnico, trancando a porta com chave ao entrar.
— Ela tá dormindo, então não vai nos atrapalhar — falei.
— É sério que vamos… trepar? — ele perguntou quase incrédulo.
— Por —Claro, foi exatamente isso que você me pediu, né? — respondi.
—Sim, claro, é que de mil, só uma aceita na lata assim — ele disse.
—Então eu sou essa uma — sorri enquanto me aproximava dele.
—Deixa eu ligar o antivírus e a gente esquece o computador por um bom tempo — ele falou.
Ele rodou o tal antivírus e então virou pra mim. Na mesma hora, me joguei de joelhos na frente dele, me enfiei entre as pernas dele e comecei a esfregar o volume que ele exibia por baixo da braguilha.
—Os mais velhos me parecem bem mais interessantes que os caras da minha idade — eu dizia enquanto acariciava e desenhava com os dedos o contorno daquela ereção bruta — Eles têm mais experiência, e isso é muito importante pra uma garota como eu, que tá começando a aprender as coisas da vida.
Eu umedecia os lábios com a língua enquanto falava, sem parar de acariciar a braguilha dele, esfregando cada vez mais forte, sentindo aquela tensão que se acumulava numa forma tentadora pra caralho. Foi aí que decidi que o mais certo era liberar toda aquela energia, então desabotoei a calça dele, abaixei o zíper, meti a mão dentro da braguilha, peguei o pedaço dele por dentro da cueca e puxei pra fora. A pica inchou na minha mão, alcançando um tamanho que transbordava meus dedos. Na hora, me inclinei sobre ela e comecei a lamber, passava a língua em volta da cabeça, saboreando aquela maciez que ficava cada vez mais vermelha. Então abri a boca e comecei a chupar, um pedaço maior a cada vez, sugando com toda a força, sentindo o gosto se espalhar pelo meu paladar inteiro. Aquele gosto de pica, de homem, de macho quente que me fascina tanto. Comecei a chupar com toda a vontade, engolindo ela inteira, fazendo a cabeça ficar cada vez mais molhada. De olhos fechados e todos os sentidos focados nessa tarefa tão nobre, eu engolia a pica toda do técnico, pedaço por pedaço, me deliciando sem hesitar com o que aquilo representava. Um manjar excepcional pros meus lábios.
– Mmmmm… que bela pica você tem… adoro chupar ela… cê gosta do jeito que tô chupando? – eu dizia, levantando a cabeça de vez em quando, me lambendo gostoso, e depois voltava a enfiar ela até o fundo da minha garganta.
– Sim, mamãe… gosto… você chupadire direitinho… mas não fala, continua chupando que cê manda bem pra caralho! – ele dizia entre suspiros, totalmente entregue à voracidade da minha boquinha.
Depois de chupar bem chupado, e deixar ele duro igual pedra, eu levantei e fiquei pelada. Com uma ereção das brabas, o técnico veio atrás de mim e começou a me beijar enquanto passava a mão em tudo que era lugar. Bom, beijar é modo de dizer, porque o que ele fazia era enfiar a língua na minha boca e chupar meus lábios. Com ele praticamente em cima de mim, eu me deitei de costas na cama e comecei a devolver os beijos, ou o que quer que fosse, enquanto pegava na pica dele e sacudia ela ritmado.
Tava dura… quente… pulsando… grudenta.
Ele chupou minha buceta por um tempo, me fazendo ver estrela toda vez que enfiava a língua bem fundo, e depois se preparou pra meter. Eu já tava de pernas abertas, ele com a pica bem dura, só faltava a aproximação e a metida na hora, mas aí…
– Pera, cê não vai colocar camisinha? – perguntei de repente.
Sem namorado e sem amante, eu tinha parado de me cuidar, então esperava que pelo menos ele se cuidasse. Foi aí que ele percebeu uma coisa que não tinha notado: não tinha camisinha.
– Cê não tem? – ele perguntou como se eu fosse a grande puta que mete todo mundo na cama dela.
– Não! Não tenho – exclamei – Se minha mãe achar uma camisinha, ela me enche de porrada – falei.
– Ah, e agora? – ele lamentou.
– Ué, vai ter que me comer pelo cu – sugeri como solução.
– Sim, tanto faz – ele concordou animado.
Na hora, virei e fiquei de quatro, levantando bem a raba pra ele. Sem demora, ele agarrou minhas nádegas com as mãos, ele apertou, esfregou e separou, revelando em todo seu esplendor o buraco traseiro. Devo admitir que não esperava, mas ele chupou com muita vontade. Não são muitos os caras que topam chupar seu cu, com a buceta não tem problema, é o mais aceito, mas o cuzinho já é mais delicado. E ele enfiava até a língua, fazendo meu furinho se abrir igual uma flor. Claro que depois das primeiras enculadas, o sexo anal não é mais problema, pelo contrário, às vezes, dependendo das circunstâncias, até é melhor levar por trás do que pela frente, e essa era uma delas: se eu não quisesse correr o risco de engravidar de um desconhecido, o cu era a melhor opção pra não ficarmos na vontade. Também dá pra resolver com sexo oral, mas se não meter não é sexo, pelo menos é o que eu acho.
Mas bem, continuando com o que a gente tava, ele chupou minha raba com uma puta vontade, abrindo ela de par em par, e depois começou a sondar com a ponta da pica. Senti o calor excitante da cabeça assim que encostou na entrada. Eu ficava em silêncio, suspirando leve, mordendo o lábio de baixo, esperando o momento supremo da penetração. Esse instante antes é tipo uma experiência religiosa pra mim, podem me foder mil vezes, mas é sempre diferente, sempre tem algo único. E essa também seria… senti desde o momento em que ele começou a pressionar pra dentro, meu cu se abriu sem problemas diante do avanço vigoroso da virilidade dele, me ajeitei melhor com os cotovelos e empinei ainda mais a raba, sentindo a carne dele avançando pela minha.
— Ahhhhhhhhhh…! — meu suspiro excitado ecoou pelo quarto inteiro, até minha avó deve ter ouvido.
O técnico avançou quase até a metade, ficou um tempinho ali, suspirando também, e com mais uma enfiada mandou ela toda pra dentro. bem até o fundo. Ela se agarrou então bem das minhas cadeiras e começou um vai e vem devastador, até que em algum momento meio que parou e acelerou as investidas, metendo bem forte, como se quisesse tirar pelo outro lado. Eu não aguentei por muito tempo e desabei na cama, ele caiu sobre mim, com o pau bem enfiado no meu buraquinho... bah, buracão, e continuou se movendo enquanto eu enfiava uma mão entre minhas pernas e começava a me masturbar no ritmo das estocadas dele.
- Que buceta gostosa você tem, garota! - o técnico sussurrava no meu ouvido, sem parar de meter bem fundo, o mais profundo que conseguia.
Ele enfiava e tirava todo aquele pedaço duro e quente de carne que revirava minhas tripas por dentro. Metia cada vez mais forte, uma, duas, mil vezes, me comia duro e firme, me arrebentava a cada enfiada, e mesmo que causasse um pouco de dor, o prazer era muito mais intenso do que qualquer outro incômodo. Além disso, sem dor não há prazer, né? Um precisa do outro para se diferenciar.
Depois de um bom tempo, o técnico virou para o lado esquerdo, me arrastando junto, e começou de novo aquelas penetrações agressivas que me faziam gozar tanto. Primeiro levantava uma perna minha e metia, forte e sem parar, depois abaixava, juntando com a outra, e continuava metendo, igualmente forte, fazendo minhas nádegas estremecerem a cada enfiada.
Nessa altura, eu já tinha gozado duas vezes seguidas e estava indo para a terceira, tinha as coxas encharcadas com o fluxo que saía da minha buceta, fluxo que ele juntava com os dedos e levava à boca, saboreando com muito deleite.
- Garota... já vou gozar... quero acabar nos seus peitos! - ele disse entre suspiros excitados.
Claro que não me opus. Então, quando ele já estava quase lá, tirou o pau, eu me virei de costas na cama, juntei meus peitos com as mãos e os ofereci para ele banhar de porra. Ele se ajoelhou ao meu lado, segurou o Peguei no pau dele com uma mão e comecei a esfregar, até que ele espirrou uns jatos quentinhos e deliciosos nos meus peitos. Quando não tinha mais nada pra soltar, ele esfregou a cabeça do pau nos meus mamilos, espalhando o que tinha gozado por toda a pele dos meus seios, deixando eles completamente cobertos de esperma. Depois disso, ele desabou do meu lado, suspirando tranquilo.
— Que puta gostosa, hein… tem o cuzinho bem aberto, devem te comer por ali direto! — ele falou.
— Não tanto quanto eu gostaria — respondi.
— Aqui tem um servidor, pra quando você quiser — ele se ofereceu.
— Beleza, mas agora você tem que ir porque minha mãe chega a qualquer hora e se ela nos pegar, a gente acaba na delegacia — falei.
Ele se levantou na hora, se vestiu do jeito que tava, sem se lavar, e depois de dar uma olhada no computador, me disse que de agora em diante não teria mais problema.
— Mesmo assim, qualquer coisa me liga — ele avisou.
— Pode ter certeza que vou te ligar — garanti.
Acompanhei ele até a porta e a gente se despediu com um beijinho, “até a próxima”. Voltei pro meu quarto e a primeira coisa que fiz foi checar a página do P!, e lá estavam os comentários negativos do meu último post, que foi mais um desabafo, uma espécie de catarse sobre algo que me supera, por isso hesitei em escrever o que tinha rolado com o técnico, mas enfim, já expliquei isso lá em cima. Beijões pra todos.
Ele chegou umas dez da manhã. Um cara legal, quarentão, quase careca, nada demais. Levei ele até meu quarto, onde fica o computador, enquanto ia dando mais detalhes sobre o problema. Óbvio que não falei que tava vendo pornô, só disse que tava estudando quando aconteceu o que aconteceu. Ele sentou na frente do computador, abriu a internet, começou a digitar e viu com os próprios olhos as janelas abrindo e fechando.
— Tá vendo? É isso que acontece toda vez que entro na internet — falei.
Ele abriu algumas abas, reviso, vai saber o que, e então… todas as páginas pornô que eu tava vendo começaram a abrir uma por uma quando o problema apareceu. Fiquei vermelha de vergonha. Não queria passar por punheteira, mas a prova tava ali. Toda a evidência tava contra mim e eu não tinha defesa nenhuma.
— Então você tava estudando — ele sorriu.
— Eh… eh… — não soube o que dizer.
— Imagino que deve estar estudando pra atriz pornô — respondeu, virando-se e me olhando com um tom de deboche.
Não sabia onde me enfiar, queria que a terra me engolisse. Por sorte, além daquela zoação inicial, logo ele começou a ser compreensivo comigo.
— Não se preocupa, é mais normal do que parece — ele disse, e logo emendou: — Pena que você gosta de caras jovens.
Enquanto ele continuava no dele, tentando detectar o vírus que tinha invadido meu PC, fiquei olhando pra ele, pensando que… talvez… quem sabe.
— Bom, na verdade eu gosto de coroas, só que não achei nenhum site — falei de repente.
— Pra coroa você não precisa de site nenhum, pra isso tem eu aqui ao vivo e a cores — ele disse, acariciando meu braço — Além disso, poderia deixar o computador zerado sem cobrar nada.
Pensei rapidinho. Então falei:
— Preciso ir ver minha avó, já volto.
— Peraí — ele me segurou pelo braço — Você não vai chamar a polícia ou algum vizinho pra me tirar da sua casa, vai? Se não quiser, é só falar não e a gente finge que não aconteceu nada.
— Só vou ver minha avó, juro, não quero que ela chegue e me pegue no ato, cê não acha? — garanti.
Ele ficou chocado ao me ouvir, soltando meu braço na hora pra eu ir fazer o que falei. Saí do quarto e fui ver minha avó. A coitada tava dormindo tranquilamente, então voltei pro técnico, trancando a porta com chave ao entrar.
— Ela tá dormindo, então não vai nos atrapalhar — falei.
— É sério que vamos… trepar? — ele perguntou quase incrédulo.
— Por —Claro, foi exatamente isso que você me pediu, né? — respondi.
—Sim, claro, é que de mil, só uma aceita na lata assim — ele disse.
—Então eu sou essa uma — sorri enquanto me aproximava dele.
—Deixa eu ligar o antivírus e a gente esquece o computador por um bom tempo — ele falou.
Ele rodou o tal antivírus e então virou pra mim. Na mesma hora, me joguei de joelhos na frente dele, me enfiei entre as pernas dele e comecei a esfregar o volume que ele exibia por baixo da braguilha.
—Os mais velhos me parecem bem mais interessantes que os caras da minha idade — eu dizia enquanto acariciava e desenhava com os dedos o contorno daquela ereção bruta — Eles têm mais experiência, e isso é muito importante pra uma garota como eu, que tá começando a aprender as coisas da vida.
Eu umedecia os lábios com a língua enquanto falava, sem parar de acariciar a braguilha dele, esfregando cada vez mais forte, sentindo aquela tensão que se acumulava numa forma tentadora pra caralho. Foi aí que decidi que o mais certo era liberar toda aquela energia, então desabotoei a calça dele, abaixei o zíper, meti a mão dentro da braguilha, peguei o pedaço dele por dentro da cueca e puxei pra fora. A pica inchou na minha mão, alcançando um tamanho que transbordava meus dedos. Na hora, me inclinei sobre ela e comecei a lamber, passava a língua em volta da cabeça, saboreando aquela maciez que ficava cada vez mais vermelha. Então abri a boca e comecei a chupar, um pedaço maior a cada vez, sugando com toda a força, sentindo o gosto se espalhar pelo meu paladar inteiro. Aquele gosto de pica, de homem, de macho quente que me fascina tanto. Comecei a chupar com toda a vontade, engolindo ela inteira, fazendo a cabeça ficar cada vez mais molhada. De olhos fechados e todos os sentidos focados nessa tarefa tão nobre, eu engolia a pica toda do técnico, pedaço por pedaço, me deliciando sem hesitar com o que aquilo representava. Um manjar excepcional pros meus lábios.
– Mmmmm… que bela pica você tem… adoro chupar ela… cê gosta do jeito que tô chupando? – eu dizia, levantando a cabeça de vez em quando, me lambendo gostoso, e depois voltava a enfiar ela até o fundo da minha garganta.
– Sim, mamãe… gosto… você chupadire direitinho… mas não fala, continua chupando que cê manda bem pra caralho! – ele dizia entre suspiros, totalmente entregue à voracidade da minha boquinha.
Depois de chupar bem chupado, e deixar ele duro igual pedra, eu levantei e fiquei pelada. Com uma ereção das brabas, o técnico veio atrás de mim e começou a me beijar enquanto passava a mão em tudo que era lugar. Bom, beijar é modo de dizer, porque o que ele fazia era enfiar a língua na minha boca e chupar meus lábios. Com ele praticamente em cima de mim, eu me deitei de costas na cama e comecei a devolver os beijos, ou o que quer que fosse, enquanto pegava na pica dele e sacudia ela ritmado.
Tava dura… quente… pulsando… grudenta.
Ele chupou minha buceta por um tempo, me fazendo ver estrela toda vez que enfiava a língua bem fundo, e depois se preparou pra meter. Eu já tava de pernas abertas, ele com a pica bem dura, só faltava a aproximação e a metida na hora, mas aí…
– Pera, cê não vai colocar camisinha? – perguntei de repente.
Sem namorado e sem amante, eu tinha parado de me cuidar, então esperava que pelo menos ele se cuidasse. Foi aí que ele percebeu uma coisa que não tinha notado: não tinha camisinha.
– Cê não tem? – ele perguntou como se eu fosse a grande puta que mete todo mundo na cama dela.
– Não! Não tenho – exclamei – Se minha mãe achar uma camisinha, ela me enche de porrada – falei.
– Ah, e agora? – ele lamentou.
– Ué, vai ter que me comer pelo cu – sugeri como solução.
– Sim, tanto faz – ele concordou animado.
Na hora, virei e fiquei de quatro, levantando bem a raba pra ele. Sem demora, ele agarrou minhas nádegas com as mãos, ele apertou, esfregou e separou, revelando em todo seu esplendor o buraco traseiro. Devo admitir que não esperava, mas ele chupou com muita vontade. Não são muitos os caras que topam chupar seu cu, com a buceta não tem problema, é o mais aceito, mas o cuzinho já é mais delicado. E ele enfiava até a língua, fazendo meu furinho se abrir igual uma flor. Claro que depois das primeiras enculadas, o sexo anal não é mais problema, pelo contrário, às vezes, dependendo das circunstâncias, até é melhor levar por trás do que pela frente, e essa era uma delas: se eu não quisesse correr o risco de engravidar de um desconhecido, o cu era a melhor opção pra não ficarmos na vontade. Também dá pra resolver com sexo oral, mas se não meter não é sexo, pelo menos é o que eu acho.
Mas bem, continuando com o que a gente tava, ele chupou minha raba com uma puta vontade, abrindo ela de par em par, e depois começou a sondar com a ponta da pica. Senti o calor excitante da cabeça assim que encostou na entrada. Eu ficava em silêncio, suspirando leve, mordendo o lábio de baixo, esperando o momento supremo da penetração. Esse instante antes é tipo uma experiência religiosa pra mim, podem me foder mil vezes, mas é sempre diferente, sempre tem algo único. E essa também seria… senti desde o momento em que ele começou a pressionar pra dentro, meu cu se abriu sem problemas diante do avanço vigoroso da virilidade dele, me ajeitei melhor com os cotovelos e empinei ainda mais a raba, sentindo a carne dele avançando pela minha.
— Ahhhhhhhhhh…! — meu suspiro excitado ecoou pelo quarto inteiro, até minha avó deve ter ouvido.
O técnico avançou quase até a metade, ficou um tempinho ali, suspirando também, e com mais uma enfiada mandou ela toda pra dentro. bem até o fundo. Ela se agarrou então bem das minhas cadeiras e começou um vai e vem devastador, até que em algum momento meio que parou e acelerou as investidas, metendo bem forte, como se quisesse tirar pelo outro lado. Eu não aguentei por muito tempo e desabei na cama, ele caiu sobre mim, com o pau bem enfiado no meu buraquinho... bah, buracão, e continuou se movendo enquanto eu enfiava uma mão entre minhas pernas e começava a me masturbar no ritmo das estocadas dele.
- Que buceta gostosa você tem, garota! - o técnico sussurrava no meu ouvido, sem parar de meter bem fundo, o mais profundo que conseguia.
Ele enfiava e tirava todo aquele pedaço duro e quente de carne que revirava minhas tripas por dentro. Metia cada vez mais forte, uma, duas, mil vezes, me comia duro e firme, me arrebentava a cada enfiada, e mesmo que causasse um pouco de dor, o prazer era muito mais intenso do que qualquer outro incômodo. Além disso, sem dor não há prazer, né? Um precisa do outro para se diferenciar.
Depois de um bom tempo, o técnico virou para o lado esquerdo, me arrastando junto, e começou de novo aquelas penetrações agressivas que me faziam gozar tanto. Primeiro levantava uma perna minha e metia, forte e sem parar, depois abaixava, juntando com a outra, e continuava metendo, igualmente forte, fazendo minhas nádegas estremecerem a cada enfiada.
Nessa altura, eu já tinha gozado duas vezes seguidas e estava indo para a terceira, tinha as coxas encharcadas com o fluxo que saía da minha buceta, fluxo que ele juntava com os dedos e levava à boca, saboreando com muito deleite.
- Garota... já vou gozar... quero acabar nos seus peitos! - ele disse entre suspiros excitados.
Claro que não me opus. Então, quando ele já estava quase lá, tirou o pau, eu me virei de costas na cama, juntei meus peitos com as mãos e os ofereci para ele banhar de porra. Ele se ajoelhou ao meu lado, segurou o Peguei no pau dele com uma mão e comecei a esfregar, até que ele espirrou uns jatos quentinhos e deliciosos nos meus peitos. Quando não tinha mais nada pra soltar, ele esfregou a cabeça do pau nos meus mamilos, espalhando o que tinha gozado por toda a pele dos meus seios, deixando eles completamente cobertos de esperma. Depois disso, ele desabou do meu lado, suspirando tranquilo.
— Que puta gostosa, hein… tem o cuzinho bem aberto, devem te comer por ali direto! — ele falou.
— Não tanto quanto eu gostaria — respondi.
— Aqui tem um servidor, pra quando você quiser — ele se ofereceu.
— Beleza, mas agora você tem que ir porque minha mãe chega a qualquer hora e se ela nos pegar, a gente acaba na delegacia — falei.
Ele se levantou na hora, se vestiu do jeito que tava, sem se lavar, e depois de dar uma olhada no computador, me disse que de agora em diante não teria mais problema.
— Mesmo assim, qualquer coisa me liga — ele avisou.
— Pode ter certeza que vou te ligar — garanti.
Acompanhei ele até a porta e a gente se despediu com um beijinho, “até a próxima”. Voltei pro meu quarto e a primeira coisa que fiz foi checar a página do P!, e lá estavam os comentários negativos do meu último post, que foi mais um desabafo, uma espécie de catarse sobre algo que me supera, por isso hesitei em escrever o que tinha rolado com o técnico, mas enfim, já expliquei isso lá em cima. Beijões pra todos.
30 comentários - O técnico gostoso do PC
MUY BUENOS TUS RELATOS GRACIAS 😉 😉 😉 😉 😉 😉
reaparezco después de un tiempo de ausencia y me encuentro con esta historia tuya que me pone al remango 🤤 🤤
¿te bardearon en un post anterior? no les des bola, sabés que los que te bancamos a muerte somos más que un par de pajeros que no tienen nada mejor que hacer que envidiarte bebé.
Yo te sigo y me recontra hago la cabeza con vos. Soy tu fan número 1, no lo olvides 🙂
muchas gracias por tus aportes, y te estoy siquiendo asi que espero muchas historias mas.
MUY BUENO EL RELATO GISE. LA VERDAD CCOMO DICE ALE NO LE DES BOLA A LOS COMENTARIOS NEGATIVOS.
TE QUIEREN CAGAR PERO NO LES DES CON EL GUSTO. SALUDOS Y SUERTE 😉 😉
jajaja... a mi tambien nunca me habia pasado, pero siempre hay una primera vez, ¿no?
sos hermosa y calentona....ojala mas mujeres fueran como vos 😀
AQUI ESTAMOS AL PIE DEL CAÑON, PARA LO QUE SEA...
TE DEBO PUNTINES, PERO EN LA SEMANA TE LOS DEJO..
BESOS
yo tambien se tecnico si keres llamame ;S;S
Ojala que se arregle todo con Raul o en su caso, que encuentres a alguien mejor que el, como amante o novio
te dejo mis +10 y siempre estare para leer y comentar tus post
Y gracias por mantener mis fantasia intactas
Saludos
Cero bola la gilada y gracias por compartir tus relatos. volvere con los correspondientes puntines y espero el proximo relato
huuu como me calento tu relato ademas estas terrible esas tetas q tenes pfff la paja que me hice leyendo esto