Bom, pessoal, acho que essa vai ser minha última história, porque tô sentindo que já enchi um pouco o saco de vocês. Espero que tenham gostado dos meus relatos, não me considero um comedor, mas o bom é que depois de tanto tempo na seca, as coisas deram uma virada inesperada, e o que vou contar agora foi... a coisa mais louca que já fiz com uma gostosa por vários motivos. Então, aqui vou eu, espero que tenham paciência e peço pra não entediar vocês. Como o que aconteceu é meio longo, me perdoem, e sei que prometi não fazer isso, mas vou ter que postar isso em umas 3 partes. E se não gostarem, me avisem que paro de encher o saco com minhas histórias.
As coisas no escritório tinham complicado um pouco, mas o bom é que consegui contar pra mendocina sobre minha noitinha com a religiosa. Ela ficou feliz por mim e deixou claro que gostava de transar comigo e que só queria isso, nada mais de mim nem de nenhum homem com quem tava saindo.
A que tinha aliviado um pouco na parada de querer algo sério era a quarentona, a gostosa aos poucos tinha pegado gosto por ficar comigo e com outros caras.
A religiosa, por outro lado, tava começando a se apegar a mim, até colocou meu número como gratuito no celular dela e, às vezes, à noite me ligava e a gente passava horas conversando, e quando combinava de ir pra casa, era horas se chupando... a safada não me deixava comer ela, não que me incomodasse como ela me chupava, a gostosa era uma deusa nisso, mas eu, de tarado, queria mais, cê me entende?
Uma tarde de inverno, tive que subir pro sótão pra organizar pastas, e a mendocina foi comigo. O lugar era meio pequeno e mal iluminado, não importava a hora. A mendocina aproveitava cada momento pra me pegar, e óbvio que eu não ficava atrás. A gente mexeu nas pastas por uma hora inteira e formou uma pilha que já chegava no meu umbigo – "a gente fez merda" – falei, e completei – "colocamos na pilha pastas que não eram pra estar ali." – "Deixa eu ver" – disse a mendocina, e se ajoelhou pra olhar os rótulos, mas na hora me olhou Sussurro –quero pica- eu abaixo o zíper e tiro minha pica pela lateral da cueca, senti a umidade e a textura da língua dela passando pela minha cabecinha e a pica começou a endurecer –como eu gosto de chupar você, que boquete foda vou te dar- ela murmurou.
Depois de 5 minutos, a cabeça da chefa apareceu na fresta do mezanino e me viu atrás das pastas, rapidamente apoiei uma das mãos na testa da mendocina pra ela parar de me chupar, e como desconfiasse, a safada começou a chupar com mais força e ainda colocou a mão nos meus ovos, me chupava, lambia e apertava minha pica com os dentes.
–“Fulano” não está aqui?–
–Acho que foi comprar cigarro– falei com a voz meio trêmula
–Tá acontecendo algo?– perguntou minha chefa, minha voz saiu estranha porque eu sentia o orgasmo chegando
–O ar aqui tá viciado–
–Tá bem, se você ver ele, avisa pra ele ir na minha sala e quando der seu horário de ir embora, vem aqui que quero falar umas coisas sobre os livros de IVA.–
A chefa desceu e eu gozei segurando a vontade de gritar, a mendocina não tirou a boca, engoliu toda a porra, esperou um pouco e quando escorreu mais um pouco, pegou com a língua –tudo pra mim sozinha– disse, depois levou a mão até a base da minha pica, fez pressão e arrastou a mão até a cabeça, saiu mais um pouco de porra e ela pegou de novo com a língua –viu, promíscuo, tô te ordenhando– disse a mendocina.
Já era hora de ir embora e quando tava saindo, a chefa me chamou, tinha esquecido.
Fui até a sala, os outros foram embora e meu chefe tava no notebook com fones de ouvido, ouvindo sei lá o quê.
–“Meu nome” – foi impressão minha ou “nome da mendocina” tava te chupando a pica?– senti meu mundo desabar, pensei “fudeu, perdi o emprego”
–Vai, me responde!– disse ela levantando um pouco a voz.
–Posso expli…– ela me interrompeu –tava te chupando a pica, sim ou não?, responde, é fácil responder–
–Sim…– falei humilhado
Fez-se um Silêncio por uns 2 minutos, ela gritou o nome do marido e ele não ouviu porque tava vidrado no notebook.
– Tenho 54 anos – disse minha chefe – conheci meu marido numa procissão pra Luján, porque eu tava junto com a galera da juventude da igreja. Nunca fiquei com outro homem, ele foi o primeiro e o único, e sei que ele só me teve e mais ninguém. Tenho 2 filhos, com ele só transo uma vez a cada 15 dias e é tipo uma obrigação, mas você acreditaria que nunca chupei a rola dele?
Fiquei paralisado, sentia como se tivessem enfiando uma barra de gelo no meu cu, não acreditava no que tava ouvindo. Ela continuou – Ele nunca chupou minha buceta, raramente beijou meus peitos e sempre que a gente fode é na posição missionária.
– Não sei o que dizer…?
– Você gosta de chuparem sua rola? – minha chefe me perguntou
– Sim… sim, sim – falei meio perdido
– E a “disse o nome da mendocina” você chupou a buceta dela?
– Sim – respondi
– E você gosta de fazer isso?
– Sim, claro – falei olhando pra trás, com medo de que meu chefe viesse nos ver.
– Vocês tiveram sexo anal? – ela atacou com outra pergunta. Eu assenti com a cabeça e minha chefe meio que fez cara de nojo, como se desaprovasse.
– Isso eu não sei se gostaria, você gosta?
Eu assenti com a cabeça. Minha chefe, pra vocês entenderem e terem uma imagem, tem 54 anos, é magra e alta, tem pouca peito e um pouco de bunda, nunca vi mais porque ela andava coberta até o pescoço. É morena e com algumas rugas.
Nota de 1 a 10: 4,87.
– Vamos lá fora – disse minha chefe. Ela se levantou, eu segui, ela foi até o escritório do marido e fez sinal, ele tirou os fones, ela disse que ia me mostrar o enrolador de persiana que tava com defeito na casa, lembrem que eu era encarregado da manutenção de uma colônia de férias.
Chegamos na casa dela, ela fechou a porta, eu ia seguir até a sala onde achava que tava a janela com o enrolador, ela me parou segurando meu ombro e me disse em tom de ordem – tira a rola –
Eu hesitei, não sabia o que fazer. fazer, pra falar a verdade, mais do que excitado, eu tava cagado de medo, era uma situação que me dominava.
— Pela a pica — ela ordenou.
Eu abaixei o zíper, depois baixei a cueca e tirei minha pica pra fora, nem dura ela tava.
Minha chefe se ajoelhou e ficou olhando por alguns minutos — nunca tinha visto a pica de outro homem, só uma vez a do meu filho, mas nunca de outro cara, a sua não tem nada a ver com a do meu marido — ela pegou com uma mão, virou pro lado, levantou, abaixou — vamos ver — ela disse e começou a mexer a mão, sem jeito tava me fazendo uma punheta, aos poucos começou a endurecer, ela se animou e disse de novo — vamos ver — e passou a língua na minha pica. Eu olhava surpreso — que não tô fazendo direito? — ela perguntou. Da minha parte, peguei nela e puxei um pouco o prepúcio, deixando a cabecinha de fora. — Vamos ver agora — disse outra vez e passou uns 3 minutos passando a língua na cabecinha, finalmente endureceu — posso chupar ela? — perguntou, como eu não falei nada, ela abriu a boca e com dificuldade me fez um boquete. Teve hora que até custava pra respirar e umas duas vezes tirou a boca pra tossir porque tinha enfiado a pica bem pra dentro, olha, não vou me achar de pica grande, sou um cara que acho que tenho uma pica de média pra baixo, isso acontecia porque a gatinha não tinha experiência nenhuma.
Depois de um tempo, ela se levantou e guardou minha pica, me olhou e disse — me falta prática… quero que você me coma — soltou.
— Que!!?? — falei quase gritando.
— Semana que vem meu marido vai pra um seminário da diocese por 3 dias, nesses dias quero que você me coma, e quando falo isso, é que quero que me coma do mesmo jeito que você come a puta vagabunda da “falou o nome da mendocina” —
Já na rua, e pronto pra ligar minha moto, recebi um SMS, era a religiosa, o SMS dizia — fiz uma coisa que pode ser que você não goste, pode passar em casa —
Liguei minha moto e fui embora pensando na situação que tinha acontecido e no que eu tinha que fazer na próxima semana.
E o que é que tinha feito a freira que poderia chegar a "NÃO" me agradar...
As coisas no escritório tinham complicado um pouco, mas o bom é que consegui contar pra mendocina sobre minha noitinha com a religiosa. Ela ficou feliz por mim e deixou claro que gostava de transar comigo e que só queria isso, nada mais de mim nem de nenhum homem com quem tava saindo.
A que tinha aliviado um pouco na parada de querer algo sério era a quarentona, a gostosa aos poucos tinha pegado gosto por ficar comigo e com outros caras.
A religiosa, por outro lado, tava começando a se apegar a mim, até colocou meu número como gratuito no celular dela e, às vezes, à noite me ligava e a gente passava horas conversando, e quando combinava de ir pra casa, era horas se chupando... a safada não me deixava comer ela, não que me incomodasse como ela me chupava, a gostosa era uma deusa nisso, mas eu, de tarado, queria mais, cê me entende?
Uma tarde de inverno, tive que subir pro sótão pra organizar pastas, e a mendocina foi comigo. O lugar era meio pequeno e mal iluminado, não importava a hora. A mendocina aproveitava cada momento pra me pegar, e óbvio que eu não ficava atrás. A gente mexeu nas pastas por uma hora inteira e formou uma pilha que já chegava no meu umbigo – "a gente fez merda" – falei, e completei – "colocamos na pilha pastas que não eram pra estar ali." – "Deixa eu ver" – disse a mendocina, e se ajoelhou pra olhar os rótulos, mas na hora me olhou Sussurro –quero pica- eu abaixo o zíper e tiro minha pica pela lateral da cueca, senti a umidade e a textura da língua dela passando pela minha cabecinha e a pica começou a endurecer –como eu gosto de chupar você, que boquete foda vou te dar- ela murmurou.
Depois de 5 minutos, a cabeça da chefa apareceu na fresta do mezanino e me viu atrás das pastas, rapidamente apoiei uma das mãos na testa da mendocina pra ela parar de me chupar, e como desconfiasse, a safada começou a chupar com mais força e ainda colocou a mão nos meus ovos, me chupava, lambia e apertava minha pica com os dentes.
–“Fulano” não está aqui?–
–Acho que foi comprar cigarro– falei com a voz meio trêmula
–Tá acontecendo algo?– perguntou minha chefa, minha voz saiu estranha porque eu sentia o orgasmo chegando
–O ar aqui tá viciado–
–Tá bem, se você ver ele, avisa pra ele ir na minha sala e quando der seu horário de ir embora, vem aqui que quero falar umas coisas sobre os livros de IVA.–
A chefa desceu e eu gozei segurando a vontade de gritar, a mendocina não tirou a boca, engoliu toda a porra, esperou um pouco e quando escorreu mais um pouco, pegou com a língua –tudo pra mim sozinha– disse, depois levou a mão até a base da minha pica, fez pressão e arrastou a mão até a cabeça, saiu mais um pouco de porra e ela pegou de novo com a língua –viu, promíscuo, tô te ordenhando– disse a mendocina.
Já era hora de ir embora e quando tava saindo, a chefa me chamou, tinha esquecido.
Fui até a sala, os outros foram embora e meu chefe tava no notebook com fones de ouvido, ouvindo sei lá o quê.
–“Meu nome” – foi impressão minha ou “nome da mendocina” tava te chupando a pica?– senti meu mundo desabar, pensei “fudeu, perdi o emprego”
–Vai, me responde!– disse ela levantando um pouco a voz.
–Posso expli…– ela me interrompeu –tava te chupando a pica, sim ou não?, responde, é fácil responder–
–Sim…– falei humilhado
Fez-se um Silêncio por uns 2 minutos, ela gritou o nome do marido e ele não ouviu porque tava vidrado no notebook.
– Tenho 54 anos – disse minha chefe – conheci meu marido numa procissão pra Luján, porque eu tava junto com a galera da juventude da igreja. Nunca fiquei com outro homem, ele foi o primeiro e o único, e sei que ele só me teve e mais ninguém. Tenho 2 filhos, com ele só transo uma vez a cada 15 dias e é tipo uma obrigação, mas você acreditaria que nunca chupei a rola dele?
Fiquei paralisado, sentia como se tivessem enfiando uma barra de gelo no meu cu, não acreditava no que tava ouvindo. Ela continuou – Ele nunca chupou minha buceta, raramente beijou meus peitos e sempre que a gente fode é na posição missionária.
– Não sei o que dizer…?
– Você gosta de chuparem sua rola? – minha chefe me perguntou
– Sim… sim, sim – falei meio perdido
– E a “disse o nome da mendocina” você chupou a buceta dela?
– Sim – respondi
– E você gosta de fazer isso?
– Sim, claro – falei olhando pra trás, com medo de que meu chefe viesse nos ver.
– Vocês tiveram sexo anal? – ela atacou com outra pergunta. Eu assenti com a cabeça e minha chefe meio que fez cara de nojo, como se desaprovasse.
– Isso eu não sei se gostaria, você gosta?
Eu assenti com a cabeça. Minha chefe, pra vocês entenderem e terem uma imagem, tem 54 anos, é magra e alta, tem pouca peito e um pouco de bunda, nunca vi mais porque ela andava coberta até o pescoço. É morena e com algumas rugas.
Nota de 1 a 10: 4,87.
– Vamos lá fora – disse minha chefe. Ela se levantou, eu segui, ela foi até o escritório do marido e fez sinal, ele tirou os fones, ela disse que ia me mostrar o enrolador de persiana que tava com defeito na casa, lembrem que eu era encarregado da manutenção de uma colônia de férias.
Chegamos na casa dela, ela fechou a porta, eu ia seguir até a sala onde achava que tava a janela com o enrolador, ela me parou segurando meu ombro e me disse em tom de ordem – tira a rola –
Eu hesitei, não sabia o que fazer. fazer, pra falar a verdade, mais do que excitado, eu tava cagado de medo, era uma situação que me dominava.
— Pela a pica — ela ordenou.
Eu abaixei o zíper, depois baixei a cueca e tirei minha pica pra fora, nem dura ela tava.
Minha chefe se ajoelhou e ficou olhando por alguns minutos — nunca tinha visto a pica de outro homem, só uma vez a do meu filho, mas nunca de outro cara, a sua não tem nada a ver com a do meu marido — ela pegou com uma mão, virou pro lado, levantou, abaixou — vamos ver — ela disse e começou a mexer a mão, sem jeito tava me fazendo uma punheta, aos poucos começou a endurecer, ela se animou e disse de novo — vamos ver — e passou a língua na minha pica. Eu olhava surpreso — que não tô fazendo direito? — ela perguntou. Da minha parte, peguei nela e puxei um pouco o prepúcio, deixando a cabecinha de fora. — Vamos ver agora — disse outra vez e passou uns 3 minutos passando a língua na cabecinha, finalmente endureceu — posso chupar ela? — perguntou, como eu não falei nada, ela abriu a boca e com dificuldade me fez um boquete. Teve hora que até custava pra respirar e umas duas vezes tirou a boca pra tossir porque tinha enfiado a pica bem pra dentro, olha, não vou me achar de pica grande, sou um cara que acho que tenho uma pica de média pra baixo, isso acontecia porque a gatinha não tinha experiência nenhuma.
Depois de um tempo, ela se levantou e guardou minha pica, me olhou e disse — me falta prática… quero que você me coma — soltou.
— Que!!?? — falei quase gritando.
— Semana que vem meu marido vai pra um seminário da diocese por 3 dias, nesses dias quero que você me coma, e quando falo isso, é que quero que me coma do mesmo jeito que você come a puta vagabunda da “falou o nome da mendocina” —
Já na rua, e pronto pra ligar minha moto, recebi um SMS, era a religiosa, o SMS dizia — fiz uma coisa que pode ser que você não goste, pode passar em casa —
Liguei minha moto e fui embora pensando na situação que tinha acontecido e no que eu tinha que fazer na próxima semana.
E o que é que tinha feito a freira que poderia chegar a "NÃO" me agradar...
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