Quando as minas entraram, a gente desviou o assunto. Tomamos uns mates e cada um foi cuidar da sua vida.
Passaram uns dias, tipo uns 20, quando eu tive que fazer plantão com eles de novo. Eu tava tão atolada de serviço que quase não saía da minha mesa. Enquanto eles três (porque no plantão também tava a Marina, minha outra colega que sabia do "rolo deles")... num dado momento, percebi que eles não estavam mais ali, ou melhor, notei que tava silêncio demais. Como eu tinha uma porrada de relatórios pra entregar, não saí da minha mesa.
Nisso, entra meu chefe e me pede pra, antes de ir embora, revisar as gravações das câmeras de segurança (coisa que, mesmo não sendo meu trabalho, virou minha obrigação faz um ano). Olhei pra ele, do jeito que faço quando algo me irrita. E respondi que sem problema.
Pouco depois — não marquei o tempo, mas deve ter sido umas hora mais ou menos — os caras voltaram pras mesas deles.
Quando bateu o horário, a gente ia saindo e eu lembrei das câmeras de segurança. Expliquei que tinha que ficar mais um tempo sozinha no escritório pra terminar aquela tarefa, e eles foram embora.
Eu coloquei os arquivos pra rodar em velocidade média-rápida, pra acabar logo. Até que um arquivo me surpreendeu. Era a versão em vídeo (e mesmo que eu ache que acabei de inventar uma conjugação verbal, foda-se) do relato do Mauro. Me espantou ver que ele não tinha exagerado nadinha, na verdade tinha deixado de fora umas coisas mais que interessantes. Bom... enfim... terminei de ver aquele pornô caseiro e deletei, pensando que era uma sorte pra eles que essa tarefa fosse minha. Continuei rodando os arquivos até que outra cena me prendeu. Certeza que vocês imaginam o que vi na gravação, mas vou contar mesmo assim:
Na cozinha, o Mauro e a Ale tavam tomando alguma coisa quando Ela sorriu e, com toda confiança, começou a passar a mão na rola dele por cima da calça. Se beijaram igual uns loucos e se tocaram freneticamente. Ela tirou a roupa dele sem pensar muito. deixando ele só de cueca. Ela tirou a blusa dele e finalmente teve aqueles peitões na mão. Apalpou e beijou por vários minutos, lambendo os biquinhos pequenos e rosados, deixando ele excitado pra caralho, enquanto ela continuava passando a mão no pau duríssimo dele. Ele sussurrou algo no ouvido dela que deixou ela ainda mais tesuda, aí tirou a roupa íntima dela e começou a lamber o membro ereto dele, de joelhos. Quando ela já tava fazendo um boquete foda, alguém entrou na cozinha, era a Marina, nossa colega de trabalho. Sem vergonha nenhuma, a Ale cumprimentou ela.
A loira pediu uma explicação, e a Ale respondeu (sem parar de masturbar ele): “Vem, entra na brincadeira. Eu sei que você quer.” Marina não falou nada e foi embora. A Ale garantiu que ela voltaria logo, porque conhecia ela bem e sabia que ela não resistia a um pau daquele.
Eu tava de boca aberta, não acreditava no que tava vendo. Não conseguia sair do choque, e mesmo sabendo que ia ter que apagar o arquivo sem continuar vendo, já tava meio excitada e morria de vontade de saber se a Marina voltava ou não (acho que foi a única vez que não odiei ficar até mais tarde no escritório pra apagar os arquivos das câmeras). Bom, continuo contando:
Já pelados, a Ale subiu em cima do Mauro e montou nele que nem uma louca, gemendo pra caramba. Logo depois teve um orgasmo violento que fez ela gritar. (cê não sabe a inveja que me deu)
Ela sentou do lado dele pra descansar. Poucos segundos depois, a Marina entrou. Na cara do Mauro dava pra ver a surpresa quando ela se aproximou.
A loira começou a masturbar ele devagar enquanto os três continuavam sentados no chão, até que a Ale falou: “Sua vez, amiga.” A Marina hesitou um pouco, mas começou a tocar delicadamente o pau duro dele e deu um beijo meio selvagem, sussurrando coisas no ouvido dele. Abaixou a cabeça e fez um boquete fenomenal enquanto ele apalpava os peitos dela. Tirou a blusa dela, levantou a saia e deixou ele passar a mão nas costas e depois na bunda firme dela. Glúteos e suas pernas gostosas. Subiu até o rosto dela e colocou à disposição da boca dela a sua buceta deliciosa e depilada. Ela gemia igual uma louca, enquanto o Ale fazia sexo oral nela. O Ale chupou ela até que o Mauro não aguentou mais e gozou, deixando a loira, a Marina, na vontade. Porque ouviram a voz grossa do nosso chefe me chamando por causa dos vídeos. Se vestiram rápido e voltaram pro escritório.
Eu terminei de ver os vídeos e apaguei tudo. Passei uma semana tentada a contar pra eles o que tinha visto. Mas sabe de uma coisa? Preferi ficar calada, assim eles não se preocupam com as câmeras de segurança.
Passaram uns dias, tipo uns 20, quando eu tive que fazer plantão com eles de novo. Eu tava tão atolada de serviço que quase não saía da minha mesa. Enquanto eles três (porque no plantão também tava a Marina, minha outra colega que sabia do "rolo deles")... num dado momento, percebi que eles não estavam mais ali, ou melhor, notei que tava silêncio demais. Como eu tinha uma porrada de relatórios pra entregar, não saí da minha mesa.
Nisso, entra meu chefe e me pede pra, antes de ir embora, revisar as gravações das câmeras de segurança (coisa que, mesmo não sendo meu trabalho, virou minha obrigação faz um ano). Olhei pra ele, do jeito que faço quando algo me irrita. E respondi que sem problema.
Pouco depois — não marquei o tempo, mas deve ter sido umas hora mais ou menos — os caras voltaram pras mesas deles.
Quando bateu o horário, a gente ia saindo e eu lembrei das câmeras de segurança. Expliquei que tinha que ficar mais um tempo sozinha no escritório pra terminar aquela tarefa, e eles foram embora.
Eu coloquei os arquivos pra rodar em velocidade média-rápida, pra acabar logo. Até que um arquivo me surpreendeu. Era a versão em vídeo (e mesmo que eu ache que acabei de inventar uma conjugação verbal, foda-se) do relato do Mauro. Me espantou ver que ele não tinha exagerado nadinha, na verdade tinha deixado de fora umas coisas mais que interessantes. Bom... enfim... terminei de ver aquele pornô caseiro e deletei, pensando que era uma sorte pra eles que essa tarefa fosse minha. Continuei rodando os arquivos até que outra cena me prendeu. Certeza que vocês imaginam o que vi na gravação, mas vou contar mesmo assim:
Na cozinha, o Mauro e a Ale tavam tomando alguma coisa quando Ela sorriu e, com toda confiança, começou a passar a mão na rola dele por cima da calça. Se beijaram igual uns loucos e se tocaram freneticamente. Ela tirou a roupa dele sem pensar muito. deixando ele só de cueca. Ela tirou a blusa dele e finalmente teve aqueles peitões na mão. Apalpou e beijou por vários minutos, lambendo os biquinhos pequenos e rosados, deixando ele excitado pra caralho, enquanto ela continuava passando a mão no pau duríssimo dele. Ele sussurrou algo no ouvido dela que deixou ela ainda mais tesuda, aí tirou a roupa íntima dela e começou a lamber o membro ereto dele, de joelhos. Quando ela já tava fazendo um boquete foda, alguém entrou na cozinha, era a Marina, nossa colega de trabalho. Sem vergonha nenhuma, a Ale cumprimentou ela.
A loira pediu uma explicação, e a Ale respondeu (sem parar de masturbar ele): “Vem, entra na brincadeira. Eu sei que você quer.” Marina não falou nada e foi embora. A Ale garantiu que ela voltaria logo, porque conhecia ela bem e sabia que ela não resistia a um pau daquele.
Eu tava de boca aberta, não acreditava no que tava vendo. Não conseguia sair do choque, e mesmo sabendo que ia ter que apagar o arquivo sem continuar vendo, já tava meio excitada e morria de vontade de saber se a Marina voltava ou não (acho que foi a única vez que não odiei ficar até mais tarde no escritório pra apagar os arquivos das câmeras). Bom, continuo contando:
Já pelados, a Ale subiu em cima do Mauro e montou nele que nem uma louca, gemendo pra caramba. Logo depois teve um orgasmo violento que fez ela gritar. (cê não sabe a inveja que me deu)
Ela sentou do lado dele pra descansar. Poucos segundos depois, a Marina entrou. Na cara do Mauro dava pra ver a surpresa quando ela se aproximou.
A loira começou a masturbar ele devagar enquanto os três continuavam sentados no chão, até que a Ale falou: “Sua vez, amiga.” A Marina hesitou um pouco, mas começou a tocar delicadamente o pau duro dele e deu um beijo meio selvagem, sussurrando coisas no ouvido dele. Abaixou a cabeça e fez um boquete fenomenal enquanto ele apalpava os peitos dela. Tirou a blusa dela, levantou a saia e deixou ele passar a mão nas costas e depois na bunda firme dela. Glúteos e suas pernas gostosas. Subiu até o rosto dela e colocou à disposição da boca dela a sua buceta deliciosa e depilada. Ela gemia igual uma louca, enquanto o Ale fazia sexo oral nela. O Ale chupou ela até que o Mauro não aguentou mais e gozou, deixando a loira, a Marina, na vontade. Porque ouviram a voz grossa do nosso chefe me chamando por causa dos vídeos. Se vestiram rápido e voltaram pro escritório.
Eu terminei de ver os vídeos e apaguei tudo. Passei uma semana tentada a contar pra eles o que tinha visto. Mas sabe de uma coisa? Preferi ficar calada, assim eles não se preocupam com as câmeras de segurança.
5 comentários - Mauro e Ale: Parte 3 (A História)