le di duro a mi culada

Finalmente chegou o fim de semana, haviam se passado três dias desde meu último encontro com Patty, no qual, finalmente, sucumbi em mente e corpo aos seus encantos para ser completamente dela, e ela se tornou minha putinha pessoal para satisfazer todas as minhas fantasias.

Como era a última sexta-feira do mês, era hora do que minha esposa chamava de "a noite dos amigos". Ela saía com as amigas para jantar e tomar alguma coisa, e eu estava totalmente livre para sair para beber com meus amigos e relembrar os velhos tempos nos bares de sempre.

Às 21h30 eu já estava com meus colegas, no bar de um deles, tomando cervejas, petiscos e pondo o papo em dia sobre nossas vidas e trabalhos. Éramos 4 no total, Antonio (o dono do bar), Ángel, Jandro e eu. Passamos um bom tempo rindo das histórias de cada um enquanto jantávamos com os generosos petiscos que Antonio pedia ao garçom para nós.

Mais tarde, decidimos ir ao bar de drinks que frequentamos fielmente há 15 anos, o "Odín", um local que toca rock e heavy metal e nos transporta de volta à nossa adolescência e aos vinte e poucos anos.

Cumprimentamos os velhos camaradas de sempre, os frequentadores que já fazem parte da mobília do "Odín", e notamos que, além deles, só havia alguns rostos novos no local.

A noite foi passando entre drinks, partidas de dardo, repertório de piadas e as velhas canções que inflamam o coração com o poderoso som do metal.

Conforme o tempo foi passando, meus amigos foram indo para casa, e ficamos apenas Jandro (solteiro e festeiro inveterado) e eu, com vontade de aproveitar ao máximo uma noite entre caras. Nos instalamos no final do balcão do local, longe da porta, com minhas costas voltadas para ela, e conversamos animadamente sobre livros, filmes e música até que meu colega me disse:

- Carne fresca.
- O quê? - perguntei, aguçando o ouvido para entender suas palavras misturadas com a música do local.
- Que Acabaram de entrar três minas, e nunca tinha visto elas aqui.

- Bom - respondi -, de vez em quando aparece gente nova, tem que ir renovando a mobília do bar, né?

- É, mas parece que elas são gostosas, principalmente uma morena. Se elas ficarem um tempo, a gente se aproxima...

- Cara, lembro que sou casado...

- Bom, então tira a aliança e entra na minha onda, talvez a gente molhe o biscoito hoje. Você sabe que sou uma tumba, ninguém vai saber de nada.

Jandro é um grande amigo, mesmo sendo um pouco safado. Não era a primeira vez que ele tentava me tentar a trair minha mulher, mas claro, todas as tentativas dele tinham sido em vão.

- Você sabe que não vou fazer isso - respondi -, no máximo faço de carabina, mas não vou me envolver com ninguém.

- Só porque você está de dieta não significa que não pode se esbaldar de vez em quando - disse ele sorrindo -. Mas sei que você não tem coragem de trair a Tere.

- "Eu vi coisas que vocês não acreditariam" - pensei, lembrando as palavras do replicante de Blade Runner.

- O que falta é vontade - sentenciei, dando um último gole na minha dose.

- Bom, então você vai ser meu carabina... pussy! - exclamou de repente.

- O que foi?

- Porra, a morena tá vindo pra cá, e não é só gostosa, é gostosíssima...

A cara do meu amigo mudou de expectativa para surpresa quando a garota se aproximou ainda mais da gente:

- Mas é sua cunhada! - exclamou.

Me virei na hora para ver, e me deparei com ela, com a Patty.

- Oi, profe - ela disse, me dando dois beijos sonoros -, e... Jandro, né? A gente se conheceu no casamento da minha irmã.

- Sim, claro - respondeu Jandro, visivelmente animado por ela lembrar do nome dele.

- O que você tá fazendo aqui? - perguntei à minha cunhada, estupefato.

- Bom, moro perto daqui, e tinha ouvido falar desse lugar, mas nunca tinha entrado, então convenci minhas amigas a tomar alguma coisa aqui e ver como era.

Patty me deu seu Um sorriso malicioso enquanto observava Jandro de relance. Era óbvio que ela sabia pela irmã que eu frequentava aquele bar.

- É o que tem ser um animal de hábitos! - pensei.

- Toma alguma coisa com a gente - Jandro se apressou em dizer, radiografando-a mentalmente.

Ela estava linda e incrivelmente gostosa, vestindo uma blusa preta justa com um decote em V magnífico que meu amigo não conseguia parar de olhar, e como peça de baixo usava uma saia tubinho com finas listras cinzas horizontais e verticais sobre fundo branco. Calçava sapatos pretos de salto agulha, então pela sua altura e silhueta sinuosa, era impossível passar despercebida por qualquer um.

- Não, muito obrigada - Patty recusou. - Deixei minhas amigas do outro lado do balcão e acho que estão um pouco intimidadas pelo tipo de música. Talvez depois - concluiu piscando o olho para meu amigo.

- Até mais, professor - ela se despediu de mim com um bater de cílios.

Sem mais, ela virou e foi até onde suas amigas a esperavam, nos deleitando com um magnífico movimento de quadris e bunda, bem marcado pela saia, no ritmo de cada passo que a afastava de nós.

- Uffff - Jandro suspirou. - Mas que gostosa que tá sua cunhada! Se não fossem as famílias de vocês, eu teria investido nela no seu casamento.

- Temo que você não teria tido nenhuma chance - respondi, verbalizando minha opinião confirmada pelos acontecimentos recentes.

Pedimos outra dose e continuamos conversando, embora pouco tempo depois, Patty voltou até nós.

- Minhas amigas não gostaram muito desse lugar - disse ela. - E querem ir embora, mas eu gostaria de ficar. Vocês se importam se eu ficar com vocês?

- Por nós, encantados - meu amigo se apressou em responder. - Né, Carlos? - acrescentou, cutucando meu lado com o cotovelo.

- Não, claro - respondi, já vislumbrando como a coisa ia desenrolar. - Mas eu não vou demorar pra ir embora...

- Ótimo! - exclamou Patty, nos lançando um olhar sedutor. - Vou fumar um Vou fumar um cigarrinho com minhas amigas lá fora e já volto pra vocês, tá bom?

- Aqui te esperamos, gata - Jandro se adiantou de novo.

- Caaaralho - ele completou quando minha cunhada se afastou da gente. - Já me deixou de pau duro só de me olhar. Hoje à noite vou comer essa gostosa! Assim que você acabar a bebida, inventa qualquer desculpa e me deixa sozinho com ela.

- Meu amigo - pensei -, acho que você não é o alvo dela.

- Vou fazer o que puder - respondi ao meu amigo empolgado.

Dez minutos depois, Patty estava de volta. Jandro convidou ela pra uma bebida, e nós três ficamos conversando. Meu amigo não perdia uma chance de elogiar e dar em cima dela, e minha cunhada correspondia, entrando na brincadeira, provocando e deixando a excitação dele aumentar, mas sempre acabava me olhando de lado, buscando minha cumplicidade e me excitando com aqueles olhos sedutores.

- Bom - falei quando terminei minha bebida -, já tá meio tarde e com certeza a Tere já chegou em casa, então eu devia ir.

Jandro me olhou com gratidão, mas na verdade eu não tava fazendo nenhum favor pra ele. Pra mim era óbvio que minha cunhada tinha vindo me encontrar, e eu já tinha aceitado o convite procurando um jeito de fazer meu colega ir embora.

- Então eu vou também - Patty acrescentou. - Mas vocês são bonzinhos e me acompanham até em casa, né?

- Claro - meu amigo se adiantou de novo, tentando disfarçar a irritação por não ficar sozinho com ela.

Acompanhamos ela até em casa, que na verdade ficava só a 15 minutos a pé do "Odín".

- Por que não sobem pra tomar a última? - ela perguntou quando chegamos na porta do prédio. - É o mínimo pra agradecer a companhia de vocês.

- Nem precisa perguntar duas vezes - Jandro respondeu, aceitando por nós dois.

Seria absurdo eu recusar, pra falar a verdade já tava doido por mais uma dose de sexo selvagem com a Patty. Meu amigo tava criando expectativas erradas, achando que seria ele quem... conseguiria a vitória, e eu não via como me livrar dele.

Competindo mentalmente com trocas de olhares, os dois seguimos o alvo do nosso desejo, admirando como sua bunda maravilhosa balançava ao subir os degraus. Já na pequena sala, nos sentamos os três no sofá, minha cunhada entre nós dois, depois de preparar as taças na cozinha.

- Um apartamento muito fofo - comentou Jandro -, você mora sozinha?

- Sim - respondeu Patty acendendo um cigarro -, assim não preciso me preocupar em incomodar ou ser incomodada quando trago alguém pra casa.

Meu colega estava devorando ela com os olhos, e ela parecia satisfeita em se sentir desejada de forma tão descarada. Qualquer gesto dela era pura sedução: seus olhos verde-azulados e piscadelas de cílios, sua forma sensual de fumar, o jeito que lambia os lábios depois de cada golinho da taça, o gesto coquete de colocar o cabelo atrás da orelha... e principalmente, a maneira como sua mão pousava na perna do Jandro toda vez que falava com ele. Ele estava apaixonadíssimo, e eu estava começando a sentir um nó se formando no meu estômago.

- Estarei enganado? - pensei -. Não serei eu o que está sobrando nessa situação...?

A dúvida e o mal-estar continuaram se retroalimentando em mim, estaria sentindo ciúmes?

- E tem namorado? - perguntou Jandro.

- Ah! - exclamou por dentro -. O safado já está direcionando o assunto, talvez eu devesse ir pra minha cama quentinha, com minha fiel esposa...

- Não - respondeu Patty -, não gosto de amarras, sou mais de viver o momento, né, cunhado? - terminou virando-se pra mim e piscando um olho sem que meu amigo percebesse.

- Suponho - respondi surpreso enquanto meu pau despertava com o gesto de cumplicidade.

Não sabia a que minha cunhada estava jogando, parecia que estava me dando uma de cada vez. Estaria me provocando pra sentir ciúmes? Quereria me prender na rede dela até esse ponto...?

- Uffff - suspirou Jandro - Uma gostosa como você vivendo o momento... isso tá ficando interessante...

Patty virou de novo pro meu amigo, agarrou o pacote avantajado dele com a mão esquerda e se jogou sobre ele pra dar um beijo molhado.

Eu fiquei petrificado, vendo eles se beijando. O único músculo do meu corpo que conseguia reagir era o meu pau, que tinha ficado duríssimo vendo a bunda da minha cunhada se mexendo enquanto ela devorava a boca do encantado Jandro.

- Aqui eu tô sobrando - falei mal-humorado quando minha mente conseguiu sair do choque. Realmente tava com ciúmes.

Patty se soltou do meu colega, virou pra mim de novo, agarrou minha virilha dura e se jogou sobre mim, enfiando a língua até minha garganta pra me dar um beijo ardente. Depois se afastou chupando meu lábio inferior, fazendo todo meu corpo tremer. Aí pude ver Jandro de novo, que nos olhava com os olhos quase saltando das órbitas.

- Aqui não sobra ninguém - sussurrou excitada minha cunhada. - Tenho dois paus só pra mim e quero aproveitar, vocês topam?.

Jandro reagiu na hora, pra cabeça dele cheia de tesão tanto fazia que Patty fosse minha cunhada, ele só conseguia pensar que ia foder uma mina gostosa pra caralho dividindo ela com seu melhor amigo. Então sem hesitar ele se levantou e, agarrando ela pelo queixo, enfiou a língua até o fundo enquanto a mão da minha cunhada continuava acariciando a dureza da minha virilha por cima da calça.

Todo vestígio de mal-estar e ciúmes, surpreendentemente, tava sumindo de mim. Sentia meu pau latejando com as carícias daquela mão que sabia perfeitamente como fazer, e a ideia de foder aquela mulher fogosa entre nós dois me pareceu tão excitante, que me deu um formigamento que ordenou à minha mão esquerda que pegasse um dos seios túrgidos dela, enquanto a língua do meu companheiro explorava sua boca e suas mãos percorriam toda sua bunda.

Patty se levantou, e nos pegando pela mão nos guiou até o Quarto. Ela começou uma dança erótica só para nós, movendo-se de um jeito cativante enquanto tirava a roupa com um striptease digno dos melhores cabarés.

Jandro e eu a devorávamos com os olhos, gravando em nossas retinas cada um de seus movimentos sensuais.

Primeiro, ela desabotoou lentamente os botões da blusa, um por um, até abri-la completamente e deixá-la cair no chão. O sutiã preto que usava apertava e levantava seus seios túrgidos, mas não era a única coisa levantando, pois meu pau mal podia ser contido pela minha calça, assim como o do meu amigo, que inchava na sua virilha marcando um belo pacote.

Patty adorava ver como cada um de seus movimentos era seguido por nossos olhares incendiados de desejo, que correspondiam às ereções latentes que clamavam por ela. Ela continuou com sua dança erótica acariciando os seios por cima do sutiã, deslizando as mãos pela cintura sinuosa, percorrendo os quadris, virando-se para nos mostrar como acariciava suas nádegas firmes… Rebolando os quadris, foi puxando a saia para baixo, fazendo-a descer pouco a pouco pelas coxas, como uma cobra trocando de pele.

Seu fio-dental era preto, combinando com o sutiã; na parte da frente era apenas um pequeno triângulo que marcava o formato de sua vulva, e na parte de trás só se viam duas finas tiras sobre seus quadris, que se encontravam no centro para sumir um pouco mais abaixo, entre as redondezas de suas nádegas duras.

— Que tesão você tem! — exclamou Jandro.

— Mmmm — gemeu Patty, aproximando-se dele com movimentos felinos.

Ela desabotoou os botões da calça dele e a puxou para baixo junto com a cueca, enquanto ele tirava a parte de cima. Com o pau tremendamente ereto, grosso e cheio de veias, ele ficou nu para ela.

— Você tem um pau muito grosso — sussurrou minha cunhada, acariciando-o. — Vamos ver como está o do meu professor.

Ela sabia muito bem como era, já tinha visto bastante e… Eu tinha adorado devorar ela usando seus três buracos de prazer, mas queria fingir que era a primeira vez que ia tê-la para mim. Ela se aproximou de mim e repetiu a mesma operação que fez com meu amigo, me deixando completamente pelado com meu pau duro pedindo atenção.

- Ufffff - suspirou Patty acariciando ele - é muito grande e também está duríssimo...

- É assim que minha cunhada deixou ele - eu disse - pronta para eu meter. Tá afim?

Piscando o olho pela nossa pergunta cúmplice, e com uma cara de luxúria, minha cunhada se ajoelhou na minha frente e lambeu minha glande, depois olhou para Jandro e o convidou a se aproximar. Também lambeu a glande úmida dele para saborear o líquido pré-gozo que escorria da ponta.

- Que maravilha! - exclamou, pegando nossos paus com cada uma das mãos - Dois paus deliciosos só para mim.

Meu colega me olhou sorrindo, e eu, sem dúvidas que ofuscassem meus desejos, totalmente entregue à causa, retribuí o sorriso. A perspectiva de nós dois comermos aquela mulher insaciável me excitou tanto, que eu só conseguia pensar em dar exatamente o que ela queria: ser comida por dois caras sem piedade.

Patty começou a alternar lambidas de um pau para o outro, aumentando nossa excitação com sua língua lasciva.

- Quero chupar seu pau - ela disse para Jandro, olhando direto nos olhos dele com desejo - Vai encher minha boquinha com seu gozo?

- Uffff! - bufou meu amigo - Quer que eu goze na sua boca...?

- Mmmmm, quero engolir todo seu leite enquanto meu cunhado mete na minha buceta - respondeu, sorrindo para mim com malícia.

- "Vou fazer uma oferta que ela não poderá recusar" - disse a voz característica de Vito Corleone na minha cabeça.

Patty se levantou e eu tirei o sutiã dela para acariciar seus seios maravilhosos com mamilos arrepiados, enquanto meu companheiro baixou o calcinha, descobrindo sua boceta, bem depilada, úmida e quente.

Jandro sentou na beirada da cama, com seu pau ereto apontando para o teto. Minha cunhada se aproximou dele e se agachou para colocar seus lábios sobre a ponta do músculo duro. Lentamente foi abaixando a cabeça, e o sortudo e eu observamos como seu falo desaparecia deslizando entre aqueles lábios apetitosos para ser envolvido pela boca quente da minha cunhada viciosa.

- Ooooooooooh! - exclamou Jandro com quase todo seu membro engolido.

Eu conhecia perfeitamente aquela sensação incrível e a habilidade inata da experiente boqueteira para provocá-la.

Enquanto Patty começava com sua magnífica chupada no meu amigo "ummppff, ummppff, ummppff", seu corpo irresistível se apresentava diante de mim dobrado pela cintura, com seus grandes seios balançando, suas nádegas apertadas mostrando todo seu esplendor, e logo abaixo delas, entre as coxas firmes, aquela buceta de lábios inchados que secretava fluidos me implorando para ser penetrada. Não hesitei, agarrei aquele bumbum em forma de coração e posicionei minha glande entre os lábios vaginais famintos. Com uma empurrada, enfiei todo meu pau até minhas quadris colidirem com suas nádegas "Plás!".

- Ummmmppff - gemeu minha cunhada com o pau do meu amigo chegando até sua garganta devido à minha investida.

Ela o tirou da boca por alguns instantes para tossir e dizer:

- Ummm, que delícia! Adoro me sentir tão gostosa com um pau na boca e outro perfurando minha buceta.

Jandro me olhou sorrindo e respondeu:

- Você é mesmo uma gostosa tarada, continua chupando.

E agarrando sua cabeça, posicionou seus lábios novamente sobre a ponta de sua ferramenta venosa.

Eu me retirei para trás, puxando todo meu pau coberto de brilhantes fluidos femininos, e voltei a investir para perfurar aquela gruta de prazer com toda minha vontade.

- Ummmm - gemeu Patty com sua boca e sua boceta cheias de pau.

Comecei uma forte metida e tirada que sua vagina correspondia com deliciosas contrações que massageavam todo meu membro. O impulso dos meus quadris movia todo seu corpo, marcando o ritmo da chupada no meu amigo. Ele estava em A Glória, com as mãos apoiadas na cama e o rosto virado para o teto, gemendo a cada chupada.

- Uf, uf, uf! Porra, como você chupa! - ela dizia. - Uf, uuuuffff, não aguentoooo, vou encher sua boca de putaaaaaahhhh.

Jandro começou a gozar enquanto eu continuava comendo minha cunhada, enfiando meu pau até o fundo. A gozada do meu amigo durou alguns segundos, enquanto Patty engasgava com os jatos de porra quente e grossa que chegavam direto na sua garganta. Minhas enfiadas constantes não deixavam ela acomodar direito o pau do meu amigo na língua, e cada vez que eu metia, a cabeça do Jandro se enfiava na garganta dela para descarregar jatos de sêmen. Quando terminou de gozar, com cara de satisfação, meu colega tirou o tronco da boca da sua chupadora e ficou sentado vendo como eu a comia.

Patty tossiu, mas em nenhum momento reclamou. Era ela quem tinha querido que meu amigo gozasse na sua boca para se engasgar com a porra dele.

Jandro se levantou para nos deixar a cama livre e sentou na cadeira da escrivaninha para nos observar.

Desacoplando de mim, Patty se virou.

- Quero cavalgar no seu pau - ela me disse com a respiração ofegante.

Deitei na cama e logo em seguida ela se colocou de cavalinho em cima de mim, baixando os quadris até meu falo penetrá-la completamente de novo.

- Ooooohhhhh - ela gemeu -, issoooooo! Vamos dar um bom espetáculo pro seu amigo...

Na posição perpendicular ao meu corpo, ela começou com um movimento forte de quadril, enfiando meu pau sem piedade.

- Mmmm, ssssíííí - ela dizia entre gemidos -. Como eu gossssto do pau do meu cunhadooohh.

Jandro contemplava o espetáculo fascinado, vendo como aquela mulher selvagem movia seu corpo maravilhoso em cima de mim, gemendo, mordendo o lábio inferior e fazendo caras de prazer autêntico enquanto minhas mãos acariciavam sua bunda, quadris, cintura e apertavam seus peitos grandes. pontudos mamilos.

Eu nunca tinha me sentido observado no meio da transa, e achei que a situação ia me travar completamente, mas descobri que era exatamente o contrário. Minha cunhada era tão sensual e fogosa, que fazia com que sermos observados fosse uma experiência ainda mais excitante.

- Aaah, aaah, ummm, aaaah- Patty gemeu, alternando olhares de puro vício entre meu amigo e eu.

Jandro estava com uma ereção evidente de novo, então se aproximou da cama e acariciou o seio esquerdo túrgido de Patty enquanto ela cavalgava em mim. Ela estendeu a mão até ele e agarrou o pau dele para acariciá-lo, sem parar de cravar o meu com fúria.

O prazer era tão delicioso que eu já não aguentava mais, então agarrei minha cunhada pelos quadris e comecei a marcar o ritmo eu mesmo, enfiando meu mastro no mais profundo do seu ser. Os espasmos percorreram meu corpo da cabeça aos pés, fazendo-me levantar o quadril para gozar com violência dentro daquela boceta que devorava toda a minha carne dura. Quando a explosão quente de sêmen inundou suas entranhas, Patty também chegou ao orgasmo gritando com as costas totalmente arqueadas.

- Ooooooooooooohhh!

- Que gozada gostosa- disse ela depois de se recuperar-, mas quero mais- acrescentou olhando para Jandro enquanto desmontava de mim.

Eu me levantei e me sentei. Meu colega se posicionou na beirada da cama, e Patty acariciou sua ereção com doçura, lambendo os lábios.

- Quer mais?- perguntou Jandro-, agora vou te dar uma boa dose de pau.

Ele se colocou sobre ela e, olhando fixamente em seus lindos olhos, a penetrou com raiva.

- Mmmm- gemeu minha cunhada-, mmme encanta outro pau pra mmmim. Me fode tão bem quanto meu cunhado.

Jandro começou uma bombada rítmica com as pernas de Patty abraçando seus quadris. Ela estava gostando, gemendo a cada investida, mas eu percebia na forma como ela gem Levantei da cama para me sentar na cadeira e observar, e eles aproveitaram para rolar na cama, ficando ela por cima do meu colega como momentos antes havia estado sobre mim.

Agora era eu quem observava em terceira pessoa como aquela linda amazona cavalgava, aproveitando o pau do meu amigo. Era um espetáculo magnífico: seu rosto ruborizado de prazer, seus olhos azul-esverdeados incendiados de luxúria, sua língua lambendo o lábio superior antes de morder o carnudo lábio inferior entre gemidos. Sua pele brilhava com uma fina camada de suor sexual, seus seios firmes subiam e desciam eroticamente no ritmo de seus quadris, sua bunda redonda balançava deliciosamente para frente e para trás, hipnotizante... Meu pau voltava a despertar diante de tal visão.

Patty fixou seu olhar lascivo em mim e, vendo como meu membro começava a recuperar vida própria, sussurrou:

- Me dá seu pau.

Aproximei-me, ficando em pé na beirada da cama e, sem hesitar, sem parar de cavalgar, ela agarrou meu membro semi-rígido para introduzi-lo avidamente em sua boca. Aquela umidade e calor que já conhecia eram incrivelmente prazerosos. Entre gemidos abafados, começou a chupar, fazendo meu pau crescer dentro de sua boca, deixando-o grosso e duro, preenchendo a suave cavidade de carne até atingir seu tamanho máximo.

Quando sentiu que minha ferramenta alcançava todo seu esplendor, tirou-o da boca chupando com força.

- Me fode pelo cu - disse com a voz entrecortada pelas investidas de Jandro. - Quero os dois paus dentro de mim.

- Vou te arrebentar - respondi, subindo na cama e me posicionando de joelhos atrás dela.

Apanhei suas nádegas sem que parassem de se mover e explorei a divisão entre ambas até encontrar seu ânus. Não estava completamente fechado, o prazer que Patty estava sentindo ao ser comida por Jandro o deixava bastante receptivo, embora não o suficiente para aceitar o grosso mastro que sua boca gulosa me havia deixado. Salivei meu dedo indicador, e penetrei o macio cuzinho com ele.

- Oooohhh- ela gemeu.

Comecei a fazer movimentos circulares, lubrificando com minha saliva e estimulando a abertura para que fosse se alargando e aceitasse outro dedo.

Seu corpo respondia tanto aos meus dedos quanto ao pau que penetrava sua buceta, então não demorou para aceitar dentro três dedos bem besuntados de saliva. Era o momento de satisfazer seus desejos de dupla penetração.

Patty parou de cavalgar e recostou-se sobre Jandro, que também parou, mas agarrou seus magníficos peitos para não deixar de massageá-los. Eu me posicionei sobre ela, apoiando meu peso nos braços e joelhos. Sua mão direita agarrou meu pau e posicionou minha cabeça em seu ânus. Pouco a pouco empurrei com o quadril e minha ferramenta começou a abrir caminho entre as paredes apertadas que a envolviam e estrangulavam.

- Ah, ah, ah, ah!- ela ofegava, sendo sodomizada, sentindo minha dureza abrindo-a por dentro.

- Uffffff- Jandro arfava, sentindo em seu membro as contrações internas da minha cunhada enquanto o corpo dela tentava aceitar o invasor que chegava por trás.

Após alguns instantes, meu quadril encostou nos glúteos firmes. Meu pau inteiro estava alojado em seu cu, incrivelmente apertado em seu interior. Nas minhas bolas sentia um formigamento produzido pelo leve contato com as do meu amigo, e meu pau pedia aos gritos para começar com o vai-e-vem para sentir em toda sua extensão a sensação prazerosa dos músculos de Patty massageando-o.

Olhei para a direita e pude ver o reflexo nos espelhos do armário. Parecíamos um sanduíche no qual Jandro e eu éramos o pão, e minha cunhada o delicioso recheio.

Comecei com o movimento de quadris, perfurando com meu falo aquele magnífico bumbum. Os empurrões dos meus quadris faziam com que os de Patty também se movessem, cravando ainda mais o pau ereto do meu amigo em sua buceta.

Os três ofegávamos ritmicamente, em um coro de prazer no qual rapidamente minha cunhada começou a se destacar como solista. Apesar da dificuldade da posição, eu tinha conseguido me acomodar para dar estocada após estocada num frenético choque quadril-nádegas: "Plás, plás, plás, plás!".

A sensação de ter dois paus dentro, com seus dois buracos cheios de carne dura e quente, era tão intensa que Patty gemia suplicante por não conseguir aguentar tanto prazer.

Jandro pegou meu ritmo e também começou a mover seus quadris para penetrar repetidamente com seu pau grosso na buceta da minha cunhada, que já transbordava de fluidos.

- Deussss mmmmmeu, oooooh, ummmmm- ela gemeu-. Mmmmme essttttragam porrrr deeeentroooohhh.

Através de um pacto firmado com o olhar, meu companheiro e eu começamos a alternar penetrações profundas, de modo que Patty podia sentir a todo momento um pau invadindo-a por dentro. Quando um falo recuava um pouco, o outro aprofundava do outro lado.

Minha aluna estava sobrecarregada por tantas sensações: as mãos de Jandro apertando seus peitos, meus gemidos provocando cócegas em sua orelha direita, o quadril do meu amigo batendo em seu clitóris, o meu batendo em suas nádegas, o falo de seu novo amante alojando-se em sua vagina, o de seu cunhado dilatando seu reto... na frente, atrás, na frente, atrás... buceta, cu, buceta, cu...

Patty não conseguiu suportar mais a onda de sensações quentes e eletrizantes que se espalhavam por todo seu corpo e que seu cérebro não tinha tempo de processar. A energia sexual acumulada a fez estremecer num poderoso orgasmo, gritando extasiada por essa dupla penetração:

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh!.

Senti em meu pau as fortes contrações, provocando-me espasmos de prazer que me obrigavam a continuar empurrando mais e mais.

Jandro apertava os peitos da duplamente fodida, com a boca aberta e os olhos revirados, sentindo a força dos músculos vaginais espremendo seu pau. Sua gozada também era iminente e, com um grunhido quase animal, liberou sua carga enchendo a buceta da minha cunhada. com a cunhada e o ardente elixir da sua excitação.

Ao sentir a porra inundando ela por dentro, Patty teve outro orgasmo que fez suas costas se arquearem, vencendo meu peso e se jogando para trás. Eu senti uma mistura sublime de dor e prazer quando sua bunda apertou ainda mais meu pau. Quando seu corpo me empurrou para trás com a força quase sobrenatural do orgasmo, minhas mãos tiveram que se agarrar aos seus peitos duros para eu não cair, mas a convulsão da sua gozada era tão forte que ela continuou arqueando as costas, apoiando as omoplatas no meu peito, fazendo com que minhas coxas cedessem ao peso de ambos e meus joelhos acabassem dobrando, fazendo com que eu também caísse para trás.

A complicada e dolorosa posição em que ficamos fez com que meu pau fosse como uma lança que enfiou Patty pelo cu até a profundidade máxima, me dando um tesão tão grande que imediatamente gozei, ejaculando jatos abundantes de porra grossa que escaldaram minha glande e queimaram as entranhas da minha cunhada, que teve outro êxtase fantástico que a deixou sem fôlego.

Era a segunda vez que conseguia ver e sentir um orgasmo múltiplo, e mesmo assim, não conseguia acreditar.

Finalmente voltamos a nos inclinar para frente, com Patty se apoiando no corpo de Jandro, e eu nas costas dela, colocando minhas mãos na cama para não esmagar os dois. Ficamos assim por alguns minutos, nos quais só se podia ouvir a respiração difícil dos três.

- Obrigada por realizar uma das minhas fantasias - disse Patty, quebrando o silêncio.

Jandro só conseguiu sorrir para ela, e eu respondi dando um beijo suave no seu pescoço, na zona sensível da jugular.

Depois que nos recompusemos, Jandro foi embora com a maior cara de satisfação que já tinha visto nele. Eu fiquei só o tempo necessário para tomar um banho rápido que eliminasse o cheiro de sexo do meu corpo e voltar para casa, junto da minha mulher.

Patty me esperava na sala fumando relaxada, e quando eu já estava prestes a Antes de eu ir embora, ela me disse: - Não fica pensando muito e não se preocupa por ter me compartilhado essa noite, eu continuo sendo sua putinha. - Eu sei - respondi, depositando toda minha confiança nela - você só queria realizar sua fantasia de foder com dois caras ao mesmo tempo. Ela sorriu e me deu um beijo longo. - Aliás - disse quando finalmente nos despedíamos - essa tarde minha irmã me ligou para me convidar para a festa à fantasia que a empresa dela organiza pro carnaval. É na próxima sexta. - Ah! - exclamou, surpreso - Eu sabia que a gente ia, como todos os anos, mas ela não me disse nada sobre ter te convidado. - Pois é, aceitei o convite, então eu vou sim, fantasiada combinando com vocês… Vai ser divertido. - Vai ser muito perigoso… - respondi, hesitante. - Pois é, muuuuito divertido - sentenciou. Nos demos um beijo rápido de despedida e eu fui embora relembrando o que aconteceu naquela noite, mas pensando também no que poderia rolar na festa à fantasia. Umas frases do Senhor dos Anéis vieram à minha mente: - “É perigoso, Frodo, cruzar a sua porta. Você põe o pé na estrada, e se não cuidar dos seus passos, nunca sabe aonde eles podem te levar”.

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