Finalmente chegava o fim de semana, já tinham se passado três dias desde meu último encontro com Patty, quando finalmente sucumbi de mente e corpo aos encantos dela para ser completamente dela, e ela se tornar minha putinha pessoal para satisfazer todas as minhas fantasias.
Como era a última sexta-feira do mês, chegava a vez do que minha esposa chamava de "noite dos amigos". Ela saía com as amigas para jantar e tomar um drink, e eu ficava totalmente livre para sair pra beber com meus amigos e relembrar os velhos tempos nos bares de sempre.
Às 9h30 já estava com meus parceiros, no bar de um deles, tomando cerveja, petiscando e colocando a conversa em dia sobre nossas vidas e trabalhos. Éramos 4 no total: Antônio (o dono do bar), Anjo, Jandro e eu. Passamos um tempão rindo das histórias de cada um enquanto jantávamos com os petiscos generosos que o Antônio pedia pro garçom pra gente.
Mais tarde, decidimos ir pro bar de drinks que frequentamos fielmente há 15 anos, "Odin", um lugar onde tocam rock e heavy metal que nos leva de volta à adolescência e aos tempos de vinte e poucos anos.
Cumprimentamos os velhos camaradas de sempre, os frequentadores que já fazem parte da mobília do "Odin", e vimos que, além deles, só tinha umas duas caras novas no lugar.
A noite foi passando entre drinks, partidas de dardo, repertório de piadas e as velhas músicas que inflamam o coração com o som poderoso do metal.
Conforme o tempo passava, meus amigos foram indo pra casa, e ficamos só eu e o Jandro (solteiro e festeiro inveterado), com vontade de aproveitar ao máximo uma noite entre homens. Nos sentamos no final do balcão do lugar, longe da porta, eu de costas pra ela, e batemos um papo animado sobre livros, filmes e música até que meu parceiro me disse:
- Carne fresca.
- O quê? - perguntei, aguçando o ouvido pra entender as palavras dele misturadas com a música do lugar.
- Que Acabaram de entrar três gatas, e nunca tinha visto elas aqui.
- Bom - respondi -, de vez em quando aparece gente nova, tem que ir renovando o mobiliário do bar, né?
- É, mas parece que são gostosas, principalmente uma morena. Se ficarem um tempo, a gente chega junto…
- Cara, te lembro que sou casado…
- Bom, então tira o anel e entra na minha onda, quem sabe hoje a gente molha o biscoito. Você sabe que eu sou um túmulo, ninguém vai ficar sabendo de nada.
Jandro é um puta amigo, mas meio sem-vergonha. Não era a primeira vez que tentava me convencer a botar chifre na minha mulher, mas claro, todas as tentativas dele tinham sido em vão.
- Sabe que não vou fazer isso - respondi -, no máximo vou de cupido, mas não vou ficar com ninguém.
- Só porque você tá de dieta não significa que não pode dar uma exagerada de vez em quando - disse ele sorrindo -. Mas sei que você não tem culhão pra botar chifre na Tere.
- "Vi coisas que vocês não acreditariam" - pensei, lembrando as palavras do replicante de Blade Runner.
- O que falta é vontade - sentenciei, dando o último gole no meu copo.
- Bom, então vai ser meu cupido… seu frouxo! - exclamou de repente.
- O que foi?
- Porra, a morena tá vindo pra cá, e não é gostosa, é gostosíssima…
A cara do meu amigo mudou de expectativa pra surpresa quando a garota se aproximou ainda mais da gente:
- Mas é a sua cunhada! - exclamou.
Virei na hora pra ver, e me deparei com ela, a Patty.
- Oi, professor - disse ela, me dando dois beijos sonoros -, e… Jandro, né? A gente se conheceu no casamento da minha irmã.
- Sim, claro - respondeu Jandro, visivelmente animado por ela lembrar o nome dele.
- O que você tá fazendo aqui? - perguntei pra minha cunhada, estupefato.
- Bom, moro perto daqui, e já tinha ouvido falar desse lugar, mas nunca tinha entrado, então convenci minhas amigas a tomar um negócio aqui e ver como era.
Patty me deu aquele sorriso dela… Sorriso maroto enquanto estudava Jandro de soslaio. Tava claro que ela sabia, pela irmã, que eu frequentava aquele bar.
— É o que dá ser um bicho de costume! — pensei.
— Toma um negócio com a gente — se apressou a dizer Jandro, radiografando ela mentalmente.
Ela tava linda e incrivelmente gostosa, vestida com uma blusa preta justa de decote em V magnífico que meu amigo não conseguia parar de olhar, e na parte de baixo usava uma saia lápis com listras finas cinzas horizontais e verticais em fundo branco. Calçava uns sapatos pretos de salto agulha, então pela altura e pela silhueta sinuosa, era impossível passar despercebida pra qualquer um.
— Não, muito obrigada — recusou Patty. — Deixei minhas amigas do outro lado do balcão e acho que tão meio acuadas com o tipo de música. Talvez depois — concluiu, piscando o olho pro meu amigo.
— A gente se vê, professor — se despediu de mim com um bater de cílios.
Sem mais, virou as costas e foi pra onde as amigas esperavam, nos presenteando com uma rebolada magnífica de quadril e raba, bem marcada pela saia, no ritmo de cada passo que a afastava da gente.
— Uffff — bufou Jandro —, mas que buceta gostosa é tua cunhada! Se não fosse a família de vocês, eu teria chegado junto no teu casamento.
— Receio que não teria chance nenhuma — respondi, verbalizando minha opinião confirmada pelos acontecimentos recentes.
Pedimos outra dose e continuamos batendo papo, mas pouco depois, Patty voltou pra perto da gente.
— Minhas amigas não tão curtindo muito esse lugar — disse —, e querem ir embora, mas eu queria ficar. Vocês se importariam se eu ficasse com vocês?
— Pra gente é um prazer — se apressou a responder meu amigo —, né, Carlos? — completou, me cutucando com o cotovelo.
— Não, claro — respondi, já vendo onde a coisa ia dar —, mas eu vou vazar daqui a pouco…
— Show! — exclamou Patty, me dando um olhar sedutor. — Vou fumar um Baseado com minhas amigas lá fora e volto pra vocês, beleza?
- A gente te espera aqui, gostosa - Jandro se adiantou de novo.
- Porraaaa - ele completou quando minha cunhada se afastou da gente -. Só de olhar pra ela já fiquei de pau duro. Essa noite eu como ela! Assim que você terminar o copo, dá qualquer desculpa e me deixa a sós com ela.
- Meu amigo - pensei -, acho que não é você o alvo dela.
- Vou fazer o que puder - respondi pro meu parceiro empolgado.
Dez minutos depois, Patty voltou. Jandro ofereceu uma bebida pra ela, e a gente conversou os três. Meu amigo não perdia chance de elogiar e flertar com ela, e minha cunhada correspondia, entrando na brincadeira, incentivando ele e deixando a excitação dele crescer, mas sempre dava uma olhadinha de lado pra mim, buscando minha cumplicidade e me excitando com aqueles olhos sedutores.
- Bom - falei quando terminei minha bebida -, já é um pouco tarde e a Tere deve ter chegado em casa, então é melhor eu ir.
Jandro me olhou agradecido, mas na real eu não tava fazendo favor nenhum. Pra mim tava claro que minha cunhada tinha vindo me encontrar, e eu já tinha aceitado o convite pensando num jeito de mandar meu colega pra casa.
- Então eu também vou - completou Patty -. Mas vocês vão ser legais e me acompanhar até em casa, né?
- Claro - meu amigo se adiantou de novo, tentando disfarçar a frustração por não ficar a sós com ela.
A gente acompanhou ela até a casa dela, que na verdade ficava só a 15 minutos andando do "Odín".
- Por que vocês não sobem pra tomar o último gole? - ela perguntou quando chegamos no portão -, é o mínimo pra agradecer pela companhia.
- Nem precisa perguntar duas vezes - respondeu Jandro, aceitando pelos dois.
Seria idiota recusar, pra falar a verdade eu já tava doido pra mais uma rodada de sexo selvagem com a Patty. Meu amigo tava criando expectativas falsas, achando que ele ia ser o conseguiria o triunfo, e eu não via como me livrar dele.
Competindo mentalmente com trocas de olhares, nós dois seguíamos o objetivo do nosso desejo, admirando como aquele cuzão maravilhoso balançava ao subir os degraus. Já na salinha, sentamos os três no sofá, minha cunhada entre nós dois, depois de preparar as bebidas na cozinha.
- Um apartamento bem bonitinho - comentou Jandro -, você mora sozinha?
- Sim - respondeu Patty acendendo um cigarro -, assim não preciso me preocupar em incomodar ou ser incomodada quando trago alguém pra casa.
Meu colega estava devorando ela com os olhos, e ela parecia satisfeita em se sentir desejada de forma tão descarada. Qualquer gesto dela era pura sedução: os olhos verde-azulados e o bater de cílios, o jeito sensual de fumar, a maneira como lambia os lábios após cada gole do drink, o gesto charmoso de colocar o cabelo atrás da orelha… e, acima de tudo, a forma como a mão dela pousava na perna do Jandro toda vez que falava com ele. Ele estava cardíaco, e eu começava a sentir um nó se formando no meu estômago.
- Será que estou enganado? - pensei -. Não serei eu o que está sobrando nessa situação…?
A dúvida e o desconforto continuavam se alimentando em mim, será que eu estava sentindo ciúmes?
- E você tem namorado? - perguntou Jandro.
- Ah! - exclamei por dentro -. O filho da puta já está encaminhando o assunto, talvez eu devesse ir pra minha cama quentinha, com minha fiel esposa…
- Não - respondeu Patty -, não gosto de amarras, sou mais de viver o momento, né, cunhadinho? - terminou se virando pra mim e piscando um olho sem que meu amigo percebesse.
- Acho que sim - respondi surpreso enquanto meu pau se espreguiçava diante do gesto de cumplicidade.
Não sabia a que jogo minha cunhada estava brincando, parecia que ela estava me dando uma de cal e outra de areia. Será que ela estava me provocando pra sentir ciúmes?, queria me prender na teia dela a tal ponto…?
- Uffff - bufou Jandro -, Uma gostosa como você vivendo o momento… isso tá ficando interessante…
Patty virou de novo pro meu amigo, pegou o volume enorme dele com a mão esquerda e se jogou nele pra dar um beijo molhado.
Eu fiquei paralisado, vendo os dois se beijando. O único músculo do meu corpo que conseguia reagir era meu pau, que tinha ficado duríssimo olhando a bunda da minha cunhada se mexendo enquanto ela devorava a boca do Jandro, todo bobo.
— Aqui eu tô sobrando — falei, irritado, quando minha mente conseguiu sair do choque. Tava com ciúme mesmo.
Patty se separou do meu colega, virou de novo pra mim, pegou minha virilha dura e se jogou em cima de mim, enfiando a língua até a garganta pra me dar um beijo ardente. Depois se afastou, chupando meu lábio inferior e fazendo meu corpo todo tremer. Aí consegui ver o Jandro de novo, olhando pra gente com os olhos quase pulando das órbitas.
— Aqui ninguém tá sobrando — sussurrou minha cunhada, toda excitada. — Tenho dois paus só pra mim e quero aproveitar. Vocês topam?
Jandro reagiu na hora. Na cabeça quente dele, não importava que a Patty fosse minha cunhada; ele só pensava em foder uma mina gostosa dividindo com o melhor amigo. Então, sem hesitar, se levantou, pegou ela pelo queixo e enfiou a língua até o fundo enquanto a mão da minha cunhada continuava acariciando a dureza da minha virilha por cima da calça.
Todo vestígio de desconforto e ciúme, surpreendentemente, tava sumindo de mim. Eu sentia meu pau pulsando com as carícias daquela mão que sabia exatamente como fazer, e a ideia de foder aquela mulher fogosa entre nós dois parecia tão excitante que me deu um arrepio. Minha mão esquerda foi sozinha pegar um dos peitos durinhos dela, enquanto a língua do meu amigo explorava a boca dela e as mãos dele percorriam a bunda toda.
Patty se levantou, pegou a mão de nós dois e nos guiou até o quarto. Ela começou uma dança erótica para nós, se movendo de um jeito hipnotizante enquanto tirava a roupa num striptease digno das melhores casas de show.
Jandro e eu devorávamos ela com os olhos, gravando na retina cada movimento sensual dela.
Primeiro, ela desabotoou devagar os botões da blusa, um por um, até abrir tudo e deixar cair no chão. O sutiã preto que ela usava apertava e levantava os peitos durinhos dela, mas não era só isso que tava subindo, porque minha pica mal cabia dentro da calça, igual a do meu amigo, que já tava inchada na virilha dele, marcando um belo volume.
Patty adorava ver como cada movimento dela era seguido pelos nossos olhares cheios de tesão, que combinavam com as paus duras que imploravam por ela. Ela continuou a dança erótica, acariciando os próprios peitos por cima do sutiã, deslizando as mãos pela cintura sinuosa, passando pelos quadris, se virando pra mostrar como se acariciava a bunda firme... Rebolando os quadris, foi tirando a saia, fazendo ela descer devagar pelas coxas, igual uma cobra trocando de pele.
A calcinha fio dental dela era preta, combinando com o sutiã; na frente era só um triângulo minúsculo que marcava a forma da buceta dela, e atrás só dava pra ver duas tiras finas nos quadris, que se encontravam no meio e sumiam um pouco mais embaixo, entre as curvas da bunda dura dela.
— Que puta raba que tu tem! — exclamou Jandro.
— Mmmm — gemeu Patty, se aproximando dele com movimentos de gata.
Ela desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca enquanto ele tirava a parte de cima. Com a pica dura pra caralho, grossa e cheia de veias, ele ficou pelado na frente dela.
— Tu tem uma pica bem grossa — sussurrou minha cunhada, acariciando ela. — Vamos ver como é a do meu professor.
Ela sabia muito bem como era, já tinha visto e muito tinha aproveitado pra engolir ela com os três buraquinhos do prazer, mas queria fingir que era a primeira vez que ia ter ela só pra mim. Ela veio na minha direção e repetiu a mesma operação que com meu amigo, me deixando totalmente pelado com minha pica dura pedindo atenção dela.
- Ufffff - suspirou Patty acariciando ela - é bem grande e também tá durona pra caralho…
- É assim que minha cunhada me deixou - falei eu - pronta pra meter. Cê tá a fim?
Piscando um olho pra nossa pergunta cúmplice, e com cara de safada, minha cunhada se ajoelhou na minha frente e lambeu minha cabeça pra depois olhar pro Jandro e chamar ele pra perto. Também lambeu a cabeça molhada dele pra lamber o líquido pré-gozo que escorria da ponta.
- Que maravilha! - exclamou pegando nossos paus com cada uma das mãos - Duas rolas deliciosas só pra mim.
Meu parceiro me olhou sorrindo, e eu, sem dúvidas que escurecessem meus desejos, totalmente entregue à causa, devolvi o sorriso. A perspectiva de meter os dois naquela mulher insaciável me excitou tanto que já só conseguia pensar em dar exatamente o que ela queria: ser comida por dois caras sem piedade.
Patty começou a alternar lambidas de uma pica pra outra, aumentando nossa excitação com a língua lasciva dela.
- Quero comer seu pau - falou pro Jandro olhando direto nos olhos dele com desejo - Cê vai encher minha boquinha com seu gozo?
- Uffff! - bufou meu amigo - cê quer que eu goze na sua boca…?
- Mmmmm, quero engolir todo seu leite enquanto meu cunhado mete na minha buceta - respondeu sorrindo safada pra mim.
- "Vou fazer uma oferta que ele não vai poder recusar" - disse a voz característica do Vitto Corleone na minha cabeça.
Patty se levantou e eu tirei o sutiã dela pra acariciar os peitos maravilhosos com mamilos eriçados enquanto meu parceiro abaixava a calcinha dela revelando a bucetinha, bem depilada, molhada e quente.
Jandro sentou na beira da cama, com o pau duro apontando para o teto. Minha cunhada se aproximou dele e se agachou para colocar os lábios sobre a ponta do músculo duro. Lentamente foi descendo a cabeça, e o sortudo e eu observamos como o falo dele desaparecia deslizando entre aqueles lábios apetitosos para ser envolvido pela boca quente da minha cunhada safada.
- Ooooooooooh! - exclamou Jandro com quase todo o membro dele engolido.
Eu conhecia perfeitamente aquela sensação incrível e a habilidade inata da especialista em boquetes para provocá-la.
Enquanto Patty começava com seu boquete magistral no meu amigo "ummppff, ummppff, ummppff", o corpo irresistível dela se apresentava diante de mim dobrado pela cintura, com os peitões grandes balançando, a bunda firme mostrando toda sua esplendor, e bem abaixo dela, entre as coxas duras, aquela buceta de lábios inchados que segregava fluidos pedindo para ser penetrada. Não hesitei, agarrei aquela raba em formato de coração e coloquei minha glande entre os lábios vaginais famintos. Com um empurrão, enfiei todo o meu falo até minhas cadeiras baterem na bunda dela "Plás!".
- Ummmmppff - gemeu minha cunhada com o pau do meu amigo chegando até a garganta dela por causa da minha estocada.
Ela tirou o pau da boca por uns instantes para tossir e dizer:
- Ummm, que gostoso! Adoro me sentir tão puta com um pau na boca e outro furando minha buceta.
Jandro me olhou sorrindo e respondeu:
- Você é uma puta fogosa mesmo, continua chupando ele.
E agarrando a cabeça dela, colocou os lábios dela de novo sobre a ponta da ferramenta venosa dele.
Eu me retirei para trás, tirando todo o meu pau coberto de sucos femininos brilhantes, e voltei a atacar para perfurar aquela gruta de prazer com toda a vontade.
- Ummmm - gemeu Patty com a boca e a buceta cheias de pau.
Comecei um vai-e-vem forte que a vagina dela correspondia com contrações deliciosas que massageavam todo o meu membro. O impulso das minhas cadeiras movia o corpo inteiro dela, marcando o ritmo do boquete no meu amigo. Ele estava em A glória, com as mãos apoiadas na cama e o rosto virado pro teto, gemendo a cada chupada.
- Uf, uf, uf! Porraaaa, como você chupa bem - ela dizia. - Uf, uuuuffff, não aguentoooo, vou encher sua bucetinha de porraaaaaahhhh.
Jandro começou a gozar enquanto eu continuava comendo minha cunhada, enfiando meu pau até o fundo. A gozada do meu amigo durou uns segundos, enquanto Patty se engasgava com os jatos de porra quente e grossa que iam direto pra garganta dela. Minhas estocadas constantes não deixavam ela acomodar direito o pau do meu amigo na língua, e cada vez que eu avançava, a cabeça do Jandro se enterrava na garganta dela pra descarregar mais jatos de sêmen. Quando ele terminou de gozar, com cara de satisfeito, meu parceiro tirou a vara da boca da chupadora e ficou sentado, olhando como eu comia ela.
Patty tossiu, mas em nenhum momento reclamou. Foi ela mesma quem quis que meu amigo gozasse na boca dela pra se engasgar com o esperma dele.
Jandro se levantou pra deixar a cama livre pra gente e sentou na cadeira da escrivaninha pra nos observar.
Se desacoplando de mim, Patty se virou.
- Quero montar no seu pau - ela disse, com a respiração ofegante.
Eu me deitei na cama e na hora ela se sentou de pernas abertas em cima de mim, descendo o quadril até meu pau entrar nela de novo por completo.
- Ooooohhhhh - gemeu - ééé issoooo! Vamos dar um belo show pro seu amigo...
Na posição perpendicular ao meu corpo, ela começou com um movimento forte de quadril, cravando meu pau sem piedade.
- Mmmm, siiiim - ela dizia entre ofegos - Como eu amo o pau do meu cunhadinhooo.
Jandro assistia o show fascinado, vendo aquela mulher selvagem mexer o corpo maravilhoso em cima de mim, gemendo, mordendo o lábio inferior e fazendo caras de puro prazer enquanto minhas mãos acariciavam a bunda, o quadril, a cintura dela e amassavam os peitões dela. bicos pontudos.
Eu nunca tinha me sentido observado no meio do sexo, e pensei que a situação ia me travar completamente, mas descobri que era exatamente o contrário. Minha cunhada era tão sensual e fogosa que ser observado só deixava a experiência ainda mais excitante.
- Aaah, aaah, ummm, aaaah - gemia a Patty, alternando olhares cheios de safadeza entre meu amigo e eu.
O Jandro tava com uma ereção evidente de novo, então chegou perto da cama e acariciou o peito esquerdo firme da Patty enquanto ela cavalgava em cima de mim. Ela estendeu a mão pra ele, agarrou a rola dele e começou a acariciar, sem parar de se esfregar na minha com fúria.
O prazer era tão gostoso que eu já não aguentava mais, então segurei minha cunhada pela cintura e comecei a ditar o ritmo, enfiando meu pau no fundo da alma dela. Os espasmos percorreram meu corpo da cabeça aos pés, fazendo eu levantar o quadril pra gozar com violência dentro daquela buceta que devorava toda minha carne dura. Quando a explosão quente de porra inundou as entranhas dela, a Patty também gozou, gritando com as costas arqueadas.
- Ooooooooooooohhh!
- Que gozada boa - ela disse depois de se recuperar -, mas quero mais - completou, olhando pro Jandro enquanto saía de cima de mim.
Eu me levantei e sentei. Meu amigo se posicionou na beirada da cama, e a Patty acariciou a ereção dele com delicadeza, passando a língua nos lábios.
- Quer mais? - perguntou o Jandro - Agora vou te dar uma boa dose de rola.
Ele subiu nela e, olhando fixo nos olhos lindos dela, meteu com raiva.
- Mmmm - gemeu minha cunhada - Adoro outra rola pra mmmim. Me fode tão bem quanto meu cunhado.
O Jandro começou uma bombada rítmica com as pernas da Patty abraçando ele pela cintura. Ela tava adorando, gemendo a cada estocada, mas eu percebia pelo jeito que ela gemia que o prazer não era tão intenso quanto quando era eu que invadia a bucetinha dela com meu músculo potente.
Eu Levantei da cama pra sentar na cadeira e observar, e eles aproveitaram pra rolar na cama, ficando ela em cima do meu colega como momentos antes tinha ficado em cima de mim.
Agora era eu quem observava em terceira pessoa como aquela amazona gostosa cavalgava, gozando com a pica do meu amigo. Era um espetáculo magnífico: o rosto dela corado de prazer, os olhos azul-marinho incendiados de luxúria, a língua passando no lábio superior pra depois morder o lábio carnudo entre gemidos. A pele brilhava com uma fina camada de suor sexual, os peitos firmes subiam e desciam eroticamente no ritmo dos quadris, a bunda redonda rebolava deliciosamente pra frente e pra trás, hipnotizante... Meu pau voltava a endurecer diante daquela visão.
Patty fixou o olhar cheio de tesão em mim, e ao ver como meu membro começava a ganhar vida própria, sussurrou:
- Me dá tua pica.
Me aproximei, fiquei de pé na beira da cama e, sem hesitar, sem parar de cavalgar, ela agarrou meu pau semi-duro pra enfiar gulosamente na boca. Aquela umidade e calor que eu já conhecia eram incrivelmente prazerosos. Entre gemidos abafados, começou a chupar, fazendo minha pica crescer dentro da boca dela, deixando ela grossa e dura, enchendo a cavidade macia de carne até atingir o tamanho máximo.
Quando sentiu que minha ferramenta tava no auge, tirou da boca sugando com força.
- Me fode no cu - disse com a voz entrecortada pelas investidas do Jandro. - Quero as duas picas de vocês dentro de mim.
- Vou te furar - respondi, subindo na cama e me ajoelhando atrás dela.
Apalpei os glúteos dela sem que eles parassem de se mexer, e explorei a divisão entre os dois até encontrar o cu. Não tava completamente fechado, o prazer que a Patty tava sentindo fodendo o Jandro deixava ele bem receptivo, embora não o suficiente pra aceitar o mastro grosso que a boca gulosa dela tinha deixado. Salivei meu dedo indicador, e penetrei o buraquinho macio com ele.
- Oooohhh - ela gemeu.
Comecei a fazer movimentos circulares, lubrificando com minha saliva e estimulando a abertura pra ela ir alargando e aceitar outro dedo.
O corpo dela respondia tanto aos meus dedos quanto à pica que penetrava a buceta dela, então não demorou pra aceitar três dedos bem besuntados de saliva. Era a hora de realizar a vontade dela de ter dupla penetração.
Patty parou de cavalgar e se deitou sobre o Jandro, que também parou, mas segurou os peitões dela pra não parar de massagear. Eu me posicionei sobre ela, apoiando meu peso nos braços e nos joelhos. A mão direita dela agarrou minha pica e colocou minha cabaça no cu dela. Devagar, empurrei com a bacia e meu aríete começou a abrir caminho entre as paredes estreitas que o envolviam e sufocavam.
- Ah, ah, ah, ah! - ofegava a sodomizada sentindo minha dureza abrindo ela por dentro.
- Uffffff - resmungava Jandro sentindo no pau as contrações internas da minha cunhada enquanto o corpo dela tentava aceitar o invasor que chegava por trás.
Depois de uns instantes, minha bacia encostou nos glúteos firmes dela. Minha pica inteira tava alojada no cu dela, incrivelmente apertada por dentro. Nas minhas bolas sentia um formigamento causado pelo leve contato com as do meu amigo, e minha pica pedia pra começar o vai-e-vem pra sentir por completo a sensação gostosa dos músculos da Patty massageando ela.
Olhei pra direita e vi o reflexo nos espelhos do armário. Parecíamos um sanduíche onde eu e o Jandro éramos o pão, e minha cunhada o recheio delicioso.
Comecei com o movimento da bacia, furando com meu pau aquele rabo maravilhoso. As estocadas da minha bacia faziam a da Patty também se mexer, enfiando ainda mais a pica dura do meu amigo na buceta dela.
Nós três ofegávamos ritmadamente, num coro de prazer onde minha cunhada logo começou a se destacar como solista. Apesar da dificuldade da posição, eu tinha conseguido me acomodar pra meter golpe após golpe num choque frenético de quadril contra bunda: “Plás, plás, plás, plás!”.
A impressão de ter duas picas dentro, com os dois buracos cheios de carne dura e quente, era tão intensa que a Patty gemia implorando por não aguentar tanto prazer.
O Jandro pegou meu ritmo, e também começou a mexer os quadris pra penetrar repetidamente com a grossa pica dele a buceta da minha cunhada, transbordando de fluidos.
— Deeeeeeus, oooooh, ummmmm — ela gemia —. Tôôôô sendo essttourada porrrr dentrrroooohhh.
Com um pacto selado no olhar, eu e meu parceiro começamos a alternar penetrações profundas, de um jeito que a Patty sentia uma pica invadindo ela por dentro o tempo todo. Quando um pau recuava um pouco, o outro aprofundava do outro lado.
Minha aluna tava abalada por tantas sensações: as mãos do Jandro apertando os peitos dela, meus suspiros fazendo cócegas na orelha direita dela, o quadril do meu amigo batendo no clitóris dela, o meu batendo na bunda dela, a pica do novo amante se alojando na vagina dela, a do cunhado dilatando o cu dela… na frente, atrás, na frente, atrás… buceta, cu, buceta, cu…
A Patty não aguentou mais a maré de sensações quentes e elétricas que se espalhavam pelo corpo dela e que o cérebro não dava conta de processar. A energia sexual acumulada fez ela tremer num orgasmo poderoso, onde ela gritou extasiada com aquela dupla penetração:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh!
Senti na minha pica as contrações fortes, me causando espasmos de prazer que me obrigavam a continuar empurrando cada vez mais.
O Jandro espremia os peitos da duplamente fodida, com a boca aberta e os olhos virados, sentindo a força dos músculos vaginais espremendo o rabo dele. A gozada dele também era iminente, e com um grunhido quase animal, ele liberou a carga enchendo a buceta da minha cunhada. cunhada com o elixir fervente da sua excitação.
Ao sentir a gozada inundando ela por dentro, Patty engatou outro orgasmo com o qual suas costas se ergueram vencendo meu peso e jogando-se para trás. Eu senti uma mistura sublime de dor e prazer quando a bunda dela espremeu ainda mais minha pica. Quando o corpo dela me empurrou para trás com a força quase sobrenatural do orgasmo, minhas mãos tiveram que se agarrar aos peitos duros dela para não cair, mas a convulsão da gozada dela era tão forte que continuou curvando as costas, apoiando as omoplatas no meu peito, fazendo com que minhas coxas cedessem ao peso de nós dois e meus joelhos acabassem dobrando, caindo eu também para trás.
A posição complicada e dolorosa em que ficamos fez com que minha pica fosse como uma lança que empalou a bunda da Patty até a profundidade máxima, me causando tanto tesão que imediatamente gozei, jorrando vários jatos de porra grossa que escaldaram minha glande e queimaram as entranhas da minha cunhada, que engatou outro êxtase fantástico que a deixou sem fôlego.
Era a segunda vez que conseguia ver e sentir um orgasmo múltiplo, e ainda assim, não conseguia acreditar.
Finalmente, voltamos a nos inclinar para frente, Patty se apoiando no corpo do Jandro, e eu nas costas dela, colocando minhas mãos na cama para não esmagar os dois. Ficamos assim por uns dois minutos em que só se ouvia as respirações difíceis dos três.
- Obrigado por realizar uma das minhas fantasias - disse Patty quebrando o silêncio.
Jandro só conseguiu sorrir para ela, e eu respondi dando um beijo suave no pescoço dela, na zona sensível da jugular.
Depois de nos recompor, Jandro foi embora com a maior cara de satisfação que já tinha visto nele. Eu fiquei o tempo suficiente para tomar um banho rápido que eliminasse o cheiro de sexo do meu corpo antes de voltar para casa, junto com minha mulher.
Patty me esperava na sala fumando tranquilamente, e quando eu já estava quase Vou nessa", ela disse:
- Não fica remoendo isso e não se preocupa por ter compartilhado essa noite comigo, ainda sou sua putinha.
- Eu sei - respondi, depositando toda minha confiança nela -, você só queria realizar sua fantasia de dar pra dois caras ao mesmo tempo.
Ela sorriu e me deu um beijo longo.
- Aliás - disse quando finalmente estávamos nos despedindo -, hoje à tarde minha irmã me ligou pra me convidar pra festa à fantasia que a empresa dela organiza pro carnaval. É na próxima sexta.
- Ah! - exclamei surpreso -. Sabia que a gente ia, como todo ano, mas ela não tinha me falado nada sobre ter te convidado.
- Pois aceitei o convite, então vou sim, fantasiada combinando com vocês… Vai ser divertido.
- Vai ser muito perigoso… - respondi hesitante.
- Pois é, muuuuito divertido - sentenciou.
Trocamos um beijo rápido de despedida e fui embora, relembrando o que tinha rolado naquela noite, mas também pensando no que podia acontecer na festa à fantasia. Umas frases do Senhor dos Anéis vieram à minha mente:
- "É perigoso, Frodo, atravessar sua porta. Você põe o pé na estrada, e se não cuidar dos seus passos, nunca sabe aonde eles podem te levar.
Como era a última sexta-feira do mês, chegava a vez do que minha esposa chamava de "noite dos amigos". Ela saía com as amigas para jantar e tomar um drink, e eu ficava totalmente livre para sair pra beber com meus amigos e relembrar os velhos tempos nos bares de sempre.
Às 9h30 já estava com meus parceiros, no bar de um deles, tomando cerveja, petiscando e colocando a conversa em dia sobre nossas vidas e trabalhos. Éramos 4 no total: Antônio (o dono do bar), Anjo, Jandro e eu. Passamos um tempão rindo das histórias de cada um enquanto jantávamos com os petiscos generosos que o Antônio pedia pro garçom pra gente.
Mais tarde, decidimos ir pro bar de drinks que frequentamos fielmente há 15 anos, "Odin", um lugar onde tocam rock e heavy metal que nos leva de volta à adolescência e aos tempos de vinte e poucos anos.
Cumprimentamos os velhos camaradas de sempre, os frequentadores que já fazem parte da mobília do "Odin", e vimos que, além deles, só tinha umas duas caras novas no lugar.
A noite foi passando entre drinks, partidas de dardo, repertório de piadas e as velhas músicas que inflamam o coração com o som poderoso do metal.
Conforme o tempo passava, meus amigos foram indo pra casa, e ficamos só eu e o Jandro (solteiro e festeiro inveterado), com vontade de aproveitar ao máximo uma noite entre homens. Nos sentamos no final do balcão do lugar, longe da porta, eu de costas pra ela, e batemos um papo animado sobre livros, filmes e música até que meu parceiro me disse:
- Carne fresca.
- O quê? - perguntei, aguçando o ouvido pra entender as palavras dele misturadas com a música do lugar.
- Que Acabaram de entrar três gatas, e nunca tinha visto elas aqui.
- Bom - respondi -, de vez em quando aparece gente nova, tem que ir renovando o mobiliário do bar, né?
- É, mas parece que são gostosas, principalmente uma morena. Se ficarem um tempo, a gente chega junto…
- Cara, te lembro que sou casado…
- Bom, então tira o anel e entra na minha onda, quem sabe hoje a gente molha o biscoito. Você sabe que eu sou um túmulo, ninguém vai ficar sabendo de nada.
Jandro é um puta amigo, mas meio sem-vergonha. Não era a primeira vez que tentava me convencer a botar chifre na minha mulher, mas claro, todas as tentativas dele tinham sido em vão.
- Sabe que não vou fazer isso - respondi -, no máximo vou de cupido, mas não vou ficar com ninguém.
- Só porque você tá de dieta não significa que não pode dar uma exagerada de vez em quando - disse ele sorrindo -. Mas sei que você não tem culhão pra botar chifre na Tere.
- "Vi coisas que vocês não acreditariam" - pensei, lembrando as palavras do replicante de Blade Runner.
- O que falta é vontade - sentenciei, dando o último gole no meu copo.
- Bom, então vai ser meu cupido… seu frouxo! - exclamou de repente.
- O que foi?
- Porra, a morena tá vindo pra cá, e não é gostosa, é gostosíssima…
A cara do meu amigo mudou de expectativa pra surpresa quando a garota se aproximou ainda mais da gente:
- Mas é a sua cunhada! - exclamou.
Virei na hora pra ver, e me deparei com ela, a Patty.
- Oi, professor - disse ela, me dando dois beijos sonoros -, e… Jandro, né? A gente se conheceu no casamento da minha irmã.
- Sim, claro - respondeu Jandro, visivelmente animado por ela lembrar o nome dele.
- O que você tá fazendo aqui? - perguntei pra minha cunhada, estupefato.
- Bom, moro perto daqui, e já tinha ouvido falar desse lugar, mas nunca tinha entrado, então convenci minhas amigas a tomar um negócio aqui e ver como era.
Patty me deu aquele sorriso dela… Sorriso maroto enquanto estudava Jandro de soslaio. Tava claro que ela sabia, pela irmã, que eu frequentava aquele bar.
— É o que dá ser um bicho de costume! — pensei.
— Toma um negócio com a gente — se apressou a dizer Jandro, radiografando ela mentalmente.
Ela tava linda e incrivelmente gostosa, vestida com uma blusa preta justa de decote em V magnífico que meu amigo não conseguia parar de olhar, e na parte de baixo usava uma saia lápis com listras finas cinzas horizontais e verticais em fundo branco. Calçava uns sapatos pretos de salto agulha, então pela altura e pela silhueta sinuosa, era impossível passar despercebida pra qualquer um.
— Não, muito obrigada — recusou Patty. — Deixei minhas amigas do outro lado do balcão e acho que tão meio acuadas com o tipo de música. Talvez depois — concluiu, piscando o olho pro meu amigo.
— A gente se vê, professor — se despediu de mim com um bater de cílios.
Sem mais, virou as costas e foi pra onde as amigas esperavam, nos presenteando com uma rebolada magnífica de quadril e raba, bem marcada pela saia, no ritmo de cada passo que a afastava da gente.
— Uffff — bufou Jandro —, mas que buceta gostosa é tua cunhada! Se não fosse a família de vocês, eu teria chegado junto no teu casamento.
— Receio que não teria chance nenhuma — respondi, verbalizando minha opinião confirmada pelos acontecimentos recentes.
Pedimos outra dose e continuamos batendo papo, mas pouco depois, Patty voltou pra perto da gente.
— Minhas amigas não tão curtindo muito esse lugar — disse —, e querem ir embora, mas eu queria ficar. Vocês se importariam se eu ficasse com vocês?
— Pra gente é um prazer — se apressou a responder meu amigo —, né, Carlos? — completou, me cutucando com o cotovelo.
— Não, claro — respondi, já vendo onde a coisa ia dar —, mas eu vou vazar daqui a pouco…
— Show! — exclamou Patty, me dando um olhar sedutor. — Vou fumar um Baseado com minhas amigas lá fora e volto pra vocês, beleza?
- A gente te espera aqui, gostosa - Jandro se adiantou de novo.
- Porraaaa - ele completou quando minha cunhada se afastou da gente -. Só de olhar pra ela já fiquei de pau duro. Essa noite eu como ela! Assim que você terminar o copo, dá qualquer desculpa e me deixa a sós com ela.
- Meu amigo - pensei -, acho que não é você o alvo dela.
- Vou fazer o que puder - respondi pro meu parceiro empolgado.
Dez minutos depois, Patty voltou. Jandro ofereceu uma bebida pra ela, e a gente conversou os três. Meu amigo não perdia chance de elogiar e flertar com ela, e minha cunhada correspondia, entrando na brincadeira, incentivando ele e deixando a excitação dele crescer, mas sempre dava uma olhadinha de lado pra mim, buscando minha cumplicidade e me excitando com aqueles olhos sedutores.
- Bom - falei quando terminei minha bebida -, já é um pouco tarde e a Tere deve ter chegado em casa, então é melhor eu ir.
Jandro me olhou agradecido, mas na real eu não tava fazendo favor nenhum. Pra mim tava claro que minha cunhada tinha vindo me encontrar, e eu já tinha aceitado o convite pensando num jeito de mandar meu colega pra casa.
- Então eu também vou - completou Patty -. Mas vocês vão ser legais e me acompanhar até em casa, né?
- Claro - meu amigo se adiantou de novo, tentando disfarçar a frustração por não ficar a sós com ela.
A gente acompanhou ela até a casa dela, que na verdade ficava só a 15 minutos andando do "Odín".
- Por que vocês não sobem pra tomar o último gole? - ela perguntou quando chegamos no portão -, é o mínimo pra agradecer pela companhia.
- Nem precisa perguntar duas vezes - respondeu Jandro, aceitando pelos dois.
Seria idiota recusar, pra falar a verdade eu já tava doido pra mais uma rodada de sexo selvagem com a Patty. Meu amigo tava criando expectativas falsas, achando que ele ia ser o conseguiria o triunfo, e eu não via como me livrar dele.
Competindo mentalmente com trocas de olhares, nós dois seguíamos o objetivo do nosso desejo, admirando como aquele cuzão maravilhoso balançava ao subir os degraus. Já na salinha, sentamos os três no sofá, minha cunhada entre nós dois, depois de preparar as bebidas na cozinha.
- Um apartamento bem bonitinho - comentou Jandro -, você mora sozinha?
- Sim - respondeu Patty acendendo um cigarro -, assim não preciso me preocupar em incomodar ou ser incomodada quando trago alguém pra casa.
Meu colega estava devorando ela com os olhos, e ela parecia satisfeita em se sentir desejada de forma tão descarada. Qualquer gesto dela era pura sedução: os olhos verde-azulados e o bater de cílios, o jeito sensual de fumar, a maneira como lambia os lábios após cada gole do drink, o gesto charmoso de colocar o cabelo atrás da orelha… e, acima de tudo, a forma como a mão dela pousava na perna do Jandro toda vez que falava com ele. Ele estava cardíaco, e eu começava a sentir um nó se formando no meu estômago.
- Será que estou enganado? - pensei -. Não serei eu o que está sobrando nessa situação…?
A dúvida e o desconforto continuavam se alimentando em mim, será que eu estava sentindo ciúmes?
- E você tem namorado? - perguntou Jandro.
- Ah! - exclamei por dentro -. O filho da puta já está encaminhando o assunto, talvez eu devesse ir pra minha cama quentinha, com minha fiel esposa…
- Não - respondeu Patty -, não gosto de amarras, sou mais de viver o momento, né, cunhadinho? - terminou se virando pra mim e piscando um olho sem que meu amigo percebesse.
- Acho que sim - respondi surpreso enquanto meu pau se espreguiçava diante do gesto de cumplicidade.
Não sabia a que jogo minha cunhada estava brincando, parecia que ela estava me dando uma de cal e outra de areia. Será que ela estava me provocando pra sentir ciúmes?, queria me prender na teia dela a tal ponto…?
- Uffff - bufou Jandro -, Uma gostosa como você vivendo o momento… isso tá ficando interessante…
Patty virou de novo pro meu amigo, pegou o volume enorme dele com a mão esquerda e se jogou nele pra dar um beijo molhado.
Eu fiquei paralisado, vendo os dois se beijando. O único músculo do meu corpo que conseguia reagir era meu pau, que tinha ficado duríssimo olhando a bunda da minha cunhada se mexendo enquanto ela devorava a boca do Jandro, todo bobo.
— Aqui eu tô sobrando — falei, irritado, quando minha mente conseguiu sair do choque. Tava com ciúme mesmo.
Patty se separou do meu colega, virou de novo pra mim, pegou minha virilha dura e se jogou em cima de mim, enfiando a língua até a garganta pra me dar um beijo ardente. Depois se afastou, chupando meu lábio inferior e fazendo meu corpo todo tremer. Aí consegui ver o Jandro de novo, olhando pra gente com os olhos quase pulando das órbitas.
— Aqui ninguém tá sobrando — sussurrou minha cunhada, toda excitada. — Tenho dois paus só pra mim e quero aproveitar. Vocês topam?
Jandro reagiu na hora. Na cabeça quente dele, não importava que a Patty fosse minha cunhada; ele só pensava em foder uma mina gostosa dividindo com o melhor amigo. Então, sem hesitar, se levantou, pegou ela pelo queixo e enfiou a língua até o fundo enquanto a mão da minha cunhada continuava acariciando a dureza da minha virilha por cima da calça.
Todo vestígio de desconforto e ciúme, surpreendentemente, tava sumindo de mim. Eu sentia meu pau pulsando com as carícias daquela mão que sabia exatamente como fazer, e a ideia de foder aquela mulher fogosa entre nós dois parecia tão excitante que me deu um arrepio. Minha mão esquerda foi sozinha pegar um dos peitos durinhos dela, enquanto a língua do meu amigo explorava a boca dela e as mãos dele percorriam a bunda toda.
Patty se levantou, pegou a mão de nós dois e nos guiou até o quarto. Ela começou uma dança erótica para nós, se movendo de um jeito hipnotizante enquanto tirava a roupa num striptease digno das melhores casas de show.
Jandro e eu devorávamos ela com os olhos, gravando na retina cada movimento sensual dela.
Primeiro, ela desabotoou devagar os botões da blusa, um por um, até abrir tudo e deixar cair no chão. O sutiã preto que ela usava apertava e levantava os peitos durinhos dela, mas não era só isso que tava subindo, porque minha pica mal cabia dentro da calça, igual a do meu amigo, que já tava inchada na virilha dele, marcando um belo volume.
Patty adorava ver como cada movimento dela era seguido pelos nossos olhares cheios de tesão, que combinavam com as paus duras que imploravam por ela. Ela continuou a dança erótica, acariciando os próprios peitos por cima do sutiã, deslizando as mãos pela cintura sinuosa, passando pelos quadris, se virando pra mostrar como se acariciava a bunda firme... Rebolando os quadris, foi tirando a saia, fazendo ela descer devagar pelas coxas, igual uma cobra trocando de pele.
A calcinha fio dental dela era preta, combinando com o sutiã; na frente era só um triângulo minúsculo que marcava a forma da buceta dela, e atrás só dava pra ver duas tiras finas nos quadris, que se encontravam no meio e sumiam um pouco mais embaixo, entre as curvas da bunda dura dela.
— Que puta raba que tu tem! — exclamou Jandro.
— Mmmm — gemeu Patty, se aproximando dele com movimentos de gata.
Ela desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca enquanto ele tirava a parte de cima. Com a pica dura pra caralho, grossa e cheia de veias, ele ficou pelado na frente dela.
— Tu tem uma pica bem grossa — sussurrou minha cunhada, acariciando ela. — Vamos ver como é a do meu professor.
Ela sabia muito bem como era, já tinha visto e muito tinha aproveitado pra engolir ela com os três buraquinhos do prazer, mas queria fingir que era a primeira vez que ia ter ela só pra mim. Ela veio na minha direção e repetiu a mesma operação que com meu amigo, me deixando totalmente pelado com minha pica dura pedindo atenção dela.
- Ufffff - suspirou Patty acariciando ela - é bem grande e também tá durona pra caralho…
- É assim que minha cunhada me deixou - falei eu - pronta pra meter. Cê tá a fim?
Piscando um olho pra nossa pergunta cúmplice, e com cara de safada, minha cunhada se ajoelhou na minha frente e lambeu minha cabeça pra depois olhar pro Jandro e chamar ele pra perto. Também lambeu a cabeça molhada dele pra lamber o líquido pré-gozo que escorria da ponta.
- Que maravilha! - exclamou pegando nossos paus com cada uma das mãos - Duas rolas deliciosas só pra mim.
Meu parceiro me olhou sorrindo, e eu, sem dúvidas que escurecessem meus desejos, totalmente entregue à causa, devolvi o sorriso. A perspectiva de meter os dois naquela mulher insaciável me excitou tanto que já só conseguia pensar em dar exatamente o que ela queria: ser comida por dois caras sem piedade.
Patty começou a alternar lambidas de uma pica pra outra, aumentando nossa excitação com a língua lasciva dela.
- Quero comer seu pau - falou pro Jandro olhando direto nos olhos dele com desejo - Cê vai encher minha boquinha com seu gozo?
- Uffff! - bufou meu amigo - cê quer que eu goze na sua boca…?
- Mmmmm, quero engolir todo seu leite enquanto meu cunhado mete na minha buceta - respondeu sorrindo safada pra mim.
- "Vou fazer uma oferta que ele não vai poder recusar" - disse a voz característica do Vitto Corleone na minha cabeça.
Patty se levantou e eu tirei o sutiã dela pra acariciar os peitos maravilhosos com mamilos eriçados enquanto meu parceiro abaixava a calcinha dela revelando a bucetinha, bem depilada, molhada e quente.
Jandro sentou na beira da cama, com o pau duro apontando para o teto. Minha cunhada se aproximou dele e se agachou para colocar os lábios sobre a ponta do músculo duro. Lentamente foi descendo a cabeça, e o sortudo e eu observamos como o falo dele desaparecia deslizando entre aqueles lábios apetitosos para ser envolvido pela boca quente da minha cunhada safada.
- Ooooooooooh! - exclamou Jandro com quase todo o membro dele engolido.
Eu conhecia perfeitamente aquela sensação incrível e a habilidade inata da especialista em boquetes para provocá-la.
Enquanto Patty começava com seu boquete magistral no meu amigo "ummppff, ummppff, ummppff", o corpo irresistível dela se apresentava diante de mim dobrado pela cintura, com os peitões grandes balançando, a bunda firme mostrando toda sua esplendor, e bem abaixo dela, entre as coxas duras, aquela buceta de lábios inchados que segregava fluidos pedindo para ser penetrada. Não hesitei, agarrei aquela raba em formato de coração e coloquei minha glande entre os lábios vaginais famintos. Com um empurrão, enfiei todo o meu falo até minhas cadeiras baterem na bunda dela "Plás!".
- Ummmmppff - gemeu minha cunhada com o pau do meu amigo chegando até a garganta dela por causa da minha estocada.
Ela tirou o pau da boca por uns instantes para tossir e dizer:
- Ummm, que gostoso! Adoro me sentir tão puta com um pau na boca e outro furando minha buceta.
Jandro me olhou sorrindo e respondeu:
- Você é uma puta fogosa mesmo, continua chupando ele.
E agarrando a cabeça dela, colocou os lábios dela de novo sobre a ponta da ferramenta venosa dele.
Eu me retirei para trás, tirando todo o meu pau coberto de sucos femininos brilhantes, e voltei a atacar para perfurar aquela gruta de prazer com toda a vontade.
- Ummmm - gemeu Patty com a boca e a buceta cheias de pau.
Comecei um vai-e-vem forte que a vagina dela correspondia com contrações deliciosas que massageavam todo o meu membro. O impulso das minhas cadeiras movia o corpo inteiro dela, marcando o ritmo do boquete no meu amigo. Ele estava em A glória, com as mãos apoiadas na cama e o rosto virado pro teto, gemendo a cada chupada.
- Uf, uf, uf! Porraaaa, como você chupa bem - ela dizia. - Uf, uuuuffff, não aguentoooo, vou encher sua bucetinha de porraaaaaahhhh.
Jandro começou a gozar enquanto eu continuava comendo minha cunhada, enfiando meu pau até o fundo. A gozada do meu amigo durou uns segundos, enquanto Patty se engasgava com os jatos de porra quente e grossa que iam direto pra garganta dela. Minhas estocadas constantes não deixavam ela acomodar direito o pau do meu amigo na língua, e cada vez que eu avançava, a cabeça do Jandro se enterrava na garganta dela pra descarregar mais jatos de sêmen. Quando ele terminou de gozar, com cara de satisfeito, meu parceiro tirou a vara da boca da chupadora e ficou sentado, olhando como eu comia ela.
Patty tossiu, mas em nenhum momento reclamou. Foi ela mesma quem quis que meu amigo gozasse na boca dela pra se engasgar com o esperma dele.
Jandro se levantou pra deixar a cama livre pra gente e sentou na cadeira da escrivaninha pra nos observar.
Se desacoplando de mim, Patty se virou.
- Quero montar no seu pau - ela disse, com a respiração ofegante.
Eu me deitei na cama e na hora ela se sentou de pernas abertas em cima de mim, descendo o quadril até meu pau entrar nela de novo por completo.
- Ooooohhhhh - gemeu - ééé issoooo! Vamos dar um belo show pro seu amigo...
Na posição perpendicular ao meu corpo, ela começou com um movimento forte de quadril, cravando meu pau sem piedade.
- Mmmm, siiiim - ela dizia entre ofegos - Como eu amo o pau do meu cunhadinhooo.
Jandro assistia o show fascinado, vendo aquela mulher selvagem mexer o corpo maravilhoso em cima de mim, gemendo, mordendo o lábio inferior e fazendo caras de puro prazer enquanto minhas mãos acariciavam a bunda, o quadril, a cintura dela e amassavam os peitões dela. bicos pontudos.
Eu nunca tinha me sentido observado no meio do sexo, e pensei que a situação ia me travar completamente, mas descobri que era exatamente o contrário. Minha cunhada era tão sensual e fogosa que ser observado só deixava a experiência ainda mais excitante.
- Aaah, aaah, ummm, aaaah - gemia a Patty, alternando olhares cheios de safadeza entre meu amigo e eu.
O Jandro tava com uma ereção evidente de novo, então chegou perto da cama e acariciou o peito esquerdo firme da Patty enquanto ela cavalgava em cima de mim. Ela estendeu a mão pra ele, agarrou a rola dele e começou a acariciar, sem parar de se esfregar na minha com fúria.
O prazer era tão gostoso que eu já não aguentava mais, então segurei minha cunhada pela cintura e comecei a ditar o ritmo, enfiando meu pau no fundo da alma dela. Os espasmos percorreram meu corpo da cabeça aos pés, fazendo eu levantar o quadril pra gozar com violência dentro daquela buceta que devorava toda minha carne dura. Quando a explosão quente de porra inundou as entranhas dela, a Patty também gozou, gritando com as costas arqueadas.
- Ooooooooooooohhh!
- Que gozada boa - ela disse depois de se recuperar -, mas quero mais - completou, olhando pro Jandro enquanto saía de cima de mim.
Eu me levantei e sentei. Meu amigo se posicionou na beirada da cama, e a Patty acariciou a ereção dele com delicadeza, passando a língua nos lábios.
- Quer mais? - perguntou o Jandro - Agora vou te dar uma boa dose de rola.
Ele subiu nela e, olhando fixo nos olhos lindos dela, meteu com raiva.
- Mmmm - gemeu minha cunhada - Adoro outra rola pra mmmim. Me fode tão bem quanto meu cunhado.
O Jandro começou uma bombada rítmica com as pernas da Patty abraçando ele pela cintura. Ela tava adorando, gemendo a cada estocada, mas eu percebia pelo jeito que ela gemia que o prazer não era tão intenso quanto quando era eu que invadia a bucetinha dela com meu músculo potente.
Eu Levantei da cama pra sentar na cadeira e observar, e eles aproveitaram pra rolar na cama, ficando ela em cima do meu colega como momentos antes tinha ficado em cima de mim.
Agora era eu quem observava em terceira pessoa como aquela amazona gostosa cavalgava, gozando com a pica do meu amigo. Era um espetáculo magnífico: o rosto dela corado de prazer, os olhos azul-marinho incendiados de luxúria, a língua passando no lábio superior pra depois morder o lábio carnudo entre gemidos. A pele brilhava com uma fina camada de suor sexual, os peitos firmes subiam e desciam eroticamente no ritmo dos quadris, a bunda redonda rebolava deliciosamente pra frente e pra trás, hipnotizante... Meu pau voltava a endurecer diante daquela visão.
Patty fixou o olhar cheio de tesão em mim, e ao ver como meu membro começava a ganhar vida própria, sussurrou:
- Me dá tua pica.
Me aproximei, fiquei de pé na beira da cama e, sem hesitar, sem parar de cavalgar, ela agarrou meu pau semi-duro pra enfiar gulosamente na boca. Aquela umidade e calor que eu já conhecia eram incrivelmente prazerosos. Entre gemidos abafados, começou a chupar, fazendo minha pica crescer dentro da boca dela, deixando ela grossa e dura, enchendo a cavidade macia de carne até atingir o tamanho máximo.
Quando sentiu que minha ferramenta tava no auge, tirou da boca sugando com força.
- Me fode no cu - disse com a voz entrecortada pelas investidas do Jandro. - Quero as duas picas de vocês dentro de mim.
- Vou te furar - respondi, subindo na cama e me ajoelhando atrás dela.
Apalpei os glúteos dela sem que eles parassem de se mexer, e explorei a divisão entre os dois até encontrar o cu. Não tava completamente fechado, o prazer que a Patty tava sentindo fodendo o Jandro deixava ele bem receptivo, embora não o suficiente pra aceitar o mastro grosso que a boca gulosa dela tinha deixado. Salivei meu dedo indicador, e penetrei o buraquinho macio com ele.
- Oooohhh - ela gemeu.
Comecei a fazer movimentos circulares, lubrificando com minha saliva e estimulando a abertura pra ela ir alargando e aceitar outro dedo.
O corpo dela respondia tanto aos meus dedos quanto à pica que penetrava a buceta dela, então não demorou pra aceitar três dedos bem besuntados de saliva. Era a hora de realizar a vontade dela de ter dupla penetração.
Patty parou de cavalgar e se deitou sobre o Jandro, que também parou, mas segurou os peitões dela pra não parar de massagear. Eu me posicionei sobre ela, apoiando meu peso nos braços e nos joelhos. A mão direita dela agarrou minha pica e colocou minha cabaça no cu dela. Devagar, empurrei com a bacia e meu aríete começou a abrir caminho entre as paredes estreitas que o envolviam e sufocavam.
- Ah, ah, ah, ah! - ofegava a sodomizada sentindo minha dureza abrindo ela por dentro.
- Uffffff - resmungava Jandro sentindo no pau as contrações internas da minha cunhada enquanto o corpo dela tentava aceitar o invasor que chegava por trás.
Depois de uns instantes, minha bacia encostou nos glúteos firmes dela. Minha pica inteira tava alojada no cu dela, incrivelmente apertada por dentro. Nas minhas bolas sentia um formigamento causado pelo leve contato com as do meu amigo, e minha pica pedia pra começar o vai-e-vem pra sentir por completo a sensação gostosa dos músculos da Patty massageando ela.
Olhei pra direita e vi o reflexo nos espelhos do armário. Parecíamos um sanduíche onde eu e o Jandro éramos o pão, e minha cunhada o recheio delicioso.
Comecei com o movimento da bacia, furando com meu pau aquele rabo maravilhoso. As estocadas da minha bacia faziam a da Patty também se mexer, enfiando ainda mais a pica dura do meu amigo na buceta dela.
Nós três ofegávamos ritmadamente, num coro de prazer onde minha cunhada logo começou a se destacar como solista. Apesar da dificuldade da posição, eu tinha conseguido me acomodar pra meter golpe após golpe num choque frenético de quadril contra bunda: “Plás, plás, plás, plás!”.
A impressão de ter duas picas dentro, com os dois buracos cheios de carne dura e quente, era tão intensa que a Patty gemia implorando por não aguentar tanto prazer.
O Jandro pegou meu ritmo, e também começou a mexer os quadris pra penetrar repetidamente com a grossa pica dele a buceta da minha cunhada, transbordando de fluidos.
— Deeeeeeus, oooooh, ummmmm — ela gemia —. Tôôôô sendo essttourada porrrr dentrrroooohhh.
Com um pacto selado no olhar, eu e meu parceiro começamos a alternar penetrações profundas, de um jeito que a Patty sentia uma pica invadindo ela por dentro o tempo todo. Quando um pau recuava um pouco, o outro aprofundava do outro lado.
Minha aluna tava abalada por tantas sensações: as mãos do Jandro apertando os peitos dela, meus suspiros fazendo cócegas na orelha direita dela, o quadril do meu amigo batendo no clitóris dela, o meu batendo na bunda dela, a pica do novo amante se alojando na vagina dela, a do cunhado dilatando o cu dela… na frente, atrás, na frente, atrás… buceta, cu, buceta, cu…
A Patty não aguentou mais a maré de sensações quentes e elétricas que se espalhavam pelo corpo dela e que o cérebro não dava conta de processar. A energia sexual acumulada fez ela tremer num orgasmo poderoso, onde ela gritou extasiada com aquela dupla penetração:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh!
Senti na minha pica as contrações fortes, me causando espasmos de prazer que me obrigavam a continuar empurrando cada vez mais.
O Jandro espremia os peitos da duplamente fodida, com a boca aberta e os olhos virados, sentindo a força dos músculos vaginais espremendo o rabo dele. A gozada dele também era iminente, e com um grunhido quase animal, ele liberou a carga enchendo a buceta da minha cunhada. cunhada com o elixir fervente da sua excitação.
Ao sentir a gozada inundando ela por dentro, Patty engatou outro orgasmo com o qual suas costas se ergueram vencendo meu peso e jogando-se para trás. Eu senti uma mistura sublime de dor e prazer quando a bunda dela espremeu ainda mais minha pica. Quando o corpo dela me empurrou para trás com a força quase sobrenatural do orgasmo, minhas mãos tiveram que se agarrar aos peitos duros dela para não cair, mas a convulsão da gozada dela era tão forte que continuou curvando as costas, apoiando as omoplatas no meu peito, fazendo com que minhas coxas cedessem ao peso de nós dois e meus joelhos acabassem dobrando, caindo eu também para trás.
A posição complicada e dolorosa em que ficamos fez com que minha pica fosse como uma lança que empalou a bunda da Patty até a profundidade máxima, me causando tanto tesão que imediatamente gozei, jorrando vários jatos de porra grossa que escaldaram minha glande e queimaram as entranhas da minha cunhada, que engatou outro êxtase fantástico que a deixou sem fôlego.
Era a segunda vez que conseguia ver e sentir um orgasmo múltiplo, e ainda assim, não conseguia acreditar.
Finalmente, voltamos a nos inclinar para frente, Patty se apoiando no corpo do Jandro, e eu nas costas dela, colocando minhas mãos na cama para não esmagar os dois. Ficamos assim por uns dois minutos em que só se ouvia as respirações difíceis dos três.
- Obrigado por realizar uma das minhas fantasias - disse Patty quebrando o silêncio.
Jandro só conseguiu sorrir para ela, e eu respondi dando um beijo suave no pescoço dela, na zona sensível da jugular.
Depois de nos recompor, Jandro foi embora com a maior cara de satisfação que já tinha visto nele. Eu fiquei o tempo suficiente para tomar um banho rápido que eliminasse o cheiro de sexo do meu corpo antes de voltar para casa, junto com minha mulher.
Patty me esperava na sala fumando tranquilamente, e quando eu já estava quase Vou nessa", ela disse:
- Não fica remoendo isso e não se preocupa por ter compartilhado essa noite comigo, ainda sou sua putinha.
- Eu sei - respondi, depositando toda minha confiança nela -, você só queria realizar sua fantasia de dar pra dois caras ao mesmo tempo.
Ela sorriu e me deu um beijo longo.
- Aliás - disse quando finalmente estávamos nos despedindo -, hoje à tarde minha irmã me ligou pra me convidar pra festa à fantasia que a empresa dela organiza pro carnaval. É na próxima sexta.
- Ah! - exclamei surpreso -. Sabia que a gente ia, como todo ano, mas ela não tinha me falado nada sobre ter te convidado.
- Pois aceitei o convite, então vou sim, fantasiada combinando com vocês… Vai ser divertido.
- Vai ser muito perigoso… - respondi hesitante.
- Pois é, muuuuito divertido - sentenciou.
Trocamos um beijo rápido de despedida e fui embora, relembrando o que tinha rolado naquela noite, mas também pensando no que podia acontecer na festa à fantasia. Umas frases do Senhor dos Anéis vieram à minha mente:
- "É perigoso, Frodo, atravessar sua porta. Você põe o pé na estrada, e se não cuidar dos seus passos, nunca sabe aonde eles podem te levar.
3 comentários - enchi bem fundo na minha buceta