Brasileira fazendo compras

(Essa história foi contada pela minha amiga Rosaura, brasileira, 43 anos, separada, dois filhos, morena de uns 1,68, cinturão largo, peitão - comprados também, né - e um espírito ardente na viagem dela por Buenos Aires.)

Um dia normal, manhã fresca em Buenos Aires. Meu apartamento de aluguel por temporada me mima com aquele espelho enorme na sala. Onde me mostra esplêndida, com minha saia preta, minha blusa branca, meia-calça de losango preta e uns sapatos de salto agulha que tô estreando. Saí do apê, peguei um táxi e rumo ao shopping! Que lindo, Buenos Aires...

- Paro aqui, motorista. Falei pro taxista no meu portunhol, enquanto o jovem me olhava pelo retrovisor esquisito, passando o olho nas minhas pernas enquanto eu descia do carro. Quando percebi, voltei pro mesmo lugar com a mesma intenção... deixei de gorjeta pro motorista do veículo preto.

Avenida Córdoba, muita gente, muito calor e meus saltos derretendo na calçada. Entrei no shopping, quando escorreguei e toda minha elegância foi pro chão de mármore. Na hora, tentei me levantar e encontrei os braços de um segurança do shopping, que me ajudou.

- A senhora tá bem? Se machucou? Preocupado, perguntava o homem de cinza, enquanto pedia ajuda pelo rádio. Sentei, me recuperei e com o braço no ombro dele, comecei a andar.
- Vamos até a enfermaria, lá vão te dar os primeiros socorros.
- Não aguento mais! Vou sentar aqui e esperar virem me buscar.

Em poucos minutos, um colega dele e uma médica ou enfermeira vieram com uma cadeira de rodas. David - é assim que se chama meu herói bonitão - me acomodou e me levou até a enfermaria. Uns cuidados básicos, uma atadura no tornozelo, gelo e repouso. Depois de uma hora e meia, tava novinha em folha, com o cuidado de ter pedido um sapato mais baixo na loja do lado.

Deusa total, saí da enfermaria com minha primeira compra virtual e lá estava David. Parado, atento, másculo e mil adjetivos mais pra pessoa dele... me aproximei, agradeci e ele... Só dou um sorriso.
Com umas sacolinhas a mais... pensava em como ele tinha sido bom comigo, como tinha sido respeitoso... quando me levantou... quando segurou minha perna... quando me ajudou... na verdade, tava pensando muito mais nele... do que no simples funcionário do shopping. Parei numa loja, comprei um perfume masculino que eu gosto e levei pra ele. Quando me aproximei, ele disse:
- Rosaura, em que posso ajudá-la???
- Não, não... em nada, muito obrigada, só quero te dar um presente pela atenção e pelo gesto que você teve comigo hoje de manhã...
- Não precisa se incomodar, mas não posso aceitar. Teria feito isso com qualquer cliente do lugar e, além disso, vou ser sincero, tem câmeras em todo canto e isso poderia botar meu emprego em risco, e eu preciso dele.. Perguntei até que horas ele trabalhava e ele disse que até as 14h chegava o substituto.

A recusa dele... a gentileza dele... o "dele"... fez eu gostar ainda mais... então, antes de sair do local, antes do meio-dia, deixei meu endereço dizendo: Vai buscar seu presente e mais um algo...

Passei no centro de depilação da Ana (fica a uns metros dali) e pedi pra ela trabalhar como sempre. Depilação completa, menos no Monte de Vênus, assim escondia minha cesárea.

Passou das 14h, das 14h30 e eu pensava... que argentino idiota... que cara otário... que velha puta que eu sou! entre raiva e risadas... até que o interfone tocou e era ele. Meu herói de cinza. Deixei ele entrar, ele sentou no sofá e começamos a conversar.. Separado, com 2 filhos.. e muito mais que não lembro.. Eu também contei que era separada e mãe e que sempre que podia, por trabalho e prazer, vinha pra Buenos Aires (Ele tava bem na minha frente, sentado no sofá 🙂

Sentei na frente dele, mostrei a inflamação quase inexistente do meu tornozelo, só pra dar uma exibida a mais..
- Viu, viu como tá?? Foram segundos de silêncio.. e na hora ele começou a suar..
- Sim, dá pra ver, gaguejando conseguiu responder. Espera um segundo. Meti a mão na bolsa. e pego um creme.
- Esse creme eu uso quando treino, é muito bom pra pancadas.. Passa ele e espero que a dor passe..
- E se você fizer isso? te incomoda?? assim não preciso me abaixar tanto??
- Não, senhora. Eu abaixei um pouco a meia (uso cinta-liga que ajuda a marcar mais minha bunda) Já com a perna quase, quase aberta.. ele começou..
Primeiro na área da dor.. depois com meus gemidos.. e suspiros.. foi se desvirtuando.. do tornozelo, subiu pro joelho, já sem creme, começou a massagear minha virilha.. sem falar.. sem perguntar o porquê..

Me ajeitei melhor.. coloquei o pé dolorido no apoio de braço do sofá e o outro na mesinha de centro, ele continuava.. me segurou pela cintura com as mãos e com os polegares fazia movimentos circulares, começou a roçar meu clitóris e a área da minha buceta.. comecei a suar, sentia que me molhava e não conseguia me conter.. não queria me conter.. sabia que ele me tinha completamente dominada. Não satisfeito com isso, minha calcinha virou fio dental e ele colocou no meio da minha racha e esfregando a renda me fazia gozar.. gozar descaradamente como uma novinha.. O líquido branco, grosso.. escorria pelas minhas pernas.. ele, como um grande trabalhador.. continuava.. nessa altura, a perna eu nem sentia mais.

Ele me pegou pelas costas, me puxou mais pra perto dele e começou a provocar meu cinto de couro.. quantas sensações.. quanto tempo que não ficava com um cara que me dominasse tanto, sem me conhecer.. e sem nem ter entrado em mim.. Completamente possesso, ele se levantou, abaixou as calças.. tirou a camisa e, como castigo, começou a me dar porradas com o pau dele. Textual, porradas. Ele pegava com fúria e batia na minha língua e lábios.. e eu, morta de tesão, comecei a chupar ele.. Lubrifiquei a glande dele, aperfeiçoei o percurso do membro.. e enquanto aos poucos, brincava com as mãos e as bolas dele.. uma leve punheta, tentava oferecer..
Chupa logo, já vai ter tempo de me bater punheta. Continua. Chupando ele por um bom tempo, até que ele me parou. Me colocou de novo no sofá, na mesma posição que estávamos antes e, com o poder nas mãos dele, ele esfregava minha buceta.

Preciso contar como eu estava? Os lábios, volumosos eles (um de cada lado, colados na minha virilha), meu clitóris que aparecia pra dar o segundo espirro... e ele esfregava e dava pirocadas (vamos chamar assim, já que palmadas são com as palmas, isso era com a pica).

— Pede e eu entro...
— Entra! Entra agora...
— Não, por favor, as coisas se pedem...
— Por favor, entra, quero sentir isso dentro de mim..!
— Não, não me convenceu... vou continuar mais um pouco...
— Por favorrrr, te imploro, e de tanto êxtase, até lágrimas escorreram... e ele entrou.

Começou a se mover, bem devagar, bem gostoso... sentia cada detalhe do pau dele. Começou cada vez mais forte... eu gritava que nem uma louca... e ele continuava... já nessa altura, curtindo muito o que e como estava fazendo... até que senti de novo um segundo estrondo dentro de mim... me molhei de novo, mas dessa vez minhas pernas ficaram como se estivessem eletrocutadas... continuavam se mexendo, possuídas pelo momento vivido...

— Você vai ter que limpar. Me impondo a chupar a pica dele de novo. Nunca tinha tido uma visita tão boa em BsAs e não ia deixar passar. Chupei ele, sentei ele no sofá e, olhando pra ele, comecei a cavalgá-lo. Tirei minha camiseta suada e meus peitos balançavam. Ele não perdia tempo e, com as mãos, apertava meus bicos com tanta força que mandava diretamente meus quadris se mexerem com mais força... e foi assim. Ficamos um tempo nessa, até que eu decidi que ele também levasse uma boa lembrança do gesto de cavalheirismo dele.

Fiquei de pé, me virei (agora de costas pra ele), peguei o pau dele e, devagar, comecei a enfiar no meu cu. Bem devagar, porque era bem grande e, embora eu tenha um currículo pesado naquela área, não queria "cagar" o momento... comecei, como só nós, mulheres, sabemos fazer. brasileiras, a gente sabe fazer. No ritmo do samba (reggaeton, como vocês diriam), senti ele começando a responder... mas não por muito tempo mais...

Assim como a gente tava, ele se levantou, sem sair da minha buceta, me jogou no sofá e começou a meter com tudo, na brutalidade. Um grito desgraçado escapou de mim quando ele tocou lá no fundo... Sem medo do que aconteceu, continuou na mesma posição, violento, selvagem, até que um tsunami leitoso arrastou tudo dentro de mim. Ele sentou e, na hora, mandou eu limpar ele — Peguei o pedaço dele de novo nas minhas mãos e obedeci meu herói...

Peguei minha blusa, limpei umas manchas que ficaram e fomos pro banheiro, praquele banho merecido... (A gente tomou banho e depois continuou. Vai no próximo relato, se vocês tiverem interesse...)

Espero que tenham gostado! 😉

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