Antes de mais nada, quero deixar claro que é meu primeiro post e o melhor que pensei em compartilhar com vocês foi uma experiência que tive com uma amiga. Bom, não vou deixar vocês esperando...
Me chamo Fabrício, umas duas semanas atrás, minha amiga Caro me chamou na casa dela pra tomar uns mate porque a gente não se via há um tempão. Quando cheguei, ela me contou que tava sozinha porque os pais tinham ido viajar por uma semana (nem liguei muito pra isso).
Antes de continuar, tenho que dizer que a gente se conheceu na viagem de formatura pra Bariloche com a Caro. Na época, eu tava afim dela e tentei uma aproximação, mas não rolou, nem lembro direito por que não deu certo. No fim, ficou por isso mesmo e a gente virou amigão. Imaginem ela: gostosa, tem uns peitos legais e um rabo que merece um 8.
Seguindo a história:
Começamos a tomar uns mate e colocar o papo em dia, nada demais. Num momento, a coisa começou a mudar de rumo. Enquanto a gente contava histórias, indiretamente, ficava se provocando. Sinceramente, no começo nem percebi — como é que eu ia desconfiar da minha melhor amiga?
A gente continuou conversando e foi se jogar no sofá pra ficar mais confortável. Trocávamos carinhos, mas até aí tudo normal. De repente, ela levantou pra pegar uns biscoitos. Não falei que ela tava de regata e saia jeans? Pois é, quando ela se levantou, eu, todo inocente, levantei a cabeça pra olhar a bunda dela, e ela me pegou no flagra.
Quando ela voltou e sentou, caiu uns biscoitos na perna dela, e eu, apressado, ajudei a limpar. Naquele momento, ficamos num silêncio eterno, ela parada sem fazer nada e eu com uma mão segurando a perna dela e a outra limpando a saia na parte da buceta gostosa que ela tem (já já explico melhor).
Nessa hora, a gente se olhou e foi tipo instinto: meti a boca. Ela hesitou por uns segundos, mas me afastou, dizendo que não podia por causa da nossa amizade. Eu concordei, mas a vontade era mais forte e, como dizem, a carne é fraca.
Começamos a nos beijar enquanto ela, devagar, subia em cima de mim. Era incrível sentir a calcinha dela roçando no meu pau, que aos poucos foi ficando bem duro. Ela mordia meus lábios e se esfregava no meu pau de um jeito... Parecia que fazia tempo que ninguém dava atenção pra ela. Bem devagar, começo a tirar a regata dela e, quando vou tirar o sutiã, ela fala: "deixa comigo". Daí em diante, não me deixou fazer mais nada. Ela se levantou e se despiu na minha frente. Quando abaixou a saia, não tinha calcinha e estava toda depilada. Ao ver aquela buceta toda depilada e rosa, minha pica ficou dura pra caralho, quase pedindo pra sair da calça. Ela sentou em cima de mim de novo, tirou minha camiseta e começamos a nos beijar de novo, só que dessa vez ela foi descendo: primeiro no pescoço, depois descendo pelo meu peito enquanto se ajoelhava e, ao mesmo tempo, abria meu zíper e procurava desesperada pela minha rola. Ela tirou minha calça e cueca de uma vez, se levantou rápido e ficou de pé, com minha pica olhando pra ela. Ela agarrou minha rola com força e, sem dizer uma palavra, me olhando, começou a dar beijos e passar a língua com uma qualidade que tive que me segurar pra não gozar naquele momento. Depois, começou a enfiar na boca uma vez atrás da outra, saboreando, experimentando, até a garganta, enquanto com uma mão me masturbava e com a outra brincava com minhas bolas. Pensando que tinha acabado, ela me empurrou, fazendo eu me deitar no sofá. Devagar, subiu em cima de mim ao contrário, insinuando um 69, e só disse, meio ofegante: "não desço até você me fazer gozar". Naquele momento, comecei a beijar e chupar aquela buceta rosa, depilada, com um aroma que me deixava mais e mais excitado, e mais eu me excitava sentindo como ela enfiava minha pica e ouvia ela gemer dentro da boca dela. Gozei na cara toda dela e eu tomava tudo que ela me dava. Era excitante sentir como as pernas dela tremiam e como, ao mesmo tempo, ela não parava de mamar minha porra. Ela se levantou e fez eu sentar. Subiu em cima de mim e, antes de tudo, passou a mão na língua, molhando com saliva e lubrificando toda minha pica. Agarrando com força, devagarinho começou a enfiar pra dentro e começou a se mexer, primeiro devagar e depois mais rápido, controlando ela sem me deixar fazer nada, cavalgando forte, batendo a bunda nas minhas bolas. "Isso, sim... Encanta, assim, mais forte", dizia enquanto não parava de pular, enterrando ainda mais fundo.
Depois, de joelhos, mostrando sua melhor cara, começo a esfregar a cabeça da pica de ponta a ponta em toda a buceta, e assim que sentir como aquilo a esquentava, enterro com força, fazendo ela soltar um grito de dor e prazer, e com 2 dedos no cu... tudo a excitava até o ponto de sentir ela gozar de novo e ver que estava toda molhada, escorrendo pelas pernas. "Sim, me come assim, assim, vai fundo".
"Tô quase gozando".. falo, e ela senta no sofá e me agarra pela pica, levando até a boca, e eu de pé deixo ela cuidar de tudo, e só de passar a língua, faço ela gozar na boca inteira, enquanto continuava chupando a pica e eu via escorrer tudo pelos lados.
Quando terminamos, nos olhamos e rimos, não acreditávamos no que tínhamos feito... e eu também não podia acreditar que tinha acabado de foder minha melhor amiga.Fonte: eu
Muito obrigado por tirar um tempo pra ler, comentem, um abraço e vou pro vídeo! 😀
Me chamo Fabrício, umas duas semanas atrás, minha amiga Caro me chamou na casa dela pra tomar uns mate porque a gente não se via há um tempão. Quando cheguei, ela me contou que tava sozinha porque os pais tinham ido viajar por uma semana (nem liguei muito pra isso).
Antes de continuar, tenho que dizer que a gente se conheceu na viagem de formatura pra Bariloche com a Caro. Na época, eu tava afim dela e tentei uma aproximação, mas não rolou, nem lembro direito por que não deu certo. No fim, ficou por isso mesmo e a gente virou amigão. Imaginem ela: gostosa, tem uns peitos legais e um rabo que merece um 8.
Seguindo a história:
Começamos a tomar uns mate e colocar o papo em dia, nada demais. Num momento, a coisa começou a mudar de rumo. Enquanto a gente contava histórias, indiretamente, ficava se provocando. Sinceramente, no começo nem percebi — como é que eu ia desconfiar da minha melhor amiga?
A gente continuou conversando e foi se jogar no sofá pra ficar mais confortável. Trocávamos carinhos, mas até aí tudo normal. De repente, ela levantou pra pegar uns biscoitos. Não falei que ela tava de regata e saia jeans? Pois é, quando ela se levantou, eu, todo inocente, levantei a cabeça pra olhar a bunda dela, e ela me pegou no flagra.
Quando ela voltou e sentou, caiu uns biscoitos na perna dela, e eu, apressado, ajudei a limpar. Naquele momento, ficamos num silêncio eterno, ela parada sem fazer nada e eu com uma mão segurando a perna dela e a outra limpando a saia na parte da buceta gostosa que ela tem (já já explico melhor).
Nessa hora, a gente se olhou e foi tipo instinto: meti a boca. Ela hesitou por uns segundos, mas me afastou, dizendo que não podia por causa da nossa amizade. Eu concordei, mas a vontade era mais forte e, como dizem, a carne é fraca.
Começamos a nos beijar enquanto ela, devagar, subia em cima de mim. Era incrível sentir a calcinha dela roçando no meu pau, que aos poucos foi ficando bem duro. Ela mordia meus lábios e se esfregava no meu pau de um jeito... Parecia que fazia tempo que ninguém dava atenção pra ela. Bem devagar, começo a tirar a regata dela e, quando vou tirar o sutiã, ela fala: "deixa comigo". Daí em diante, não me deixou fazer mais nada. Ela se levantou e se despiu na minha frente. Quando abaixou a saia, não tinha calcinha e estava toda depilada. Ao ver aquela buceta toda depilada e rosa, minha pica ficou dura pra caralho, quase pedindo pra sair da calça. Ela sentou em cima de mim de novo, tirou minha camiseta e começamos a nos beijar de novo, só que dessa vez ela foi descendo: primeiro no pescoço, depois descendo pelo meu peito enquanto se ajoelhava e, ao mesmo tempo, abria meu zíper e procurava desesperada pela minha rola. Ela tirou minha calça e cueca de uma vez, se levantou rápido e ficou de pé, com minha pica olhando pra ela. Ela agarrou minha rola com força e, sem dizer uma palavra, me olhando, começou a dar beijos e passar a língua com uma qualidade que tive que me segurar pra não gozar naquele momento. Depois, começou a enfiar na boca uma vez atrás da outra, saboreando, experimentando, até a garganta, enquanto com uma mão me masturbava e com a outra brincava com minhas bolas. Pensando que tinha acabado, ela me empurrou, fazendo eu me deitar no sofá. Devagar, subiu em cima de mim ao contrário, insinuando um 69, e só disse, meio ofegante: "não desço até você me fazer gozar". Naquele momento, comecei a beijar e chupar aquela buceta rosa, depilada, com um aroma que me deixava mais e mais excitado, e mais eu me excitava sentindo como ela enfiava minha pica e ouvia ela gemer dentro da boca dela. Gozei na cara toda dela e eu tomava tudo que ela me dava. Era excitante sentir como as pernas dela tremiam e como, ao mesmo tempo, ela não parava de mamar minha porra. Ela se levantou e fez eu sentar. Subiu em cima de mim e, antes de tudo, passou a mão na língua, molhando com saliva e lubrificando toda minha pica. Agarrando com força, devagarinho começou a enfiar pra dentro e começou a se mexer, primeiro devagar e depois mais rápido, controlando ela sem me deixar fazer nada, cavalgando forte, batendo a bunda nas minhas bolas. "Isso, sim... Encanta, assim, mais forte", dizia enquanto não parava de pular, enterrando ainda mais fundo.
Depois, de joelhos, mostrando sua melhor cara, começo a esfregar a cabeça da pica de ponta a ponta em toda a buceta, e assim que sentir como aquilo a esquentava, enterro com força, fazendo ela soltar um grito de dor e prazer, e com 2 dedos no cu... tudo a excitava até o ponto de sentir ela gozar de novo e ver que estava toda molhada, escorrendo pelas pernas. "Sim, me come assim, assim, vai fundo".
"Tô quase gozando".. falo, e ela senta no sofá e me agarra pela pica, levando até a boca, e eu de pé deixo ela cuidar de tudo, e só de passar a língua, faço ela gozar na boca inteira, enquanto continuava chupando a pica e eu via escorrer tudo pelos lados.
Quando terminamos, nos olhamos e rimos, não acreditávamos no que tínhamos feito... e eu também não podia acreditar que tinha acabado de foder minha melhor amiga.Fonte: eu
Muito obrigado por tirar um tempo pra ler, comentem, um abraço e vou pro vídeo! 😀
2 comentários - Minha amiga e eu, nunca imaginei.