Valeu por continuar lendo a história, aqui vai o resto.
Ela voltou pra onde a gente estava, mais aliviada, e continuamos bebendo e conversando. A temperatura continuou caindo, e ela sugeriu que já queria ir embora porque tava com frio. Bom, pensei comigo, pra um primeiro encontro não foi nada mal, se é que ela tinha se divertido. De volta no carro, ela me disse que era uma pena a noite ter acabado porque tava fresco, e eu respondi…
Eu: Bom, você podia fazer um café quentinho e a gente continua, se quiser…
Parecia que ela tava esperando uma ideia dessas, mas que não tava caindo por nada, ou sei lá por quê. Ela respondeu animada:
Viuvinha: Boa ideia! Vamos nessa, porque tá muito divertido (soltou um olhar meio estranho com um sorriso cúmplice).
Será que eu vi ou ela fez carinha de putinha e a cabeça dela já começou a viajar pra outro lado?
Chegamos, ela foi fazer o café, e em vez de sentar na sala, fui atrás dela pra preparar. Perguntei onde era o banheiro, porque também tava com vontade de mijar. Ela me indicou, e fui aliviar a bexiga. Quando voltei, ela já tava pronta com o café no sofá. Eu demorei um pouco no banheiro, e com essas chaleiras elétricas, em dois segundos ela já tinha o café pronto. A gente sentou, mas não muito longe um do outro. Ela já tava no sofá de dois lugares, e eu sentei bem perto dela. As risadas e conversas continuaram, até que ela confessou que se dedicou a criar a filha e que os anos passaram sem que nenhum homem interessante reparasse nela.
Eu disse que ela era louca se achava que não era atraente pra um homem, e que era muito estranho ninguém ter chegado nela.
Viuvinha: Sério que você me acha uma mulher gostosa? Você me olharia se eu passasse na rua?
Eu: Claro que eu te olharia, aliás, eu te seguiria com o olhar sem tirar os olhos de você!
Viuvinha: Você é um doce (passando a mão na minha bochecha).
Não perdi tempo quando ela fez isso. Parti pra cima na hora, beijei a mão dela na bochecha, e o rosto dela se transformou, com um olhar perdido. Ela ficou paralisada. Me aproximei e dei um beijo suave e carinhoso. Na boca, que boca!!! Uns lábios carnudos muito bons. Saindo do susto e talvez dos nervos, ela se animou a responder o beijo, beijos suaves iam e vinham, comecei a acariciar a cintura e as costas dela, dava pra sentir os beijos suaves ficando mais fortes e a respiração mais ofegante, que lindo quando uma mulher liga os motores e vai a mil! Não era pra menos depois de tantos anos sem fazer nada, comecei a me desesperar e passei a língua no pescoço dela, ela fincava as unhas na minha nuca e fui descendo devagar até o decote, aí ela soltou o primeiro gemido, os mamilos dela estavam durinhos de explodir e decidi mordê-los por cima do sutiã e da camiseta.
Viuvinha: Isso, pussy, que gostoso, assim que eu gosto, morde eles! (pussy é a palavra que ela sempre usava quando tava com tesão, percebi depois)
Levantei a camiseta dela e vi um sutiã de renda branca, uns mamilos escuros sem serem auréolas grandes, mas muito, muito tentadores, comecei a morder o sutiã nos peitos dela e a mão dela tentava achar minha cock por cima da bermuda, como eu sou alto e ela baixinha, acho que a mão não alcançava e, vendo ela se desesperar mais e mais a cada minuto, não fiz nada pra aproximar, passei a mão nas costas dela e com três dedos desabotoei o sutiã.
Viuvinha: Ah!! Como você fez isso?
Sem responder, levantei o sutiã dela e comecei a chupar aqueles mamilos lindos, compridos, bem compridos, torcendo eles devagar com uma mão e com a boca mordendo de leve as tetas dela, que tetas lindas! Ela não perdia nada, gemia e não tirava os olhos de mim, acariciava meu cabelo e dizia:
Viuvinha: Chupa, pussy, chupa elas bem, são todas suas (haha, me lembrou a Coca)
Eu continuei passando língua, dentes, lábios naquelas tetas lindas, de repente parece que ela não aguentou mais e se levantou, começou a abaixar a calça jeans e eu, sentado, fazendo alarde de força, virei ela de repente, ela soltou um Ah! (mistura de bruto e adoro), comecei a morder aquele rabo lindo que ela tinha, gordinho, bem cheio, mordi ele mordia e passava a mão enquanto isso, passava a mão por cima da calcinha, dava pra sentir o cheiro de mulher, aquele aroma tão tasty de buceta quando fica bem molhada.
Viuvinha: Isso buceta, me morde, adoro, devagarzinho, devagarzinho faz pra mim.
Que merda de devagar nem nada, já tava puto de tesão e abri as nádegas dela com as duas mãos, ela apoiou as mãos numa mesinha como se tivesse me oferecendo o cu e eu fui abrindo caminho até o cu dando uma boa chupada de cu, e ela respondia com gemidos e gritos de que tasty! Mm que tasty!
Ela se virou e me olhando disse, quero você dentro de mim, vamos pro quarto, fomos pro quarto, quando entrou ela já tava tirando a calcinha, mas que yummy baixinha!
Viuvinha: Deita, buceta.
Não obedeci, fiquei de pé, ela chegou perto de mim e me agarrou bem forte na cock, que já tava no ponto, dava pra ver através da bermuda que tava molhada de tanto tesão.
Eu: Senta que vou tirar isso.
Ela sentou na cama, tirei a bermuda e ela já pegou na cock, coloquei nos lábios dela e ela não parava de olhar, olhava e olhava enquanto me fazia uma masturbação bem devagar.
Viuvinha: Que cock linda você tem, gatinho, é toda minha essa noite, né?
Sem responder, peguei ela e coloquei na boca dela, Chupa! Falei, Chupa que você tava com saudade de uma cock.
Ela sem responder começou a chupar minha cock como se tivesse desesperada, queria meter inteira na boca mas nem fodendo que entrava. Tirei a cock de repente da boca dela e me inclinei pra beijar ela, ela respondeu com uma lingua bem safada e me disse.
Viuvinha: Deixa que quero chupar essa cock até não sobrar nada!
Continuou me chupando a cock e num momento meio que enjoei, então tirei de repente, coloquei ela mais pro centro da cama e me dediquei a chupar a buceta dela, tava encharcada, aberta de par em par, com muitos pelos mas sem exagero, os lábios que ela tinha me deixavam louco, compridos bem compridos daqueles não vê direito por onde começa o buraco (me excita pra caralho uma buceta bem carnuda e de lábios grandes)
Enfiei minha língua dentro da buceta dela pra separar os lábios e comecei a subir devagar, separando eles até o clitóris dela, grosso, duro, quente, bem saliente, uma delícia de brincar.
Viúva: Sim, buceta, chupa minha buceta que me deixa louca, faz tanto tempo que ninguém chupa ela.
Devo deixar claro que em nenhum momento ela parecia uma mulher que soltaria palavras assim, mas no tesão às vezes as mulheres soltam uma personalidade por causa do calor extremo, e isso é o melhor.
Eu: Quer que eu chupe sua buceta? (olhando nos olhos dela)
Viúva: Sim!! Buceta, você tá me fazendo desejar tanto! Chupa ela, é toda sua.
Comecei a mamar o clitóris dela como um touro, ela se contorcia, gritava, gemia, tremia, parecia que nem sabia onde estava. Enfiei dois dedos de uma vez, apertados mas com suavidade, e comecei a dar a chupada de buceta da vida dela.
Viúva: Aii que prazer! Tá me matando, bebê, não aguento mais, ahhh
Continuei e continuei, tinha a mão e os dedos encharcados, mas não afrouxava. Era um tremor constante que ela tinha e parecia não parar, os gemidos dela o tempo todo constantes, ofegante (eu pensava por dentro: como essa filha da puta goza! Ou como demora pra gozar!). Idiota que sou, caí na real no segundo que era multiorgásmica, ela tava tendo um atrás do outro, coisa que depois me contou, começou a ter desde que eu chupava os peitos dela.
Afrouxei um pouco na mamada monumental de buceta e ela continuava gemendo e tremendo. Abracei ela com gosto de boceta na boca e nos beijamos de boca aberta por um bom tempo. Ela me olhou e disse:
Viúva: Quero você dentro de mim, quero sentir você.
Eu: Fica de quatro, aqui na beira da cama. (ela me olhou meio estranha)
Viúva: Como assim de quatro?
Eu: Sim, de quatro, vira, cachorrinho, minha vida, assim, enquanto ajeitava ela um pouco.
Ela sem entender muito bem o que eu queria, tento fazer o possível para me agradar, mas quando ela ficou de quatro, quebrou a cintura e floresceu uma vista que enlouquece todo mundo, uma buceta bem carnuda, de lábios longos se mostrando entre as pernas e uma bunda tremenda que se abria sozinha, parecia uma maçã linda naquela posição.
Falei, espera! E peguei uma camisinha do bolso da bermuda.
Viuvinha: Você vai colocar preservativo?, Não, bebê, quero sentir você assim, sem nada.
Nem fodendo! Viúva, solteira, casada e até virgem, sempre com camisinha a menos que seja minha namorada ou parceira. Sem dar bola, coloquei e comecei a encostar a cabeça, como custava a entrar, que apertada estava e que quente ela se sentia.
Viuvinha: Devagar, mete devagar que faz tempo que não sinto.
Nada de devagar, entrei não com força, mas até o fundo, ela soltou um grito forte e como um gemido.
Viuvinha: aiii buceta sim que lindo sinto teu pau!
Segurei ela pela cintura e comecei a bombar com muita vontade, bem até o fundo, acariciava aquelas nádegas lindas e carnudas.
Eu: você gosta da sua putinha?
Viuvinha: Sim!! Sim!!! buceta adoro, só pra você sua putinha!
E ela tinha toda razão, uma putinha linda escondida por anos, continuei bombando e bombando sem parar, nada desesperado, mas sempre até o fundo, daqueles que as bolas no cu fazem doer a pélvis, sempre o mesmo ritmo, sem variar porque ela gozava e dava pra sentir que estava a mil. Senti minhas bolas molhadas, encharcadas! Mas não afrouxava e continuava bombando ela uma e outra vez, me inclinei um pouco para apalpar aqueles peitos lindos, apertá-los, esticar os mamilos para baixo enquanto ela não parava de gemer.
Viuvinha: Que pau lindo que você tem, meu bebê! (claro, como não ia achar lindo se tantos anos sem transar, pidona, qualquer pau parecia enorme)
Sentia que o calor da buceta queimava meu pau, realmente ardia de tão quente que estava.
Viuvinha: Quero seu gozo, papai, me dá seu gozo dentro. (Implorando)
Mas não, tirei o pau e também o forro.
Eu: Vira pra cá, vem que quero gozar nos teus peitos.
Viuvinha: Sim!! Papai, que delícia, me dá todo esse leite nos meus peitos (enquanto apertava eles com as mãos e unhas compridas pintadas)
A visão daqueles peitos lindos com aqueles mamões enormes me deixou mais excitado do que meter nela, acho, e continuei batendo uma punheta apontando pra aqueles peitos maravilhosos. De repente, como de costume, começou a jorrar rios de porra igual tiro de canhão.
Viuvinha: Aiiii sim!!! Papai, que porra linda que você tem!!
Continuei dando e dando mais leite, no cabelo, no pescoço, nos peitos, nos lençóis, escorria porra por todo lado, dos mamilos, acho que a viuvinha me deixou excitado pra caralho e mais ainda vendo ela sem nenhum drama com minha porra abundante encharcando o corpo dela e os lençóis.
Foi assim que gozamos mais duas vezes naquela noite, fiquei até de manhã mas sem dormir, trocando carinho, conversando e trepando, claro. Na hora de nos despedir na porta, ela pelada escondida atrás dela, me deu um beijo com mordida no lábio e, me olhando, disse:
Viuvinha: Sou sua putinha, sua buceta, e só sua pra quando você quiser me foder…
Mas que gostosa!!! Além de puta, uma diva maneira, despedida linda, mas não demorei muito pra voltar, porque as lembranças da Sil já me deixaram de pau duro antes do esperado, e pra não dizer na mesma tarde.
Um salve pra todo mundo, valeu por lerem, espero que relevem os "continua", mas sem eles é impossível contar tudo num post só.
Espero os comentários de vocês e que me contem se curtiram. A primeira parte do relato foi editada pelos moderadores porque coloquei uns maiúsculos a mais.
Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
Ah, e valeu pra quem me deu pontos, muito obrigado mesmo, tô mais perto de deixar de ser Novato.😃 😃 😃 🙎♂️
Ela voltou pra onde a gente estava, mais aliviada, e continuamos bebendo e conversando. A temperatura continuou caindo, e ela sugeriu que já queria ir embora porque tava com frio. Bom, pensei comigo, pra um primeiro encontro não foi nada mal, se é que ela tinha se divertido. De volta no carro, ela me disse que era uma pena a noite ter acabado porque tava fresco, e eu respondi…
Eu: Bom, você podia fazer um café quentinho e a gente continua, se quiser…
Parecia que ela tava esperando uma ideia dessas, mas que não tava caindo por nada, ou sei lá por quê. Ela respondeu animada:
Viuvinha: Boa ideia! Vamos nessa, porque tá muito divertido (soltou um olhar meio estranho com um sorriso cúmplice).
Será que eu vi ou ela fez carinha de putinha e a cabeça dela já começou a viajar pra outro lado?
Chegamos, ela foi fazer o café, e em vez de sentar na sala, fui atrás dela pra preparar. Perguntei onde era o banheiro, porque também tava com vontade de mijar. Ela me indicou, e fui aliviar a bexiga. Quando voltei, ela já tava pronta com o café no sofá. Eu demorei um pouco no banheiro, e com essas chaleiras elétricas, em dois segundos ela já tinha o café pronto. A gente sentou, mas não muito longe um do outro. Ela já tava no sofá de dois lugares, e eu sentei bem perto dela. As risadas e conversas continuaram, até que ela confessou que se dedicou a criar a filha e que os anos passaram sem que nenhum homem interessante reparasse nela.
Eu disse que ela era louca se achava que não era atraente pra um homem, e que era muito estranho ninguém ter chegado nela.
Viuvinha: Sério que você me acha uma mulher gostosa? Você me olharia se eu passasse na rua?
Eu: Claro que eu te olharia, aliás, eu te seguiria com o olhar sem tirar os olhos de você!
Viuvinha: Você é um doce (passando a mão na minha bochecha).
Não perdi tempo quando ela fez isso. Parti pra cima na hora, beijei a mão dela na bochecha, e o rosto dela se transformou, com um olhar perdido. Ela ficou paralisada. Me aproximei e dei um beijo suave e carinhoso. Na boca, que boca!!! Uns lábios carnudos muito bons. Saindo do susto e talvez dos nervos, ela se animou a responder o beijo, beijos suaves iam e vinham, comecei a acariciar a cintura e as costas dela, dava pra sentir os beijos suaves ficando mais fortes e a respiração mais ofegante, que lindo quando uma mulher liga os motores e vai a mil! Não era pra menos depois de tantos anos sem fazer nada, comecei a me desesperar e passei a língua no pescoço dela, ela fincava as unhas na minha nuca e fui descendo devagar até o decote, aí ela soltou o primeiro gemido, os mamilos dela estavam durinhos de explodir e decidi mordê-los por cima do sutiã e da camiseta.
Viuvinha: Isso, pussy, que gostoso, assim que eu gosto, morde eles! (pussy é a palavra que ela sempre usava quando tava com tesão, percebi depois)
Levantei a camiseta dela e vi um sutiã de renda branca, uns mamilos escuros sem serem auréolas grandes, mas muito, muito tentadores, comecei a morder o sutiã nos peitos dela e a mão dela tentava achar minha cock por cima da bermuda, como eu sou alto e ela baixinha, acho que a mão não alcançava e, vendo ela se desesperar mais e mais a cada minuto, não fiz nada pra aproximar, passei a mão nas costas dela e com três dedos desabotoei o sutiã.
Viuvinha: Ah!! Como você fez isso?
Sem responder, levantei o sutiã dela e comecei a chupar aqueles mamilos lindos, compridos, bem compridos, torcendo eles devagar com uma mão e com a boca mordendo de leve as tetas dela, que tetas lindas! Ela não perdia nada, gemia e não tirava os olhos de mim, acariciava meu cabelo e dizia:
Viuvinha: Chupa, pussy, chupa elas bem, são todas suas (haha, me lembrou a Coca)
Eu continuei passando língua, dentes, lábios naquelas tetas lindas, de repente parece que ela não aguentou mais e se levantou, começou a abaixar a calça jeans e eu, sentado, fazendo alarde de força, virei ela de repente, ela soltou um Ah! (mistura de bruto e adoro), comecei a morder aquele rabo lindo que ela tinha, gordinho, bem cheio, mordi ele mordia e passava a mão enquanto isso, passava a mão por cima da calcinha, dava pra sentir o cheiro de mulher, aquele aroma tão tasty de buceta quando fica bem molhada.
Viuvinha: Isso buceta, me morde, adoro, devagarzinho, devagarzinho faz pra mim.
Que merda de devagar nem nada, já tava puto de tesão e abri as nádegas dela com as duas mãos, ela apoiou as mãos numa mesinha como se tivesse me oferecendo o cu e eu fui abrindo caminho até o cu dando uma boa chupada de cu, e ela respondia com gemidos e gritos de que tasty! Mm que tasty!
Ela se virou e me olhando disse, quero você dentro de mim, vamos pro quarto, fomos pro quarto, quando entrou ela já tava tirando a calcinha, mas que yummy baixinha!
Viuvinha: Deita, buceta.
Não obedeci, fiquei de pé, ela chegou perto de mim e me agarrou bem forte na cock, que já tava no ponto, dava pra ver através da bermuda que tava molhada de tanto tesão.
Eu: Senta que vou tirar isso.
Ela sentou na cama, tirei a bermuda e ela já pegou na cock, coloquei nos lábios dela e ela não parava de olhar, olhava e olhava enquanto me fazia uma masturbação bem devagar.
Viuvinha: Que cock linda você tem, gatinho, é toda minha essa noite, né?
Sem responder, peguei ela e coloquei na boca dela, Chupa! Falei, Chupa que você tava com saudade de uma cock.
Ela sem responder começou a chupar minha cock como se tivesse desesperada, queria meter inteira na boca mas nem fodendo que entrava. Tirei a cock de repente da boca dela e me inclinei pra beijar ela, ela respondeu com uma lingua bem safada e me disse.
Viuvinha: Deixa que quero chupar essa cock até não sobrar nada!
Continuou me chupando a cock e num momento meio que enjoei, então tirei de repente, coloquei ela mais pro centro da cama e me dediquei a chupar a buceta dela, tava encharcada, aberta de par em par, com muitos pelos mas sem exagero, os lábios que ela tinha me deixavam louco, compridos bem compridos daqueles não vê direito por onde começa o buraco (me excita pra caralho uma buceta bem carnuda e de lábios grandes)
Enfiei minha língua dentro da buceta dela pra separar os lábios e comecei a subir devagar, separando eles até o clitóris dela, grosso, duro, quente, bem saliente, uma delícia de brincar.
Viúva: Sim, buceta, chupa minha buceta que me deixa louca, faz tanto tempo que ninguém chupa ela.
Devo deixar claro que em nenhum momento ela parecia uma mulher que soltaria palavras assim, mas no tesão às vezes as mulheres soltam uma personalidade por causa do calor extremo, e isso é o melhor.
Eu: Quer que eu chupe sua buceta? (olhando nos olhos dela)
Viúva: Sim!! Buceta, você tá me fazendo desejar tanto! Chupa ela, é toda sua.
Comecei a mamar o clitóris dela como um touro, ela se contorcia, gritava, gemia, tremia, parecia que nem sabia onde estava. Enfiei dois dedos de uma vez, apertados mas com suavidade, e comecei a dar a chupada de buceta da vida dela.
Viúva: Aii que prazer! Tá me matando, bebê, não aguento mais, ahhh
Continuei e continuei, tinha a mão e os dedos encharcados, mas não afrouxava. Era um tremor constante que ela tinha e parecia não parar, os gemidos dela o tempo todo constantes, ofegante (eu pensava por dentro: como essa filha da puta goza! Ou como demora pra gozar!). Idiota que sou, caí na real no segundo que era multiorgásmica, ela tava tendo um atrás do outro, coisa que depois me contou, começou a ter desde que eu chupava os peitos dela.
Afrouxei um pouco na mamada monumental de buceta e ela continuava gemendo e tremendo. Abracei ela com gosto de boceta na boca e nos beijamos de boca aberta por um bom tempo. Ela me olhou e disse:
Viúva: Quero você dentro de mim, quero sentir você.
Eu: Fica de quatro, aqui na beira da cama. (ela me olhou meio estranha)
Viúva: Como assim de quatro?
Eu: Sim, de quatro, vira, cachorrinho, minha vida, assim, enquanto ajeitava ela um pouco.
Ela sem entender muito bem o que eu queria, tento fazer o possível para me agradar, mas quando ela ficou de quatro, quebrou a cintura e floresceu uma vista que enlouquece todo mundo, uma buceta bem carnuda, de lábios longos se mostrando entre as pernas e uma bunda tremenda que se abria sozinha, parecia uma maçã linda naquela posição.
Falei, espera! E peguei uma camisinha do bolso da bermuda.
Viuvinha: Você vai colocar preservativo?, Não, bebê, quero sentir você assim, sem nada.
Nem fodendo! Viúva, solteira, casada e até virgem, sempre com camisinha a menos que seja minha namorada ou parceira. Sem dar bola, coloquei e comecei a encostar a cabeça, como custava a entrar, que apertada estava e que quente ela se sentia.
Viuvinha: Devagar, mete devagar que faz tempo que não sinto.
Nada de devagar, entrei não com força, mas até o fundo, ela soltou um grito forte e como um gemido.
Viuvinha: aiii buceta sim que lindo sinto teu pau!
Segurei ela pela cintura e comecei a bombar com muita vontade, bem até o fundo, acariciava aquelas nádegas lindas e carnudas.
Eu: você gosta da sua putinha?
Viuvinha: Sim!! Sim!!! buceta adoro, só pra você sua putinha!
E ela tinha toda razão, uma putinha linda escondida por anos, continuei bombando e bombando sem parar, nada desesperado, mas sempre até o fundo, daqueles que as bolas no cu fazem doer a pélvis, sempre o mesmo ritmo, sem variar porque ela gozava e dava pra sentir que estava a mil. Senti minhas bolas molhadas, encharcadas! Mas não afrouxava e continuava bombando ela uma e outra vez, me inclinei um pouco para apalpar aqueles peitos lindos, apertá-los, esticar os mamilos para baixo enquanto ela não parava de gemer.
Viuvinha: Que pau lindo que você tem, meu bebê! (claro, como não ia achar lindo se tantos anos sem transar, pidona, qualquer pau parecia enorme)
Sentia que o calor da buceta queimava meu pau, realmente ardia de tão quente que estava.
Viuvinha: Quero seu gozo, papai, me dá seu gozo dentro. (Implorando)
Mas não, tirei o pau e também o forro.
Eu: Vira pra cá, vem que quero gozar nos teus peitos.
Viuvinha: Sim!! Papai, que delícia, me dá todo esse leite nos meus peitos (enquanto apertava eles com as mãos e unhas compridas pintadas)
A visão daqueles peitos lindos com aqueles mamões enormes me deixou mais excitado do que meter nela, acho, e continuei batendo uma punheta apontando pra aqueles peitos maravilhosos. De repente, como de costume, começou a jorrar rios de porra igual tiro de canhão.
Viuvinha: Aiiii sim!!! Papai, que porra linda que você tem!!
Continuei dando e dando mais leite, no cabelo, no pescoço, nos peitos, nos lençóis, escorria porra por todo lado, dos mamilos, acho que a viuvinha me deixou excitado pra caralho e mais ainda vendo ela sem nenhum drama com minha porra abundante encharcando o corpo dela e os lençóis.
Foi assim que gozamos mais duas vezes naquela noite, fiquei até de manhã mas sem dormir, trocando carinho, conversando e trepando, claro. Na hora de nos despedir na porta, ela pelada escondida atrás dela, me deu um beijo com mordida no lábio e, me olhando, disse:
Viuvinha: Sou sua putinha, sua buceta, e só sua pra quando você quiser me foder…
Mas que gostosa!!! Além de puta, uma diva maneira, despedida linda, mas não demorei muito pra voltar, porque as lembranças da Sil já me deixaram de pau duro antes do esperado, e pra não dizer na mesma tarde.
Um salve pra todo mundo, valeu por lerem, espero que relevem os "continua", mas sem eles é impossível contar tudo num post só.
Espero os comentários de vocês e que me contem se curtiram. A primeira parte do relato foi editada pelos moderadores porque coloquei uns maiúsculos a mais.
Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
Ah, e valeu pra quem me deu pontos, muito obrigado mesmo, tô mais perto de deixar de ser Novato.😃 😃 😃 🙎♂️
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