A PULSEIRA (2ª PARTE)
Ela acordou no dia seguinte. Fazia tempo que não descansava tão bem. Depois do jantar, subiu com o marido pro quarto e ele apagou de vez, provavelmente por causa do exercício da tarde. Quando ela se deitou, ele já tava roncando. Foi a última coisa que lembrou. Acordou na manhã seguinte, com o sol entrando pela janela.
O marido tava radiante. A manhã inteira ele contou como tinha se divertido com os novos amigos. De vez em quando, ela sentia pena de saber que ia transformar ele num corno manso com cada um deles, e que, ao mesmo tempo, eles iam rir dele daquele jeito. Não eram amigos dele. Na real, queriam se aproveitar da puta da esposa dele. Por uns momentos, pensava em largar o plano, mas depois se convencia de que ali ninguém a conhecia, e que tinha uma chance única de provar o proibido e depois voltar sem marcas pra rotina de sempre. Não teria muitas outras oportunidades como essa.
A amiga ligou pro hotel lá pelo meio-dia.
— Oi, Raquel, como é que cê tá?
— Bem, Pati, tão nos tocando uns dias maravilhosos.
— E o povo?
— Muito atencioso.
— Cê sabe do que eu tô falando.
— Como você é. Olha, vim descansar com meu marido e não tenho tempo pra outras coisas.
— Não seja boba, aproveita que os anos passam.
— Fica tranquila que eu tô aproveitando minhas férias.
— Mais te vale que na volta tu tenha algo pra contar — sentenciou a amiga.
— Quando eu voltar, a gente conversa.
A conversa seguiu por mais uns minutos sem importância, mas Raquel ficou pensando se conseguiria contar o que tinha vivido. E concluiu que não. Tinha uma imagem perante os outros e precisava preservá-la. Se surpreendeu. Se preocupava em esconder, mas não se preocupava em ter feito aquilo. Nem em continuar fazendo, descobriu. Com essa convicção, o comportamento dela nos próximos dias tava finalmente resolvido. Ia pegar o que a oportunidade desse, e depois que se abra o inferno. Não ia chegar aos 50 sem aproveitar ao máximo os prazeres que encontrasse pelo caminho.
Pela Tarde, depois do almoço, Gustavo tirou uma soneca pra ficar em melhores condições pro esporte. Acordou às 4, ansioso pra chegar na praia e se dedicar a jogar. Ela também. Pela primeira vez, quando o marido acordou e falou em sair, ela já tava pronta há um tempão esperando por ele. Mal pisaram na areia, ele começou a procurar os novos amigos com o olhar. Logo Néstor se aproximou.
- Ei, amigão, como cê tá?
- Oi Néstor, aqui tô eu, esperando o treino da tarde.
- É, imagino que todo mundo tá na expectativa, disse ele olhando pra ela. Como vai a Sra. Raquel? perguntou todo formal.
- Vamos, Néstor, não faz ela se sentir velha, trata ela de você mesmo, falou Gustavo, o marido, sem perceber a química que existia entre os dois. Se não fosse tão confiante, teria desconfiado dos gestos e dos olhares. Néstor tinha um brilho estranho nos olhos quando se dirigia à mulher dele, e ela mostrava um leve rubor que, felizmente, se confundia com excesso de sol, fruto da falta de prática em enganar o marido. Ele não notou nada. E se tivesse notado? Teria mudado alguma coisa? Nunca vamos saber. Dizem que o corno é sempre o último a saber.
Perto deles, uma mulher de uns 60 anos tava lendo debaixo da sombrinha. Sempre viam ela na praia, e ela, fingindo ler, aproveitava pra seguir as atividades dos outros, e, além de ser boa observadora de ações e gestos, tinha uma habilidade nata pra tirar conclusões. No dia seguinte, tinha acompanhado com atenção disfarçada a aproximação de Néstor daquela mulher que claramente tava com o marido. Deduziu o que aconteceu depois, e a partir daí resolveu não perder de vista os vizinhos.
- Desculpa, é que não queria faltar com o respeito, disse ele com a cara séria, o hipócrita.
Na mente de Raquel passaram como um relâmpago as cenas da tarde anterior, quando ele a tinha empalada na cama. Realmente, não tinha faltado com o respeito, só tinha dado uma boa polvo.
— Olha, Néstor, pode me tratar por tu, sem problema. Eu sei que você nunca me faltaria com respeito — respondeu ela, toda educada.
— Agradeço a confiança. Então, Gustavo, o negócio é que hoje vou jogar com vocês porque um dos caras vai chegar mais tarde.
— Quem tá faltando? — perguntou Gustavo.
— Ricky — respondeu Néstor.
— Com certeza tá com algum encontro com uma daquelas gatinhas que tavam de olho nele ontem. Ele é realmente muito bonitão — disse Ricardo.
— Quando ele chegar, você pergunta; ele vai te contar tintim por tintim, embora seja bem discreto com os nomes — falou Néstor, me olhando de canto.
— Beleza, então vamos — disse Gustavo, se levantando. — Querida, espero que você não se entedie.
— Fica tranquilo que vou me divertir, trouxe algo pra ler — respondeu ela, toda educadinha.
E foram embora.
Ela viu eles se afastarem e, como uma viciada, se levantou e, disfarçando a impaciência, foi em direção ao balneário. Com o que será que ia se deparar? Passou do lado da senhora que estava lendo.
— Cuidado, mocinha — disse a dama, sem tirar os olhos do livro.
— Como é? — perguntou Raquel, surpresa.
— Que se cuide pra não se queimar por excesso de confiança — esclareceu a dama, olhando com malícia.
— Obrigada pelo conselho — respondeu ela, confusa, e continuou andando até entrar no balneário.
Ela foi direto pro quarto no andar de cima. Parou um segundo na frente da porta. Um espelho na parede ao lado da porta refletiu sua imagem. Bem penteada, bronzeada, óculos escuros, uma biquíni turquesa colada no corpo, um shortinho combinando que mal cobria as coxas. Respirou fundo, satisfeita com o que viu, e entrou.
O quarto estava na penumbra, com as venezianas fechadas. Levou alguns segundos pra se acostumar com a luz. Aos poucos, os objetos começaram a se definir.
Em cima da cama, um jovem loiro, bronzeado, estava apoiado na cabeceira com as mãos atrás da nuca. A única roupa era uma sunguinha bem pequena, que parecia bem cheia. Quando a imagem clareou, ela viu que ele não tinha um pingo de gordura. abdominal. O corpo dele parecia esculpido. Não devia ter mais de 25 anos. Poderia ser filho dela, mas por sorte não era.
— Pode entrar. É um prazer te conhecer — disse ele sem mudar de posição.
— Oi. Vim esclarecer umas coisas. Vocês estão enganados sobre mim.
— Olha, Raquel, é esse seu nome, né? Bem, nada vai acontecer que você não queira. Não preciso me aproveitar de ninguém, então se você não estiver de acordo, a porta está ali. Pode ir embora e todo mundo fica feliz — disse ele sem demonstrar nenhum sentimento na voz.
Ela ficou parada no meio do quarto, sem se mexer. Nem tentou ir em direção à porta. A situação a excitava visivelmente. Aquele macho era o sonho de qualquer mulher, e por um tempo, era tudo para ela.
Depois de alguns segundos, Ricky abaixou as mãos e devagar deslizou a sunga para baixo até ficar completamente nu.
— Bom, se você não vai embora, o que estamos esperando? Tira a roupa que quero curtir um bom strip tease. Com certeza você tem experiência — disse ele, retomando a posição inicial, com as mãos atrás da nuca, as pernas cruzadas, e o pau dele que lentamente começava a endurecer.
Ela olhou para ele e, devagar, desatou o pareô, que caiu no chão. Tirou as sandálias e, sem parar de observá-lo, desabotoou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos à mostra. Quando os soltou, eles balançaram e ficaram firmes para frente. Um bom observador teria notado os mamilos duros dela. Se ele percebeu, não disse nada; só ficou curtindo o espetáculo, que claramente era do agrado dele, pela reação que a vara dele mostrava.
Ela enfiou os polegares dentro da parte de baixo do biquíni e, virando-se, puxou devagar, deixando a bunda apetitosa à vista do parceiro. Tirou os pés de dentro e se virou, mostrando o corpo em toda a plenitude.
— Como distribuíram os turnos? — perguntou ela, curiosa.
— Seu marido distribuiu — respondeu ele. — É a ordem em que foi nos dando as senhas quando começou a jogar — completou, sorrindo. Com uma pequena... Modificação estratégica, ele acrescentou.
Ela ficou parada por um segundo ali, e lentamente se aproximou da cama. Ajoelhou-se sobre ela e, assim, de joelhos, chegou perto do seu novo amante.
Acariciou seus cabelos longos e loiros, desbotados também pelo sol, desceu a mão pela bochecha e pelo pescoço dela, até parar no peito, brincando com os pelos dele.
— Você é toda uma mulher, e está aqui para curtir o proibido e nos dar prazer. Que isso fique claro pra você, e não se surpreenda.
— De onde vem esse discurso? — perguntou ela, surpresa.
— Vou te dizer. Tenho todas as novinhas que quero pra foder, mas quando encontro uma mulher com alguns anos a mais, com experiência e vontade de experimentar outras coisas, não fico só metendo e enchendo ela como faço com as garotinhas. Você quer outra coisa, e eu também — disse ele, com os olhos brilhando de desejo.
Ele deixou sua posição contemplativa e uma das mãos pegou o pescoço dela, puxando-a para perto da boca dele. Os lábios dele tomaram posse da boca da mulher, e um beijo molhado deixou bem claro quem mandava na situação.
Ele a pegou pelo cabelo e forçou a cabeça dela para baixo, em direção à virilha dele. Forçar é um exagero. Simplesmente mostrou o caminho que ela estava morrendo de vontade de seguir. Quando chegou no lugar, se deparou com um pau duro que pulsava no ritmo da excitação do dono. Brincou com a língua na ponta da rola e, devagar, foi engolindo. Ela sugava e soltava, fazendo com que, a cada vez, mais dela entrasse na boca, até que, finalmente, sentiu os pelos pubianos dele contra o nariz. Tinha ele todo. Nesse momento, ele começou a puxar o cabelo dela para fora e empurrar para que ela engolisse de novo. Ele estava se masturbando na boca dela. Os suspiros dele invadiam o quarto. Ela, que nunca tinha sido fã de sexo oral, estava curtindo como uma puta. Mas não estava preparada para o que aconteceu.
Devagar, com experiência, ele brincava com a mão livre, primeiro nos peitos dela, depois pelo corpo, para terminar tomando posse da sua buceta e enfiando o dedo do meio no buraco dela, simulando uma penetração. O polegar dele acariciava o cu dela, deixando ela completamente sem controle. O dedo saía do ninho dela e forçava a entrada de trás, aproveitando a lubrificação. Quando ele tomou posse definitiva do cu dela, ela percebeu que os mamilos ficaram duros feito pedra, e se concentrou na vara que tinha na boca, tentando satisfazer aquele macho que tava dando tanto prazer pra ela.
O movimento da cabeça dela foi ficando cada vez mais rápido, ela sentia a pica endurecendo cada vez mais.
¡¡¡ Ahh puta!!!, chupa, chupa, dizia Ricky ¡ Toma aí!, e acompanhou essas frases com um jato quente que bateu no fundo da garganta dela e quase a engasgou de tão inesperado. Ao mesmo tempo, o dedo dele entrou até o fundo no cu dela. A esse primeiro jato, seguiram mais três igualmente violentos e generosos, que encheram a boca dela. Ela ficou ali sem saber o que fazer.
- Engole, querida, é o mais fácil, ele disse com os olhos fechados, completando o clímax dele. Ela optou por obedecer, mas mal engoliu o primeiro gole, a situação levou ela a um orgasmo inesperado e avassalador. No desespero, começou a chupar igual uma possessa, engoliu tudo que tinha na boca e sugava a pica na boca dela pra tirar todo o leite que pudesse. Começou a chorar de prazer enquanto terminava de gozar.
- Beleza, putinha, agora continua chupando até ele levantar de novo. É rápido, não se preocupa, e ela, obediente, continuou com a pica na boca. Uns minutos depois, já sentiu ele começando a crescer de novo. Quando ficou dura novamente, ela soltou.
- Certo, agora quero você de quatro em cima da cama, ele ordenou, e ela assumiu essa posição na hora.
Ele se colocou atrás dela e começou a esfregar a pica dele na bunda e na buceta dela, lambuzando tudo com os próprios sucos dela e com os dele. Enquanto isso, os dedos dele continuavam brincando com o cu dela. Entravam e saíam, simulando uma penetração.
- Assim, puta, ele dizia pra ela. Ouviu, enquanto um dos dedos dele voltava a penetrar no cu dela e brincava com ele.
— Continua, por favor, continua — implorava ela, fora de si. A excitação não deixou ela perceber que agora não era mais um dedo, mas dois que entravam no cu dela, e ela foi se aproximando de um novo clímax. O macho, todo um expert, esperou até que ela estivesse à beira do paroxismo e então se retirou.
— Não, por favor! Continua que eu vou gozar — suplicou ela.
— Olha, putinha, já te dei pra você tomar meu gozo, e você curtiu. Agora que estamos na onda, vou fazer com você o que só posso fazer com uma mulher que aguenta — disse ele, aproximando o pau da entrada traseira dela.
— Não, por aí não! — gritou ela, mas ele tapou a boca dela com uma mão e com a outra guiou a ferramenta, enfiando a ponta no ânus dela.
Ela tentou gritar, mas com a boca tampada era impossível. Os olhos dela se arregalaram diante da sodomização. Sentia centímetro por centímetro o intruso tomando posse da bunda dela. Suave, mas firme, com maestria, estavam submetendo ela pelo cu pela primeira vez. Ela relaxou e começou a curtir, e o orgasmo que tinha ficado suspenso começou a crescer com mais força do que nunca. Ficou incontrolável, e já não importou sentir as bolas do macho contra o corpo dela, sinal inequívoco de que o pau inteiro tinha entrado por trás.
Devagar, começou um vai e vem lento enquanto ela começava a gozar.
— Mas que putinha que você é — dizia ele, e isso, em vez de ofender e humilhar, a excitava ainda mais.
— Sim, sou sua putinha. Me parte no meio, meu amor — respondia ela, indo ao encontro do macho para que a penetração fosse mais funda, se possível, enquanto um orgasmo interminável a arrastava.
— Vou regar bem esse seu cu, putinha — disse ele, e o final do orgasmo dela foi acompanhado por um líquido quente que queimava os intestinos dela, fazendo o orgasmo se estender.
Ficaram um sobre o outro. Ela afrouxou os joelhos e ficou deitada, e ele... Ainda dentro do corpo dela, ele caiu sobre ela. O cheiro de macho satisfeito era gostoso, e ela se sentiu mulher como nunca tinha se sentido.
— Essas são as coisas que as novinhas têm medo — ele disse —, de um lado, engolir o esperma e curtir. Do outro, deixar arrebentar o cu. Você sabe fazer um macho gozar — disse ele, como agradecimento.
— Eu também gozei com isso. Nunca tinha feito, mas realmente valeu a pena — teve que reconhecer Raquel, num surto de sinceridade. — Espero que você seja discreto com essas coisas — disse ela, lembrando do comentário do Néstor.
Depois de se beijarem mais um pouco, saíram separados do balneário. Ela voltou pro seu lugar na praia, sob o olhar atento da senhora leitora, e ele saiu por outra porta e foi pra quadra de vôlei.
— É melhor você repetir o banho de mar de ontem — disse a velha ao passar.
Ela se virou pra responder, mas entendeu que a velha tinha razão. Tava escorrendo esperma e cheiro de sexo por todos os poros. Seguiu andando e se jogou no oceano.
O marido dela voltou tarde e não fez nenhum comentário. Parecia sério e concentrado. Mesmo ela querendo arrancar alguma coisa, ele não disse nada.
Foram jantar. Depois da janta, voltaram pro hotel, e mal entraram no quarto, o marido começou a beijar e acariciar ela de um jeito selvagem. Praticamente arrancou a roupa dela, jogou ela na cama e meteu como um animal. Ela temeu por um momento que ele tivesse descoberto tudo. Tanta fúria não era normal nele. Em questão de segundos, gozou dentro dela gritando como nunca, e ficou lá praticamente desmaiado, ofegante, sem ar. Ela só acariciou a cabeça dele, deixando ele se recuperar. Quando ele voltou a si, ela pôde perguntar:
— O que houve, meu amor?
— Desculpa, mas tava muito excitado, por causa das coisas que os caras contaram hoje no jogo.
— E o que te contaram? — perguntou curiosa.
— Primeiro, o Néstor contou que não foi jogar ontem porque teve... Um encontro com uma mulher casada daquelas histéricas e gostosas que vêm de férias procurando uma boa pica pra meter os chifres no marido. Ela fez de tudo. Inclusive comeu ela enquanto a puta olhava pro marido, sem que ele pudesse ver. Isso dá muito tesão, a gente não pode deixar de sentir pena desse corno, disse com superioridade.
— E depois? — perguntou ela, disfarçando a curiosidade e a excitação enquanto lembrava dos acontecimentos.
— Depois chegou o Ricky. O filho da puta pegou uma coroa na praia. Quer acreditar que o desgraçado gozou na boca dela e fez ela engolir todo o esperma, e depois meteu no cu dela e encheu o rabo dela de porra? — disse com os olhos brilhando, e para surpresa da Raquel, notou que a pica dele começava a endurecer de novo.
— Querido, não acredite em todas as histórias de praia. Esses moleques sempre inventam umas merdas. Mas se as histórias te deixam assim, sejam bem-vindas — disse ela, começando a masturbar o marido.
— Continua, por favor, continua — dizia ele de olhos fechados.
— Vou te mostrar que tem coisas que eu também sei fazer — disse Raquel, começando a chupar a pica dele. A surpresa deixou ele paralisado, mas o prazer que sentia era indescritível. Devagar, ela aproveitando os conhecimentos que tinha, foi levando ele até conseguir que ele gozasse ruidosamente na boca dela, e sem perder tempo, engoliu o esperma dele sem reclamar.
— Meu amor! Que prazer! Engole, engole! — gritava ele enquanto esvaziava os ovos na boca dela.
Quando terminou, ela engoliu tudo e depois limpou ele meticulosamente com a língua.
— Agora, meu amor, vamos dormir, que amanhã nos espera um dia longo — disse ela, beijando ele na bochecha e virando-se para dormir.
Ele ficou um tempo respirando pesado e depois, quase que imediatamente, dormiu profundamente.
Ela acordou no dia seguinte. Fazia tempo que não descansava tão bem. Depois do jantar, subiu com o marido pro quarto e ele apagou de vez, provavelmente por causa do exercício da tarde. Quando ela se deitou, ele já tava roncando. Foi a última coisa que lembrou. Acordou na manhã seguinte, com o sol entrando pela janela.
O marido tava radiante. A manhã inteira ele contou como tinha se divertido com os novos amigos. De vez em quando, ela sentia pena de saber que ia transformar ele num corno manso com cada um deles, e que, ao mesmo tempo, eles iam rir dele daquele jeito. Não eram amigos dele. Na real, queriam se aproveitar da puta da esposa dele. Por uns momentos, pensava em largar o plano, mas depois se convencia de que ali ninguém a conhecia, e que tinha uma chance única de provar o proibido e depois voltar sem marcas pra rotina de sempre. Não teria muitas outras oportunidades como essa.
A amiga ligou pro hotel lá pelo meio-dia.
— Oi, Raquel, como é que cê tá?
— Bem, Pati, tão nos tocando uns dias maravilhosos.
— E o povo?
— Muito atencioso.
— Cê sabe do que eu tô falando.
— Como você é. Olha, vim descansar com meu marido e não tenho tempo pra outras coisas.
— Não seja boba, aproveita que os anos passam.
— Fica tranquila que eu tô aproveitando minhas férias.
— Mais te vale que na volta tu tenha algo pra contar — sentenciou a amiga.
— Quando eu voltar, a gente conversa.
A conversa seguiu por mais uns minutos sem importância, mas Raquel ficou pensando se conseguiria contar o que tinha vivido. E concluiu que não. Tinha uma imagem perante os outros e precisava preservá-la. Se surpreendeu. Se preocupava em esconder, mas não se preocupava em ter feito aquilo. Nem em continuar fazendo, descobriu. Com essa convicção, o comportamento dela nos próximos dias tava finalmente resolvido. Ia pegar o que a oportunidade desse, e depois que se abra o inferno. Não ia chegar aos 50 sem aproveitar ao máximo os prazeres que encontrasse pelo caminho.
Pela Tarde, depois do almoço, Gustavo tirou uma soneca pra ficar em melhores condições pro esporte. Acordou às 4, ansioso pra chegar na praia e se dedicar a jogar. Ela também. Pela primeira vez, quando o marido acordou e falou em sair, ela já tava pronta há um tempão esperando por ele. Mal pisaram na areia, ele começou a procurar os novos amigos com o olhar. Logo Néstor se aproximou.
- Ei, amigão, como cê tá?
- Oi Néstor, aqui tô eu, esperando o treino da tarde.
- É, imagino que todo mundo tá na expectativa, disse ele olhando pra ela. Como vai a Sra. Raquel? perguntou todo formal.
- Vamos, Néstor, não faz ela se sentir velha, trata ela de você mesmo, falou Gustavo, o marido, sem perceber a química que existia entre os dois. Se não fosse tão confiante, teria desconfiado dos gestos e dos olhares. Néstor tinha um brilho estranho nos olhos quando se dirigia à mulher dele, e ela mostrava um leve rubor que, felizmente, se confundia com excesso de sol, fruto da falta de prática em enganar o marido. Ele não notou nada. E se tivesse notado? Teria mudado alguma coisa? Nunca vamos saber. Dizem que o corno é sempre o último a saber.
Perto deles, uma mulher de uns 60 anos tava lendo debaixo da sombrinha. Sempre viam ela na praia, e ela, fingindo ler, aproveitava pra seguir as atividades dos outros, e, além de ser boa observadora de ações e gestos, tinha uma habilidade nata pra tirar conclusões. No dia seguinte, tinha acompanhado com atenção disfarçada a aproximação de Néstor daquela mulher que claramente tava com o marido. Deduziu o que aconteceu depois, e a partir daí resolveu não perder de vista os vizinhos.
- Desculpa, é que não queria faltar com o respeito, disse ele com a cara séria, o hipócrita.
Na mente de Raquel passaram como um relâmpago as cenas da tarde anterior, quando ele a tinha empalada na cama. Realmente, não tinha faltado com o respeito, só tinha dado uma boa polvo.
— Olha, Néstor, pode me tratar por tu, sem problema. Eu sei que você nunca me faltaria com respeito — respondeu ela, toda educada.
— Agradeço a confiança. Então, Gustavo, o negócio é que hoje vou jogar com vocês porque um dos caras vai chegar mais tarde.
— Quem tá faltando? — perguntou Gustavo.
— Ricky — respondeu Néstor.
— Com certeza tá com algum encontro com uma daquelas gatinhas que tavam de olho nele ontem. Ele é realmente muito bonitão — disse Ricardo.
— Quando ele chegar, você pergunta; ele vai te contar tintim por tintim, embora seja bem discreto com os nomes — falou Néstor, me olhando de canto.
— Beleza, então vamos — disse Gustavo, se levantando. — Querida, espero que você não se entedie.
— Fica tranquilo que vou me divertir, trouxe algo pra ler — respondeu ela, toda educadinha.
E foram embora.
Ela viu eles se afastarem e, como uma viciada, se levantou e, disfarçando a impaciência, foi em direção ao balneário. Com o que será que ia se deparar? Passou do lado da senhora que estava lendo.
— Cuidado, mocinha — disse a dama, sem tirar os olhos do livro.
— Como é? — perguntou Raquel, surpresa.
— Que se cuide pra não se queimar por excesso de confiança — esclareceu a dama, olhando com malícia.
— Obrigada pelo conselho — respondeu ela, confusa, e continuou andando até entrar no balneário.
Ela foi direto pro quarto no andar de cima. Parou um segundo na frente da porta. Um espelho na parede ao lado da porta refletiu sua imagem. Bem penteada, bronzeada, óculos escuros, uma biquíni turquesa colada no corpo, um shortinho combinando que mal cobria as coxas. Respirou fundo, satisfeita com o que viu, e entrou.
O quarto estava na penumbra, com as venezianas fechadas. Levou alguns segundos pra se acostumar com a luz. Aos poucos, os objetos começaram a se definir.
Em cima da cama, um jovem loiro, bronzeado, estava apoiado na cabeceira com as mãos atrás da nuca. A única roupa era uma sunguinha bem pequena, que parecia bem cheia. Quando a imagem clareou, ela viu que ele não tinha um pingo de gordura. abdominal. O corpo dele parecia esculpido. Não devia ter mais de 25 anos. Poderia ser filho dela, mas por sorte não era.
— Pode entrar. É um prazer te conhecer — disse ele sem mudar de posição.
— Oi. Vim esclarecer umas coisas. Vocês estão enganados sobre mim.
— Olha, Raquel, é esse seu nome, né? Bem, nada vai acontecer que você não queira. Não preciso me aproveitar de ninguém, então se você não estiver de acordo, a porta está ali. Pode ir embora e todo mundo fica feliz — disse ele sem demonstrar nenhum sentimento na voz.
Ela ficou parada no meio do quarto, sem se mexer. Nem tentou ir em direção à porta. A situação a excitava visivelmente. Aquele macho era o sonho de qualquer mulher, e por um tempo, era tudo para ela.
Depois de alguns segundos, Ricky abaixou as mãos e devagar deslizou a sunga para baixo até ficar completamente nu.
— Bom, se você não vai embora, o que estamos esperando? Tira a roupa que quero curtir um bom strip tease. Com certeza você tem experiência — disse ele, retomando a posição inicial, com as mãos atrás da nuca, as pernas cruzadas, e o pau dele que lentamente começava a endurecer.
Ela olhou para ele e, devagar, desatou o pareô, que caiu no chão. Tirou as sandálias e, sem parar de observá-lo, desabotoou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos à mostra. Quando os soltou, eles balançaram e ficaram firmes para frente. Um bom observador teria notado os mamilos duros dela. Se ele percebeu, não disse nada; só ficou curtindo o espetáculo, que claramente era do agrado dele, pela reação que a vara dele mostrava.
Ela enfiou os polegares dentro da parte de baixo do biquíni e, virando-se, puxou devagar, deixando a bunda apetitosa à vista do parceiro. Tirou os pés de dentro e se virou, mostrando o corpo em toda a plenitude.
— Como distribuíram os turnos? — perguntou ela, curiosa.
— Seu marido distribuiu — respondeu ele. — É a ordem em que foi nos dando as senhas quando começou a jogar — completou, sorrindo. Com uma pequena... Modificação estratégica, ele acrescentou.
Ela ficou parada por um segundo ali, e lentamente se aproximou da cama. Ajoelhou-se sobre ela e, assim, de joelhos, chegou perto do seu novo amante.
Acariciou seus cabelos longos e loiros, desbotados também pelo sol, desceu a mão pela bochecha e pelo pescoço dela, até parar no peito, brincando com os pelos dele.
— Você é toda uma mulher, e está aqui para curtir o proibido e nos dar prazer. Que isso fique claro pra você, e não se surpreenda.
— De onde vem esse discurso? — perguntou ela, surpresa.
— Vou te dizer. Tenho todas as novinhas que quero pra foder, mas quando encontro uma mulher com alguns anos a mais, com experiência e vontade de experimentar outras coisas, não fico só metendo e enchendo ela como faço com as garotinhas. Você quer outra coisa, e eu também — disse ele, com os olhos brilhando de desejo.
Ele deixou sua posição contemplativa e uma das mãos pegou o pescoço dela, puxando-a para perto da boca dele. Os lábios dele tomaram posse da boca da mulher, e um beijo molhado deixou bem claro quem mandava na situação.
Ele a pegou pelo cabelo e forçou a cabeça dela para baixo, em direção à virilha dele. Forçar é um exagero. Simplesmente mostrou o caminho que ela estava morrendo de vontade de seguir. Quando chegou no lugar, se deparou com um pau duro que pulsava no ritmo da excitação do dono. Brincou com a língua na ponta da rola e, devagar, foi engolindo. Ela sugava e soltava, fazendo com que, a cada vez, mais dela entrasse na boca, até que, finalmente, sentiu os pelos pubianos dele contra o nariz. Tinha ele todo. Nesse momento, ele começou a puxar o cabelo dela para fora e empurrar para que ela engolisse de novo. Ele estava se masturbando na boca dela. Os suspiros dele invadiam o quarto. Ela, que nunca tinha sido fã de sexo oral, estava curtindo como uma puta. Mas não estava preparada para o que aconteceu.
Devagar, com experiência, ele brincava com a mão livre, primeiro nos peitos dela, depois pelo corpo, para terminar tomando posse da sua buceta e enfiando o dedo do meio no buraco dela, simulando uma penetração. O polegar dele acariciava o cu dela, deixando ela completamente sem controle. O dedo saía do ninho dela e forçava a entrada de trás, aproveitando a lubrificação. Quando ele tomou posse definitiva do cu dela, ela percebeu que os mamilos ficaram duros feito pedra, e se concentrou na vara que tinha na boca, tentando satisfazer aquele macho que tava dando tanto prazer pra ela.
O movimento da cabeça dela foi ficando cada vez mais rápido, ela sentia a pica endurecendo cada vez mais.
¡¡¡ Ahh puta!!!, chupa, chupa, dizia Ricky ¡ Toma aí!, e acompanhou essas frases com um jato quente que bateu no fundo da garganta dela e quase a engasgou de tão inesperado. Ao mesmo tempo, o dedo dele entrou até o fundo no cu dela. A esse primeiro jato, seguiram mais três igualmente violentos e generosos, que encheram a boca dela. Ela ficou ali sem saber o que fazer.
- Engole, querida, é o mais fácil, ele disse com os olhos fechados, completando o clímax dele. Ela optou por obedecer, mas mal engoliu o primeiro gole, a situação levou ela a um orgasmo inesperado e avassalador. No desespero, começou a chupar igual uma possessa, engoliu tudo que tinha na boca e sugava a pica na boca dela pra tirar todo o leite que pudesse. Começou a chorar de prazer enquanto terminava de gozar.
- Beleza, putinha, agora continua chupando até ele levantar de novo. É rápido, não se preocupa, e ela, obediente, continuou com a pica na boca. Uns minutos depois, já sentiu ele começando a crescer de novo. Quando ficou dura novamente, ela soltou.
- Certo, agora quero você de quatro em cima da cama, ele ordenou, e ela assumiu essa posição na hora.
Ele se colocou atrás dela e começou a esfregar a pica dele na bunda e na buceta dela, lambuzando tudo com os próprios sucos dela e com os dele. Enquanto isso, os dedos dele continuavam brincando com o cu dela. Entravam e saíam, simulando uma penetração.
- Assim, puta, ele dizia pra ela. Ouviu, enquanto um dos dedos dele voltava a penetrar no cu dela e brincava com ele.
— Continua, por favor, continua — implorava ela, fora de si. A excitação não deixou ela perceber que agora não era mais um dedo, mas dois que entravam no cu dela, e ela foi se aproximando de um novo clímax. O macho, todo um expert, esperou até que ela estivesse à beira do paroxismo e então se retirou.
— Não, por favor! Continua que eu vou gozar — suplicou ela.
— Olha, putinha, já te dei pra você tomar meu gozo, e você curtiu. Agora que estamos na onda, vou fazer com você o que só posso fazer com uma mulher que aguenta — disse ele, aproximando o pau da entrada traseira dela.
— Não, por aí não! — gritou ela, mas ele tapou a boca dela com uma mão e com a outra guiou a ferramenta, enfiando a ponta no ânus dela.
Ela tentou gritar, mas com a boca tampada era impossível. Os olhos dela se arregalaram diante da sodomização. Sentia centímetro por centímetro o intruso tomando posse da bunda dela. Suave, mas firme, com maestria, estavam submetendo ela pelo cu pela primeira vez. Ela relaxou e começou a curtir, e o orgasmo que tinha ficado suspenso começou a crescer com mais força do que nunca. Ficou incontrolável, e já não importou sentir as bolas do macho contra o corpo dela, sinal inequívoco de que o pau inteiro tinha entrado por trás.
Devagar, começou um vai e vem lento enquanto ela começava a gozar.
— Mas que putinha que você é — dizia ele, e isso, em vez de ofender e humilhar, a excitava ainda mais.
— Sim, sou sua putinha. Me parte no meio, meu amor — respondia ela, indo ao encontro do macho para que a penetração fosse mais funda, se possível, enquanto um orgasmo interminável a arrastava.
— Vou regar bem esse seu cu, putinha — disse ele, e o final do orgasmo dela foi acompanhado por um líquido quente que queimava os intestinos dela, fazendo o orgasmo se estender.
Ficaram um sobre o outro. Ela afrouxou os joelhos e ficou deitada, e ele... Ainda dentro do corpo dela, ele caiu sobre ela. O cheiro de macho satisfeito era gostoso, e ela se sentiu mulher como nunca tinha se sentido.
— Essas são as coisas que as novinhas têm medo — ele disse —, de um lado, engolir o esperma e curtir. Do outro, deixar arrebentar o cu. Você sabe fazer um macho gozar — disse ele, como agradecimento.
— Eu também gozei com isso. Nunca tinha feito, mas realmente valeu a pena — teve que reconhecer Raquel, num surto de sinceridade. — Espero que você seja discreto com essas coisas — disse ela, lembrando do comentário do Néstor.
Depois de se beijarem mais um pouco, saíram separados do balneário. Ela voltou pro seu lugar na praia, sob o olhar atento da senhora leitora, e ele saiu por outra porta e foi pra quadra de vôlei.
— É melhor você repetir o banho de mar de ontem — disse a velha ao passar.
Ela se virou pra responder, mas entendeu que a velha tinha razão. Tava escorrendo esperma e cheiro de sexo por todos os poros. Seguiu andando e se jogou no oceano.
O marido dela voltou tarde e não fez nenhum comentário. Parecia sério e concentrado. Mesmo ela querendo arrancar alguma coisa, ele não disse nada.
Foram jantar. Depois da janta, voltaram pro hotel, e mal entraram no quarto, o marido começou a beijar e acariciar ela de um jeito selvagem. Praticamente arrancou a roupa dela, jogou ela na cama e meteu como um animal. Ela temeu por um momento que ele tivesse descoberto tudo. Tanta fúria não era normal nele. Em questão de segundos, gozou dentro dela gritando como nunca, e ficou lá praticamente desmaiado, ofegante, sem ar. Ela só acariciou a cabeça dele, deixando ele se recuperar. Quando ele voltou a si, ela pôde perguntar:
— O que houve, meu amor?
— Desculpa, mas tava muito excitado, por causa das coisas que os caras contaram hoje no jogo.
— E o que te contaram? — perguntou curiosa.
— Primeiro, o Néstor contou que não foi jogar ontem porque teve... Um encontro com uma mulher casada daquelas histéricas e gostosas que vêm de férias procurando uma boa pica pra meter os chifres no marido. Ela fez de tudo. Inclusive comeu ela enquanto a puta olhava pro marido, sem que ele pudesse ver. Isso dá muito tesão, a gente não pode deixar de sentir pena desse corno, disse com superioridade.
— E depois? — perguntou ela, disfarçando a curiosidade e a excitação enquanto lembrava dos acontecimentos.
— Depois chegou o Ricky. O filho da puta pegou uma coroa na praia. Quer acreditar que o desgraçado gozou na boca dela e fez ela engolir todo o esperma, e depois meteu no cu dela e encheu o rabo dela de porra? — disse com os olhos brilhando, e para surpresa da Raquel, notou que a pica dele começava a endurecer de novo.
— Querido, não acredite em todas as histórias de praia. Esses moleques sempre inventam umas merdas. Mas se as histórias te deixam assim, sejam bem-vindas — disse ela, começando a masturbar o marido.
— Continua, por favor, continua — dizia ele de olhos fechados.
— Vou te mostrar que tem coisas que eu também sei fazer — disse Raquel, começando a chupar a pica dele. A surpresa deixou ele paralisado, mas o prazer que sentia era indescritível. Devagar, ela aproveitando os conhecimentos que tinha, foi levando ele até conseguir que ele gozasse ruidosamente na boca dela, e sem perder tempo, engoliu o esperma dele sem reclamar.
— Meu amor! Que prazer! Engole, engole! — gritava ele enquanto esvaziava os ovos na boca dela.
Quando terminou, ela engoliu tudo e depois limpou ele meticulosamente com a língua.
— Agora, meu amor, vamos dormir, que amanhã nos espera um dia longo — disse ela, beijando ele na bochecha e virando-se para dormir.
Ele ficou um tempo respirando pesado e depois, quase que imediatamente, dormiu profundamente.
4 comentários - Pulseira Gostosa (2ª Parte)