Tava nos meus últimos meses do ensino médio e tinha um grupo de amigos de infância que, no tempo livre, a gente saía, zoava e curtia a vida, enquanto dava, como qualquer adolescente.
Nós, cinco amigos que se juntavam, esperávamos ansiosos o começo do ano letivo pra conhecer as minas que chegavam e ver quais eram os alvos pra conquistar.
Um dos meus amigos, Tito, conheceu uma garota muito simpática chamada Stella Maris, de corpo magro mas gostoso, com uns peitões grandes e redondos, e uma cabeleira preta e comprida, que combinava com os olhos castanhos claros dela.
Nem besta nem lerdo, Tito partiu pra cima da mina, que na época tinha namorado.
Tito não era um cara muito bonito, mas a "lábia" dele fez ele levar pra cama mais de uma que a gente teria vendido um ovo só pra transar, ou pelo menos dar uma mínima bola.
Fato é que, depois de uma semana "trabalhando" a Stella Maris, ele conquistou, fez ela chutar o namorado e, dias depois, começou a comer ela.
Os dois realmente se comportavam como animais no cio, porque aproveitavam qualquer oportunidade e lugar pra se acabar de tesão.
Isso continuou por muito tempo; eu terminei o ensino médio e fui pro quartel, e meus amigos, que escaparam por vários motivos, começaram todos a faculdade e, alguns, ao mesmo tempo, o trampo.
Cumprido o serviço militar, voltei pro meu trabalho e, como de costume, na saída eu caía na universidade (todo mundo estudava à noite) e de lá a gente partia pras baladas noturnas, como a gente tava acostumado.
Uma noite, cheguei como sempre pra ver meus parças, e Fabián, um dos meus amigos, veio correndo me encontrar pra soltar uma bomba…!!!
Stella Maris tava grávida, com só 19 anos…
Evito alongar a história, resumindo…, Tito teve que largar a facul, casar e se virar pra trabalhar. Os pais de ambos ajudaram bastante e até conseguiram um apartamento pra eles.
O tempo passou e Stella Maris teve o bebê, um menino.
Apesar dessa situação, a gente, os mesmos amigos, continuava se encontrando, só que agora o apê do Tito era o point, e Stella se juntou às nossas resenhas, batendo papo e bebendo igual a todo mundo.
Uma noite, fiquei trabalhando até tarde e, ao sair, resolvi visitar meu amigo Tito na casa dele.
Como eu sabia que ele às vezes tava meio duro, decidi comprar um monte de cerveja, umas pizzas e cigarros.
Minha mãe me levou de carro. Quando cheguei, vi que a luz do apê tava acesa, desci com toda a minha bagagem, pensando em passar uma noite de putaria, como de costume.
Subi as escadas até chegar no apê do Tito. Na hora, a porta se abriu e era a Stella Maris, que tava vestindo uma regata rosa justa que marcava perfeitamente os peitões dela e um short de pijama, que deixava à mostra, em todo o esplendor, as pernas longas e finas e a redondeza sublime da bunda dela.
- Oi! Como cê tá? – disse ela, enquanto me cumprimentava com um beijo na bochecha e tentava pegar alguma coisa das tralhas que eu trouxe.
- Oi, Stellinha!... E o comilão do meu amigo? – perguntei.
- Não tá... foi pra plataforma... chamaram ele hoje de manhã e ele vazou pra lá... vai ficar duas semanas, o gordo... mas faz parte... não fica aí, com tudo isso!!! – respondeu.
Entrei no apartamento, andando atrás dela, sem conseguir evitar de olhar aquela bunda linda escondida naquele short.
Fomos pra cozinha.
- E o seu gordinho? – perguntei.
- Tá dormindo, mamou e apagou... agora a gente vai ver ele – disse.
Stella Maris tava praticamente sozinha.
Eu pensei que o mais certo seria ir embora, mas ela não me deu chance, porque antes que qualquer outra coisa rolasse, ela me pediu pra abrir uma cerveja.
- Sim, claro... – falei, enquanto colocava as sacolas de cerveja na bancada da cozinha.
Stella pegou um abridor, abriu uma pra ela também. mim, e começou a guardar o resto das garrafas na geladeira.
Naquele momento, lembrei que uma vez eu e um amigo chegamos na casa do Tito e ele também não estava. Dessa vez, a gente começou a beber com ela e conversamos por horas. Ela era uma gatinha muito agradável mesmo, dava pra passar um tempão batendo papo.
No fim das contas, depois de ir ver o pequeno, eu e a Stella Maris sentamos num sofá confortável e começamos a beber, comer e conversar.
Ela me contou sobre o trampo do Tito, sobre o gordinho dela, como a vida tava cara, etc., e me perguntou como eu tava no meu serviço e coisas do tipo.
A noite foi passando e a gente falava de tudo. As cervejas foram acabando aos poucos.
Percebi que tavam começando a fazer efeito na Stella, porque agora ela ria bem mais e de quase tudo.
Quando acabamos as cervejas, fui na cozinha e abri uma garrafa de vinho que tinha lá, peguei dois copos e continuamos nosso papo.
Não lembro por quê, mas a conversa acabou virando sobre sexo. Juro que não era minha intenção, mas sem saber como, eu tava contando pra ela sobre um rolo que tive com uma magrinha do meu escritório, e pra piorar, o álcool fez meu relato ser super preciso, gráfico e detalhado.
Acho que o estopim de tudo foi quando contei como fiz a jovem chegar ao orgasmo só usando minha língua.
Naquela hora, Stella Maris fez uma confissão…
- Sabe de uma coisa?... Vou te contar um segredo…
- Sim, o quê? – perguntei curioso.
- Acontece que o Tito é muito egoísta e muito apressado…
- O quê?... Como?... Não tô entendendo… – interrompi
- É, olha…, o que acontece é que desde sempre, desde que eu e o Tito transamos, ele é muito selvagem – disse sem ficar vermelha
- Ah é? – comentei
- É… – concordou com a cabeça e continuou – ele já rasgou não sei quantas calcinhas por causa da vontade que dá…, mas isso não é o pior…
- E então qual é o pior? – perguntei, ainda mais curioso.
- O problema é que assim que ele me tira a roupa, ele me penetra, mete Faz igual um louco e goza – terminou.
- Nossa…, a putinha…!!! E te deixa na mão? – perguntei
- Sim!!!, É assim mesmo!!! – disse afirmando e continuou – Tito foi meu primeiro homem, e quando conversei com amigas casadas ou que têm relações, elas me contaram como é lindo e maravilhoso ter um orgasmo, e eu tenho que fingir ou mentir dizendo que sim, que é excelente… mas a verdade é que nunca tive um orgasmo…
- Nãão…, não acredito – falei diante de tal revelação.
- Sério…, de verdade, eu não sei – acrescentou, quase como se pedisse ajuda.
Naquele momento, eu ainda não tinha "maus pensamentos", instintivamente disse que no bom sexo a gente deve buscar primeiro a satisfação da parceira, levá-la ao limite, fazê-la voar, de qualquer jeito…
Tudo isso eu falava como amigo e confidente.
- Mas, gata, isso é um problema sério mesmo… não é possível que você não sinta, não goze e não fale nada. – falei
- Sim, eu sei – respondeu angustiada.
- Para de encher o saco… não é por nada, mas você é uma gostosa linda, qualquer um mataria pra transar com alguém com um corpo igual ao seu… até eu faria – falei, me afundando até o pescoço.
Reconheço que a última parte eu não devia ter dito, mas saiu e já não tinha mais jeito.
- Sério que você acha isso?, que faria? – perguntou inquieta.
- Claro, com certeza, gata!
- Sério mesmo que transaria comigo? – perguntou de novo.
-
Essas palavras me deixaram gelado, eu estava meio relaxado pelo álcool e totalmente desinibido, mas aquelas palavras fizeram com que em praticamente um segundo eu tivesse uma ereção.
Como Stella Maris e eu nos dávamos muito bem, pensei que ela só perguntava por mera curiosidade, então respondi:
- Claro que transaria… O que você pensa, que sou de ferro? – respondi rindo.
- Então vamos lá, me come… me ensina o que é um orgasmo – disse decidida.
Porra!!! As cartas estavam na mesa, a jogada foi dela e eu já não tinha mais controle da situação. Com total leveza, me deixei levar…, não dei a mínima porra que ela fosse a esposa do meu amigo. Ia comer a Stella Maris naquele instante.
- Sério que você quer fazer isso? – perguntei de novo
- Sim, sério, vamos fazer – respondeu com segurança e um entusiasmo descontrolado.
-
Lá no fundo, eu sabia que nada naquela situação era certo…, e quase como último recurso, falei...
- Mas… é que isso não tá certo
- Eu sei, mas hoje me sinto sozinha, com vontade e quero saber o que é um orgasmo…, vai, não seja assim, vamos fazer, ninguém vai ficar sabendo – respondeu
- Vamos pro teu quarto – falei decidido, pegando na mão dela.
Levantamos rápido e caminhamos até o quarto. Entramos no cômodo e Stella, antes de acender a luz, perguntou:
- Quer que deixe a luz apagada?... O Tito não gosta de luz acesa
- Não…, acende, a vista é mais uma ferramenta – falei, dando segurança às minhas palavras.
Ela acendeu a luz, caminhamos até a cama e sentamos um do lado do outro. Eu tava excitadíssimo, infernalmente tesudo. Mas por um segundo, a imagem do Tito, num porta-retratos na mesa de cabeceira, passou na minha frente; obviamente, isso era uma traição de alto nível que até aquele momento, jamais teria passado pela minha cabeça fazer.
O álcool nas veias fez eu esquecer com quem tava e decidi dar o melhor de mim pra satisfazer essa mulher, assumindo o papel de professor.
- Beleza, gata, a primeira coisa são os beijos – falei, com tom didático – Antes de qualquer coisa, tem que começar com uma boa sessão de beijos… – completei
Dito isso, abracei ela. O corpo frágil dela ficou rodeado pelos meus braços e, com desespero, me agarrei na boca dela. Fechei os olhos e curti o jogo que começava.
Primeiro eu metia minha língua na boca dela e ela apertava com os lábios, chupando como se fosse uma iguaria. Depois ela repetia meus movimentos, como mostrando que aprendia rápido.
Como isso era “minha aula”, me dediquei só a acariciar o de costas enquanto nos beijamos. Embora o resto dos nossos corpos respondesse a vários outros estímulos, já que no calor da luta inicial, caímos na cama. Ficamos assim por vários minutos. A respiração de Stella Maris já estava ofegante; talvez o fato de estar com alguém que não fosse o marido dela estivesse deixando ela mais excitada. Eu… nem se fala…!!!
Me afastei dos lábios dela, olhando nos olhos dela, peguei a camiseta dela e puxei para cima. Stella me ajudou terminando de tirar aquela peça. Diante dos meus olhos ficaram seus peitos grandes e redondos cobertos por um simples sutiã de algodão.
- Tira o sutiã - ordenei com voz firme
Ela obedientemente procurou nas costas o fecho e logo em seguida se livrou da peça. Agora sim, eu tinha ao meu alcance aqueles peitos deliciosos, coroados com auréolas grandes e rosadas, com os mamilos eretos apontando para cima.
Ficamos os dois em silêncio, ela me olhava com um rosto que mostrava claramente a excitação dela.
Recomecei a ação, acariciando suavemente os peitos dela, grandes, túrgidos, cheios de leite, e a respiração dela ficou ainda mais ofegante, minhas mãos contornavam toda a circunferência e de vez em quando, meus dedos paravam para brincar com os mamilos dela. Stella Maris fechou os olhos, aproveitando e querendo guardar na pele e na memória a massagem gostosa que eu estava dando nela.
Em seguida, me inclinei, minhas mãos começaram a percorrer as costas nuas dela, enquanto meus lábios se fechavam sobre um dos mamilos dela. Como um bebê faminto, comecei a mamar naquele peito, sugando de vez em quando pequenas doses de leite materno.
Reconheço que em outra circunstância, só a ideia disso me dava nojo, mas dessa vez foi diferente, aliás, eu estava aproveitando.
Tão extrema era minha excitação, que eu abria a boca para enfiar tudo que minha boca permitia. Abria até doer o maxilar. Stella se contorcia de prazer. Meu ritmo era lento, calmo, eu estava tirando meu tempo (embora estivesse custando muito) para me dedicar só nos peitos dela. Minhas mão não tavam sendo safadas, só tava acariciando as costas dela e de vez em quando uma voltava pra acariciar o peito que não tava ocupado pela minha boca.
Voltei pro rosto dela pra beijar de novo, com as duas mão apertando as tetas dela enquanto ela me beijava desesperada, a respiração ofegante mostrava que eu tava fazendo bem meu trabalho.
Levantei da cama devagar, a Stella me olhava com cara de dúvida, não sabia o que vinha depois, talvez pensou que naquela hora eu tava me arrependendo. Parado na frente dela, tirei a roupa devagar.
Lá tava eu, de cueca, que mal segurava meu pau duro, parado na frente da esposa seminua do meu amigo.
Estendi a mão, ajudando ela a se levantar. Peguei ela pela cintura e comecei a tirar o short, vendo que era o último pedaço de roupa que restava. Um cheiro forte de sexo quente de mulher apareceu. Um triângulo escuro pequeno, de pelos crespos, coroava aquele monte de Vênus rosado, daquele corpo branco quase perfeito. Abracei a Stella pra beijar de novo.
Enquanto a gente se beijava, peguei a mão dela e levei pro meu pau. Ela pegou e começou a acariciar, enfiando a mão dentro da cueca pra passar os dedos nos meus pelos e sentir a textura das minhas bolas. Já eu, só acariciei a barriga dela, prolongando a agonia, sem dar sinal de querer descer mais. A Stella Maris abriu mais as pernas, mostrando que queria que eu fosse além.
Com a palma da mão, acariciei a virilha molhada dela, repeti isso várias vezes, espalhando os sucos dela por toda a buceta. Com a outra mão, fui tirando a cueca. Peladão, a magrinha começou a me punhetar com frenesi, enquanto eu com os dedos percorria os lábios da vagina dela, fazendo ela tremer.
Deitei ela de barriga pra cima e fiquei por cima. Talvez naquela hora ela pensou que eu ia meter, que ia ser igual com o marido dela... mas não!!! Beijei apaixonadamente seus lábios, depois mordisquei seu queixo, desci até o pescoço, lambi seus mamilos e com a ponta da língua comecei a traçar um caminho pelo abdômen e barriga, fazendo-a estremecer ao passar pelo umbigo (onde parei, para prolongar o suplício), conseguindo arrancar gemidos ao tocar com a língua seu monte de Vênus e finalmente tirando o fôlego dela ao chegar com toda a boca na sua buceta.
Meus lábios e parte do rosto ficaram encharcados com seus sucos…, minha boca aprisionava os lábios da sua buceta, para depois lamber e chupar seu clitóris inchado. Espasmos incontroláveis, um jorro quente e potente de fluido, que inundou minha boca, marcou que Stella Maris tinha tido seu primeiro orgasmo... Continuei comendo, agora suavemente, aquela vulva até tudo se acalmar um pouco. Me ergui um pouco para olhá-la. Stella, soluçando, abriu os olhos numa mistura de surpresa e prazer.
Quando senti que ela estava em condições de me ouvir, falei, acariciando ternamente seu corpo.
- Você acabou de ter seu primeiro orgasmo, gatinha!!!
- Siiiiim….!!!, que lindo, que forte foi…!!! – disse ela enxugando os olhos.
- É como minhas amigas me falavam – completou
Deitei ao lado dela para beijá-la, e ela respondeu avidamente. Ficamos assim por um tempo, nos beijando e conversando sobre o que tinha acontecido.
A carga sexual não tinha diminuído de intensidade em nenhum momento, até começou a aumentar quando ela continuou com suas carícias no meu pau.
- Quer mais? – perguntei, sabendo qual seria a resposta.
- Sim…, Claro…, mas desta vez, quero você dentro de mim…
Beijei ela, dando vazão à minha paixão, com mais desenfreado, enquanto me acomodava por cima dela e com a mão começava a esfregar a cabeça inchada do meu pau na sua caverninha aberta. Quando a coloquei na posição, de uma só vez e sem nenhum preâmbulo, a penetrei. Stella abriu os olhos e gemeu ao sentir toda a minha virilidade dentro dela. Comecei a me mover num ritmo pausado e sem me desesperar; não queria só arrancar outro orgasmo, mas também queria aproveitar ela ao máximo, antes que chegasse minha vez de gozar.
Stella Maris me abraçava, me beijava nos lábios, beijava meu pescoço; com as mãos, acariciava minhas costas, de vez em quando me agarrava pelas nádegas pra tentar me enfiar ainda mais fundo do que já estava. Beijei de novo seus peitos grandes e ardentes, minha língua desenhou círculos nos mamilos inflamados enquanto ouvia o som das minhas bolas batendo na bunda dessa mulher.
Quis mudar de posição, tirei meu pau da buceta dela, recebendo um olhar de reprovação por parar de fornecer a dose, peguei na mão dela e levantei... Sentei na cama e fiz ela sentar em cima de mim, de frente.
Stella envolveu meu corpo com as pernas e, montada em mim, mas agora com mais liberdade de ação, começou a reboladinha cadenciada. Agarrei ela pelas nádegas pra ajudar a manter um ritmo constante, puxando ela pra trás até meu pau estar prestes a sair, pra depois enterrar de novo até o fundo.
Isso a deixava desesperada. Ela me puxava o cabelo, me abraçava, acariciava os próprios peitos, me abraçava de novo, tudo acompanhado do som da buceta bem molhada se esfregando sem piedade no meu pau.
Aos poucos, ela começou a acelerar mais o ritmo, tava sentindo que o clímax se aproximava de novo. Me agarrou com as duas mãos no pescoço e se inclinou pra trás; o cabelo longo e preto dela caía no vazio e, com a cabeça jogada pra trás, continuou a rebolada frenética até gozar de novo.
Como se tivessem cravado uma adaga no peito dela, ela se jogou pra frente, abriu os olhos, cravou as unhas nas minhas costas e começou a gritar que nem bicho ferido...
Segurei ela pela cintura e parei a rebolada pra deixar ela com minha estaca toda enfiada até o fundo. Não só pra ela curtir o momento, mas porque eu tava no limite, mas ainda não queria encher ela de porra.
Por uns momentos ficamos assim, os dois enroscados num abraço... ela em cima de mim, com nossos corpos suados grudados num abraço demorado. Meu pau ainda tinha lenha pra mais umas metidas, então mandei a Stella desmontar e ficar de quatro. Nessa altura, ela já era tipo minha escrava sexual, tudo que eu mandava ela fazia sem reclamar.
Quando ela tava de quatro, me posicionei atrás dela e comecei a comer ela, com força, desvairado, buscando meu orgasmo… os peitos dela balançavam no ritmo das minhas estocadas enquanto ela gemia e gritava. Tava pouco me fodendo se ela era a mulher do meu amigo, ou se os vizinhos ouviam aqueles gemidos de prazer, ou se o cara no outro quarto acordava. Eu tava obcecado por aquela mulher. Já tinha dado estimulação demais pro meu membro, então em questão de segundos comecei a sentir que tava gozando… Tirei meu pau daquela buceta voraz e maltratada e, como se não transasse há décadas, derramei uma infinidade de jatos nas costas dela. Fiquei paralisado por uns segundos enquanto as últimas gotas de porra caíam na bunda dela.
Ela esticou a mão pra pegar um lenço umedecido na gaveta do criado-mudo, pra eu limpar ela e fazer o mesmo com meu pau ainda latejante e vermelho.
Ela tava mais que satisfeita com tudo que a gente tinha feito, e com como ela tinha sentido e aproveitado. Quando me deitei exausto ao lado dela, ela me abraçou e me deu um beijo carinhoso na boca.
- Valeu…, foi incrível… como você me fez sentir, puta merda!!!
- De nada…, você também não foi nada mal… me fez gozar que nem um cavalo – respondi
E, como era de se esperar, veio a frase que não pode faltar nesse tipo de situação, foi ela quem soltou…
- Isso vai ser nosso segredo…, né?
- Fica tranquila, gata…, aqui não rolou nada…
Que mentira mais descarada. Claro que rolou… e muito… mas também não dava pra sair espalhando pros quatro ventos.
Dito isso, ela me deu outro beijo. Ficamos um tempão os dois pelados ali, largados na cama dela. Finalmente me levantei e me vesti, me despedi da Stella Maris e saí do apê. Já tinha amanhecido.
No caminho pra casa, fui tomado por remorsos pelo que aconteceu, mas descartei isso rápido, porque já não dava pra reverter o que vivi.
Nosso segredo virou uma sequência de visitas à casa dela, durante os quinze dias que o Tito não estava. A gente trepou em cada canto do apê que a gente imaginou… e de todas as maneiras possíveis… ela lambeu, beijou e chupou até meus pensamentos.
Quinze dias de sexo puro, animal, instintivo.
Foi difícil voltar ao normal, esse tipo de segredo pesa muito, mas a carga vai aliviando com o tempo.
Nem preciso dizer que o Tito nunca ficou sabendo, nem hoje, que ele está separado da Stella Maris, ele sabe.
Dela, o que posso dizer… foi uma experiência linda e gostosa… que eu repetiria de novo…
Nós, cinco amigos que se juntavam, esperávamos ansiosos o começo do ano letivo pra conhecer as minas que chegavam e ver quais eram os alvos pra conquistar.
Um dos meus amigos, Tito, conheceu uma garota muito simpática chamada Stella Maris, de corpo magro mas gostoso, com uns peitões grandes e redondos, e uma cabeleira preta e comprida, que combinava com os olhos castanhos claros dela.
Nem besta nem lerdo, Tito partiu pra cima da mina, que na época tinha namorado.
Tito não era um cara muito bonito, mas a "lábia" dele fez ele levar pra cama mais de uma que a gente teria vendido um ovo só pra transar, ou pelo menos dar uma mínima bola.
Fato é que, depois de uma semana "trabalhando" a Stella Maris, ele conquistou, fez ela chutar o namorado e, dias depois, começou a comer ela.
Os dois realmente se comportavam como animais no cio, porque aproveitavam qualquer oportunidade e lugar pra se acabar de tesão.
Isso continuou por muito tempo; eu terminei o ensino médio e fui pro quartel, e meus amigos, que escaparam por vários motivos, começaram todos a faculdade e, alguns, ao mesmo tempo, o trampo.
Cumprido o serviço militar, voltei pro meu trabalho e, como de costume, na saída eu caía na universidade (todo mundo estudava à noite) e de lá a gente partia pras baladas noturnas, como a gente tava acostumado.
Uma noite, cheguei como sempre pra ver meus parças, e Fabián, um dos meus amigos, veio correndo me encontrar pra soltar uma bomba…!!!
Stella Maris tava grávida, com só 19 anos…
Evito alongar a história, resumindo…, Tito teve que largar a facul, casar e se virar pra trabalhar. Os pais de ambos ajudaram bastante e até conseguiram um apartamento pra eles.
O tempo passou e Stella Maris teve o bebê, um menino.
Apesar dessa situação, a gente, os mesmos amigos, continuava se encontrando, só que agora o apê do Tito era o point, e Stella se juntou às nossas resenhas, batendo papo e bebendo igual a todo mundo.
Uma noite, fiquei trabalhando até tarde e, ao sair, resolvi visitar meu amigo Tito na casa dele.
Como eu sabia que ele às vezes tava meio duro, decidi comprar um monte de cerveja, umas pizzas e cigarros.
Minha mãe me levou de carro. Quando cheguei, vi que a luz do apê tava acesa, desci com toda a minha bagagem, pensando em passar uma noite de putaria, como de costume.
Subi as escadas até chegar no apê do Tito. Na hora, a porta se abriu e era a Stella Maris, que tava vestindo uma regata rosa justa que marcava perfeitamente os peitões dela e um short de pijama, que deixava à mostra, em todo o esplendor, as pernas longas e finas e a redondeza sublime da bunda dela.
- Oi! Como cê tá? – disse ela, enquanto me cumprimentava com um beijo na bochecha e tentava pegar alguma coisa das tralhas que eu trouxe.
- Oi, Stellinha!... E o comilão do meu amigo? – perguntei.
- Não tá... foi pra plataforma... chamaram ele hoje de manhã e ele vazou pra lá... vai ficar duas semanas, o gordo... mas faz parte... não fica aí, com tudo isso!!! – respondeu.
Entrei no apartamento, andando atrás dela, sem conseguir evitar de olhar aquela bunda linda escondida naquele short.
Fomos pra cozinha.
- E o seu gordinho? – perguntei.
- Tá dormindo, mamou e apagou... agora a gente vai ver ele – disse.
Stella Maris tava praticamente sozinha.
Eu pensei que o mais certo seria ir embora, mas ela não me deu chance, porque antes que qualquer outra coisa rolasse, ela me pediu pra abrir uma cerveja.
- Sim, claro... – falei, enquanto colocava as sacolas de cerveja na bancada da cozinha.
Stella pegou um abridor, abriu uma pra ela também. mim, e começou a guardar o resto das garrafas na geladeira.
Naquele momento, lembrei que uma vez eu e um amigo chegamos na casa do Tito e ele também não estava. Dessa vez, a gente começou a beber com ela e conversamos por horas. Ela era uma gatinha muito agradável mesmo, dava pra passar um tempão batendo papo.
No fim das contas, depois de ir ver o pequeno, eu e a Stella Maris sentamos num sofá confortável e começamos a beber, comer e conversar.
Ela me contou sobre o trampo do Tito, sobre o gordinho dela, como a vida tava cara, etc., e me perguntou como eu tava no meu serviço e coisas do tipo.
A noite foi passando e a gente falava de tudo. As cervejas foram acabando aos poucos.
Percebi que tavam começando a fazer efeito na Stella, porque agora ela ria bem mais e de quase tudo.
Quando acabamos as cervejas, fui na cozinha e abri uma garrafa de vinho que tinha lá, peguei dois copos e continuamos nosso papo.
Não lembro por quê, mas a conversa acabou virando sobre sexo. Juro que não era minha intenção, mas sem saber como, eu tava contando pra ela sobre um rolo que tive com uma magrinha do meu escritório, e pra piorar, o álcool fez meu relato ser super preciso, gráfico e detalhado.
Acho que o estopim de tudo foi quando contei como fiz a jovem chegar ao orgasmo só usando minha língua.
Naquela hora, Stella Maris fez uma confissão…
- Sabe de uma coisa?... Vou te contar um segredo…
- Sim, o quê? – perguntei curioso.
- Acontece que o Tito é muito egoísta e muito apressado…
- O quê?... Como?... Não tô entendendo… – interrompi
- É, olha…, o que acontece é que desde sempre, desde que eu e o Tito transamos, ele é muito selvagem – disse sem ficar vermelha
- Ah é? – comentei
- É… – concordou com a cabeça e continuou – ele já rasgou não sei quantas calcinhas por causa da vontade que dá…, mas isso não é o pior…
- E então qual é o pior? – perguntei, ainda mais curioso.
- O problema é que assim que ele me tira a roupa, ele me penetra, mete Faz igual um louco e goza – terminou.
- Nossa…, a putinha…!!! E te deixa na mão? – perguntei
- Sim!!!, É assim mesmo!!! – disse afirmando e continuou – Tito foi meu primeiro homem, e quando conversei com amigas casadas ou que têm relações, elas me contaram como é lindo e maravilhoso ter um orgasmo, e eu tenho que fingir ou mentir dizendo que sim, que é excelente… mas a verdade é que nunca tive um orgasmo…
- Nãão…, não acredito – falei diante de tal revelação.
- Sério…, de verdade, eu não sei – acrescentou, quase como se pedisse ajuda.
Naquele momento, eu ainda não tinha "maus pensamentos", instintivamente disse que no bom sexo a gente deve buscar primeiro a satisfação da parceira, levá-la ao limite, fazê-la voar, de qualquer jeito…
Tudo isso eu falava como amigo e confidente.
- Mas, gata, isso é um problema sério mesmo… não é possível que você não sinta, não goze e não fale nada. – falei
- Sim, eu sei – respondeu angustiada.
- Para de encher o saco… não é por nada, mas você é uma gostosa linda, qualquer um mataria pra transar com alguém com um corpo igual ao seu… até eu faria – falei, me afundando até o pescoço.
Reconheço que a última parte eu não devia ter dito, mas saiu e já não tinha mais jeito.
- Sério que você acha isso?, que faria? – perguntou inquieta.
- Claro, com certeza, gata!
- Sério mesmo que transaria comigo? – perguntou de novo.
-
Essas palavras me deixaram gelado, eu estava meio relaxado pelo álcool e totalmente desinibido, mas aquelas palavras fizeram com que em praticamente um segundo eu tivesse uma ereção.
Como Stella Maris e eu nos dávamos muito bem, pensei que ela só perguntava por mera curiosidade, então respondi:
- Claro que transaria… O que você pensa, que sou de ferro? – respondi rindo.
- Então vamos lá, me come… me ensina o que é um orgasmo – disse decidida.
Porra!!! As cartas estavam na mesa, a jogada foi dela e eu já não tinha mais controle da situação. Com total leveza, me deixei levar…, não dei a mínima porra que ela fosse a esposa do meu amigo. Ia comer a Stella Maris naquele instante.
- Sério que você quer fazer isso? – perguntei de novo
- Sim, sério, vamos fazer – respondeu com segurança e um entusiasmo descontrolado.
-
Lá no fundo, eu sabia que nada naquela situação era certo…, e quase como último recurso, falei...
- Mas… é que isso não tá certo
- Eu sei, mas hoje me sinto sozinha, com vontade e quero saber o que é um orgasmo…, vai, não seja assim, vamos fazer, ninguém vai ficar sabendo – respondeu
- Vamos pro teu quarto – falei decidido, pegando na mão dela.
Levantamos rápido e caminhamos até o quarto. Entramos no cômodo e Stella, antes de acender a luz, perguntou:
- Quer que deixe a luz apagada?... O Tito não gosta de luz acesa
- Não…, acende, a vista é mais uma ferramenta – falei, dando segurança às minhas palavras.
Ela acendeu a luz, caminhamos até a cama e sentamos um do lado do outro. Eu tava excitadíssimo, infernalmente tesudo. Mas por um segundo, a imagem do Tito, num porta-retratos na mesa de cabeceira, passou na minha frente; obviamente, isso era uma traição de alto nível que até aquele momento, jamais teria passado pela minha cabeça fazer.
O álcool nas veias fez eu esquecer com quem tava e decidi dar o melhor de mim pra satisfazer essa mulher, assumindo o papel de professor.
- Beleza, gata, a primeira coisa são os beijos – falei, com tom didático – Antes de qualquer coisa, tem que começar com uma boa sessão de beijos… – completei
Dito isso, abracei ela. O corpo frágil dela ficou rodeado pelos meus braços e, com desespero, me agarrei na boca dela. Fechei os olhos e curti o jogo que começava.
Primeiro eu metia minha língua na boca dela e ela apertava com os lábios, chupando como se fosse uma iguaria. Depois ela repetia meus movimentos, como mostrando que aprendia rápido.
Como isso era “minha aula”, me dediquei só a acariciar o de costas enquanto nos beijamos. Embora o resto dos nossos corpos respondesse a vários outros estímulos, já que no calor da luta inicial, caímos na cama. Ficamos assim por vários minutos. A respiração de Stella Maris já estava ofegante; talvez o fato de estar com alguém que não fosse o marido dela estivesse deixando ela mais excitada. Eu… nem se fala…!!!
Me afastei dos lábios dela, olhando nos olhos dela, peguei a camiseta dela e puxei para cima. Stella me ajudou terminando de tirar aquela peça. Diante dos meus olhos ficaram seus peitos grandes e redondos cobertos por um simples sutiã de algodão.
- Tira o sutiã - ordenei com voz firme
Ela obedientemente procurou nas costas o fecho e logo em seguida se livrou da peça. Agora sim, eu tinha ao meu alcance aqueles peitos deliciosos, coroados com auréolas grandes e rosadas, com os mamilos eretos apontando para cima.
Ficamos os dois em silêncio, ela me olhava com um rosto que mostrava claramente a excitação dela.
Recomecei a ação, acariciando suavemente os peitos dela, grandes, túrgidos, cheios de leite, e a respiração dela ficou ainda mais ofegante, minhas mãos contornavam toda a circunferência e de vez em quando, meus dedos paravam para brincar com os mamilos dela. Stella Maris fechou os olhos, aproveitando e querendo guardar na pele e na memória a massagem gostosa que eu estava dando nela.
Em seguida, me inclinei, minhas mãos começaram a percorrer as costas nuas dela, enquanto meus lábios se fechavam sobre um dos mamilos dela. Como um bebê faminto, comecei a mamar naquele peito, sugando de vez em quando pequenas doses de leite materno.
Reconheço que em outra circunstância, só a ideia disso me dava nojo, mas dessa vez foi diferente, aliás, eu estava aproveitando.
Tão extrema era minha excitação, que eu abria a boca para enfiar tudo que minha boca permitia. Abria até doer o maxilar. Stella se contorcia de prazer. Meu ritmo era lento, calmo, eu estava tirando meu tempo (embora estivesse custando muito) para me dedicar só nos peitos dela. Minhas mão não tavam sendo safadas, só tava acariciando as costas dela e de vez em quando uma voltava pra acariciar o peito que não tava ocupado pela minha boca.
Voltei pro rosto dela pra beijar de novo, com as duas mão apertando as tetas dela enquanto ela me beijava desesperada, a respiração ofegante mostrava que eu tava fazendo bem meu trabalho.
Levantei da cama devagar, a Stella me olhava com cara de dúvida, não sabia o que vinha depois, talvez pensou que naquela hora eu tava me arrependendo. Parado na frente dela, tirei a roupa devagar.
Lá tava eu, de cueca, que mal segurava meu pau duro, parado na frente da esposa seminua do meu amigo.
Estendi a mão, ajudando ela a se levantar. Peguei ela pela cintura e comecei a tirar o short, vendo que era o último pedaço de roupa que restava. Um cheiro forte de sexo quente de mulher apareceu. Um triângulo escuro pequeno, de pelos crespos, coroava aquele monte de Vênus rosado, daquele corpo branco quase perfeito. Abracei a Stella pra beijar de novo.
Enquanto a gente se beijava, peguei a mão dela e levei pro meu pau. Ela pegou e começou a acariciar, enfiando a mão dentro da cueca pra passar os dedos nos meus pelos e sentir a textura das minhas bolas. Já eu, só acariciei a barriga dela, prolongando a agonia, sem dar sinal de querer descer mais. A Stella Maris abriu mais as pernas, mostrando que queria que eu fosse além.
Com a palma da mão, acariciei a virilha molhada dela, repeti isso várias vezes, espalhando os sucos dela por toda a buceta. Com a outra mão, fui tirando a cueca. Peladão, a magrinha começou a me punhetar com frenesi, enquanto eu com os dedos percorria os lábios da vagina dela, fazendo ela tremer.
Deitei ela de barriga pra cima e fiquei por cima. Talvez naquela hora ela pensou que eu ia meter, que ia ser igual com o marido dela... mas não!!! Beijei apaixonadamente seus lábios, depois mordisquei seu queixo, desci até o pescoço, lambi seus mamilos e com a ponta da língua comecei a traçar um caminho pelo abdômen e barriga, fazendo-a estremecer ao passar pelo umbigo (onde parei, para prolongar o suplício), conseguindo arrancar gemidos ao tocar com a língua seu monte de Vênus e finalmente tirando o fôlego dela ao chegar com toda a boca na sua buceta.
Meus lábios e parte do rosto ficaram encharcados com seus sucos…, minha boca aprisionava os lábios da sua buceta, para depois lamber e chupar seu clitóris inchado. Espasmos incontroláveis, um jorro quente e potente de fluido, que inundou minha boca, marcou que Stella Maris tinha tido seu primeiro orgasmo... Continuei comendo, agora suavemente, aquela vulva até tudo se acalmar um pouco. Me ergui um pouco para olhá-la. Stella, soluçando, abriu os olhos numa mistura de surpresa e prazer.
Quando senti que ela estava em condições de me ouvir, falei, acariciando ternamente seu corpo.
- Você acabou de ter seu primeiro orgasmo, gatinha!!!
- Siiiiim….!!!, que lindo, que forte foi…!!! – disse ela enxugando os olhos.
- É como minhas amigas me falavam – completou
Deitei ao lado dela para beijá-la, e ela respondeu avidamente. Ficamos assim por um tempo, nos beijando e conversando sobre o que tinha acontecido.
A carga sexual não tinha diminuído de intensidade em nenhum momento, até começou a aumentar quando ela continuou com suas carícias no meu pau.
- Quer mais? – perguntei, sabendo qual seria a resposta.
- Sim…, Claro…, mas desta vez, quero você dentro de mim…
Beijei ela, dando vazão à minha paixão, com mais desenfreado, enquanto me acomodava por cima dela e com a mão começava a esfregar a cabeça inchada do meu pau na sua caverninha aberta. Quando a coloquei na posição, de uma só vez e sem nenhum preâmbulo, a penetrei. Stella abriu os olhos e gemeu ao sentir toda a minha virilidade dentro dela. Comecei a me mover num ritmo pausado e sem me desesperar; não queria só arrancar outro orgasmo, mas também queria aproveitar ela ao máximo, antes que chegasse minha vez de gozar.
Stella Maris me abraçava, me beijava nos lábios, beijava meu pescoço; com as mãos, acariciava minhas costas, de vez em quando me agarrava pelas nádegas pra tentar me enfiar ainda mais fundo do que já estava. Beijei de novo seus peitos grandes e ardentes, minha língua desenhou círculos nos mamilos inflamados enquanto ouvia o som das minhas bolas batendo na bunda dessa mulher.
Quis mudar de posição, tirei meu pau da buceta dela, recebendo um olhar de reprovação por parar de fornecer a dose, peguei na mão dela e levantei... Sentei na cama e fiz ela sentar em cima de mim, de frente.
Stella envolveu meu corpo com as pernas e, montada em mim, mas agora com mais liberdade de ação, começou a reboladinha cadenciada. Agarrei ela pelas nádegas pra ajudar a manter um ritmo constante, puxando ela pra trás até meu pau estar prestes a sair, pra depois enterrar de novo até o fundo.
Isso a deixava desesperada. Ela me puxava o cabelo, me abraçava, acariciava os próprios peitos, me abraçava de novo, tudo acompanhado do som da buceta bem molhada se esfregando sem piedade no meu pau.
Aos poucos, ela começou a acelerar mais o ritmo, tava sentindo que o clímax se aproximava de novo. Me agarrou com as duas mãos no pescoço e se inclinou pra trás; o cabelo longo e preto dela caía no vazio e, com a cabeça jogada pra trás, continuou a rebolada frenética até gozar de novo.
Como se tivessem cravado uma adaga no peito dela, ela se jogou pra frente, abriu os olhos, cravou as unhas nas minhas costas e começou a gritar que nem bicho ferido...
Segurei ela pela cintura e parei a rebolada pra deixar ela com minha estaca toda enfiada até o fundo. Não só pra ela curtir o momento, mas porque eu tava no limite, mas ainda não queria encher ela de porra.
Por uns momentos ficamos assim, os dois enroscados num abraço... ela em cima de mim, com nossos corpos suados grudados num abraço demorado. Meu pau ainda tinha lenha pra mais umas metidas, então mandei a Stella desmontar e ficar de quatro. Nessa altura, ela já era tipo minha escrava sexual, tudo que eu mandava ela fazia sem reclamar.
Quando ela tava de quatro, me posicionei atrás dela e comecei a comer ela, com força, desvairado, buscando meu orgasmo… os peitos dela balançavam no ritmo das minhas estocadas enquanto ela gemia e gritava. Tava pouco me fodendo se ela era a mulher do meu amigo, ou se os vizinhos ouviam aqueles gemidos de prazer, ou se o cara no outro quarto acordava. Eu tava obcecado por aquela mulher. Já tinha dado estimulação demais pro meu membro, então em questão de segundos comecei a sentir que tava gozando… Tirei meu pau daquela buceta voraz e maltratada e, como se não transasse há décadas, derramei uma infinidade de jatos nas costas dela. Fiquei paralisado por uns segundos enquanto as últimas gotas de porra caíam na bunda dela.
Ela esticou a mão pra pegar um lenço umedecido na gaveta do criado-mudo, pra eu limpar ela e fazer o mesmo com meu pau ainda latejante e vermelho.
Ela tava mais que satisfeita com tudo que a gente tinha feito, e com como ela tinha sentido e aproveitado. Quando me deitei exausto ao lado dela, ela me abraçou e me deu um beijo carinhoso na boca.
- Valeu…, foi incrível… como você me fez sentir, puta merda!!!
- De nada…, você também não foi nada mal… me fez gozar que nem um cavalo – respondi
E, como era de se esperar, veio a frase que não pode faltar nesse tipo de situação, foi ela quem soltou…
- Isso vai ser nosso segredo…, né?
- Fica tranquila, gata…, aqui não rolou nada…
Que mentira mais descarada. Claro que rolou… e muito… mas também não dava pra sair espalhando pros quatro ventos.
Dito isso, ela me deu outro beijo. Ficamos um tempão os dois pelados ali, largados na cama dela. Finalmente me levantei e me vesti, me despedi da Stella Maris e saí do apê. Já tinha amanhecido.
No caminho pra casa, fui tomado por remorsos pelo que aconteceu, mas descartei isso rápido, porque já não dava pra reverter o que vivi.
Nosso segredo virou uma sequência de visitas à casa dela, durante os quinze dias que o Tito não estava. A gente trepou em cada canto do apê que a gente imaginou… e de todas as maneiras possíveis… ela lambeu, beijou e chupou até meus pensamentos.
Quinze dias de sexo puro, animal, instintivo.
Foi difícil voltar ao normal, esse tipo de segredo pesa muito, mas a carga vai aliviando com o tempo.
Nem preciso dizer que o Tito nunca ficou sabendo, nem hoje, que ele está separado da Stella Maris, ele sabe.
Dela, o que posso dizer… foi uma experiência linda e gostosa… que eu repetiria de novo…
11 comentários - Stella Maris, a gostosa do meu amigo
aqui te dejo 1 para que decores tu post!!!!
Muchas gracias por compartir 😉