Sou uma puta parte 4

Conhece a história desde o primeiro posthttp://www.poringa.net/posts/relatos/1552418/Soy-puta-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1553676/Soy-puta-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1559833/Soy-puta--parte-3--.htmlÀ tarde ela foi fazer compras e acabou jantando num restaurante. Lá, um casal de caras de terno e gravata repararam nela e deram em cima, se perguntando o que uma mulher tão gostosa como ela tava fazendo jantando sozinha naquele restaurante. Ela deu corda pra eles e no fim foram tomar umas bebidas por aí.

Parece que os caras tavam num congresso e queriam um pouco de diversão e relax depois do dia pesado de palestras e reuniões. Os dois eram casados, mas nenhum tava usando aliança. Lucía conseguia sentir o cheiro deles do outro lado do lugar. A vontade deles por aventura e emoções fortes entregava tudo, eram como chaminés, quentes e fumegantes, atrás de sexo sem complicação.

Ela entrou na onda e no fim da noite soltou que se eles quisessem se divertir os dois ao mesmo tempo com ela, iam ter que passar pelo caixa. Os caras se olharam estranhos no começo, mas depois do tesão dos roçamentos que aquela fera sexual tinha feito neles, as mentes tavam nubladas e a única coisa que queriam era descarregar as reservas de esperma em cima do corpo jovem e branco dela.

Ela prometeu que ia dar conta dos dois ao mesmo tempo e saciar eles até não aguentarem mais... e foi o que aconteceu. Levaram ela pro hotel deles, era só de quatro estrelas mas tava bem cuidado. Fizeram tudo no quarto de um deles. Lucía esquentou eles com um dos seus strip-teases. Os caras, com as camisas desabotoadas e sentados nas camas de solteiro, uivaram de prazer enquanto as pupilas acesas já tinham despido ela com o olhar.

Um dos caras era mais velho que o outro, e era um pouco mais gordo, o outro era de corpo magro e fibroso. Lucía cumpriu com os dois como tinha prometido, primeiro chupou os dois ao mesmo tempo, isso sim com a capa colocada, hoje não quis arriscar nem um segundo chupando sem ela. Não gostava especialmente, mas tinha que trabalhar e numa noite ia tirar o dobro no mesmo tempo, o que mais podia pedir.

Primeiro, o mais velho comeu ela. Decidiram Foder ela de quatro enquanto ela chupava o outro ao mesmo tempo. Depois inverteram os papéis, e o outro ocupou o lugar dela.

O mais magro e jovem metia com mais força e vontade, Lúcia aguentava as investidas como podia, mas por sorte tanta pressa acabou cobrando seu preço e ela gozou sem remédio em poucos minutos. O outro demorou mais, teve que chupar ele por um tempinho e finalmente montou em cima dele e o detonou com a bunda pulando sobre os calcanhares agachada na cama, enfiando o pau na buceta dela fundo e violentamente até arrancar o orgasmo dele e espremer o sêmen enchendo a camisinha. Ambos terminaram com os paus e os bolsos vazios. Depois da foda, quiseram dar uma de espertos e não pagar direito, então Lúcia ameaçou começar a gritar e espernear, que estavam estuprando ela.

Os caras imediatamente recuaram nas intenções deles e pagaram o combinado, porque a última coisa que queriam era ver a polícia aparecer nos quartos e terminar a noite dando explicação na delegacia.

Lúcia pegou o dinheiro e vazou na hora. Na pressa, quando chegou na recepção, percebeu que não estava de calcinha. Sem dúvida seus clientes iam brigar por aquele troféu inesperado do congresso deles e guardariam com zelo, cheirariam nas noites solitárias, enquanto escondiam dos olhos das esposas e lembravam daquela noite de putaria e prazeres proibidos para homens casados e "certinhos".

Enquanto atravessava o saguão, viu o garoto jovem da recepção olhando para ela, notou o desejo nos olhos dele e observou como ele umedecia os lábios com a língua, depois prestou atenção na colega recepcionista que também tinha posto os olhos nela, mas o olhar dela denunciava outra coisa, raiva, despeito, desprezo ou talvez uma inveja fina.

Com o vestido de grife, saltos altos e corpo gostoso, Lúcia saiu pela porta do hotel, deixando para trás aquele saguão impecável de pisos cristalinos de mármore vermelho combinado com bege finamente. polidos.

No dia seguinte, Lúcia repetiu a rotina da manhã anterior: acordou tarde, tomou café da manhã e saiu pra fazer exercício. Se sentia bem, o corpo respondia e sua juventude insultante praquelas donas de casa que voltavam das compras enquanto ela passava voando com seu jeito gracioso de correr, feito uma gazela na estepe. Despertava todo tipo de olhares e gestos de desaprovação daquelas mulheres com suas vidas chatas e monótonas.

Hoje decidiu não perturbar o Fran, também não dava pra ficar em cima do garoto todo santo dia, então deixou ele descansar. Assim, saiu pra almoçar fora e passou a tarde passeando nos arredores da cidade, num parque que tinham inaugurado fazia pouco. Levou o e-book dela e sentou num banco pra ler, enquanto via o pessoal passando, ouvia o canto dos passarinhos e pombos nas árvores perto e a água jorrando das pedras de um laguinho ali, onde os patos montavam guarda no reino deles, o reino do lago.

À noite, decidiu convidar a vizinha pra jantar. Como não era lá essas coisas na cozinha, resolveu pegar a comida pronta num restaurante de comida caseira que também entregava em domicílio. Bateu na porta da vizinha, cumprimentou ela com dois beijões e também o Fran, que saiu correndo que nem um raio pra recebê-la assim que ouviu ela falando com a mãe, mostrando o melhor dos sorrisos.

Ficaram no apartamento dela, e a Ângeles elogiou a decoração linda, estilo moderno com detalhes orientais nas cortinas e nos quadros. Comeram e conversaram até o Fran dar os primeiros sinais de cansaço. Ângeles disse que ia descer pra colocá-lo na cama, mas antes sussurrou no ouvido dela, perguntando se ela topava continuar a conversa a sós no apartamento dela depois que ele dormisse. Lúcia, claro, topou.

De volta, Lúcia ofereceu um licor, um Fray Angélico bem gelado, e Ângeles agradeceu.

— Olha, Lúcia, é que eu queria te contar uma coisa... — começou a dizer.

— Então fala, Ângeles. —respondeu Lúcia, convidando-a a continuar.
—Lembra da nossa conversa do outro dia? —perguntou.
—Do que você tá falando? —disfarçou Lúcia, embora já soubesse onde ela queria chegar.
—Acontece que o Fran tá pior... outro dia eu tava passando roupa e vi ele chegando. Veio todo sorridente e carinhoso, até me deu um beijo. Eu também beijei ele, claro, no começo não desconfiei de nada —continuou.
«Pois é, eu tava passando roupa e vejo ele me abraçando por trás e encostando o... bem, a cintura dele, e aí senti que ele tava duro, tipo, de pau duro mesmo, e ele ficou esfregando na minha bunda!
Eu não soube como reagir, então briguei com ele e tentei me soltar do abraço, mas ele me segurou, até me beijou no pescoço e continuou se esfregando em mim. Eu fiquei meio assustada, porque ele é tão grande que não conseguia tirar ele de cima, então me virei, empurrei ele com toda a força que pude e dei um tapa na cara dele.
No fim, ele levou a mão no rosto, verdade seja dita, bati forte, e acabou chorando. Aí me arrependi de ter feito aquilo e fui consolar ele. Na hora, parece que a vontade dele passou e ele não tentou mais me pegar.»
—Puxa, Ángeles, não sei o que te dizer —completou Lúcia.
—É que já não sei mais o que fazer, ele tá muito agitado ultimamente. Não sei se levo ele no médico —disse, desolada.
—Talvez com o tempo isso passe, né?
—Você acha? —perguntou, mostrando esperança de que o problema sumisse sozinho.
—Pois é, talvez. Tenha um pouco de paciência, mulher —continuou Lúcia, animando ela.
—Nossa, esse licor é bom, mas tá subindo na cabeça —sorriu Ángeles.
—Gostou? É o único que eu bebo.
Elas continuaram conversando descontraidamente, e Lúcia aproveitou pra conhecê-la melhor.
—Bom, Ángeles, nunca te perguntei sobre sua vida antes de te conhecer, e a verdade é que você também nunca falou muito disso. Se não quiser falar, tudo bem, mas fiquei curiosa pra saber por que você tá sozinha —perguntou Lúcia, finalmente. Bem, essa ausência de marido ou parentes a deixava inquieta.

— Ah, filha, se é verdade, não falo muito de mim! No fim, não tem muito o que contar, fui casada e depois tivemos o Francisco, com a doença dele a gente desabou e meu marido, talvez por causa das preocupações com a doença, sofreu um acidente de carro e morreu.

— Ah, que triste, agora entendo por que você não queria falar dessas coisas! — disse Lúcia, mostrando arrependimento.

— Não se preocupa, isso já faz dez anos... sim, dez anos — confirmou Ángeles. — Já superei mais ou menos, depois minha mãe veio morar com a gente, e há uns seis meses ela também nos deixou, coitada, quase não sofreu, uma manhã quando fui acordá-la ela já não respirava. Segundo os médicos, ela se foi enquanto dormia, porque o coração dela estava fraco e parou de bater.

— Talvez essa seja uma boa forma de morrer, bom, sei lá, era sua mãe, me desculpa — corrigiu-se Lúcia, percebendo que talvez ela não tivesse levado aquilo tão na esportiva.

— Não se preocupa, era inevitável e ela já estava bem velhinha, coitada, foi o melhor que podia ter acontecido, passar pro outro lado sem sofrimento no fim.

— Bom, não era essa minha intenção quando comecei a perguntar sobre seu passado. Eu tava mais me referindo a achar estranho você viver sozinha com o Fran, sei lá, parece complicado, mas você nunca pensou em refazer a vida?

— Ah, bom! A verdade é que de vez em quando a gente pensa, mas os anos vão passando e você se acostuma a viver sem marido. De qualquer forma, quando eu morava com minha mãe e com o Fran, estava acompanhada, não precisava de mais ninguém. Mas, por outro lado, a gente não é de pedra, mas você me entende, toda mulher sabe se virar sozinha quando precisa.

— Ah, sim, claro! Te entendo perfeitamente — concordou Lúcia.

— Você nesse aspecto não deve ter problemas, né? Com esse corpinho que você tem, eu bem que queria ter mantido minha forma na sua idade. É a melhor fase da vida, um corpo gostoso, Poucas preocupações e muita vontade de festa.

- Pois é, é uma idade muito gostosa, eu tô aproveitando muito, pra ser sincera - afirmou Lúcia satisfeita, realmente não precisava de avó.

- Fala isso mesmo, menina, aproveita o quanto puder e enquanto puder! - incentivou Angeles -. Bom, moça, vou descer, que amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar e levantar o Fran pra ele ir pro dele.

- Ok, Angeles, gostei muito da conversa com você.

- Valeu, Lúcia! Tava precisando de uma amiga pra conversar fazia tempo, e você parece um presente dos céus nesse sentido - confessou Angeles enquanto se levantava e se aproximava de Lúcia pra dar um abraço fraternal.

Lúcia acompanhou ela até a porta e se despediu com um boa noite. Depois voltou pra sala e terminou o resto da taça. Pensativa, ficou ali, em silêncio, sob a luz fraca do abajur, regulada no mínimo.

Essa família tava agradando ela cada vez mais, quem sabe ela tava procurando o irmão que nunca teve ou a mãe compreensiva com quem podia conversar e que sempre quis ter. Infelizmente, com a dela não se entendia bem, e ela tava quase sempre mais ocupada com a "carreira profissional" e com o salão de beleza do que com a filha. O pai também era vidrado no trabalho, cirurgião de profissão e renome, a filha sempre esteve num lugar importante, mas talvez com presentes demais pra aplacar a má consciência por não dedicar o tempo que ela merecia.

10

No dia seguinte, Lúcia decidiu ir pra universidade, já quase tinha esquecido que ainda era estudante e que tava matriculada em medicina, por indicação paterna, como se costuma dizer, pra seguir a tradição da família, embora na prática mal tivesse passado metade do primeiro ano.

Assistiu a umas poucas aulas, a verdade é que acordar cedo pesou, e a preguiça e, principalmente, o tédio fizeram estrago, fazendo com que às onze ela largasse a sala e fosse dar um passeio pelos Jardins do campus.

Ela ficou observando os estudantes, que vagabundeavam deitados na grama, e não pôde deixar de lembrar do seu Fran. Por que hoje ela não ia esperá-lo no almoço e dar um boquete daqueles pra ele relaxar? Sem dúvida, a mãe dele agradeceria por se sentir menos "assediada". Essa ideia a fez sorrir.

Foi nesse momento que o celular tocou, era seu cliente fiel, Pedro, ligando pra ver se podiam se encontrar naquela mesma noite. Parece que o homem estava morrendo de saudades e queria vê-la, mesmo sendo meio de semana. Lúcia o agradou aceitando o encontro. Como da outra vez, seria na mansão dele. Ele se ofereceu pra pedir um táxi que a buscasse onde ela dissesse, mas Lúcia, por segurança, recusou, já que não queria dar pistas de onde realmente morava.

Isso bagunçou seus planos com Fran; ela queria estar gostosa, então foi pro salão de beleza fazer massagens e um circuito de spa. Aproveitou pra se arrumar por inteiro e depilou suas partes mais íntimas.

Era a primeira vez que estava naquele salão de beleza, mas se sentiu muito bem tratada o tempo todo. A moça que fez a massagem também foi a que depois a depilou por inteiro. Elas ficaram conversando sobre tudo um pouco e, quando chegaram na parte da depilação, a moça não conseguiu deixar de elogiar como a buceta dela era bonita e até confessou que adoraria ter uma igual. Sem papas na língua, disse que os lábios vaginais dela eram muito inchados e saltados e que não gostava. Já os da Lúcia eram pequenos e rosados, saltando só o suficiente sem se destacar no conjunto.

Lúcia se sentiu meio desconfortável em alguns momentos da massagem e da depilação depois, mas no final ficou super relaxada e concluiu que não foi tão ruim assim. Então, com o pôr do sol, voltou pra casa com tempo justo pra se vestir e pegar o táxi.

Quando chegou na casa do Pedro, foi recebida pela empregada, que Ele gentilmente pegou o casaco dela e pendurou no cabideiro do hall. Em seguida, convidou ela pra entrar na sala e esperar o "senhorzinho Pedro". Ofereceu algo pra beber e Lucía pediu um pouco de água, então sentou no sofá de couro bege pra esperar ele — o mesmo sofá onde da última vez eles se esfregaram depois do jantar.

As lembranças daquela noite vieram à mente dela e, enquanto esperava, visualizou tudo como se fosse um cinemascope interno, relembrou as posições e se viu de novo ajoelhada no chão, no tapete, com Pedro montado por cima dela, enfiando o pau no buraco secreto dela enquanto ela esfregava os lábios da buceta e o clitóris pra dilatar melhor aquele buraco tão apertado. Lembrou como se masturbou depois no banheiro do fim do corredor e como gozou. Às vezes ela gostava de fazer isso, de certa forma era bem narcisista.

Cinco minutos depois, o anfitrião desceu, tão impecavelmente vestido como sempre, com terno escuro, camisa lisa lilás e gravata combinando, sapatos de couro preto... enfim, um verdadeiro figurino, assim dava gosto ter um encontro. Isso sem falar no perfume masculino dele, sem ser muito forte e com certeza bem caro.

— Oi, querida, tava morrendo de vontade de te ver! — disparou ele assim que apareceu na sala.

Lucía se levantou e foi ao encontro dele, com o copo d'água na mão. Ele recebeu ela com dois beijos nas bochechas e, ao ver o copo dela, completou:

— Não vai me dizer que vai beber água durante o jantar, vai? — e sorriu de forma brincalhona.

— Ah, não, é que tava com sede! — esclareceu Lucía na hora.

— Perfeito, então vamos abrir uma garrafa reserva do meu vinhedo, você vai ver, vai gostar.

A mesa já estava decorada, com pratos e talheres no lugar, pronta pra eles se sentarem. Lucrecia apareceu pela porta naquele momento e perguntou se eles queriam jantar logo, e o senhor respondeu que sim, que ela fosse se preparando e começasse quando quisesse.

— Escuta, Lucía, você não se importa, né? Se a gente fizer um jantar enigmático, né?
- Enigmático, como assim? - ela perguntou na sequência.

Pedro esperava essa pergunta, então se animou e começou a explicar.
- É um jogo erótico, saca? A gente coloca umas máscaras, tipo venezianas, uns simples antifaces com renda, e finge que somos desconhecidos. É só um jogo, depois a gente faz até com as máscaras, o que você acha? - explicou o anfitrião.
- Meio estranho, pra ser sincera, mas não tenho problema não, pode ser divertido variar.
- Por isso que eu tô falando, e ainda vai ter outra surpresa.
- Que surpresa? - ela perguntou na hora, morrendo de curiosidade.
- Você já vai ver... - Pedro avisou, sem dar mais detalhes. - Mas antes, vamos dar um clima na sala pra parecer mais enigmático...

Dito isso, ele acendeu as velas que estavam num candelabro de bronze com vários braços no centro da mesa e apagou as luzes. Quando os olhos se acostumaram com a penumbra, junto com os jogos de luz e sombra que as velas projetavam nos rostos mascarados, a cena realmente começou a parecer coisa de filme "Ligações Perigosas".

Em poucos minutos, Lucrecia apareceu na porta da sala com o primeiro prato. Pedro já tinha aberto a garrafa de vinho tinto reserva de 86 e servido um pouco primeiro pra convidada e depois pra ele.

Lucia não demorou a ver Lucrecia com uma máscara parecida com a deles, mas branca, com o avental do uniforme também branco. Isso se destacava demais na escuridão do cômodo, iluminado só pelas velas acesas. No começo ela não percebeu, mas quando Lucrecia se aproximou pra servir o prato e virou de costas pro Pedro... ela só tava de avental! Não dava pra acreditar. Quando virou, as costas dela, toda a pele morena, a bunda e as coxas brilhavam naquele tom lindo de café de gente mulata.

E olha, quando ela focou melhor naquela bunda pelada... Percebeu que ela não estava usando nenhum tipo de roupa íntima, ou seja, a buceta dela estava nua por baixo do avental branco e impecável. Escondida atrás dele.

- Já percebeu alguma coisa? - perguntou Pedro, sarcástico.

- Bom, tirando que sua empregada ficou bem moderna, né? Nada de especial... ah, sim, que ela também estava usando uma máscara igual às nossas! - alertou Lúcia em tom irônico.

- Sério? Não pode ser, vou ter que falar com ela pra dar uma bronca, que descaramento da parte dela - respondeu Pedro no mesmo tom irônico de Lúcia.

Não dava pra negar que Pedro tinha imaginação, porque só de colocar as máscaras, junto com os jogos de luz e sombra projetados nelas e ainda adicionar uma empregada pornô, ele tinha criado o clima perfeito para o jantar "enigmático".

Eles aproveitaram o jantar relaxadamente e finalmente chegou a hora mais gostosa da sobremesa. Quando Lucrécia serviu duas taças de tiramisu com bastante chantilly, colocado com um saco de confeitar formando uma espiral retorcida em forma de cone. Lúcia pareceu notar que, enquanto ela servia a taça para o dono da casa, ele passou a mão na bunda dela, embora não pudesse ter certeza se foi um movimento involuntário do ombro dela pra se afastar ou se ele realmente subiu a mão e tocou aquela parte da anatomia da empregada.

Algo que chamou a atenção de Lúcia foi que Lucrécia não saiu da sala dessa vez, mas ficou perto da porta, na escuridão, com a roupa diferente que estava usando hoje. Lúcia estranhou um pouco, mas continuou a conversa como se nada.

- Bom, Lúcia, hoje eu queria te propor algo picante pra depois do jantar.

- Fala aí, você manda, Pedro - respondeu Lúcia, solícita.

- Eu queria que a Lucrécia se juntasse a nós e continuasse "nos servindo" também durante as sobremesas amorosas depois do jantar.

- Mas o que você está pensando exatamente? - perguntou Lúcia, que já começava a se preocupar com onde a tal brincadeira estava indo parar.

- Nada que você não queira, é claro, e Também não é pra tanto, só quero que nos acompanhe, que esteja presente e, se possível, que participe do sexo. Sabe, Lucrécia se tornou, desde o meu divórcio, minha mão direita dentro de casa e também, até certo ponto, cuidou tanto das crianças quanto de mim, não é, Lucrécia? — disse o senhor, virando-se para a penumbra onde a criada permanecia.

— Verdade, senhor, estou à sua inteira disposição para o que o senhor quiser — respondeu ela, solícita, em seu posto, com as mãos cruzadas nas costas.

— Isso me parece muito bom — concordou Lúcia. — Mas qual é o meu papel entre vocês?

— Você é nossa convidada. Lucrécia e você poderiam me agradar com uns jogos eróticos entre vocês. Vem, Lucrécia, anda — disse ele, chamando a criada.

Lucrécia se aproximou devagar até ficar ao lado direito do senhor. Ele passou a mão na cintura dela e levantou o avental, mostrando a buceta nua de Lucrécia para a convidada.

— Olha que gostosa que é a Lucrécia. A buceta dela é macia como chocolate, que nem parece, e doce com aquele toque amargo que eu tanto gosto. Ela é muito submissa e vai obedecer todas as nossas ordens. Se você quiser, ela até pode chupar sua buceta um pouco pra te deixar no clima. Vai, Lucrécia, ajuda nossa convidada a se despir... — instruiu ele.

Lucrécia se aproximou de Lúcia e a convidou a se levantar, pegando-a pela mão.

— Pedro, tô vendo que cada vez conheço menos você. Não esperava essas brincadeirinhas suas. Eu não gosto de mulher, então não tô a fim de ficar de putaria com sua criada — disparou Lúcia. — Se não me propuser outra alternativa, vou embora!

— Mas, senhorita, não se preocupe. A senhora não vai precisar fazer nada comigo, eu vou fazer tudo com a senhora. Por favor, não vá. O senhor gosta muito disso e quer nos ver brincando. Fica, por favor! — suplicou Lucrécia, segurando o braço dela.

Lúcia parou e ponderou a situação. Sabia o que não estava disposta a fazer e, na real, já tinham pedido coisas estranhas pra ela antes, então... decidiu dar um voto de confiança.

- Tá bom, eu fico, mas se alguma coisa não me agradar, a qualquer momento eu me visto e vou embora, e claro que vou querer receber meus honorários - ela avisou com severidade.

- Olha, Lucía, se eu ficar satisfeito, te pago o dobro do combinado - ofereceu o cliente.

- E ela, o que ganha com isso? - retrucou Lucía.

- Ela ganha meus favores em troca, e sabe que sou muito generoso com ela.

- Sim, o senhor é muito bom comigo, por isso sou muito grata.

- Então metade do combinado você dá pra ela, certo?

- Mas senhorita, não precisa, eu...

- Cala a boca e não seja boba! - respondeu Lucía.

- Muito generosa da sua parte, negócio fechado!

- Beleza, então tira a roupa e brinca com minha querida Lucrécia, me deem um bom espetáculo e se tornem amigas.

Lucía tirou o vestido com a ajuda de Lucrécia e mostrou seus lindos peitos nus, já que não usava sutiã. Só restava a calcinha fio-dental preta, que mal cobria sua bucetinha recém-depilada naquela tarde. Então ela deslizou a calcinha pelas coxas, e Lucrécia a pegou e puxou até tirar pelos pés, deixando-a perto do sofá onde tinha colocado o vestido preto de lantejoulas.

As duas gostosas ainda usavam suas máscaras, o que dava um ar bem sensual, como se fossem duas desconhecidas prestes a compartilhar o amante em comum e, de quebra, se conhecerem intimamente.

Lucrécia se aproximou de Lucía, que não sabia por onde começar, mas não precisou fazer nada, porque Lucrécia tomou a iniciativa e se abraçou nela, colando seus corpos quentes, peito contra peito, coxa contra coxa.

Elas começaram uma dança sensual, com Lucrécia no comando, acariciando as costas da parceira do pescoço até os glúteos.

- Como você é linda! Sabia disso? - disse ela, surpreendendo Lucía.

- Você também tem uma pele muito bonita, tão morena - retribuiu Lucía, que começou a acariciar seu cabelo cacheado e Negro preso num coque na nuca dela.

Lucrecia era um pouco mais baixa que Lúcia, a cabeça dela batia no queixo da outra, então o pescoço dela ficava ao alcance dos lábios de Lucrecia, quando ela começou a chupar suavemente, dando uma sequência de beijos por todo ele. Enquanto beijava, foi descendo pelo colo até chegar aos peitos nus e continuou beijando até encontrar os mamilos pequenos e rosados que terminavam nas tetas empinadas dela. Chupou eles, com delicadeza, e conseguiu eriçá-los; eles cresceram exponencialmente, ficando longos e pontudos, e, comparados às tetinhas miúdas, se destacavam bem.

Lúcia não conseguiu segurar uma exalação de prazer ao sentir as chupadinhas suaves que Lucrecia dava, enquanto segurava a cintura dela com as mãos. Sem perceber, uma das mãos de Lucrecia já tinha deslizado por baixo das coxas dela e começava a acariciar a bucetinha nua.

— Ah, dona Lúcia, que xerequinha tão lisinha a senhora tem! Sem dúvida fizeram um bom trabalho de depilação — disse enquanto apalpava os lábios vaginais dela.

— Gostou? Pois é, estou recém-depilada.

Lucrecia pegou a mão dela e a levou até o sofá perto da mesa onde tinha comido. Lá, fez ela sentar e se ajoelhou na frente dela, pronta para lamber o que fosse preciso.

— Ah, não, Lucrecia, você não precisa fazer isso! Suas carícias me agradaram, mas isso já basta, não é mesmo, Pedro? — perguntou ela olhando para a cadeira de onde ele as observava, saboreando a última taça de vinho do jantar.

— Como você preferir, querida. Lucrecia é muito prestativa e está à sua inteira disposição, já te falei.

— Não me importo, dona Lúcia, sua bucetinha com certeza é muito mimada pela senhora, e vai ser um prazer agradá-la e saborear os sucos dela.

E sem dizer mais nada, enterrou o rosto entre as coxas de Lúcia, beijando, lambendo e chupando os lábios macios e suculentos. Lúcia fechou os olhos e se entregou para aproveitar o excelente boquete de buceta que outra mulher estava dando nela, sua primeira vez. Cunnilingus feito por uma mulher.

Assim ficaram por um bom tempo, até que ela abriu os olhos para avisar que parasse, porque estava prestes a gozar e não queria fazer isso sem antes ter satisfeito o cliente. Ao olhar para Pedro, viu ele se masturbando passivamente na cadeira, de calças arriadas.

— Bom, Lucrécia, já está na hora de cuidarmos do senhor, não acha? Muito obrigada por todas as suas atenções comigo — disse ela, levantando-se.

— Combinado, senhorita Lúcia, foi um prazer saborear sua flor, que suave e delicada ela é! — exclamou Lucrécia, levantando-se enquanto secava suavemente os lábios com o pulso.

— Excelente, queridas, uma cena excelente! O que acham de vocês duas cuidarem do meu pau solitário?

— Combinado, desde que Lucrécia não se importe — disse Lúcia.

— Ah, não, o pau do senhor já esteve na minha boca algumas vezes! Não é mesmo, senhor?

— Ah, sim, Lucrécia, sua boca é muito gostosa!

Pedro ocupou o assento que até então era de Lúcia, e ambas as mulheres, branca e mulata, ajoelharam-se diante do pau duro do senhor. Ele só tinha tirado a calça e a cueca, ainda vestia a camisa desabotoada na parte de baixo e a gravata; também não tinha tirado a máscara.

Ambas as putas ocuparam seus lugares e colaboraram com línguas e lábios para chupar e lamber o pau do amo e senhor da casa. Enquanto faziam isso, não conseguiam evitar que seus lábios se roçassem e suas salivas se misturassem na pele do pau, até que em certo momento Lucrécia deslizou até a boca dela, enfiando a língua até o céu da boca e chupando ao mesmo tempo seus lábios entreabertos.

Lúcia se entregou ao beijo que a amiga boqueteira lhe ofereceu e aproveitou como se fosse a coisa mais natural do mundo, apesar de também ser a primeira vez que beijava uma puta. Naquele momento, desejou saber como estava a buceta da amiga e decidiu estender a mão, descendo pelo rabo dela. negro e apertado, acariciou os pelinhos da buceta dela por trás. Depois enfiou os dedos na racha dela e descobriu com prazer que ela estava tão molhada e tarada quanto sem dúvida a buceta dela estava depois da comida que a Lucrecia tinha oferecido.

Ela estava tão excitada que quase esqueceu do cliente enquanto curtia as apalpadelas que dava na Lucrecia, nunca antes também tinha tocado numa buceta, nem penetrado com os dedos molhados e escorregadios pelos sucos que jorravam daquela buceta de cor.

A Lucrecia, por sua vez, também imitou e apalpou a buceta dela, mas enfiou a mão por baixo da barriguinha, com a palma pra cima, tocou na vagina dela dobrando os dedos pra frente, enquanto cuidava da pica do senhor com a boca incansável.

A Lucía decidiu provar os néctares que aquela joia negra da companheira oferecia e largou a pica do Pedro pra se posicionar debaixo do corpo mulato da Lucrecia, com a cabeça virada pros pés dela e, deitando de barriga pra cima, levantou o rosto entre as coxas da Lucrecia, que, ajoelhada, recebeu a língua entre as pernas enquanto a Lucía se agarrava na cintura dela, pendurada com a cabeça colada na buceta. Os sucos inundaram a boca e os lábios dela, nunca antes tinha degustado uma buceta e nunca tinha pensado que tal coisa fosse atraí-la, mas ali estava, com o sabor na boca e o cheiro entupindo as narinas.

O Pedro, que até então tinha ficado parado, decidiu agir. Levantou-se e foi pro cu da jovem donzela. Ali, a Lucía, da perspectiva dela, viu ele se encaixar nas nádegas da moça e buscar com a pica a abertura suculenta da racha dela, o espetáculo era magnífico.

Tão extasiada estava que mal notou o que a Lucrecia tramava, que, ao se ver livre das obrigações bucais com o amo, reparou nas pernas nacaradas da amiga e na rachinha rosada no fundo do vale formado por elas. Enterrou o rosto entre as coxas brancas e cravou a língua na aquela buceta rosada, dando primeiro umas passadas leves sobre seus lábios e clitóris, até abri-los de par em par com o hábil instrumento.

Lúcia apertou os dentes e se agarrou com força àquele rabo do qual pendia como um macaco num galho, presa dos prazeres divinos que a hábil criada lhe proporcionava em suas partes íntimas, nunca antes maculadas por mulher alguma. Na posição em que estava, ficava ofuscada pelo corpo de Pedro, que já investia com paixão no cu da criada, batendo com os ovos nos grandes lábios da buceta dela quando sua pelve colidia com estardalhaço contra as carnudas bundas morenas. Enquanto isso, não sabia o que fazer, queria colaborar naquele trio apaixonado, mas o ímpeto de Pedro impedia que ela estimulasse o clitóris de Lucrécia e também não conseguia se aproximar da pica de Pedro, que não parava de ir e vir em palmadas rítmicas provocadas pelos choques contra suas nádegas.

Então, se dedicou a acariciar as costas da parceira e também pegou no rabo de Pedro, beliscando-o com suas unhas recém-pintadas. Mas, para sua surpresa, Pedro reparou nela e decidiu tirar a pica da buceta da criada e entregá-la à boca, até então passiva, de Lúcia, que a recebeu como um presente lascivo do homem que se lembrou de que ali embaixo estava ela.

Foram umas quantas chupadas naquele membro besuntado pelos sucos daquela boceta de cor, que para Lúcia souberam a glória naqueles instantes de paixão. Depois, a pica voltou à buceta preta e desapareceu de novo em seu interior. Enquanto os sucos escorriam pelo seu queixo, Lúcia descobriu que não tinha guardado seus habituais receios com os clientes ao chupar a pica nua de Pedro, coisas da paixão desenfreada em que se encontravam. Mas o que podia fazer agora? Já estava feito.

Pedro se separou de repente, ofegante pegou sua pica e a apertou, ficando imóvel como uma estátua diante daquelas duas fogosas descontroladas. Elas o olharam sem entender. No começo, ele tava focado no que tava fazendo. Finalmente admitiu.

- Ah, que bom, quase gozei! Lúcia, agora quero te foder, se você não se importar.

- Ah, querido, claro que não - Lúcia concordou, divertida, procurando um jeito de sair debaixo da Lucrécia.

Ao se levantar, Pedro mandou ela ficar de quatro e oferecer a bunda e a buceta por trás. Ela viu o pau dele sem camisinha e um olhar pra Pedro bastou pra mostrar suas dúvidas.

- Vamos, Lúcia, não seja boba, tô limpo, não comi ninguém além de você e da Lucrécia nos últimos seis meses, e antes disso já te falei que só transava com minha esposa. Vamos, quero te foder no pelo, te dou uma gorjeta extra.

Lúcia, não muito convencida, pareceu se resignar ao ouvir a proposta de pagamento dobrado do Pedro e se inclinou, submissa, pra receber a enfiada ardente dele. O pau dele entrou sem dificuldade na buceta dela, sumindo lá dentro de repente, ela suspirou de leve ao sentir, tava tão tesuda que a buceta não reclamou da brusquidão, aliás, gostou que ele meteu de supetão.

Pedro fodeu ela com toda força, fazendo pausas, seguidas de investidas rítmicas que batiam nas nádegas dela, ecoando pela sala. Enquanto isso, a amiga dela tinha se sentado ao lado e, se aproximando, deu os lábios pra ela, se beijando molhado e quente, de língua. Além disso, Lucrécia ordenhava suavemente os peitos jovens e empinados dela, excitando os bicos com as pontas dos dedos.

Tanto prazer não era possível, pensava Lúcia, sendo paparicada pelos dois parceiros do trio, por isso não se surpreendeu quando o orgasmo explodiu dentro dela e percorreu cada centímetro da pele com descargas elétricas que nasciam no estômago e se espalhavam até a cabeça e os pés. A buceta dela se contraiu com tanta força que Pedro não aguentou mais e inundou o cuzinho dela com esperma quente. Pedro gemeu e gemeu, aproveitando as últimas gotas. investidas até escorrer completamente o pau naquela bucetinha tão jovem e pequena.

Exaustos, os integrantes do trio de paixão procuraram um lugar pra sentar, Pedro no sofá e Lúcia e Lucrécia no mesmo tapete aos pés dele. Lucrécia continuava beijando docemente Lúcia, que aos poucos se recuperava do orgasmo brutal que os dois participantes do trio tinham dado a ela.

A criada se acomodou entre as pernas de Lúcia e sentou na frente dela, encostando as costas no corpo e nos peitos de Lúcia. Mais alta que ela, abraçou-a com seus braços longos e beijou seu pescoço e lóbulo da orelha. Lucrécia pegou a mão dela e a levou até sua flor, apertando-a contra si, implorando que cuidasse da sua flor que ainda estava muito excitada, sem ter recebido seu prêmio pelas atenções dadas antes. Lúcia entendeu na hora e seus dedos longos mergulharam na buceta preta, molhando-se com seus sucos abundantes. Certamente a criada estava muito excitada e imediatamente começou a responder aos carinhos de Lúcia.

Por ser mais baixa que ela, conseguiu virar a cabeça e girar a boca pra trás, encontrando os lábios doces de Lúcia, que chuparam os seus enquanto, com seu abraço sensual, lhe dava todo tipo de carícia e penetrações suaves na sua xereca, ao mesmo tempo que com a outra mão beliscava seus bicos duros e redondos, dos seus peitos macios e arredondados. As duas, com as pernas e coxas abertas, se encaixavam perfeitamente enquanto os dedos de Lúcia excitavam cada vez mais aquela garota de aparência meiga e recatada, que agora se entregava aos prazeres lésbicos como se fosse algo normal pra ela.

Não demorou pra chegarem as contrações e, enquanto suas línguas se devoravam, a garota se precipitou no poço do orgasmo, se contorcendo no abraço da irmã mais velha.

O senhor observou toda a cena sentado acima delas, de lado no sofá, e pelo silêncio dele, sem dúvida curtiu um belo espetáculo como voyeur. Privilegiada. Depois de terminarem, as duas mulheres, peladas como meninas num parque, sumiram pela porta em direção ao banheiro, de mãos dadas pelo caminho.

Lá dentro, as duas passaram pelo vaso e fizeram o xixi de praxe depois do bom sexo que tinham aproveitado. Se olhavam com carinho e gratidão, e ao terminar, se abraçaram de novo e se beijaram outra vez.

— Gostei muito, Lucrecia — confessou Lucía.

— Eu também, senhorita Lucía — você acaricia essa buceta muito bem.

— Pode me tratar por você, sabia?

— Me deixa mais tesuda te tratar por senhora, eu sou sua criada.

— Você é do senhor, não minha.

— Tanto faz, me sinto sua criada — respondeu a jovem mulata.

Foram para o chuveiro e se esfregaram uma na outra com bastante sabão e espuma. Quase se enroscaram de novo em carícias, mas já era tarde e Lucía queria ir dormir, porque estava realmente cansada. Então terminaram e se secaram juntas, assim como tinham tomado banho juntas.

Voltaram para a sala. Estava vazia, parecia que o senhor preferiu se recolher ao quarto, não sem antes deixar em cima de uma mesinha 2 cheques ao portador com uma quantia generosa. Se vestiram e Lucrecia acompanhou Lucía até a saída. Antes de se despedirem, Lucía entregou um cartão a Lucrecia, pedindo que ligasse para jantarem juntas na noite em que ela estivesse de folga. A criada sorriu e guardou o cartão no bolso do avental.

2 comentários - Sou uma puta parte 4

IMPRESIONANTE POST TE MANDASTE !!!
SEGUI ASI !!! FELICITACIONES !!!
GRACIAS POR COMPARTIR !!!

Una peli de lujo (lesbianas)Pelicula
Jejejejeeeee genial, verdaderamente espectacular, gracias por compartir!!!