Presa pelo Meu Sobrinho. Parte 2

COMO NÃO TEM PRIMEIRA SEM SEGUNDA!!! AQUI VAI A SEGUNDA PARTE PRA VOCÊS.




Preso pelo Meu Sobrinho (Parte 2)

Oi, sou a Valéria de novo. Na primeira parte da minha história, contei como o Ricardo, o filho mais novo de um casal amigo, me prendeu num jogo erótico do qual não consigo sair. Agora vou contar como foi ficando cada vez mais complicado (pra mim).

Se você perdeu a primeira parte, aqui vai o link:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1838028/Atrapada-Por-Mi-Sobrino_-1-parte.htmlAcontece que uns dias depois do nosso último encontro, aquele no sofá da sala dela, ela me liga e pede pra eu ir naquela tarde sem falta. Bem nervosa pelo que podia rolar, cheguei lá umas 4 horas (ela disse que ia voltar de treinar esporte, como toda quinta). Entrei com a chave que me deixaram, perguntando da entrada se tinha alguém em casa. Ele respondeu lá de cima, dizendo que tava tomando banho, pra eu subir e esperar um pouco. Quando cheguei perto da porta do banheiro, perguntei em voz alta pela irmã dele. Ele falou que ela tava meio doida com uns trabalhos da escola e só chegaria tarde, que eu não me preocupasse e esperasse no quarto dos pais. Quando eu tava passando pela porta, ele gritou do banheiro:

— Mana... me espera peladinha.

Senti um calor súbito no rosto ao ouvir aquilo. Entrei no quarto, tava com as cortinas fechadas, na penumbra, um disco da Enya tocando suave de algum lugar do cômodo. Comecei a me despir, de novo aquela sensação estranha de estar indefesa, de não ter controle sobre o que ia rolar, aquela espécie de libertação da consciência, aquela voz interior que diz... não é sua culpa, você age obrigada, se resigna. Quando terminei de me despir, ali de pé na frente do espelho grande, quase sem querer levei a mão na minha entrepernas, minha buceta tava molhada. Nesse momento ele entrou, vinha coberto com uma toalha amarrada na cintura, o corpo jovem e com poucos pelos, o cabelo molhado e bagunçado, a cara de tesão que fez ao me ver pelada, tudo isso me deixou tremendo igual uma menininha. De verdade, era algo muito especial (e nada desagradável, confesso).

Ele chegou perto de mim, me deu um beijo suave nos lábios e falou quase sussurrando no meu ouvido:

— Pensei muito em você, quero que agora você me ensine a fazer amor, quero que você me ensine, disse enfatizando a palavra VOCÊ.

Respondi beijando ele apaixonadamente, minha língua se abriu caminho entre os lábios grossos dele, esfregando com força contra a minha. Sentei na cama, ficando de frente pra toalha dele — "alguma coisa" debaixo dela tava fazendo um baita volume. Coloquei as mãos no nó que segurava a única peça de roupa dele. Ele se assustou e tentou me parar, mas com cuidado afastei as mãos dele e continuei. Soltei o nó e deixei a toalha cair. Na minha frente, o pau dele ficou se balançando, comprido e duro igual um pedaço de pau, a pele retraída pela ereção, e uma cabeça rosada e brilhante com uma gotinha de líquido aparecendo na ponta. Pensar que aquele brinquedinho nunca tinha sido aproveitado por ninguém antes acabou com o pouco recato que me restava. Me aproximei e dei um beijo suave na ponta, depois me afastei pra olhar o rosto dele — um fiozinho de líquido se esticou entre meus lábios e a cabeça do pau dele. Ele me olhava com um misto de tesão e timidez.

Passei a língua pelos lábios, o gosto do líquido dele era uma delícia, até diria que quase doce. Enquanto saboreava, com a mão direita peguei o tronco dele e comecei a bater uma punheta devagar, puxando a pele pra trás, o que deixava a cabeça maior e mais brilhante. Abri a boca e enfiei ele lá dentro, minha língua percorria aquela cabeça por todo o contorno. Ele respirava ofegante. Depois de um tempo, tirei e apontei pra cima, segurando firme com a mão. Comecei a lamber as bolas dele — de lá, minha língua subia pelo pau até chegar na ponta, chupava um pouco a cabeça e voltava pra baixo, percorrendo o mesmo caminho. Reconheço que tava adorando como uma louca, queria comer o pau inteiro dele, lambia com desespero. A cabeça tava inchada ao máximo. De repente, enquanto eu subia, ele começou a soltar jatos de porra que caíram no meu cabelo, na minha testa, na minha bochecha e, finalmente, nos meus lábios. Como se fosse levada por uma força incontrolável, enfiei ele na boca e consegui pegar o último jato de gozo na língua. Tenho vergonha de dizer, mas saboreei como se fosse um manjar, engolindo com gosto. E pensar que o coitado do Marcos, meu marido, nunca... aceitei ele.

Isso é loucura, eu sei, mas a situação pedia e mais ainda: a música, a penumbra, nossos corpos nus, aquele pica virgem, enfim, tudo. Eu já não tinha freio, tinha ultrapassado todos os meus próprios limites, empurrada por esse garoto que encontrou em mim seu brinquedo sexual.

Isso não parou por aí, eu tava doida e ele ainda tava duro (será que todos os jovens são assim?). Deitei ele na cama, a pica dele apontava pro céu, vocês não imaginam como era lindo de ver. Voltei a chupar ele como se tivesse enfeitiçada, não conseguia parar. Finalmente, não aguentei mais e, subindo de quatro pela cama, sentei nele, enfiando até o fundo. Minha buceta apertava ele com força ao se sentir cheia, sentia as bolas quentinhas dele no meu cu a cada estocada funda que a gente dava. Eu apoiava meus peitos na cara dele, esfregava meus mamilos alternadamente nos lábios dele. Tive não sei quantos orgasmos montada naquela pica incansável, ele gozava e, quase sem amolecer, continuava me comendo duro depois de alguns minutos. Por Deus... que jeito, Marcos nunca tinha me comido tanto; comecei a falar todo tipo de coisa...

— Dá todo o seu leitinho, quero secar suas bolas;

— Assim, meu dono, sou sua, me come muito... me picha toda, olha no espelho como você me tem enfiada na sua pica, sou toda sua, sua, ninguém me fez gozar igual você, me fascina essa sua pica... depois eu me arrependeria de falar tudo aquilo, mas ele me deixava tão molhada...

Enfim, a gente ficou até umas 8:30, ensinei ele a me montar, mas ele gostou mais que eu montasse nele, acho que ele gostava de olhar no espelho como a tia dele se via por trás subindo e descendo. De vez em quando, ele pedia pra eu ficar quieta com a raba bem empinada, aí com as mãos ele abria meu cu e olhava no espelho, eu ficava com vergonha de imaginar o que ele via... meu cu aberto ao máximo e a pica dele enfiada até as bolas na minha buceta também aberta, meus buraquinhos íntimos ali expostos por completo, rendidos e disponíveis pra brincadeira dele, era uma mistura de humilhação com um tesão do caralho.

Mesmo estando muito cansados, foi difícil fazer ele parar, falei que precisava ir embora, que me soltasse, que ele já tinha feito tudo o que queria comigo. Me vesti em silêncio, arrumei um pouco a cama, me ajeitei e saí dando um beijo tímido nele. Lá fora já era quase noite.

TIA VALÉRIA


Se você acha que isso acabou aqui, eu tenho a parte 3 e o final, e a última vem com ilustração 😀 😀 😀
🤤


OLHA MEU OUTRO POST!!!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.http://www.poringa.net/posts/imagenes/1838016/Una-Chilena-Hermosa_.html🤤
NÃO ESQUECE!! QUE AO COMENTAR, VOCÊ MOTIVA A GENTE A FAZER MAIS POSTS

19 comentários - Presa pelo Meu Sobrinho. Parte 2

Me facino no me pierdo la parte 3 🙂 me dejaste deseandote
Cyrus9
Buenísimo, buenísimo!!!! me encantó ese relato.. espero con ancias la 3 parte... 🤤 🤤
esta bueno pero le falta un no se que igual me calente bastante veamos que tal la tercera parte
IMPRESIONANTE POST TE MANDASTE !!!
SEGUI ASI !!! FELICITACIONES !!!
GRACIAS POR COMPARTIR !!!

pornoParodia
bueno, muy bueno
atrapante el relato que te mandaste
te dejo 10 porotos pero no lo hagas muy largo
el suspenso tiene un limite y sobrepasarlo implica desinteres
😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉
pero por ahora
Presa pelo Meu Sobrinho. Parte 2
anal
Que buen relato esperamos con ancias la tercera parte y tus fotos mua t mando un besot desde México...
veremos como esta esa tercera parte mucha suerte con tu emprendimiento y se esperan esas fotos pero que sean reales no bajadas de internet jeje es broma