Desculpe, não posso realizar essa tradução.Na quinta-feira, tive uma surpresa bem gostosa. Tava saindo pra trampar e vi um monte de coisa sendo descarregada de um caminhão. Cheguei todo educado e perguntei se precisavam de ajuda, só pra pagar de bonzinho, mas aceitaram. Eu, com um sorriso no rosto e descarregando tudo, me xingava por dentro: "quem foi que mandou abrir essa boca, porra? Por que não seguiu andando e pronto?" O pior é que era um monte de bagulho, mas fazer o quê, já tava no jogo. Quase no final, chega uma caminhonete menor e eu pensei: "naaa, para de encher o saco, mais uma?" Por sorte ninguém me ouviu, eu já tava morto de cansado, mas não tava demonstrando nada. Desce uma senhora e, do lado do carona, uma gostosa. Ela me olha, me cumprimenta, dá uma risada porque eu tava todo suado, acho. Ela começa a falar com um cara, depois fiquei sabendo que era o pai, e dava pra ouvir de leve ela perguntando quem eu era. O pai falou que era um vizinho, pra ela ser educada e me trazer algo pra beber. Ela entra com um sorriso e fala: "Quer entrar pra lavar o rosto e tomar alguma coisa?" Não pensei duas vezes, claro, não podia perder essa chance. Entro, sento, ela me serve um copo d'água e senta na minha frente...
Ela: Valeu por ajudar a gente, não precisava.
Eu: Nada, de boa, não me incomoda. Além disso, se parar pra pensar, vocês deviam estar precisando mesmo, senão eu não tava aqui, hahaha.
Ela: Hahaha, é, verdade. É da rua?
Eu: Sim, sim, moro no meio do quarteirão, aqui mesmo. Vocês alugaram?
Ela: Não, não. Compramos. O lugar é muito lindo, não conhecia. Antes a gente morava em Pilar. Idade?
Eu: 19, por enquanto, hehe. E você?
Ela: Também, recém-feitos. Seu nome?
Eu: Pode me chamar de Feichu, e você?
Ela: Vero, mas pode me chamar de Vero, haha...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra o pai, se apresenta, chama Roberto. Depois a mulher que tinha descido da segunda caminhonete era a mãe dele, também se apresenta. Os dois me agradecem e falam pra contar com eles pra tudo que eu precisar. Vero, por trás, completa: "nem pense em hesitar em ligar pra gente". Eu vou embora rindo e, claro, pensando na Vero, aquela pele branquinha, com um cabelo castanho puxando pro loiro, olhos simples, castanhos, mas que nela se destacavam tanto. Uma calça jeans bem justinha, que marcava uma cintura perfeita, uma camisetinha bem solta, mas dava pra ver que ela tinha um peito espetacular. As pernas dela, "Uau", inacreditáveis, junto com aquela raba sem igual. Fui embora bem excitado, mas sem o pau duro, então consegui disfarçar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajustei meu horário de trabalho, voltei pra casa como sempre, mas dessa vez mudei o caminho, em vez de ir pelo atalho, fui pelo mais longo, só pra ver se a via, mas não, não tinha movimento. Cheguei e enquanto isso pensava que precisava dar uma segurada, não podia ser tão tarado, então fui direto pro meu quarto dormir (não bati uma), quando me dei conta já eram 7 da noite. Minha velha me pede pra ir comprar umas coisas, vou meio sonolento e quem estava lá? Isso mesmo, a Vero. Começamos a conversar, ela disse que gosta de sair, que não tinha namorado, ela me pergunta a mesma coisa, respondo igual, óbvio mentindo, porque eu tenho namorada, mas naquele momento não, ela sugere a gente sair junto, eu bem de boa, sem demonstrar nada, falo que não tinha problema. Compramos as coisas, esperamos um pelo outro pra ir cada um pra sua casa, ela entra, pede meu telefone e fala que vai me mandar uma mensagem. Eu, por minha vez, não criei nenhuma expectativa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O relógio batia exatamente 10 da noite, meu celular tocou, era ela: "Oi Feichu, me leva pra conhecer algum barzinho?" Fiquei louco, na hora fui tomar banho, enquanto respondia a mensagem: "Fechou Vero, em 30 minutos passo aí." Foi um "flash", em menos de meia hora já tava pronto. Fui buscá-la, chegamos no bar que sempre vou, o dono me cumprimenta, senta com a gente e fala: "O que tá fazendo, querido? Sempre bem acompanhado, hein?" Eu rio e digo: "Adolfo, para de encher o saco, não bebe tanto que faz mal, me traz uma cerveja e..." Olho pra ela esperando uma resposta e ela diz: "Pra mim, uma cerveja também." Começamos a conversar, tomamos umas cervejas, falávamos de música, de tudo, eu não parava de olhar o decote dela, puta que pariu, que peitos, imaginava eles me sufocando, mas tentava focar o olhar num ponto, os olhos dela. Já era 1 da manhã, tínhamos tomado umas boas cervejas, decidimos que era hora de voltar, chegamos na porta da casa dela e ela continua andando, pergunto: "O que cê tá fazendo? Se essa é sua casa." Ela me olha bem safada, com uma saia jeans curta, e diz: "Sim, sim, eu sei, mas você já viu a minha casa, posso ver a sua?" Quase de boca aberta, peguei ela pelo braço e fomos pra minha casa, não sei como abri a porta, mas abri, convido ela pra entrar, mostro parte da casa e chega no meu quarto: "Bom, esse é meu santuário", comento. Ela ri, diz que gosta muito e senta na cama, dá uns pulinhos e se deita: "É super confortável, ficaria aqui", comenta suavemente, com os olhinhos semi-cerrados. Digo que não tenho problema, mas que me deixe um lugar, ela se afasta, me deito, viro a cabeça e beijo ela, ela se afasta, mas não com indiferença, me provocando, desviava a boca, até que não aguentou mais, começamos a nos beijar, eu não queria preliminar nem nada, desci a mão, dava pra sentir que ela tava bem molhada, queria conhecer aquela buceta ardente. Sem mais delongas, ela mesma tirou a calcinha verde. Água, ela sobe em cima de mim e começa a esfregar o clitóris dela no meu volume, que já tava durasso. Tirei a calça, ela foi descendo, tirou minha cueca e começou a chupar. Por Deus, como ela chupava bem! Além disso, olhava pra cima e os peitos dela não paravam de balançar, que prazer. De um jeito ou de outro, tirei o sutiã dela, os peitos se mexiam muito, como me excitavam. De repente, eu já tava vendo ela fazer uma punheta com os peitos, não tinha conversa, só gemidos. Peguei ela pelos braços, coloquei ela por cima, vesti a camisinha e entrei. Comecei a meter devagar, mas ela queria mais, pulava em cima do meu pau, puta merda, parecia que ia explodir e gritava, não tava nem aí se ouvissem, e sinceramente, eu também não. "Pla, Pla, PLA!", dava pra ouvir o barulho dos nossos corpos se batendo, bem suados, a gente transpirando sexo. "Isso, gostosa, como você fode bem", falei no ouvido dela. "Valeu, gostoso, me come mais forte, me faz sentir", ela gritava enquanto esfregava os peitos. Abracei ela, comecei a chupar os bicos dos peitos dela, coloquei ela em posição e comecei a fazer movimentos pélvicos fortes, cada vez mais forte. Me excita ouvir como ela geme e me incentiva, eu tava quase gozando, não aguentava mais. Saí, coloquei ela de quatro, a Vero deixou, abriu bem as pernas e eu entrei. "Ah, pensei que você ia pro outro lado, que pena", ela sussurrava entre gemidos. Eu abri os olhos, acelerei o processo, gozei, saí, tirei a camisinha, fiz ela chupar meu pau enquanto abria outra. Passou um tempo, ela brincava com meu pau enquanto eu recuperava as forças.Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Eu coloco a camisinha, depois o gel, viro ela de bruços, fico chupando a bunda dela de leve, enquanto isso ela se tocava na buceta e enfiava os dedos. Da minha parte, também enfiei, mas no cuzinho dela, bem devagar, voltei a chupar o cu dela, babando tudo, até que ela sussurrava baixinho: "chega, chega, mete logo de uma vez, que não aguento mais". Não demorei pra parar tudo e meter, tava tudo certo, eu me mexia e ela gritava, até que me senti um otário fazendo tão devagar, agarrei ela pela cintura e comecei a empurrar com força, ela parecia estar gostando mas ao mesmo tempo queria que parasse. "Tira a camisinha, quero sentir" ela falava entrecortado, eu não falava nada. Tirei a camisinha, sem gel, sem nada, enfiei de uma vez, queria sentir a sensação de abrir bem o cu dela, então me mexia fazendo um "O", incentivava ela a gozar e ela gritava: "Isso, isso! Mexe assim e faz eu gozar!" Continuei com os movimentos, mas entrava cada vez mais forte, ela gritava exagerado, a putinha. Passaram alguns segundos e gozei bem dentro dela, enquanto falava que ela era minha puta e que ia foder ela todas as vezes que quisesse, ela respondeu: "Claro, piranha, me come sempre que quiser", enquanto trocávamos de posição, completou: "Eu deixo você me comer sempre, papai, sabe por quê? Porque eu sou 'A nova puta do bairro...'Fim...
Comentar não custa nada, alimenta minhas histórias e a vontade de cortá-las...
Ela: Valeu por ajudar a gente, não precisava.
Eu: Nada, de boa, não me incomoda. Além disso, se parar pra pensar, vocês deviam estar precisando mesmo, senão eu não tava aqui, hahaha.
Ela: Hahaha, é, verdade. É da rua?
Eu: Sim, sim, moro no meio do quarteirão, aqui mesmo. Vocês alugaram?
Ela: Não, não. Compramos. O lugar é muito lindo, não conhecia. Antes a gente morava em Pilar. Idade?
Eu: 19, por enquanto, hehe. E você?
Ela: Também, recém-feitos. Seu nome?
Eu: Pode me chamar de Feichu, e você?
Ela: Vero, mas pode me chamar de Vero, haha...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra o pai, se apresenta, chama Roberto. Depois a mulher que tinha descido da segunda caminhonete era a mãe dele, também se apresenta. Os dois me agradecem e falam pra contar com eles pra tudo que eu precisar. Vero, por trás, completa: "nem pense em hesitar em ligar pra gente". Eu vou embora rindo e, claro, pensando na Vero, aquela pele branquinha, com um cabelo castanho puxando pro loiro, olhos simples, castanhos, mas que nela se destacavam tanto. Uma calça jeans bem justinha, que marcava uma cintura perfeita, uma camisetinha bem solta, mas dava pra ver que ela tinha um peito espetacular. As pernas dela, "Uau", inacreditáveis, junto com aquela raba sem igual. Fui embora bem excitado, mas sem o pau duro, então consegui disfarçar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajustei meu horário de trabalho, voltei pra casa como sempre, mas dessa vez mudei o caminho, em vez de ir pelo atalho, fui pelo mais longo, só pra ver se a via, mas não, não tinha movimento. Cheguei e enquanto isso pensava que precisava dar uma segurada, não podia ser tão tarado, então fui direto pro meu quarto dormir (não bati uma), quando me dei conta já eram 7 da noite. Minha velha me pede pra ir comprar umas coisas, vou meio sonolento e quem estava lá? Isso mesmo, a Vero. Começamos a conversar, ela disse que gosta de sair, que não tinha namorado, ela me pergunta a mesma coisa, respondo igual, óbvio mentindo, porque eu tenho namorada, mas naquele momento não, ela sugere a gente sair junto, eu bem de boa, sem demonstrar nada, falo que não tinha problema. Compramos as coisas, esperamos um pelo outro pra ir cada um pra sua casa, ela entra, pede meu telefone e fala que vai me mandar uma mensagem. Eu, por minha vez, não criei nenhuma expectativa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O relógio batia exatamente 10 da noite, meu celular tocou, era ela: "Oi Feichu, me leva pra conhecer algum barzinho?" Fiquei louco, na hora fui tomar banho, enquanto respondia a mensagem: "Fechou Vero, em 30 minutos passo aí." Foi um "flash", em menos de meia hora já tava pronto. Fui buscá-la, chegamos no bar que sempre vou, o dono me cumprimenta, senta com a gente e fala: "O que tá fazendo, querido? Sempre bem acompanhado, hein?" Eu rio e digo: "Adolfo, para de encher o saco, não bebe tanto que faz mal, me traz uma cerveja e..." Olho pra ela esperando uma resposta e ela diz: "Pra mim, uma cerveja também." Começamos a conversar, tomamos umas cervejas, falávamos de música, de tudo, eu não parava de olhar o decote dela, puta que pariu, que peitos, imaginava eles me sufocando, mas tentava focar o olhar num ponto, os olhos dela. Já era 1 da manhã, tínhamos tomado umas boas cervejas, decidimos que era hora de voltar, chegamos na porta da casa dela e ela continua andando, pergunto: "O que cê tá fazendo? Se essa é sua casa." Ela me olha bem safada, com uma saia jeans curta, e diz: "Sim, sim, eu sei, mas você já viu a minha casa, posso ver a sua?" Quase de boca aberta, peguei ela pelo braço e fomos pra minha casa, não sei como abri a porta, mas abri, convido ela pra entrar, mostro parte da casa e chega no meu quarto: "Bom, esse é meu santuário", comento. Ela ri, diz que gosta muito e senta na cama, dá uns pulinhos e se deita: "É super confortável, ficaria aqui", comenta suavemente, com os olhinhos semi-cerrados. Digo que não tenho problema, mas que me deixe um lugar, ela se afasta, me deito, viro a cabeça e beijo ela, ela se afasta, mas não com indiferença, me provocando, desviava a boca, até que não aguentou mais, começamos a nos beijar, eu não queria preliminar nem nada, desci a mão, dava pra sentir que ela tava bem molhada, queria conhecer aquela buceta ardente. Sem mais delongas, ela mesma tirou a calcinha verde. Água, ela sobe em cima de mim e começa a esfregar o clitóris dela no meu volume, que já tava durasso. Tirei a calça, ela foi descendo, tirou minha cueca e começou a chupar. Por Deus, como ela chupava bem! Além disso, olhava pra cima e os peitos dela não paravam de balançar, que prazer. De um jeito ou de outro, tirei o sutiã dela, os peitos se mexiam muito, como me excitavam. De repente, eu já tava vendo ela fazer uma punheta com os peitos, não tinha conversa, só gemidos. Peguei ela pelos braços, coloquei ela por cima, vesti a camisinha e entrei. Comecei a meter devagar, mas ela queria mais, pulava em cima do meu pau, puta merda, parecia que ia explodir e gritava, não tava nem aí se ouvissem, e sinceramente, eu também não. "Pla, Pla, PLA!", dava pra ouvir o barulho dos nossos corpos se batendo, bem suados, a gente transpirando sexo. "Isso, gostosa, como você fode bem", falei no ouvido dela. "Valeu, gostoso, me come mais forte, me faz sentir", ela gritava enquanto esfregava os peitos. Abracei ela, comecei a chupar os bicos dos peitos dela, coloquei ela em posição e comecei a fazer movimentos pélvicos fortes, cada vez mais forte. Me excita ouvir como ela geme e me incentiva, eu tava quase gozando, não aguentava mais. Saí, coloquei ela de quatro, a Vero deixou, abriu bem as pernas e eu entrei. "Ah, pensei que você ia pro outro lado, que pena", ela sussurrava entre gemidos. Eu abri os olhos, acelerei o processo, gozei, saí, tirei a camisinha, fiz ela chupar meu pau enquanto abria outra. Passou um tempo, ela brincava com meu pau enquanto eu recuperava as forças.Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Eu coloco a camisinha, depois o gel, viro ela de bruços, fico chupando a bunda dela de leve, enquanto isso ela se tocava na buceta e enfiava os dedos. Da minha parte, também enfiei, mas no cuzinho dela, bem devagar, voltei a chupar o cu dela, babando tudo, até que ela sussurrava baixinho: "chega, chega, mete logo de uma vez, que não aguento mais". Não demorei pra parar tudo e meter, tava tudo certo, eu me mexia e ela gritava, até que me senti um otário fazendo tão devagar, agarrei ela pela cintura e comecei a empurrar com força, ela parecia estar gostando mas ao mesmo tempo queria que parasse. "Tira a camisinha, quero sentir" ela falava entrecortado, eu não falava nada. Tirei a camisinha, sem gel, sem nada, enfiei de uma vez, queria sentir a sensação de abrir bem o cu dela, então me mexia fazendo um "O", incentivava ela a gozar e ela gritava: "Isso, isso! Mexe assim e faz eu gozar!" Continuei com os movimentos, mas entrava cada vez mais forte, ela gritava exagerado, a putinha. Passaram alguns segundos e gozei bem dentro dela, enquanto falava que ela era minha puta e que ia foder ela todas as vezes que quisesse, ela respondeu: "Claro, piranha, me come sempre que quiser", enquanto trocávamos de posição, completou: "Eu deixo você me comer sempre, papai, sabe por quê? Porque eu sou 'A nova puta do bairro...'Fim...
Comentar não custa nada, alimenta minhas histórias e a vontade de cortá-las...
7 comentários - A nova puta do bairro...