Depois daquele primeiro encontro terrível com a Anita, não conseguia tirar da cabeça tudo o que tinha rolado. Não tinha tido chance de ligar pra ela, porque sempre alguém ficava no meio-dia e me fodia a festa. Ela, fiel ao combinado, não me ligava pra não levantar suspeita. Com certeza matava a tesão dela dando pro marido, que era pra isso que ele servia; e eu, me vingava na Cynthia, minha coleguinha de trabalho, que eu comia bem gostoso com frequência, já conto mais pra frente.
Naquela semana, a gente ficou sozinho umas duas vezes com a mina e metemos ficha, eu colocava em prática com ela meus novos conhecimentos sexuais aprendidos com a Ana, e a mina ficava louca com as novidades. Mas vamos voltar ao que interessa.
Era sábado, sempre o pior dia de trampo, porque todo mundo que não consegue sair pra comprar durante a semana sai nesse dia. A loja enchia de caras com as mães deles, que reviravam e bagunçavam toda a roupa e, na maioria das vezes, não compravam porra nenhuma. Por sorte pra mim, aquele sábado foi meio diferente: assim que cheguei de manhã, o gerente me avisou que ia deixar as chaves, porque ao meio-dia ninguém ia ficar (a gente também abria à tarde). Foi a melhor notícia que ele podia me dar, dava pra dar uma ligadinha pra coroa e a gente se acabar no depósito.
Fui pro banheiro pra ligar pra ela, ela atendeu meio seca, dava pra ver que não podia falar muito, e disse: — Desculpa, doutor, mas vou ter que cancelar a consulta — e desligou a puta da mina. A mãe vagabunda, uma semana esperando a oportunidade e essa filha da puta me deixa com o leite a mil, pensei.
Naquela manhã, nem preciso dizer, eu tava com um humor de merda, atendia de má vontade, com uma cara de cu que dava pra pisar. Era tanta cara feia que eu via meus colegas me olhando estranho, mas ninguém pareceu ter coragem de perguntar o que tava rolando. Tava arrumando um cabideiro de calças que duas velhas tinham deixado tudo bagunçado, quando sinto uma... Uma voz atrás de mim diz: -Com licença, moço, pode me ajudar com isso? Viro, e lá estava a Ana, na minha frente com umas 5 ou 6 cabides. Fiquei paralisado. –Pode me ajudar a levar isso pro provador? Com minha melhor cara de paisagem, falei: Claro, me segue, senhora. Peguei as roupas e fui pro fundo da loja, onde ficavam os provadores. Abri a portinha de um, entrei e pendurei os cabides. Pode entrar, falei. Quando a Ana passou por mim, sussurrei: O que cê tá fazendo aqui? Vim, ela disse, ou cê achou que era verdade a piada de que eu ia suspender, otário? –Mas você me cortou… pensei. Você não pensa, só me come, e fechou a porta na minha cara, rindo. Fiquei parado igual um soldado do lado do provador, com minha melhor cara de trouxa. Um minuto depois, ela fala de dentro: Cê acha que esse tamanho fica bom? Abri a porta uns 10 cm e espiei timidamente. Na hora, meu pau ficou duro com a visão na minha frente. Ana de costas, pelada, bom, com uma tanga fio dental vermelha, que coroava em cima da bunda dela, com um coraçãozinho de renda vermelha, as mãos na cintura, me dando uma vista privilegiada daquela raba linda e durinha. Eu não sabia o que fazer primeiro, se recolocar a mandíbula no lugar ou esconder a ereção com as duas mãos. Como não falei nada, ela disse: Bom, parece que não gostou, fecha, por favor, e espera que eu te chamo pra ver a outra. Como vocês imaginam, o que veio foi um desfile de lingerie, ou melhor, de tangas, uma menor e mais ousada que a outra, e eu sem saber como disfarçar o fato de que meu pau tava mais duro que o mastro da bandeira da Praça de Maio. Saí correndo pro banheiro num momento em que ninguém podia ver minha ereção, e enfiei a rola debaixo da torneira fria, até conseguir abaixar um pouco. Na hora que voltei, a Anita tava saindo com todos os cabides, me entregou e falou: -Vou levar todas, ficaram ótimas em mim. Caminhamos juntos até o caixa, no caminho e sussurrei: -Você não pode ser tão piranha assim.
- Gostou, gatinho?, ela respondeu, vim preparar o terreno, espero ter te deixado com o tesão no talo pra você me dar uma bela de uma fodida.
Chegamos no caixa, agradeci e fui embora. Dei dois passos e ela me chamou: Ah, moço, com licença…
- Sim, senhora, pode falar.
Baixinho ela disse: -Se prepara que daqui a duas horas eu volto…
Continua…
Naquela semana, a gente ficou sozinho umas duas vezes com a mina e metemos ficha, eu colocava em prática com ela meus novos conhecimentos sexuais aprendidos com a Ana, e a mina ficava louca com as novidades. Mas vamos voltar ao que interessa.
Era sábado, sempre o pior dia de trampo, porque todo mundo que não consegue sair pra comprar durante a semana sai nesse dia. A loja enchia de caras com as mães deles, que reviravam e bagunçavam toda a roupa e, na maioria das vezes, não compravam porra nenhuma. Por sorte pra mim, aquele sábado foi meio diferente: assim que cheguei de manhã, o gerente me avisou que ia deixar as chaves, porque ao meio-dia ninguém ia ficar (a gente também abria à tarde). Foi a melhor notícia que ele podia me dar, dava pra dar uma ligadinha pra coroa e a gente se acabar no depósito.
Fui pro banheiro pra ligar pra ela, ela atendeu meio seca, dava pra ver que não podia falar muito, e disse: — Desculpa, doutor, mas vou ter que cancelar a consulta — e desligou a puta da mina. A mãe vagabunda, uma semana esperando a oportunidade e essa filha da puta me deixa com o leite a mil, pensei.
Naquela manhã, nem preciso dizer, eu tava com um humor de merda, atendia de má vontade, com uma cara de cu que dava pra pisar. Era tanta cara feia que eu via meus colegas me olhando estranho, mas ninguém pareceu ter coragem de perguntar o que tava rolando. Tava arrumando um cabideiro de calças que duas velhas tinham deixado tudo bagunçado, quando sinto uma... Uma voz atrás de mim diz: -Com licença, moço, pode me ajudar com isso? Viro, e lá estava a Ana, na minha frente com umas 5 ou 6 cabides. Fiquei paralisado. –Pode me ajudar a levar isso pro provador? Com minha melhor cara de paisagem, falei: Claro, me segue, senhora. Peguei as roupas e fui pro fundo da loja, onde ficavam os provadores. Abri a portinha de um, entrei e pendurei os cabides. Pode entrar, falei. Quando a Ana passou por mim, sussurrei: O que cê tá fazendo aqui? Vim, ela disse, ou cê achou que era verdade a piada de que eu ia suspender, otário? –Mas você me cortou… pensei. Você não pensa, só me come, e fechou a porta na minha cara, rindo. Fiquei parado igual um soldado do lado do provador, com minha melhor cara de trouxa. Um minuto depois, ela fala de dentro: Cê acha que esse tamanho fica bom? Abri a porta uns 10 cm e espiei timidamente. Na hora, meu pau ficou duro com a visão na minha frente. Ana de costas, pelada, bom, com uma tanga fio dental vermelha, que coroava em cima da bunda dela, com um coraçãozinho de renda vermelha, as mãos na cintura, me dando uma vista privilegiada daquela raba linda e durinha. Eu não sabia o que fazer primeiro, se recolocar a mandíbula no lugar ou esconder a ereção com as duas mãos. Como não falei nada, ela disse: Bom, parece que não gostou, fecha, por favor, e espera que eu te chamo pra ver a outra. Como vocês imaginam, o que veio foi um desfile de lingerie, ou melhor, de tangas, uma menor e mais ousada que a outra, e eu sem saber como disfarçar o fato de que meu pau tava mais duro que o mastro da bandeira da Praça de Maio. Saí correndo pro banheiro num momento em que ninguém podia ver minha ereção, e enfiei a rola debaixo da torneira fria, até conseguir abaixar um pouco. Na hora que voltei, a Anita tava saindo com todos os cabides, me entregou e falou: -Vou levar todas, ficaram ótimas em mim. Caminhamos juntos até o caixa, no caminho e sussurrei: -Você não pode ser tão piranha assim.
- Gostou, gatinho?, ela respondeu, vim preparar o terreno, espero ter te deixado com o tesão no talo pra você me dar uma bela de uma fodida.
Chegamos no caixa, agradeci e fui embora. Dei dois passos e ela me chamou: Ah, moço, com licença…
- Sim, senhora, pode falar.
Baixinho ela disse: -Se prepara que daqui a duas horas eu volto…
Continua…
4 comentários - A Veterana - Parte 5 - O Provador
FELICITACIONES
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